TEXTO ÁUREO:
"Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos" (Mt 22.14).
VERDADE PRÁTICA:
As bodas é a suprema coroação daqueles que atenderam ao convite divino e foram
fiéis ao Rei.
LEITURA BÍBLICA EM
CLASSE: MATEUS
22.2-14
2 O Reino dos céus é
semelhante a um certo rei que celebrou as bodas de seu filho.
3 E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não
quiseram vir.
4 Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos convidados: Eis que tenho o
meu jantar preparado, os meus bois e cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde
às bodas.
5 Porém eles, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, e outro para o seu
negócio;
6 e, os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.
7 E o rei, tendo notícias disso, encolerizou-se, ce, enviando os seus
exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade.
8 Então, disse aos servos: As bodas, na verdade, estão preparadas, mas os
convidados não eram dignos.
9 Ide, pois, às saídas dos caminhos e convidai para as bodas a todos os que
encontrardes.
10 E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram,
tanto maus como bons; e a festa nupcial ficou cheia de convidados.
11 E o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado
com veste nupcial.
12 E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo veste nupcial? E ele
emudeceu.
13 Disse, então, o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o ge lançai-o
nas trevas exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes.
14 Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.
22.11 VESTE NUPCIAL. Muitos, que fazem parte da presente manifestação do reino
dos céus aqui na terra, não estarão trajado com veste nupcial (v. 11), e,
portanto, não farão parte dos escolhidos (v. 14). A veste nupcial simboliza a
condição de se estar preparado uma possessão presente da verdadeira fé em
Cristo e da constante obediência como fruto da graça de Cristo (cf. 24.44;
25.21). Cristo alude ao homem que estava sem vestes nupciais, para levar-nos a
um auto-exame e perguntar-nos, Senhor, sou eu? .
22.14 POUCOS ESCOLHIDOS. A chamada à salvação é feita a muitos. Os poucos
escolhidos para herdar o reino dos céus são os que atendem à chamada de Deus;
que se arrependem dos seus pecados e que crêem em Cristo. Acolher a graça de
Deus mediante o livre exercício da nossa vontade faz com que nos tornemos parte
do povo escolhido de Deus
LEITURA DIÁRIA
Segunda - At 13.46
O convite real
rejeitado
46 Mas Paulo e
Barnabé, usando de ousadia, disseram: Era mister que a vós se vos pregasse
primeiro a palavra de Deus; mas, visto que a rejeitais, e vos não julgais
dignos da vida eterna, eis que nos voltamos para os gentios.
Deuteronômio 32.21 A zelos me provocaram com aquilo
que não é Deus; com as suas vaidades me provocaram à ira; portanto, eu os
provocarei a zelos com os que não são povo; com nação louca os despertarei à
ira.
Isaías 55.5 Eis que chamarás a uma nação que não conheces, e uma
nação que nunca te conheceu correrá para ti, por amor do SENHOR, teu Deus, e do
Santo de Israel; porque ele te glorificou.
Mateus 21.43 Portanto, eu vos digo que o Reino de Deus vos será
tirado e será dado a uma nação que dê os seus frutos.
Romanos 10.19 Mas digo: Porventura, Israel não o soube? Primeiramente, diz
Moisés: Eu vos meterei em ciúmes com aqueles que não são povo, com gente
insensata vos provocarei à ira.
Terça - Jo 1.12 O convite real aceito
12 Mas a todos
quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que
crêem no seu nome,
1.12 FILHOS DE DEUS. O homem tem o poder -(o direito) de se tornar filho de
Deus somente se crer no nome de Cristo. Quando ele o
recebe, nasce de novo e é feito filho de Deus (3.1-21). Portanto, nem todas as
pessoas são "filhos de Deus" no sentido bíblico.
1.12 CRÊEM. É importante notar que João nunca emprega o substantivo
"fé" (gr. pistis). Entretanto, emprega o verbo "crer" (gr.
pisteuo)
98 vezes. Para João, a fé salvífica é, pois, uma atividade; algo que as pessoas
realizam. A verdadeira fé não é crer e confiar de modo
estático em Jesus e na sua obra redentora, mas uma dedicação amorosa e abnegada
que continuamente nos aproxima dEle como
Senhor e Salvador (cf. Hb 7.25).
1.12 RECEBERAM... CRÊEM. Este versículo retrata claramente como a fé salvífica
é tanto um ato instantâneo como uma atitude da vida
inteira. (1) Para alguém se tornar filho de Deus, deve "receber" (gr.
elabon, de lambano) a Cristo. O tempo pretérito do aoristo aqui
denota um ato definido de fé. (2) Após este ato de fé, de receber a Cristo como
Salvador, deve haver da parte do pecador uma ação
contínua de crer. O verbo "crer" (gr. pisteuosin, de pisteuo) é um
particípio presente ativo, indicando a necessidade da perseverança no
crer. A fé genuína precisa continuar após o ato inicial da pessoa aceitar a Cristo
para que ela seja salva. "Aquele que perseverar até ao
fim será salvo" (Mt 10.22; 24.12,13; Cl 1.21-23; Hb 3.6, 12-15).
Quarta - 1 Jo 3.2 Os convidados assemelhar-se-ão ao
anfitrião
2 Amados, agora somos
filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que,
quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o
veremos.
Quinta - Ap 3.21 O lugar de honra dos convidados
vencedores
21 Ao que vencer, lhe
concederei que se assente comigo no meu trono, assim como eu venci e me
assentei com meu Pai no seu
trono.
Mateus 19.28 E Jesus
disse-lhes: Em verdade vos digo que vós, que me seguistes, quando, na
regeneração, o Filho do Homem se assentar no trono da sua glória, também vos
assentareis sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel.
Lucas 22.30 para que comais e bebais à minha mesa no meu Reino e vos
assenteis sobre tronos, julgando as doze tribos de Israel.
1 Coríntios 6.2 Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora,
se o mundo deve ser julgado por vós, sois, porventura, indignos de julgar as
coisas mínimas?
2 Timóteo 2.12 se sofrermos, também com ele reinaremos; se o negarmos,
também ele nos negará;
Apocalipse 2.26 E ao que vencer e guardar até ao fim as minhas obras, eu
lhe darei poder sobre as nações,27 e com vara de ferro as regerá; e serão
quebradas como vasos de oleiro; como também recebi de meu Pai,
Sexta - Ap 19.9 Os convidados às bodas são bem-aventurados
9 E disse-me:
Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro.
E disse-me: Estas são as verdadeiras
palavras de Deus.
Mateus 22.2 O Reino dos céus é semelhante a um certo rei que celebrou as bodas
de seu filho.3 E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; e
estes não quiseram vir.
Lucas 14.15 E , ouvindo isso um dos que estavam com ele à mesa,
disse-lhe: Bem-aventurado o que comer pão no Reino de Deus!
16 Porém ele lhe disse: Um certo homem fez uma grande ceia e convidou a muitos.
Apocalipse 21.5 E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que
faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve, porque estas palavras são
verdadeiras e fiéis.
Apocalipse 22.6 E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras. O
Senhor, o Deus dos santos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus
servos as coisas que em breve hão de acontecer.
Sábado - Ap 19.7 A noiva deve estar pronta para as
bodas
7 Regozijemo-nos, e
alegremo-nos, e demos-lhe glória, porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já
a sua esposa se aprontou.
19.7 A SUA ESPOSA SE APRONTOU. Na cronologia do capítulo 19, vemos a
"noiva" (i.e., a igreja, 2 Co 11.2) já no céu, antes da vinda
de Cristo à terra. Os intérpretes vêem aí uma indicação de que a igreja já foi
arrebatada antes da vinda de Cristo, conforme vemos em
19.11-21 Duas razões para isso. (1) A noiva (cf. 21.2) está totalmente
preparada no céu, para "as bodas do Cordeiro", logo, a igreja já deve
ter sido arrebatada, achando-se no céu. (2) A noiva, já no céu, está vestida
com "as justiças dos santos", i.e., seus atos de retidão (v. 8). Para
os atos de retidão dos santos serem completos, eles precisam estar no céu e
libertos de toda a impureza.
OBJETIVOS: Após esta aula, seu aluno deverá
estar apto a:
Sintetizar a mensagem principal da lição.
Descrever os personagens das Bodas do
Cordeiro.
Explicar os aspectos futuro e atual da
celebração das bodas
PONTO DE CONTATO: Professor, chamamos de
"contextualização" o recurso da hermenêutica bíblica que procura
tornar a mensagem da Escritura compreensível ao cristão moderno. Quem expõe o
texto bíblico deve responsabilizar-se por mostrar o sentido original e atual da
mensagem. É nosso compromisso tornar a Palavra de Deus compreensível aos nossos
alunos. Portanto, procure sempre aplicar o ensino das parábolas à realidade da
classe. Por exemplo: os manuais de etiqueta objetivam ensinar como vestir-se
adequadamente em cada ocasião. A Bíblia Sagrada é nosso manual de regra e
conduta. Por meio dela, aprendemos sobre as vestes espirituais indispensáveis
àqueles que desejam participar das Bodas do Cordeiro - vestes de santidade, de
justiça e de verdade.
SÍNTESE TEXTUAL: Nesta parábola, a figura de Deus é
representada por um rei que vai celebrar as bodas de seu filho e envia seus
servos a chamar os convidados. Os primeiros a receberem o convite não fazem
caso do mesmo por motivos irrelevantes. Então, o rei estende seu convite a
todas as pessoas desprezadas pela sociedade, estas prontamente aceitam-no. No
meio da festa, o rei avista um convidado sem os trajes apropriados para a festa
e questiona-o a respeito disso. Diante de seu emudecimento, o convidado é
expulso da festa. Os primeiros convidados representam a rejeição dos judeus ao
Messias. Os outros, nós, os gentios. Como em qualquer festa nupcial, só
participarão das Bodas do Cordeiro, preparadas pelo Pai celestial, os que
estiverem com suas vestes adequadas, isto é, trajados com a "justiça dos
santos" (Ap 19.8).
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA: Reproduza
o gráfico contendo os principais assuntos da parábola das Bodas do Cordeiro.
Utilize transparências, cartolina ou quadro-de-giz a fim de auxiliar os alunos
a fixarem a aprendizagem.
|
AS BODAS DO CORDEIRO
|
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O REI
|
É o próprio JESUS
|
|
PARTICIPANTES DA FESTA
|
JESUS, a Igreja, os Anjos e
os Santos do AT
|
|
A FESTA NUPCIAL
|
Os benefícios e as delícias do
reino messiânico
|
|
TRAJE EXIGIDO
|
Vestes santas de pureza e justiça
de DEUS
|
|
OCASIÃO
|
Após o Arrebatamento e o Tribunal
de CRISTO
|
LEITURA BÍBLICA EM
CLASSE: MATEUS 22.2-14
2 O Reino dos céus
é semelhante a um certo rei que celebrou as bodas de seu filho.
3 E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não
quiseram vir.
4 Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos convidados: Eis que tenho o
meu jantar preparado, os meus bois e cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde
às bodas.
5 Porém eles, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, e outro para o seu
negócio;
6 e, os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.
7 E o rei, tendo notícias disso, encolerizou-se, ce, enviando os seus
exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade.
8 Então, disse aos servos: As bodas, na verdade, estão preparadas, mas os
convidados não eram dignos.
9 Ide, pois, às saídas dos caminhos e convidai para as bodas a todos os que
encontrardes.
10 E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram,
tanto maus como bons; e a festa nupcial ficou cheia de convidados.
11 E o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava
trajado com veste nupcial.
12 E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo veste nupcial? E ele
emudeceu.
13 Disse, então, o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o ge lançai-o
nas trevas exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes.
14 Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.
22.11 VESTE NUPCIAL. Muitos, que fazem parte da presente manifestação do reino
dos céus aqui na terra, não estarão trajado com veste nupcial (v. 11), e,
portanto, não farão parte dos escolhidos (v. 14). A veste nupcial simboliza a
condição de se estar preparado uma possessão presente da verdadeira fé em
Cristo e da constante obediência como fruto da graça de Cristo (cf. 24.44;
25.21). Cristo alude
ao homem que estava sem vestes nupciais, para levar-nos a um auto-exame e
perguntar-nos, Senhor, sou eu? .
22.14 POUCOS
ESCOLHIDOS. A chamada à salvação é feita a muitos. Os poucos escolhidos para
herdar o reino dos céus são os que atendem à chamada de Deus; que se arrependem
dos seus pecados e que crêem em Cristo. Acolher a graça de Deus mediante o
livre exercício da nossa vontade faz com que nos tornemos parte do povo
escolhido de Deus
COMENTÁRIO:
INTRODUÇÃO
Esta parábola às
vezes é confundida com a de Lucas 14.16-24, porque as duas apresentam uma
festa, em que alguns convidados aceitam e outros rejeitam o convite, porém, as
duas são relatos e lições totalmente distintas.
Nesta parábola, Jesus
acusa os fariseus e saduceus de rejeitarem o convite de amor que Deus lhes fez,
e de desonrarem o Filho e matar os seus servos; isto tudo aconteceu aos
profetas e a JESUS. A lição principal que Jesus põe em destaque está no
versículo 14: "muitos são chamados, mas poucos, escolhidos". A festa
é a salvação sem merecimento, apenas reconhecendo em JESUS a salvação, é o
período da graça em que vivemos, este está no decorrer da graça, dependendo de
nós mesmos e nossa fidelidade para que alcancemos o final deste período que
será após o arrebatamento e Tribunal de CRISTO, nas bodas do cordeiro.
Já
findando seu ministério terreno, JESUS profere uma de suas últimas lições, a
parábola - As Bodas do Filho de Deus. Sabemos que em Lucas encontramos uma
parábola que pode ser a mesma contada em outra visão do escritor e médico
Lucas, ou o mais provável, apenas um aproveitamento daquela parábola para
acrescentar um outro ensino dentro do mesmo contexto de uma festa e seus
convidados. Depreendemos daqui que os judeus, sendo os primeiros convidados
para as bodas do filho de DEUS, rejeitaram este convite por não reconhecerem em
JESUS o filho de DEUS, o messias enviado para salvação de todos; sendo assim os
demais povos, os gentios, aqui representados pelos pobres, doentes, excluídos e
até mesmo os malfeitores.
Como e
quem entrará e permanecerá na festa, depende aqui nesta parábola de aceitar ao
convite e de suas vestes festivas (vestes núpcias espirituais, isto é, vestidos
de justiça de Cristo, participarão do gozo eterno da salvação).
I. UM CONVITE
DO REI (MT 22.2,3)
2 O Reino dos céus
é semelhante a um certo rei que celebrou as bodas de seu filho.
3 E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não
quiseram vir.
Subsídios
1:
O
Gracioso Convite do Rei
As
Bodas do Filho do Rei (v.2)
2 O Reino dos céus é semelhante a um
certo rei que celebrou as bodas de seu filho.
As
bodas ou casamento é do filho do Rei, que para nós significa o Senhor JESUS
CRISTO e sua noiva, a Igreja, sendo o local do casamento o grande dia final do
Tribunal de CRISTO, enquanto na Terra, estará se findando a Grande Tribulação.
O
termo "bodas" vem do latim "vota", isto é,
"votos", em alusão aos votos matrimoniais por ocasião do casamento. É
uma festa de casamento. O termo é também plural porque tal festa durava sete
dias e até 14 dias (Jz 14.12). Na festa, a alegria, solidariedade, entrega de
presentes, paz, comunhão, comida farta, quebra copos e todos os costumes
judaicos numa festa de casamento aconteciam ao som de muita música e com danças
típicas. Isto nos leva a pensar na alegria e gozo imensuráveis que
experimentaremos logo após o Tribunal de CRISTO, quando nos sentaremos à mesa
com CRISTO, o nosso salvador.
»SALMOS
45
·UNIÃO
ENTRE O REI E SEU POVO
Masquil,
cântico de amor, para o músico-mor, entre os filhos de Coré, sobre Shoshanim
1 O
MEU coração ferve com palavras boas, falo do que tenho feito no tocante ao Rei.
A minha língua é a pena de um destro escritor.
2 Tu
és mais formoso do que os filhos dos homens; a graça se derramou em teus
lábios; por isso Deus te abençoou para sempre.
3
Cinge a tua espada à coxa, ó valente, com a tua glória e a tua majestade.
4 E
neste teu esplendor cavalga prosperamente, por causa da verdade, da mansidão e
da justiça; e a tua destra te ensinará coisas terríveis.
5 As
tuas flechas são agudas no coração dos inimigos do rei, e por elas os povos
caíram debaixo de ti.
6 O
teu trono, ó Deus, é eterno e perpétuo; o cetro do teu reino é um cetro de
eqüidade.
7 Tu
amas a justiça e odeias a impiedade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com
óleo de alegria mais do que a teus companheiros.
8
Todas as tuas vestes cheiram a mirra e aloés e cássia, desde os palácios de
marfim de onde te alegram.
9 As
filhas dos reis estavam entre as tuas ilustres mulheres; à tua direita estava a
rainha ornada de finíssimo ouro de Ofir.
10
Ouve, filha, e olha, e inclina os teus ouvidos; esquece-te do teu povo e da
casa do teu pai.
11 Então
o rei se afeiçoará da tua formosura, pois ele é teu Senhor; adora-o.
12 E a
filha de Tiro estará ali com presentes; os ricos do povo suplicarão o teu
favor.
13 A
filha do rei é toda ilustre lá dentro; o seu vestido é entretecido de ouro.
14
Leva-la-ão ao rei com vestidos bordados; as virgens que a acompanham a trarão a
ti.
15 Com
alegria e regozijo as trarão; elas entrarão no palácio do rei.
16 Em
lugar de teus pais estarão teus filhos; deles farás príncipes sobre toda a
terra.
17
Farei lembrado o teu nome de geração em geração; por isso os povos te louvarão
eternamente.
1. Quem é o
Rei?
O pai que é
DEUS, celebra as bodas do filho que é JESUS. Envia os empregados que são os
profetas a levar o convite que é a pregação da vinda do Messias para as bodas e
conseqüente juízo sobre os ímpios pecadores que não se arrependerem de seus
pecados.
2. Uma celebração
desejada pelo Rei (vv.2,3).
O maior anelo do pai
é ver o filho casado e lhe fazer uma bela festa de casamento.
DEUS deseja
ardentemente o dia em que JESUS nos apresentará a Ele dizendo:
Hb 2.13 E outra vez:
Porei nele a minha confiança. E outra vez: Eis-me aqui a mim, e aos filhos que
Tu me deste.
3. O aspecto
atual da celebração.
É para todas as
épocas, JESUS está falando da rejeição do convite feita pelos judeus em Israel
e da aceitação dos gentios de todos os povos.
4. O aspecto
futuro da celebração.
Nas bodas do
cordeiro, logo no final do Tribunal de CRISTO no céu e final da Grande
Tribulação na Terra.
Subsídios
2
O
Gracioso Convite para a Festa do Rei (v.3).
3 E enviou os seus
servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não quiseram vir.
O convite
é feito de maneira simples, por servos do Rei que para nós são os servos usados
pelo ESPÍRITO SANTO residente nos profetas e nos crentes do AT, até João
Batista, ESPÍRITO SANTO que lhes dava ou lhes fazia lembrar das Palavras de
DEUS, o evangelho, a boa notícia de salvação a todos os povos, línguas e
nações, mencionando a vinda do Messias prometido.
a) "Enviou os seus
servos".
Todos estes agiram fazendo um convite para a fé em DEUS.
Enfrentaram a oposição e a recusa dos convidados, alguns pagaram com a própria
vida o trabalho de convidar, mas todos serão recompensados e estarão nas bodas
do Cordeiro de DEUS que tira o pecado do mundo. Eles estarão lá conosco, pois
também recebemos o convite, mas não fomos rebeldes à voz do que chamava:
"Filho meu, Dá-me o teu coração".
INTERESSANTE QUE CONVIDARAM E ESTARÃO COM OS CONVIDADOS
QUE ACEITARAM AO CONVITE, NA MESMA FESTA.
HEBREUS 11
12 Por isso também de um, e esse já amortecido,
descenderam tantos, em multidão, como as estrelas do céu, e como a areia
inumerável que está na praia do mar.
13 Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as
promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que
eram estrangeiros e peregrinos na terra.
14 Porque, os que isto dizem, claramente mostram que
buscam uma pátria.
15 E se, na verdade, se lembrassem daquela de onde haviam
saído, teriam oportunidade de tornar.
16 Mas agora desejam uma melhor, isto é, a celestial. Por
isso também Deus não se envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes
preparou uma cidade.
29 Pela fé passaram o Mar Vermelho, como por terra seca; o
que intentando os egípcios,
32 E que mais direi? Faltar-me-ia o tempo contando de
Gideão, e de Baraque, e de Sansão, e de Jefté, e de Davi, e de Samuel e dos
profetas,
33 Os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça,
alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões,
34 Apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada,
da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga os
exércitos dos estranhos.
35 As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos;
uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor
ressurreição;
36 E outros experimentaram escárnios e açoites, e até
cadeias e prisões.
37 Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da
espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos
e maltratados
38 (Dos quais o mundo não era digno), errantes pelos
desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra.
39 E todos estes, tendo tido testemunho pela fé, não
alcançaram a promessa,
40 Provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito,
para que eles sem nós não fossem aperfeiçoados.
b) "A chamar os
convidados".
O próprio dono da festa (no caso o rei, que é DEUS o PAI),
convidava algumas pessoas mais importantes da cidade (DEUS mesmo se manifestou
aos patriarcas e falou com reis e imperadores) para a festa do casamento (no
caso, a ceia das bodas do cordeiro, no final do Tribunal de CRISTO).
O casamento aqui era de seu filho (No caso JESUS) e para
que não se esquecessem da festa (Bodas do Cordeiro - JESUS), o anfitrião da
festa mandava empregados (Profetas) aos convidados (moradores da Terra) para
que se lembrassem da festa e não faltassem, pois faltar a uma festa tendo sido
convidado e dito que iria e não fosse, seria considerada ofensa e ofensa grave
(Lançamento no lago de fogo e enxofre.
2)
A Indelicada Recusa dos Convidados
a. A
estranha recusa
É preciso
coragem e muito desprezo pelo rei para não aceitar a um convite seu, além disto
haviam prometido que iriam (Faz-nos lembrar da Parábola dos Dois Filhos -
disseram que iam e não foram).
É o livre
arbítrio concedido aos homens por DEUS. O homem tem escolhido entre dois
caminhos desde seu primeiro pai, pena que na maioria das vezes escolhe o
caminho errado, o caminho mais fácil, o caminho largo e espaçoso.
Jr 21. 8 E a
este povo dirás: Assim diz o SENHOR: Eis que ponho diante de vós o caminho da
vida e o caminho da morte.
Mt 7. 13 Entrai
pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à
perdição, e muitos são os que entram por ela;
As
desculpas apresentadas para não comparecerem à festa era apenas um pretexto
para não prestigiarem seu futuro rei, no nosso caso JESUS.
Lc 19. 14 Mas os
seus concidadãos odiavam-no, e mandaram após ele embaixadores, dizendo: Não
queremos que este reine sobre nós.
Não há
como recusar o convite, o casamento não pode esperar, o noivo está chegando com
a noiva e o banquete será servido, a hora é chegada.
Ap 19.7
Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas
do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou.
b. A reiteração do convite (v.4)
4 Depois, enviou
outros servos, dizendo: Dizei aos convidados: Eis que tenho o meu jantar
preparado, os meus bois e cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde às bodas.
DEUS é
insistente na salvação de todos e por isso mesmo envia servos atrás de outros
servos em busca dos convidados.
Podemos
distinguir algumas vezes que DEUS chamou insistentemente ao homem e não foi
correspondido:
DEUS foi
rejeitado por Adão, o primeiro homem ao comer do fruto que DEUS havia dito para
não comer (A entrada do pecado no mundo);
Foi rejeitado pelo povo de Israel que pediram um rei que governasse sobre eles;
Foi
rejeitado agora pelos judeus e seus representantes religiosos e políticos que
não o conheceram em seu filho.
DEUS
continua seu convite através da Igreja cheia do ESPÍRITO SANTO, ELE não desiste
e nunca desistirá de convidar a todos os homens.
c. A festa preparada
Quanta
autoridade (O noivo JESUS no trono), quanta beleza (a noiva - a Igreja ornada
para o noivo), quantos funcionários (anjos), quanta alegria (pelos salvos).
Imagine o
trabalhão para preparar a festa (JESUS teve que dar sua vida), agora os
convidados não querem vir (quantos milhões de pessoas morreram e foram para o
inferno sem aceitarem o sacrifício que foi feito na cruz por elas).
Anunciemos,
convidemos a todos, pois o noivo está às portas!!!!!!!
Forçai-os
a entrar, esta é a ordem.
Lc 14.23
Respondeu o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e obriga-os a
entrar, para que a minha casa se encha.
Muitas
vezes deixamos de ganhar almas, pois não insistimos no convite, ou desistimos
de tentar mais uma vez, ou porque não fomos ao hospital visitar aquele pobre
moribundo que o ESPÍRITO SANTO nos mandou visitar, não vamos ao nosso vizinho
porque sentimos vergonha dele. Vamos! Forcemo-los a entrar, a casa não pode
ficar vazia.
Lembro-me
de quantas vezes dei provas difíceis no colégio para os alunos da classe de
religião, então devido às notas baixas que tiravam, dizia para eles irem à
congregação para assistirem ao culto que lá eu anotaria o nome de cada um que
fosse e daria 3 pontos pela participação, então a congregação ficava cheia e na
hora do apelo muitos se convertiam. Hoje, quando os encontro nas diversas
congregações que visito, vejo que o forçar de DEUS funciona, pois são obreiros
e mulheres que servem a DEUS com todo o zelo. Glória a DEUS!!!
d. A incrível indiferença
Mt 11.17
Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamos lamentações, e não pranteastes.
A
indiferença é um pecado que será cobrado e castigado severamente pelo rei.
Ninguém zomba de DEUS e permanece feliz para contar a história.
"Eles
não fazendo caso"(v.5).
O
desprezo pela palavra de DEUS (O Pão que desceu do céu), está cada vez maior;
já vemos em nossos cultos o horário cada dia mais curto para o ensino da Palavra
de DEUS e até o desaparecimento total do ensino por parte dos líderes, tudo
substituído pelo que agrada aos jovens e aos descompromissados, a música, que
em noventa por cento dos casos é mais secular do que evangélica, tem mais apelo
sensual ou material do que evangelístico.
e. A perseguição aos mensageiros (v.6)
6 e, os outros,
apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.
Depois da
total descrença nos profetas de DEUS e do esfriamento espiritual do povo de
Israel devido à morte de muitos dos primeiros cristãos que aconteceu a
tragédia, veio o castigo do rei para com seus convidados, sua cidade foi
destruída a fogo e seu povo feito escravo ou morto pela espada romana
(Gladium). No ano 70 d.C. o general Tito invade Jerusalém, a cidade do Rei, ateia
fogo a ela e a destruição é tremenda.
Gl 7.7
Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear,
isso também ceifará.
II. OS
CONVIDADOS DO REI (MT 22.3-10)
3 E enviou os seus
servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não quiseram vir.
4 Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos convidados: Eis que tenho o
meu jantar preparado, os meus bois e cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde
às bodas.
5 Porém eles, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, e outro para o seu
negócio;
6 e, os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.
7 E o rei, tendo notícias disso, encolerizou-se, ce, enviando os seus
exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade.
8 Então, disse aos servos: As bodas, na verdade, estão preparadas, mas os
convidados não eram dignos.
9 Ide, pois, às saídas dos caminhos e convidai para as bodas a todos os que
encontrardes.
10 E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram,
tanto maus como bons; e a festa nupcial ficou cheia de convidados.
1. Dois
insistentes convites para Israel.
1º CONVITE - Mt 22.3
E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não
quiseram vir.
2º CONVITE - Mt 22.4 Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos
convidados: Eis que tenho o meu jantar preparado, os meus bois e cevados já
mortos, e tudo já pronto; vinde às bodas. 5 Porém eles, não fazendo caso,
foram, um para o seu campo, e outro para o seu negócio;
No primeiro convite a
resposta foi seca e mal-educada, devido à insistência do rei arranjaram
desculpas para se justificarem por não irem.
Assim também os
homens estão a responder ao apelo da salvação de maneira mal-criada e
irresponsável, depois da perseverança e insistência da Igreja em convidá-los
inventam desculpas esfarrapadas como:
- Tenho minha
religião;
- Não tenho tempo
para a Igreja;
- Tenho receio de
meus familiares;
- Já sou crente;
Etc...
2. Três classes
de pessoas convidadas no primeiro convite(vv.3-6).
3 E enviou os seus
servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não quiseram vir.
4 Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos convidados: Eis que tenho o
meu jantar preparado, os meus bois e cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde
às bodas.
5 Porém eles, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, e outro para o seu
negócio;
6 e, os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.
a- Indiferentes - Não davam nenhum valor ao rei e
nem a seu filho.
b- Ingratos - Não foram agradecidos por serem
convidados, acharam-se merecedores de maior dádiva ainda.
c- Homicidas - Violentos e assassinos.
Ultrajaram e mataram os servos do Rei (Mt 22.6). Provocaram o rei à ira.
3. O terceiro
convite (Mt 22.8-10).
8 Então, disse aos
servos: As bodas, na verdade, estão preparadas, mas os convidados não eram
dignos.9 Ide, pois, às saídas dos caminhos e convidai para as bodas a todos os
que encontrardes.
10 E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram,
tanto maus como bons; e a festa nupcial ficou cheia de convidados.
Este último convite
revela a justiça divina irmanada à misericórdia. Segundo o costume, esses
convidados não eram dignos, isto é, eram pessoas comuns, discriminadas pela
sociedade e não desfrutavam da amizade do Rei (Mt 22.8). Estes homens,
rejeitados pelos judeus, foram receptivos ao convite régio e encheram o palácio
para as bodas. Os servos do monarca foram pelos caminhos e convidaram a todos
que encontraram, tanto os maus como os bons (Mt 22.10). É interessante notar que
o texto se refere "às saídas do caminho", indicando não apenas as
pessoas dentro dos limites de Israel, mas a tantos quantos fossem encontrados
fora de suas fronteiras. O livro de Atos dos Apóstolos é um testemunho de que o
evangelho ultrapassou os limites de Israel. Ao recusarem o convite real, os
judeus mostraram ser menos dignos do que os gentios (Rm 11.11; 15.27; 9.20-21).
4. Os
propósitos de Deus não são frustrados.
A rejeição dos judeus
não frustrou os propósitos divinos, ao contrário, propiciou a entrada dos
gentios (vv.8-10). Os convidados não apenas rejeitaram o convite, mas
rechaçaram com violência e morte os mensageiros do rei. Não foi exatamente isto
que os judeus fizeram com os discípulos de Jesus?
III. A FESTA DO
CASAMENTO (MT 22.10-12)
10 E os servos,
saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como
bons; e a festa nupcial ficou cheia de convidados. 11 E o rei, entrando para
ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste nupcial.
12 E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo veste nupcial? E ele
emudeceu.
Os benefícios e
delícias do reino messiânico são representados pela figura de uma festa
nupcial. Os judeus foram indiferentes ao convite do Rei. Os servos enviados
pelo Monarca ao longo da história desse povo foram rechaçados e maltratados,
desde os primeiros profetas até o último, João Batista.
1. As vestes
adequadas para a festa (v.11).
11 E o rei,
entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com
veste nupcial.
De algum modo, o rei
providenciou vestes festivas para os convidados desafortunados, a fim de que se
trajassem adequadamente para as núpcias. Qual o sentido simbólico da
"veste nupcial?" Significa despojar-se das vestes antigas, dos
andrajos do pecado, e vestir-se com trajes santos, purificados com o sangue do
Cordeiro.
2 . Convidado
sem trajes adequado (v.11).
11 E o rei,
entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com
veste nupcial.
Não era aceito na
sociedade de então que alguém entrasse numa festa sem estar devidamente
vestido. Trazendo isto para a realidade espiritual, entendemos que é impossível
estar na celebração maior do Reino de Deus sem o traje festivo. Os convidados
sem traje nupcial representam aqueles que pensam ser capazes de servir a Deus
de qualquer modo, sem demonstrar os sinais da obra purificadora do Calvário.
Quem está vestido com sua própria justiça não tem direito de entrar na festa.
Somente aqueles que estão trajados com a "justiça dos santos" (Ap
19.8).
3. A visão
escatológica das Bodas (Mt 22.10; Ap 19.7-9).
10 E os servos,
saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como
bons; e a festa nupcial ficou cheia de convidados.
Ap 19.7
Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas
do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. 8 E foi-lhe dado que se vestisse de
linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos
santos. 9 E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia
das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus.
Nas Bodas, conforme a
parábola, "a festa nupcial ficou cheia de convidados". Ou seja,
daqueles que aceitaram o convite da graça, passando a fazer parte das Bodas do
Cordeiro.
a) O "filho
do Rei". É a
mesma figura do "Cordeiro", isto é, a pessoa de Cristo. Ele é o
esposo desejado pela Igreja, a esposa.
b) A esposa do
Filho do Rei. Não é
Israel, mas a Igreja remida no Calvário formada indistintamente por judeus e
gentios que receberam a Cristo (2 Co 11.2; Ef 5.23-32; Ap 19.7).
c) O tempo da
festa. As Bodas do
Cordeiro dar-se-ão após o arrebatamento e o Tribunal de Cristo. Enquanto a
Igreja se regozija na presença do Noivo, na terra, acontecerá a Grande Tribulação.
A festa é a
salvação sem merecimento, apenas reconhecendo em JEUS a salvação, é o período
da graça em que vivemos, este está no decorrer da graça, dependendo de nós
mesmos e nossa fidelidade para que alcancemos o final deste período que será
após o arrebatamento e Tribunal de CRISTO, nas bodas do cordeiro.
Subsídios 3:
3)
O Novo Convite Universal do Rei
DEUS
não faz acepção de pessoas, todos os que a Ele se chegam são salvos.
Da
rejeição de Israel nasce a aproximação gentílica.
Mt
8.11,12 Também vos digo que muitos virão do oriente e do ocidente, e
reclinar-se-ão à mesa de Abraão, Isaque e Jacó, no reino dos céus; 12 mas os
filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger
de dentes.
At
13.46 Então Paulo e Barnabé, falando ousadamente, disseram: Era mister que a
vós se pregasse em primeiro lugar a palavra de Deus; mas, visto que a
rejeitais, e não vos julgais dignos da vida eterna, eis que nos viramos para os
gentios; 47 porque assim nos ordenou o Senhor: Eu te pus para luz dos gentios,
a fim de que sejas para salvação até os confins da terra. 48 Os gentios,
ouvindo isto, alegravam-se e glorificavam a palavra do Senhor; e creram todos
quantos haviam sido destinados para a vida eterna. O plano de Deus não pode
falhar! Se falharmos, Deus levantará outros para ocupar o nosso lugar, como
pessoas ou igrejas, contanto que quando Jesus voltar um povo sei esteja
preparado para encontrá-lo. Ler Mc 16.15.
a.
Bons e maus reunidos no banquete (v.10)
10 E os servos,
saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como
bons; e a festa nupcial ficou cheia de
convidados.
É
diferenciada a conversão na vida de cada crente, enquanto uns se convertem
totalmente ao Senhor e lêem muito a bíblia, jejuam, oram, são batizados nas
águas e com o ESPÍRITO
SANTO
e ainda fazem a obra de DEUS, outros são acomodados e rebeldes à voz de DEUS.
O
melhor é que os fortes ajudem aos mais fracos. Que as pedras da construção da
Igreja aparem suas arestas de tal forma a se encaixarem perfeitamente umas às
outras na construção de um lindo edifício para DEUS.
2Co
5.17 Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já
passaram; eis que tudo se fez novo.
1Pe 2. 5 vós
também, quais pedras vivas, sois edificados como casa espiritual para serdes
sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, aceitáveis a
Deus por Jesus Cristo.
b. O
homem sem veste nupcial (v.11)
11 E o rei,
entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com
veste nupcial.
Um
homem que não trazia veste nupcial no Vv 11, esse homem que não se vestia
propriamente para tal ocasião, representa os judeus que insistiam em entrar no
reino de DEUS conforme os seus próprios conceitos de justiça própria
(principalmente pela guarda do Sábado e do cumprimento de algumas leis).
Rm
10.3 Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a
sua própria, não se sujeitaram à justiça de Deus. 4 Pois Cristo é o fim da lei
para justificar a todo aquele que crê.
Este
mal vestido homem também representa os que na atualidade procuram se justificar
e confiam na sua própria justiça, recusando-se a vestir-se de CRISTO. (Orlando
Boyer - Espada Cortante 1 - CPAD)
Is
61.10 Regozijar-me-ei muito no Senhor, a minha alma se alegrará no meu Deus,
porque me vestiu de vestes de salvação, cobriu-me com o manto de justiça, como
noivo que se adorna com uma grinalda, e como noiva que se enfeita com as suas
jóias.
Gl 3 27 Porque
todos quantos fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo.
c. O
rei entra para ver (vv.11-12)
12 E disse-lhe:
Amigo, como entraste aqui, não tendo veste nupcial? E ele emudeceu.
13 Disse, então, o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o ge lançai-o
nas trevas exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes.
O rei
está de olho nos convidados, ninguém pense que pode se esconder ou burlar a
segurança do filho do rei e seu olho como chama de fogo.
Ap 1. 14 e a
sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos
como chama de fogo
No
tribunal de CRISTO a obra de cada um será provada pelo fogo e então cada um
estará nu e patente aos olhos daquele que tudo vê, é evidente que ali não
haverá mais condenação como aqui na Parábola, pois a mesma se refere aqui
àqueles que ficarão para a grande tribulação embora pensassem que estariam
entre os que foram arrebatados, são aqueles que estarão perante JESUS naquele
dia dizendo:
Mt 7. 22 Muitos
me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em
teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres?
d. O
resultado fatal (v.13)
13 Disse, então, o
rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o ge lançai-o nas trevas
exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes.
Há um
lugar preparado para aqueles que não aceitam ao convite do rei e também para
aqueles que não sabem se trajar na presença do rei, o lago de fogo e enxofre.
O rei
ordenou aos seus servos que lançassem fora o homem, nas trevas exteriores, uma
vez que ele já vivia nas trevas interiores. Todos os servos do rei mencionados
até aqui (5 vezes: vv.3,4,6,8,10) são de outra categoria de servos:
"doulos". Aqui no v. 13, na aplicação da justiça divina,
"servos" no v.13 é "diakonos" e deve referir-se aos anjos
como agentes de Deus nesses casos como vemos nos textos bíblicos. Ver Mt
13.41,42. "Doulos" é o servo em relação ao seu senhor, na sua
presença e sendo enviado por ele. "Diakonos" (donde o termo diácono)
é o servo em relação ao serviço do Senhor, executando fielmente o seu querer,
principalmente fora da sua presença. Os diáconos da Igreja deviam saber disso.
A festa é a
salvação sem merecimento, apenas reconhecendo em JESUS a salvação, é o período
da graça em que vivemos, este está no decorrer da graça, dependendo de nós mesmos
e nossa fidelidade para que alcancemos o final deste período que será após o
arrebatamento e Tribunal de CRISTO, nas bodas do cordeiro.
CONCLUSÃO
Jesus
concluiu o seu ensino dizendo: "Porque muitos são chamados, mas poucos
escolhidos". Convidados são todos. Escolhidos são os que aceitam o
convite, e, são justificados diante de Deus mediante a justiça de Cristo pela
fé. Assim ficarão fora do banquete da salvação:
***O
judeu incrédulo (vv.3-8);
***O gentio falso crente (vv.11-13).
É tão
fatal recusar o evangelho, como se fazer crente sem sê-lo.
(Pr.
Antônio Gilberto - www.cpad.com.br)
A principal lição
dessa parábola está no versículo 14 que mostra a rejeição de Israel à obra de
Cristo. Israel era o povo chamado e eleito; o povo convidado para as bodas, mas
a sua rejeição propiciou o convite a todos os povos. Não podemos, por
conseguinte, desprezar o convite para as bodas do Cordeiro. Como, porém,
aceitar este convite? Recebendo a Cristo como o nosso único e suficiente
Salvador.
AUXÍLIOS SUPLEMENTARES:
Subsídio
Doutrinário
"A provisão
feita no evangelho para as almas que perecem está representada por uma festa
real, feita por um rei de um modo pródigo, conforme o costume oriental, por
ocasião do casamento de seu filho.
[...] Os primeiros
convidados foram os judeus. Quando os profetas do Antigo Testamento não
prevaleceram, nem João Batista, nem o próprio Cristo, que lhes disse que o
reino de Deus estava próximo, foram enviados os apóstolos e, ministros do
evangelho, depois da ressurreição de Cristo, a dizer-lhes que viria
persuadi-los para que aceitassem a sua oferta.
A razão de os
pecadores não irem a Cristo e à salvação por Ele, não é que não possam, mas
porque não querem. Ignorar a Cristo e à salvação realizada por Ele é o pecado
que condena o mundo. Eles foram indiferentes. As multidões perecem para sempre
por pura indiferença, sem mostrar aversão direta, mas são negligentes acerca de
suas almas. Além do mais, as atividades e o proveito das ocupações mundanas
atrapalham a muitos, impedindo-os de estabelecer uma aliança com o salvador.
[...] Nosso Salvador
passa aqui da parábola para o seu ensino. Os hipócritas, mesmo aparentemente
andando na luz do evangelho, caminham em direção à extrema escuridão. Muitos
são chamados à festa das bodas, isto é, a salvação, mas poucos têm a roupa para
a ocasião; a justiça de Cristo e a santificação do Espírito. Então,
examinemo-nos se estamos na fé e procuremos ser aprovados pelo Rei."
(HENRY, Matthew. Comentário bíblico Matthew Henry. RJ:CPAD,
2002, p. 781.)
Subsídio
Bibliológico
"Muitos, que
fazem parte da presente manifestação do reino dos céus aqui na terra, não
estarão 'trajado com veste nupcial' (v.11), e, portanto, não farão parte dos
escolhidos (v.14). A 'veste nupcial' simboliza a condição de se estar preparado
- uma possessão presente da verdadeira fé em Cristo e da constante obediência
como fruto da graça de Cristo (cf. 24.44; 25.21). Cristo alude ao homem que
estava sem vestes nupciais, para levar-nos a um auto-exame e perguntar-nos,
'Senhor, sou eu?'
...A chamada à
salvação é feita a muitos. Os poucos escolhidos para herdar o reino dos céus
são
os que atendem à
chamada de Deus; que se arrependem dos seus pecados e que crêem em Cristo.
Acolher a graça de Deus mediante o livre exercício da nossa vontade faz com que
nos tornemos parte do povo escolhido de Deus". ( Bíblia de Estudo
Pentecostal. RJ: CPAD, 1995, p.1432).
Leia mais Revista Ensinador Cristão CPAD, nº
22, pág. 42.
Questionário da
Lição 13 - Parábolas - AS BODAS DO FILHO DE DEUS
Por Ev.Luiz Henrique
de Almeida Silva - www.henriqueestudos.cjb.net
TEXTO ÁUREO:
1- Complete:
"Porque muitos
são ___________, mas poucos, _______________" (Mt 22.14).
VERDADE PRÁTICA:
2- Complete:
As ____________, é a
suprema coroação daqueles que atenderam ao _________ divino e foram fiéis
ao Rei.
COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
3- Com qual
parábola esta parábola é confundida?
( ) Com a de Lucas
14.16-24
( ) Com a de Mateus
24.16-24
( ) Com a de Marcos
4.16-24
I. UM CONVITE DO
REI (MT 22.2,3)
4- Quem é o Rei?
( ) Apenas mais um
pai preocupado com o casamento de seu filho
( ) DEUS o pai
( ) JESUS
5- Quem
representam, aqueles que inicialmente foram convidados para as Bodas?
( ) Os Gentios que
rejeitaram ao Filho, Jesus
( ) Os Judeus que
rejeitaram ao Filho, Jesus
( ) Os Gregos que
rejeitaram ao Filho, Jesus
6- Para quem
é o primeiro
convite?
( ) Para o povo
gentio, que deveria reconhecer a Jesus como herdeiro do reino
( ) Para o povo de
Israel, que deveria reconhecer a Jesus como herdeiro do reino
( ) Para o povo de
Roma, que deveria reconhecer a Jesus como herdeiro do reino
7- Como o povo de
Israel respondeu ao primeiro convite?
( ) Aceitou o convite
de bom grado
( ) Recusou o
convite, mas depois o aceitou
( ) Recusou o convite
8- A quem foi
estendido o convite devido à recusa de Israel?
( ) A todos os
gregos, quantos faziam parte desse povo legalista
( ) A todos quantos
não faziam parte desse povo legalista
( ) Somente aos
judeus quantos não faziam parte desse povo legalista
9- Sob o aspecto
futurista da celebração a que festa nos induz a parábola?
( ) À grande
festividade promocional de Apocalipse 10.7-9
( ) À grande
festividade emergencial de Apocalipse 21.7-9
( ) À grande
festividade nupcial de Apocalipse 19.7-9
10- Complete:
No Antigo Testamento,
o matrimônio era uma figura da união entre _________ e Israel (Is 54.5),
enquanto no Novo Testamento, é uma aliança espiritual entre ____________ e a
Igreja, a "esposa do ______________" (Ap 19.7; 2 Co 11.2).
II. OS CONVIDADOS
DO REI (MT 22.3-10)
11- Como foram
respondidos os dois primeiros insistentes convites para Israel?
( ) Os convidados se
recusaram a ir (At 13.46). No segundo, os servos foram orientados a declarar
aos convidados que "o jantar ainda não estava preparado, os bois e os
cevados ainda não estavam mortos, estavam preparando a celebração" (Mt
22.4-7), porém outra vez rejeitaram o convite régio.
( ) Os convidados
aceitaram vir (At 13.46). No segundo, os servos foram orientados a reforçar o
convite pois "o jantar já estava preparado, os bois e os cevados já
mortos, e tudo estava pronto para a celebração" (Mt 22.4-7).
( ) Os convidados se
recusaram a vir (At 13.46). No segundo, os servos foram orientados a declarar
aos convidados que "o jantar já estava preparado, os bois e os cevados já
mortos, e tudo estava pronto para a celebração" (Mt 22.4-7), porém outra
vez rejeitaram o convite régio.
12- Quais as três
classes de pessoas convidadas no primeiro convite e no segundo?
( ) Diferentes,
gratos, simpáticos
( )
Inteligentes, ingratos, homicidas e espertos
( )
Indiferentes, ingratos, violentos e assassinos
13- O que revela o
terceiro convite?
( ) A justiça divina
irmanada à discórdia
( ) A justiça divina
irmanada à falta de compromisso do crente
( ) A justiça divina
irmanada à misericórdia
14- Os propósitos
de Deus, em relação aos gentios, foram frustrados devido à rejeição dos Judeus?
( ) A rejeição dos
judeus não frustrou os propósitos divinos
( ) A rejeição dos
judeus frustrou os propósitos divinos
( ) A rejeição dos
judeus atrapalhou os propósitos divinos
III. A FESTA DO
CASAMENTO (MT 22.10-12)
15- Pelo que os
benefícios e delícias do reino messiânico são representados?
( ) Pela figura de
uma festa passional
( ) Pela figura de
uma festa política
( ) Pela figura de
uma festa nupcial
16- Qual o sentido
simbólico da "veste nupcial?"
( ) Significa
vestir-se das vestes antigas, dos andrajos do pecado, e revestir-se com trajes
santos, purificados com o sangue do Cordeiro.
( ) Significa
despojar-se das vestes antigas, dos andrajos do pecado, e vestir-se com trajes
santos, purificados com o sangue do Cordeiro.
( ) Significa
despojar-se das vestes de santidade.
17- A quem
representam os convidados sem traje nupcial?
( ) Àqueles que
pensam ser capazes de servir a Deus de qualquer modo, sem demonstrar os sinais
da obra purificadora do Calvário.
( ) Àqueles que
pensam ser incapazes de servir a Deus de qualquer modo, demonstram os sinais da
obra purificadora do Calvário.
( ) Àqueles que
pensam ser capazes de servir a Deus demonstrando os sinais da obra purificadora
do Calvário.
18- Quem é o
"filho do Rei"?
( ) É a mesma figura
do Crente, isto é, a pessoa do Salvo
( ) É a mesma figura
do "Cordeiro", isto é, a pessoa do ESPÍRITO SANTO
( ) É a mesma figura do
"Cordeiro", isto é, a pessoa de Cristo
19- Quem é a
esposa do Filho do Rei?
( ) Maria como mãe de
JESUS
( ) Os judeus
( ) A Igreja remida
no Calvário formada indistintamente por judeus e gentios que receberam a Cristo
20- Quando se
darão as Bodas do Cordeiro?
( ) Após o milênio e
o juízo final
( ) Após o
arrebatamento e o Tribunal de Cristo
( ) Após o
arrebatamento e a batalha do Armagedom
Colaboração do Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva.
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