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Dons de Elocução - Pb. José Roberto A. Barbosa

DONS DE ELOCUÇÃO

Texto √Āureo I Co. Pe. 4.11¬† - Leitura B√≠blica I Co. 12.7-12; 14.26-32
Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa

www.subsidioebd.blogspot.com

Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

Os dons de elocução, também denominados de verbais ou inspirativos, caracterizam-se pela expressão vocal, sempre de maneira sobrenatural. Como é peculiar da elocução, dizem respeito à oralidade, que se fundamenta nEle que é o Verbo que se fez carne (Jo. 1.1), que fala e continua falando (Hb. 1.1,2). Na aula de hoje aprenderemos sobre os seguintes dons de elocução, com base em I Co. 12.7-12: dom de profecia, variedade de línguas e interpretação de línguas.

1. O DOM DE PROFECIA

Existem alguns equ√≠vocos no meio evang√©lico a respeito do significado da profecia enquanto dom. Isso porque h√° confus√£o entre a profecia no Antigo Testamento, o minist√©rio prof√©tico e o dom propriamente dito. O profeta da Antiga Alian√ßa era um arauto de Yahweh, e falava pela inspira√ß√£o do pr√≥prio Deus, por isso declarava: “assim diz o Senhor”. A mensagem prof√©tica can√īnica, conforme registrada nas Escrituras, foi soprada por Deus (II Tm. 3.16,17), os escritores sagrados falaram da parte de Deus, movidos pelo Esp√≠rito (I Pe. 1.20,21). N√£o se pode confundir tamb√©m o dom com o minist√©rio prof√©tico, que se encontra em Ef. 4.11, por trata-se de uma capacita√ß√£o dada por Deus √† lideran√ßa, para orientar a partir da revela√ß√£o de Deus, fundamentada nas Escrituras. O minist√©rio prof√©tico tem rela√ß√£o √© um of√≠cio, residente naquele que o realiza, em conformidade com a Palavra de Deus. Em rela√ß√£o ao dom de profecia, este √© considerado o maior dos tr√™s dons de elocu√ß√£o, sendo citado vinte e duas vezes em I Co. 11-14. O dom de profecia n√£o √© previs√£o do futuro, antes tem a fun√ß√£o de edifica√ß√£o, exorta√ß√£o e consola√ß√£o no corpo de Cristo. A edifica√ß√£o diz respeito √† “constru√ß√£o” da igreja do Senhor Jesus, a manifesta√ß√£o desse dom acontece para que a igreja possa crescer em maturidade. A exorta√ß√£o √© uma palavra de encorajamento, para que permane√ßamos firmes no Senhor. A consola√ß√£o diz respeito ao √Ęnimo dado √† igreja para enfrentar os momentos de adversidade e persegui√ß√£o. Aquele que √© usado por Deus no dom da profecia tem controle sobre este (I Co. 14.32), isso quer dizer que a pessoa trabalha em conjunto com o Esp√≠rito Santo. Existe tamb√©m uma normatiza√ß√£o em rela√ß√£o ao uso: que falem dois ou tr√™s e os demais julguem (I Co. 14.29). H√° uma distin√ß√£o entre o dom de profecia e o de falar em l√≠nguas, o primeiro √© para os que creem, e o √ļltimo um sinal para os descrentes, quando h√° compreens√£o, conforme aconteceu no dia de Pentecostes (At. 2).

2. DONS DE VARIEDADE DE L√ćNGUAS

O dom de falar em l√≠nguas teve in√≠cio no dia de Pentecostes, no dia em que a igreja foi inaugurada em Jerusal√©m (At. 2.4). Essas l√≠nguas n√£o podem ser estudadas, s√£o sobrenaturais, portanto, nada tem a ver com o aprendizado de idiomas. √Č poss√≠vel que, como aconteceu no dia de pentecostes, as pessoas falem em l√≠nguas que sejam identificadas pelos que as escutam. Mas essas, para serem sobrenaturais, s√£o estranhas para aqueles que as falam, isto √©, ainda que seja estrangeira, deve ser estranha para quem fala (I Co. 14.14). Uma caracter√≠stica desse dom, diferentemente do de profecia, √© que quem fala l√≠nguas n√£o fala a homens, mas a Deus (I Co. 14.2). Os novos crentes devem ser estimulados a buscar o batismo no Esp√≠rito Santo, tendo como uma das evid√™ncias o falar em l√≠nguas. E a tamb√©m o dom de variedade de l√≠nguas, para que sejam edificados, e sintam a alegria dessa experi√™ncia pentecostal. √Č importante ressaltar que esse √© o √ļnico dom que depende do Batismo no Esp√≠rito Santo, e que pode abrir a porta para outros dons na vida do crente. Antes de a pessoa receber o dom de variedade de l√≠nguas precisa buscar o batismo no Esp√≠rito Santo. Devemos ter cuidado com a censura nas igrejas, nada h√° de errado em desejar o dom de variedade de l√≠nguas (I Co. 14.5). O pr√≥prio Jesus antecipou que aqueles que nEle cressem seriam capazes de falar “novas l√≠nguas” (Mc. 16.15-17). As restri√ß√Ķes de Paulo dizem respeito ao uso inadequado das l√≠nguas no culto, sendo essas supervalorizadas, em detrimentos dos outros elementos do culto: salmo, doutrina, revela√ß√£o, e no caso das l√≠nguas, interpreta√ß√£o (I Co. 14.23). Isso porque aqueles que falam em l√≠nguas, se n√£o houver quem interprete, edificam apenas a eles mesmos (I Co. 14.4). Ao inv√©s de proibirem o dom de variedade de l√≠nguas nas igrejas, devemos incentivar a busca de outros dons, principalmente o de profetizar (I Co. 14.39). A ora√ß√£o em l√≠nguas, respeitando os demais elementos do culto, principalmente durante a ora√ß√£o, pode ser usada para glorificar a Deus (At. 10.46). H√° inclusive a possibilidade de se cantar em l√≠nguas, trazendo gozo para a alma (I Co. 14.15), reconhecidas como c√Ęnticos espirituais (Ef. 5.19).

3. DOM DE INTERPRETA√á√ÉO DE L√ćNGUAS

Para que haja edifica√ß√£o da igreja, o dom de l√≠nguas carece de interpreta√ß√£o, para tanto, o mesmo Esp√≠rito, sobrenaturalmente, pode dar aos membros do Corpo, o dom para interpret√°-las. Por isso, aqueles que falam l√≠nguas s√£o orientados por Paulo a tamb√©m orarem para que possam interpret√°-las (I Co. 14.13). Se algu√©m possui o dom de l√≠nguas, mas est√° em um lugar que n√£o h√° quem interprete, deve orar para que seja o pr√≥prio interprete. Quando as l√≠nguas s√£o interpretadas, a jun√ß√£o dos dons funciona como a profecia, edificando a igreja (I Co. 14.4). Do mesmo modo que o dom de variedade de l√≠nguas n√£o pode ser confundido com o dom√≠nio de outras l√≠nguas, o dom de interpreta√ß√£o de l√≠nguas √© sobrenatural, n√£o √© resultando do conhecimento adquirido de outros idiomas. Se n√£o h√° quem interprete, o dom de l√≠nguas deve ter controle, para n√£o comprometer os outros elementos do culto. H√° uma abertura nesse sentido nos cultos de ora√ß√£o, ou mais propriamente nos momentos de ora√ß√£o, em que os crentes oram em l√≠nguas. Mas durante a realiza√ß√£o do culto, a menos que haja interpreta√ß√£o, as l√≠nguas devem ser controladas. Paulo justificou, aos cor√≠ntios, que preferiam palavras compreensivas, durante o culto, √†s incompreens√≠veis (I Co. 14.18,19). Certamente os cultos em Corinto se transformaram em um “festival de l√≠nguas”. A orienta√ß√£o do Ap√≥stolo foi a seguinte: que tudo seja feito para edifica√ß√£o, se algu√©m fala em uma l√≠ngua estranha, que sejam dois ou no m√°ximo tr√™s, um ap√≥s o outro, e haja quem interprete (I Co. 14.26,27). Isso deveria acontecer para que o culto n√£o fosse uma confus√£o, mas um momento de paz, para a gl√≥ria de Deus (I Co. 14.33). N√£o havendo interpreta√ß√£o de l√≠nguas, o crente deve permanecer em sil√™ncio perante a igreja, falando apenas consigo mesmo, para Deus (I Co. 14.28). Essa √© uma prova de que quem est√° sendo usado pelo Esp√≠rito tem controle sobre o dom espiritual.

CONCLUSÃO

Os dons têm sempre como premissa a edificação, nunca a confusão ou elitização de quem é usado pelo Espírito. No caso dos dons de elocução, o dom de variedade de línguas edifica apenas aquele que as fala, enquanto que o dom de profecia edifica a igreja. O dom de línguas pode ser inclusive um sinal para os descrentes, mas se houver quem a interprete, na medida em que esses são convencidos através da manifestação divina na igreja. Esses dons devem ser buscados pela igreja, principalmente o de profecia, e no caso das línguas, é necessário que haja quem interprete. A motivação principal para a busca dos dons, e a sua valorização, depende no nível de edificação dos membros da igreja, em sua totalidade.

BIBLIOGRAFIA

STORMS, S. Dons espirituais: uma introdução bíblica, teológica e pastoral. Rio de Janeiro: AnnoDomini, 2014.

SUMRALL, L. The gifts and ministries of the Holy Spirit. New Kesington: Whiteker House, 1982.

Publicado no blog Subsídio EBD 

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Dons de Elocução - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orienta√ß√Ķes:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.- Perguntem como passaram a semana.- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se h√° alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa prepara√ß√£o de aula, com participa√ß√£o dos alunos, voc√™s ter√£o bons resultados! Experimentem!6 - Agora, trabalhem a li√ß√£o 05. Vejam as sugest√Ķes abaixo:

- Falem: Come√ßamos a estudar sobre os dons espirituais e j√° conhecemos os dons de Revela√ß√£o e de Poder. Na aula de hoje, vamos trabalhar sobre os “Dons de Elocu√ß√£o”.

- Escrevam no quadro ou cartolina os dons de Elocu√ß√£o e expliquem a raz√£o do nome “Elocu√ß√£o”.O que significa a palavra “elocu√ß√£o”: √© a express√£o do pensamento atrav√©s da palavra.

Então, os dons de elocução se referem ao uso da palavra para transmitir a mensagem de Deus.

Dom de Profecia

Dons de Variedade de Línguas

Dom de Interpretação de Línguas

- Depois, estudem sobre cada dom, dessa forma:

O que é?

Finalidade

Atualidade destes dons

Como utilizá-los para edificação da Igreja

- Trabalhem os pontos levantados na lição sempre de forma participativa e contextualizada.

- Para concluir, utilizem a din√Ęmica¬†“Porta- voz”.Tenham uma excelente e produtiva aula!

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Dons de Elocução - AD Londrina

Aula ministrada pelo Presb. Ailton Nantes para EBD da Asssembléia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 5 - 2T/2014

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Dons de Elocução - Luciano de Paula Lourenço

Texto B√°sico: 1Co 12:7,10-12; 14:26-32
“Se algu√©m falar, fale segundo as palavras de Deus; se algu√©m administrar, administre segundo o poder que Deus d√°, para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a gl√≥ria e o poder para todo o sempre. Am√©m” (1Pedro 4:11).

INTRODUÇÃO

√Č v√°lido repetir: os Dons s√£o originados na gra√ßa de Deus e s√£o ministrados, doados e distribu√≠dos pelo Esp√≠rito Santo; eles s√£o dados n√£o para proje√ß√£o pessoal, mas para o servi√ßo; sua finalidade √© a realiza√ß√£o de alguma obra e ajuda concreta a algu√©m; n√£o √© uma espiritualidade intimista e subjetiva.
Nesta Aula, estudaremos a respeito dos três Dons de Elocução, a saber, Dom de Profecia, Dom de Variedade de Línguas e o Dom de Interpretação das Línguas. Os principais propósitos destes Dons são: edificação, exortação e consolação da Igreja (1Co 14:3). A igreja precisa ter muito cuidado com a manifestação destes Dons, pois atualmente, há muita confusão e falta de sabedoria no uso dos mesmos, principalmente  o de profecia. Por isso é assaz oportuno o estudo sobre este tema, a fim de que não sejamos enganados pelos falsos profetas que têm ardilosamente se infiltrados no meio do povo de Deus.
I. DOM DE PROFECIA (1Co 12:10)
“Mas o que profetiza fala aos homens para edifica√ß√£o, exorta√ß√£o e consola√ß√£o” (1Co 14:3).
1. O que é o Dom de Profecia? O Dom de Profecia, relacionado por Paulo em 1Co 14:3, é um Dom de manifestação sobrenatural de mensagem verbal pelo Espírito, para a edificação, exortação e consolação do povo de Deus. Ao dizer que a profecia edifica, exorta e consola, o apóstolo Paulo não fornece uma definição, apenas cita os resultados da mensagem transmitida em uma linguagem que as pessoas conhecem. O maior valor da profecia é que ela, uma vez proferida, sendo de Deus, edifica a coletividade e não unicamente o que profetiza.
Em nossos dias,¬†temos visto que os termos “profecia” e “profetizar” t√™m sido mal utilizados. Muitas pessoas falam de si mesmas palavras boas como se elas fossem verdadeiras profecias, e ainda motivam outras pessoas a fazerem o mesmo. Paulo perguntou: “…¬†Porventura s√£o todos profetas?” (1Co 12:29). Essa pergunta foi feita para mostrar que nem todas as pessoas s√£o profetas, ou seja, nem toda pessoa possui o Dom de Profecia dado pelo Esp√≠rito Santo.¬†Desejar uma b√™n√ß√£o¬†para o pr√≥ximo ou ter palavras de vit√≥ria tem sido encarado como uma profecia, o que √© um erro terr√≠vel, pois os verdadeiros profetas falavam o que recebiam do Senhor: “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Esp√≠rito Santo”(2Pe 1:21). Portanto, √† luz da B√≠blia, nem todas as pessoas s√£o profetas e a vontade do homem, por mais bondosa que seja, n√£o pode originar uma profecia verdadeira. Tamb√©m, profetizar n√£o √© pregar um serm√£o preparado, mas transmitir palavras espont√Ęneas sob o impulso do Esp√≠rito Santo, para a edifica√ß√£o do indiv√≠duo ou da igreja local, bem como levar √† convic√ß√£o do pecado e a consci√™ncia da presen√ßa de Deus (1Co 14:24,25).
2.¬†¬†A relev√Ęncia do Dom de Profecia.¬†O¬†Dom de Profecia na igreja √© originado pelo Esp√≠rito Santo, n√£o para predizer o futuro, mas para fortalecer e promover a vida espiritual, a maturidade e o car√°ter santo dos crentes. A profecia √© necess√°ria para impedir a corrup√ß√£o espiritual e moral do povo de Deus. Apresenta-se, assim, como uma verdadeira manifesta√ß√£o de al√≠vio e de descanso ao crente que, revigorado pela profecia, tem alento para prosseguir na sua caminhada rumo ao C√©u. Este Dom √© t√£o importante para a Igreja que o ap√≥stolo Paulo exortou a sua busca (1Co 14:1).
Obviamente, nem toda profecia vem de Deus, ou Paulo n√£o teria escrito 1Co 14:29 dizendo: “Tratando-se de profetas, falem apenas dois ou tr√™s, e os outros julguem“. O ap√≥stolo Jo√£o alerta: “Amados, n√£o deis cr√©ditos a qualquer esp√≠rito: antes, provai os esp√≠ritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas t√™m sa√≠do pelo mundo fora” (1Jo√£o 4:1).
Falsos profetas e falsas profecias estão no mundo atualmente. A falsa profecia leva ao engano e faz com que a pessoa seja manipulada ou dominada por falsos profetas que têm objetivos malignos e planos escusos. Mormente nos dias atuais, a profecia deve ser julgada e que o profeta deve obedecer ao ensino bíblico (1Co 14:29-33).
Pode acontecer que a pessoa que √© agraciada com o Dom de Profecia receba¬†a revela√ß√£o do Esp√≠rito Santo e, por fraqueza, imaturidade e falta de temor de Deus, falar al√©m do que devia. Portanto, quem profetiza deve ter o cuidado de falar apenas o que o Esp√≠rito Santo mandar, n√£o alegando estar “fora de si” ou “descontrolado”, pois “os esp√≠ritos dos profetas est√£o sujeitos aos profetas”¬†(1Co 14:32).
3.  Propósitos da Profecia. O Dom de Profecia é concedido pelo Espírito Santo a alguns crentes para trazer mensagens de Deus com a finalidade de edificar, exortar e consolar a igreja - este é o tríplice propósito da profecia neotestamentária.
a) Edificação. Na edificação os crentes são espiritualmente transformados mais e mais para que não se conformem com este mundo (Rm 12:2-8). Neste processo, os crentes são edificados na santificação, no amor a Deus, no bem-estar do próximo, na pureza de coração, numa boa consciência e numa fé sincera.  Por isso, todas as profecias devem ser devidamente julgadas à luz da Bíblia, a fim de que não venham causar confusão à igreja nem abalar a fé daqueles que ainda não possui uma firme edificação.

b) Exorta√ß√£o.¬†A exorta√ß√£o tem por sin√īnimo o encorajamento divino para os servos de Deus. Significa¬†ajudar, assistir,¬†incentivar, estimular,¬†animar, consolar, unir pessoas separadas, admoestar.¬†Todos esses significados revelam a miss√£o da profecia, pois o Esp√≠rito Santo inspira o profeta a animar, despertar, alertar e falar palavras de encorajamento tanto √† Igreja como a algu√©m em particular.

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Dons de Elocução - Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula pr√©via referente a Li√ß√£o 5: Dons de Elocu√ß√£o do 2¬ļ Trimestre de 2014: “Dons Espirituais e Ministeriais - Servindo a Deus e aos homens com poder extraordin√°rio”, como prepara√ß√£o dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Lição 5 - 2T/2014

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Dons de Poder - Luciano de Paula Lourenço

Texto Base: 1Corintios 12:4,9-11

“A minha palavra e a minha prega√ß√£o n√£o consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstra√ß√£o do Esp√≠rito e de poder, para que a vossa f√© n√£o se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus” (1Co 2:4,5).

INTRODUÇÃO

Nesta aula estudaremos os Dons de Poder -¬†Dom da F√©, Dons de Curar e Dom de Opera√ß√£o de Maravilhas.¬†Aqui, a palavra¬†Poder¬†significa autoridade. Portanto, quando a B√≠blia nos diz que o Senhor nos deu¬†Poder, significa que ele nos conferiu autoridade.¬†Assim sendo, os¬†Dons de Poders√£o aqueles que mostram a Soberania de Deus, a sua Onipot√™ncia, a sua Autoridade sobre as for√ßas da natureza, sobre o ser humano, sobre os dem√īnios. Eles s√£o concedidos pelo Esp√≠rito Santo √† Igreja a fim de auxili√°-la na propaga√ß√£o do evangelho, para que o nome do Senhor seja glorificado. Atrav√©s dos¬†Dons de Poder¬†a soberania de Deus sobre todas as coisas e a Sua presen√ßa no meio da igreja s√£o confirmadas. Jamais devem ser utilizados para a exalta√ß√£o pessoal.

I.¬†¬†O DOM DA F√Č (1Co 12:9)“A outro, no mesmo Esp√≠rito, a f√©” (1Co 12:9).

1. O que significa F√©?¬†A defini√ß√£o B√≠blica de F√©, bastante usual, est√° na Ep√≠stola aos Hebreus 11:1, onde se l√™ que “a f√© √© o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se n√£o¬†¬†onde se l√™ veem” (Hb 11:1). Esta defini√ß√£o mostra a total confian√ßa e depend√™ncia que devemos ter em Deus.

A F√©¬†√© um elemento fundamental na vida espiritual do crente, a ponto de a B√≠blia dizer que “sem f√© √© imposs√≠vel agradar a Deus” (Hb 11:6). Na caminhada para o C√©u, a f√© √© o combust√≠vel e sem esta f√© jamais conseguiremos chegar ao destino, ao fim das nossas almas: a salva√ß√£o eterna. O ap√≥stolo Jo√£o tamb√©m diz que a f√© √© a vit√≥ria que vence o mundo (1Jo.5:4), de forma que podemos muito bem inferir que todas as promessas maravilhosas feitas por Jesus √† Igreja, constantes das sete cartas √†s igrejas da √Āsia (Ap 2:7,11,17,26;3:5,12,21), est√£o destinadas somente aos que t√™m f√©, vez que foram dirigidas aos que vencerem e s√≥ vence, como explica Jo√£o, quem tem f√©. Por fim, n√£o nos esque√ßamos que, como diz Paulo, Deus s√≥ requer uma coisa dos crentes: que todos sejam fi√©is (1Co.4:2). Aprender sobre a F√© √© essencial para quem deseja viver eternamente com o Senhor.

Explicando o que é Fé Natural, Fé Salvadora e Fé Ativa

- F√© Natural. √Č a chamada f√© esperan√ßa, f√© intelectual. Esta f√© nasce com o homem, faz parte da natureza humana. Ela √© essencial para a vida sobre a face da Terra.¬†¬†√Ȭ†a cren√ßa baseada na habitualidade ou no racioc√≠nio humano. Assim, quando nos sentamos em uma cadeira, cremos que n√£o iremos cair e que a cadeira nos aguentar√°, apesar de sermos mais pesados do que ela. Quando estendemos um bra√ßo num ponto de √īnibus fazendo sinal para que ele pare, cremos que o motorista ir√° parar e abrir a porta para que entremos e assim por diante.

A¬†F√© Natural¬†d√° ao homem motiva√ß√£o para lutar, para progredir, para superar dificuldades. Quando o homem perde a F√© Natural, ele cai no des√Ęnimo, perde a vontade de viver, de lutar. √Č ela que faz com que o homem seja um ser religioso, faz com que ele creia sempre em algo, ou algu√©m superior a ele. Ouvindo falar de um Deus Criador, ele, com facilidade, cr√™ na sua exist√™ncia - “Tu cr√™s que h√° um s√≥ Deus? Fazes bem…”(Tg 2:19), ou seja, nisto n√£o h√° nada de excepcional. E Tiago acrescenta:¬†“… tamb√©m os dem√īnios o creem e estremecem”. N√£o ouvindo falar de um Deus Criador, ent√£o o homem inventa os seus pr√≥prios “deuses”. Ele sente necessidade de crer. Por√©m, este crer, mesmo que seja no Deus Verdadeiro, atrav√©s da f√© natural, n√£o muda nada em sua vida.Esta f√© nada representa no campo espiritual, √© fruto da l√≥gica humana.¬†Os cientistas e fil√≥sofos t√™m chegado √† conclus√£o de que toda atividade intelectual tem uma dose de f√©, e esta f√© √© a f√© natural, que, entretanto, n√£o pode ser o crit√©rio, o par√Ęmetro a ser seguido pelo servo de Deus. √Č √≥bvio que o servo do Senhor tamb√©m possui esta f√©, pois se trata de um ser humano, mas n√£o pode deixar que esta f√© seja o seu guia exclusivo. Este, ali√°s, √© o sentido da afirma√ß√£o de Paulo, de que devemos andar por f√© e n√£o por vista (2Co 5:7).

- “F√© Salv√≠fica” ou “F√© Salvadora”.¬†√Č a cren√ßa de que Jesus √© o √ļnico e suficiente Senhor e Salvador de nossas vidas. Quando algu√©m d√° cr√©dito √† prega√ß√£o do Evangelho, considera-se um pecador e se arrepende dos pecados e cr√™ que Jesus pode perdo√°-lo e se submete √† vontade de Deus, crendo que Jesus pode dar-lhe a vida eterna e lev√°-lo ao C√©u, age com a “f√© salvadora” ou “f√© salv√≠fica”. Esta f√© n√£o nasce no homem, mas √© dom de Deus (Ef 2:8). Atrav√©s da Palavra de Deus(Rm 10:17), o Esp√≠rito Santo convence o homem do pecado, da morte e do ju√≠zo (Jo√£o 16:8-11) e, deste modo, o homem cr√™ e, mediante esta f√©, √© justificado (Rm 5:1), ou seja, posto numa posi√ß√£o de justo diante de Deus, o que lhe permite ter paz, isto √©, comunh√£o com Deus, sendo vivificado em Cristo. Esta F√© √© a que concede salva√ß√£o para o homem. Logo, n√£o √© b√≠blico orar pedindo f√©.¬†¬†Ou o homem √© nascido de novo e j√° recebeu a f√©, ou n√£o √© nascido de novo, e n√£o tem f√©. Aquele que j√° tem, n√£o precisa pedir; aquele que n√£o tem, n√£o adianta pedir - “…¬†n√≥s sabemos que Deus n√£o ouve a pecadores…”(Jo√£o 9:31). Segundo a B√≠blia, a f√© n√£o vem pelo pedir, mas, pelo ouvir. N√£o adianta pedir porque n√£o est√° escrito que a f√© vem atrav√©s da ora√ß√£o, ou pelo pedir, mas, sim “…¬†pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus“(Rm 10:17). O que √© b√≠blico √© orar pelo crescimento da f√©, como pediram os disc√≠pulos - “Disseram ent√£o os ap√≥stolos ao Senhor: acrescenta-nos a f√©“(Lc 17:5). Eles n√£o disseram: “d√°-nos f√©”, mas, “acrescenta-nos a f√©“. Acrescentar significa ajuntar alguma coisa √† outra para torn√°-la maior.

- F√© Ativa.¬†√Č a confian√ßa absoluta em algu√©m ou em algo. √Č precisamente este o significado em que se deve entender f√© enquanto F√© Ativa. Esta F√© √© exercida diariamente pelo crist√£o, ap√≥s ter aceitado Jesus como seu Senhor e Salvador. Trata-se da atitude de confian√ßa em Deus, de cr√©dito √† sua Palavra, √†s suas promessas. Somente podemos dizer que temos f√© se dermos cr√©dito √† Palavra de Deus e dar cr√©dito √† Palavra de Deus √© fazer o que Ele manda ali. Esta f√© √© o combust√≠vel que nos leva a caminhar em dire√ß√£o √† Jerusal√©m celestial. √Č o elemento que nos faz superar todos os obst√°culos e a enxergar as circunst√Ęncias sob o prisma espiritual. Foi esta F√© que fez com que os antigos vencessem todas as dificuldades, como nos mostra o escritor aos Hebreus no cap√≠tulo 11. √Č esta F√© que nos faz vencer o mundo (1Jo√£o 5:4).Portanto, todos os salvos t√™m F√© Salvadora e F√© Ativa, mas nem todos s√£o contemplados com o Dom da F√©. Este Dom √© dado, conforme a vontade do Esp√≠rito Santo, para o desenvolvimento e expans√£o do Reino de Deus, para que seu nome seja glorificado.

2. A F√© como Dom.¬†”A outro, no mesmo Esp√≠rito, a f√©” (1Co 12:9).¬†O Dom da F√© trata de uma confian√ßa extraordin√°ria, especial, que faz com que pessoas tenham uma cren√ßa pontual al√©m dos limites do imagin√°vel e que, mediante esta confian√ßa, realizem coisas que est√£o al√©m do alcance da imagina√ß√£o humana. Temos sempre ouvido a√ß√Ķes e gestos de servos do Senhor que, tomados pelo Esp√≠rito com uma f√© excepcional, agem de acordo com a vontade de Deus e servem para a sua glorifica√ß√£o.N√£o se trata da f√© para salva√ß√£o, mas de uma f√© sobrenatural especial, comunicada pelo Esp√≠rito Santo, capacitando o crente a crer em Deus para a realiza√ß√£o de coisas extraordin√°rias e milagrosas. √Č a f√© que remove montanhas (Mc 11:22-24) e que frequentemente opera em conjunto com outras manifesta√ß√Ķes do Esp√≠rito, tais como as curas e os milagres.

3. Exemplo bíblico do Dom da Fé. Este Dom só se manifesta quando surge uma necessidade. Foi o que aconteceu com Paulo no navio que o levava a Roma. Ele usou de autoridade para impedir que algum mal se fizesse aos presos e, assim, sendo um simples prisioneiro, dirigir e comandar a própria salvação de todos os que ali estavam (At 27:30-36). Também, o Dom da Fé é visto na operação da cura do coxo na porta do Templo, registrada em Atos 3.Pedro teve a fé milagrosa para ordenar ao coxo que levantasse e andasse em nome de Jesus. O profeta Elias tinha o Dom da Fé segundo o relato de 2Reis 1:10-12(o fogo do céu consome 100 homens).Outra demonstração de Fé registrada na Bíblia é episódio ocorrido no Mar Vermelho, logo após a saída do povo de Israel do Egito. Diante daquela situação sem saída, Moisés ergue-se como um gigante da fé ao encorajar o povo a não temer o inimigo que se aproximava vorazmente (Êx 14:13,14).

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Dons de Poder - Pr. Geraldo Carneiro Filho

ESCOLA B√ćBLICA DOMINICAL DA¬†IGREJA EVANG√ČLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA

NITER√ďI - RJ

LI√á√ÉO N¬ļ 04 - DATA: 27/04/2014

T√ćTULO: “DONS DE PODER”

TEXTO √ĀUREO - I Cor 2.4-5

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE: I Cor 12.4, 9-11

PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO

e-mail: geluew@yahoo.com.br

blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/

I - INTRODUÇÃO:

Hoje estudaremos os dons que FAZEM algo; s√£o os DONS DE PODER, ou seja,PODER PARA RECEBER, OPERAR OU REALIZAR ALGO SOBRENATURAL. S√£o eles: DOM DA F√Č, A OPERA√á√ÉO DE MILAGRES e DONS DE CURAS.

II -¬†O DOM DA F√Č:

(A) - √Č um dom do Esp√≠rito para que o crente possa RECEBER milagres.

(B) - Dom da fé é acreditar que o impossível de acontecer já aconteceu.

(C) - Aqueles que possuem o dom da fé creem em Deus de tal maneira, que o Senhor honra a palavra dos Seus servos como se fosse Sua e a cumpre, milagrosamente.

(D) - O dom da fé é uma dotação sobrenatural pelo Espírito Santo, mediante a qual, aquilo que o homem declara ou deseja, ou ainda o que Deus fala, acabará se cumprindo de qualquer maneira.

Vamos aos exemplos bíblicos para melhor esclarecimento:

(1¬ļ) - Dn 3:13-30 - Nem as insinua√ß√Ķes enciumadas dos caldeus, nem as terr√≠veis amea√ßas do rei Nabucodonozor amedrontaram os tr√™s jovens. Possu√≠am o dom da f√©, pois RECEBERAM o milagre.

(2¬ļ) - Dn 6:16-23 - Al√©m do Dom da F√© (pois Daniel RECEBEU o milagre), notemos que aqui tamb√©m houve a atua√ß√£o do Dom de Discernimento de Esp√≠ritos (v. 22).

Comparemos as duas passagens bíblicas acima citadas com Hb 11:32-34.

(3¬ļ) - Jz 15:18-19 - Sans√£o tamb√©m RECEBEU o milagre. Por mais emaranhada que esteja nossa situa√ß√£o, o poder de Deus nos pode libertar. E isso n√£o √© tudo! No lugar onde alcan√ßarmos a vit√≥ria, brotar√° aquela fonte de √°gua que √© alimentada do trono de Deus e a alma exaurida pelo esfor√ßo, beber√° e se reanimar√°. Senhor, d√°-nos o Dom da F√© e leva-nos a beber desta fonte!

(4¬ļ) - At 12:1-12 - Reparemos que, al√©m do Dom da F√© (pois Pedro RECEBEU o milagre), houve tamb√©m o Dom de Discernimento de Esp√≠ritos (vs. 9-11). A situa√ß√£o parecia imposs√≠vel. Tiago fora morto. Herodes mantinha Pedro na pris√£o, vigiado por dezesseis (quatro quaternos) soldados. Mesmo sabendo que naquela noite iria morrer, Pedro dormia tranquilamente (v.6). Ou seja, tinha certeza de que Deus daria livramento. Um grupo em ora√ß√£o √© mais forte do que as mais fortes precau√ß√Ķes do poder humano.

(5¬ļ) - At 27:21-26 - Vemos em opera√ß√£o o Dom da F√©, pois Paulo tinha certeza da vit√≥ria em meio a um temporal, ou seja, ele RECEBEU o milagre. Reparemos, tamb√©m, que houve manifesta√ß√Ķes do Dom da Palavra da Sabedoria (vs. 22, 24, 26 - fatos que iriam acontecer) e o Dom de Discernimento de Esp√≠ritos (v. 23).

(6¬ļ) - At 28:1-6 - Vemos aqui o Dom da F√©, pois Paulo tinha certeza da vit√≥ria, depois de mordido por uma v√≠bora. Ele RECEBEU o milagre.

(7¬ļ) - I Rs 17:2-6 - Elias RECEBEU o milagre, possuindo tamanha f√© para o seu sustento sobrenatural. Deus cuidou da subsist√™ncia de Elias, responsabilizando-se pelos suprimentos necess√°rios.

(8¬ļ) - Gn 15:1-6; 17:15-22; 18:9-16; 21:1-8 - Nasceria um filho de um casal em que o homem tem 100 anos e a mulher 90 anos? Abra√£o creu e assim foi. Ele RECEBEU o milagre.

Gn 22:1-19 - Poderia alguém matar um filho e depois voltar para casa com este filho vivo? Abraão creu e assim foi. Ele RECEBEU o milagre.

III - O DOM DE OPERAÇÃO DE MILAGRES:

(A) - Também é denominado de DOM DE OPERAÇÃO DE MARAVILHAS, DOM DE OPERAÇÃO MILAGROSAS ou DOM DE PODERES MILAGROSOS.

(B) - √Č um dom do Esp√≠rito Santo, dado ao servo de Deus para que este possa OPERAR ou REALIZAR MILAGRES.

(C) -¬†√Č uma interven√ß√£o sobrenatural no curso usual da natureza; uma suspens√£o tempor√°ria da ordem costumeira, mediante o¬†poder doEsp√≠rito de Deus.

Vamos aos exemplos bíblicos para uma melhor compreensão:

(1¬ļ) - Js 10:12-14 - Josu√© OPEROU um milagre na natureza. Deus faz grandes milagres que os homens da ci√™ncia mal compreendem (Lc 1:37). A palavra hebraica DAMAM n√£o significa s√≥ DET√ČM-TE, mas tamb√©m SILENCIA-TE, ACABA, P√ĀRA. Josu√© orou pedindo um milagre e Deus atendeu a sua ora√ß√£o. O crente n√£o deve hesitar em orar para que o Senhor opere maravilhas em seu favor. O povo de Deus vive num mundo hostil e maligno, enfrentando grandes desafios e dificuldades. √Äs vezes, h√° necessidade do Dom de Opera√ß√£o de Milagres para o cumprimento do plano e prop√≥sito de Deus na vida do crente.

(2¬ļ) -¬†II Rs 20:8-11¬†- Isa√≠as OPEROU um milagre na natureza. N√£o sabemos exatamente como a sombra recuou dez graus no rel√≥gio do sol. O que est√° claro √© que assim aconteceu, mediante o grande poder de Deus.

Vejamos outros demais exemplos, devendo sempre ser observado que os servos do Senhor OPERAVAM ou REALIZAVAM O MILAGRE, o que caracteriza a atuação do Dom de OPERAÇÃO de Milagres:

Sansão - Jz 14:5-6;  15:14-15;  16:25-30;

Elias - I Rs 17:12-16; 18:41-46; II Rs 2:6-8;

Eliseu - II Rs 2:12-15; 3:14-20; 4:1-7;

Moisés - Ex 7:10, 20-21; 8:5-6, 16-17, 20-24; 9:8-10, 22-26; 10:12-15; 22-23; 14:13-14, 21-22; 17:1-7;

Jesus - Jo 2:1-11; 6:5-14; 9:6-7.

IV - DONS DE CURAS:

(A) -¬†No grego original, cada vez que esse dom de poder √© mencionado, tanto a express√£o “DONS” quanto a express√£o “CURAS” ficam no plural: DONS DE CURAS. N√£o existe, portanto, “o dom da cura”; “dons de cura”; “dom de curar”; etc.

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Dons de Poder - Pr. Elinaldo Renovato de Lima

Dicas da CPAD para que o professor possa dar uma boa aula.
O pastor Elinaldo Renovato ajuda você na preparação da sua aula de Escola Dominical falando sobre o tema da lição 4 - Dons de Poder.

Lição 4 - 2T/2014

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TV EBD - Dons de Poder - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 4 - Dons de Poder. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 4 - 2T/2014

2ª Parte - Lição 4 - 1T/2014

3ª Parte - Lição 4 - 2T/2014

4ª Parte - Lição 4 - 2T/2014

5ª Parte - Lição 4 - 2T/2014

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Question√°rio - Dons de Poder - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 4 - Dons de poder

Responda conforme a revista da CPAD do 2¬ļ Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos

Tema: Dons Espirituais e Ministeriais - Servindo a DEUS e aos homens com poder extraordin√°rio

Complete os espa√ßos vazios e marque com “V “as respostas verdadeiras e com “F “as falsas

 

TEXTO √ĀUREO

1- Complete:

“A minha palavra e a minha prega√ß√£o n√£o consistiram em palavras persuasivas de __________________________ humana, mas em demonstra√ß√£o do ESP√ćRITO e de ___________________________, para que a vossa f√© n√£o se apoiasse em ___________________________ dos homens, mas no ___________________________ de DEUS” (1 Co 2.4,5).

 

VERDADE PRATICA

2- Complete:

Os dons de poder s√£o __________________________ especiais em situa√ß√Ķes que demandam a a√ß√£o __________________________ do ESP√ćRITO SANTO na __________________________ do crente.

 

I - O DOM DA F√Č (1 Co 12.9)

3- O que significa fé?

(¬†¬†¬† ) Na ep√≠stola aos Hebreus lemos que “a f√© √© o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se n√£o veem” .

(¬†¬†¬† ) Na ep√≠stola aos Hebreus lemos que “a f√© √© o firme fundamento das coisas passadas e a prova das coisas que vir√£o” .

(    ) Essa é a definição bíblica sobre a fé, pois mostra a total confiança e dependência em DEUS.

(¬†¬†¬† ) Aprendemos com o texto do cap√≠tulo 11 de Hebreus, conhecido como a “galeria dos her√≥is da f√©”, que DEUS √© poderoso para fazer todas as coisas, sendo a nossa f√© em DEUS, fundamental para as opera√ß√Ķes divinas entre os homens.

 

4- O que é a fé como dom, segundo nossa revista da CPAD?

(¬†¬†¬† ) √Č mesma f√© que recebemos por ocasi√£o da nossa convers√£o: a f√© salv√≠fica, que √© dom de DEUS.

(¬†¬†¬† ) √Č distinta daquela que recebemos por ocasi√£o da nossa convers√£o: a f√© salv√≠fica.

(¬†¬†¬† ) Se distingue da f√© evidenciada como fruto do ESP√ćRITO.

(¬†¬†¬† ) O dom da f√© √© a capacidade que o ESP√ćRITO SANTO concede ao crente para este realizar coisas que transcendem √† esfera natural da vida, objetivando sempre a edifica√ß√£o da igreja.

(¬†¬†¬† ) De acordo com o te√≥logo Stanley Horton, esse dom “√© uma f√© milagrosa para uma situa√ß√£o ou oportunidade especial”.

 

5- Dê Exemplo Bíblico do dom da fé, segundo nossa revista da CPAD: Complete:

Quando guiou o povo de Israel na sa√≠da do Egito e se aproximou do Mar ___________________________, j√° na imin√™ncia de ser destru√≠do por __________________________, Mois√©s disse: “N√£o temais; estai quietos e vede o livramento do Senhor, que hoje vos far√°; porque aos eg√≠pcios, que hoje vistes, nunca mais vereis para sempre. O Senhor pelejar√° por v√≥s, e vos calareis” . Mois√©s “__________________________” pela f√© o livramento do Senhor ___________________________ de o fato acontecer. Esta √© uma boa amostra b√≠blica do exerc√≠cio do dom da f√©.

 

II - DONS DE CURAR (1 Co 12-9)

6- O que s√£o os dons de curar, segundo nossa revista da CPAD?

(    ) São recursos de caráter sobrenatural para atuarem na cura de qualquer tipo de enfermidade.

(    ) São recursos de caráter humano para atuarem na cura de alguns tipos de enfermidade.

(¬†¬†¬† ) Por isso a express√£o est√° no plural. DEUS √© quem cura! Ele concede os “dons” segundo o conselho da sua vontade, sabedoria e no momento certo.

(¬†¬†¬† ) ¬†No Antigo Testamento, o Todo-Poderoso se manifestou ao povo de Israel como “Jeov√° Raf√°” - O Senhor que sara.

(    ) A concessão desses dons à Igreja deve-se à necessidade de o Evangelho ser anunciado como uma mensagem poderosa ao não crente, que outrora não tinha fé, mas que agora passou a crer no Evangelho, arrependendo-se dos seus pecados.

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