Lição 13 - O cristão e a política


Estudos:

- Política à luz da Bíblia

- O cristão e sua responsabilidade com as eleições
- Políticos evangélicos ou políticos aos evangélicos
- Orientação política para o povo de Deus
- Voto ético
- A igreja e a política
- Fé cristã e participação política
- Voto de cabresto nas igreja
- Evangélicos e cidadania: livra-nos do mal
- Calvinismo versus política
- Um presidente evangélico?
- Presidente evangélico
- É tempo de política
- Um cabo eleitoral muito poderoso

Livros:

- Cristianismo e Política - Robinson Cavalcanti - Editora Ultimato

- O igreja, o país e o mundo - Robinson Cavalcanti - Editora Ultimato

Complemento:

Questionário Questionário da lição - Colaboração de Moisés Soares da Câmara

TEXTO ÁUREO:
Quando os justos triunfam, há grande alegria; mas, quando os ímpios sobem, os homens escondem-se” (Pv 28.12).
Ne 8.2 E Esdras, sacerdote, trouxe a Lei perante a congregação, assim de homens como de mulheres e de todos os entendidos para ouvirem, no primeiro dia do sétimo mês.3 E leu nela, diante da praça, que está diante da Porta das Águas, desde a alva até ao meio-dia, perante homens, e mulheres, e entendidos; e os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da Lei. 4 E Esdras, o escriba, estava sobre um púlpito de madeira, que fizeram para aquele fim; e estavam em pé junto a ele, à sua mão direita, Matitias, e Sema, e Anaías, e Urias, e Hilquias, e Maaséias; e à sua mão esquerda, Pedaías, e Misael, e Malquias, e Hasum, e Hasbadana, e Zacarias, e Mesulão.
O púlpito é local para pregação  e explanação da palavra de DEUS.
VERDADE PRÁTICA:
Como cidadãos do céu, os cristãos já têm seu representante legítimo, que é o Espírito Santo de Deus. Como 
cidadãos da terra, precisamos influir nos destinos da nação.
LEITURA DIÁRIA:
Segunda Fp 4.3b Nomes no livro da vida com os outros cooperadores, cujos nomes estão no livro da vida.
Ap 3.5 O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o
seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.
Ap 20.15 E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.
RISCAREI O SEU NOME. Fica claro que qualquer pessoa que experimenta o novo nascimento, mas que posteriormente deixa de perseverar na fé e de viver vitoriosamente, terá seu nome tirado do livro da vida (ver 2.7 nota). Ter o nome apagado do livro da vida é perder a própria vida eterna (2.7,10,11) e ser finalmente lançado no lago de fogo (20.15). É isso que o Espírito diz às igrejas (v. 6; 13.8; 17.8; 20.12; 21.17; cf. Êx 32.32).

Terça  Jo 1.12 Somos filhos de Deus
Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no seu nome,
FILHOS DE DEUS. O homem tem o poder -(o direito) de se tornar filho de Deus somente se crer no nome de Cristo. Quando ele o recebe, nasce de novo e é feito filho de Deus (3.1-21). Portanto, nem todas as pessoas são "filhos de Deus" no sentido bíblico.

Quarta Rm 8.17 Co-herdeiros de Cristo
E, se nós somos filhos, somos, logo, herdeiros também, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo; se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.
O MESMO ESPÍRITO TESTIFICA. O Espírito Santo nos transmite a confiança de que, por Cristo e em Cristo, agora somos filhos de Deus (v. 15). Ele torna real a verdade de que Cristo nos amou, ainda nos ama e vive por nós no céu, como nosso Mediador (cf. Hb 7.25). O Espírito também nos revela que o Pai nos ama como seus filhos por adoção, não menos do que Ele ama seu Filho Unigênito (Jo 14.21,23; 17.23). Finalmente, o Espírito cria em nós o amor e a confiança que nos capacitam a lhe clamar: "Aba, Pai" (v. 15).
Tg 2.5 Ouvi, meus amados irmãos. Porventura, não escolheu Deus aos pobres deste mundo para serem ricos na fé e herdeiros do Reino que prometeu aos que o amam?

Quinta Fp 3.20 Nossa cidade está nos céus
Mas a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo,
NOSSA CIDADE ESTÁ NOS CÉUS. O termo "cidade" aqui (gr. politeuma) significa "cidadania" ou "pátria". Paulo ressalta que os cristãos já não são cidadãos deste mundo: tornaram-se estranhos e peregrinos na terra (Rm 8.22-24; Gl 4.26; Hb 11.13; 12.22,23; 13.14; 1 Pe 1.17; 2.11).
(1) No que diz respeito ao nosso comportamento, valores e orientação na vida, o céu é agora a nossa cidade. Nascemos de novo (Jo 3.3); nossos nomes estão registrados nos livros do céu (4.3); nossa vida está orientada por padrões celestiais, e nossos direitos e herança estão reservados no céu.
(2) É para o céu que
nossas orações sobem (2 Cr 6.21; 30.27) e para onde nossa esperança está voltada. Muitos dos nossos amigos e familiares já estão lá, e nós também estaremos ali dentro em breve. Jesus também está ali, preparando-nos um lugar. Ele prometeu voltar e nos levar para junto dEle (ver Jo 14.2,3; cf. Jo 3.3; 14.1-4; Rm 8.17; Ef 2.6; Cl 3.1-3; Hb 6.19,20; 12.22-24; 1 Pe 1.4,5; Ap
7.9-17). Por essas razões, desejamos profundamente uma cidade melhor, ou seja: a cidade celestial. Por isso, Deus não se envergonha de ser chamado nosso Deus, e Ele já nos preparou uma cidade eterna (Hb 11.16)
Sexta Gl 6.10 Fazer bem aos domésticos da fé
Então, enquanto temos tempo, façamos o bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé.
REPARTA COM AQUELE. É dever de todos que recebem o ensino da Palavra de Deus ajudar a sustentar materialmente àqueles que lhes ensinam a Palavra (1 Co 9.14; 1 Tm 5.18). Dentre os que são dignos desse sustento estão os fiéis pastores, obreiros, mestres, evangelistas e missionários (1 Co 9.14; 3 Jo 6-8). Deixar de prover seu sustento, quando há recursos disponíveis, é semear egoísmo na carne e ceifar a corrupção (vv. 7-9). Dar àqueles que ministram a Palavra faz parte do cumprimento desta ordem: "fazei bem aos domésticos da fé" (v. 10); "porque a seu tempo ceifaremos" (v. 9), tanto o galardão (Mt 10.41,42) como a vida eterna (v. 8).

Sábado Pv 28.12 Alegria com os justos
Quando os justos triunfam, há grande alegria; mas, quando os ímpios sobem, os homens escondem-se.
Pv 11.10 No bem dos justos, exulta a cidade; e, perecendo os ímpios, há júbilo.
Pv 28.28 Quando os ímpios sobem, os homens se escondem, mas, quando eles perecem, os justos se multiplicam.
Pv 29.2 Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra, mas, quando o ímpio domina, o povo suspira.
Ec 10.6 O tolo, assentam-no em grandes alturas, mas os ricos estão assentados em lugar baixo.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:
ROMANOS 8.17= E, se nós somos filhos, somos, logo, herdeiros também, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo; se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.

HEBREUS 11.13= Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas, mas, vendo-as de longe, e crendo nelas, e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra.
PORQUE ESPERAVA A CIDADE. Abraão sabia que a terra que lhe fora prometida, aqui no mundo, não era o fim da sua jornada. Pelo contrário, o fim era bem além, na cidade celestial, que Deus preparara para seus servos fiéis. Abraão serve de exemplo a todo o povo de Deus; devemos reconhecer que estamos apenas de passagem neste mundo, caminhando para nosso verdadeiro lar no céu. Não devemos pensar em segurança plena neste mundo, nem ficar fascinados por ele (vv. 14,16; 13.14). Devemos nos considerar estrangeiros e exilados na terra. Esta não é a nossa pátria, mas território estrangeiro; o fim da nossa peregrinação será uma pátria melhor (v.16), a "Jerusalém celestial" (12.22) e a "cidade permanente" (13.14).
SEM TEREM RECEBIDO AS PROMESSAS. Estes santos do AT morreram, crendo que Deus tinha algo melhor reservado para eles. Durante a sua vida, não viram a prometida bênção final dos redimidos. Sua esperança estava firmada na vida eterna com Deus, numa pátria celestial e tinham seus olhos fixos na sua cidadania no novo céu e na nova terra (vv. 13-16; cf. Is 65.17; 66.22; Fp 3.20; Ap 21.1). Os crentes, em nossos dias, da mesma forma, devem perseverar na fé e confiar em Deus, mesmo quando não vêem todas as promessas de Deus cumpridas em suas vidas. A fé que Deus aprova é aquela que pode deixar nas suas mãos as suas promessas, para Ele as cumprir segundo a sua vontade.

PROVÉRBIOS 28.12= Quando os justos triunfam, há grande alegria; mas, quando os ímpios sobem, os homens escondem-se.
PROVÉRBIOS 28.28= Quando os ímpios sobem, os homens se escondem, mas, quando eles perecem, os justos se multiplicam.

OBJETIVOS:
Conduzir-se de modo digno diante de Deus, da pátria, de sua consciência e das pessoas que o cercam.
Mostrar que é cidadão do céu, exercendo o direito de cidadão da terra.
INTRODUÇÃO
De todas as áreas da vida do cidadão, a política tem sido uma em que muitos cristãos não têm sido bem sucedidos, por não se conduzirem de modo digno diante de Deus, diante da pátria, da consciência e de seus pares, como o fizeram Daniel e seus companheiros no reino babilônico. 

I. CONCEITO DE POLÍTICA

1. Política. “O vocábulo política vem do grego, polis, ‘cidade’. A política, pois, procura determinar a conduta ideal do Estado, pelo que seria uma ética social. 
SOMOS UMA IGREJA MAIS PROPENSA A SENTIR DO QUE A PENSAR
@ PAULO ROMEIRO
Não! O crescimento da presença evangélica no Brasil não está sendo acompanhado por uma formação teológica adequada! Uma das coisas que tem contribuído para esta resposta negativa é a proliferação de escolas e institutos bíblicos despreparados, por toda a parte, sem bibliotecas. Assim, continuaremos tendo uma igreja muito mais propensa a sentir do que a pensar ou refletir, tudo isso reforçado por um anti-intelectualismo que permeia grande parte dos evangélicos atualmente. Acho que a teologia evangélica não pode influenciar a igreja católica. Roma tem posições definidas e vem mantendo com sucesso, ao longo do tempo, seus dogmas e posições. Basta verificar o comportamento dos últimos papas e principalmente do atual, João Paulo II. Aonde quer que vá, ele jamais cede às pressões para que haja mudanças nas posições do catolicismo em relação à ordenação de mulheres, às questões do aborto e do controle de natalidade. É verdade, no entanto, que a igreja evangélica, principalmente o seu segmento pentecostal, tem influenciado a teologia e a liturgia da renovação carismática católica. O uso intenso de símbolos, os mesmos cânticos e gestos - a aeróbica do Senhor - têm sido transportados, com sucesso, do ambiente neo-pentecostal para as missas do padre Marcelo Rossi e de outros. Às vezes, alguns modismos ou desvios doutrinários influenciam um ou outro líder católico, mas de forma isolada. É o caso do padre Alberto Gambarini, que usa os mesmos métodos de arrecadar fundos de alguns televangelistas: vende medalhas, apresenta ensinos questionáveis tais como quebra de maldições hereditárias e outros na área de batalha espiritual. Dá a impressão de que ele é um pastor tentando agradar católicos ou um padre tentando agradar evangélicos. Creio que a postura do catolicismo, de não negociar suas posições, deveria servir de exemplo para evangélicos que não hesitam em incorporar novos modismos teológicos e práticas heterodoxas, baixando o padrão de suas pregações para conseguir mais adeptos e inchar suas igrejas. Crise da éticaA chegada de políticos evangélicos a cargos públicos não fará diferença na ética política do país, pois o universo político evangélico não constitui, pelo menos por enquanto, uma referência ética para a sociedade. Basta ver que, nos últimos anos, o envolvimento da maioria dos evangélicos com a política produziu mais males do que benefícios. A própria CPI do orçamento revelou o triste fato de deputados e organizações evangélicas roubando o tesouro público. Vários políticos evangélicos sucumbiram aos subornos, mentiram, venderam votos e tornaram-se assunto de piada por parte dos incrédulos. Creio que a crise da ética vivida por grande parte da igreja atualmente exige de seus líderes respostas e ações urgentes. Muitos jovens evangélicos colam nas escolas e acham que não há nenhum problema em fazê-lo. Conheço pastores que, quando alguém liga para sua casa, instruem os filhos a dizer no telefone que o pai não está, ensinando-os a mentir. Basta ir às livrarias evangélicas para constatar o grande número de cheques sem fundos emitidos por crentes. Como vamos ensinar aos políticos brasileiros algo que não praticamos? Sei que há, pelo Brasil afora, líderes evangélicos e cristãos sinceros, mas não são a maioria e nem ganham visibilidade. Infelizmente, os que aparecem não representam a melhor parte do mundo evangélico. A igreja precisa, com urgência, colocar o ensino e a prática da ética bíblica na sua agenda de prioridades. Ensinar e viver a ética cristã é o caminho a ser percorrido por nós, se quisermos, de fato, ser o sal da terra e a luz do mundo (Mt 5: 1 3-16). Lamentavelmente, a atual ética política evangélica representa um retrato negativo, oposto ao que devemos ser enquanto cidadãos e cristãos evangélicos. Paulo Romeiro - Jornalista, mestre em Teologia pelo Gordon-Conwell Theological Seminary e presidente da Agência de Informações Religiosas.


II. O CRISTÃO COMO CIDADÃO DOS CÉUS

1. Nascidos de novo. 
Registrados no livro da vida; o propósito de Deus é livrar os que pertencem ao seu povo, cujos nomes estão escritos "no livro" (i.e., no "livro da vida", ver Fp 4.3; Ap 3.5; 21.27). Esses colocaram sua fé, em definitivo, em Jesus como seu Messias, Salvador e Senhor.
1 Pe 1.2 eleitos segundo a presciência de Deus Pai
, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: graça e paz vos sejam multiplicadas. Rm 11.7; Cl 3.12; 1 Tm 5.21; Tt 1.1; Ap 17.14

2. Nossa pátria está nos céus. 
Hb 11.14 Porque os que isso dizem claramente mostram que buscam uma pátria. 15 E se, na verdade, se lembrassem daquela de onde haviam saído, teriam oportunidade de tornar. 16 Mas, agora, desejam uma melhor, isto é, a celestial. Pelo que também Deus não se envergonha  deles, ode se chamar seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade.
SEM TEREM RECEBIDO AS PROMESSAS. Estes santos do AT morreram, crendo que  Deus tinha algo melhor reservado para eles. Durante a sua vida, não viram a prometida bênção  final dos redimidos. Sua esperança estava firmada na vida eterna com Deus, numa pátria celestial  e tinham seus olhos fixos na sua cidadania no novo céu e na nova terra (vv. 13-16; cf. Is 65.17;  66.22; Fp 3.20; Ap 21.1). Os crentes, em nossos dias, da mesma forma, devem perseverar na fé e confiar em Deus, mesmo quando não vêem todas as promessas de Deus cumpridas em suas  vidas. A fé que Deus aprova é aquela que pode deixar nas suas mãos as suas promessas, para Ele as cumprir segundo a sua vontade.

3. Não temos permanência aqui. 
Jo 15.19 Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas, porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos aborrece.
TAMBÉM VOS PERSEGUIRÃO. Enquanto os seguidores de Cristo estiverem neste mundo, serão odiados, perseguidos, caluniados e rejeitados por amor a Ele. O mundo é o grande opositor de Cristo e do seu povo no decurso da história.
(1) O verdadeiro crente deve compreender que o mundo - inclusive as falsas igrejas e organizações religiosas - sempre se oporá a Deus e aos princípios do seu reino; assim, o mundo continuará sendo até ao fim, o inimigo e perseguidor dos crentes fiéis (Tg 4.4; ver Mt 5.10).
(2) A razão por que os crentes sofrem é por serem basicamente diferentes; não são do mundo e foram escolhidos do meio "do mundo" (v. 19). Os valores, padrões e modo de viver dos fiéis, entram em conflito com os métodos iníquos da sociedade perversa em meio à qual vivem. Recusam qualquer transigência com os padrões ímpios, e, em contrário a isso, apegam-se às "coisas que são de cima e não nas que são da terra" (Cl 3.2).

III. O CRISTÃO COMO CIDADÃO NA TERRA 

1. Os direitos políticos. O cristão, como cidadão brasileiro, tanto pode votar, como candidatar-se a cargos eletivos. 
Capítulo I, do Título II da CF/88, localizamos as normas cogentes, que tratam dos direitos e garantias fundamentais em consonância com os direitos e deveres individuais e coletivos da pessoa. Desse modo e, agora, especificamente sobre o tema proposto, o artigo 5º da CF/88 assim estabelece: "Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade , nos termos seguintes:VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias;VIII - ninguém será privado de direitos por motivos de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa fixada em lei;

2. O cristão como eleitor. 
Uma verdadeira igreja é marcada pela ação do Espírito Santo, que, entre outras coisas, separa dentre os seus membros alguns que são enviados como profetas e evangelistas (At. 13:1-3). O Espírito não indica na igreja candidatos a cargos políticos, como não indica professores, administradores de empresas, jornalistas, etc. Isto não impede que haja candidatos evangélicos. O que a igreja deve fazer é produzir cristãos maduros que possam ocupar os mais diferentes postos na sociedade, onde, se fiéis a Cristo, irão destacar-se pela lisura, responsabilidade e trabalho. Se um candidato não tem habilidades para a função, não tem consciência do que lhe espera, nem comprovada maturidade e testemunho de vida irrepreensível, não merece nosso voto, mesmo que seja membro de uma igreja evangélica.
A Cidadania no Brasil Atual
A constituição Brasileira de 1988 assegurou aos cidadãos brasileiros os direitos já tradicionalmente reconhecidos, como o direito de votar para escolher representantes do Legislativo e no Executivo e o direito de se candidatar para esses cargos. Não ficou, porém, apenas nisso, sendo importante assinalar que essa Constituição ampliou bastante os direitos da cidadania.
Como inovação, foi dado ao cidadão o direito de apresentar projetos de lei, por meio de iniciativa popular, tanto ao Legislativo federal quanto às Assembléias Legislativas dos Estados e as Câmaras Municipais. Foi assegurado também o direito de participar de plebiscito ou referendo, quando forem feitas consultas ao povo brasileiro sobre projetos de lei ou atos do governo. Além disso, foi atribuído também aos cidadãos brasileiros o direito de propor certas ações judiciais, denominadas garantias constitucionais, especialmente previstas para a garantia de direitos fundamentais. Entre essas ações estão a Ação Popular e o Mandado de Segurança, que visam impedir abusos de autoridades em prejuízo de direitos de um cidadão ou de toda a cidadania.
A par disso, a Constituição prevê a participação obrigatória de representantes da comunidade em órgãos de consulta e decisões sobre os direitos da criança e do adolescente, bem como na área da educação e da saúde. Essa participação configura o exercício de direitos da cidadania e é muito importante para a democratização da sociedade.
Em todos os Estados do mundo, inclusive no Brasil, a legislação estabelece exigências mínimas para que um cidadão exerça os direitos relacionados com a vida pública, o que significa a imposição de restrições para que alguém exerça os direitos da cidadania. De certo modo, isso mantém a diferenciação entre cidadãos e cidadãos ativos. O dado novo é que no século vinte, sobretudo a partir de sua Segunda metade, houve o reconhecimento de que muitas dessas restrições eram anti-democráticas e por isso elas foram sendo eliminadas. Um exemplo muito expressivo dessa mudança é o que aconteceu com o direito de cidadania das mulheres. Em grande parte do mundo as mulheres conquistaram o direito de votar e de ocupar todos os cargos públicos, eliminando-se uma discriminação injusta que, no entanto, muitos efeitos ainda permanece na prática.
Por último, é importante assinalar que os direitos da cidadania são, ao mesmo tempo, deveres. Pode parecer estranho dizer que uma pessoa tem o dever de exercer os seus direitos, porque isso dá a impressão de que tais direitos são convertidos em obrigações. Mas a natureza associativa da pessoa humana, a solidariedade natural característica da humanidade, a fraqueza dos indivíduos isolados quando devem enfrentar o Estado ou grupos sociais poderosos são fatores que tornam necessária a participação de todos nas atividades sociais. Acrescente-se a isso a impossibilidade de viver democraticamente se os membros da sociedade externarem suas opiniões e sua vontade. Tudo isso torna imprescindível que os cidadãos exerçam seus direitos de cidadania.

a) Antes de votar. 
Orar é sempre a melhor solução, antes de se fazer qualquer coisa, pois a vontade de DEUS é soberana (Mt 6.10; 7.21; 10.29; 12.50; 18.14; 21.31; 26.42; Mc 3.35)
Devemos questionar seriamente os candidatos que prometem usar os seus cargos para a pregação do evangelho. Naturalmente um cristão que ocupa um cargo público será um embaixador de Cristo, mas isto todos nós somos, em qualquer lugar, em qualquer tempo, em qualquer função.
   Esta questão reflete muito mais nossas contínuas decepções com os políticos do que a nossa dúvida diante da múltipla possibilidade de escolha entre bons candidatos. Em quem votar? Se dissermos "Em ninguém" ou "em branco", não estaremos respondendo com seriedade ao nosso compromisso cristão, pois acabaríamos favorecendo, com nossa omissão, algum partido ou candidato. No Brasil há dezenas de partidos. Devemos olhar o partido, seus objetivos e propostas. Mas, acima dos partidos, devemos olhar o candidato. Neste ponto, o texto das Escrituras nos serve de analogia, pois o homem público deve ser "diácono" - um servidor. No seu posto deveria buscar não os seus interesses próprios, mas o da coletividade. É ele respeitável? De uma só palavra? Experiente? Governa bem a sua própria vida? Não é ele ganancioso? Beberrão? Não sejamos pessimistas ao extremo. Vamos votar de maneira consciente, sem aceitar manipulações. Nossa confiança não é posta em homens, mas em Deus que nos governará através deles.
b) Jamais vender seu voto. 
  O voto do cristão deve ser dado de forma consciente, ou seja, sem anular ou sem deixar a cédula em branco, mostrando respeito pelas coisas públicas e pensando no bem-estar da população (Gn 6.9,10; 1 Jo 3.17,18; Rm 13.10), e não visando interesses pessoais. Não é assim que acontece quando muitos dão o seu voto por um par de sapatos, por uma receita médica, óculos, materiais de construção etc., sem nenhuma noção do que está fazendo (Am 2.6; 8.6).
   Muitas vezes o cristão vota em pessoas que não têm nenhum temor a Deus e aos homens, e nem às coisas públicas (Pv 1.7; Dn 1.17-20).
   A representação da igreja no mundo político é de suma importância para defender os interesses públicos, morais, sociais, educacionais e assistenciais, entre outros, e possui fundamentação bíblica (1 Tm 3.16,17; Sl 119.105). “Bem-aventurada a nação cujo Deus é o Senhor”.

c) Preferência por candidato cristão. 
Nossa formação moral, ética e espiritual nos dá plena condição para melhor servir à sociedade em qualquer área, inclusive na política.
Jó 34.30 para que o ímpio não reine, e não haja quem iluda o povo.
Sl 71.4 Livra-me, Deus meu, da mão do ímpio, do poder do homem injusto e cruel,
Pv 17.15 O que justifica o ímpio, e o que condena o justo, são abomináveis ao Senhor, tanto um como o outro.
Pv 18.5 Não é bom ter respeito à pessoa do ímpio, nem privar o justo do seu direito.
Pv 28.15 Como leão bramidor, e urso faminto, assim é o ímpio que domina sobre um povo pobre.
Pv 29.2 Quando os justos governam, alegra-se o povo; mas quando o ímpio domina, o povo geme.
Is 26.10 Ainda que se mostre favor ao ímpio, ele não aprende a justiça; até na terra da retidão ele pratica a iniqüidade, e não atenta para a majestade do Senhor.
d) Exemplos de políticos sábios. 
Pv 11.14 ; Gn 41.41-44; Ed 7 -10; Ne ; Dn 6.1-3.
Faraó põe José como governador do Egito
Gn 41.38 E disse Faraó a seus servos: Acharíamos um varão como este, em quem haja o Espírito de Deus? 39 Depois, disse Faraó a José: Pois que Deus te fez saber tudo isto, ninguém há tão entendido e sábio como tu. 40 Tu estarás sobre a minha casa, pe por tua boca se governará todo o meu povo; somente no trono eu serei maior que tu. 41 Disse mais Faraó a José: Vês aqui te tenho posto sobre toda a terra do Egito.
e) Quando os justos são eleitos. 
Pv 11.14 Não havendo sábia direção, o povo cai, mas, na multidão de conselheiros, há segurança.

f) Quando os ímpios são eleitos. 
Pv 28.28 Quando os ímpios sobem, os homens se escondem, mas, quando eles perecem, os justos se multiplicam.
Sl 50.16 Mas ao ímpio diz Deus: Que fazes tu em recitares os meus estatutos, e em tomares o meu pacto na tua boca,
17 visto que aborreces a correção, e lanças as minhas palavras para trás de ti? 18 Quando vês um ladrão, tu te comprazes nele; e tens parte com os adúlteros. 19 Soltas a tua boca para o mal, e a tua língua trama enganos.

g) O que a igreja pode sofrer com os maus políticos. 
Os políticos que não conhecem a palavra de DEUS estão a agradar os diversos grupos que existem sem se importar com o que é certo ou errado, o que lhes interessa é votos e dinheiro na suíça ou em outro paraíso fiscal; não estão (em sua esmagadora maioria) nem um pouco interessados em resolver os problemas sociais de nosso país e muito menos preocupados ainda com o que DEUS acha. Vem por aí diversos projetos que serão votados no ano de 2003, que são projetos de altíssima importância para nosso país e para nossas famílias; como o projeto de lei que dá direitos constitucionais à união de pessoas do mesmo sexo, a legalização da maconha, e outros projetos de ímpios inspirados por Satanás.

h) O perigo do envolvimento da igreja local. 
Ne 8.2 E Esdras, sacerdote, trouxe a Lei perante a congregação, assim de homens como de mulheres e de todos os entendidos para ouvirem, no primeiro dia do sétimo mês.3 E leu nela, diante da praça, que está diante da Porta das Águas, desde a alva até ao meio-dia, perante homens, e mulheres, e entendidos; e os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da Lei. 4 E Esdras, o escriba, estava sobre um púlpito de madeira, que fizeram para aquele fim; e estavam em pé junto a ele, à sua mão direita, Matitias, e Sema, e Anaías, e Urias, e Hilquias, e Maaséias; e à sua mão esquerda, Pedaías, e Misael, e Malquias, e Hasum, e Hasbadana, e Zacarias, e Mesulão.
O púlpito é local para pregação e explanação da palavra de DEUS. O púlpito é local de onde sai a mensagem de DEUS para os homens e não local de espíritas, maçons, macumbeiros, feiticeiros e idólatras difundirem suas doutrinas satânicas e ainda por cima ganharem os votos  (apoio) dos crentes. Os nossos líderes devem tomar o cuidado devido com o rebanho que JESUS CRISTO lhes entregou para apascentarem e não vender as ovelhas do BOM PASTOR.
Jo 2.16 e disse aos que vendiam as pombas: Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de meu Pai casa de negócio. (os cd's e fitas e harpas são os pombos, os carneiros e bois da oferta ao Senhor que profanam o o local de adoração. (Ml 1.10 Oxalá que entre vós houvesse até um que fechasse as portas para que não acendesse debalde o fogo do meu altar. Eu não tenho prazer em vós, diz o Senhor dos exércitos, nem aceitarei oferta da vossa mão.)
2 Pe 2.3 também, movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós negócio; a condenação dos quais já de largo tempo não tarda e a sua destruição não dormita.
CONCLUSÃO:

O cristão não pode ser contrário a uma atividade que busca a “conduta ideal do Estado”; desde que não se corrompa e nem dê motivo de escândalos ao evangelho de JESUS CRISTO, aquele em quem fomos eleitos desde a fundação do mundo. Mt 25.34
Ef 1.4 como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo,
para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em caridade,

ELEIÇÃO E PREDESTINAÇÃO
Ef 1.4,5 “Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em caridade, e nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade.”
ELEIÇÃO. A escolha por Deus daqueles que crêem em Cristo é uma doutrina importante (ver Rm 8.29-33; 9.6-26; 11.5, 7, 28; Cl 3.12; 1Ts 1.4; 2Ts 2.13; Tt 1.1). A eleição (gr. eklegoe) refere-se à escolha feita por Deus, em Cristo, de um povo para si mesmo, a fim de que sejam santos e inculpáveis diante dEle (cf. 2Ts 2.13). Essa eleição é uma expressão do amor de Deus, que recebe como seus todos os que recebem seu Filho Jesus (Jo 1.12). A doutrina da eleição abarca as seguintes verdades:
(1) A eleição é cristocêntrica, i.e., a eleição de pessoas ocorre somente em união com Jesus Cristo. Deus nos elegeu em Cristo para a salvação (1.4; ver v. 1, nota). O próprio Cristo é o primeiro de todos os eleitos de Deus. A respeito de Jesus, Deus declara: “Eis aqui o meu servo, que escolhi” (Mt
12.18; cf. Is 42.1,6; 1Pe 2.4). Ninguém é eleito sem estar unido a Cristo pela fé.
(2) A eleição é feita em Cristo, pelo seu sangue; “em quem [Cristo]... pelo seu sangue” (1.7). O propósito de Deus, já antes da criação (1.4), era ter um povo para si mediante a morte redentora de Cristo na cruz. Sendo assim, a eleição é fundamentada na morte sacrificial de Cristo, no Calvário, para nos salvar dos nossos pecados (At 20.28; Rm 3.24-26).
(3) A eleição em Cristo é em primeiro lugar coletiva, i.e., a eleição de um povo (1.4,5, 7, 9; 1Pe 1.1; 2.9). Os eleitos são chamados “o seu [Cristo] corpo” (1.23; 4.12), “minha igreja” (Mt 16.18), o “povo adquirido” por Deus (1Pe 2.9) e a “noiva” de Cristo (Ap 21.9). Logo, a eleição é coletiva e abrange o ser humano como indivíduo, somente à medida que este se identifica e se une ao corpo de Cristo, a igreja verdadeira (1.22,23; ver Robert Shank, Elect in the Son (Eleitos no Filho). É uma eleição como a de Israel no AT (ver Dt 29.18-21; 2Rs 21.14).
(4) A eleição para a salvação e a santidade do corpo de Cristo são inalteráveis. Mas individualmente a certeza dessa eleição depende da condição da fé pessoal e viva em Jesus Cristo, e da perseverança na união com Ele. O apóstolo Paulo demonstra esse fato da seguinte maneira: (a) O
propósito eterno de Deus para a igreja é que sejamos “santos e irrepreensíveis diante dele” (1.4). Isso se refere tanto ao perdão dos pecados (1.7) como à santificação e santidade. O povo eleito de Deus está sendo conduzido pelo Espírito Santo em direção à santificação e à santidade (ver Rm 8.14; Gl 5.16-25). O apóstolo enfatiza repetidas vezes o propósito supremo de Deus (ver 2.10; 3.14-19; 4.1-3, 13,14; 5.1-18). (b) O cumprimento desse propósito para a igreja como corpo não falhará: Cristo a apresentará “a si mesmo igreja gloriosa... santa e irrepreensível” (5.27). (c) O cumprimento desse propósito para o crente como indivíduo dentro da igreja é condicional. Cristo nos apresentará “santos e irrepreensíveis diante dele” (1.4), somente se continuarmos na fé. A Bíblia mostra isso claramente: Cristo irá “vos apresentar santos, e irrepreensíveis, e inculpáveis, se, na verdade, permanecerdes fundados e firmes na fé e não vos moverdes da esperança do evangelho” (Cl 1.22,23).
(5) A eleição para a salvação em Cristo é oferecida a todos (Jo 3.16,17; 1Tm 2.4-6; Tt 2.11; Hb 2.9), e torna-se uma realidade para cada pessoa consoante seu prévio arrependimento e fé, ao aceitar o dom da salvação em Cristo (2.8; 3.17; cf. At 20.21; Rm 1.16; 4.16). Mediante a fé, o Espírito Santo admite o crente ao corpo eleito de Cristo (a igreja) (1 Co 12.13), e assim ele torna-se um dos eleitos. Daí, tanto Deus quanto o homem têm responsabilidade na eleição (ver Rm 8.29 nota; 2Pe 1.1-11).
A PREDESTINAÇÃO. A predestinação (gr. proorizo) significa “decidir de antemão” e se aplica aos propósitos de Deus inclusos na eleição. A eleição é a escolha feita por Deus, “em Cristo”, de um povo para si mesmo (a igreja verdadeira). A predestinação abrange o que acontecerá ao povo de Deus (todos os crentes genuínos em Cristo).
(1) Deus predestina seus eleitos a serem: (a) chamados (Rm 8.30); (b)justificados (Rm 3.24; 8.30); (c) glorificados (Rm 8.30); (d) conformados à imagem do Filho (Rm 8.29); (e) santos e inculpáveis (1.4); (f) adotados como filhos (1.5); (g) redimidos (1.7); (h) participantes de uma herança (1.14); (i) para o louvor da sua glória (1.12; 1Pe 2.9); (j) participantes do Espírito Santo (1.13; Gl 3.14); e (l) criados em Cristo Jesus para boas obras (2.10).
(2) A predestinação, assim como a eleição, refere-se ao corpo coletivo de Cristo (i.e., a verdadeira igreja), e abrange indivíduos somente quando inclusos neste corpo mediante a fé viva em Jesus Cristo (1.5, 7, 13; cf. At 2.38-41; 16.31).
RESUMO. No tocante à eleição e predestinação, podemos aplicar a analogia de um grande navio viajando para o céu. Deus escolhe o navio (a igreja) para ser sua própria nau. Cristo é o Capitão e Piloto desse navio. Todos os que desejam estar nesse navio eleito, podem fazê-lo mediante a fé viva em Cristo. Enquanto permanecerem no navio, acompanhando seu Capitão, estarão entre os eleitos. Caso alguém abandone o navio e o seu Capitão, deixará de ser um dos eleitos. A predestinação concerne ao destino do navio e ao que Deus preparou para quem nele permanece. Deus convida todos a entrar a bordo do navio eleito mediante Jesus Cristo.
QUESTIONÁRIO DE EV.LUIZ HENRIQUE     www.henriqueestudos.cjb.net
1- Por que os Cristãos não têem sido bem sucedidos na política?
R____________________________________________________
2- Na política divina quem são os já eleitos que estão inscritos no livro da vida?
R__________________________
3- Onde está nossa verdadeira pátria?
R__________________________
4- Qual a verdadeira cidadania do crente?
R______________________________
5- Em qual atividade aqui na terra podemos dizer que existe realmente corrupção?
R______________________________
6- Os cristãos podem votar e serem votados de acordo com a lei vigente em nosso país?
R____________________
7- Na hora de votar o cristão deve exercer seu direito de cidadão da ___________________.
8- Antes de votar o crente deve saber a vontade de DEUS pela ________________________.
9- O que revela um profundo subdesenvolvimento cultural e anti-ético?
R____________________________o voto.
10- Quais devem ser as características de um bom candidato além de ser cristão?
R________________________com o reino de DEUS, bom testemunho na________________, que seja______________________________, cumpridor de seus como ___________e________________,
que tenha vocação para a vida______________________________.
11- A quem não convém o envolvimento com a política, pois seu chamado foi para o ministério?
R______________________________________________
12- Cite pelo menos quatro servos de DEUS que governaram ou participaram de governos e foram exemplo:
R___________________________,____________________,_________________e___________________________.
13- Pelo que os cristãos precisam orar nessa hora decisão política ?
R_______________________________________________________________________________________.
14- Cite algumas características dos ímpios que na maioria das vezes ganham as eleições:
R_______________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________
15- Cite alguns projetos que poderão se aprovados ou não pelos próximos políticos que serão votados nesta eleição:
R a-União civil entre pessoas do mesmo__________________
   b- Legalização do__________________________
   c- Legalização da __________________________
   d- Legalização da __________________________
   e- Legalização do jogo do __________________
   f- Legalização dos _________________________
   e- Legalização da__________________________
16- Os pastores e a Igreja devem se envolver em política?
R________________________
17- O púlpito é local para se falar de quais assuntos?
R__________________________,______________________________________,___________________________________
QUESTIONÁRIO DA REVISTA:
1. O que a política procura definir?
R._________________________________________________________________________________

2. O que é a politicagem?
R._________________________________________________________________________________

3. Porque um cristão não deve vender seu voto?
R. _________________________________________________________________________________

4. Que recomenda Gl 6.10?
R. __________________________________________________________________________________

5. Como devemos nos posicionar ante a realidade política em nosso País?
R. ___________________________________________________________________________________
 
Minha radical oposição PESSOAL:
POLÍTICA, ISSO É COISA PARA CRISTÃOS?
 NÓS, OS EVANGÉLICOS PRECISAMOS ENTENDER QUE FOMOS ESCOLHIDOS DENTRE TANTOS, PELO PRÓPRIO SENHOR JESUS CRISTO (Jo 15.16), NÃO PARA PREGAR O REINO  MUNDANO E NEM ESTAMOS AQUI PARA REPRESENTAR-NOS A NÓS MESMOS OU AO POVO EVANGÉLICO. NÓS NÃO QUEREMOS NENHUM CORRUPTO, OU MERCENÁRIO, OU DESVIADO NOS REPRESENTANDO E MANCHANDO O NOME DE NOSSO SENHOR E MESTRE JESUS CRISTO QUE SENDO EM FORMA DE DEUS HUMILHOU-SE A SI MESMO,TOMANDO A FORMA DE HOMEM.
»FILIPENSES [2.1-9; 15]
1 Portanto, se há alguma exortação em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão do Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões,
2 completai o meu gozo, para que tenhais o mesmo modo de pensar, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, pensando a mesma coisa;
3 nada façais por contenda ou por vanglória, mas com humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo;
4 não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros.
5 Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus,
6 o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar,
7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens;
8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz.
9 Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome;

15 para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus imaculados no meio de uma geração corrupta e perversa, entre a qual resplandeceis como luminares no mundo,
16 retendo a palavra da vida; para que no dia de Cristo eu tenha motivo de gloriar-me de que não foi em vão que corri nem em vão que trabalhei.
FOMOS CHAMADOS PARA PREGAR O EVANGELHO DO REINO DE DEUS, DO CÉU.
Jo 18.36 Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; entretanto o meu reino não é daqui.
QUEM REPRESENTA OS EVANGÉLICOS DIANTE DO MUNDO É JESUS CRISTO DE NAZARÉ. 
Vejamos como o mundo olha para JESUS: 
»ISAíAS [53]
2 Pois foi crescendo como renovo perante ele, e como raiz que sai duma terra seca; não tinha formosura nem beleza; e quando olhávamos para ele, nenhuma beleza víamos, para que o desejássemos.
3 Era desprezado, e rejeitado dos homens; homem de dores, e experimentado nos sofrimentos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.
 
A CRUZ É LOUCURA PARA O MUNDO, POIS REPRESENTA A VIDA SIMPLES E HUMILDE (SOFRIMENTO, ANGÚSTIA, DOR, LÁGRIMAS PELOS QUE PERECEM EM SEUS DESEJOS CARNAIS DE SENSUALIDADE E RIQUEZAS)
»I CORINTIOS [1]
18 Porque a palavra da cruz é deveras loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.

O EVANGÉLICO QUE ENTRA NA POLÍTICA ESTÁ BUSCANDO GLÓRIA E RIQUEZA AQUI.
MATEUS 16 26 Pois que aproveita ao homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua vida? ou que dará o homem em troca da sua vida?
TENDO COMO BASE SOMENTE O VELHO TESTAMENTO,  QUANDO DEUS USOU ALGUNS DE SEUS SERVOS PARA DIRIGIREM E COMANDAREM PAÍSES 
»GÊNESIS [41]
38 Perguntou, pois, Faraó a seus servos: Poderíamos achar um homem como este, em quem haja o espírito de Deus?
39 Depois disse Faraó a José: Porquanto Deus te fez saber tudo isto, ninguém há tão entendido e sábio como tu.
40 Tu estarás sobre a minha casa, e por tua voz se governará todo o meu povo; somente no trono eu serei maior que tu.
41 Disse mais Faraó a José: Vê, eu te hei posto sobre toda a terra do Egito.

SE ESQUECEM DE QUE NENHUM DELES ESCOLHEU SER POLÍTICO E NENHUM DELES FEZ QUALQUER COISA PARA SER UM POLÍTICO, ANTES SERVIRAM E FORAM FIÉIS A DEUS, SEM SE IMPORTAREM COM AS RIQUEZAS, COMO FEZ ABRAÃO QUE ESPERAVA COISAS MELHORES, OU SEJA ETERNAS.
»HEBREUS [11]
1 Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.
2 Porque por ela os antigos alcançaram bom testemunho.
3 Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus; de modo que o visível não foi feito daquilo que se vê.
8 Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, saindo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia.
9 Pela fé peregrinou na terra da promessa, como em terra alheia, habitando em tendas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa;
10 porque esperava a cidade que tem os fundamentos, da qual o arquiteto e edificador é Deus.

NO NOVO TESTAMENTO, QUE É O NOSSO CASO, NÃO TEMOS EXEMPLO DE ALGUM SERVO DE DEUS SER POLÍTICO, TEMOS EXEMPLO DE POLÍTICO ACEITANDO A JESUS CRISTO COMO SENHOR E SALVADOR DE SUAS VIDAS, MAS COM A PERSEGUIÇÃO QUE SE SEGUIU A TODOS OS CRISTÃOS, DUVIDO QUE ALGUM DELES PERMANECEU POLÍTICO. 
MARCOS 15.43 José de Arimatéia, ilustre membro do sinédrio, que também esperava o reino de Deus, cobrando ânimo foi a Pilatos e pediu o corpo de Jesus.
ATOS 8.1 Naquele dia levantou-se grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém; e todos exceto os apóstolos, foram dispersos pelas regiões da Judéia e da Samária.
NÃO TEMOS NENHUM CASO DE CRENTES SE CANDIDATANDO A CARGO POLÍTICO NA BÍBLIA E MUITO MENOS ALGUÉM SE ENRIQUECENDO COM O EVANGELHO NO NOVO TESTAMENTO, ANTES FORAM PERSEGUIDOS E MALTRATADOS PELOS TAIS.
TIAGO 2.6 Mas vós desonrastes o pobre. Porventura não são os ricos os que vos oprimem e os que vos arrastam aos tribunais?
»HEBREUS [11]
32 E que mais direi? Pois me faltará o tempo, se eu contar de Gideão, de Baraque, de Sansão, de Jefté, de Davi, de Samuel e dos profetas;
33 os quais por meio da fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca dos leões,
34 apagaram a força do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza tiraram forças, tornaram-se poderosos na guerra, puseram em fuga exércitos estrangeiros.
35 As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos; uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição;
36 e outros experimentaram escárnios e açoites, e ainda cadeias e prisões.
37 Foram apedrejados e tentados; foram serrados ao meio; morreram ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, aflitos e maltratados
38 (dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos e montes, e pelas covas e cavernas da terra.
39 E todos estes, embora tendo recebido bom testemunho pela fé, contudo não alcançaram a promessa;
40 visto que Deus provera alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados.
 
 É PRECISO QUE AQUELE QUE INSISTIR EM ENTRAR NA POLÍTICA SEJA CONSIDERADO COMO IDÓLATRA.
1 Tm 6.10 Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
Ef 5.5 Porque bem sabeis isto: que nenhum devasso, ou impuro, ou avarento, o qual é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus.
 NINGUÉM PODE TER DOIS SENHORES
Mt 6.24 Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.
 E QUEM QUER SEGUIR A CRISTO TEM QUE DEIXAR JESUS CRISTO APARECER E NÃO A SI PRÓPRIO.
Mt 16.24 Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me;
O EVANGELHO É MORRER PARA O MUNDO E VIVER PARA DEUS. NÃO DEVEMOS NOS COLOCAR EM JULGO DESIGUAL COM OS INFIÉIS (QUEM COMANDA O CRENTE POLÍTICO NÃO É JESUS, É O PARTIDO
2 Co 6.14 14 Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? ou que comunhão tem a luz com as trevas? 15 Que harmonia há entre Cristo e Belial? ou que parte tem o crente com o incrédulo? 16 E que consenso tem o santuário de Deus com ídolos? Pois nós somos santuário de Deus vivo, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. 17 Pelo que, saí vós do meio deles e separai-vos, diz o Senhor; e não toqueis coisa imunda, e eu vos receberei; 18 e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.
 Ev Luiz Henrique www.henriqueestudos.cjb.net

 

Colaboração do Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

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