TEXTO ÁUREO: “Porque a tristeza segundo Deus
opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a
tristeza do mundo opera a morte” (2 Co 7.10).
7.10 TRISTEZA SEGUNDO
DEUS... TRISTEZA DO MUNDO. Aqui, Paulo identifica dois tipos de tristezas.
(1) Há a tristeza
autêntica, causada pelo pecado, que leva ao arrependimento. Consiste numa
mudança de atitude, que nos leva a voltar-nos contra o pecado, e para Deus.
Esse tipo de arrependimento leva à salvação. Para Paulo, o arrependimento do
pecado e a fé em Cristo são responsabilidades humanas quanto à salvação (ver Mt
3.2).
(2) Em contraste, os
que não se arrependem, se entristecem repetidamente devido às conseqüências do
seu pecado; tal tristeza conduz à morte e à condenação eternas (Mt 13.42,50;
25.30; Rm 6.23).
VERDADE PRÁTICA: A graça de Deus não discrimina
ninguém; até o mais vil pecador pode ser salvo.
LEITURA BÍBLICA EM
CLASSE: MATEUS
21.23-32
23 E, chegando ao
templo, acercaram-se dele, estando já ensinando, os príncipes dos sacerdotes e
os anciãos do povo, dizendo: Com que autoridade fazes isso? E quem te deu tal
autoridade?
24 E Jesus, respondendo, disse-lhes: Eu também vos perguntarei uma coisa; se ma
disserdes, também eu vos direi com que autoridade faço isso.
25 O batismo de João donde era? Do céu ou dos homens? E pensavam entre si,
dizendo: Se dissermos: do céu, ele nos dirá: Então, por que não o crestes?
26 E, se dissermos: dos homens, tememos o povo, porque todos consideram João
como profeta.
27 E, respondendo a Jesus, disseram: Não sabemos. Ele disse-lhes: Nem eu vos
digo com que autoridade faço isso.
A parábola dos dois filhos
28 Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos e, dirigindo-se ao primeiro,
disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha.
29 Ele, porém, respondendo, disse: Não quero. Mas, depois, arrependendo-se,
foi.
30 E, dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele,
disse: Eu vou, senhor; e não foi.
31 Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro.
Disse-lhes Jesus: sEm verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram
adiante de vós no Reino de Deus.
32 Porque João veio a vós no caminho de justiça, te não o crestes, mas os
publicanos e as meretrizes o creram; vós, porém, vendo isso, nem depois vos
arrependestes para o crer.
LEITURA DIÁRIA
Segunda – Tt 2.11
Graça salvífica para todos
11 Porque a graça
de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens,
2.11 A GRAÇA DE DEUS. Os versículos 11-14 descrevem a natureza e o propósito da
graça salvífica de Deus. Segundo Paulo, a graça
salvífica
(1) ensina o crente a
rejeitar decididamente as paixões ímpias, prazeres e valores desta era, e
considerando-os abomináveis (v.12; cf. Rm 1.18-32; 2 Tm 2.22; 1 Jo 2.15-17); e
(2) dirige e capacita
o crente a viver "justa e piamente", enquanto espera ansiosamente
pela bem-aventurada esperança e pelo aparecimento de Jesus Cristo (v. 13; Gl
5.5; Cl 1.5; 2 Tm 4.8)
Terça – Lc 3.7-9 A
autoridade espiritual de João Batista
7 Dizia, pois,
João à multidão que saía para ser batizada por ele: Raça de víboras, quem vos
ensinou a fugir da ira que está para vir?
8 Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento e não comeceis a dizer em vós
mesmos: Temos Abraão por pai, porque eu vos digo que até destas pedras pode
Deus suscitar filhos a Abraão. 9 E também já está posto o machado à raiz das
árvores; toda árvore, pois, que não dá bom fruto é cortada e lançada no fogo.
3.8 FRUTOS DIGNOS DE
ARREPENDIMENTO. Ver Mt 3.8 nota. O termo hebraico mais comum para
arrependimento é metanoia, que tem sentido idêntico, porém, com maior realce. A
mensagem do arrependimento dos pecados destina-se aos crentes (Ap 2.5-16;
3.3,19). Ela reluz fortemente no NT.
(1) João Batista a
pregava com ênfase (Mt 3.2-11; Mc 1.4; Lc 3.3-8; At 13.25; 19.4).
(2) Jesus, a sua
mensagem redentora inicial foi a do arrependimento dos pecados (Mt 4.17; Mc
1.15; cf. Lc 5.32; 13.3,5).
(3) Os apóstolos de
Jesus, bem como a igreja como um todo, pregavam o arrependimento (At. 2.38;
3.19; 17.30; Lc 24.47). O arrependimento deve acompanhar o crente em toda sua
vida. O crente que contritamente se arrepende quando erra, quando falha, quando
peca, é um crente vitorioso (cf. 2 Co 7.9,10; 2 Tm 2.25).
(4) O real
arrependimento é obra de Deus no indivíduo (Rm 2.4; At 11.18; 1 Pe 3.9).
Quarta – Jo
3.27-30 A humildade
de João Batista
27 João respondeu e
disse: O homem não pode receber coisa alguma, se lhe não for dada do céu. 28
Vós mesmos me sois testemunhas de que disse: eu não sou o Cristo, mas sou
enviado adiante dele. 29 Aquele que tem a esposa é o esposo; mas o amigo do
esposo, que lhe assiste e o ouve, alegra-se muito com a voz do esposo. Assim,
pois, já essa minha alegria está cumprida. 30 É necessário que ele cresça e que
eu diminua.
Quinta – Mt
21.28,29 Um filho
arrependido
A parábola dos dois
filhos
28 Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos e, dirigindo-se ao primeiro,
disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha. 29 Ele, porém, respondendo,
disse: Não quero. Mas, depois, arrependendo-se, foi.
Sexta – Mt 21.30 Um filho enganador
30 E, dirigindo-se ao
segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e
não foi.
Sábado – Sl 37.37 Deus se agrada da sinceridade
37 Nota o homem
sincero e considera o que é reto, porque o futuro desse homem será de paz.
OBJETIVOS: Após esta aula, seu aluno deverá
estar apto a:
1- Narrar os fatos que antecederam à
parábola.
2- Expor o propósito central do ensino de
Cristo nesta narrativa.
3- Explicar a aplicação prática da parábola nos
versículos
PONTO DE CONTATO: A Parábola dos dois filhos contrasta
duas classes de pessoas: a primeira, refere-se aos publicanos, às meretrizes,
aos gentios em geral, representados pelo primeiro filho. A segunda, às
autoridades religiosas judaicas, representadas pelo segundo filho. A narrativa
diz que todos foram convidados para trabalhar na vinha de Deus.
A primeira classe
facilmente desobedeceu às ordens de divinas, mas, depois, caiu em si,
arrependida. A segunda, obedeceu apenas aparentemente, mas na prática, no
íntimo, transgrediu.
O Senhor da vinha
também nos convida: “Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha?” O que
responderemos?
Deus não nos chamou à
preguiça ou à indolência, mas a uma vida de perseverante trabalho. Respondamos,
pois, “sim” ao Senhor! E lancemo-nos, prontamente, à sua obra.
SÍNTESE TEXTUAL: Nesta significativa história, o
filho desobediente representa os falsos líderes religiosos que obedecem apenas
de lábios, enquanto o filho obediente, aquele que a princípio não acatara a
ordem do pai, é figura dos pecadores arrependidos.
Esta parábola
assevera-nos que Deus requer obediência de fato e não meramente “boas
intenções”. Elas podem ser louváveis, no entanto, o Senhor requer o serviço
real de seus servos.
O principal propósito
desta parábola é censurar a hipocrisia religiosa dos fariseus. Por isso, a
mensagem de Jesus foi contundente: Os pecadores, por piores que sejam, adentram
no Reino de Deus à medida que se arrependem. Ao passo que, os falsos
religiosos, por não obedecerem e nunca sentirem a necessidade de
arrependimento, ficam de fora.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA: Utilize o
quadro abaixo para explicar a parábola em estudo. Analise junto com os alunos
as semelhanças e diferenças entre os dois filhos do vinhateiro. Enfatize a
importância da obediência e do arrependimento.
|
SEMELHANÇAS
|
FILHO A
|
FILHO B
|
|
POSSUEM O MESMO PAI
RECEBEM A MESMAS ORDENS
|
|
DIFERENÇAS
|
RESPONDEU
NEGATIVAMENTE
ARREPENDEU-SE
OBEDECEU
|
RESPONDEU
POSITIVAMENTE
NÃO SE ARREPENDEU
NÃO OBEDECEU
|
COMENTÁRIO:
INTRODUÇÃO
Por causa da inveja
dos líderes religiosos que já não agüentavam mais verem seu súditos seguirem
outro que ensinava a Palavra de DEUS com autoridade e poder, JESUS agora é
confrontado em Jerusalém pouco antes de morrer por nós na cruz. Agora era
chegada a hora do filho de DEUS enfrentar os falso religiosos e suas doutrinas
puramente humanas.
O povo em geral era
tratado como escória e por mais que fizessem para agradar a DEUS, nunca era o
bastante para os pretensos representantes de DEUS, os Sacerdotes, Escribas,
Fariseus, Saduceus e os Herodianos; cada qual reivindicava para si e seu grupo
a preeminência junto ao povo, mas para se livrarem do "intruso"
JESUS, se uniram em um só grupo de aves de rapina.
O grupo mais odiado e
mais criticado entre o povo se constituía de publicanos (cobradores de impostos
para os romanos) e de meretrizes (prostitutas).
I. CONSIDERAÇÕES
INICIAIS DA PARÁBOLA (MT 21.23-27)
Mt 21.23 E, chegando ao templo,
acercaram-se dele, estando já ensinando, os príncipes dos sacerdotes e os
anciãos do povo, dizendo: Com que autoridade fazes isso? E quem te deu tal
autoridade? 24 E Jesus, respondendo, disse-lhes: Eu também vos perguntarei uma
coisa; se ma disserdes, também eu vos direi com que autoridade faço isso. 25 O
batismo de João donde era? Do céu ou dos homens? E pensavam entre si, dizendo:
Se dissermos: do céu, ele nos dirá: Então, por que não o crestes?
26 E, se dissermos: dos homens, tememos o povo, porque todos consideram João
como profeta. 27 E, respondendo a Jesus, disseram: Não sabemos. Ele disse-lhes:
Nem eu vos digo com que autoridade faço isso.
A pergunta dos
príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo foi: Com que autoridade fazes isso? E
quem te deu tal autoridade?
Os sacerdotes sabiam
que a autoridade deles provinha de sua linhagem sacerdotal, descendência de
Levi, portanto, incontestável para JESUS ou outro qualquer. Eles tinham a
"autoridade de DEUS" para representarem o judaísmo. JESUS não era
descendente de Levi, portanto não poderia ensinar como um sacerdote.
Como de costume
lhes respondeu JESUS com outra pergunta: O batismo de João donde era? Do céu ou
dos homens?
Como o batismo de
João era reconhecido por todo o povo como sendo vindo diretamente de DEUS e o
próprio JESUS dele participou, a pergunta tinha resposta certa, porém os
sacerdotes já sabiam o que JESUS lhes diria se os mesmos respondessem que era
de DEUS: JESUS lhes diria: Então, por que não o crestes? Se acaso respondessem
que não era de DEUS o batismo de João, então o povo se revoltaria contra eles,
pois haviam ali muitos que foram transformados em seu caráter e e em sua
religião após se arrependerem de seus pecados durante o batismo efetuado por
João. Então responderam: Não sabemos.
JESUS, agora podia
dizer-lhes que Ele sabia mais do que eles, pois se batizou no batismo de João e
acreditava neste batismo como vindo de DEUS, mas para complementar seu ensino
propôs-lhes ainda uma parábola que mais chegou a eles como uma chicotada:
II. AS LIÇÕES
DERIVADAS DOS DOIS FILHOS (V.28)
A parábola dos
dois filhos
Mt 21.28 Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos e, dirigindo-se
ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha. 29 Ele, porém,
respondendo, disse: Não quero. Mas, depois, arrependendo-se, foi. 30 E,
dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu
vou, senhor; e não foi. 31 Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram-lhe
eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as
meretrizes entram adiante de vós no Reino de Deus. 32 Porque João veio a vós no
caminho de justiça, te não o crestes, mas os publicanos e as meretrizes o
creram; vós, porém, vendo isso, nem depois vos arrependestes para o crer.
1. O que
representam os filhos (v.28).
Os filhos
representavam respectivamente os pecadores comuns dentre o povo em geral e os
pecadores religiosos e líderes do povo (tanto líderes políticos como religiosos
e até anciãos) que se escondiam por detrás de suas capas de santidade, porém
eram como sepulcros caiados.
Os pecadores entre o
povo eram os que em resumo, não observavam a Lei para fazerem as purificações,
ritos, separações e sacrifícios.
Os pecadores
religiosos eram os "representantes de DEUS" na terra, ou seja as
autoridades de Israel.
2. Filhos do mesmo
pai (v.28).
O pedido ou a ordem
não foi seguida de repreensão ou de obrigação, porém cada filho teve a
oportunidade de corresponder ao pai de acordo com sua própria vontade; é o
livre-arbítrio concedido pelo pai aos filhos.
Deus espera que todo
crente, por amor, gratidão, chamada, privilégio e oportunidade, e não apenas o
dever, sirva-O com alegria, dedicação, zelo e resignação.
DEUS não colocou
robôs na terra para lhe obedecerem forçadamente, mas colocou seres pensantes e
deseja que estes seres, os homens, o sirvam de livre e espontânea vontade e com
desejo de agradar-lhe em tudo.
3. O pai: figura
de Deus.
O pai é a figura
principal da parábola. O pai é quem chama, quem dá oportunidade de trabalho,
quem vai até ao filho, quem quer recompensar o filho.
“Filhos”, aqui, não
deve ser visto apenas como um mero termo de tratamento, mas uma expressão da
nossa filiação, santificação e justificação.
Temos uma posição no
reino dos céus ao aceitarmos a CRISTO como Senhor e Salvador, posição
espiritual em Cristo Jesus (Jo 1.12; Rm 8.14; Gl 4.5).
III. A CONDUTA
DIFERENCIADA DOS FILHOS (VV.29,30)
Mt 21.28 Mas que vos parece? Um homem
tinha dois filhos e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje
na minha vinha. 29 Ele, porém, respondendo, disse: Não quero. Mas, depois,
arrependendo-se, foi. 30 E, dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo;
e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi. 31 Qual dos dois fez a
vontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos
digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no Reino de Deus.
32 Porque João veio a vós no caminho de justiça, te não o crestes, mas os
publicanos e as meretrizes o creram; vós, porém, vendo isso, nem depois vos
arrependestes para o crer.
Os dois filhos
receberam do pai a mesma ordem ou pedido:
“Filho, vai
trabalhar hoje na minha vinha”(vv.28,30),
Veremos agora qual a
resposta de cada um e qual a reação de cada um diante do chamado do pai:
Sabemos que todos os
dois deram resposta ao chamado do pai no mesmo instante em que foram chamados,
não pensaram antes de responder, não analisaram o trabalho antes de responder;
o primeiro que foi chamado disse logo, Não quero; o segundo, porém respondeu
imediatamente, Eu vou, senhor.
1. O espírito de
rebeldia.
O PRIMEIRO
"FILHO": mostrou-se desobediente, grosseiro e indelicado; não procurou
analisar o pedido do pai e a primeira resposta que lhe veio à boca, respondeu:
“Não quero” - Não era
seu desejo no momento, pois não sabia direito o que representava trabalhar na
vinha de seu pai.
Pv 25.11 Como maçãs
de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo.
Ele respondeu: “Não
quero”, mas não justificou; não esclareceu nada. E o pai tinha urgência: “Hoje”
(v.28). A vinha era da família (“minha vinha”); portanto, era dos próprios
filhos. O primeiro filho, inicialmente, desobedeceu, mas depois se arrependeu e
foi para o trabalho.
O SEGUNDO
"FILHO":
mostrou-se obediente, amoroso e delicado; procurou
agradar o pai e a primeira resposta que lhe veio à boca, respondeu:
"Eu vou,
senhor" - Era seu desejo no momento, sabia o que representava trabalhar na
vinha de seu pai, porém não foi trabalhar, era um preguiçoso.
Pr 21.25 O desejo do
preguiçoso o mata; porque as suas mãos recusam-se a trabalhar.
Ambos eram dominados
por sentimentos de rebeldia. O pecado de rebeldia e insubmissão é igualado aos
de feitiçaria, iniqüidade e idolatria (1 Sm 15.22,23).
2. Diferenças
entre os dois filhos (vv.28,29).
a) O PRIMEIRO
"FILHO": Nele vemos a importância da reflexão. Ele pensou no que fez de
errado e arrependeu-se ainda em tempo. Muitos se arrependem tarde demais como
Judas e o homem citado em Lc 16.23-30.
Um nome
igualmente apropriado para esta parábola dos Dois Filhos séria "A Parábola
do Arrependimento", porque é nela que temos o ensino e registro mais claro
do ponto de vista de Cristo sobre este assunto tão importante.
I. *** O Arrependimento é a
primeira e uma das mais importante verdades do Novo Testamento:
A. Foi o teor da mensagem de João Batista: Mc 1:4;
B. Foi mencionado
na primeira mensagem de Cristo; Mc 1,14-15;
C. Jesus enviou seus discípulos a pregar e o que eles pregaram? Mc 6,12;
D. Examinando o livro de Atos, a primeira pregação da Igreja de Cristo, Pedro
pede aos ouvintes que se arrependessem; Atos 2,38;
E. Paulo, outro grande pregador da igreja primitiva, ressalta aos Atenienses
idólatras: Atos 17,30;
F. O arrependimento era básico na mensagem primitiva;
*** O
arrependimento é o ponto de partida pelo qual todos que entram no reino dos
céus precisam chegar a entendê-lo:
A. Jesus deixa claro que todos os fariseus, sacerdotes e anciãos precisavam se
arrepender da mesma forma que os publicanos e as meretrizes;
B. Essa é uma verdade fundamental e vital. Não é um desses pontos que podem
haver variações de pensamentos;
C. Paulo
pregava que não havia nenhum justo capaz de fugir dessa realidade; Rm 3,10-19;
D.
Professar uma religião ou ter sido criado num ambiente religioso não faz
diferença;
E. O fato do filho mais novo ter dito sim ao pai não faz diferença. Ele
não obedeceu;
F. Podemos dizer com segurança que o templo da salvação começa no
arrependimento;
*** Jesus enfatiza que o que condena os homens é o fato de não
se arrependerem:
A.
Mateus 21,32; Foi o caso dos fariseus mencionados nesta parábola;
B. Ai de ti Cafarnaum... Luc. 10:13;
III
*** A falta de entendimento sobre a importância do arrependimento é a
causa de muitos problemas encontrados dentro do cristianismo nominal:
A. A
fraqueza das igrejas;
B. A
Falta de um testemunho forte e corajoso;
C. A
confusão das massas que mal sabem o que é ser cristão, ou que é uma igreja;
D. Elas não entendem que para ser cristão é preciso haver uma transformação
interna, operado pelo Espírito Santo, a qual, transforma-o interna e externamente;
*** O Arrependimento em algum ensinos ilustres do Senhor Jesus:
A.
Na parábola do filho pródigo encontramos o momento em que ele se arrependeu, e
nada é mais comovente do que a palavras que Jesus usou para descrevê-la:
"E tornando em si..."
B. Na parábola do fariseu e do publicano. Toda a oração do publicano é um ato
notável de um homem arrependido de seus pecados e que precisa de ajuda;
C. As pessoas perdoadas por Cristo eram pessoas sofredoras
*** O
que é o arrependimento - forma simplificada:
A.
Primeiro: Admitiu o seu erro: a si mesmo; a quem de direito; a Deus; ao mundo;
Êx. O filho pródigo: "Caindo em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai
têm abundância de pão e eu aqui pereço de fome?" Lc 15:17 ou em outras
palavras: "Que bobagem é essa que eu fiz em recusar de viver com meu Pai e
achar que este mundo era melhor que minha casa?
B.
Segundo: Sentiu vergonha do que fez, achando-se indigno de receber o perdão;
"Pai, pequei contra o céu, e perante ti, e já não sou digno de ser chamado
seu filho; faze-me como um dos teus jornaleiros..." Lc 15:18-19;
C.
Terceiro: Provou e confirmou seu arrependimento, fazendo aquilo que de
princípio havia se recusado a fazer; "E levantando-se foi para seu
pai" Lc 15:20;
Estes
três passos pode ser visto na vida do primeiro filho. Ele ficou com o coração
constrangido em não obedecer a seu pai, admitiu o erro a si próprio, e foi para
o trabalho humilhado;
*** O
terceiro Passo é o mais difícil
A. É
nesse ponto que muitos chegam e desistem. Assumem o erro, envergonham-se mas
tem medo de assumir publicamente que "realmente mudou" com suas
atitudes;
B. O Jovem Rico é um bom exemplo de como ele foi bem até este ponto;
*** A
quem é concedido o arrependimento?
A. Na parábola não fala de “religiosos’ ou “santos”;
B. A
parábola usa os termos "publicanos" e "meretrizes";
C. Os
publicanos eram a pior espécie de homens entre os judeus:
Tidos como ladrões por defraudarem o povo;
Tidos como carrascos por ordenar a prisão dos que não conseguiam pagar os impostos;
Tidos como traidores da pátria. Cobravam impostos a César e não a um rei judeu;
Tidos como os mais indignos de entrarem no reino dos céus;
D. As
meretrizes eram a pior espécie entre as mulheres;
A Lei mandava apedrejá-las;
Sinônimo de imoralidade eram tidas como "um nojo" para a sociedade;
Até hoje ser identificada como meretriz é por si uma ofensa à família;
E. Porque
Jesus usou dois exemplos tão vis:
Primeiro: Mostrar que para Deus a condição do homem está nivelada em
"pecadores"; Romanos 3:23;
Segundo: Que a morte de Cristo é suficiente para tirar os mais vis pecados; 1
Co 6:20;
Terceiro: Que meretrizes e publicanos são capazes de chegar ao arrependimento
quando muitos religiosos não o são; João 1:1; e Mat. 21:32;
I***
Mas temos ainda um último ensinamento nesta parábola: Está na palavra
"depois"
A.
Ela expressa ao mesmo tempo a misericórdia e o amor de Deus;
B. Que seria desse primeiro filho sem esta palavra. No começo negou-se a
ir, mas "depois", mas depois ele foi;
C. Que
seria de Paulo se não houvesse essa palavra após aquele dia que ele segurou as
vestes dos assassinos de Estevão; Após ele perseguir a Igreja de Cristo; Graças
a Deus temos essa palavra;
D.
Quantos já recusaram servir a Deus como a Bíblia ensina e estão tendo a
oportunidade de ter em sua vida, neste dia, a palavra "depois";
E. Você pode um dia dizer: "Por muitos anos eu recusei aceitar o
evangelho e entregar minha vida a Jesus. Mas "depois", num dia 12 de
Dezembro, ouvi a Palavra da Salvação e me entreguei a meu Mestre e Senhor Jesus
Cristo;
b) O SEGUNDO
"FILHO":
Este respondeu afirmativamente ao pai, porém não foi trabalhar na vinha.
Outrossim, pode indicar preguiça, um mal que continua a se instalar nos filhos
e filhas da atualidade, prejudicando os lares por toda parte. Se dependesse
dele, a vinha do pai logo mais seria um campo de urtigas (Pv 24.30-34). A
urtiga causa coceira, queimadura e inquietação. “Urtiga” na igreja, vem da
ociosidade; de crente desocupado. Disse uma coisa e fez outra (v.30). “Nem todo
o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a
vontade de meu Pai, que está nos céus” (Mt 7.21). Era hipócrita; de duas caras;
de duas palavras. “Eu vou, senhor; e não foi”. Um cristão nessa situação perde
a identidade bíblica, ou seja, perde a visão de salvação em JESUS CRISTO.
Quantos, antes de
serem batizados no ESPÍRITO SANTO, prometeram evangelizar, visitar enfermos e
fazer tantas outras coisas; agora estão ociosos, estão a assistir cultos, não
cultuam a DEUS e nem fazem sua obra, são os preguiçosos que vêem a vinha, porém
não entram nela; vão acabar ficando de fora da fazenda.
IV. A APLICAÇÃO DA
PARÁBOLA (VV.31,32)
1. “Qual dos dois
fez a vontade do pai?” (v.31). Eram filhos de um mesmo pai. A filiação era uma só, mas
tinham características diferentes. A nossa filiação proveniente de Deus é
outorgada e vem de cima; o caráter é formado em nosso interior e manifesta-se
em nosso exterior.
Balaão queria “morrer
a morte do justo”, mas não queria viver a vida do justo, e deu-se mal (Nm
23.10; 31.15,16; Ap 2.14).
2. As pessoas
representadas pelos dois filhos (v.32). Os que desconhecem a Deus e vivem na ignorância, alienados
dEle são os publicanos e meretrizes, disse Jesus (v.32); estão representados no
primeiro filho.
Há os que afirmam que
conhecem a Deus, no entanto, o negam com seu viver (Tt 1.16). Assim eram os
sacerdotes e outros líderes religiosos do povo (v.23), representados no segundo
filho.
CONCLUSÃO
O fato saliente nesta
lição é a importância da obediência e a sua prova. Se isso é de alto valor na
vida secular, o é muito mais na esfera espiritual. Há cristãos que honram a
Deus com seus lábios, mas seus corações estão longe dEle, como afirmou Jesus
(Mt 15.8,9). Ler também 1 Jo 3.18. Outra verdade decorrente da lição é que
nossas intenções para com Deus serão reveladas principalmente por meio de nosso
comportamento.
Purificações
Diversos ritos
cerimoniais da lei mosaica que reabilitavam o indivíduo a comunhão de Deus.
AUXÍLIOS SUPLEMENTARES: Subsídio Teológico
“Jesus continua
contra-atacando os inimigos com três parábolas que tratam da rejeição dos
líderes de Israel. Mateus introduz estas parábolas com a expressão: ‘Mas que
vos parece?’ (Mt 17.25; 18.12). De acordo com os profetas, a vinha nas duas
primeiras parábolas representa Israel (Sl 80.8-19; Jr 2.21). Na Parábola dos
Dois Filhos, o primeiro filho representa os pecadores arrependidos que agora
servem ao Pai, ao passo que o segundo filho retrata os líderes que honram a
Deus com os lábios mas cujo coração está longe (Is 29.13). Anteriormente Jesus
já tinha se associado com os publicanos e pecadores, e os inimigos lançaram-lhe
isso em rosto (Mt 9.9-13). Agora, ele menciona os pecadores para reprovar os
principais sacerdotes e anciãos. A chamada de João Batista ao arrependimento
teve profundo impacto nos pecadores arrependidos que viviam na periferia da
respeitabilidade (Lc 3.10-14; 7.29,30).
O uso do título
respeitoso ‘senhor’ (kyrie, Mt 21.30) é típico de Mateus e provavelmente tem
significado duplo para ele e sua audiência. Nos lábios do filho hipócrita, faz
o leitor lembrar das palavras ditas anteriormente por Jesus (Mt 7.21). [...]
‘Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no
Reino de Deus’ (Mt 21.31). Jesus deixa aberta a possibilidade de que a elite
‘respeitável’ venha a seguir os publicanos e pecadores no Reino de Deus, mas
considerando o caráter apocalíptico da parábola, soa friamente como palavras de
julgamento final.” (ARRINGTON, F.L.; STRONSTAD, R. (eds.). Comentário bíblico pentecostal: Novo
Testamento. RJ:CPAD, 2003, p. 120.).
Leia mais Revista Ensinador Cristão CPAD, nº
22, pág. 41.
Questionário da
Lição 11 - Parábolas - REALIZANDO A VONTADE DO PAI
Por Ev.Luiz
Henrique de Almeida Silva www.henriqueestudos.cjb.net
TEXTO ÁUREO:
1- Complete:
“Porque a
________________ segundo Deus opera arrependimento para a _____________,
da qual ninguém
se arrepende; mas a tristeza do _____________ opera a morte” (2 Co 7.10).
VERDADE
PRÁTICA:
2- Complete:
A _______ de Deus não
discrimina ninguém; até o mais vil pecador pode ser _________.
COMENTÁRIO:
INTRODUÇÃO
3- Nesta parábola
Jesus fez uma clara distinção entre duas classes de ouvintes, quais são:
( ) A moral e
também a dos Herodianos e meretrizes
( ) A religiosa
e também a dos publicanos e meretrizes
( ) A social e
também a dos publicanos e meretrizes
I. CONSIDERAÇÕES
INICIAIS DA PARÁBOLA (MT 21.23-27)
4- Qual a resposta
que Jesus proferiu, nesta parábola, em uma pergunta ardilosa que os líderes
religiosos lhe fizeram?
( ) Jesus condicionou
sua resposta a uma resposta que lhes fez, “Parece?
( ) Jesus revelou sua
resposta com uma pergunta que eles lhe fizeram: “Que vos parece?
( ) Jesus condicionou
sua resposta a uma pergunta que lhes fez, “Que vos parece?
5- Por que os
líderes de Israel rejeitavam os ensinos de Jesus?
( ) Porque temiam a
influência dos mesmos sobre o povo, visto que a Palavra de Deus, ensinada por
Jesus, contrastava e conflitava com os conceitos humanos, tradicionais e sem
vida
( ) Porque temiam a
influência dos mesmos sobre o povo, visto que a Palavra de Jesus, concordava
com os conceitos humanos, tradicionais e sem vida
( ) Porque temiam a
influência dos mesmos sobre o sinédrio, visto que a Palavra de Deus, ensinada
por Jesus, concordava com os mesmos
6- Com que
perguntas aqueles líderes religiosos maldosamente interpelaram Jesus?
( ) Com que direito
fazes isso? e, Quem te deu tal direito?
( ) Com que moral
fazes isso? e, Quem te deu tal moral?
( ) Com que
autoridade fazes isso? e, Quem te deu tal autoridade?
II. AS LIÇÕES
DERIVADAS DOS DOIS FILHOS (V.28)
7- O que
representam os filhos no vv.28?
( ) Os três grupos
principais de pessoas carentes de salvação
( ) Os quatro grupos
principais de pessoas carentes de salvação
( ) Os dois grupos principais
de pessoas carentes de salvação
8- Quem eram
os “pecadores”, no conceito dos escribas e fariseus?
( ) Pessoas que
observavam a Lei para fazerem as purificações, ritos, separações e sacrifícios.
( ) Pessoas que não
observavam a Lei para fazerem as purificações, ritos, separações e sacrifícios.
( ) Pessoas que não
observavam a Lei, mas faziam as purificações, ritos, separações e sacrifícios
exigidos por ela.
9- Quem é a figura
principal da parábola?
( ) O pai
( ) O primeiro filho
( ) O segundo filho
III. A CONDUTA
DIFERENCIADA DOS FILHOS (VV.29,30)
10- Qual a ordem
que os dois filhos receberam do pai?
( ) “Filho, vai
descansar hoje na minha vinha”
( ) “Filho, vai
fiscalizar hoje a minha vinha”
( ) “Filho, vai
trabalhar hoje na minha vinha”
11- Qual o pecado
de cada filho em relação ao Pai?
( ) O primeiro filho
não pecou contra o pai. O primeiro obedeceu no início da sua história
(vv.28,29). O segundo, no final (v.30)
( ) Ambos pecaram
contra o pai. O primeiro desobedeceu no início da sua história (vv.28,29). O
segundo, no final (v.30)
( ) O segundo filho
pecou contra o pai. O primeiro obedeceu desde o início da sua história
(vv.28,29). O segundo, no final (v.30)
12- Por que o
primeiro filho, além de desobediente, era grosseiro e indelicado? Qual foi sua
resposta ao convite de seu pai para trabalhar na vinha?
( ) Ele respondeu:
“Quero”, mas não justificou; não esclareceu nada.
( ) Ele respondeu:
“Depois vou”, mas não justificou; não esclareceu nada.
( ) Ele respondeu:
“Não quero”, mas não justificou; não esclareceu nada.
13- Qual foi a
atitude posterior do primeiro filho?
( ) Foi para o
trabalho arrastado pelo pai
( ) Se arrependeu,
mas não foi para o trabalho
( ) Se arrependeu e
foi para o trabalho
14- Qual foi a
atitude posterior do segundo filho?
( ) O segundo afirmou
prontamente que iria, todavia não cumpriu o prometido.
( ) O segundo, apesar
de não prometer, prontamente cumpriu o desejo do pai
( ) O segundo afirmou
prontamente que não iria, todavia foi trabalhar
15- A que se
assemelha o pecado de rebeldia e insubmissão? Cite a referência bíblica:
( ) É igualado aos de
feitiçaria, iniqüidade e pornografia (1 Tm 15.22,23)
( ) É igualado aos de
mentira, falso testemunho e idolatria (Fm 15.22,23)
( ) É igualado aos de
feitiçaria, iniqüidade e idolatria (1 Sm 15.22,23)
16- Complete
quanto às semelhanças e às diferenças entre os dois filhos (vv.28,29):
|
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FILHO A
|
FILHO B
|
|
SEMELHANÇAS
|
POSSUEM O MESMO ____________________
RECEBEM A MESMAS __________________
|
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DIFERENÇAS
|
RESPONDEU
_________TIVAMENTE
|
RESPONDEU
__________TIVAMENTE
|
|
ARRE________________
|
NÃO _________________
|
|
OBED________________
|
NÃO SE AR___________________
|
IV. A APLICAÇÃO DA
PARÁBOLA (VV.31,32)
17- Qual dos dois
fez a vontade do pai?
( ) O primeiro
( ) O segundo
( ) Os dois
18- Quem são as
pessoas representadas pelos dois filhos?
( ) Os que conhecem a
Deus e vivem na consonância dEle, são os publicanos e meretrizes.
( ) Os que
desconhecem a Deus e vivem na ignorância, alienados dEle, são os publicanos e
meretrizes.
( ) Os que
desconhecem a seus irmãos e vivem na ignorância, alienados da Igreja, são os
crentes
CONCLUSÃO
19- Como nossas
intenções para com Deus serão reveladas?
( ) Principalmente
por meio de nosso isolamento.
( ) Principalmente
por meio de nossa condição financeira
( ) Principalmente
por meio de nosso comportamento.
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Vontade de DEUS
Mt 6. 10 Venha o teu
reino, seja feita a tua [vontade], assim na terra como no céu;
Mt 7. 21 Nem todo o
que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a
[vontade] de meu Pai, que está nos céus.
Mt 10. 29 Não se
vendem dois passarinhos por um ceitil? e nenhum deles cairá em terra sem a
[vontade] de vosso Pai.
Mt 12. 50 Porque,
qualquer que fizer a [vontade] de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão,
e irmã e mãe.
Mt 18. 14 Assim,
também, não é [vontade] de vosso Pai, que está nos céus, que um destes
pequeninos se perca.
Mt 21. 31 Qual dos
dois fez a [vontade] do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus:
Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no
reino de Deus.
Mt 26. 42 E, indo
segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem
eu o beber, faça-se a tua [vontade].
1Ts 4. 3 Porque esta
é a [vontade] de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da
prostituição;
Hb 2. 4 Testificando
também Deus com eles, por sinais, e milagres, e várias maravilhas e dons do
Espírito Santo, distribuídos por sua [vontade]?
Hb 10. 36 Porque
necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a [vontade] de
Deus, possais alcançar a promessa.
1Jo 2. 17 E o mundo
passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a [vontade] de Deus permanece
para sempre.
1Jo 5. 14 E esta é a
confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua
[vontade], ele nos ouve.
Colaboração do Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva.
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