Lição 11 - Realizando a Vontade do Pai


Estudos:
- A dádiva da obediência
- Obediência: ordenança de Deus
- Praticantes da Palavra e não apenas ouvintes

Livros:

- Todas as Parábolas da Bíblia - Herbert Lockyer - Editora Vida

Complemento:

TEXTO ÁUREO: “Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte” (2 Co 7.10).
7.10 TRISTEZA SEGUNDO DEUS... TRISTEZA DO MUNDO. Aqui, Paulo identifica dois tipos de tristezas.
(1) Há a tristeza autêntica, causada pelo pecado, que leva ao arrependimento. Consiste numa mudança de atitude, que nos leva a voltar-nos contra o pecado, e para Deus. Esse tipo de arrependimento leva à salvação. Para Paulo, o arrependimento do pecado e a fé em Cristo são responsabilidades humanas quanto à salvação (ver Mt 3.2).
(2) Em contraste, os que não se arrependem, se entristecem repetidamente devido às conseqüências do seu pecado; tal tristeza conduz à morte e à condenação eternas (Mt 13.42,50; 25.30; Rm 6.23).
 
VERDADE PRÁTICA: A graça de Deus não discrimina ninguém; até o mais vil pecador pode ser salvo.
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: MATEUS 21.23-32
23 E, chegando ao templo, acercaram-se dele, estando já ensinando, os príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo, dizendo: Com que autoridade fazes isso? E quem te deu tal autoridade?
24 E Jesus, respondendo, disse-lhes: Eu também vos perguntarei uma coisa; se ma disserdes, também eu vos direi com que autoridade faço isso.
25 O batismo de João donde era? Do céu ou dos homens? E pensavam entre si, dizendo: Se dissermos: do céu, ele nos dirá: Então, por que não o crestes?
26 E, se dissermos: dos homens, tememos o povo, porque todos consideram João como profeta.
27 E, respondendo a Jesus, disseram: Não sabemos. Ele disse-lhes: Nem eu vos digo com que autoridade faço isso.
A parábola dos dois filhos
28 Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha.
29 Ele, porém, respondendo, disse: Não quero. Mas, depois, arrependendo-se, foi.
30 E, dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi.
31 Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus: sEm verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no Reino de Deus.
32 Porque João veio a vós no caminho de justiça, te não o crestes, mas os publicanos e as meretrizes o creram; vós, porém, vendo isso, nem depois vos arrependestes para o crer.
 
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda – Tt 2.11 Graça salvífica para todos
11 Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens,
2.11 A GRAÇA DE DEUS. Os versículos 11-14 descrevem a natureza e o propósito da graça salvífica de Deus. Segundo Paulo, a graça
salvífica
(1) ensina o crente a rejeitar decididamente as paixões ímpias, prazeres e valores desta era, e considerando-os abomináveis (v.12; cf. Rm 1.18-32; 2 Tm 2.22; 1 Jo 2.15-17); e
(2) dirige e capacita o crente a viver "justa e piamente", enquanto espera ansiosamente pela bem-aventurada esperança e pelo aparecimento de Jesus Cristo (v. 13; Gl 5.5; Cl 1.5; 2 Tm 4.8)
 
Terça – Lc 3.7-9 A autoridade espiritual de João Batista
7 Dizia, pois, João à multidão que saía para ser batizada por ele: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira que está para vir?
8 Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento e não comeceis a dizer em vós mesmos: Temos Abraão por pai, porque eu vos digo que até destas pedras pode Deus suscitar filhos a Abraão. 9 E também já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não dá bom fruto é cortada e lançada no fogo.
3.8 FRUTOS DIGNOS DE ARREPENDIMENTO. Ver Mt 3.8 nota. O termo hebraico mais comum para arrependimento é metanoia, que tem sentido idêntico, porém, com maior realce. A mensagem do arrependimento dos pecados destina-se aos crentes (Ap 2.5-16; 3.3,19). Ela reluz fortemente no NT.
(1) João Batista a pregava com ênfase (Mt 3.2-11; Mc 1.4; Lc 3.3-8; At 13.25; 19.4).
(2) Jesus, a sua mensagem redentora inicial foi a do arrependimento dos pecados (Mt 4.17; Mc 1.15; cf. Lc 5.32; 13.3,5).
(3) Os apóstolos de Jesus, bem como a igreja como um todo, pregavam o arrependimento (At. 2.38; 3.19; 17.30; Lc 24.47). O arrependimento deve acompanhar o crente em toda sua vida. O crente que contritamente se arrepende quando erra, quando falha, quando peca, é um crente vitorioso (cf. 2 Co 7.9,10; 2 Tm 2.25).
(4) O real arrependimento é obra de Deus no indivíduo (Rm 2.4; At 11.18; 1 Pe 3.9).
 
Quarta – Jo 3.27-30 A humildade de João Batista
27 João respondeu e disse: O homem não pode receber coisa alguma, se lhe não for dada do céu. 28 Vós mesmos me sois testemunhas de que disse: eu não sou o Cristo, mas sou enviado adiante dele. 29 Aquele que tem a esposa é o esposo; mas o amigo do esposo, que lhe assiste e o ouve, alegra-se muito com a voz do esposo. Assim, pois, já essa minha alegria está cumprida. 30 É necessário que ele cresça e que eu diminua.
 
Quinta – Mt 21.28,29 Um filho arrependido
A parábola dos dois filhos
28 Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha. 29 Ele, porém, respondendo, disse: Não quero. Mas, depois, arrependendo-se, foi.
 
Sexta – Mt 21.30 Um filho enganador
30 E, dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi.
 
Sábado – Sl 37.37 Deus se agrada da sinceridade
37 Nota o homem sincero e considera o que é reto, porque o futuro desse homem será de paz.
 
OBJETIVOS: Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
1- Narrar os fatos que antecederam à parábola.
2- Expor o propósito central do ensino de Cristo nesta narrativa.
3- Explicar a aplicação prática da parábola nos versículos
 
PONTO DE CONTATO: A Parábola dos dois filhos contrasta duas classes de pessoas: a primeira, refere-se aos publicanos, às meretrizes, aos gentios em geral, representados pelo primeiro filho. A segunda, às autoridades religiosas judaicas, representadas pelo segundo filho. A narrativa diz que todos foram convidados para trabalhar na vinha de Deus.
A primeira classe facilmente desobedeceu às ordens de divinas, mas, depois, caiu em si, arrependida. A segunda, obedeceu apenas aparentemente, mas na prática, no íntimo, transgrediu.
O Senhor da vinha também nos convida: “Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha?” O que responderemos?
Deus não nos chamou à preguiça ou à indolência, mas a uma vida de perseverante trabalho. Respondamos, pois, “sim” ao Senhor! E lancemo-nos, prontamente, à sua obra.
 
SÍNTESE TEXTUAL: Nesta significativa história, o filho desobediente representa os falsos líderes religiosos que obedecem apenas de lábios, enquanto o filho obediente, aquele que a princípio não acatara a ordem do pai, é figura dos pecadores arrependidos.
Esta parábola assevera-nos que Deus requer obediência de fato e não meramente “boas intenções”. Elas podem ser louváveis, no entanto, o Senhor requer o serviço real de seus servos.
O principal propósito desta parábola é censurar a hipocrisia religiosa dos fariseus. Por isso, a mensagem de Jesus foi contundente: Os pecadores, por piores que sejam, adentram no Reino de Deus à medida que se arrependem. Ao passo que, os falsos religiosos, por não obedecerem e nunca sentirem a necessidade de arrependimento, ficam de fora.
 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA: Utilize o quadro abaixo para explicar a parábola em estudo. Analise junto com os alunos as semelhanças e diferenças entre os dois filhos do vinhateiro. Enfatize a importância da obediência e do arrependimento.
 
SEMELHANÇAS
FILHO A
 
FILHO B
 
POSSUEM O MESMO PAI
 
RECEBEM A MESMAS ORDENS
DIFERENÇAS
 
RESPONDEU
NEGATIVAMENTE
ARREPENDEU-SE
OBEDECEU
RESPONDEU
POSITIVAMENTE
 
NÃO SE ARREPENDEU
 
NÃO OBEDECEU
COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
Por causa da inveja dos líderes religiosos que já não agüentavam mais verem seu súditos seguirem outro que ensinava a Palavra de DEUS com autoridade e poder, JESUS agora é confrontado em Jerusalém pouco antes de morrer por nós na cruz. Agora era chegada a hora do filho de DEUS enfrentar os falso religiosos e suas doutrinas puramente humanas.
O povo em geral era tratado como escória e por mais que fizessem para agradar a DEUS, nunca era o bastante para os pretensos representantes de DEUS, os Sacerdotes, Escribas, Fariseus, Saduceus e os Herodianos; cada qual reivindicava para si e seu grupo a preeminência junto ao povo, mas para se livrarem do "intruso" JESUS, se uniram em um só grupo de aves de rapina.
O grupo mais odiado e mais criticado entre o povo se constituía de publicanos (cobradores de impostos para os romanos) e de meretrizes (prostitutas).
 
I. CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA PARÁBOLA (MT 21.23-27)
Mt 21.23 E, chegando ao templo, acercaram-se dele, estando já ensinando, os príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo, dizendo: Com que autoridade fazes isso? E quem te deu tal autoridade? 24 E Jesus, respondendo, disse-lhes: Eu também vos perguntarei uma coisa; se ma disserdes, também eu vos direi com que autoridade faço isso. 25 O batismo de João donde era? Do céu ou dos homens? E pensavam entre si, dizendo: Se dissermos: do céu, ele nos dirá: Então, por que não o crestes?
26 E, se dissermos: dos homens, tememos o povo, porque todos consideram João como profeta. 27 E, respondendo a Jesus, disseram: Não sabemos. Ele disse-lhes: Nem eu vos digo com que autoridade faço isso.
 
A pergunta dos príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo foi: Com que autoridade fazes isso? E quem te deu tal autoridade?
Os sacerdotes sabiam que a autoridade deles provinha de sua linhagem sacerdotal, descendência de Levi, portanto, incontestável para JESUS ou outro qualquer. Eles tinham a "autoridade de DEUS" para representarem o judaísmo. JESUS não era descendente de Levi, portanto não poderia ensinar como um sacerdote.
 
Como de costume lhes respondeu JESUS com outra pergunta: O batismo de João donde era? Do céu ou dos homens?
Como o batismo de João era reconhecido por todo o povo como sendo vindo diretamente de DEUS e o próprio JESUS dele participou, a pergunta tinha resposta certa, porém os sacerdotes já sabiam o que JESUS lhes diria se os mesmos respondessem que era de DEUS: JESUS lhes diria: Então, por que não o crestes? Se acaso respondessem que não era de DEUS o batismo de João, então o povo se revoltaria contra eles, pois haviam ali muitos que foram transformados em seu caráter e e em sua religião após se arrependerem de seus pecados durante o batismo efetuado por João. Então responderam: Não sabemos.
JESUS, agora podia dizer-lhes que Ele sabia mais do que eles, pois se batizou no batismo de João e acreditava neste batismo como vindo de DEUS, mas para complementar seu ensino propôs-lhes ainda uma parábola que mais chegou a eles como uma chicotada:
 
II. AS LIÇÕES DERIVADAS DOS DOIS FILHOS (V.28)
A parábola dos dois filhos
Mt 21.28 Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha. 29 Ele, porém, respondendo, disse: Não quero. Mas, depois, arrependendo-se, foi. 30 E, dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi. 31 Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no Reino de Deus. 32 Porque João veio a vós no caminho de justiça, te não o crestes, mas os publicanos e as meretrizes o creram; vós, porém, vendo isso, nem depois vos arrependestes para o crer.
1. O que representam os filhos (v.28).
Os filhos representavam respectivamente os pecadores comuns dentre o povo em geral e os pecadores religiosos e líderes do povo (tanto líderes políticos como religiosos e até anciãos) que se escondiam por detrás de suas capas de santidade, porém eram como sepulcros caiados.
Os pecadores entre o povo eram os que em resumo, não observavam a Lei para fazerem as purificações, ritos, separações e sacrifícios.
Os pecadores religiosos eram os "representantes de DEUS" na terra, ou seja as autoridades de Israel.
2. Filhos do mesmo pai (v.28).
O pedido ou a ordem não foi seguida de repreensão ou de obrigação, porém cada filho teve a oportunidade de corresponder ao pai de acordo com sua própria vontade; é o livre-arbítrio concedido pelo pai aos filhos.
 
Deus espera que todo crente, por amor, gratidão, chamada, privilégio e oportunidade, e não apenas o dever, sirva-O com alegria, dedicação, zelo e resignação.
 
DEUS não colocou robôs na terra para lhe obedecerem forçadamente, mas colocou seres pensantes e deseja que estes seres, os homens, o sirvam de livre e espontânea vontade e com desejo de agradar-lhe em tudo.
3. O pai: figura de Deus.
O pai é a figura principal da parábola. O pai é quem chama, quem dá oportunidade de trabalho, quem vai até ao filho, quem quer recompensar o filho.
“Filhos”, aqui, não deve ser visto apenas como um mero termo de tratamento, mas uma expressão da nossa filiação, santificação e justificação.
Temos uma posição no reino dos céus ao aceitarmos a CRISTO como Senhor e Salvador, posição espiritual em Cristo Jesus (Jo 1.12; Rm 8.14; Gl 4.5).
 
III. A CONDUTA DIFERENCIADA DOS FILHOS (VV.29,30)
Mt 21.28 Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha. 29 Ele, porém, respondendo, disse: Não quero. Mas, depois, arrependendo-se, foi. 30 E, dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi. 31 Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no Reino de Deus. 32 Porque João veio a vós no caminho de justiça, te não o crestes, mas os publicanos e as meretrizes o creram; vós, porém, vendo isso, nem depois vos arrependestes para o crer.
Os dois filhos receberam do pai a mesma ordem ou pedido:
 “Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha”(vv.28,30),
Veremos agora qual a resposta de cada um e qual a reação de cada um diante do chamado do pai:
Sabemos que todos os dois deram resposta ao chamado do pai no mesmo instante em que foram chamados, não pensaram antes de responder, não analisaram o trabalho antes de responder; o primeiro que foi chamado disse logo, Não quero; o segundo, porém respondeu imediatamente, Eu vou, senhor.
 
1. O espírito de rebeldia.
O PRIMEIRO "FILHO":  mostrou-se desobediente, grosseiro e indelicado; não procurou analisar o pedido do pai e a primeira resposta que lhe veio à boca, respondeu:
“Não quero” - Não era seu desejo no momento, pois não sabia direito o que representava trabalhar na vinha de seu pai.
Pv 25.11 Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo.
 
Ele respondeu: “Não quero”, mas não justificou; não esclareceu nada. E o pai tinha urgência: “Hoje” (v.28). A vinha era da família (“minha vinha”); portanto, era dos próprios filhos. O primeiro filho, inicialmente, desobedeceu, mas depois se arrependeu e foi para o trabalho.
 
O SEGUNDO "FILHO":  mostrou-se obediente, amoroso e delicado;  procurou agradar o pai e a primeira resposta que lhe veio à boca, respondeu:
"Eu vou, senhor" - Era seu desejo no momento, sabia o que representava trabalhar na vinha de seu pai, porém não foi trabalhar, era um preguiçoso.
Pr 21.25 O desejo do preguiçoso o mata; porque as suas mãos recusam-se a trabalhar.
 
Ambos eram dominados por sentimentos de rebeldia. O pecado de rebeldia e insubmissão é igualado aos de feitiçaria, iniqüidade e idolatria (1 Sm 15.22,23).
 
2. Diferenças entre os dois filhos (vv.28,29).
 
a) O PRIMEIRO "FILHO":  Nele vemos a importância da reflexão. Ele pensou no que fez de errado e arrependeu-se ainda em tempo. Muitos se arrependem tarde demais como Judas e o homem citado em Lc 16.23-30.
 
Um nome igualmente apropriado para esta parábola dos Dois Filhos séria "A Parábola do Arrependimento", porque é nela que temos o ensino e registro mais claro do ponto de vista de Cristo sobre este assunto tão importante.
 
   I.       *** O Arrependimento é a primeira e uma das mais importante verdades do Novo Testamento:

A. Foi o teor da mensagem de João Batista: Mc 1:4;
B. Foi mencionado na primeira mensagem de Cristo; Mc 1,14-15;
C. Jesus enviou seus discípulos a pregar e o que eles pregaram? Mc 6,12;
D. Examinando o livro de Atos, a primeira pregação da Igreja de Cristo, Pedro pede aos ouvintes que se arrependessem; Atos 2,38;
E. Paulo, outro grande pregador da igreja primitiva, ressalta aos Atenienses idólatras: Atos 17,30;
F. O arrependimento era básico na mensagem primitiva;
 
*** O arrependimento é o ponto de partida pelo qual todos que entram no reino dos céus precisam chegar a entendê-lo:

A. Jesus deixa claro que todos os fariseus, sacerdotes e anciãos precisavam se arrepender da mesma forma que os publicanos e as meretrizes;
B. Essa é uma verdade fundamental e vital. Não é um desses pontos que podem haver variações de pensamentos;
C. Paulo pregava que não havia nenhum justo capaz de fugir dessa realidade; Rm 3,10-19;
D. Professar uma religião ou ter sido criado num ambiente religioso não faz diferença;
E.  O fato do filho mais novo ter dito sim ao pai não faz diferença. Ele não obedeceu;
F. Podemos dizer com segurança que o templo da salvação começa no arrependimento;
 
*** Jesus enfatiza que o que condena os homens é o fato de não se arrependerem:
A.  Mateus 21,32; Foi o caso dos fariseus mencionados nesta parábola;
B. Ai de ti Cafarnaum... Luc. 10:13;
 
III          *** A falta de entendimento sobre a importância do arrependimento é a causa de muitos problemas encontrados dentro do cristianismo nominal:
A. A fraqueza das igrejas;
B. A Falta de um testemunho forte e corajoso;
C. A confusão das massas que mal sabem o que é ser cristão, ou que é uma igreja;
D. Elas não entendem que para ser cristão é preciso haver uma transformação interna, operado pelo Espírito Santo, a qual, transforma-o interna e externamente;
 
*** O Arrependimento em algum ensinos ilustres do Senhor Jesus:
A. Na parábola do filho pródigo encontramos o momento em que ele se arrependeu, e nada é mais comovente do que a palavras que Jesus usou para descrevê-la: "E tornando em si..."
B. Na parábola do fariseu e do publicano. Toda a oração do publicano é um ato notável de um homem arrependido de seus pecados e que precisa de ajuda;
C. As pessoas perdoadas por Cristo eram pessoas sofredoras
 
*** O que é o arrependimento - forma simplificada:
A. Primeiro: Admitiu o seu erro: a si mesmo; a quem de direito; a Deus; ao mundo;
Êx. O filho pródigo: "Caindo em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão e eu aqui pereço de fome?" Lc 15:17 ou em outras palavras: "Que bobagem é essa que eu fiz em recusar de viver com meu Pai e achar que este mundo era melhor que minha casa?
B.  Segundo: Sentiu vergonha do que fez, achando-se indigno de receber o perdão;
"Pai, pequei contra o céu, e perante ti, e já não sou digno de ser chamado seu filho; faze-me como um dos teus jornaleiros..." Lc 15:18-19;
C.  Terceiro: Provou e confirmou seu arrependimento, fazendo aquilo que de princípio havia se recusado a fazer; "E levantando-se foi para seu pai" Lc 15:20;
Estes três passos pode ser visto na vida do primeiro filho. Ele ficou com o coração constrangido em não obedecer a seu pai, admitiu o erro a si próprio, e foi para o trabalho humilhado;
 
*** O terceiro Passo é o mais difícil
A. É nesse ponto que muitos chegam e desistem. Assumem o erro, envergonham-se mas tem medo de assumir publicamente que "realmente mudou" com suas atitudes;
B. O Jovem Rico é um bom exemplo de como ele foi bem até este ponto;
 
*** A quem é concedido o arrependimento?
A. Na parábola não fala de “religiosos’ ou “santos”;
B. A parábola usa os termos "publicanos" e "meretrizes";
C. Os publicanos eram a pior espécie de homens entre os judeus:
Tidos como ladrões por defraudarem o povo;
Tidos como carrascos por ordenar a prisão dos que não conseguiam pagar os impostos;
Tidos como traidores da pátria. Cobravam impostos a César e não a um rei judeu;
Tidos como os mais indignos de entrarem no reino dos céus;
D. As meretrizes eram a pior espécie entre as mulheres;
A Lei mandava apedrejá-las;
Sinônimo de imoralidade eram tidas como "um nojo" para a sociedade;
Até hoje ser identificada como meretriz é por si uma ofensa à família;
E. Porque Jesus usou dois exemplos tão vis:
Primeiro: Mostrar que para Deus a condição do homem está nivelada em "pecadores"; Romanos 3:23;
Segundo: Que a morte de Cristo é suficiente para tirar os mais vis pecados; 1 Co 6:20;
Terceiro: Que meretrizes e publicanos são capazes de chegar ao arrependimento quando muitos religiosos não o são; João 1:1; e Mat. 21:32;
 
I*** Mas temos ainda um último ensinamento nesta parábola: Está na palavra "depois"
A.  Ela expressa ao mesmo tempo a misericórdia e o amor de Deus;
B.  Que seria desse primeiro filho sem esta palavra. No começo negou-se a ir, mas "depois",  mas depois ele foi;
C. Que seria de Paulo se não houvesse essa palavra após aquele dia que ele segurou as vestes dos assassinos de Estevão; Após ele perseguir a Igreja de Cristo; Graças a Deus temos essa palavra;
D.  Quantos já recusaram servir a Deus como a Bíblia ensina e estão tendo a oportunidade de ter em sua vida, neste dia, a palavra "depois";
E.  Você pode um dia dizer: "Por muitos anos eu recusei aceitar o evangelho e entregar minha vida a Jesus. Mas "depois", num dia 12 de Dezembro, ouvi a Palavra da Salvação e me entreguei a meu Mestre e Senhor Jesus Cristo;
 
b) O SEGUNDO "FILHO": Este respondeu afirmativamente ao pai, porém não foi trabalhar na vinha. Outrossim, pode indicar preguiça, um mal que continua a se instalar nos filhos e filhas da atualidade, prejudicando os lares por toda parte. Se dependesse dele, a vinha do pai logo mais seria um campo de urtigas (Pv 24.30-34). A urtiga causa coceira, queimadura e inquietação. “Urtiga” na igreja, vem da ociosidade; de crente desocupado. Disse uma coisa e fez outra (v.30). “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” (Mt 7.21). Era hipócrita; de duas caras; de duas palavras. “Eu vou, senhor; e não foi”. Um cristão nessa situação perde a identidade bíblica, ou seja, perde a visão de salvação em JESUS CRISTO.
Quantos, antes de serem batizados no ESPÍRITO SANTO, prometeram evangelizar, visitar enfermos e fazer tantas outras coisas; agora estão ociosos, estão a assistir cultos, não cultuam a DEUS e nem fazem sua obra, são os preguiçosos que vêem a vinha, porém não entram nela; vão acabar ficando de fora da fazenda.
 
IV. A APLICAÇÃO DA PARÁBOLA (VV.31,32)
1. “Qual dos dois fez a vontade do pai?” (v.31). Eram filhos de um mesmo pai. A filiação era uma só, mas tinham características diferentes. A nossa filiação proveniente de Deus é outorgada e vem de cima; o caráter é formado em nosso interior e manifesta-se em nosso exterior.
Balaão queria “morrer a morte do justo”, mas não queria viver a vida do justo, e deu-se mal (Nm 23.10; 31.15,16; Ap 2.14).
2. As pessoas representadas pelos dois filhos (v.32). Os que desconhecem a Deus e vivem na ignorância, alienados dEle são os publicanos e meretrizes, disse Jesus (v.32); estão representados no primeiro filho.
Há os que afirmam que conhecem a Deus, no entanto, o negam com seu viver (Tt 1.16). Assim eram os sacerdotes e outros líderes religiosos do povo (v.23), representados no segundo filho.
 
CONCLUSÃO
O fato saliente nesta lição é a importância da obediência e a sua prova. Se isso é de alto valor na vida secular, o é muito mais na esfera espiritual. Há cristãos que honram a Deus com seus lábios, mas seus corações estão longe dEle, como afirmou Jesus (Mt 15.8,9). Ler também 1 Jo 3.18. Outra verdade decorrente da lição é que nossas intenções para com Deus serão reveladas principalmente por meio de nosso comportamento.
Purificações
Diversos ritos cerimoniais da lei mosaica que reabilitavam o indivíduo a comunhão de Deus.

AUXÍLIOS SUPLEMENTARES: Subsídio Teológico
“Jesus continua contra-atacando os inimigos com três parábolas que tratam da rejeição dos líderes de Israel. Mateus introduz estas parábolas com a expressão: ‘Mas que vos parece?’ (Mt 17.25; 18.12). De acordo com os profetas, a vinha nas duas primeiras parábolas representa Israel (Sl 80.8-19; Jr 2.21). Na Parábola dos Dois Filhos, o primeiro filho representa os pecadores arrependidos que agora servem ao Pai, ao passo que o segundo filho retrata os líderes que honram a Deus com os lábios mas cujo coração está longe (Is 29.13). Anteriormente Jesus já tinha se associado com os publicanos e pecadores, e os inimigos lançaram-lhe isso em rosto (Mt 9.9-13). Agora, ele menciona os pecadores para reprovar os principais sacerdotes e anciãos. A chamada de João Batista ao arrependimento teve profundo impacto nos pecadores arrependidos que viviam na periferia da respeitabilidade (Lc 3.10-14; 7.29,30).
O uso do título respeitoso ‘senhor’ (kyrie, Mt 21.30) é típico de Mateus e provavelmente tem significado duplo para ele e sua audiência. Nos lábios do filho hipócrita, faz o leitor lembrar das palavras ditas anteriormente por Jesus (Mt 7.21). [...] ‘Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no Reino de Deus’ (Mt 21.31). Jesus deixa aberta a possibilidade de que a elite ‘respeitável’ venha a seguir os publicanos e pecadores no Reino de Deus, mas considerando o caráter apocalíptico da parábola, soa friamente como palavras de julgamento final.” (ARRINGTON, F.L.; STRONSTAD, R. (eds.). Comentário bíblico pentecostal: Novo Testamento. RJ:CPAD, 2003, p. 120.).
Leia mais Revista Ensinador Cristão CPAD, nº 22, pág. 41.
                                                                                                                                                                                                                                        
Questionário da Lição 11 - Parábolas - REALIZANDO A VONTADE DO PAI
Por Ev.Luiz Henrique de Almeida Silva www.henriqueestudos.cjb.net
 
TEXTO ÁUREO:
1- Complete:
“Porque a ________________ segundo Deus opera arrependimento para a _____________,
 da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do _____________ opera a morte” (2 Co 7.10).
VERDADE PRÁTICA:
2- Complete:
A _______ de Deus não discrimina ninguém; até o mais vil pecador pode ser _________.
COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
3- Nesta parábola Jesus fez uma clara distinção entre duas classes de ouvintes, quais são:
( ) A moral e também a dos Herodianos e meretrizes
( ) A religiosa e também a dos publicanos e meretrizes
( ) A social e também a dos publicanos e meretrizes
I. CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA PARÁBOLA (MT 21.23-27)
4- Qual a resposta que Jesus proferiu, nesta parábola, em uma pergunta ardilosa que os líderes religiosos lhe fizeram?
( ) Jesus condicionou sua resposta a uma resposta que lhes fez, “Parece?
( ) Jesus revelou sua resposta com uma pergunta que eles lhe fizeram: “Que vos parece?
( ) Jesus condicionou sua resposta a uma pergunta que lhes fez, “Que vos parece?
5- Por que os líderes de Israel rejeitavam os ensinos de Jesus?
( ) Porque temiam a influência dos mesmos sobre o povo, visto que a Palavra de Deus, ensinada por Jesus, contrastava e conflitava com os conceitos humanos, tradicionais e sem vida
( ) Porque temiam a influência dos mesmos sobre o povo, visto que a Palavra de Jesus, concordava com os conceitos humanos, tradicionais e sem vida
( ) Porque temiam a influência dos mesmos sobre o sinédrio, visto que a Palavra de Deus, ensinada por Jesus, concordava com os mesmos
6- Com que perguntas aqueles líderes religiosos maldosamente interpelaram Jesus?
( ) Com que direito fazes isso? e, Quem te deu tal direito?
( ) Com que moral fazes isso? e, Quem te deu tal moral?
( ) Com que autoridade fazes isso? e, Quem te deu tal autoridade?
II. AS LIÇÕES DERIVADAS DOS DOIS FILHOS (V.28)
7- O que representam os filhos no vv.28?
( ) Os três grupos principais de pessoas carentes de salvação
( ) Os quatro grupos principais de pessoas carentes de salvação
( ) Os dois grupos principais de pessoas carentes de salvação
8-  Quem eram os “pecadores”, no conceito dos escribas e fariseus?
( ) Pessoas que observavam a Lei para fazerem as purificações, ritos, separações e sacrifícios.
( ) Pessoas que não observavam a Lei para fazerem as purificações, ritos, separações e sacrifícios.
( ) Pessoas que não observavam a Lei, mas faziam as purificações, ritos, separações e sacrifícios exigidos por ela.
9- Quem é a figura principal da parábola?
( ) O pai
( ) O primeiro filho
( ) O segundo filho
III. A CONDUTA DIFERENCIADA DOS FILHOS (VV.29,30)
10- Qual a ordem que os dois filhos receberam do pai?
( ) “Filho, vai descansar hoje na minha vinha”
( ) “Filho, vai fiscalizar hoje a minha vinha”
( ) “Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha”
11- Qual o pecado de cada filho em relação ao Pai?
( ) O primeiro filho não pecou contra o pai. O primeiro obedeceu no início da sua história (vv.28,29). O segundo, no final (v.30)
( ) Ambos pecaram contra o pai. O primeiro desobedeceu no início da sua história (vv.28,29). O segundo, no final (v.30)
( ) O segundo filho pecou contra o pai. O primeiro obedeceu desde o início da sua história (vv.28,29). O segundo, no final (v.30)
12- Por que o primeiro filho, além de desobediente, era grosseiro e indelicado? Qual foi sua resposta ao convite de seu pai para trabalhar na vinha?
( ) Ele respondeu: “Quero”, mas não justificou; não esclareceu nada.
( ) Ele respondeu: “Depois vou”, mas não justificou; não esclareceu nada.
( ) Ele respondeu: “Não quero”, mas não justificou; não esclareceu nada.
13- Qual foi a atitude posterior do primeiro filho?
( ) Foi para o trabalho arrastado pelo pai
( ) Se arrependeu, mas não foi para o trabalho
( ) Se arrependeu e foi para o trabalho
14- Qual foi a atitude posterior do segundo filho?
( ) O segundo afirmou prontamente que iria, todavia não cumpriu o prometido.
( ) O segundo, apesar de não prometer, prontamente cumpriu o desejo do pai
( ) O segundo afirmou prontamente que não iria, todavia foi trabalhar
15- A que se assemelha o pecado de rebeldia e insubmissão? Cite a referência bíblica:
( ) É igualado aos de feitiçaria, iniqüidade e pornografia (1 Tm 15.22,23)
( ) É igualado aos de mentira, falso testemunho e idolatria (Fm 15.22,23)
( ) É igualado aos de feitiçaria, iniqüidade e idolatria (1 Sm 15.22,23)
16- Complete quanto às semelhanças e às diferenças entre os dois filhos (vv.28,29):
 
 
FILHO A
FILHO B
SEMELHANÇAS
 
 
POSSUEM O MESMO ____________________
RECEBEM A MESMAS __________________
 
DIFERENÇAS
 
 
 
RESPONDEU
_________TIVAMENTE
RESPONDEU
__________TIVAMENTE
ARRE________________
NÃO _________________
OBED________________
NÃO SE AR___________________
 
 
IV. A APLICAÇÃO DA PARÁBOLA (VV.31,32)
17- Qual dos dois fez a vontade do pai?
( ) O primeiro
( ) O segundo
( ) Os dois
18- Quem são as pessoas representadas pelos dois filhos?
( ) Os que conhecem a Deus e vivem na consonância dEle, são os publicanos e meretrizes.
( ) Os que desconhecem a Deus e vivem na ignorância, alienados dEle, são os publicanos e meretrizes.
( ) Os que desconhecem a seus irmãos e vivem na ignorância, alienados da Igreja, são os crentes
CONCLUSÃO
19- Como nossas intenções para com Deus serão reveladas?
( ) Principalmente por meio de nosso isolamento.
( ) Principalmente por meio de nossa condição financeira
( ) Principalmente por meio de nosso comportamento.
 
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Vontade de DEUS
Mt 6. 10 Venha o teu reino, seja feita a tua [vontade], assim na terra como no céu;
Mt 7. 21 Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a [vontade] de meu Pai, que está nos céus.
Mt 10. 29 Não se vendem dois passarinhos por um ceitil? e nenhum deles cairá em terra sem a [vontade] de vosso Pai.
Mt 12. 50 Porque, qualquer que fizer a [vontade] de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão, e irmã e mãe.
Mt 18. 14 Assim, também, não é [vontade] de vosso Pai, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca.
Mt 21. 31 Qual dos dois fez a [vontade] do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus.
Mt 26. 42 E, indo segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua [vontade].
1Ts 4. 3 Porque esta é a [vontade] de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da prostituição;
Hb 2. 4 Testificando também Deus com eles, por sinais, e milagres, e várias maravilhas e dons do Espírito Santo, distribuídos por sua [vontade]?
Hb 10. 36 Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a [vontade] de Deus, possais alcançar a promessa.
1Jo 2. 17 E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a [vontade] de Deus permanece para sempre.
1Jo 5. 14 E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua [vontade], ele nos ouve.

Colaboração do Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva.

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