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O Ministério de Profeta - Luciano de Paula Lourenço

Texto Base:1Co 12:27-29; Ef 4:11-13
“E a uns p√īs Deus na igreja, primeiramente, ap√≥stolos, em segundo lugar, profetas, em terceiro, doutores, depois, milagres, depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de l√≠nguas”.

INTRODUÇÃO

Na Aula 05, quando discorremos sobre os Dons de Elocu√ß√£o, fizemos coment√°rios sobre o Dom Espiritual de Profecia (1Co 12:10). Nesta Aula, o foco √© o Dom Ministerial de Profeta (Ef 4:11). De in√≠cio, parece n√£o haver diferen√ßa entre um e outro, mas h√° alguns aspectos a considerar. Uma pessoa pode ter o dom espiritual de profecia sem ter o dom ministerial de profeta. No Novo Testamento, o minist√©rio de profeta foi institu√≠do por Cristo (Ef 4:7,11), para a Igreja, com o prop√≥sito de ser o porta-voz de Deus, n√£o mais para a revela√ß√£o do plano de Deus ao homem, mas para trazer mensagens divinas ao Seu povo no sentido de encorajar o povo a se manter fiel √† Palavra e para nos fazer lembrar as promessas contidas nas Escrituras. Neste Novo Pacto, a profecia precisa ser entendida dentro de um contexto espec√≠fico. Ela n√£o pode ser considerada superior √† revela√ß√£o escrita, ou seja, a pr√≥pria Escritura Sagrada. Nenhuma palavra “prof√©tica” pode ter o objetivo de substituir ou revogar a Revela√ß√£o Escrita, pois esta √© a suprema profecia.
I. O PROFETA DO ANTIGO TESTAMENTO
No Antigo Testamento, o of√≠cio prof√©tico era uma das peculiaridades que Deus destinou ao Seu povo, Israel. Nenhuma outra na√ß√£o teve este privil√©gio. Conforme √äxodo 19:5,6, Israel √© considerado propriedade peculiar de Deus entre as na√ß√Ķes da Terra. Assim, para que o povo n√£o se corrompesse (cf.¬†Pv 29:18), Deus sempre levantou no meio de Israel profetas, que eram seus porta-vozes, como havia sido prometido ainda no deserto atrav√©s de Mois√©s (Dt 18:20,21), ele pr√≥prio um profeta de Deus (Dt 34:10).
1. Conceito.¬†O voc√°bulo “profeta” √© a translitera√ß√£o do termo grego “proph√©t√™s”, que significa “aquele que prediz” ou “aquele que conta de antem√£o”, comum na descri√ß√£o dos profetas do Antigo Testamento. O Senhor Deus fazia dele o Seu porta-voz, um embaixador que representava os interesses do reino divino na Terra. “Quando Deus levantava um profeta, designava-o a falar para toda a na√ß√£o israelita, e at√© mesmo a povos ou na√ß√Ķes estranhas (Jr 1:5). Ao longo de toda a hist√≥ria veterotestament√°ria o Senhor levantou homens e mulheres para profetizarem em seu nome: Samuel, o √ļltimo dos ju√≠zes e o primeiro dos profetas para a na√ß√£o de Israel (1Sm 3.19,20), Elias e Eliseu (1Rs 18.18-46; 2Rs 2.1-25), a profetisa Hulda (2Rs 22.14-20) e muitos outros, como os profetas liter√°rios Isa√≠as, Jeremias e Daniel” (LBM).
O povo de Deus aprendeu¬†ouvir e crer nos profetas. O conselho era: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr 20:20). Este era o grande segredo: crer em Deus e nos seus profetas.¬†Estes se tornaram t√£o¬†importantes entre os judeus, que eram consultados pelo povo e pela classe dominante. Deus os considerava tanto que disse quen√£o faria coisas alguma sem antes revelar aos seus servos, os profetas¬†-¬†Certamente o Senhor Deus n√£o far√° coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas“(Am 3:7).
2. O Oficio.¬†O profeta era o “porta-voz”¬†de Deus (√äx 4:10-16; 7:1); era algu√©m que falava em nome do Senhor: “Ser√°s como a minha boca” (Jr 15:19).¬†A sua miss√£o principal era transmitir a mensagem divina atrav√©s do Esp√≠rito, para encorajar o povo de Deus a permanecer fiel, conforme os preceitos da antiga alian√ßa.
Atrav√©s da inspira√ß√£o divina¬†o profeta recebia uma revela√ß√£o que desvendava o oculto, anunciava ju√≠zos, emitia conselhos e advert√™ncias divinas.¬†√Äs vezes eles tamb√©m prediziam o futuro conforme o Esp√≠rito lhes revelava.¬†Express√Ķes como “veio a mim a palavra do Senhor” e“assim diz o Senhor” eram f√≥rmulas usuais para o profeta come√ßar a mensagem (Jr 1:4; Is 45:1). Nunca aparecia o “eu”: “eu profetizo“, n√£o!.
Também, eram educadores ungidos pelo Senhor para ensinar ao povo a viver em santidade, tornando-lhe conhecida sua revelação e desvendando-lhe as coisas futuras (Nm 12:6). Eles se utilizavam de métodos variados para ensinar (Oséias 12:10; Hb 1:1).
Tinham, ainda, como missão: lutar contra a idolatria, zelar pela pureza religiosa, justiça social e fidelidade a Deus. Suas mensagens deveriam ser recebidas integralmente por toda a nação como Palavra de Deus (2Cr 20:20). Não hesitavam em enfrentar reis desobedientes, governadores, sacerdotes ou qualquer tipo de liderança que não seguisse a Palavra de Deus (1Rs 18:18).
Com a divisão do reino de Israel em duas partes - Reino de Norte e reino Sul - a atuação dos profetas foi muito importante. Eles tentaram de todas as formas trazer novamente Israel à unidade, mas não conseguiram. Eles pagaram um alto preço pelo seu ofício: foram perseguidos com grande violência, pois suas profecias confrontavam diretamente a prepotência dos seus líderes, a dissimulação dos sacerdotes e a injustiça social (vide Jr 1:18,19; Is 58:1-12).
Tamb√©m,¬†os profetas do Antigo Testamento vaticinaram a vinda do Profeta por Excel√™ncia, Jesus Cristo, o Messias prometido. O ap√≥stolo Pedro assim se expressou: “Mas Deus assim cumpriu o que j√° dantes pela boca de todos os seus profetas havia anunciado: que o Cristo havia de padecer“(At 3:18). A obra redentora de Cristo Jesus pode ser encontrada, tipol√≥gica e profeticamente, na Lei de Mois√©s e nos Profetas: “E todos os profetas, desde Samuel, todos quantos depois falaram, tamb√©m anunciaram estes dias“(Atos 3:24). No texto em apre√ßo, o ap√≥stolo Pedro apresenta o perfil de Cristo no Antigo Testamento, provando, assim, que os √ļltimos epis√≥dios eram o cumprimento das Escrituras.
3. O profetismo. No ministério mosaico iniciou-se a atividade profética em Israel (Nm 11:25). Entretanto, o profetismo, como movimento, surgiu séculos depois, no período aproximado do século VIII a.C., de forma mais efusiva quando da divisão da monarquia de Israel. Nos períodos monárquicos dos reinos de Judá e de Israel(reino do Norte), observamos a ação dos profetas exortando, denunciando e repreendendo aos reis (cf 1Rs18:18). O profeta Joel deu início esse movimento e João Batista não somente encerrou o profetismo em Israel, mas também foi o arauto de Cristo.
O objetivo prec√≠puo desse movimento era¬†”restaurar o monote√≠smo, combater a idolatria, denunciar as injusti√ßas sociais, e proclamar o Dia do Senhor com o objetivo de reacender a esperan√ßa messi√Ęnica no povo”. Nesse per√≠odo, sobressai a caracter√≠stica do sofrimento e marginaliza√ß√£o dos profetas; de homens dignos de rever√™ncia passaram a homens “dignos” de tratamentos mais baixos poss√≠veis em virtude de sua mensagem denunciar os interesses escusos das lideran√ßas religiosas e pol√≠ticas de Israel e Jud√° (ler Hb 11:36-38). Eles foram cruelmente surrados, presos e mortos.
Profetismo sem B√≠blia.¬†Hoje, escutamos frequentemente: “Eu profetizo!”; “Profetize pra seu irm√£o“. A B√≠blia ensina que a profecia n√£o depende do “eu” querer: “…¬†porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirado pelo Esp√≠rito Santo“(2Pe 1:21). √Č bom observarmos que os homens santos de Deus n√£o usaram essa frase; ao contr√°rio, quando profetizaram, disseram: “Assim veio a mim a palavra do Senhor...” (Jr 1:4); “Assim diz o Senhor…”¬†(Jr 2:5; Is 56:1; 66:1); “Ouv√≠ a palavra do Senhor…” (Jr 2:4); “E veio a mim a palavra do Senhor“(Jr 2:1; 16:1); (…) “disse o Esp√≠rito Santo…”¬†(At 13:2); “…¬†Isto diz o Esp√≠rito Santo…” (At 21:11); “Mas o Esp√≠rito expressamente diz…”¬†(1Tm 4:1). Em todos os casos, n√£o aparece o “eu“,¬†aparece a pessoa divina.

II. O PROFETA EM O NOVO TESTAMENTO

1. A import√Ęncia do termo “profeta” em o Novo Testamento.¬†Em Ef√©sios 4:11 e 1Cor√≠ntios 12:28, o termo “profeta”¬†aparece em segunda posi√ß√£o nas duas listas, e na ep√≠stola aos Ef√©sios o termo √© identificado tr√™s vezes. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Ministério de Profeta - Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula pr√©via referente a Li√ß√£o 6: O Minist√©rio de Profeta do 2¬ļ Trimestre de 2014: “Dons Espirituais e Ministeriais - Servindo a Deus e aos homens com poder extraordin√°rio”, como prepara√ß√£o dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Lição 7 - 2T/2014

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O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 11 - O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 6 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 11 - 3T/2010

2ª Parte - Lição 11 - 3T/2010

3ª Parte - Lição 11 - 3T/2010

4ª Parte - Lição 11 - 3T/2010

5ª Parte - Lição 11 - 3T/2010

6ª Parte - Lição 11 - 3T/2010

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O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - CPAD

Leitura Bíblica em Classe
Efésios 4.11-14; 1 Coríntios 14.3

Introdução

I. O Dons Ministeriais
II. “Outros Para Profetas” (Ef 4.11a)
III. O Dom de Profecia

Conclus√£o

Prezado professor, a li√ß√£o desta semana tratar√° sobre um tema que versa a respeito da distin√ß√£o entre dois importantes instrumentos de Deus para a “edifica√ß√£o”¬†¬† e a “unidade da f√©”¬†¬† da Igreja de Cristo: o Dom de Profecia e o Dom Ministerial de Profeta.

O que é Dom?

Para iniciar o desdobramento da distin√ß√£o entre Dom de Profecia e Minist√©rio de Profeta, precisamos conceituar biblicamente o termo Dom. A palavra, de acordo com a raiz hebraica nathan e a grega dosis (derivado do verbo didomi), estabelece um significado de dar (ou dotes) no contexto veterotestament√°rio; e um sentido ativo de “dar” ou um sentido passivo de “d√°diva” num contexto neotestament√°rio; respectivamente (2 Cr 9.15; Jo 3.16)¬†¬† .
Particularizando a an√°lise do termo “Dom” na categoria dos “Dons Espirituais”, √© fact√≠vel que tr√™s palavras gregas apare√ßam em 1 Co 12 - 14: “ta pneumatika” (12.1); “ta pneumata” (14.12); “ta charismata” (12.4,9,28,30,31). Esses termos significam, respectivamente, “dons, poderes e manifesta√ß√Ķes espirituais”; “manifesta√ß√Ķes do Esp√≠rito”; “dons da gra√ßa ou dons carism√°ticos (carismas)”¬† .

Dom de Profecia

O Dom de Profecia, analisado a partir das conceitua√ß√Ķes citadas acima e de acordo com 1 Co 12.4-27, √© um dom ou manifesta√ß√£o espiritual (carism√°tica) que d√° a capacidade transcedental ao crente para desempenhar uma fun√ß√£o √ļtil no “Corpo de Cristo”. Esse dom n√£o pode ser confundido com os dons ministeriais (conforme os de Ef√©sios 4.11) e, muito menos, com as posi√ß√Ķes espirituais da igreja primitiva (como Presb√≠teros [ou Bispos, Pastores] e Di√°conos), por√©m, ambos [os dons] servem para edificar a Igreja e denotar o seu car√°ter de Unidade, diversidade, distribuitivo, ordeiro, motivador, permanente e valoroso no exerc√≠cio do uso adequado dos Dons. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - Pr. Adilson Guilhermel

Texto √Āureo: 1 Cor√≠ntios 12.28 E a uns p√īs Deus na igreja, primeiramente, ap√≥stolos, em segundo lugar, profetas, em terceiro, doutores, depois, milagres, depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de l√≠nguas”
Leitura Bíblica em Classe: Efésios 4.11-14; 1 Coríntios 14.3

A PROFECIA E SUAS GENERALIDADES

1. O MINIST√ČRIO PROF√ČTICO E OS SEUS PRINC√ćPIOS

  • √Č necess√°rio que sejam homens chamados por Cristo - Ef√©sios 4.11 E ele mesmo deu uns para ap√≥stolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores.
  • Sua composi√ß√£o visa doutrinar a maturidade na igreja ‚Äď 2 T√≠m√≥teo 4.2 Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.
  • Com a aus√™ncia desse minist√©rio o povo se corrompe ‚Äď Prov√©rbio 28.18 N√£o havendo profecia, o povo perece; por√©m o que guarda a lei, esse √© bem-aventurado.

2. O MINIST√ČRIO PROF√ČTICO E O PROP√ďSITO DIVINO

  • Sua finalidade √© o aperfei√ßoamento dos santos - Ef√©sios 4.12a.. querendo o aperfei√ßoamento dos santos, para a obra do minist√©rio, para edifica√ß√£o do corpo de Cristo.
  • Sua finalidade √© o desenvolvimento dos santos - Ef√©sios 4.13 at√© que todos cheguemos √† unidade da f√© e ao conhecimento do Filho de Deus, a var√£o perfeito, √† medida da estatura completa de Cristo.
  • Sua finalidade √© levar conhecimento aos santos - Ef√©sios 4.14 para que n√£o sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que, com ast√ļcia, enganam fraudulosamente.

3. O MINIST√ČRIO PROF√ČTICO E A SUA IMPORT√āNCIA

  • A profecia √© um meio de elevar o car√°ter crist√£o ‚Äď 1 Cor√≠ntios 14.3a.. Mas o que profetiza fala aos homens para edifica√ß√£o.
  • A profecia √© um meio de fortalecer o crist√£o ‚Äď 1 Cor√≠ntios 14.3b…exorta√ß√£o - I Tessalonicenses 3.2 E enviamos Tim√≥teo, nosso irm√£o, e ministro de Deus, e nosso cooperador no evangelho de Cristo, para vos confortar e vos exortar acerca da vossa f√©.
  • A profecia √© um meio de consolo nas afli√ß√Ķes ‚Äď 1 Cor√≠ntios 14.3c…consola√ß√£o - Ef√©sios 6.10 No demais, irm√£os meus, fortalecei-vos no Senhor e na for√ßa do seu poder.

Obs: O esboço é elaborado exclusivamente pelo texto bíblico da lição.

Pastor Adilson Guilhermel

Publicado no blog Esboços da EBD

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O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - Francisco A. Barbosa

TEXTO √ĀUREO

“E a uns p√īs Deus na igreja, primeiramente, ap√≥stolos, em segundo lugar, profetas, em terceiro, doutores, depois, milagres, depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de l√≠nguas” (1 Co 12.28).- Paulo apresenta aqui uma lista parcial dos dons de minist√©rio (Rm 12.6-8 e Ef 4.11-13). Paulo alista os dons da gra√ßa (gr. charismata), como s√£o chamados. Um dom espiritual pode constituir-se de uma disposi√ß√£o interior, bem como de uma capacita√ß√£o ou aptid√£o (Fp 2.13) concedida pelo Esp√≠rito Santo ao indiv√≠duo, na congrega√ß√£o, para edifica√ß√£o do povo de Deus e para expressar o seu amor a outras pessoas (1Co 12.1; 14.12,26; 1 Pe 4.10). A lista que Paulo d√°, aqui, dos dons da gra√ßa divina deve ser considerada um exempl√°rio e n√£o a totalidade deles (1 Co 12-). Dom de Profecia (12.10): √Č preciso distinguir a profecia aqui mencionada, como manifesta√ß√£o moment√Ęnea do Esp√≠rito da profecia como dom ministerial na igreja, mencionado em Ef 4.11. Como dom de minist√©rio, a profecia √© concedida a apenas alguns crentes, os quais servem na igreja como ministros profetas. Como manifesta√ß√£o do Esp√≠rito, a profecia est√° potencialmente dispon√≠vel a todo crist√£o cheio dEle (At 2.16-18). Quanto √† profecia, como manifesta√ß√£o do Esp√≠rito, observe o seguinte: (a) Trata-se de um dom que capacita o crente a transmitir uma palavra ou revela√ß√£o diretamente de Deus, sob o impulso do Esp√≠rito Santo (14.24,25, 29-31). Aqui, n√£o se trata da entrega de serm√£o previamente preparado. (b) Tanto no AT, como no NT, profetizar n√£o √© primariamente predizer o futuro, mas proclamar a vontade de Deus e exortar e levar o seu povo √† retid√£o, √† fidelidade e √† paci√™ncia (14.3). (c) A mensagem prof√©tica pode desmascarar a condi√ß√£o do cora√ß√£o de uma pessoa (14.25), ou prover edifica√ß√£o, exorta√ß√£o, consolo, advert√™ncia e julgamento (14.3, 25,26, 31). (d) A igreja n√£o deve ter como infal√≠vel toda profecia deste tipo, porque muitos falsos profetas estar√£o na igreja (1Jo 4.1). Da√≠, toda profecia deve ser julgada quanto √† sua autenticidade e conte√ļdo (14.29, 32; 1Ts 5.20,21). Ela dever√° enquadrar-se na Palavra de Deus (1Jo 4.1), contribuir para a santidade de vida dos ouvintes e ser transmitida por algu√©m que de fato vive submisso e obediente a Cristo (12.3). (e) O dom de profecia manifesta-se segundo a vontade de Deus e n√£o a do homem. N√£o h√° no NT um s√≥ texto mostrando que a igreja de ent√£o buscava revela√ß√£o ou orienta√ß√£o atrav√©s dos profetas. A mensagem prof√©tica ocorria na igreja somente quando Deus tomava o profeta para isso (12.11).(B√≠blia de Estudo Pentecostal, nota ao texto de Rm 12.6, 1Co 12.28 e Estudo DONS ESPIRITUAIS PARA O CRENTE).

VERDADE PR√ĀTICA

Os dons espirituais e ministeriais são distintos, no entanto, ambos provêm de Deus e são indispensáveis à Igreja de Cristo.

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE

Efésios 4.11-14; 1 Coríntios 14.3

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

- Estabelecer a diferença entre os dons ministeriais de apóstolos, evangelistas, pastores e doutores;

- Explicar as semelhanças e diferenças entre o profeta do Novo e do Antigo Testamentos, e

- Definir o dom de profecia.

PALAVRA-CHAVE

DOM: - [do latim domus], d√°diva, presente de Deus.

COMENT√ĀRIO

(I. INTRODUÇÃO)

√Č importante que compreendamos e saibamos estabelecer as diferen√ßas entre dons espirituais e ministeriais. Embora haja variedade de dons espirituais, todos v√™m do Esp√≠rito Santo e devem ser usados para a edifica√ß√£o do corpo de Cristo. Os dons n√£o podem, em hip√≥tese alguma, ser utilizados para manipular as pessoas ou trazer divis√£o √† igreja. Precisamos us√°-los com sabedoria, amor e para a gl√≥ria de Deus. No AT podemos ver Deus falando com o seu povo atrav√©s dos profetas. E Ele continua a falar e a revelar a sua vontade mediante a profecia. Vivemos tempos trabalhosos e muitos j√° n√£o cr√™em na a√ß√£o e na exist√™ncia dos aut√™nticos profetas. Todavia, a Igreja do Senhor n√£o pode desprezar as profecias (1 Ts 5.19-21), pois este dom foi concedido para a edifica√ß√£o, exorta√ß√£o e consolo da Igreja. O povo de Deus precisa ter discernimento para reconhecer os verdadeiros profetas. Esse discernimento √© fruto do conhecimento b√≠blico e, dificilmente uma igreja, ou um crist√£o, que prioriza o estudo das Sagradas Escrituras ser√° enganado ou confundido. Tais manifesta√ß√Ķes devem passar pelo crivo das Escrituras Sagradas para que cumpram a sua finalidade: exortar, edificar e consolar (1 Co 14.3). Vamos considerar os dois tipos de dons de profecia: aquele que pode ser concedido pelo Esp√≠rito a qualquer crente (1 Co 12.10), e o outro destinado a crentes com chamada espec√≠fica para esse minist√©rio (1 Co 12.28). Boa aula! Clique aqui para ler o texto completo »

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O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - Luciano de Paula Lourenço

Texto Base: Efésios 4.11-14; 1 Coríntios 14.3

“E a uns p√īs Deus na igreja, primeiramente, ap√≥stolos, em segundo lugar, profetas, em terceiro, doutores, depois, milagres, depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de l√≠nguas” (1 Co 12.28).

INTRODUÇÃO
Existe uma razo√°vel diferen√ßa entre o dom ministerial e o dom de profecia. Em que pese ambos serem enviados por Deus e de estrema utilidade para a igreja, o primeiro(o dom ministerial), tratado em 1Co 12:28 e Ef 4:11, √© concedido a crentes com chamada espec√≠fica, com finalidade de trazer maturidade espiritual ao povo de Deus e prepar√°-lo convenientemente para o exerc√≠cio das tarefas cometidas pelo Senhor a cada um dos membros do ‚ÄúCorpo de Cristo‚ÄĚ; ao passo que o segundo(o dom de profecia), tratado em 1Co 12:10, pode ser concedido a qualquer crente, de acordo com a vontade do Esp√≠rito Santo, com a finalidade de exortar, edificar e consolar o povo de Deus (1Co 14.3). O dom de profecia n√£o pode ser considerado indicativo de santidade, pois o mesmo √© concedido n√£o por m√©rito, mas dado ‚Äúa cada um para o que for √ļtil‚ÄĚ(1Co 12:7).
I. OS DONS MINISTERIAIS
Esses dons são enumerados em Efésios 4:11 e 1Coríntios 12:28, 29, a saber: apóstolos, profetas, evangelistas, pastores, doutores ou mestres. São os dons Ministeriais propriamente dito.
1. Distin√ß√£o entre o col√©gio apost√≥lico e o dom ministerial de ap√≥stolo. √Č importante que fa√ßamos uma distin√ß√£o entre os doze ap√≥stolos de Cristo (Lc 6:12-16) e o ap√≥stolo como dom ministerial(Ef 4:11; 1Co 12:28).
a) O col√©gio apost√≥lico. Em sentido especial, os doze ap√≥stolos constitu√≠ram o in√≠cio do alicerce da Igreja (cf Ef 2:20; 3:5; Mt 16:18; Ap 21:14). Tinham autoridade √≠mpar na igreja, no tocante √† revela√ß√£o divina e √† mensagem original do evangelho, como ningu√©m mais at√© hoje(Ef 3:5). Por essa raz√£o, este of√≠cio inicial de ap√≥stolo do Novo Testamento √© √≠mpar e n√£o repetido. Como testemunhas e mensageiros diretos do Senhor ressurreto, com exce√ß√£o de Judas Iscariotes, eles edificaram o alicerce da Igreja de Jesus Cristo, alicerce este que nunca poder√° ser alterado, nem admitir acr√©scimo. Da√≠, aquele grupo de ap√≥stolos n√£o ter sucessores. S√£o ‚Äúap√≥stolos do Cordeiro‚ÄĚ num sentido √ļnico (Ap 21:14; 1Ts 2:6; Jd 17).
Mas outros al√©m dos doze foram chamados para ser ap√≥stolos; o mais conhecido √© Paulo (Rm 1:1), o √ļltimo dos ap√≥stolos (1Co 15:8) no sentido de receber um mandato especial atrav√©s de um encontro com o Senhor ressurreto para integrar a forma√ß√£o do testemunho inicial e fundamental de Jesus Cristo (cf At 9:3-8; 22:6-11; 26:12-18). Barnab√© (At 14:14); Tiago, o irm√£o de Jesus(Gl 1:19); Silas e Tim√≥teo(1Ts 1:1;2:6) tamb√©m s√£o chamados de ap√≥stolos. Juntamente com os profetas do Novo Testamento, esses ap√≥stolos lan√ßaram, com seus ensinamentos acerca do Senhor Jesus Cristo, os alicerces doutrin√°rios da Igreja (Ef 2:20).
OBSERVAÇÃO: “A Igreja somente poderá ser genuína se for alicerçada na revelação infalível, inspirada por Cristo, aos primeiros apóstolos(ver Ef 2:20).
(1) Os apóstolos do Novo Testamento foram os mensageiros originais, testemunhas e representantes autorizados do Senhor crucificado e ressurreto. Foram as pedras fundamentais da Igreja, e sua mensagem encontra-se nos escritos do Novo Testamento, como o testemunho original e fundamental do evangelho de Cristo, válido para todas as épocas.
(2) Todos os crentes e igrejas locais dependem das palavras, da mensagem e da f√© dos primeiros ap√≥stolos, conforme est√£o registradas historicamente em Atos e nos seus escritos. A autoridade deles √© conservada no Novo Testamento. As gera√ß√Ķes posteriores da Igreja t√™m o dever de obedecer √† revela√ß√£o apost√≥lica e dar testemunho da sua verdade. O evangelho concedido aos ap√≥stolos do Novo Testamento, mediante o Esp√≠rito Santo, √© a fonte permanente de vida, verdade e orienta√ß√£o √† igreja. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - Ev. José Costa Junior

CONSIDERA√á√ēES INICIAIS

O assunto desta li√ß√£o diz respeito √† profecia no contexto neotestament√°rio. A profecia e os profetas formam a maior linhagem de continuidade entre o Antigo e o Novo Testamento. A linguagem prof√©tica n√£o terminou com Malaquias, digamos assim, mas antes, com Jo√£o Batista. Esse √© o ensino expresso de nosso SENHOR: ‚ÄúPorque todos os profetas e a lei profetizaram at√© Jo√£o‚ÄĚ (Mt 11:13). A costumeira divis√£o em dois ‚ÄėTestamentos‚Äô, obscurece, infelizmente, essa maravilhosa unidade do programa revelat√≥rio de DEUS, por√©m a linhagem tem continua√ß√£o desde Mois√©s at√© Jo√£o Batista. Vemos em Jo√£o, como de fato em seu pai, Zacarias (Lc 1:67-79), a repeti√ß√£o do padr√£o da profecia do Antigo Testamento: a unidade da proclama√ß√£o com a predi√ß√£o. Foi a predi√ß√£o da ira vindoura (Lc 3:7) e da gra√ßa por vir (Lc 3:16) que deu a Jo√£o t√£o poderosa mensagem para sua gera√ß√£o.

A continuidade da profecia na hist√≥ria da igreja, por meio do dom sobrenatural do ESP√ćRITO SANTO, recebeu contesta√ß√Ķes, durante s√©culos, de grupos cessacionistas que diziam que tais dons foram dados somente durante a era apost√≥lica, como ‚Äúsinais‚ÄĚ para credenciar os ap√≥stolos durante o est√°gio inicial da prega√ß√£o do evangelho. Afirmavam que esse dom n√£o √© mais necess√°rio hoje como sinais e cessaram no final da era apost√≥lica, provavelmente no final do primeiro s√©culo d.C. ou come√ßo do segundo.

A Assembl√©ia de Deus, desde sua cria√ß√£o, vem levantando a bandeira do pentecostalismo; a atualidade dos dons espirituais. As experi√™ncias pr√°ticas no uso dos dons espirituais e a vitalidade do culto pentecostal, esvaziaram, pela constata√ß√£o pr√°tica da atua√ß√£o DIVINA nas vidas de seus membros, os argumentos cessacionistas. O cen√°rio do final do s√©culo passado e in√≠cio deste s√©culo mudou. As igrejas neopentecostais e suas pr√°ticas heterodoxas, o catolicismo carism√°tico-mari√≥latra e as chamadas ‚Äúnovidades‚ÄĚ(un√ß√Ķes espirituais, sopros divinos etc…) trouxeram o p√™ndulo da doutrina dos dons espirituais de uma extremidade cessacionista a outra: dos exageros que tangenciam √† heresias.

Novamente se faz necess√°rio levantar a bandeira do pentecostalismo, agora trazendo aos crentes uma vis√£o mais anal√≠tica e equilibrada dos dons do ESP√ćRITO SANTO, em particular, o dom de profecia.

Acreditamos nas Escrituras Sagradas como fonte completa e suficiente das palavras de DEUS para o seu povo e √ļnico instrumento em autoridade na tarefa de dar dire√ß√£o acerca da SUA vontade. N√£o obstante a isso, o dom de profecia n√£o √© invalidado, mas sim, se mostra cooperativo com essas assertivas.

O objetivo deste estudo √© trazer algumas informa√ß√Ķes, colhidas dentro da literatura evang√©lica, com a finalidade de ampliar a vis√£o do que o comentarista desta li√ß√£o chama de ap√≥stolos e profetas como dom ministerial e o dom de profecia. N√£o h√° nenhuma pretens√£o de esgotar o assunto ou de dogmatiz√°-lo, mas apenas trazer ao professor da EBD alguns elementos e ferramentas que poder√£o enriquecer sua aula.

I. O DOM MINISTERIAL DE AP√ďSTOLO E O COL√ČGIO APOST√ďLICO

A palavra ap√≥stolo (no grego - apostolos) pode ser usada em dois sentidos: solene (restrito), no sentido de ser portador de autoridade divina (‚Äúap√≥stolo de JESUS CRISTO‚ÄĚ) e n√£o-t√©cnico (amplo) no sentido de ‚Äúenviados‚ÄĚ.

A palavra ap√≥stolo, no sentido restrito, refere-se a um of√≠cio espec√≠fico, ‚Äúap√≥stolos de JESUS CRISTO‚ÄĚ. Esses ap√≥stolos tinham autoridade √ļnica para fundar e liderar a igreja primitiva e podiam falar e escrever a Palavra de Deus. Muitas de suas palavras escritas tornaram-se as Escrituras do Novo Testamento.

Para se qualificar como ap√≥stolo era preciso ter visto com os pr√≥prios olhos o CRISTO ressurreto e ter sido designado ap√≥stolo pelo pr√≥prio CRISTO. Al√©m do Col√©gio Apost√≥lico (os onze e Matias) houve um n√ļmero limitado de ap√≥stolos. Barnab√© (At 14:4,14) e Paulo (I Co 1:1), muito provavelmente Tiago irm√£o de JESUS (Gl 1:19), talvez Silas (I Ts 2:7), Andr√īnico e J√ļnias (Rm 16:7) mais alguns outros n√£o nominados pelas Escrituras Sagradas. Parece que nenhum ap√≥stolo foi designado depois de Paulo. Em I Co 15:5-11 Paulo fala: ‚Äú[CRISTO] apareceu a Cefas, depois aos Doze. A seguir a mais de quinhentos irm√£os de uma s√≥ vez… A seguir…a Tiago, depois a todos os ap√≥stolos. Em √ļltimo lugar tamb√©m me apareceu a mim‚ÄĚ. Estas passagens parecem demarcar um per√≠odo de apari√ß√Ķes da ressurrei√ß√£o que se inicia com Cefas e termina com Paulo.

Paulo n√£o diz: ‚ÄúDepois, ELE apareceu a mim‚ÄĚ, mas sim: ‚ÄúEm √ļltimo lugar tamb√©m me apareceu a mim‚ÄĚ, o que sugere um car√°ter final das apari√ß√Ķes. Paulo continua a dizer: ‚ÄúPois eu sou o menor dos ap√≥stolos….Mas o que sou [ap√≥stolo], devo-o √† gra√ßa de DEUS‚ÄĚ. Ele se diz ‚Äúo menor dos ap√≥stolos‚ÄĚ, pois √©, na realidade, o ‚Äú√ļltimo‚ÄĚ ap√≥stolo a quem o SENHOR ‚Äúapareceu‚ÄĚ.

Parece que nenhum ap√≥stolo foi designado depois de Paulo e, certamente, j√° que ningu√©m hoje pode preencher o requisito de ter visto o CRISTO ressurreto com os pr√≥prios olhos, n√£o h√° ap√≥stolo hoje, pelo menos em seu sentido restrito. Em lugar de ap√≥stolos vivos, presentes na igreja para ensinar-lhe e govern√°-la, temos os escritos dos ap√≥stolos nos livros do Novo Testamento, o qual desempenha para a igreja de hoje as fun√ß√Ķes de ensino absolutamente autorizado e de governo desempenhadas pelos pr√≥prios ap√≥stolos na √©poca do in√≠cio da igreja. Clique aqui para ler o texto completo »

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Question√°rio - O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - Ev. Luiz Henrique

QUESTION√ĀRIO DA LI√á√ÉO 11 ‚Äď O DOM MINISTERIAL DE PROFETA E O DOM DE PROFECIA
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 2¬ļ TRIMESTRE DE 2010
Complete os espa√ßos vazios e marque com “V” as respostas corretas e com “F” as falsas.

TEXTO √ĀUREO
1- Complete:
“E a uns p√īs Deus na _________________________, primeiramente, ________________________, em segundo lugar, ________________________, em terceiro, doutores, depois, milagres, depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de l√≠nguas” (1 Co 12.28).

VERDADE PR√ĀTICA
2- Complete:
Os dons __________________________ e __________________________ são ___________________________, no entanto, ambos provêm de Deus e são ____________________________ à Igreja de Cristo.

INTRODUÇÃO
3- Quais os dois tipos de Profecia comentados por Paulo em 1Coríntios?
( ) O dom de profecia que pode ser concedido pelo Esp√≠rito a qualquer crente - Dom do ESP√ćRITO SANTO - Espiritual.
( ) O dom ministerial destinado a crentes com chamada específica para esse ministério - Dom de CRISTO - Ministerial.
( ) O dom de profetizar que pode ser concedido pelo Esp√≠rito somente aos pastores.- Dom do ESP√ćRITO SANTO - Ministerial.

I. OS DONS MINISTERIAIS
4- De acordo com a distinção entre o colégio apostólico e o dom ministerial de apóstolo, como eram os 12 apóstolos de Cristo?
( ) Eram os apóstolos do Cordeiro.
( ) Estes formavam um grupo distinto na Igreja Primitiva.
( ) Receberam revela√ß√Ķes especiais de Deus.
( ) Todos eles se destacaram na possess√£o de dons espirituais e ministeriais.
( ) Foram os respons√°veis pelo alicerce doutrin√°rio da Igreja.

5- De acordo com a distinção entre o colégio apostólico e o dom ministerial de apóstolo, como são os apóstolos, como dom ministerial?
( ) Esses apóstolos são dados por CRISTO à igreja, por intermédio do dom ministerial.
( ) T√™em a fun√ß√£o de “embaixador”.
( ) S√£o homens e mulheres que se destacam na obra de DEUS.
( ) S√£o “enviados”.
( ) São estes igualmente imprescindíveis à obra de Deus.

6- Como é o dom ministerial de apóstolo?
( ) √Č um dom conferido por DEUS a todos os pastores.
( ) Quando o Senhor Jesus Cristo proferiu uma de suas mais c√©lebres afirma√ß√Ķes “[…] edificarei a minha igreja” (Mt 16.18), n√£o revelou como a edificaria.
( ) Em 1 Cor√≠ntios 3.10-14, Paulo menciona que, como s√°bio arquiteto, p√īs o “fundamento, e outro edifica”.
( ) O ap√≥stolo dos gentios referia-se ao trabalho seq√ľencial de edifica√ß√£o da igreja de Corinto que, na realidade, era fruto de seu labor mission√°rio e da assist√™ncia pastoral dos l√≠deres que passaram a atender √†quele rebanho.
( ) A edifica√ß√£o da Igreja se d√° atrav√©s de homens a quem o Senhor Jesus qualificou para isso (1 Co 3.6-8). Clique aqui para ler o texto completo »

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O Dom Ministerial de Profeta e o Dom de Profecia - Ev. Luiz Henrique

Complementos, ilustra√ß√Ķes, question√°rios e v√≠deos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

TEXTO √ĀUREO - “E a uns p√īs DEUS na igreja, primeiramente, ap√≥stolos, em segundo lugar, profetas, em terceiro, doutores, depois, milagres, depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de l√≠nguas” (1 Co 12.28).

VERDADE PR√ĀTICA

Os dons espirituais e ministeriais são distintos, no entanto, ambos provêm de DEUS e são indispensáveis à Igreja de CRISTO.

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - At 13.1 Os profetas na liderança da igreja

Terça - At 15.32 Silas é chamado de profeta

Quarta - 1 Co 14.29 Os profetas no culto crist√£o

Quinta -1 Co 14.32 Os profetas e seu autocontrole

Sexta - 1 Co 12.8-10 O dom de profecia entre os demais dons espirituais

Sábado -  Rm 12.6 O uso do dom de profecia

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