Texto Áureo:
“Mas recebereis a virtude do ESPÍRITO SANTO, que há de vir
sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e
Samaria e até aos confins da terra” (At 1.8)
RECEBEREIS A VIRTUDE. O termo original para virtude é
dunamis, que significa poder real; poder em ação. Esse é o
versículo-chave do livro de Atos. O propósito principal do batismo no
ESPÍRITO SANTO é o recebimento de poder divino para testemunhar de CRISTO, para
ganhar os perdidos para Ele, e ensinar-lhes a observar tudo quanto CRISTO
ordenou. Sua finalidade é que CRISTO seja conhecido, amado, honrado, louvado e
feito Senhor do povo de DEUS (cf. Mt 28.18-20; Lc 24.49; Jo 5.23;
15.26,27).
(1) Poder (gr. dunamis) significa mais do que força ou capacidade;
designa aqui, principalmente, o poder divino em operação, em ação. O batismo no
ESPÍRITO SANTO trará o poder pessoal do ESPÍRITO SANTO à vida do crente.
(2) Note que neste versículo Lucas não relaciona o batismo no ESPÍRITO
SANTO com a salvação e regeneração da pessoa, mas com o poder celestial no
interior do crente para este testemunhar com grande eficácia .
(3) A obra principal do ESPÍRITO SANTO no testemunho e na proclamação
do evangelho diz respeito à obra salvífica de CRISTO, à sua ressurreição e à
promessa do batismo no ESPÍRITO (cf. 2.14-42).
SER-ME-EIS TESTEMUNHAS. O batismo no ESPÍRITO SANTO não
somente outorga poder para pregar JESUS como Senhor e Salvador, como também
aumenta a eficácia desse testemunho, fortalecido e aprofundado pelo nosso
relacionamento com o Pai, o Filho e o ESPÍRITO SANTO por termos sido cheios do
ESPÍRITO (cf. Jo 14.26; 15.26,27).
(1) O ESPÍRITO SANTO revela e torna mais real para nós a presença
pessoal de JESUS (Jo 14.16-18). Uma comunhão íntima com o próprio JESUS CRISTO
resultará num desejo cada vez maior da nossa parte de amar, honrar e agradar
nosso Salvador.
(2) O ESPÍRITO SANTO dá testemunho da justiça (Jo 16.8,10) e da verdade
(Jo 16.13), as quais glorificam a CRISTO (Jo 16.14), não somente com palavras,
mas também no modo de viver e no agir. Daí, quem tem o testemunho do ESPÍRITO
SANTO a respeito da obra redentora de JESUS CRISTO, manifestará com certeza, à
semelhança de CRISTO, o amor, a verdade e a justiça em sua vida (cf. 1 Co
13).
(3) O batismo no ESPÍRITO SANTO outorga poder para o crente testemunhar
de CRISTO e produz nos perdidos a convicção do pecado, da justiça e do juízo
(ver Jo 16.8a). Os efeitos desta convicção se tornarão evidentes naqueles que
proclamam com sinceridade a mensagem da Palavra e naqueles que a recebem (2.39,40).
(4) O batismo no ESPÍRITO SANTO destina-se àqueles cujos corações
pertencem a DEUS por terem abandonado seus maus caminhos (2.38; 3.26), e é
mantido mediante a mesma dedicação sincera a CRISTO (ver 5.32).
(5) O batismo no ESPÍRITO SANTO é um batismo no ESPÍRITO que é SANTO
(cf. ESPÍRITO de santificação , Rm 1.4). Assim, se o ESPÍRITO SANTO realmente
estiver operando em nós plenamente, viveremos em maior conformidade com a
santidade de CRISTO. À luz destas verdades bíblicas, portanto, quem for batizado
no ESPÍRITO SANTO, terá um desejo intenso de agradar a CRISTO em tudo o que
puder. Noutras palavras: a plenitude do ESPÍRITO complementa (i.e., completa) a
obra salvífica e santificadora do ESPÍRITO SANTO em nossa vida. Aqueles que
afirmam ter a plenitude do ESPÍRITO, mas vivem uma vida contrária ao ESPÍRITO
de santidade, estão enganados e mentindo. Aqueles que manifestam dons
espirituais, milagres, sinais espetaculares, ou oratória inspiradora, mas não
têm uma vida de verdadeira fé, amor e retidão, não estão agindo segundo o
ESPÍRITO SANTO, mas segundo um ESPÍRITO impuro que não é de DEUS (Mt 7.21-23;
cf. Mt 24.24; 2 Co 11.13-15).
VERDADE PRÁTICA: A totalidade da Igreja deve levar
a totalidade do Evangelho à totalidade do mundo, no poder do ESPÍRITO.
Para que o servo de DEUS possa obter êxito na obra
missionária ante as perseguições e tribulações, é fundamental estar cheio do
ESPÍRITO SANTO.
LEITURA
BÍBLICA EM CLASSE: ATOS
13.1-9,11,12
1 Na
igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber:
Barnabé, e Simeão, chamado Níger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado
com Herodes, o tetrarca, e Saulo.
2 E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o ESPÍRITO SANTO: Apartai-me a
Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado.
3 Então, jejuando, e orando, e pondo sobre eles as mãos, os despediram.
4 E assim estes, enviados pelo ESPÍRITO SANTO, desceram a Selêucia e dali
navegaram para Chipre.
5 E, chegados a Salamina, anunciavam a palavra de DEUS nas sinagogas dos
judeus; e tinham também a João como cooperador.
6 E, havendo atravessado a ilha até Pafos, acharam um certo judeu, mágico,
falso profeta, chamado Barjesus,
7 o qual estava com o procônsul Sérgio Paulo, varão prudente. Este, chamando a
si Barnabé e Saulo, procurava muito ouvir a palavra de DEUS.
8 Mas resistia-lhes Elimas, o encantador (porque assim se interpreta o seu
nome), procurando apartar da fé o procônsul.
9 Todavia, Saulo, que também se chama Paulo, cheio do ESPÍRITO SANTO e fixando
os olhos nele, disse:
11 Eis aí, pois, agora, contra ti a mão do Senhor, e ficarás cego, sem ver o
sol por algum tempo. No mesmo instante, a escuridão e as trevas caíram sobre
ele, e, andando à roda, buscava a quem o guiasse pela mão.
12 Então, o procônsul, vendo o que havia acontecido, creu, maravilhado da
doutrina do Senhor.
LEITURA
DIÁRIA
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Segunda
|
At
2.14-18
|
Proclamando
o Evangelho no poder do ESPÍRITO.
|
|
Terça
|
At
3.1-10
|
O poder
do ESPÍRITO opera os milagres.
|
|
Quarta
|
At
4.1-12
|
Defendendo
o Evangelho no poder do ESPÍRITO.
|
|
Quinta
|
At
8.14-17
|
O poder
do ESPÍRITO sendo recebido.
|
|
Sexta
|
At
13.1-4
|
Missionários
dirigidos pelo ESPÍRITO.
|
|
Sábado
|
At
13.6-12
|
Vencendo
o Diabo no poder do ESPÍRITO.
|
OBJETIVOS: Ao final desta aula, seu aluno
deverá estar apto a:
Relacionar o pentecostes à obra missionária.
Distinguir os dois tipos de evangelização.
Participar de atividades evangelísticas.
PONTO
DE CONTATO:
Professor, Gunnar Vingren, pioneiro da obra pentecostal no Brasil, foi para
Chicago em 1904, a
fim de estudar quatro anos de teologia no seminário sueco. Em maio de 1909, foi
diplomado e, no mês seguinte, assumiu o pastorado da Primeira Igreja Batista em
Menominee, Michigam. No verão desse mesmo ano, DEUS o encheu de uma grande sede
de receber o batismo com o ESPÍRITO SANTO e com fogo. Em novembro de 1909,
Vingren dirigiu-se até Chicago a fim de participar de uma conferência realizada
pela Igreja Batista Sueca. Foi com o firme propósito de buscar o batismo com o
ESPÍRITO SANTO. Depois de cinco dias buscando o Senhor, JESUS o batizou com o
ESPÍRITO SANTO e com fogo, falando em novas línguas conforme está escrito em
Atos 2. Assim se expressou Vingren em seu diário "É impossível descrever a
alegria que encheu o meu coração. Eternamente o louvarei, pois Ele me batizou
com o seu ESPÍRITO SANTO e com fogo".
SÍNTESE
TEXTUAL: O
movimento pentecostal crê que a efusão do ESPÍRITO foi concedida a Igreja, a
fim de que esta cumpra a grande comissão no poder e autoridade do ESPÍRITO
SANTO (Mt 28.18-20; Mc 16.15-18; Lc 24.40; At 1.8; 2.1-4). No contexto de Atos
dos Apóstolos é o ESPÍRITO SANTO, o responsável direto pela expansão e
multiplicação da igreja, constituindo-se em modelo para a igreja atual. O
ESPÍRITO SANTO, por exemplo, capacita (At 2.4; 1.8), escolhe (At 13.2), envia
(At 13.2), impede (At 16.7). Os resultados da ação do ESPÍRITO atestam o
crescimento e sucesso da igreja primitiva em Jerusalém (At 6.7), na Palestina
(At 9.31), na Ásia Menor (At 16.5), na Europa (At 19.20) e Roma (28.31).
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA: Professor,
a Igreja Cristã Primitiva cumpriu cabalmente a sua missão evangelística. A
expansão da igreja nas cinco regiões (Jerusalém, Palestina, Ásia Menor, Europa
e Roma) é resultado da ação do ESPÍRITO na mesma. Atente para o fato de que as
condições de transportes daqueles dias não se comparam com os dias atuais. E,
no entanto, em menos de 40 anos o cristianismo havia chegado a todo Império
Romano oriental. No gráfico a seguir, temos uma demonstração da Expansão do
Cristianismo até 100 d.C. Apresente-o a classe e descreva aos alunos o poder
missionário de uma igreja cheia do ESPÍRITO SANTO.
|
Atos de
Pedro
|
Atos de
Paulo
|
|
1
|
3
|
8.1b
|
9.32
|
13
|
21.28
|
28
|
|
Nascimento
da Igreja
|
Crescimento
da Igreja
|
Dispersão
da Igreja
|
Igreja
recebe Gentios
|
Igreja
além mares
|
Líderes
são provados
|
|
|
Tibério 30
|
Calígula 37
|
Cláudio
Nero
47 49 52
56 61
|
|
JERUSALÉM
|
JUDÉIA E
SAMARIA
|
CONFINS DA
TERRA
|
|
Período
Judaico
|
Transição
|
Período
Gentílico e Roma
|
|
Pedro
|
Filipe-Barnabé
Pedro-Paulo
|
Paulo
|
|
A Igreja
Estabelecida
|
A Igreja
Dispersa
|
A Extensão
da Igreja
|
|
Herança do
Antigo Testamento
|
Mundo
Gentio
|
Evangelização
Mundial
|
RESUMO
DOS COMENTÁRIOS Pr. ANTÔNIO GILBERTO DA CPAD, ENCONTRADOS NA REVISTA :
INTRODUÇÃO
Ao aceitar
o convite divino para a maravilhosa salvação em CRISTO (Mt 11.28; Tt 3.5),
recebemos a bendita tarefa de anunciar as virtudes do Senhor JESUS CRISTO, que
nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (1 Pe 2.9). Ele nos confiou
"a palavra desta salvação" (At 13.26). Mas, para termos êxito nessa
Grande Comissão do Senhor, conforme Mc 16.15, precisamos da capacitação do
ESPÍRITO SANTO (Jo 14.17; Mc 16.20; 2 Co 3.5), pois é Ele quem nos unge para
evangelizar (2 Co 1.21) e convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo (Jo
16.8-11).
I. A
GRANDE COMISSÃO
A Grande
Comissão de JESUS à sua igreja, abrange a evangelização à nossa volta e a obra
missionária (Mt 28.19; Mc 16.15). JESUS derramou do poder do ESPÍRITO sobre os
seus servos, no dia de Pentecostes (At 2.17), para que se tornassem suas
testemunhas tanto na cidade onde estavam como em outras, até à extremidade da
terra (At 1.8).
1. A evangelização local.
2. A obra missionária.
3. A urgência da evangelização.
a) O
desafio.
b) DEUS
conta conosco.
II. A
URGÊNCIA DA OBRA MISSIONÁRIA
1. O
crescimento da igreja primitiva.
2. O
nosso desafio.
3. Uma
tarefa primordial.
III. A
ASSISTÊNCIA DO ESPÍRITO NA GRANDE COMISSÃO
1. Na
evangelização pessoal.
2. Na
pregação em público.
3. Na
obra missionária.
a)
Escolha.
b) Envio.
c)
Capacitação.
d)
Direção.
CONCLUSÃO
Antes de
sua ascensão, JESUS mencionou cinco aspectos da obra missionária. O alvo:
"ensinai todas as nações" (Mt 28.19). A abrangência: "todo o
mundo... toda criatura" (Mc 16.15). A mensagem: "o arrependimento e a
remissão dos pecados" (Lc 24.47). O modo: "assim como o Pai me enviou,
também eu vos envio a vós" (Jo 20.21). E o poder: "recebereis a
virtude do ESPÍRITO SANTO que há de vir sobre vós" (At 1.8). Para alcançar
o alvo, em toda a sua abrangência, pregando a mensagem certa e de modo
apropriado, precisamos do poder do alto (Lc 24.49). Portanto, irmãos: "Não
extingais o ESPÍRITO" (1 Ts 5.19).
AUXÍLIOS
SUPLEMENTARES: Subsídio Teológico
"Missões
Pentecostais.
Para os
pentecostais, o derramamento do ESPÍRITO SANTO por todo mundo é um sinal do fim
de uma era de colheita. As missões estão longe de se tornar anacrônicas. De
fato, as missões estão ganhando terreno entre muitas das igrejas mais novas
nessa era final, a era do ESPÍRITO. Embora os pentecostais tenham muitas coisas
em comum com outros evangélicos, o movimento pentecostal tem o seu próprio
paradigma de missões. [...] Os pentecostais acreditam que o ESPÍRITO SANTO tem
sido derramado sobre a Igreja como um revestimento de poder para o discipulado
de CRISTO e dos apóstolos. Como vemos, por exemplo, em Atos 1.8, onde CRISTO
declara que o enchimento com o ESPÍRITO SANTO aconteceria para que houvesse
testemunho dEle até aos confins da terra. Os pentecostais encorajam os crentes
a serem cheios com o ESPÍRITO SANTO para que a igreja possa evangelizar o mundo
antes do retorno de CRISTO. [...] A orientação do movimento pentecostal em
essência é cristológica. Para os pentecostais, o poder do ESPÍRITO SANTO é dado
para pregar a CRISTO." (YORK, John V. Missões na era do ESPÍRITO
SANTO. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, p. 154-5.)
Veja estudo da vida de Paulo em ATOS e em Evangelismo e Missões estudos sobre missões VEJA ABAIXO O LIVRO
DE ATOS
Leituras importantes:
At 2.37-41; 4.31,33 O efeito do Pentecostes
At 2.37-41 37 Ouvindo eles isto,
compungiram-se em seu coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que
faremos, varões irmãos?38E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós
seja batizado em nome de JESUS CRISTO para perdão dos pecados, e recebereis o
dom do ESPÍRITO SANTO.39Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos
filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos DEUS, nosso Senhor,
chamar.40E com muitas outras palavras isto testificava e os exortava, dizendo:
Salvai-vos desta geração perversa.41De sorte que foram batizados os que de bom
grado receberam a sua palavra; e, naquele dia, agregaram-se quase três mil
almas.
2.38 ARREPENDEI-VOS, E CADA UM DE VÓS SEJA BATIZADO. O arrependimento,
o perdão dos pecados e o batismo são condições prévias para o recebimento do
dom do ESPÍRITO SANTO. Mesmo assim, o batismo em água antes do recebimento da
promessa do Pai (cf. 1.4,8) não deve ser tido como condição prévia absoluta
para a plenitude do ESPÍRITO SANTO; assim como o batismo no ESPÍRITO não é uma
conseqüência automática do batismo em água. (1) Na situação em apreço, Pedro
exigiu o batismo em água antes do recebimento da promessa, porque na mente dos
seus ouvintes judaicos, o rito do batismo era pressuposto como parte de
qualquer decisão de conversão. O batismo em água, contudo, não precedeu o
batismo no ESPÍRITO nas ocasiões registradas em 9.17,18 (o apóstolo Paulo) e
10.44-48 (os da casa de Cornélio). (2) Cada crente, depois de se arrepender dos
seus pecados e de aceitar JESUS CRISTO pela fé, deve receber (2.38; cf. Gl
3.14) o batismo pessoal no ESPÍRITO. Vemos no livro de Atos o dom do ESPÍRITO
SANTO sendo conscientemente desejado, buscado e recebido (1.4,14; 4.31;
8.14-17; 19.2-6); a única exceção possível à regra, no NT, foi o caso de
Cornélio (10.44-48). Daí, o batismo no ESPÍRITO não deve ser considerado um dom
automaticamente concedido ao crente em CRISTO.
2.39 A VÓS, A VOSSOS
FILHOS E A TODOS. A promessa do batismo no ESPÍRITO SANTO não foi apenas para
aqueles presentes no dia de Pentecoste (v.4), mas também para todos os que
cressem em CRISTO durante toda esta era: a vós os ouvintes de Pedro; a vossos
filhos à geração seguinte; à todos os que estão longe à terceira geração e às
subseqüentes. (1) O batismo no ESPÍRITO SANTO com o poder que o acompanha, não
foi uma ocorrência isolada, sem repetição, na história da igreja. Não cessou
com o Pentecoste (cf. v. 38; 8.15; 9.17; 10.44-46; 19.6), nem com o fim da era
apostólica. (2) É o direito mediante o novo nascimento de todo cristão buscar,
esperar e experimentar o mesmo batismo no ESPÍRITO que foi prometido e
concedido aos cristãos do NT (1.4,8; Jl 2.28; Mt 3.11; Lc 24.49).
2.40 DESTA GERAÇÃO PERVERSA. Ninguém, pode ser salvo, se não abandonar a
perversidade e a corrupção da sociedade contemporânea (cf. Lc 9.41; 11.29;
17.25; Fp 2.15). Todos os novos crentes devem ser ensinados a romper com todas
as más companhias, renunciar o mundo ímpio, unir-se com CRISTO e seu povo e
dedicar-se à obra de DEUS (2 Co 6.14,17).
Atos 4.31,33 = 31E, tendo eles orado, moveu-se o lugar em
que estavam reunidos; e todos foram cheios do ESPÍRITO SANTO e anunciavam com
ousadia a palavra de DEUS.32E era um o coração e a alma da multidão dos que
criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas
todas as coisas lhes eram comuns.33E os apóstolos davam, com grande poder,
testemunho da ressurreição do Senhor JESUS, e em todos eles havia abundante
graça.
4.31 TODOS FORAM CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO. Várias verdades importantes
destacam-se aqui. (1) A expressão batizados com ESPÍRITO SANTO (ver 1.5)
descreve a obra de consagração do ESPÍRITO SANTO capacitando inicialmente o
crente com poder divino para testemunhar. Os termos cheios , revestido e com
autoridade descrevem essa sua capacitação para trabalhar (2.4; 4.8,31; 9.17;
13.9,52). Conforme a necessidade, o enchimento do ESPÍRITO pode ser renovado.
(2) As expressões do meu ESPÍRITO derramarei (2.17,18; 10.45), veio sobre eles
o ESPÍRITO SANTO (19.6), retratam de modo diferente a ocasião em que os crentes
são cheios do ESPÍRITO SANTO (2.4; 4.31; 9.17). (3) Todos os crentes, inclusive
os apóstolos anteriormente cheios (2.4), foram novamente cheios a fim de
enfrentarem a oposição contínua dos juDEUS (v. 29). Novos enchimentos com o
ESPÍRITO SANTO fazem parte da vontade e provisão de DEUS para todos os que
receberam o batismo no ESPÍRITO SANTO (cf. 4.8; 13.52). Devemos esperá-los e
buscá-los. (4) Aqui, o ESPÍRITO visita uma congregação inteira. Logo, para que
seja cumprida a vontade de DEUS quanto a igreja, não somente indivíduos devem
ser cheios do ESPÍRITO (4.8; 9.17; 13.9), mas também congregações inteiras
(2.4; 4.31) devem experimentar visitações repetidas do ESPÍRITO SANTO face às
necessidades e desafios especiais. (5) A atuação de DEUS sobre toda a
congregação, com um novo enchimento do ESPÍRITO SANTO, resulta em ousadia e
poder no testemunho dos crentes, em amor uns pelos outros e no recebimento de
graça abundante sobre todos (vv. 31-33).
4.31 ANUNCIAVAM COM OUSADIA A PALAVRA DE DEUS O poder interior do
ESPÍRITO e a realidade da presença de DEUS que vêm da plenitude do ESPÍRITO
libertam o crente do medo doutras pessoas e aumenta grandemente a sua coragem e
motivação para falar de DEUS
4.33 COM GRANDE PODER. Era poder divino manifesto no mais
alto grau que operava nos apóstolos. O grego diz aqui mega dunamis. Grande
poder é a característica distintiva da pregação e do testemunho apostólicos
(cf. 1.8), por três razões:
(1) O testemunho apostólico baseava-se na Palavra de DEUS (v. 29) e na
convicção de que ela fora dada pela inspiração do ESPÍRITO SANTO.
(2) Os discípulos tinham certeza de terem sido enviados e comissionados
pelo próprio JESUS CRISTO, o Senhor ressurreto (v. 33).
(3) O grande poder do ESPÍRITO SANTO operando nos discípulos (v. 31),
efetuava grande convicção nos ouvintes do evangelho quanto ao pecado de cada
um, a justiça de CRISTO e o juízo divino (ver Jo 16.8). Hoje, o mesmo
acontecerá em nossas igrejas se o ESPÍRITO operar poderosamente.
At 6.8-10 O mártir Estevão
8E Estevão, cheio de fé e de poder, fazia prodígios e grandes
sinais entre o povo.9E levantaram-se alguns que eram da sinagoga chamada dos
Libertos, e dos cireneus, e dos alexandrinos, e dos que eram da Cilícia e da
Ásia, e disputavam com Estevão.10E não podiam resistir à sabedoria e ao
ESPÍRITO com que falava
6.8 ESTEVÃO, CHEIO DE FÉ E DE PODER. O ESPÍRITO SANTO deu a Estevão poder para
realizar prodígios e grandes sinais entre o povo (v. 8) e lhe deu grande
sabedoria para pregar o evangelho de tal maneira, que seus oponentes não podiam
contestar os seus argumentos (v. 10; cf. Êx 4.15; Lc 21.15).
At 8.14-17 O evangelho em Samaria
14Os apóstolos, pois, que estavam em Jerusalém, ouvindo que
Samaria recebera a palavra de DEUS, enviaram para lá Pedro e João,15os quais,
tendo descido, oraram por eles para que recebessem o ESPÍRITO SANTO.16(Porque
sobre nenhum deles tinha ainda descido, mas somente eram batizados em nome do
Senhor JESUS.)17Então, lhes impuseram as mãos, e receberam o ESPÍRITO SANTO.
CRESSEM... DO NOME DE JESUS CRISTO. Os samaritanos já eram convertidos e
salvos antes do ESPÍRITO vir sobre eles (ver o v. 17). (1) Creram e foram
batizados. Dois fatos tornam claro que a fé dos samaritanos era fé genuína
salvífica. (a) Tanto Filipe (v. 12) quanto os apóstolos (v. 14) consideravam
válida a fé que eles tinham. (b) Os samaritanos assumiram um compromisso
público com CRISTO mediante o batismo em água (v. 12). As Escrituras afirmam
que Quem crer e for batizado será salvo (Mc 16.16). Sendo assim, eram
regenerados e o ESPÍRITO SANTO habitava neles (Rm 8.9). (2) O recebimento do
ESPÍRITO SANTO por eles, vários dias mais tarde (v. 17), não era para salvação.
Era o recebimento do ESPÍRITO SANTO como os discípulos o receberam no dia de
Pentecoste, i.e., para dotá-los de poder para o serviço e o testemunho para
DEUS (1.8). Lucas emprega aqui a expressão recebereis a virtude do ESPÍRITO ,
primeiramente no sentido de revestir de poder divino (1.8; 2.38; 8.17; 10.47;
19.2), e não no sentido do novo nascimento ou da regeneração. (3) Alguns têm
ensinado que a fé dos samaritanos não era uma fé salvífica e regeneradora. É
uma incoerência crer que Filipe, um homem cheio de fé, de sabedoria e do
ESPÍRITO SANTO (6.3-5), batizasse, curasse e expulsasse demônios de pessoas,
cuja fé não considerasse genuína
8.16 SOBRE NENHUM DELES TINHA AINDA DESCIDO. O ESPÍRITO ainda não tinha
descido sobre nenhum deles, da mesma maneira que descera sobre os crentes no
dia de Pentecoste (2.4). Ainda não descera sobre eles de conformidade com a
promessa do Pai (1.4) e conforme CRISTO predissera: vós sereis batizados com o
ESPÍRITO SANTO (1.5; ver vv. 5-24; v. 18).
8.17 RECEBERAM O ESPÍRITO SANTO. Mediante a imposição das mãos dos
apóstolos, os samaritanos recebem o ESPÍRITO SANTO de modo idêntico ao batismo
do dia de Pentecoste (1.8; 2.4). A experiência dos samaritanos em duas etapas,
ou seja: primeiramente crer e depois ser cheio do ESPÍRITO, demonstra que a
experiência em duas etapas dos crentes, do dia de Pentecoste não foi anômala.
As experiências tanto de Paulo em 9.5-17, como a dos discípulos efésios em
19.1-6, foram iguais à dos samaritanos. Aceitaram CRISTO como Senhor e depois
foram cheios do ESPÍRITO. Não tem que haver um longo tempo de espera entre a
salvação e o batismo no ESPÍRITO, conforme demonstra o caso dos gentios em
Cesaréia (cap. 10).
At 11.22-24 O evangelho em Antioquia
22E chegou a fama destas coisas aos ouvidos da igreja que
estava em Jerusalém; e enviaram Barnabé até Antioquia,23o qual, quando chegou e
viu a graça de DEUS, se alegrou e exortou a todos a que, com firmeza de coração,
permanecessem no Senhor.24Porque era homem de bem e cheio do ESPÍRITO SANTO e
de fé. E muita gente se uniu ao Senhor.
11.23 QUE... PERMANECESSEM NO SENHOR. Os discípulos do NT não aceitavam o ensino
que aquele que recebesse a graça de DEUS permaneceria automaticamente leal ao
Senhor, visto que o pecado, o mundo e as tentações de Satanás podiam levar um
novo crente a desviar-se do caminho da salvação em CRISTO. Barnabé
nos oferece um exemplo de como os novos convertidos devem ser tratados: que
nosso interesse principal seja ajudá-los e animá-los a permanecerem na fé, no
amor e na comunhão com CRISTO e com sua igreja (cf. 13.43; 14.22).
At 16.6-10 O ESPÍRITO SANTO e a obra missionária
6E, passando pela Frigia e pela província da Galácia, foram impedidos
pelo ESPÍRITO SANTO de anunciar a palavra na Ásia.7E, quando chegaram a Mísia,
intentavam ir para Bitínia, mas o ESPÍRITO de JESUS não lho permitiu.8E, tendo
passado por Mísia, desceram a Trôade.9E Paulo teve, de noite, uma visão em que
se apresentava um varão da Macedônia e lhe rogava, dizendo: Passa à Macedônia e
ajuda-nos!10E, logo depois desta visão, procuramos partir para a Macedônia,
concluindo que o Senhor nos chamava para lhes anunciarmos o evangelho.
16.6 IMPEDIDOS PELO ESPÍRITO SANTO. Toda a iniciativa no evangelismo e
na atividade missionária, especialmente no caso das viagens missionárias
registradas em Atos, deve ser orientada pelo ESPÍRITO SANTO, como vemos em 1.8;
2.14-41; 4.8-12,31; 8.26-29,39,40; 10.19,20; 13.2; 16.6-10; 20.22. A orientação
aqui, pode ter ocorrido em forma de uma revelação profética, de um impulso
interior, de circunstâncias externas, ou visões (vv. 6-9). Pelo impulso do
ESPÍRITO, avançavam para levar o evangelho aos não salvos. Quando o ESPÍRITO os
impedia de ir numa direção, iam noutra, confiando nEle para aprovar ou
desaprovar seus planos de viagem.
At 20.20-27; 1 Ts 1.5 O ESPÍRITO SANTO na vida do apóstolo Paulo
At 20.20-27 20 como nada, que útil seja, deixei de vos
anunciar e ensinar publicamente e pelas casas,21testificando, tanto aos juDEUS
como aos gregos, a conversão a DEUS e a fé em nosso Senhor JESUS
CRISTO.22E, agora, eis que, ligado eu pelo ESPÍRITO, vou para Jerusalém, não
sabendo o que lá me há de acontecer,23senão o que o ESPÍRITO SANTO, de cidade
em cidade, me revela, dizendo que me esperam prisões e tribulações.24Mas em
nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha
carreira e o ministério que recebi do Senhor JESUS, para dar testemunho do
evangelho da graça de DEUS.25E, agora, na verdade, sei que todos vós, por quem
passei pregando o Reino de DEUS, não vereis mais o meu rosto.26Portanto, no dia
de hoje, vos protesto que estou limpo do sangue de todos;27porque nunca deixei
de vos anunciar todo o conselho de DEUS.
20.20 NADA... DEIXEI DE VOS ANUNCIAR. Paulo pregava tudo que era útil ou
necessário à salvação de seus ouvintes. O ministro do evangelho deve ser fiel
ao anunciar toda a verdade de DEUS à sua congregação. Não deve procurar agradar
aos desejos dos ouvintes, nem satisfazer o gosto deles, nem promover sua
própria popularidade. Mesmo se tiver que falar palavras de re-preensão e de
reprovação, ensinar contrariamente a preconceitos naturais, ou pregar padrões
bíblicos opostos aos desejos da natureza carnal; o pregador fiel entregará a
verdade plena por amor ao rebanho (e.g., Gl 1.6-10; 2 Tm 4.1-5).
20.22 LIGADO EU PELO ESPÍRITO. O ESPÍRITO de Paulo, sob o controle do
ESPÍRITO SANTO, sentia-se compelido a ir até Jerusalém. Sabia que aflições e
sofrimentos o aguardavam (v. 23), mas confiou em DEUS, não sabendo se isso
redundaria em vida ou em morte para ele (ver 21.4).
20.23 O ESPÍRITO SANTO... ME REVELA. A revelação do ESPÍRITO SANTO a Paulo
de que prisões e tribulações o esperavam provavelmente veio-lhe através dos
profetas, nas igrejas por onde ele ia passando (cf. 1 Co 12.10).
20.24 EM NADA TENHO A
MINHA VIDA POR PRECIOSA. A preocupação principal de Paulo não era preservar
a sua própria vida. O mais importante para ele era cumprir o ministério para o
qual DEUS o chamara. Seja qual fosse o fim em vista, mesmo em se tratando do
sacrifício da sua vida, ele, com alegria, iria até o fim da sua carreira com
esta confiança: CRISTO será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu
corpo, seja pela vida, seja pela morte (Fp 1.20). Engrandecermos a CRISTO
estando vivos é fácil entender; mas engrandecê-lo por nossa morte é difícil
para todos entender e aceitar. Para Paulo, a vida e o serviço para CRISTO são
representados como uma carreira ou corrida que se deve correr com absoluta
fidelidade ao seu Senhor (cf. 13.25; 1 Co 9.24; 2 Tm 4.7; Hb 12.1).
20.26 ESTOU LIMPO DO SANGUE DE TODOS. A palavra sangue é empregada
normalmente no sentido de derramamento de sangue, ou seja: o crime de provocar
a morte dalguma pessoa (cf. 5.28; Mt 23.35; 27.25). (1) Aqui significa que se
alguém ali morresse espiritualmente e se perdesse para sempre, Paulo estaria
isento de culpa. (2) Se os pastores não quiserem ser considerados culpados pela
perdição de pessoas que eles pastoream, deverão declarar-lhes toda a vontade de
DEUS (v. 27).
1 Tessalonicenses 1.5 = porque o nosso
evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em poder, e no ESPÍRITO
SANTO, e em muita certeza, como bem sabeis quais fomos entre vós, por amor de
vós.
1.5 EM PODER...
NO ESPÍRITO SANTO. A pregação apostólica do evangelho
consistia em quatro elementos essenciais. (1) Os apóstolos pregavam aos outros
a Palavra de DEUS (2.8) e de CRISTO (3.2). (2) Pregavam a Palavra de DEUS no
poder do ESPÍRITO SANTO (Mt 3.11; At 1.5-8; 2.4). Esse poder resultava na
convicção do pecado, na libertação da escravidão de Satanás e na operação de
milagres e curas (ver At 4.30; 1 Co 2.4). (3) A mensagem era proclamada com
profunda convicção. Porque tinham fé em CRISTO e o ESPÍRITO SANTO operando
nele; possuíam em seus corações a plena certeza da veracidade e do poder da
mensagem (cf. Rm 1.16). (4) Aqueles que criam na mensagem obedeciam à Palavra e
a praticavam; eram SANTOs e justos diante de todos. Sem esses quatro elementos
para acompanhar a proclamação do evangelho, a plena redenção em CRISTO não será
experimentada nas igrejas.
ATOS 1.6-8 = 6Aqueles, pois, que se haviam reunido
perguntaram-lhe, dizendo: Senhor, restaurarás tu neste tempo o reino a
Israel?7E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai
estabeleceu pelo seu próprio poder.8Mas recebereis a virtude do ESPÍRITO SANTO,
que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em
toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.
RECEBEREIS A VIRTUDE. O termo original para virtude é dunamis, que
significa poder real; poder em
ação. Esse é o versículo-chave do livro de
Atos. O propósito principal do batismo no ESPÍRITO SANTO é o recebimento de
poder divino para testemunhar de CRISTO, para ganhar os perdidos para Ele, e
ensinar-lhes a observar tudo quanto CRISTO ordenou. Sua finalidade é que CRISTO
seja conhecido, amado, honrado, louvado e feito Senhor do povo de DEUS (cf. Mt
28.18-20; Lc 24.49; Jo 5.23; 15.26,27).
(1) Poder (gr. dunamis) significa mais do que força ou capacidade;
designa aqui, principalmente, o poder divino em operação, em ação. O batismo no
ESPÍRITO SANTO trará o poder pessoal do ESPÍRITO SANTO à vida do crente.
(2) Note que neste versículo Lucas não relaciona o batismo no ESPÍRITO
SANTO com a salvação e regeneração da pessoa, mas com o poder celestial no
interior do crente para este testemunhar com grande eficácia .
(3) A obra principal do ESPÍRITO SANTO no testemunho e na proclamação
do evangelho diz respeito à obra salvífica de CRISTO, à sua ressurreição e à
promessa do batismo no ESPÍRITO (cf. 2.14-42).
SER-ME-EIS TESTEMUNHAS. O batismo no ESPÍRITO SANTO não
somente outorga poder para pregar JESUS como Senhor e Salvador, como também
aumenta a eficácia desse testemunho, fortalecido e aprofundado pelo nosso
relacionamento com o Pai, o Filho e o ESPÍRITO SANTO por termos sido cheios do
ESPÍRITO (cf. Jo 14.26; 15.26,27).
(1) O ESPÍRITO SANTO revela e torna mais real para nós a presença
pessoal de JESUS (Jo 14.16-18). Uma comunhão íntima com o próprio JESUS CRISTO
resultará num desejo cada vez maior da nossa parte de amar, honrar e agradar
nosso Salvador.
(2) O ESPÍRITO SANTO dá testemunho da justiça (Jo 16.8,10) e da verdade
(Jo 16.13), as quais glorificam a CRISTO (Jo 16.14), não somente com palavras,
mas também no modo de viver e no agir. Daí, quem tem o testemunho do ESPÍRITO
SANTO a respeito da obra redentora de JESUS CRISTO, manifestará com certeza, à
semelhança de CRISTO, o amor, a verdade e a justiça em sua vida (cf. 1 Co 13).
(3) O batismo no ESPÍRITO SANTO outorga poder para o crente testemunhar
de CRISTO e produz nos perdidos a convicção do pecado, da justiça e do juízo
(ver Jo 16.8estudo). Os efeitos desta convicção se tornarão evidentes naqueles
que proclamam com sinceridade a mensagem da Palavra e naqueles que a recebem
(2.39,40).
(4) O batismo no ESPÍRITO SANTO destina-se àqueles cujos corações
pertencem a DEUS por terem abandonado seus maus caminhos (2.38; 3.26), e é
mantido mediante a mesma dedicação sincera a CRISTO (ver 5.32).
(5) O batismo no ESPÍRITO SANTO é um batismo no ESPÍRITO que é SANTO
(cf. ESPÍRITO de santificação , Rm 1.4). Assim, se o ESPÍRITO SANTO realmente
estiver operando em nós plenamente, viveremos em maior conformidade com a
santidade de CRISTO. À luz destas verdades bíblicas, portanto, quem for
batizado no ESPÍRITO SANTO, terá um desejo intenso de agradar a CRISTO em tudo
o que puder. Noutras palavras: a plenitude do ESPÍRITO complementa (i.e.,
completa) a obra salvífica e santificadora do ESPÍRITO SANTO em nossa vida.
Aqueles que afirmam ter a plenitude do ESPÍRITO, mas vivem uma vida contrária
ao ESPÍRITO de santidade, estão enganados e mentindo. Aqueles que manifestam
dons espirituais, milagres, sinais espetaculares, ou oratória inspiradora, mas
não têm uma vida de verdadeira fé, amor e retidão, não estão agindo segundo o
ESPÍRITO SANTO, mas segundo um ESPÍRITO impuro que não é de DEUS (Mt 7.21-23;
cf. Mt 24.24; 2 Co 11.13-15).
ROMANOS 1.14-17 = 14 Eu sou devedor tanto a gregos como a
bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes. 15 E assim, quanto está em mim,
estou pronto para também vos anunciar o evangelho, a vós que estais em
Roma. 16 Porque não me envergonho do evangelho de CRISTO, pois é o poder de
DEUS para salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego.
17 Porque nele se descobre a justiça de DEUS de fé em fé, como está escrito:
Mas o justo viverá da fé.
1.17 DE FÉ EM FÉ. "De fé em fé" significa literalmente "fé do
começo ao fim". O justo deve viver sempre pela fé, e, assim fazendo,
continua a viver uma
vida, espiritualmente cada vez mais rica (ver 8.12,13; 14.13-23; Hb
10.38).
ESTUDO COMPLEMENTAR:
I. MOTIVOS QUE LEVARAM PAULO A REALIZAR A OBRA MISSIONÁRIA
O MUNDO, DEPOIS DE PAULO, AINDA
NÃO VIU UM HOMEM TOTALMENTE ENTREGUE NAS MÃOS DE DEUS COMO ESTE. BASTAVA A NÓS
HOJE 10 PAULOS E O EVANGELHO JÁ TERIA ALCANÇADO TODO O MUNDO.
Fl 1.21 Porque
para mim o viver é CRISTO, e o morrer é lucro.
|
Livros
|
Idéias Missionários
no AT
|
Livros
|
Idéias Missionárias
no NT
|
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Pentateuco
|
Adão Gn 1.28;3.15
Noé Gn 9.1
Abraão Gn 26.2-4
Isaque Gn 26.2-4
Jacó Gn 28.12-14
Moisés Êx 19.5,6
|
Evangelhos
|
Lc 9.1-6; 24.45-49
Mt 10.16-42;
23.16-20
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|
Históricos
|
Naamã 2 Rs 5
Raabe Js 2; Hb 11.31
O livro de Ester
|
Atos
|
At 1.8; 5.28,42;
8.4,11,20; 17.6
|
|
Poéticos
|
Salmos 47; 50; 67;
72; 89; 96; 98;
104;117.
|
Epístolas
|
Rm 15.9; Gl 1.15,16;
3.8; Ef 3.4-6; Fp
2.10,11;
1 Tm 2.4; 3.16.
|
|
Proféticos
|
Is 45.21,22; Jr 3.17;
Hb 2.14; Ag 2.7; Zc
9.10; Ml 1.11
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Apocalipse
|
Ap 5.9,10,13; 7.9;
10.11; 11.15;
20.11-15; 21.9-27.
|
1. A convicção de que JESUS é o único meio de salvação (Jo 14.6; At
4.12).
At 4.12 EM NENHUM OUTRO HÁ SALVAÇÃO. Os discípulos tinham
convicção de que a maior necessidade de cada indivíduo era a salvação do pecado
e da
ira de DEUS, e pregavam que esta necessidade não poderia ser satisfeita por
nenhum outro, senão JESUS CRISTO. Isto revela a natureza exclusiva do
evangelho e coloca sobre a igreja a pesada responsabilidade de pregar o
evangelho a todas as pessoas. Se houvesse outros meios de salvação, a
igreja
poderia ficar despreocupada. Mas, segundo o próprio CRISTO (Jo 14.6), não há esperança
para ninguém, fora da salvação em CRISTO (cf. 10.43; 1 Tm 2.5,6).
Este é o fundamento do imperativo missionário. A Chamada de DEUS é
inconfundível àqueles que se entregam totalmente nas mãos do todo
poderoso.
2. O impacto da realidade de que os gentios não conhecem a DEUS. Paulo tinha o
coração quebrantado para com a necessidade dos povos sem salvação (Rm 3.17; Ef
2.12).
Nos capítulos 1,2, Paulo demonstrou que todo mundo, seja gentio ou judeu, é
escravo do pecado. Em 3.9-18, ele explica o porquê disso e ensina que todo ser
humano tem uma natureza pecaminosa, que o instiga ao pecado e ao mal (ver vv.
10-18). Disso resulta que todos são culpados e estão sob a condenação divina
(v. 23). A solução de DEUS, para essa situação trágica, é oferecer perdão,
ajuda, graça, justiça e salvação a todos, mediante a redenção que há em CRISTO JESUS (vv.
21-26). O desejo de ajudar aos outros a encontrarem o verdadeiro caminho para
DEUS é uma constante na vida de um missionário.
3. A certeza de que JESUS ordenou: “Ide por todo o mundo”. "Tanto em
Jerusalém como em Samaria..." (Tanto quer dizer ao mesmo tempo, não quer
dizer primeiro em Jerusalém, mas sim ao mesmo tempo que é pregado em Jerusalém
deve ser pregado também em outras partes do mundo).
Mt 28.28.19 IDE... ENSINAI... BATIZANDO. Estas palavras constituem a Grande
Comissão de CRISTO a todos os seus seguidores, em todas as gerações.
Declaram o alvo, a responsabilidade e a outorga da tarefa missionária da
igreja.
(1) A igreja deve ir a todo o mundo e pregar o evangelho a todos, de
conformidade com a revelação no NT, da parte de CRISTO e dos apóstolos (ver Ef
2.20). Esta tarefa inclui a responsabilidade primordial de enviar missionários
a todas as nações (At 13.1-4).
(2) O evangelho pregado centraliza-se no arrependimento e na remissão
(perdão) dos pecados (Lc 24.47), na promessa do recebimento de o dom do
ESPÍRITO SANTO (At 2.38), e na exortação de separar-nos desta geração perversa
(At 2.40), ao mesmo tempo em que esperamos a volta de JESUS, do céu (At 3.19,20;
1 Ts 1.10).
(3) O propósito da Grande Comissão é fazer discípulos que observarão os
mandamentos de CRISTO. Este é o único imperativo direto no texto original deste
versículo. A intenção de CRISTO não é que o evangelismo e o testemunho
missionário resultem apenas em decisões de conversão. As energias espirituais
não devem ser concentradas meramente em aumentar o número de membros da igreja,
mas, sim, em fazer discípulos que se separam do mundo, que observam os
mandamentos de CRISTO e que o seguem de todo o coração, mente e vontade (cf. Jo
8.31).
(4) Note-se, ainda, que CRISTO nos ordena a concentrar nossos esforços
para alcançar os perdidos e não em cristianizar a sociedade ou assumir o
controle do mundo. Aqueles que crêem em CRISTO devem abandonar o presente
sistema mundano maligno e separar-se da sua imoralidade (Rm 13.12; 2 Co 6.14;
), e ao mesmo tempo expor a sua malignidade (Ef 5.11).
(5) Os que crêem em CRISTO e no evangelho devem ser batizados em água.
Este ato representa o compromisso que assumiram, de renúncia à imoralidade, ao
mundo e à sua própria natureza pecaminosa e de se consagrar sem reservas a
CRISTO e aos propósitos do seu reino (ver At 22.16).
(6) CRISTO estará com seus seguidores obedientes, através da presença e
do poder do ESPÍRITO SANTO (cf. v. 20; 1.23; 18.20). Devem ir a todas as nações
e testemunhar somente depois que do alto sejam revestidos de poder (Lc 24.49;
ver At 1.8)
4. A convicção da responsabilidade pessoal de anunciar o evangelho.
"ai de mim se não anunciar o evangelho!" 1 Co 9.16
At 9.16 PADECER PELO MEU NOME. A conversão de Paulo incluiu não somente
uma ordem para pregar o evangelho, mas também uma chamada para sofrer
por amor a CRISTO. Paulo foi informado desde o início que ele sofreria muito
pela causa de CRISTO. No reino de CRISTO, sofrer por amor a Ele é um sinal do
mais alto favor de DEUS (14.22; Mt 5.11,12; Rm 8.17; 2 Tm 2.3) e o meio de ter
um ministério frutífero (Jo 12.24; 2 Co 1.3-6); resulta em recompensas
abundantes no céu (Mt 5.12; 2 Tm 2.12). A morte precisa atuar no crente para
que a vida de DEUS flua dele para os outros (Rm 8.17,18,36,37; 2 Co 4.10-12).
Para outros textos sobre os sofrimentos de Paulo, ver 20.23; 2 Co 4.8-18;
6.3-10; 11.23-27; Gl 6.17; 2 Tm 1.11,12; ver também 2 Co 1.4; 11.23).
O Senhor JESUS CRISTO é o conteúdo do evangelho: sua vinda, seu
ministério terreno, seu sofrimento, morte e ressurreição (Rm 1.1-7). É a
mensagem de CRISTO que salva o pecador (Jo 3.16; Rm 1.16). É o meio empregado
por DEUS para a salvação de todo aquele que crer (1 Co 15.2). Só através do
evangelho é que o homem conhece a salvação na pessoa de JESUS. O evangelho de
CRISTO é a única resposta para este mundo que perece em conseqüência do pecado.
II. PAULO, O GRANDE MISSIONÁRIO
Missão não quer dizer dirigir Igreja, mas abrir Igrejas, treinar
obreiros e colocá-los para dirigir as Igrejas abertas; talvez este seja o
principal problema das missões modernas que querem colocar pastores para serem
missionários e não missionários para abrirem Igrejas e passarem a direção para
os que se convertem.
At 14.23 E, havendo-lhes feito eleger anciãos em cada igreja
e orado com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido.
1. O ESPÍRITO SANTO encheu Paulo do amor de DEUS.
O amor pelas almas é a base de toda a nossa existência e de nossa
permanência na terra. Quem coloca esse amor em nossos corações é o ESPÍRITO
SANTO.
Rm 5.5 e a esperança não desaponta, porquanto o amor de DEUS está
derramado em nossos corações pelo ESPÍRITO SANTO que nos foi dado.
2. O ESPÍRITO SANTO capacitou Paulo para dar sua vida em sacrifício vivo a
DEUS.
O que custa para nós dar a vida por alguém que já deu a sua por nós? A
vida do filho de DEUS é muito mais preciosa do que a nossa Só teremos tudo de
DEUS, quando pudermos dar para DEUS tudo o que é nosso, inclusive nossa própria
vida.
Gl 2.20 Já estou crucificado com CRISTO; e vivo, não mais eu, mas CRISTO vive
em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé no filho de DEUS, o qual
me amou, e se entregou a si mesmo por mim.
At 21.13 Então Paulo respondeu: Que fazeis chorando e magoando-me o
coração? Porque eu estou pronto não só a ser ligado, mas ainda a morrer em
Jerusalém pelo nome do Senhor JESUS.
3. O ESPÍRITO SANTO, ESPÍRITO de poder, operou poderosamente na vida de Paulo.
Paulo tinha "O Miraculoso" como credenciais de seu
apostolado, é a confirmação de DEUS à sua obra, os sinais são poderosas armas
de evangelização em massa, com resultados espantosos, podem mudar toda uma
cidade de uma vez só.
At 19.11 E DEUS pelas mãos de Paulo fazia milagres extraordinários,12 de sorte
que lenços e aventais eram levados do seu corpo aos enfermos, e as doenças os
deixavam e saíam deles os ESPÍRITOs malignos.
4. O ESPÍRITO SANTO operou na vida de Paulo uma total dependência de DEUS.
Lembrarmos de que DEUS é quem opera todas as coisas é primordial, pois
os planos fazemos, mas a resposta vem de DEUS. Estaremos sempre na dependência
da vontade de DEUS, seja ela permissiva ou perfeita; lembrar de perguntar a
DEUS qual é sua vontade é dever de todo crente, DEUS sabe o futuro e sabe o
resultado de tudo o que queremos fazer, por isso é melhor confiarmos em sua
direção.
At 13.2 Enquanto eles ministravam perante o Senhor e jejuavam,
disse o ESPÍRITO SANTO: Separai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os
tenho chamado.
At 16.6 Atravessaram a região frígio-gálata, tendo sido impedidos pelo
ESPÍRITO SANTO de anunciar a palavra na Ásia;7 e tendo chegado diante da Mísia,
tentavam ir para Bitínia, mas o ESPÍRITO de JESUS não lho permitiu.
5. O ESPÍRITO SANTO deu a Paulo a visão da vitória que sempre acompanha o
evangelho.
A confiança na providência divina nas oras mais difíceis é o segredo
dos vencedores, mesmo que as circunstâncias externas sejam desesperadoras, pois
não vivemos por vista, mas pela fé no filho de DEUS.
2Co 1.8 Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos
sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira oprimidos acima das nossas
forças, de modo tal que até da vida desesperamos;9 portanto já em nós mesmos
tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em DEUS,
que ressuscita os mortos;10 o qual nos livrou de tão horrível morte, e livrará;
em quem esperamos que também ainda nos livrará.
AS DIVERSAS ESTRATÉGIAS
1. Nas casas. Paulo fundou igrejas não somente usando as sinagogas e
através de campanhas evangelísticas. Ele usou muitas outras estratégias. Em
Corinto, começou por uma sinagoga (18.4), em seguida encontrou abrigo na casa
de Tito Justo, e depois teve o apoio de Crispo, líder da sinagoga, que logo se
converteu (18.7,8). Da mesma forma, fundou a igreja de Filipos, na casa de uma
empresária de nome Lídia (At 16.14,15), e em Éfeso, começando por uma sinagoga
(18.19), continuou nas casas (20.20). Até hoje, a maioria das igrejas nasce nas
casas dos crentes. Essa estratégia continua a ser usada em nossos dias.
2. Nas praças. A pregação nas ruas e praças tem dado origem a muitas
igrejas locais. Há muitas localidades onde esse trabalho não é permitido; em
outros lugares não dá resultado. O apóstolo Paulo usou essa estratégia em
Atenas (At 17.17). Esse método foi, no princípio, usado por nossos pioneiros
Daniel Berg e Gunnar Vingren. Em muitos lugares, continua surtindo resultados.
O modelo é bíblico; cabe a cada um ter o necessário discernimento para
aplicá-lo na hora e na localidade adequadas. As praças de sua cidade podem ser
uma terra fértil para semear a semente.
3. Nos centros acadêmicos. A igreja de Atenas nasceu de um trabalho do
apóstolo Paulo entre os acadêmicos (At 17. 19, 22, 34). O Senhor JESUS tem
muitas testemunhas entre os universitários, professores e eruditos de todo o
mundo. Muitos destes organizam trabalhos programados para alcançar os seus
pares para JESUS. Muitos conseguem espaço físico na própria instituição de ensino
para reuniões, além de cultos em ação de graças em eventos como formaturas. É
um trabalho promissor, e tem suas bases na Bíblia.
4. Os grandes centros urbanos. O apóstolo
procurava os grandes centros urbanos fundando neles igrejas. Ele passou por inúmeras
cidades em suas viagens, mas sua meta era alcançar as de maior porte. Depois,
as igrejas das grandes cidades encarregam-se de evangelizar as cidades menores
vizinhas. Éfeso era o centro das sete igrejas da Ásia; Paulo, portanto, foi o
fundador delas através da cidade de Éfeso.
III. O BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO DÁ VISÃO E CAPACITAÇÃO MISSIONÁRIAS
É
com o BATISMO com o ESPÍRITO SANTO que o crente sente o poder para testificar
de DEUS, mesmo que para isso tenha que arriscar a vida, é uma força propulsora,
é um vento favorável na vela da vontade missionária.
1. A despedida de JESUS e seu assunto central.
As últimas palavras de JESUS ficaram gravadas no subconsciente de
Paulo, mesmo que as não tenha ouvido pessoalmente. O Desejo missionário invadiu-lhe
todo o ser e nesta hora não importa o conforto, a família, o trabalho, os
estudos, os amigos, nada enfim é motivo suficiente para apagar esta chama que
queima dia e noite em nosso coração, os sonhos são invadidos por multidões que
clamam por socorro; não há como parar esta locomotiva de paixão pelas almas.
Uma ordem e não uma recomendação. Fazer missões é mandamento
bíblico. Trata-se de uma ordem bíblica imperativa e não meramente um parecer ou
uma recomendação. É algo que não depende mais de mandamento específico ou de
receber uma visão especial da parte de DEUS para iniciar a obra missionária.
Essa ordem, como vimos, já está na Bíblia (1 Co 9.16). Essa mensagem de
salvação é para ser pregada a “todo o mundo” (Mc 16.15), até aos confins da
terra, mediante a atuação do ESPÍRITO SANTO (At 1.8). Essa incumbência foi dada
à Igreja. O que é necessário é buscar a direção do ESPÍRITO para saber como
realizar tal tarefa.
2. O ESPÍRITO SANTO conferiu aos discípulos a visão missionária.
Já
no dia do pentecostes os discípulos viram e participaram de um evangelismo
gigantesco planejado, organizado e executado pelo ESPÍRITO SANTO.
Aquelas almas estavam sedentas por salvação e por bênçãos de DEUS, ao
ouvirem a pregação da Palavra de DEUS foram convencidos do pecado, da justiça e
do juízo, além disto já estavam desejando receber a bênção do BATISMO COM O
ESPÍRITO SANTO.
IV. O ESPÍRITO SANTO CONTINUA CHAMANDO CRENTES PARA A OBRA MISSIONÁRIA
AS CAMPANHAS OU CRUZADAS EVANGELÍSTICAS
A. Campanha de Chipre. A primeira viagem missionária do apóstolo Paulo durou
cerca de dois anos, 48 e 49 d.C. O verbo grego dierchomai, “atravessar”, usado
nesta expressão: “atravessado a ilha até Pafos” (13.6), dá a idéia de campanha
evangelística. O Dr. Sir William Ramsay, arqueólogo que investigou o livro de
Atos, constata que Lucas não cometeu nenhum erro ao mencionar os 32 países, as
54 cidades e as 9 ilhas em
Atos. Ele diz que o referido verbo significa “uma turnê
evangelística em toda a ilha”.
B. Em Listra e Derbe. O texto sagrado diz: “Ali pregavam o evangelho” (14.7). O
contexto mostra que Paulo e Barnabé fizeram uma cruzada evangelística entre os
gentios. Constata-se isso em decorrência do movimento provocado pelos moradores
da região em virtude da cura do coxo de nascença, e por haverem confundido
Paulo e Barnabé com divindades romanas, Mercúrio e Júpiter (14.8-14).
C. As campanhas da atualidade. Há os que criticam as campanhas ou cruzadas
evangelísticas. Esse método de evangelização é usado em muitas partes do mundo
com resultados extraordinários. Via de regra, os evangelistas usam ginásios de
esportes, estádios de futebol, locais de grandes concentrações com resultados
extraordinários. Os resultados, entretanto, podem ser desastrosos para a igreja
promotora do evento, quando o pregador não preenche os requisitos espirituais
exigidos pela Bíblia ou quando não há organização adequada. O problema não está
nessas campanhas em si, pois o modelo é bíblico; pode estar no propósito e no
método utilizados.
1.Quando a igreja orava, o ESPÍRITO falava (At 13.1-4).
Oração
e Jejum eis a fórmula mágica do sucesso do crente na vida espiritual, sempre
que o crente entra num período de jejum e oração recebe revelações de DEUS e
fica mais íntimo do ESPÍRITO SANTO. É um carregar de bateria, é um
abastecimento de poder para lutar as lutas de DEUS.
2. O ESPÍRITO SANTO move o crente a entregar-se inteiramente na mão do Senhor
para fazer a Sua obra.
QUANTO MAIS O CRENTE ORA, MAIS O ESPÍRITO SANTO TRABALHA EM SUA VIDA PARA QUE O
MESMO EVANGELIZE AOS QUE ESTÃO CAMINHANDO PARA A MORTE.
V. O ESPÍRITO SANTO CONFIRMA O TRABALHO DE SEUS SERVOS
Os
sinais seguem os que vão à luta (Mc 16.17-20), DEUS confirma sua obra com
sinais e prodígios, pois as credenciais de DEUS sempre foram "O
Miraculoso", o "Poderoso"
O
SOBRENATURAL NA IGREJA
A. Igreja sem o sobrenatural está morta. A Igreja do primeiro século era
pentecostal. Ainda hoje a doutrina entecostal dá muita ênfase às experiências pessoais
do cristão com o Senhor JESUS. Uma das características da dispensação da graça
é o fato de DEUS se comunicar com cada crente individualmente, com pessoas de
todos os sexos e de todas as idades por meio de sonhos, visões, profecias e até
pelas pequenas coisas naturais do dia-a-dia (At 2.17,18). Esses privilégios
eram restritos aos profetas ou a alguém escolhido por DEUS para uma obra
específica nos tempos do Antigo Testamento (Nm 12.6), mas agora é privilégio de
todos os crentes.
B. JESUS
deu poder à sua Igreja. Os sinais que JESUS prometeu (Mc 16.16-20) acompanharam
a Igreja, e o livro de Atos é um registro histórico dessas promessas de JESUS.
O ministério de JESUS foi acompanhado do sobrenatural. Ele deu poder aos seus
discípulos para a realização de milagres, poder sobre o poder das trevas: “Eis
que vos dou poder para pisar serpentes, e escorpiões, e toda a força do
Inimigo, e nada vos fará dano algum” (Lc 10.19); e poder sobre as enfermidades:
“Curai os enfermos, limpai leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os
demônios; de graça recebestes, de graça daí” (Mt 10.8); é por isso que “muitas
maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos” (2.43).
C. Os sinais sobrenaturais hoje. Os milagres atraem as pessoas e muitas vezes
levam-nas à fé cristã. Os sinais que se seguiram (Mc 16.20) estão presentes nos
dias atuais. O Senhor JESUS dotou a sua Igreja dos dons espirituais para que
tenha poder de levar o evangelho a todo o mundo. Nós somos a continuação
daqueles irmãos; os sinais devem continuar na vida da igreja da atualidade.
CONCLUSÃO
“Mas recebereis a virtude do ESPÍRITO SANTO, que há de vir sobre vós; e
ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até
aos confins da terra” (At 1.8)
RECEBEREIS A VIRTUDE. O termo original para virtude é
dunamis, que significa poder real; poder em ação. Esse é o
versículo-chave do livro de Atos. O propósito principal do batismo no
ESPÍRITO SANTO é o recebimento de poder divino para testemunhar de CRISTO, para
ganhar os perdidos para Ele, e ensinar-lhes a observar tudo quanto CRISTO
ordenou. Sua finalidade é que CRISTO seja conhecido, amado, honrado, louvado e
feito Senhor do povo de DEUS (cf. Mt 28.18-20; Lc 24.49; Jo 5.23;
15.26,27).
"Tanto em Jerusalém como ..." significa que
enquanto estamos pregando em nossa cidade, estamos também pregando em outras
partes, portanto o evangelho não pode esperar que uma cidade se converta para
que saiamos a evangelizar outra, lançamos o pão sobre as águas, mas não sabemos
qual vai prosperar, se toda a cidade vai aceitar ao evangelho ou se alguns
poucos; o que importa é pregar o evangelho a todas as criaturas e deixar para
DEUS escolher os que estão com o coração aberto para a salvação.
O ÚNICO MOTIVO PORQUE ESTAMOS NO MUNDO AINDA É PARA A
SALVAÇÃO DAS ALMAS, PORTANTO, OS DONS DO ESPÍRITO SANTO, NOSSOS TALENTOS E
HABILIDADES NATURAIS, NOSSA VIDA, DEVEM SER DEDICADOS À SALVAÇÃO DAS ALMAS.
O Senhor
JESUS CRISTO é divisor de águas de nossas vidas e da História Universal. Ele é
o único cuja história afeta a vida humana. Ninguém pode ficar alheio à sua vida
e obra. É o nosso modelo em tudo; a Bíblia diz que em tudo foi perfeito; é nEle
que devemos nos inspirar. Ele é o missionário por excelência.
GRÁFICOS IRMÃO Saulo Gurgel de Lima
O LIVRO DE ATOS
1. O
propósito de Atos. O propósito de Lucas, em seu Evangelho, foi
escrever tudo o que JESUS “começou não só a fazer, mas a ensinar” (v.1). No
livro de Atos, o propósito foi registrar o que JESUS continuou a fazer e a
ensinar, agora, pelo ESPÍRITO SANTO, através dos apóstolos, dando ênfase a
ressurreição de JESUS, que “se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas”
(v.3).
2. Visão geral de Atos. O livro de Atos começa com o aparecimento de JESUS já
ressuscitado, reunindo-se com os seus discípulos durante 40 dias. JESUS, ao
ascender ao céu reafirma a promessa do ESPÍRITO SANTO, a fim de que os seus
discípulos se encham do poder de DEUS para pregar e fazer missões. A trajetória
da Igreja começa em Jerusalém (1.1–6.7); em seguida, temos a extensão do
Cristianismo na Palestina (6.8–9.31) e conversão de Saulo de Tarso até a
introdução do evangelho em Antioquia da Síria (9.1–11.19). Depois vem a
campanha de Paulo na Galácia (13.14–16.6); a proclamação do evangelho na Europa
(At 16.8–18.18); e a chegada de Paulo a Roma, a capital do Império Romano
(19.21–28.31).
3. O valor de Atos. Sem o livro de Atos é impossível entender as epístolas
paulinas. A origem da Igreja estaria envolta em mistério, e não teríamos a
garantia do cumprimento das promessas de JESUS sobre a vinda do Consolador e
nem saberíamos qual a experiência dos apóstolos com o ESPÍRITO SANTO, como foi
a obra missionária, como a Igreja se expandiu pelo mundo. Essas narrativas são
de inestimável valor para todas as gerações de cristãos.
A PRIMEIRA VIAGEM
1. Partindo de Antioquia. Barnabé foi o companheiro de Paulo na sua primeira
viagem missionária, que durou cerca de dois anos (entre 46 e 48 d.C.) O
objetivo deles era fundar igrejas. Começaram na ilha de Chipre; logo entraram
no continente, passando por Perge e Panfília, indo imediatamente para Antioquia
da Pisídia, na Galácia do Sul.
2. Antioquia da Pisídia. Nessa cidade Paulo e Barnabé começaram a pregar numa
sinagoga (13.14). Uns creram e receberam a palavra, insistindo que Paulo
retornasse no sábado seguinte para continuar o assunto. O número dos
assistentes foi grande no sábado seguinte, e isso causou inveja nos judeus,
resultando em
perseguição. Paulo e Barnabé foram expulsos da cidade
(13.42-46).
3. Listra, Icônio e Derbe. A cura de um coxo em Listra serviu como
ponto de apoio para a pregação do evangelho (14.8-10). Depois disso Paulo e
Barnabé foram para Derbe (14.20), e retornaram para o ponto de partida,
visitando as igrejas em Listra, Icônio e Antioquia da Pisídia (14.22) e
estabelecendo obreiros nativos, frutos do trabalho missionário.
A SEGUNDA VIAGEM
1. Objetivo da segunda viagem. Na Segunda viagem, Silas foi companheiro de
Paulo. O objetivo era duplo, revisitar as igrejas da Galácia do Sul, que Paulo
fundara juntamente com Barnabé na primeira viagem (15.36; 16.1-6; Gl 1.2), e
abrir novas frentes de trabalho, ou seja, fundar mais igrejas locais (v.6). O
apóstolo não pretendia ir para a Europa; sua intenção era ir para Ásia: “foram
impedidos pelo ESPÍRITO SANTO de anunciar a Palavra na Ásia” (16.6). Depois
Paulo intentou ir para a Bitínia, mas novamente foi impedido (16.7), sendo em
seguida impulsionado a rumar para Trôas.
2. As igrejas européias. O apóstolo Paulo visitou muitas cidades européias do
mundo grego, durante a sua segunda viagem. Aqui mencionamos apenas as cidades
em que ele fundou igrejas. Em Filipos, começou a igreja na casa de Lídia
(16.14,15,40); em Tessalônica, começou pregando numa sinagoga (17.1,2) e da
mesma forma em Beréia (17.10-12). Em Atenas o trabalho começou numa sinagoga, e
depois continuou nas praças e no centro acadêmico da cidade, o areópago
(17.17-19). Em Corinto teve início na sinagoga, como sempre, depois teve de
sair dela, e foi para a casa de Tito Justo, recebendo apoio de Crispo,
principal da sinagoga, que creu no Senhor JESUS (18.4-8). Essa viagem durou
cerca de três anos (entre 49 e 52 d.C.).
TERCEIRA E QUARTA VIAGENS
1. A igreja de Éfeso. Seu propósito era visitar as igrejas para confirmar e fortalecer
os discípulos (At 18.22,23). Fez o mesmo caminho da segunda viagem: Galácia do
Sul, região frígio-gálata, chegando a Éfeso, onde havia estado no fim de sua
segunda viagem, ainda que tenha permanecido não mais que três dias na cidade
(18.19-21). Na terceira viagem encontrou um grupo de 12 novos convertidos, que
conheciam apenas o batismo de João (19.1-7). Por essa cidade havia passado
Apolo (18.24) que fora instruído por Áqüila (18.26). Nessa oportunidade, o
apóstolo ficou três anos na cidade (20.31). A viagem durou cerca de quatro anos
(entre 53 e 57 d.C.).
2. A cidade de Éfeso. Capital da província romana da Ásia, era a cidade mais
importante da região e cruzamento de rotas comerciais. Nela estava o templo da
deusa Diana (19.35), chamada pelos romanos de Ártemis, uma das sete maravilhas
do mundo antigo. Atualmente a cidade está em ruínas, e encontra-se localizada
na região da Anatólia, Turquia.
3. A viagem para Roma. Paulo partiu de Cesaréia Marítima como prisioneiro, pois
havia apelado para César (At 25.11; 26.32). Foi uma viagem muito conturbada,
por causa do mau tempo, e o apóstolo não perdeu a oportunidade: evangelizou os
demais presos e a tripulação do navio que, em Malta, naufragou. Apesar dos
danos materiais, ninguém pereceu. Nessa ilha, o apóstolo fundou uma igreja.
Depois embarcou para Roma, onde chegaria em 62 d.C. A viagem está registrada em
Atos 27 e 28.
4. Paulo em Roma.
Enquanto aguardava a audiência com Nero, o apóstolo atendia
os irmãos em casa alugada (At 28.30). A história de Paulo não termina aqui. O
que se sabe, além da interrupção que Lucas faz de sua narrativa, são alguns
detalhes que o apóstolo dá em suas cartas ou então por intermédio dos escritos
dos Pais da Igreja. Seu caso foi examinado e ele foi absolvido. Nessa ocasião,
se diz que ele cumpriu seu desejo de pregar na Espanha (Rm 15.28). Nas
redondezas de Roma, fez um grande trabalho.
MISSÕES MUNDIAIS
1. O campo missionário é o mundo. JESUS disse: “o campo é o mundo” (Mt 13.38).
Ele não disse que o campo é Jerusalém, nem a Judéia, nem Roma, nem minha cidade
e a tua. Infelizmente há ainda os que pensam que o “campo” é a sua cidade e por
isso mostram-se não somente apáticos às missões, mas também posicionam-se
contra elas. Outros não são contra, mas não se esforçam, são acomodados. É
dever de cada crente incentivar missões, orar pelos missionários e pelos que
estão sendo enviados e contribuir financeiramente para o sustento dos
missionários.
2. “Tanto em Jerusalém como em toda a Judéia” (v.8). JESUS não disse para
primeiro pregar em Jerusalém, depois na Judéia, depois em Samaria e só então
ser testemunha até “os confins da terra”, mas mandou pregar “tanto em Jerusalém
como em toda Judéia,
Samaria e até os confins da terra”. Isso fala de simultaneidade, do contrário o
evangelho estaria ainda em Israel, confinado entre os judeus, pois JESUS mesmo
disse: “porque em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de
Israel sem que venha o Filho do Homem” (Mt 10.23).
Questionário da Lição 10 - O
ESPÍRITO SANTO e a obra missionária
Texto Áureo:
1- Complete:
“Mas recebereis a________________ do ESPÍRITO SANTO, que há de vir
sobre vós; e ser-me-eis ________________________ tanto em Jerusalém como em
toda a Judéia e Samaria e até aos ________________________ da terra” (At 1.8).
2- Complete:
VERDADE
PRÁTICA:
A
_____________________________ da Igreja deve levar a totalidade do
____________________ à totalidade do mundo, no ____________o ESPÍRITO.
COMENTÁRIO:
INTRODUÇÃO
3- De
que precisamos para termos êxito na Grande Comissão do Senhor, conforme Mc
16.15?
( )
Precisamos da capacitação da igreja, pois é ela quem nos paga para evangelizar
e convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo.
( )
Precisamos da capacitação do estado, pois é ele quem nos protege para
evangelizar e convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo.
( )
Precisamos da capacitação do ESPÍRITO SANTO, pois é Ele quem nos unge para
evangelizar e convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo.
I. A
GRANDE COMISSÃO
4- O
que significa Evangelizar?
( )
"anunciar as novas"
( )
"anunciar as notícias"
( )
"anunciar as boas novas"
5- Complete:
"Se
anuncio o _________________, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa
essa ____________________; porque _______de mim se não pregar o
evangelho!" (1 Co 9.16, ARA).
6- Como
deve ser a evangelização?
( )
Deve ser geral, isto é, em massa, como há tantos casos relatados em o Novo Testamento.
( )
Deve ser pessoal, isto é, pessoa a pessoa, e igualmente em massa, como há
tantos casos relatados em
o Novo Testamento.
( )
Deve ser individual, isto é, pessoa com ela mesma, e igualmente em massa, como
há tantos casos relatados em o Novo Testamento.
7- A
obra missionária envolve o que?
( )
A transculturação.
( )
A transubstanciação.
( )
A culturação.
8- Qual
o número aproximado de evangélicos brasileiros?
( )
Algo em torno de 20% da população.
( )
Algo em torno de 30% da população.
( )
Algo em torno de 40% da população.
9-
Complete, citando alguns dados alarmantes que devem nos despertar para a
urgência da evangelização:
O Brasil é
hoje o país com mais _________________ no mundo, e o primeiro colocado, na
América Latina, em prostituição ______________. Além disso, temos aqui milhares
de alcoólatras e _________________ em outras drogas, bem como um número
expressivo de ____________________ abandonados.
II. A
URGÊNCIA DA OBRA MISSIONÁRIA
10- O
que fez o Senhor depois da plena evangelização de Jerusalém, que levaram as boas
novas a Samaria, Judéia e outras regiões daquele país?
( )
Permitiu uma reunião para recreação dos crentes.
( )
Permitiu uma congratulação e reunião dos crentes.
( )
Permitiu uma perseguição e dispersão de todos os crentes.
11-
Quantos, no mundo de hoje, nunca ouviram a mensagem de salvação?
( )
Cerca de um bilhão.
( )
Cerca de dois bilhões.
( )
Cerca de três bilhões.
11-
Quantos, no mundo de hoje, são considerados evangélicos?
( )
Não chega a um bilhão, segundo os centros de informação missionária.
( )
Não chega a dois bilhões, segundo os centros de informação missionária.
( )
Não chega a três bilhões, segundo os centros de informação missionária.
12-
Quem evangelizava na igreja primitiva?
( )
Todos, incessantemente em toda parte, no poder do ESPÍRITO, com sinais e
milagres.
( )
Só os apóstolos e diáconos, incessantemente em toda parte, no poder do
ESPÍRITO, com sinais e milagres.
( )
Só os líderes em geral, incessantemente em toda parte, no poder do ESPÍRITO,
com sinais e milagres.
13- O
que faz de nós ganhadores de almas, no mundo?
( )
O curso de bacharel.
( )
O ensino sobre missões.
( )
O poder do ESPÍRITO.
III. A
ASSISTÊNCIA DO ESPÍRITO NA GRANDE COMISSÃO
14- Na
evangelização pessoal, de que maneira o ESPÍRITO SANTO dirige os nossos passos?
( )
Ajuda-nos a ver obstáculos apresentando-os à pessoa evangelizada.
( )
Ajuda-nos a superar os obstáculos apresentados por nossa evangelização.
( )
Ajuda-nos a superar os obstáculos apresentados pela pessoa evangelizada.
15- Na
pregação em público, qual o segredo do êxito, em cruzadas evangelísticas?
( )
Um bom espaço físico é o mais importante.
( )
Termos bastante cantores e pregadores..
( )
É buscar, em oração, a assistência do Consolador.
16-
Tomando como base às campanhas realizadas pela igreja primitiva, o que acontece
quando se prega a Palavra de DEUS, no poder do ESPÍRITO SANTO: Coloque
"V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
( )
Irritação de almas e nenhuma conversão.
( )
Sinais miraculosos.
( )
Grande tristeza.
( )
Salvação de almas.
( )
Batismo no ESPÍRITO SANTO.
( )
Grande alegria.
17- Na
obra missionária, em Atos 13, como vemos a assistência do ESPÍRITO SANTO ser
imprescindível à obra missionária? Coloque "V" para Verdadeiro e
"F" para Falso:
( )
Pela Escolha.
( )
Pelo Envio.
( )
Pela Capacitação.
( )
Pela Direção.
CONCLUSÃO
18-
Antes de sua ascensão, JESUS mencionou cinco aspectos da obra missionária.
Quais são?
( )
Ter condição financeira "abundante".
( )
O alvo: "ensinai todas as nações".
( )
A abrangência: "todo o mundo... toda criatura".
( )
Levar sempre o bastante para o "sustento da família".
( )
A mensagem: "o arrependimento e a remissão dos pecados".
( )
O modo: "assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós".
( )
O poder: "recebereis a virtude do ESPÍRITO SANTO que há de vir sobre
vós"..
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e revistas da CPAD.
Colaboração do Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva.
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