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O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - Pr. Adilson Guilhermel

Texto Áureo: 1 Coríntios 12.28 E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente, apóstolos, em segundo lugar, profetas, em terceiro, doutores, depois, milagres, depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas”
Leitura Bíblica em Classe: Efésios 4.11-14; 1 Coríntios 14.3

A PROFECIA E SUAS GENERALIDADES

1. O MINISTÉRIO PROFÉTICO E OS SEUS PRINCÍPIOS

  • É necessário que sejam homens chamados por Cristo - Efésios 4.11 E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores.
  • Sua composição visa doutrinar a maturidade na igreja – 2 Tímóteo 4.2 Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.
  • Com a ausência desse ministério o povo se corrompe – Provérbio 28.18 Não havendo profecia, o povo perece; porém o que guarda a lei, esse é bem-aventurado.

2. O MINISTÉRIO PROFÉTICO E O PROPÓSITO DIVINO

  • Sua finalidade é o aperfeiçoamento dos santos - Efésios 4.12a.. querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo.
  • Sua finalidade é o desenvolvimento dos santos - Efésios 4.13 até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo.
  • Sua finalidade é levar conhecimento aos santos - Efésios 4.14 para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que, com astúcia, enganam fraudulosamente.

3. O MINISTÉRIO PROFÉTICO E A SUA IMPORTÂNCIA

  • A profecia é um meio de elevar o caráter cristão – 1 Coríntios 14.3a.. Mas o que profetiza fala aos homens para edificação.
  • A profecia é um meio de fortalecer o cristão – 1 Coríntios 14.3b…exortação - I Tessalonicenses 3.2 E enviamos Timóteo, nosso irmão, e ministro de Deus, e nosso cooperador no evangelho de Cristo, para vos confortar e vos exortar acerca da vossa fé.
  • A profecia é um meio de consolo nas aflições – 1 Coríntios 14.3c…consolação - Efésios 6.10 No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder.

Obs: O esboço é elaborado exclusivamente pelo texto bíblico da lição.

Pastor Adilson Guilhermel

Publicado no blog Esboços da EBD

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O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - Francisco A. Barbosa

TEXTO ÁUREO

“E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente, apóstolos, em segundo lugar, profetas, em terceiro, doutores, depois, milagres, depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas” (1 Co 12.28).- Paulo apresenta aqui uma lista parcial dos dons de ministério (Rm 12.6-8 e Ef 4.11-13). Paulo alista os dons da graça (gr. charismata), como são chamados. Um dom espiritual pode constituir-se de uma disposição interior, bem como de uma capacitação ou aptidão (Fp 2.13) concedida pelo Espírito Santo ao indivíduo, na congregação, para edificação do povo de Deus e para expressar o seu amor a outras pessoas (1Co 12.1; 14.12,26; 1 Pe 4.10). A lista que Paulo dá, aqui, dos dons da graça divina deve ser considerada um exemplário e não a totalidade deles (1 Co 12-). Dom de Profecia (12.10): É preciso distinguir a profecia aqui mencionada, como manifestação momentânea do Espírito da profecia como dom ministerial na igreja, mencionado em Ef 4.11. Como dom de ministério, a profecia é concedida a apenas alguns crentes, os quais servem na igreja como ministros profetas. Como manifestação do Espírito, a profecia está potencialmente disponível a todo cristão cheio dEle (At 2.16-18). Quanto à profecia, como manifestação do Espírito, observe o seguinte: (a) Trata-se de um dom que capacita o crente a transmitir uma palavra ou revelação diretamente de Deus, sob o impulso do Espírito Santo (14.24,25, 29-31). Aqui, não se trata da entrega de sermão previamente preparado. (b) Tanto no AT, como no NT, profetizar não é primariamente predizer o futuro, mas proclamar a vontade de Deus e exortar e levar o seu povo à retidão, à fidelidade e à paciência (14.3). (c) A mensagem profética pode desmascarar a condição do coração de uma pessoa (14.25), ou prover edificação, exortação, consolo, advertência e julgamento (14.3, 25,26, 31). (d) A igreja não deve ter como infalível toda profecia deste tipo, porque muitos falsos profetas estarão na igreja (1Jo 4.1). Daí, toda profecia deve ser julgada quanto à sua autenticidade e conteúdo (14.29, 32; 1Ts 5.20,21). Ela deverá enquadrar-se na Palavra de Deus (1Jo 4.1), contribuir para a santidade de vida dos ouvintes e ser transmitida por alguém que de fato vive submisso e obediente a Cristo (12.3). (e) O dom de profecia manifesta-se segundo a vontade de Deus e não a do homem. Não há no NT um só texto mostrando que a igreja de então buscava revelação ou orientação através dos profetas. A mensagem profética ocorria na igreja somente quando Deus tomava o profeta para isso (12.11).(Bíblia de Estudo Pentecostal, nota ao texto de Rm 12.6, 1Co 12.28 e Estudo DONS ESPIRITUAIS PARA O CRENTE).

VERDADE PRÁTICA

Os dons espirituais e ministeriais são distintos, no entanto, ambos provêm de Deus e são indispensáveis à Igreja de Cristo.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Efésios 4.11-14; 1 Coríntios 14.3

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

- Estabelecer a diferença entre os dons ministeriais de apóstolos, evangelistas, pastores e doutores;

- Explicar as semelhanças e diferenças entre o profeta do Novo e do Antigo Testamentos, e

- Definir o dom de profecia.

PALAVRA-CHAVE

DOM: - [do latim domus], dádiva, presente de Deus.

COMENTÁRIO

(I. INTRODUÇÃO)

É importante que compreendamos e saibamos estabelecer as diferenças entre dons espirituais e ministeriais. Embora haja variedade de dons espirituais, todos vêm do Espírito Santo e devem ser usados para a edificação do corpo de Cristo. Os dons não podem, em hipótese alguma, ser utilizados para manipular as pessoas ou trazer divisão à igreja. Precisamos usá-los com sabedoria, amor e para a glória de Deus. No AT podemos ver Deus falando com o seu povo através dos profetas. E Ele continua a falar e a revelar a sua vontade mediante a profecia. Vivemos tempos trabalhosos e muitos já não crêem na ação e na existência dos autênticos profetas. Todavia, a Igreja do Senhor não pode desprezar as profecias (1 Ts 5.19-21), pois este dom foi concedido para a edificação, exortação e consolo da Igreja. O povo de Deus precisa ter discernimento para reconhecer os verdadeiros profetas. Esse discernimento é fruto do conhecimento bíblico e, dificilmente uma igreja, ou um cristão, que prioriza o estudo das Sagradas Escrituras será enganado ou confundido. Tais manifestações devem passar pelo crivo das Escrituras Sagradas para que cumpram a sua finalidade: exortar, edificar e consolar (1 Co 14.3). Vamos considerar os dois tipos de dons de profecia: aquele que pode ser concedido pelo Espírito a qualquer crente (1 Co 12.10), e o outro destinado a crentes com chamada específica para esse ministério (1 Co 12.28). Boa aula! Clique aqui para ler o texto completo »

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O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - Luciano de Paula Lourenço

Texto Base: Efésios 4.11-14; 1 Coríntios 14.3

“E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente, apóstolos, em segundo lugar, profetas, em terceiro, doutores, depois, milagres, depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas” (1 Co 12.28).

INTRODUÇÃO
Existe uma razoável diferença entre o dom ministerial e o dom de profecia. Em que pese ambos serem enviados por Deus e de estrema utilidade para a igreja, o primeiro(o dom ministerial), tratado em 1Co 12:28 e Ef 4:11, é concedido a crentes com chamada específica, com finalidade de trazer maturidade espiritual ao povo de Deus e prepará-lo convenientemente para o exercício das tarefas cometidas pelo Senhor a cada um dos membros do “Corpo de Cristo”; ao passo que o segundo(o dom de profecia), tratado em 1Co 12:10, pode ser concedido a qualquer crente, de acordo com a vontade do Espírito Santo, com a finalidade de exortar, edificar e consolar o povo de Deus (1Co 14.3). O dom de profecia não pode ser considerado indicativo de santidade, pois o mesmo é concedido não por mérito, mas dado “a cada um para o que for útil”(1Co 12:7).
I. OS DONS MINISTERIAIS
Esses dons são enumerados em Efésios 4:11 e 1Coríntios 12:28, 29, a saber: apóstolos, profetas, evangelistas, pastores, doutores ou mestres. São os dons Ministeriais propriamente dito.
1. Distinção entre o colégio apostólico e o dom ministerial de apóstolo. É importante que façamos uma distinção entre os doze apóstolos de Cristo (Lc 6:12-16) e o apóstolo como dom ministerial(Ef 4:11; 1Co 12:28).
a) O colégio apostólico. Em sentido especial, os doze apóstolos constituíram o início do alicerce da Igreja (cf Ef 2:20; 3:5; Mt 16:18; Ap 21:14). Tinham autoridade ímpar na igreja, no tocante à revelação divina e à mensagem original do evangelho, como ninguém mais até hoje(Ef 3:5). Por essa razão, este ofício inicial de apóstolo do Novo Testamento é ímpar e não repetido. Como testemunhas e mensageiros diretos do Senhor ressurreto, com exceção de Judas Iscariotes, eles edificaram o alicerce da Igreja de Jesus Cristo, alicerce este que nunca poderá ser alterado, nem admitir acréscimo. Daí, aquele grupo de apóstolos não ter sucessores. São “apóstolos do Cordeiro” num sentido único (Ap 21:14; 1Ts 2:6; Jd 17).
Mas outros além dos doze foram chamados para ser apóstolos; o mais conhecido é Paulo (Rm 1:1), o último dos apóstolos (1Co 15:8) no sentido de receber um mandato especial através de um encontro com o Senhor ressurreto para integrar a formação do testemunho inicial e fundamental de Jesus Cristo (cf At 9:3-8; 22:6-11; 26:12-18). Barnabé (At 14:14); Tiago, o irmão de Jesus(Gl 1:19); Silas e Timóteo(1Ts 1:1;2:6) também são chamados de apóstolos. Juntamente com os profetas do Novo Testamento, esses apóstolos lançaram, com seus ensinamentos acerca do Senhor Jesus Cristo, os alicerces doutrinários da Igreja (Ef 2:20).
OBSERVAÇÃO: “A Igreja somente poderá ser genuína se for alicerçada na revelação infalível, inspirada por Cristo, aos primeiros apóstolos(ver Ef 2:20).
(1) Os apóstolos do Novo Testamento foram os mensageiros originais, testemunhas e representantes autorizados do Senhor crucificado e ressurreto. Foram as pedras fundamentais da Igreja, e sua mensagem encontra-se nos escritos do Novo Testamento, como o testemunho original e fundamental do evangelho de Cristo, válido para todas as épocas.
(2) Todos os crentes e igrejas locais dependem das palavras, da mensagem e da fé dos primeiros apóstolos, conforme estão registradas historicamente em Atos e nos seus escritos. A autoridade deles é conservada no Novo Testamento. As gerações posteriores da Igreja têm o dever de obedecer à revelação apostólica e dar testemunho da sua verdade. O evangelho concedido aos apóstolos do Novo Testamento, mediante o Espírito Santo, é a fonte permanente de vida, verdade e orientação à igreja. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - Ev. José Costa Junior

CONSIDERAÇÕES INICIAIS

O assunto desta lição diz respeito à profecia no contexto neotestamentário. A profecia e os profetas formam a maior linhagem de continuidade entre o Antigo e o Novo Testamento. A linguagem profética não terminou com Malaquias, digamos assim, mas antes, com João Batista. Esse é o ensino expresso de nosso SENHOR: “Porque todos os profetas e a lei profetizaram até João” (Mt 11:13). A costumeira divisão em dois ‘Testamentos’, obscurece, infelizmente, essa maravilhosa unidade do programa revelatório de DEUS, porém a linhagem tem continuação desde Moisés até João Batista. Vemos em João, como de fato em seu pai, Zacarias (Lc 1:67-79), a repetição do padrão da profecia do Antigo Testamento: a unidade da proclamação com a predição. Foi a predição da ira vindoura (Lc 3:7) e da graça por vir (Lc 3:16) que deu a João tão poderosa mensagem para sua geração.

A continuidade da profecia na história da igreja, por meio do dom sobrenatural do ESPÍRITO SANTO, recebeu contestações, durante séculos, de grupos cessacionistas que diziam que tais dons foram dados somente durante a era apostólica, como “sinais” para credenciar os apóstolos durante o estágio inicial da pregação do evangelho. Afirmavam que esse dom não é mais necessário hoje como sinais e cessaram no final da era apostólica, provavelmente no final do primeiro século d.C. ou começo do segundo.

A Assembléia de Deus, desde sua criação, vem levantando a bandeira do pentecostalismo; a atualidade dos dons espirituais. As experiências práticas no uso dos dons espirituais e a vitalidade do culto pentecostal, esvaziaram, pela constatação prática da atuação DIVINA nas vidas de seus membros, os argumentos cessacionistas. O cenário do final do século passado e início deste século mudou. As igrejas neopentecostais e suas práticas heterodoxas, o catolicismo carismático-mariólatra e as chamadas “novidades”(unções espirituais, sopros divinos etc…) trouxeram o pêndulo da doutrina dos dons espirituais de uma extremidade cessacionista a outra: dos exageros que tangenciam à heresias.

Novamente se faz necessário levantar a bandeira do pentecostalismo, agora trazendo aos crentes uma visão mais analítica e equilibrada dos dons do ESPÍRITO SANTO, em particular, o dom de profecia.

Acreditamos nas Escrituras Sagradas como fonte completa e suficiente das palavras de DEUS para o seu povo e único instrumento em autoridade na tarefa de dar direção acerca da SUA vontade. Não obstante a isso, o dom de profecia não é invalidado, mas sim, se mostra cooperativo com essas assertivas.

O objetivo deste estudo é trazer algumas informações, colhidas dentro da literatura evangélica, com a finalidade de ampliar a visão do que o comentarista desta lição chama de apóstolos e profetas como dom ministerial e o dom de profecia. Não há nenhuma pretensão de esgotar o assunto ou de dogmatizá-lo, mas apenas trazer ao professor da EBD alguns elementos e ferramentas que poderão enriquecer sua aula.

I. O DOM MINISTERIAL DE APÓSTOLO E O COLÉGIO APOSTÓLICO

A palavra apóstolo (no grego - apostolos) pode ser usada em dois sentidos: solene (restrito), no sentido de ser portador de autoridade divina (“apóstolo de JESUS CRISTO”) e não-técnico (amplo) no sentido de “enviados”.

A palavra apóstolo, no sentido restrito, refere-se a um ofício específico, “apóstolos de JESUS CRISTO”. Esses apóstolos tinham autoridade única para fundar e liderar a igreja primitiva e podiam falar e escrever a Palavra de Deus. Muitas de suas palavras escritas tornaram-se as Escrituras do Novo Testamento.

Para se qualificar como apóstolo era preciso ter visto com os próprios olhos o CRISTO ressurreto e ter sido designado apóstolo pelo próprio CRISTO. Além do Colégio Apostólico (os onze e Matias) houve um número limitado de apóstolos. Barnabé (At 14:4,14) e Paulo (I Co 1:1), muito provavelmente Tiago irmão de JESUS (Gl 1:19), talvez Silas (I Ts 2:7), Andrônico e Júnias (Rm 16:7) mais alguns outros não nominados pelas Escrituras Sagradas. Parece que nenhum apóstolo foi designado depois de Paulo. Em I Co 15:5-11 Paulo fala: “[CRISTO] apareceu a Cefas, depois aos Doze. A seguir a mais de quinhentos irmãos de uma só vez… A seguir…a Tiago, depois a todos os apóstolos. Em último lugar também me apareceu a mim”. Estas passagens parecem demarcar um período de aparições da ressurreição que se inicia com Cefas e termina com Paulo.

Paulo não diz: “Depois, ELE apareceu a mim”, mas sim: “Em último lugar também me apareceu a mim”, o que sugere um caráter final das aparições. Paulo continua a dizer: “Pois eu sou o menor dos apóstolos….Mas o que sou [apóstolo], devo-o à graça de DEUS”. Ele se diz “o menor dos apóstolos”, pois é, na realidade, o “último” apóstolo a quem o SENHOR “apareceu”.

Parece que nenhum apóstolo foi designado depois de Paulo e, certamente, já que ninguém hoje pode preencher o requisito de ter visto o CRISTO ressurreto com os próprios olhos, não há apóstolo hoje, pelo menos em seu sentido restrito. Em lugar de apóstolos vivos, presentes na igreja para ensinar-lhe e governá-la, temos os escritos dos apóstolos nos livros do Novo Testamento, o qual desempenha para a igreja de hoje as funções de ensino absolutamente autorizado e de governo desempenhadas pelos próprios apóstolos na época do início da igreja. Clique aqui para ler o texto completo »

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Questionário - O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - Ev. Luiz Henrique

QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 11 – O DOM MINISTERIAL DE PROFETA E O DOM DE PROFECIA
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 2º TRIMESTRE DE 2010
Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas corretas e com “F” as falsas.

TEXTO ÁUREO
1- Complete:
“E a uns pôs Deus na _________________________, primeiramente, ________________________, em segundo lugar, ________________________, em terceiro, doutores, depois, milagres, depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas” (1 Co 12.28).

VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
Os dons __________________________ e __________________________ são ___________________________, no entanto, ambos provêm de Deus e são ____________________________ à Igreja de Cristo.

INTRODUÇÃO
3- Quais os dois tipos de Profecia comentados por Paulo em 1Coríntios?
( ) O dom de profecia que pode ser concedido pelo Espírito a qualquer crente - Dom do ESPÍRITO SANTO - Espiritual.
( ) O dom ministerial destinado a crentes com chamada específica para esse ministério - Dom de CRISTO - Ministerial.
( ) O dom de profetizar que pode ser concedido pelo Espírito somente aos pastores.- Dom do ESPÍRITO SANTO - Ministerial.

I. OS DONS MINISTERIAIS
4- De acordo com a distinção entre o colégio apostólico e o dom ministerial de apóstolo, como eram os 12 apóstolos de Cristo?
( ) Eram os apóstolos do Cordeiro.
( ) Estes formavam um grupo distinto na Igreja Primitiva.
( ) Receberam revelações especiais de Deus.
( ) Todos eles se destacaram na possessão de dons espirituais e ministeriais.
( ) Foram os responsáveis pelo alicerce doutrinário da Igreja.

5- De acordo com a distinção entre o colégio apostólico e o dom ministerial de apóstolo, como são os apóstolos, como dom ministerial?
( ) Esses apóstolos são dados por CRISTO à igreja, por intermédio do dom ministerial.
( ) Têem a função de “embaixador”.
( ) São homens e mulheres que se destacam na obra de DEUS.
( ) São “enviados”.
( ) São estes igualmente imprescindíveis à obra de Deus.

6- Como é o dom ministerial de apóstolo?
( ) É um dom conferido por DEUS a todos os pastores.
( ) Quando o Senhor Jesus Cristo proferiu uma de suas mais célebres afirmações “[…] edificarei a minha igreja” (Mt 16.18), não revelou como a edificaria.
( ) Em 1 Coríntios 3.10-14, Paulo menciona que, como sábio arquiteto, pôs o “fundamento, e outro edifica”.
( ) O apóstolo dos gentios referia-se ao trabalho seqüencial de edificação da igreja de Corinto que, na realidade, era fruto de seu labor missionário e da assistência pastoral dos líderes que passaram a atender àquele rebanho.
( ) A edificação da Igreja se dá através de homens a quem o Senhor Jesus qualificou para isso (1 Co 3.6-8). Clique aqui para ler o texto completo »

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O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - Ev. Luiz Henrique

Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

TEXTO ÁUREO - “E a uns pôs DEUS na igreja, primeiramente, apóstolos, em segundo lugar, profetas, em terceiro, doutores, depois, milagres, depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas” (1 Co 12.28).

VERDADE PRÁTICA

Os dons espirituais e ministeriais são distintos, no entanto, ambos provêm de DEUS e são indispensáveis à Igreja de CRISTO.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - At 13.1 Os profetas na liderança da igreja

Terça - At 15.32 Silas é chamado de profeta

Quarta - 1 Co 14.29 Os profetas no culto cristão

Quinta -1 Co 14.32 Os profetas e seu autocontrole

Sexta - 1 Co 12.8-10 O dom de profecia entre os demais dons espirituais

Sábado -  Rm 12.6 O uso do dom de profecia

Clique aqui para ler o texto completo »

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O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, para esta lição apresento as seguintes orientações:

- Cumprimentem os alunos e perguntem como passaram a semana.

- Apresentem o tema da lição, de forma objetiva.

- Dividam a turma em 4 grupos.

Se não houver condições de organizar cadeiras em círculo, reúnam os alunos por proximidade, sem mexer nos bancos da igreja. Eu faço isto e dá certo.

- Entreguem para cada grupo as questões abaixo, para que os alunos façam uma pesquisa na lição bíblica, durante 15 minutos no máximo.

Grupo 01:

Fazer distinção entre o colégio apostólico e o dom ministerial de apóstolo(item I da lição).

Identificar o objetivo dos dons ministeriais(item I da lição).

Grupo 02:

Caracterizar o dom ministerial de Apóstolo, Evangelista, Pastor e Doutor(item I da lição).

Grupo 03:

Fazer a diferença entre apóstolo-profeta e profeta(item II da lição).

Apresentar as principais funções do profeta (item II da lição).

Grupo 04:

Definir o dom de profecia e apontar suas características (item III da lição).

- Durante o tempo dessa atividade, passem em cada grupo para saber se há dúvidas, dificuldades e oriente-os.

- Cada grupo deverá apresentar sua pesquisa para os colegas, no máximo em 5 minutos.

- Permaneçam diante da classe, ao lado de cada grupo.

- Observem a apresentação de cada grupo. Acrescentem e/ou corrijam as informações.

- Orientem os alunos para que apresentem as respostas com objetividade.

- Para finalizar a aula, utilizem o texto “A Navalha”, contextualizando-o com o tema da lição.

Publicado no blog Atitude de Aprendiz

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O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - Pr. Geraldo Carneiro Filho

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL DA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 11 - DATA: 12/09/2010
TÍTULO: “O DOM MINISTERIAL DE PROFETA E O DOM DE PROFECIA”
TEXTO ÁUREO – I Cor 12:28
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Ef 4:11-14; I Cor 14:3
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/


I – INTRODUÇAO:

• O ser profeta no N.T. é um dom ministerial. Portanto, distinto do dom de profecia, atualmente. Este dom ministerial foi dado à Igreja depois que Cristo “subiu às alturas”; como os demais dons espirituais, certamente se manifestou depois da descida do Espírito Santo no dia de Pentecoste. Desta forma, o profeta representava um dom ministerial de reconhecida autoridade perante a Igreja.

• Por exemplo: At 13:1-3 – Aqui temos uma reunião em que estava presente um grupo de profetas, por quem o Espírito Santo falou. Em seguida, o texto nos dá clara ideia da autoridade ministerial que tinham, uma vez que “… jejuando e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram”. Este acontecimento é semelhante ao ocorrido sob a presidência de Paulo e Barnabé em At 14:23. Isso nunca teria acontecido se não se tratasse de pessoas de reconhecida autoridade ministerial.

II – DISTINÇÃO DOS DONS MINISTERIAIS:

• Ef 4:11 – Na mente de Deus não há uma hierarquia ministerial seguindo uma ordem cronológica, pois não teria sentido então a unidade do corpo de Cristo. O destaque de uma função mais que outra não representa uma posição maior em ordem. Paulo fez questão de ensinar isso à Igreja de Corinto:

• “Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos. Se o pé disser: Porque não sou mão, não sou do corpo; não será por isso do corpo?… Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde estaria o olfato? Mas agora Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis” – I Cor 12:14-15, 17-18.

• A lição prática da unidade do Espírito quanto aos ministérios distribuídos, é que cada um deve assumir seu trabalho na Igreja, porque assim Deus o quer. Assim sendo, cada qual poderá dar o melhor de si para a unidade na obra do Senhor.

• Logo, esses dons são enumerados sem a preocupação de ordem ou grau. São dons concedidos àqueles que são “nomeados” ou “ordenados” para o ministério do corpo de Cristo (a Igreja), no mesmo nível de valor e propósito.

• (1) – APÓSTOLOS = MENSAGEIRO; ENVIADO; DELEGADO.

• Há uma forte corrente de interpretação que restringe esse ministério aos dias apostólicos, isto é, aos introdutores da Igreja Primitiva. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - Pr. Altair Germano

A Lição 11 nos oferece uma breve consideração acerca dos dons ministeriais em seu ponto I.

Selecionei algumas questões, que entendo ser interessantes para uma análise e discussão na sala de aula:

CONSIDERAÇÕES ACERCA DOS CHAMADOS DONS MINISTERIAIS

Apóstolos

“É importante que façamos uma distinção entre o apóstolo, como dom ministerial, e os doze apóstolos de Cristo - os apóstolos do Cordeiro (Ap 21.14). Estes formavam um grupo distinto na Igreja Primitiva (Lc 6.12-16) […]. Quanto aos apóstolos dados à igreja, por intermédio do dom ministerial e cuja função é de “embaixador” (cf. 2 Co 8.23) e “enviados” (cf. Fp 2.25), são estes igualmente imprescindíveis à obra de Deus.” (Comentário da Lição Bíblica)

A afirmativa acima se enquadra na discussão contemporânea sobre a atualidade do ministério de apóstolo. Fica evidenciado no texto que o comentarista da lição faz uma distinção entre os doze apóstolos de Cristo, como um grupo específico, dos demais apóstolos investidos do dom ministerial. Concordo com a distinção proposta, e sobre isto, faço a seguir algumas considerações.

Sobre esta questão, a Bíblia de Estudo Pentecostal (CPAD) diz:

“O título “apóstolos” se aplica a certo líderes cristãos no NT. O verbo apostello significa enviar alguém em missão especial como mensageiro e representante pessoal de quem o envia. O título é usado para Cristo (Hb 3.1), os doze discípulos escolhidos por Jesus (Mt 10.2), o apóstolo Paulo (Rm 1.1; 2 Co 1.1; Gl 1.1) e outros (At 14.4, 14; Rm 16.7; Gl 1.19; 2. 8,9; 1 Ts 2.6,7). […] Apóstolos, no sentido geral, continuam sendo essenciais para o propósito de Deus na igreja. […] O termo “apóstolo” também é usado no NT em sentido especial, em referência àqueles que viram Jesus após a sua ressurreição e que foram pessoalmente comissionados por Ele a pregar o evangelho e estabelecer a igreja (e.g., os doze discípulos e Paulo).”

Em termos gerais, o ministério apostólico se manifesta na atualidade através da atividade missionária.

Profetas

Sobre este ministério, já escrevemos na lição anterior (10) o artigo intitulado “O ministério profético no Novo Testamento“.

Evangelistas

Sobre o ministério de evangelista, recomendo a leitura do artigo que escrevi sobre o assunto, intitulado “O Ministério de Evangelista numa Perspectiva Bíblica, Exegética e Teológica

Pastores

Dentre as atividades pastorais estão o cuidado com a sã doutrina (Tt 1.9-11), o ensino e a direção da igreja local (1 Ts 5.12; 1 Tm 3.1-5), a postura exemplar (Tt 2.7-8).

Indico também a leitura do meu artigo “Presbíteros são Ministros da Palavra?

Doutores ou Mestres

A definição da BEP resume bem este importante ministério: “Os mestres são aqueles que têm de Deus um dom especial para esclarecer, expor e proclamar a Palavra de Deus, a fim de edificar o corpo de Cristo (Ef 4.12).” Clique aqui para ler o texto completo »

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O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - Pb. José Roberto A. Barbosa

Texto Áureo: I Co. 12.28 - Leitura Bíblica em Classe: I Co. 12.28

Pb. José Roberto A. Barbosa
www.subsidioebd.blogspot
www.twitter.com/JoseRoberto_AB

Objetivo: Destacar a relevância dos dons espirituais e ministeriais para a igreja de Cristo, especialmente os proféticos.

INTRODUÇÃO
Estudamos na última lição o ministério profético no Novo Testamento. Na aula de hoje, atentaremos para os dons ministeriais e espirituais. Em destaque, para o dom ministerial de profecia e o dom espiritual de profecia. Veremos que esses dons não podem ser comparados às profecias canônicas do Antigo Testamento e às apostólicas do Novo Testamento. Por outro lado, veremos que esses dons são imprescindíveis à edificação da igreja, o Corpo de Cristo.

1. OS DONS MINISTERIAIS E ESPIRITUAIS

Os dons ministeriais estão elencados em Ef. 4.11 e, conforme a terminologia própria especifica, diz respeito aos dons espirituais aos quais os ministros são dotados. O doador deles é Cristo, que os concede para a igreja, para preparar o povo de Deus para o serviço (Ef. 4.12), para o crescimento e desenvolvimento espirituais da igreja, segundo o desígnio de Deus (Ef. 4.13-16). Os dons ministeriais são concedidos não apenas aos ministros da igreja, mas a todos os crentes (I Co. 12.7). O doador é o Espírito Santo por meio desse o cristão recebe poder para servir na igreja. Existem várias listas de dons espirituais, a de I Co. 12.8-10 é apenas uma delas, e sendo esta a mais conhecida. Nessa passagem, entendemos que as manifestações do Espírito Santo ocorrem de acordo com Sua vontade (I Co. 12.11), em direção às necessidades da igreja (I Co.31; 14.1). Mas para tanto, compete ao crente buscar tais dons, visando à edificação do Corpo de Cristo, principalmente o de profetizar, haja vista sua funcionalidade eclesiástica (I Co. 12.31; 14.1). Nenhum dom é intrinsecamente maior do que outro, pois todos têm seu papel no Corpo. Quem tem os dons espirituais necessariamente não é espiritual, a igreja de Corinto é um exemplo concreto dessa realidade. Por isso, Paulo orienta os crentes a buscarem não apenas os dons, mas também o fruto do Espírito (I Co. 13; Gl. 5.22,23).

2. O DOM MINISTERIAL DE PROFECIA
O dom ministerial de profecia, de modo quase semelhante aos profetas do Antigo Testamento, visa à entrega de mensagens da parte de Deus ao povo (At. 2.7; 4.8; 21.4). Através do ministério profético o obreiro eclesiástico admoesta o povo a seguir o caminho revelado por Deus em Sua palavra. O exercício do ministério profético objetiva a proclamação e interpretação da Palavra de Deus, a fim de exortar, consolar e edificar o Corpo (At. 2.14-36; 3.12-26) e, em alguns casos, é possível que se revele o futuro (At. 11.28; 21.10,11). Por meio do ministério profético, a pessoa vocacionada por Deus desmascara o pecado, a injustiça e o mundanismo, e, por causa disso, como acontecia com os profetas do Antigo Testamento, poderá ser rejeitado, inclusive dentro das igrejas que acatam os padrões seculares (Lc. 1.14-17). Dentre as características dos servos de Deus que exercem o ministério profético, destacamos: zelo pela igreja (Jo. 17.15-17; I Co. 9.11; Gl. 5.22-25), sensibilidade espiritual (Rm. 12.9; Hb. 1.9), posição firme contra os falsos ensinamentos (Gl. 1.9; II Co. 11.12-15) e fundamentação na Palavra de Deus (Lc. 4.17-19; II Tm. 3.16; I Pe. 4.11). O ministério profético não está isento de erros, por isso, a igreja também deva estar atenta aos falsos mestres, que conduzem muitos ao engano (I Jo. 4.1). Clique aqui para ler o texto completo »

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