TEXTO ÁUREO:
"Assim, os
derradeiros serão primeiros, e os primeiros, derradeiros, porque muitos são
chamados, mas poucos, escolhidos" (Mt 20.16).
VERDADE PRÁTICA:
A concessão das
bênçãos divinas não é motivada por nossos méritos, mas pela graça do Senhor da
Seara.
LEITURA BÍBLICA EM
CLASSE: MATEUS 20.1-10
1 Porque o Reino
dos céus é semelhante a um homem, pai de família, que saiu de madrugada a
assalariar trabalhadores para a sua vinha.
2 E, ajustando com os trabalhadores a um 21dinheiro por dia, mandou-os para a
sua vinha.
3 E, saindo perto da hora terceira, viu outros que estavam ociosos na praça.
4 E disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e dar-vos-ei o que for justo. E
eles foram.
5 Saindo outra vez, perto da hora sexta e nona, fez o mesmo.
6 E, saindo perto da hora undécima, encontrou outros que estavam ociosos e
perguntou-lhes: Por que estais ociosos todo o dia?
7 Disseram-lhe eles: Porque ninguém nos assalariou. Diz-lhes ele: Ide vós
também para a vinha e recebereis o que for justo.
8 E, aproximando-se a noite, diz o senhor da vinha ao seu mordomo: Chama os
trabalhadores, e paga-lhes o salário, começando pelos
derradeiros até aos primeiros.
9 E, chegando os que tinham ido perto da hora undécima, receberam um dinheiro
cada um;
10 vindo, porém, os primeiros, cuidaram que haviam de receber mais; mas, do
mesmo modo, receberam um dinheiro cada um.
LEITURA DIÁRIA:
Segunda - 1 Co
3.6-8 Cada um receberá o galardão segundo o seu trabalho
6 Eu plantei,
Apolo regou; mas DEUS deu o crescimento. 7 Pelo que nem o que planta é alguma
coisa, nem o que rega, mas DEUS, que dá o crescimento. 8 Ora, o que planta e o
que rega são um; mas cada um receberá o seu galardão, segundo o seu trabalho.
Salmos 62.12 A ti
também, Senhor, pertence a misericórdia; pois retribuirás a cada um segundo a
sua obra.
Romanos 2.6 o qual recompensará cada um segundo as suas obras,
Gálatas 6.4 Mas prove cada um a sua própria obra e terá glória só em si
mesmo e não noutro. 5 Porque cada qual levará a sua própria carga.
Apocalipse 2.23 E ferirei de morte a seus filhos, e todas as igrejas
saberão que eu sou aquele que sonda as mentes e os corações. E darei a cada um
de vós segundo as vossas obras.
Terça - Lc 16.1-13
O Senhor requer fidelidade de seus mordomos
A parábola do
mordomo infiel
1 E dizia também aos seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha
um mordomo; e este foi acusado perante ele de dissipar os seus bens. 2 E ele,
chamando-o, disse-lhe: Que é isso que ouço de ti? Presta contas da tua
mordomia, porque já não poderás ser mais meu mordomo. 3 E o mordomo disse
consigo: Que farei, pois que o meu senhor me tira a mordomia? Cavar não posso;
de mendigar tenho vergonha. 4 Eu sei o que hei de fazer, para que, quando for
desapossado da mordomia, me recebam em suas casas. 5 E, chamando a si cada um
dos devedores do seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor? 6 E
ele respondeu: Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Toma a tua conta e,
assentando-te já, escreve cinqüenta. 7 Disse depois a outro: E tu quanto deves?
E ele respondeu: Cem alqueires de trigo. E disse-lhe: Toma a tua conta e
escreve oitenta. 8 E louvou aquele senhor o injusto mordomo por haver procedido
prudentemente, porque os filhos deste mundo são mais prudentes na sua geração
do que os filhos da luz. 9 E eu vos digo: granjeai amigos com as riquezas da
injustiça, para que, quando estas vos faltarem, vos recebam eles nos
tabernáculos eternos. 10 Quem é fiel no mínimo também é fiel no muito; quem é
injusto no mínimo também é injusto no muito. 11 Pois, se nas riquezas injustas
não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras? 12 E, se no alheio não
fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso? 13 Nenhum servo pode servir a dois
senhores, porque ou há de aborrecer a um e amar ao outro ou se há de chegar a um
e desprezar ao outro. Não podeis servir a DEUS e a Mamom.
16.8 LOUVOU... O
INJUSTO MORDOMO. CRISTO usa esta ilustração para ensinar que os incrédulos têm
muito interesse nas coisas materiais, para promover seus próprios interesses e
bem-estar. Por outro lado, os crentes freqüentemente não têm suficiente
mentalidade celestial para usar seus bens terrenos para promover seus
interesses espirituais e celestiais.
16.9 AS RIQUEZAS DA INJUSTIÇA. A injustiça, a cobiça e o poder estão comumente
envolvidos na acumulação e emprego das riquezas deste mundo. Devemos empregar
nossos bens e dinheiro de modo a promover os interesses de DEUS e a salvação do
próximo
16.11 SE... NÃO FOSTES FIÉIS. Quem não é digno de confiança na aquisição e
emprego de bens terrestres, tampouco o será com as coisas espirituais. Por
isso, os crentes e, especialmente, os líderes da igreja, devem estar libertos
do amor ao dinheiro (1 Tm 3.1-3).
16.13 NÃO PODEIS SERVIR A DEUS E A MAMOM. As riquezas do mundo tornam muito
difícil a pessoa ter DEUS como centro da sua vida.
Quarta - 1 Co
4.1-5 Despenseiros dos mistérios de DEUS
1 QUE os homens
nos considerem como ministros de Cristo, e despenseiros dos mistérios de Deus.
2 Além disso, requer-se dos despenseiros que cada um se ache fiel. 3 Todavia, a
mim mui pouco se me dá de ser julgado por vós, ou por algum juízo humano; nem
eu tampouco a mim mesmo me julgo. 4 Porque em nada me sinto culpado; mas nem
por isso me considero justificado, pois quem me julga é o Senhor. 5 Portanto,
nada julgueis antes de tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz
as coisas ocultas das trevas, e manifestará os desígnios dos corações; e então
cada um receberá de Deus o louvor.
Devemos ser
conhecidos como ministros de CRISTO, Conhecedores do evangelho e para que isto
aconteça devemos nos comportar como tal, esperando em DEUS bênçãos espirituais
que certamente receberão todos os que Lhe são fiéis..
Quinta - Is 5.1-7
CRISTO, o Amado da vinha
1 Agora, cantarei
ao meu amado o cântico do meu querido a respeito da sua avinha. O meu amado tem
uma vinha em um outeiro fértil. 2 E a cercou, e a limpou das pedras, e a
plantou de excelentes vides; e edificou no meio dela uma torre e também
construiu nela um lagar; e esperava que desse uvas boas, mas deu uvas bravas. 3
Agora, pois, ó moradores de Jerusalém e homens de Judá, julgai, vos peço, entre
mim e a minha vinha. 4 Que mais se podia fazer à minha vinha, que eu lhe não
tenha feito? E como, esperando eu que desse uvas boas, veio a produzir uvas
bravas? 5 Agora, pois, vos farei saber o que eu hei de fazer à minha vinha:
tirarei a sua sebe, para que sirva de pasto; derribarei a sua parede, para que
seja pisada; 6 e a tornarei em deserto; não será podada, nem cavada; mas
crescerão nela sarças e espinheiros; e às nuvens darei ordem que não derramem
chuva sobre ela. 7 Porque a vinha do SENHOR dos Exércitos é a casa de Israel, e
os homens de Judá são a planta das suas delícias; e esperou que exercessem
juízo, e eis aqui 9opressão; justiça, e eis aqui clamor.
5.1-7 UMA VINHA.
Esta parábola da vinha demonstra que DEUS fez todo possível para fazer de Judá
uma nação santa e frutífera. Somente depois que os juDEUS recusaram ser o que
DEUS queria que eles fossem é que Ele destruiu a sua vinha (comparar a parábola
dos maus lavradores, narrada por JESUS em Mt 21.33-44). Esta parábola de Isaías
prenuncia, historicamente, a destruição de Jerusalém e do Reino de Judá em 586
a.C.
Sexta - 1 Co
3.12-15 A qualidade dos serviços prestados
12 E, se alguém
sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas,
madeira, feno, palha,13 a obra de cada um se manifestará; na verdade, o Dia a
declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra
de cada um.14 Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, nesse
receberá galardão.15 Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o
tal será salvo, todavia como pelo fogo.
3.15 SOFRERÁ
DETRIMENTO. A Bíblia assevera que todos os redimidos estão isentos do juízo
divino para condenação (Jo 5.24; Rm 8.1; Hb 10.14-17). Há, porém, um juízo
futuro para os crentes (1 Jo 4.17; Hb 10.30b), concernente ao grau de sua
fidelidade a DEUS e a graça que receberam durante esta vida na terra (v. 10;
4.2-5; 2 Co 5.10). Nesse juízo, há a possibilidade do crente, embora salvo,
sofrer uma grande perda (gr. zemioo, que significa "sofrer perda ou
dano"). O crente negligente corre o perigo de sofrer perda, a saber: (1)
sentimento de vergonha na vinda de CRISTO (2 Tm 2.15; 1 Jo 2.28); (2) perda do
trabalho que fez para DEUS na sua vida (vv. 12-15); (3) perda de glória e de
honra diante de DEUS (Rm 2.7); (4) perda de oportunidade de servir e de
autoridade no céu (Mt 25.14-30); (5) posição inferior no céu (Mt 5.19; 19.30);
(6) perda de galardão (vv. 14,15); e (7) retribuição por injustiça cometida
contra o próximo (Cl 3.24,25).
Esses textos bíblicos devem gravar em nossa mente a necessidade de uma
dedicação total, inclusive fidelidade e abnegação no serviço de nosso Senhor
(cf. Rm 12.1,2; Fp 2.12; 4.3)
3.15 TODAVIA COMO PELO FOGO. A alusão ao "fogo", provavelmente,
significa "salvo por um triz". Como alguém que está numa casa
incendiada e escapa através do fogo, só com a vida. Ver essa figura em Jd v.23.
DEUS avaliará a qualidade da vida, da influência, do ensino e do trabalho na igreja,
de cada pessoa e, especialmente, de cada obreiro. Se sua obra for julgada
indigna, ele perderá o seu galardão, mas, pessoalmente será salvo. Note que
esse trecho não ensina a doutrina do purgatório; refere-se a um julgamento de
obras, e não à purificação da pessoa quanto aos seus pecados.
Sábado - Ap 11.18
O Senhor dará recompensa a todos os seus trabalhadores
18 E iraram-se as
nações, te veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o
tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que
temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que
destroem a terra.
Dt 7.9 Saberás, pois,
que o SENHOR, teu DEUS, é DEUS, o DEUS fiel, que guarda o concerto e a
misericórdia até mil gerações aos que o amam e guardam os seus mandamentos; 10
e dá o pago em sua face a qualquer dos que o aborrecem, fazendo-o perecer; não
será remisso para quem o aborrece; em sua face lho pagará.
OBJETIVOS: Após
esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
1- Descrever as figuras
centrais da parábola.
2- Explicar o
principal ensino desta parábola.
3- Valorizar a
graça e a justiça divina.
PONTO DE CONTATO: Professor, esta lição evoca uma
reflexão sobre nossa postura e caráter no Reino.
A mensagem de JESUS
aos líderes juDEUS é clara e taxativa: na ética do Reino quem deseja ser o
primeiro deve ser o servo de todos. Portanto, ter elevado conceito de si mesmo,
a custa do desprezo das demais pessoas, é atitude reprovável no Reino dos Céus.
DEUS espera que o sirvamos por amor, ausentes de inveja e sem visar prêmios ou
posições privilegiadas. Pense nisso!
COMENTÁRIO:
INTRODUÇÃO
A Parábola dos
Trabalhadores na Vinha apresenta uma das mais extraordinárias lições
concernentes ao caráter de DEUS. Nesta analogia, o Senhor é comparado a um pai
de família que sai de madrugada a fim de recrutar trabalhadores para sua vinha.
Estas figuras, "pai de família" e "proprietário de uma
vinha", apresentam-no como Soberano. Todavia, este conceito é
complementado pela demonstração de sua justiça e misericórdia. Estes atributos
manifestam-se no relacionamento entre DEUS e os homens. Podem ser observados
não somente no convite a todos os que estavam ociosos nas praças em diversos
horários, mas também no final do expediente, no momento em que DEUS concede o
mesmo salário tanto aos primeiros quanto aos últimos trabalhadores. JESUS
ensina que a justiça divina não é conforme a capacidade e mérito pessoal (Mt
20.10), mas segundo a sua misericórdia e graça.
O maior ensino da
parábola consiste em nos orientar quanto aos mercenários, ou seja, quanto aos
que trabalham pelo prêmio e principalmente pelos que trabalham pelo prêmio
material.
Os primeiros
trabalhadores trabalharam pelo prêmio (salário) combinado antes; já os
seguintes trabalharam esperando receber a graça e a misericórdia do dono da
vinha, estavam ociosos na praça, não ganhariam mais nada naquele dia, havia
passado a hora e não haviam sido contratados, porém um dono de vinha os
contratou mesmo assim, agora o que recebessem era lucro; nunca esperavam receber
tanto!!!!!!
Lc 638 Dai, e
ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão
no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão
de novo.
Jo 6.13
Recolheram-nos, pois, e encheram doze alcofas de pedaços dos cinco pães de
cevada, que sobejaram aos que haviam comido.
DEUS SEMPRE DÁ COM
SOBRA!!!! GLÓRIA A DEUS!!!!!
TRABALHADORES
PARA A SUA VINHA.
A
parábola dos trabalhadores na vinha ensina que a entrada no reino de DEUS
trata-se de privilégio e não de mérito. Aqui, CRISTO adverte contra três
atitudes erradas:
(1)
Não se considerar superior, por ter um emprego ou cargo de sucesso;
(2)
Não deixar de compartilhar do anseio de DEUS em oferecer a sua graça a todos; e
(3)
Evitar o espírito de inveja para com as bênçãos espirituais dos outros.
Nesta parábola, JESUS
compara o Reino dos céus a um pai de família que, possuindo uma vinha, saiu
certo dia a recrutar trabalhadores. Naquele dia, convocou, desde a hora
terceira, diversos obreiros.
No versículo 16, o
Senhor repete um princípio citado em Mateus 19.30: "Os derradeiros serão
primeiros, e os primeiros, derradeiros, porque muitos são chamados, mas poucos,
escolhidos". Ensina esse preceito que DEUS não faz diferença quanto ao
tempo de trabalho, e sim quanto à disposição para ouvir o seu chamado e
executar a tarefa no devido tempo.
I. DEUS, O
VINHATEIRO (MT 20.1)
"Porque o Reino
dos céus é semelhante a um homem, pai de família, que saiu de madrugada a
assalariar trabalhadores para a sua vinha".
- A primeira coisa a
chamar-nos a atenção na parábola é o "Reino dos céus " que para nós
sempre é uma referência direta ao nosso porvir,ou seja, neste caso, nossa
estada no Tribunal de CRISTO, logo após o arrebatamento da Igreja.
A segunda coisa a nos
chamar a atenção é "um homem, pai de família" que imediatamente nos
eleva ao Pai celestial, que tem uma grande família na Terra, composta de todos
os salvos, salvos porque este DEUS se fez homem a fim de nos salvar. (Inclui-se
aqui os Judeus antes e depois da grande tribulação)
A terceira coisa a
nos chamar a atenção é "de madrugada" que quer dizer que este dono
não é preguiçoso e nem despreocupado com sua propriedade, além disto saiu cedo
para contratar trabalhadores para poder lhes pagar por todo o dia de trabalho.
A quarta coisa a nos
chamar a atenção é "assalariar trabalhadores" que quer dizer que este
proprietário não aceitava trabalhadores que trabalhassem de graça, porém a
todos pagava justamente, desde que fossem trabalhadores e lhes pagava justamente.
A quarta coisa a nos
chamar a atenção é "para a sua vinha" que quer dizer que a vinha não
tinha nenhum outro dono, porém só um e um dono cuidadoso e um dono que não
mandava ninguém para escolher seus trabalhadores, porém Ele mesmo os buscava e
contratava, o que nos lembra do que JESUS disse: "Não fostes vós que me
escolhestes, porém eu vos escolhi a vós..."
1. Demonstração
da graça e do senhorio do Vinhateiro.
O Vinhateiro tinha
todo o direito e todo o poder para escolher os trabalhadores, combinar o salário
deles e pagar a cada um como queria, desde que ninguém recebesse menos do que o
combinado, pois este pai de família é justo.
DEUS nos escolheu,
nos chamou, nos designou para trabalharmos em sua obra e nos dará a recompensa
segundo sua graça e misericórdia, pois para nós trabalharmos para Ele é uma
dádiva e uma grande honra, então não há merecimento, mas agradecimento; nós é
que deveríamos pagar para trabalhar para Ele.
" E,
ajustando com os trabalhadores a um dinheiro por dia, mandou-os para a sua vinha"
Acertado o valor,
agora é trabalhar.
O judeus receberam
suas promessas e deveriam trabalhar na divulgação do Messias (representam o
filho mais velho da parábola dos dois filhos - deveriam ser os primeiros a
serem pagos na parábola dos trabalhadores), porém não quiseram e ainda ficaram
enciumados dos gentios receberem a graça (representam o filho mais novo da
parábola dos dois filhos - foram os primeiros a serem pagos na parábola dos
trabalhadores)
- A figura de Deus
como o dono da vinha para os judeus e os povos que conviviam com eles era de
longa data conhecido. Tanto o profeta Isaías como o profeta Jeremias já haviam
revelado isto através de seus escritos.
Is 5.7 Pois a vinha
do Senhor dos exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são a planta das
suas delícias; e esperou que exercessem juízo, mas eis aqui derramamento de
sangue; justiça, e eis aqui clamor.
Jr 2.21 Todavia eu
mesmo te plantei como vide excelente, uma semente inteiramente fiel; como,
pois, te tornaste para mim uma planta degenerada, de vida estranha?
2. Distribuição
do trabalho na vinha (vv.3-6).
2 E, ajustando com os
trabalhadores a um dinheiro (Um Denário) por dia, mandou-os para a sua vinha. 3
E, saindo perto da hora terceira, viu outros que estavam ociosos na praça. 4 E
disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e dar-vos-ei o que for justo. E eles
foram. 5 Saindo outra vez, perto da hora sexta e nona, fez o mesmo. 6 E, saindo
perto da hora undécima, encontrou outros que estavam ociosos e perguntou-lhes:
Por que estais ociosos todo o dia? 7 Disseram-lhe eles: Porque ninguém nos
assalariou. Diz-lhes ele: Ide vós também para a vinha e recebereis o que for
justo. 8 E, aproximando-se a noite, diz o senhor da vinha ao seu mordomo: Chama
os trabalhadores, e paga-lhes o salário, começando pelos derradeiros até aos
primeiros. 9 E, chegando os que tinham ido perto da hora undécima, receberam um
dinheiro cada um;
Lições
práticas sobre o crente como servo:
a) O
crente como filho de Deus, só há de um tipo: filho. Deus não tem afilhados,
prediletos, favoritos. Já o crente como servo de Deus, há mais de um tipo, como
acabamos de ver. Que tipo de servo somos nós? Que tipo de servo é você?
b) Em
Lucas 17.10 Jesus nos instruiu que após fazermos tudo o que nos for ordenado
como servos, devemos considerar-nos como "servos inúteis" (diakonos, no original). Isto é,
servos sem quaisquer méritos em si mesmos. Noutras palavras: Deus nunca será
nosso devedor. Nós é que devemos tudo a Deus. O termo inútil aqui, corresponde
a desprovido de mérito adquirido. Nós devemos tanto a Deus, que na execução do
Seu trabalho, seja ele qual for, nunca iremos além do nosso dever; nunca
atingiremos a área do mérito, da "honra ao mérito", pois para
servirmos a Deus, é dEle mesmo que nos vem a graça, a capacidade, os dons e os
recursos. Onde nossos méritos? Mesmo nós fazendo nosso melhor para Deus,
estaremos sempre em falta com Ele.
c) O
crente não será julgado diante de Deus como filho (quanto à salvação), mas será
julgado como servo (quanto a serviço, obras). O crente como filho deve
julgar-se a si mesmo, através da Palavra (1 Co 11.31,32). Nesse julgamento
teremos a prestação de contas do nosso tempo, da nossa liberdade cristã,
da nossa responsabilidade, dos nossos talentos recebidos de Deus. Quase todo
crente pensa que no dia do julgamento da Igreja haverá somente galardões por
Jesus aos seus, mas não é bem isso que a Bíblia revela, se examinarmos o
assunto com mais cuidado.
d) Tu e
eu fomos graciosamente resgatados da miserável servidão do pecado, por preço
incalculável (o do sangue precioso de Jesus, 1 Pe 1.18,19). Somos para sempre
devedores a Deus. Devemos, pois, antes de tudo render-nos voluntária e
plenamente a Ele como nosso eterno Redentor. É na nossa plena submissão a Deus
como Seus servos que desfrutamos da verdadeira liberdade espiritual (Ef 6.6).
e) A
nossa elevada posição de servos de Deus será eterna na glória celestial;
enquanto aqui, cargos e posições como pastor, presidente da igreja, gerente,
diretor, administrador, professor, dirigente, muda de vez em quando. No céu,
conforme Apocalipse 22.3, não seremos conhecidos como, por exemplo, diáconos,
presbíteros, evangelistas, pastores, escritores, cantores, bispos, etc., mas
como
"servos". "E nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os
seus servos o servirão".
Lembremo-nos
que em Lucas 12.37, na vinda do Senhor, o crente como servo é "doulos",isto é, o servo
em relação ao seu Senhor.
Pr. Antonio
Gilberto
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA: produza
este quadro comparativo numa cartolina para que os alunos visualizem melhor os
dados apresentados na parábola. Depois,pergunte-lhes se acham justo os
trabalhadores receberem a mesma remuneração. Aguarde as respostas e então fale
sobre a graça de DEUS. Esta é concedida de igual forma aos cobradores de
impostos (Zaqueu), aos homicidas (Davi), aos perseguidores de cristãos (Paulo),
aos ladrões (ladrão da cruz) e aos homens piedosos também (Cornélio).
3. O vinhateiro
preocupava-se com o resultado final do trabalho (v.16).
O trabalho deveria
ser feito de boa vontade e com alegria de servir, pois não é o prêmio ou o
salário que importa, mas o servir e ter a oportunidade de trabalhar, enquanto
muitos estão ociosos.
A parábola deixa
claro que a preocupação de JESUS era mostrar que a recompensa não era medida
pela duração do trabalho, mas sim, pela diligência, fidelidade e qualidade do
trabalho feito (1 Co 4.2; 2 Tm 2.2; Tt 2.10; Pv 28.20; Lc 16.10).
Cada um recebeu de
acordo com a graça e misericórdia do dono, porém aqueles que receberam e não
ficaram satisfeitos foram os primeiros a serem contratados pois receberam
exatamente o que combinaram receber, porém ficaram com inveja dos que
trabalharam menos e receberam o mesmo valor que eles.
Na justiça de DEUS
não há lugar para aqueles que disputam posição e honra, todos devem se considerar
iguais e misericordiosos uns para com os outros como nos ensina nosso Pai
e Senhor, o DEUS todo poderoso.
O que temos com a
vida dos outros, afinal DEUS dá a cada um segundo sua vontade e a vontade de
DEUS é perfeita.
II. A VINHA (MT
20.1)
A Obra de DEUS na
Terra é a vinha, ou seja, a Igreja de CRISTO e seu trabalho em ajuntar as uvas
(crentes salvos) para a colheita de DEUS que está chegando (O arrebatamento).
1. A figura da
vinha.
No Antigo Testamento,
Israel é apresentado como o povo eleito de DEUS, sendo comparado à
"vinha" (Is 5.7; Jr 12.10), à oliveira" (Rm 11.17) e à figueira
(Lc 21.29).
O Novo Testamento usa
a figura da vinha para ilustrar a Igreja de CRISTO (Jo 15.1-8). Nesta nova
dispensação, a Igreja é a nova vinha de DEUS na terra.
2. O trabalho na
vinha (Mt 20.1).
Não há tempo a
perder, as uvas precisam ser colhidas o mais rápido possível, pois aí vem a
tempestade da Grande Tribulação, é chegada a última hora, é urgente que os
trabalhadores da última hora sejam dispostos e corajosos para aceitem o desafio
da colheita, mesmo que já seja a última hora e resta apenas um poucochinho de
tempo para o fim do dia, quando a noite se aproxima e não haverá mais tempo
para a colheita de DEUS.
III. OS
TRABALHADORES DA VINHA
Todos nós peguemos a
luva e colhamos as uvas que estão maduras para a ceifa, deixemos o embaraço das
que não estão prontas para a grande colheita, pois o tempo não nos permite
pararmos para discutirmos religião, mas só temos agora tempo para colher com o
evangelho pregado em nome de JESUS CRISTO e com CRISTO como centro. As
dificuldades devem ser vencidas, as mãos calejadas doerão, os pés estarão
doendo, mas não há tempo para parar, aí vem o ocaso, o fim do dia se aproxima,
corramos com fé a carreira que nos está proposta.
O Apóstolo Paulo
exortou a Timóteo: "Porque
o exercício corporal para pouco aproveita, mas a piedade para tudo é
proveitosa, tendo a promessa da vida presente e da que há de vir. Esta palavra
é fiel e digna de toda a aceitação. Porque para isto trabalhamos e lutamos,
pois esperamos no DEUS vivo, que é o Salvador de todos os homens,
principalmente dos fiéis" (1 Tm 4.8-10). Esta escritura indica que os
servos de DEUS devem empenhar-se sempre para executar, com zelo, a tarefa que
dEle receberam, evidenciando, assim, que realmente o amam.
1 . A ociosidade,
uma ameaça para a vinha de DEUS.
A ociosidade, no
contexto desta parábola, deve ser vista sob dois aspectos. O primeiro envolve
os que se achavam ociosos por não haverem sido, ainda, contratados. Eles tinham
experiência, porque, tão logo foram convocados pelo pai de família,
apresentaram-se ao trabalho. O segundo poderia representar comodismo, preguiça,
desqualificação e desinteresse. Infelizmente, a tecnologia tem tomado o lugar
das pessoas até mesmo no seio da igreja, destruindo a alegria de se fazer a
obra de DEUS.
"E, saindo
perto da hora terceira, viu outros que estavam ociosos na praça".
Na certa faltou vinha
para eles, pois não queriam trabalhar para algum patrão que não lhes pagaria
justamente (O Diabo só quer roubar, matar e destruir - Ele tem sua vinha - seus
seguidores do Inferno).
veja que estes que
estavam ociosos estavam à espera de ouvirem o chamado do Pai de Família, ainda
não tinham sido chamados ou ainda não tinham se disposto a trabalhar, mas ao
ouvirem a vos do pai de Família o seguiram alegres sem nem se preocuparem com
quanto receberiam, mas com o trabalho que arrumaram.
Estes são os gentios
que não se sentiam chamados por DEUS, não tinham qualquer conhecimento de DEUS,
estavam ociosos, mas ouviram a voz de DEUS os chamando, ouviram o evangelho e
se prontificaram a seguir a DEUS e trabalharem de toda a boa vontade sem se
importarem com o pagamento, mas desejosos de servirem bem, sabendo que DEUS é
galardoador daqueles que o buscam e principalmente sabendo que nada merecem.
2. É tempo de
trabalhar.
A casa ainda estava
vazia para a grande festa, os convidados não eram dignos, chamados outros,
aceitaram ao convite.
Sempre que o pai de
Família buscou por trabalhadores, os encontrou, assim não desfaleçamos, ainda
há milhões de trabalhadores para se chegarem para a seara do mestre,
busquemos-lhes onde quer que se encontrem, o campo é o mundo.
A hora é
chegada quando ainda não é noite, tornemos a nos despertar para a tão grande
tarefa a que fomos chamados, mãos à obra, aí vem o teu salvador, ó
Igreja!!!!!!!!!!!!!
Durante todo o dia, o
pai de família buscou obreiros para cuidar de sua vinha. Na 1ª, 3ª, 6ª e 9ª
hora, o vinhateiro encontrou obreiros que iam, apesar do mormaço do dia, cumprindo
suas obrigações de acordo com o combinado. Entretanto, foi somente no
crepúsculo do dia, antes que o sol se pusesse no horizonte, que o dono da vinha
pôde completar o número de trabalhadores de que precisava.
Na história da Igreja
Cristã, entramos na undécima hora. É o crepúsculo do último trabalho da Igreja
na terra, quando se fará a grande colheita para o Reino de DEUS! Todos os que
trabalharam na vinha do Senhor, da primeira à nona hora, tornaram possível este
momento. Não podemos, portanto, correr o risco de lamentar o tempo perdido e
confessar como Israel: "Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos
salvos" (Jr 8.20). O apóstolo João previa esse tempo, quando nos exortou:
"Filhinhos, é já a última hora" (1 Jo 2.18).
IV. A UNDÉCIMA
HORA (MT 20.6)
Na justiça de DEUS o
desejo em servir e a verdadeira motivação no serviço tem maior valor do que o
tempo de serviço ou o serviço feito somente no passado. O DEUS que nós servimos
é o DEUS de agora, de já, o que você fez já passou, DEUS está interessado no
que você está fazendo hoje, por isso um novo-convertido pode receber o mesmo
que você que já tem dezenas de anos na obra e está cansado e sem ânimo.
Desperta tu que dormes.
A justiça divina
não é baseada em critérios humanos; os que trabalharam na undécima hora são
tratados com igualdade em relação aos que começaram nas primeiras horas do dia.
1. O tempo de
trabalho não é relevante no Reino de DEUS (Mt 20.8-12).
No mundo tempo de
serviço é aumento de salário merecido, no reino de DEUS produtividade é é
merecimento de salário.
O salário é a vida
eterna aos que fielmente e incansavelmente persistem em colher até mesmo na
última hora.
Há uma verdade
imprescindível nesta parábola: cada trabalhador receberá aquilo a que fizer
jus. A obra feita não é medida pelo tempo. Quer tenhamos trabalhado no primeiro
turno, quer no undécimo, teremos o mesmo salário. Pois este não tem como
critério a quantidade, mas a qualidade. É o próprio Senhor quem o diz: "os
derradeiros serão primeiros, e os primeiros, derradeiros" (Mt 20.16).
O pagamento teria que
ser feito dos últimos para os primeiros para que houvesse aprendizado, caso se
começasse a pagar os que mais trabalharam em primeiro lugar, iriam embora e não
veriam o que receberam os últimos a iniciarem o trabalho.
O pagamento de DEUS é
baseado no amor e na misericórdia, medindo a disposição e a alegria em servir e
não propriamente a quantidade de trabalho executado. Baseado na graça e não na
lei.
Quem se julga
merecedor de um pagamento maior, na verdade não deveria nem receber, pois não
entendeu ainda a reino de DEUS, mas somente o reino humano.
2. A idéia básica
do ensino de CRISTO.
No Reino de DEUS, não
há discriminação, nem favoritismo. Os trabalhadores da undécima hora são tão
importantes quanto os da primeira. Pois o mérito do serviço, aos olhos de DEUS,
não depende da quantidade; depende do espírito com que é feito o trabalho.
O pagamento é com
certeza entregue ou distribuído por CRISTO, no Tribunal de CRISTO.
Mt 19.29 E todo o que
tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou terras,
por amor do meu nome, receberá cem vezes tanto, e herdará a vida eterna.
1Co 3.8 Ora, uma só
coisa é o que planta e o que rega; e cada um receberá o seu galardão segundo o
seu trabalho.
1Co 3.14 Se permanecer
a obra que alguém sobre ele edificou, esse receberá galardão.
1Co 4.5 Portanto nada
julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não só trará à luz as
coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e
então cada um receberá de Deus o seu louvor.
Ef 6.8 Sabendo que
cada um, seja escravo, seja livre, receberá do Senhor todo bem que fizer.
A salvação é o prêmio
maior e não existe salvação maior para um do que para o outro.
CONCLUSÃO
Não se trabalha na
vinha de DEUS visando recompensas ou vantagens. A recompensa não é maior nem
menor, porque é direito de todos. Pequenos e grandes, pobres e ricos, todos são
tratados de igual modo na vinha do Senhor.
O maior ensino da
parábola consiste em nos orientar quanto aos mercenários, ou seja, quanto aos
que trabalham pelo prêmio e principalmente pelos que trabalham pelo prêmio
material na obra de DEUS.
Os primeiros
trabalhadores trabalharam pelo prêmio (salário) combinado antes; já os
seguintes trabalharam esperando receber a graça e a misericórdia do dono da
vinha, estavam ociosos na praça, não ganhariam mais nada naquele dia, havia
passado a hora e não haviam sido contratados, porém um dono de vinha os
contratou mesmo assim, agora o que recebessem era lucro; nunca esperavam
receber tanto!!!!!!
Lc 638 Dai, e
ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão
no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão
de novo.
Jo 6.13
Recolheram-nos, pois, e encheram doze alcofas de pedaços dos cinco pães de
cevada, que sobejaram aos que haviam comido.
DEUS SEMPRE DÁ COM
SOBRA!!!!
Não se trabalha na
vinha de DEUS visando recompensas ou vantagens. A recompensa não é maior nem
menor, porque é direito de todos. Pequenos e grandes, pobres e ricos, todos são
tratados de igual modo na vinha do Senhor.
[...] A hora
terceira, sexta, nona e undécima são nove da manhã, meio-dia, três da tarde e
cinco da tarde, respectivamente. Os homens estão inativos não porque sejam
preguiçosos, mas porque não lhes foi oferecido trabalho (Mt 22.7). A ordem
inversa de pagamento, na qual os últimos trabalhadores são os primeiros a serem
pagos, não só enfatiza a idéia último-primeiro, mas também expõe a cobiça dos
primeiros trabalhadores. Quando aqueles que trabalharam ao longo do calor do
dia vêm o senhor dando aos trabalhadores que trabalharam só por uma hora o
salário de um dia inteiro, eles esperam que ele lhes dê recompensa muito maior,
talvez tanto quanto doze denários! O murmúrio que fazem ao receber um salário
justo revela a cobiça dos corações. O olho mau (v.15) é figura apta para aludir
a cobiça e o ciúme (Mt 6.23).
O pai de família está
sendo generoso com os últimos trabalhadores que, junto com suas famílias,
sofreriam sem o básico para a sobrevivência. Estes são os proscritos, aqueles
que vivem na periferia da respeitabilidade, os "publicanos e
pecadores" amparados por JESUS (Mt 11.19)." (ARRINGTON,
F.L.; STRONSTAD, R. (eds.). Comentário bíblico pentecostal: Novo Testamento. RJ:CPAD,
2003, p. 113.)
Leia mais Revista
Ensinador Cristão CPAD, nº 22, pág. 41
Questionário da
Lição 10 - Parábola - A JUSTIÇA E A GRAÇA DE DEUS - A Parábola dos
Trabalhadores na Vinha -
Por Ev.Luiz
Henrique de Almeida Silva - http://www.apazdosenhor.org.br/estudos_biblicos
TEXTO ÁUREO:
1- "Assim, os
derradeiros serão __________________, e os primeiros, derradeiros, porque
_______________
são
chamados, mas __________________________, escolhidos" (Mt 20.16).
VERDADE PRÁTICA:
2- A concessão das
bênçãos divinas é motivada pelo que?
( ) Pelo trabalho do
servo da Seara.
( ) Pelo merecimento
do trabalho feito para o Senhor da Seara.
( ) Pela graça do
Senhor da Seara.
COMENTÁRIO:
INTRODUÇÃO
3- A que JESUS,
nesta parábola, compara o Reino dos céus?
( ) A um pai de
família que, possuindo uma vinha, saiu certo dia a recrutar trabalhadores.
( ) A um dono de
vinha que, possuindo uma vinha, saiu certo dia a premiar trabalhadores.
( ) A um proprietário
que, possuindo uma vinha, saiu certo dia a discutir salário com seus
trabalhadores.
I. DEUS, O
VINHATEIRO (MT 20.1)
4- Figuradamente,
o que representa a parábola dos Trabalhadores na Vinha?
( ) DEUS que, para
abastecer sua casa, contrata os trabalhadores.
( ) DEUS que, para
manter a sua obra, aumenta o salário dos trabalhadores.
( ) DEUS que, para
manter a sua obra, contrata os trabalhadores.
5- Quem é o
"pai de família", que tem o poder de liderar o que é seu?
( ) DEUS o Pai
( ) DEUS o Filho
( ) DEUS o ESPÍRITO
SANTO
6- Como foi a
distribuição do trabalho na vinha?
( ) O vinhateiro
distribuiu o trabalho em horas iguais: na primeira, na terceira, na sexta, na
nona e, finalmente, na undécima
( ) O vinhateiro
distribuiu o trabalho em salários distintos: na primeira, na terceira, na
sexta, na nona e, finalmente, na undécima
( ) O vinhateiro
distribuiu o trabalho em horas distintas: na primeira, na terceira, na sexta,
na nona e, finalmente, na undécima
7- Entre os
judeus, o dia é dividido em quantas horas?
( ) 10 horas
( ) 12 horas
( ) 15 horas
8- Na parábola, JESUS deixa claro que
a recompensa é medida pelo que? Coloque "V" para Verdadeiro e
"F" para Falso:
( ) Pela duração do
trabalho
( ) Pela diligência
( ) Pela Fidelidade
( ) Pela qualidade do
trabalho feito
9- De acordo com o
que os trabalhadores foram pagos
( ) De acordo com o
contrato firmado com todos
( ) De acordo com o
salário estipulado pelo dono para cada um
( ) De acordo com o
contrato firmado com cada um
II. A VINHA (MT
20.1)
10- O que
significa no texto, o "Reino dos céus"?
( ) Significa o
predomínio de DEUS sobre algumas coisas, é a amplitude e a superioridade do
Reino de DEUS
( ) Significa o
domínio de DEUS sobre todas as coisas, é a amplitude e a superioridade do Reino
de DEUS
( ) Significa o
domínio de DEUS sobre algumas coisas, é a amplitude e a inferioridade do Reino
de DEUS
11- A que é
comparado o povo de Israel no Antigo Testamento?
( ) À vinha, à
oliveira, à figueira
( ) À vinha, à
Amendoeira, à figueira
( ) À vinha, à
oliveira, à Amendoeira
12- A que é
comparado o povo de DEUS (a Igreja), no Novo Testamento?
( ) No Novo
Testamento a figura da Pinha é usada para ilustrar a Figura de CRISTO (Jo
15.1-8)
( ) No Novo
Testamento a figura da vinha é usada para ilustrar a Igreja de CRISTO (Jo
15.1-8)
( ) No Novo
Testamento a figura da Figueira é usada para ilustrar a Igreja de CRISTO (Jo
15.1-8)
13- O que se
requer dos viticultores da Igreja?
( ) Dedicação para
que produza bom Milho
( ) Dedicação para
que produza bom Vinho
( ) Dedicação para
que produza bom Trigo
III. OS
TRABALHADORES DA VINHA
14- Complete :
"Porque o
exercício ______________ para pouco aproveita, mas a piedade para tudo é
proveitosa, tendo a promessa da vida ________________ e da que há de vir. Esta
palavra é fiel e digna de toda a ________________. Porque para isto trabalhamos
e lutamos, pois esperamos no DEUS ____________, que é o Salvador de todos os
homens, principalmente dos fiéis" (1 Tm 4.8-10)
15- Qual a
principal ameaça para a vinha de DEUS?
( ) A ociosidade
( ) A Capacidade de
cada um
( ) A produtividade
16- Quais os dois
aspectos da ociosidade no contexto desta parábola?
( ) Os que se achavam
ociosos por não haverem sido, ainda, contratados e aqueles que representam
trabalho, fadiga e compromisso
( ) Os que se achavam
ociosos por não haverem sido, ainda, contratados e aqueles que representam
comodismo, preguiça, desqualificação e desinteresse
( ) Os que se achavam
ocupados por haverem sido contratados e aqueles que representam comodismo,
preguiça, desqualificação e desinteresse
17- Quando é o
tempo de trabalhar para o pai de família?
( )Durante toda a
noite
( )Durante todo o dia
( )Durante todas as
vigílias
18- Quando foi que
o dono da vinha pôde completar o número de trabalhadores de que precisava?
( ) Somente no
crepúsculo do dia, antes que o sol se pusesse no horizonte
( ) Somente no
crepúsculo do dia, antes que o sol se pusesse no horizonte
( ) Somente no
crepúsculo do dia, antes que o sol se pusesse no horizonte
19- Na história da
Igreja Cristã, em qual hora a Igreja está vivendo?
( ) Entramos na
undécima hora
( ) Entramos na
décima hora
( ) Entramos na sexta
hora
20- Segundo
declarou o apóstolo João, em que hora estamos? Cite o versículo:
( ) "Filhinhos,
é já a penúltima hora" (1 Jo 2.18).
( ) "Filhinhos,
é já a última hora" (1 Jo 2.18).
( ) "Filhinhos,
é já a primeira hora" (1 Jo 2.18).
IV. A UNDÉCIMA
HORA (MT 20.6)
21- Quanto ao
tempo de trabalho, qual a relevância, no Reino de DEUS?
( ) O tempo não é
relevante no Reino de DEUS
( ) O tempo é
relevante no Reino de DEUS
( ) O tempo às vezes,
para alguns, é relevante no Reino de DEUS
22- Qual a idéia
básica do ensino de CRISTO, quanto ao Reino de DEUS?
( ) Não há
discriminação, nem favoritismo. Os trabalhadores da undécima hora são tão
importantes quanto os da primeira. Pois o mérito do serviço, aos olhos de DEUS,
não depende da quantidade; depende do espírito com que é feito o trabalho.
( ) Não há
discriminação, nem favoritismo. Os trabalhadores da undécima hora são tão
importantes quanto os da primeira. Pois o mérito do serviço, aos olhos de DEUS,
não depende da quantidade; depende do tamanho trabalho que é feito.
( ) Não há
discriminação, nem favoritismo. Os trabalhadores da undécima hora são tão
importantes quanto os da primeira. Pois o mérito do serviço, aos olhos de DEUS,
não depende da quantidade; depende do tempo com que é feito o trabalho.
AJuda: Bíblias,
Livros e Revistas da CPAD
Colaboração do Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva.
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