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Por que Israel teve de manter a aliança com os gibeonitas, mesmo depois de descobrir que eles obtiveram o acordo por meio de fraude (Js 9)?

Josué 9 conta de novo o engano e a mentira praticados pelos delegados gibeonitas (v.4,5), quando chegaram ao acampamento de Israel a fim de celebrar uma aliança de paz. Mentiram, dizendo que chegavam “de uma terra muito distante” (v.9), por causa de sua admiração pelo Deus de Israel, que de modo tão maravilhoso concedera prosperidade ao seu povo. Alegaram ter vindo de tão longe que o pão que traziam ficara envelhecido e duro, na jornada até Gilgal. Na verdade, Gibeom ficava a menos de um dia de distância. Sem a menor dúvida, os gibeonitas eram culpados; haviam enganado Israel, induzindo o povo de Deus a uma aliança mediante artifícios enganosos. Em condições normais, portanto, os hebreus não seriam obrigados a manter aquele acordo. Qualquer tribunal tê-los-ia absolvido e livrado das promessas, à vista do engano proposital praticado pelos cananeus.

No entanto, não se tratava de um compromisso comum, um contrato ordinário, pois fora selado solenemente em nome de Iavé, o Senhor Deus. Visto que Israel não havia primeiramente consultado o Todo-Poderoso a respeito do assunto antes de celebrar o acordo com os pagãos cananeus, foi obrigado a cumprir as promessas e juramentos feitos em nome de Iavé (v. 15). Os israelitas preferiram confiar em seu próprio julgamento, na evidência do pão seco e embolorado. Deixaram de dirigir-se a Deus em oração a respeito da proposta gibeonita (v. 14). Por isso, ficaram presos a seu juramento, até mesmo quanto ao futuro incerto. Quando Israel mais tarde deixou de acatar essa aliança, feita com juramento, tal fato constituiu grave ofensa contra o Senhor. Ele castigou o povo com severidade depois que Saul sentenciou alguns gibeonitas à morte (2Sm 21.1-14).

Extraído do livro Enciclopédia de Temas Bíblicos

Publicado no site da ADIBERJ

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Os Gibeonitas

INTRODUÇÃO

Esta lição nos alerta quanto ao cuidado que devemos ter nas nossas relações com aqueles que não servem a Deus. O mundo vive de maneira enganosa e o cristão não deve firmar sociedade com as trevas. Devemos levar a Deus todas as nossas questões e dúvidas, antes de tomar qualquer decisão, sabendo que o erro deixa marcas, algumas vezes indeléveis.

I - A MANEIRA COMO JOSUÉ FOI ABORDADO SERVE DE ALERTA PARA NÓS

Os fatos bíblicos estão escritos para “aviso nosso” (1 Co. 10.11). Não podemos ignorá-los, se queremos manter a nossa comunhão com o Senhor e não nos embaraçar, assumindo compromissos com os seus inimigos ou com negócios que sabemos ser reprovável por Ele, e vigiar quanto à sua astúcia pois não sabemos como vai agir. Os gibeonitas agiram da seguinte forma:

1. Usaram de astúcia

Astúcia foi a arma usada pelo diabo no Jardim do Éden para seduzir o homem, levando-o a pecar contra Deus. Esta arma continua sendo usada pelas pessoas que não temem a Deus. Os gibeonitas, à exemplo do que temos dito, não temiam a Deus, apesar de reconhecer o seu poder. O que tinham era muito medo de serem destruídos pelos israelitas, pois sabiam que era povo de propriedade de Deus, com ordem específica para destruir os moradores de Canaã (v. 24), por isso laboraram astuciosamente.

2. Agiram com fingimento

Fingimento é uma forma de enganar. Quando deixamos transparecer uma imagem falsa daquilo que somos na realidade, como por exemplo Ananias e Safira (At. 5), estamos fingindo. Os gibeonitas fingiram ser embaixadores que vieram de terras muito distantes (v. 4,5; 11-13) Muitos cristãos sofrem constantes derrotas por ignorarem que o mundo é fingido. Dão uma outra imagem ao pecado em todas as suas formas. Cuidado com este mundo enganador (2 Tm. 3.13). Clique aqui para ler o texto completo »

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O que acontece quando o povo de Deus não o consulta?

Texto: Josué 9

Este texto narra o encontro dos heveus gibeonitas com os israelitas.  O povo de Josué foi envolvido por uma ardilosa artimanha dos gibeonitas e, face a ingenuidade, fizeram aliança com aquele povo cananeu.  Sobre Gibeão, a cidade destes que enganaram os israelitas, há uma referência em Js 10:2, descrevendo-a como uma das grandes cidades de Canaã.

Nos versos 4 e 5, a Bíblia narra que os gibeonitas usaram de astúcia: se fingiram de embaixadores, tomaram sacos velhos sobre seus jumentos, odres de vinho velhos, rotos e recosidos, trajaram roupas velhas e portaram pão seco e bolorento.  Todos os cuidados visaram convencer os israelitas de que eram embaixadores de uma terra longínqua.  A finalidade era garantir a sobrevivência do seu povo frente aos devastadores israelitas que, com a força do Senhor, eram imbatíveis.

1o)  Cuidemo-nos dos bajuladores!

Foi com louvores e bajulações que os gibeonitas conseguiram ludibriar a Josué e seu povo.  No verso 9, temos: “teus servos vieram duma terra mui distante, por causa do nome do Senhor teu Deus, porquanto ouvimos a sua fama, e tudo o que fez no Egito…”.

Bem que a Palavra de Deus nos alerta: “O homem é provado pelos louvores que recebe” (Pv 27:21).

A estratégia dos gibeonitas é fartamente utilizada pelo inimigo do povo de Deus.  A soberba precede a ruína; o próprio Satanás experimentou isto!

O testemunho que o apóstolo Paulo nos deu em II Coríntios 12:9, podemos dizer, é uma vacina contra a ação dos bajuladores e da nociva soberba.  O apóstolo se disse vacinado pelo “espinho na carne” para não incorrer no erro de sentir-se forte sem Deus. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Perigo do Ardil Gibeonita - Pb. José Roberto A. Barbosa

Texto Áureo: I Ts. 5.6 - Leitura Bíblica em Classe: Js. 9.1-6; 15,16.
Objetivo: Mostrar que precisamos estar vigilantes para que não sejamos levados por aqueles que, com seus artifícios ardilosos, infiltram-se em nosso meio, visando impedir a concretização das promessas de Deus e para que façamos conchavos com o mundo.

INTRODUÇÃO
Na lição de hoje, estudaremos, a partir da infiltração gibeonita entre o povo de Israel, as conseqüências da falta de vigilância. A princípio, veremos que por causa daquele acordo, a autoridade do povo enfraqueceu. Em seguida, veremos as implicações imediatas da convivência com o engano, que solapa o caráter profético da igreja. Por fim, destacaremos alguns perigos diante dos quais a igreja atual está precisa estar alerta para não se deixar manipular.

1. A PROPOSTA ARDILOSA DOS GIBEONITAS
Os gibeonitas, temendo o poder do exército israelita, propuseram uma aliança amigável com o povo de Israel, a fim de preservar a vida. Eles ouviram falar das conquistas de Josué e imaginaram que, caso lutassem contra ele, seriam derrotados. Para evitar que isso acontecesse, se aproximaram de Israel para fazer um pacto, na verdade, tratava-se de uma manobra ardilosa, com o intuito de enganar o exército de Deus. Os gibeonitas, como os demais povos de Canaã, deveriam ser destruídos, conforme haviam recebido instrução divina (Dt. 7.1-6). Mesmo assim, Israel fez uma concessão, indo de encontra à Palavra de Deus, fizeram um acordo com os gibeonitas. Em Js. 9.4 e 5, está escrito que eles “tomaram sacos velhos sobre os seus jumentos e odres de vinho velhos, e rotos, e remendados; e nos pés sapatos velhos e remendados e vestes velhas sobre si; e todo o pão que traziam para o caminho era seco e bolorento”. Com essa falácia, queriam demonstrar que faziam parte de um povo distante, carente e desprovido de força. Na verdade, estavam ocultando sua verdadeira identidade a fim de tirar proveito do povo de Deus. Clique aqui para ler o texto completo »

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