Lição 13 - A Doutrina produz o avivamento


Estudos:
- O Padrão Bíblico de Avivamento
- Queremos avivamento
- A Doutrina produz o avivamento
- Avivamento. O que é? Quando acontece? Como acontece? Cuidados
- O avivamento espiritual da igreja
- O Último Reavivamento
- Avivamento nos dias de Jonathan Edwards

Livros:

- Conhecendo as Doutrinas da Bíblia - Myer Pearlman - Editora Vida

- Manual de Doutrinas Cristãs: Teologia Sistemática ao Alcance de Todos - Wayne Grudem - Editora Vida

- Fundamentos da Teologia Cristã - Robin Keeley - Editora Vida

- Teologia Sistemática - Augustus Hopkins Strong - Editora Hagnos

- Fundamentos da Teologia Pentecostal - vol. 1 - Guy P. Duffield e Nathaniel M. Van Cleave - Editora Quadrangular

- Fundamentos da Teologia Pentecostal - vol. 2 - Guy P. Duffield e Nathaniel M. Van Cleave - Editora Quadrangular

Complemento:

 

É seguindo fielmente os trilhos que a locomotiva, balançando e apitando, chega a seu destino, Assim também aqueles que querem adentrar as mansões celestiais devem seguir firmes os ensinamentos da Bíblia, a Palavra de DEUS, sabendo que muitas serão as tribulações da viagem, mas prossegue-se pregando o evangelho e transmitindo a todos os passantes que JESUS está chegando.  

 

 

 

 

 

 

Lição 13 - A DOUTRINA PRODUZ O AVIVAMENTO 

 

 

 

 

 

TEXTO ÁUREO:

“Ouvi, SENHOR, a tua palavra e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos a notifica; na ira lembra-te da misericórdia” (Hc 3.2).  

 

 

 

 

 

VERDADE PRÁTICA

O avivamento só é possível através do estudo amoroso, persistente e sistemático da Bíblia Sagrada.

 

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

NEEMIAS 8.2,3,5,6

1 E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da Porta das Águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da Lei de Moisés, que o SENHOR tinha ordenado a Israel.

2 E Esdras, o sacerdote, trouxe a Lei perante a congregação, assim de homens como de mulheres e de todos os entendidos para ouvirem, no primeiro dia do sétimo mês.

3 E leu nela, diante da praça, que está diante da Porta das Águas, desde a alva até ao meio-dia, perante homens, e mulheres, e entendidos; e os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da Lei.

4 E Esdras, o escriba, estava sobre um púlpito de madeira, que fizeram para aquele fim; e estavam em pé junto a ele, à sua mão direita, Matitias, e Sema, e Anaías, e Urias, e Hilquias, e Maaséias; e à sua mão esquerda, Pedaías, e Misael, e Malquias, e Hasum, e Hasbadana, e Zacarias, e Mesulão.

5 E Esdras abriu o livro perante os olhos de todo o povo; porque estava acima de todo o povo; e, abrindo-o ele, todo o povo se pôs em pé.

6 E Esdras louvou o SENHOR, o grande Deus; e todo o povo respondeu: Amém! Amém!?, levantando as mãos; e inclinaram-se e adoraram o SENHOR, com o rosto em terra.

7 E Jesua, e Bani, e Serebias, e Jamim, e Acube, e Sabetai, e Hodias, e Maaséias, e Quelita, e Azarias, e Jozabade, e Hanã, e Pelaías, e os levitas ensinavam ao povo na Lei; e o povo estava no seu posto.

8 E leram o livro, na Lei de Deus, e declarando e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse.

9 E Neemias (que era o 3tirsata), e o sacerdote Esdras, o escriba, e os levitas que ensinavam ao povo disseram a todo o povo: Este dia é consagrado ao SENHOR, vosso Deus, pelo que não vos lamenteis, nem choreis. Porque todo o povo chorava, ouvindo as palavras da Lei.

 

8.1 TODO O POVO SE AJUNTOU. Os caps. 8-10 descrevem um dos maiores avivamentos do AT e apontam vários princípios fundamentais para um avivamento e renovação espirituais. O avivamento e a renovação, procedem exclusivamente de Deus. Os instrumentos que o propiciam são: a Palavra de Deus (vv. 1-8), a oração (v. 6), a confissão de pecados (cap. 9), um coração quebrantado e contrito (v. 9), renúncia às práticas pecaminosas da sociedade contemporânea (9.2) e renovação do compromisso de andar segundo a vontade de Deus e de fazer da Palavra de Deus o nosso viver (10.29).

8.3 ESTAVAM ATENTOS AO LIVRO DA LEI. O avivamento teve início mediante um autêntico retorno à Palavra de Deus e um esforço decisivo para a compreensão da sua mensagem (v. 8). Durante sete dias, seis horas por dia, Esdras leu o livro da lei (vv. 3,18). Uma das principais evidências de um avivamento bíblico entre o povo de Deus é a grande fome de ouvir e ler a Palavra de Deus.

8.6 INCLINARAM-SE E ADORARAM O SENHOR. Este capítulo da Bíblia descreve um dos maiores cultos de adoração ao Senhor, de todos os tempos. Deus deseja a adoração do seu povo e o conclama a adorá-lo continuamente (cf. Sl 29.2; 96.9).

8.7 ENSINAVAM AO POVO NA LEI. Por meio de Esdras e dos levitas, vemos o que deve acontecer sempre que a Palavra de Deus for ministrada aos fiéis. Muitos dos que voltaram do exílio, já não entendiam o hebraico, uma vez que o seu idioma era agora o aramaico.

Por isso, quando as Escrituras eram lidas em hebraico, um grupo de homens dedicados fazia a interpretação para o aramaico, de tal maneira que os fiéis pudessem compreendê-las a aplicá-las à sua vida. Deste modo, o povo se regozijou "porque entenderam as palavras que lhes fizeram saber" (v. 12). A Palavra como revelação divina, o arrependimento, o avivamento espiritual e a alegria estão todos potencialmente presentes; eles serão desencadeados pelo Espírito Santo, através de mensageiros ungidos que proclamem a Palavra de Deus, com clareza, poder e convicção.

8.9 TODO O POVO CHORAVA, OUVINDO AS PALAVRAS DA LEI. Quando o povo ouviu e entendeu a Palavra de Deus, todos experimentaram uma profunda convicção do pecado e da culpa. (1) Os trechos da lei que continham uma clara revelação da condição espiritual do povo podem ter sidos Lv 26 e Dt 28; trechos estes que falam da bênção ou juízo divino, conforme a obediência ou desobediência do povo à Palavra de Deus. (2) Nos avivamentos, o choro, quando acompanhado de profundo arrependimento (cf. cap. 9), é um sinal da operação do Espírito Santo (ver João 16.8 nota). Sentir tristeza pelo pecado e abandoná-lo resulta em perdão divino e

alegria da salvação (ver v. 10 nota; Mt 5.4).

 

 

 

Avivamento

Hc 3.2 Ouvi, SENHOR, a tua palavra e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos a notifica; na ira lembra-te da misericórdia.

Por que razão um Deus justo silencia e nada faz, quando os ímpios (neste caso, Babilônia uma nação pagã e perversa) devoram aqueles que são mais justos do que eles? Esta foi a  maior dúvida e queixa de Habacuque quando escreveu seu livro. O profeta sabia que o povo em pecado, se inclinando para a violência e injustiça seria, obviamente, submetido ao juízo divino. Ele também tinha convicção de que os caldeus serviriam apenas como instrumento deste justo castigo. Porém, apesar de toda compreensão, ele precisava urgentemente interceder por seu povo. Em meio a tantas indagações, o profeta ora fervorosamente ao Senhor solicitando-Lhe providências e a sua manifestação poderosa em favor de sua nação, pois, caso contrário, não

sobreviveriam diante do poderio babilônico. Era necessário uma revolução espiritual para despertar o povo para o arrependimento e, quem sabe, usufruírem  da misericórdia, benevolência e  renovação do Senhor.

1) Medite nos Salmos 80.18,19; 85.4-7; 138.7,8 e responda a pergunta: O que significa avivamento nesses textos? 

2) Qual a bênção do avivamento descrita em Oséias 6.1-3 e 14.7? 

3) Como você acha que sua igreja pode vivenciar o avivamento? 

4) Qual seria o efeito de uma avivamento em sua comunidade?

 

INTRODUÇÃO

Livro de Habacuque, um profeta de Judá, quase desconhecido, mas o que Deus a ele transmite sobre avivamento é de grande peso espiritual e precisa ser cada vez mais conhecido pelo povo de Deus.

 

I. O AMBIENTE DO AVIVAMENTO

 O profeta Habacuque escreveu o seu livro pouco antes do seu povo ser subjugado pelos babilônios e levado em cativeiro. O povo de Israel vivia então em grande declínio espiritual como é evidente em passagens como em Habacuque 1.2-5.

1. Oração profunda. “Oração do profeta Habacuque” (v.1).

Oração pessoal, a partir do profeta de Deus. Todos devem orar muito por um avivamento poderoso, glorioso e soberano, enviado por Deus.Todos os avivamentos da Bíblia e da história da igreja foram marcados e conservados na atmosfera da oração, jejum, arrependimento, confissão expontânea, quebrantamento de espírito, humilhação diante de Deus e santidade.

Há crentes que até oram bem quando em grupo, no culto ou noutro lugar, mas sozinhos não; mas precisamos intensificar também a nossa oração intercessória pessoal pela obra de Deus, como fez Habacuque.

2. Louvor no Espírito. “Sobre sigionote” (v.1). Trata-se de um termo musical plural, cujo singular

(“sigaiom”) aparece na epígrafe do Salmo 7. É uma diretriz para o regente de música sacra na casa de Deus, que o nosso espaço aqui não comporta detalhar. É também o caso do termo musical “selá” que aparece em 3.3,9,13. Habacuque foi certamente um obreiro levita músico. Em 3.16 ele faz alusão a “meus instrumentos de música”. Ele era um crente-músico, que dependia primeiro da fé em Deus (2.4), e não primeiramente um músico-crente, que dependesse primeiro da música.Uma igreja reavivada inclui abundante “música de Deus” (1 Cr 16.42). Em inúmeras congregações nossas, a verdadeira música sacra morreu; seu espaço é preenchido com música e canto tipo passatempo, diversão, animação; sem peso, sem mensagem, sem vida, sem unção, sem melodia, sem graça, sem oração, sem endereço, sem nada.Quando teremos outra vez no culto profetas de música realmente sacra, santa, bíblica, espiritual? “Cânticos espirituais”, que brotam primeiro como fontes, do coração crente (Ef 5.19).3. A Palavra de Deus. “Ouvi, Senhor, a tua Palavra” (v.2). A Palavra de Deus abundante, fluente, poderosa, revigorante e renovadora é o

grande agente divino para o avivamento. Hoje a Palavra saiu dos púlpitos da maioria das igrejas e foi substituída ardilosamente e quase sempre por música, festas, jograis e apresentações que são “sacrifícios de tolos” que Deus aborrece.Mas não é só no culto que a mensagem do evangelho foi abafada; também nos periódicos, nas emissoras, no vídeo, etc.

3.Temor de Deus. “E temi” (v.2). Sem renovação espiritual constante na sua vida, o crente perde aos poucos o repúdio ao pecado, sua sensibilidade espiritual diminui e o temor de Deus também. Isso afeta seriamente as coisas de Deus, os valores espirituais, principalmente a santidade de vida e a retidão no viver cotidiano.

4. Renovação espiritual. “Aviva, ó Senhor, a tua obra” (v.2). Precisamente falando, avivar, tem a ver com quem já morreu, e reavivar, com quem ainda tem vida. O anjo da igreja de Sardo tinha nome no rol dos vivos, mas estava morto espiritualmente (Ap 3.1). A nova vida em Cristo é chamada ressurreição (Cl 3.1; 2.13; Ef 2.1; 5.14). Verdades pertinentes à renovação espiritual:

a) Avivamento do povo. A “obra” de Deus a ser avivada no v.2 é o seu povo e não as instituições, seus pertences e objetos. Ver Is 29.23 “seus filhos, a obra das minhas mãos”; Ef 2:10 “somos feitura sua, criados em Cristo Jesus ”.Que é avivar espiritualmente? É uma operação soberana, irresistível e sobrenatural do Espírito Santo na igreja para trazê-la de volta ao real cristianismo bíblico como retratado no livro padrão da igreja – Atos dos Apóstolos. Ao avivar e reavivar a igreja, Ele salva crentes inconversos dentro da igreja, liberta os crentes carnais, realiza prodígios (e não apenas milagres conhecidos), levanta os caídos. Jesus batiza multidões com o Espírito Santo, os crentes buscam a vida santificada, os perdidos buscam a salvação (como nos avivamentos de Mt 3.1-5; At 16.30) e prevalece o espírito de unidade de alma entre os crentes e não apenas união de cabeças, externa, egoísta e efêmera. Ver Jo 6.66,67.

a) O momento do avivamento. “No meio dos anos” (v.2). Isto é, agora. “Meio” fala também de equilíbrio.

b) O esvaziamento do eu. “Lembra-te da misericórdia” (v.2). No avivamento, méritos humanos são esquecidos e só Deus é glorificado do maior ao menor, na unidade do Espírito.

 

 

 II. OS FATOS DO AVIVAMENTO 

 O profeta Habacuque primeiro “viu” certos fatos de um avivamento (1.1; 2.2,3; 3.7). Ele era homem de fé, a qual vê o invisível de Deus, que a visão espiritual comum não alcança. Mas o profeta também “ouviu” de Deus (3.2,16). No avivamento que iniciou-se em Jerusalém e propagou-se pela Judéia, Samaria e até aos confins da terra, certos fatos sobrenaturais aconteceram. Ouviu-se do céu um som como de um volumoso vento, rápido e forte. Foram vistas línguas repartidas como que de fogo. O Espírito Santo encheu a todos, e falaram noutras ínguas.

O que chamam de avivamento em muitos lugares não é “do céu” (At 2.2), mas de homens e mulheres, que estão enganando, ou foram enganados.

1. O que Deus fez ontem pode fazer hoje. “Deus veio de Temã” (v.3).A partir daqui o profeta faz um resumo dos feitos miraculosos de Deus ao tirar Israel da servidão do Egito, conduzi-lo através do deserto consumidor e estabelecê-lo em Canaã, ocupada por poderosas nações pagãs. Temã era a invencível cidade-fortaleza, capital de Edom. Designava também o território a leste do deserto de Parã. Nada pode se suster diante do poder de Deus. Nos vv. 3-15, os atos de Deus em favor de Israel estão todos no tempo passado! Deus fez! (Dt 33.2). Deus ainda está no controle da situação decadente da igreja em muitos lugares, mesmo arecendo que os maus adoradores e maus obreiros estão a fazer como lhes apraz. O grande avivamento que deu origem a Assembléia de Deus e outras igrejas do mesmo quilate, no início do século passado, Deus pode reconduzi-lo, e ainda maior, se nós o seu povo lhe clamarmos dia e noite, humilhados na sua presença. Ler 2 Cr 7.14,15. Não são os incrédulos que impedem um avivamento do alto, na igreja; são os crentes, quando se entregam a negligência, ao mundanismo (2 Cr 7.14).

2. Santidade. “O Santo” (v.3). Assim Deus é declarado. Ele é santo num sentido único, e seus seguidores precisam ser santos. Os atos gloriosos que Deus realizou no meio de Israel durante a peregrinação no deserto e o culto divino no tabernáculo em todos os pormenores falavam da santidade de Deus. Ele não modificou seus padrões. Hoje fala-se muito em poder, mas pouco em santidade, o que denota um falso evangelho, pois a santidade é um atributo de Deus tanto quanto o seu poder. No princípio das Escrituras Deus anunciou ao seu povo, “sereis santos, porque eu sou santo” (Lv 11.44). No final do Novo Testamento Deus volta a anunciar a mesma verdade, em 1 Pe 1.15,16 mostrando assim que a santidade deve ser uma virtude perene do seu povo.

3. Gloria divina manifesta. “A sua glória cobriu os céus” (v.3). A igreja é no presente a habitação de Deus aqui (2 Co 6.16), assim como o foi seu povo Israel no passado. “Glória na igreja”, está dito em Efésios 3.21. Este é o propósito de Deus, mas o apego da igreja à desobediência, ao conformismo, à tolerância e transigência quanto às trevas impedem um avivamento. Sempre que a igreja se mistura com o mundo fica parecida com ele como aconteceu com Israel no passado, e a glória divina se afasta.Podemos dar glória, cantar vitórias, simular glória, e falar de glória, mas outra coisa é “a Sua Glória” manifestar-se e permanecer entre nós. É o quadro de Efésios 5.27. Sem esta divina glória na igreja, a morte com sua frieza instala-se. Quando a glória se foi, no passado, veio a tragédia nacional sobre Israel com a perda da arca do concerto, a derrota do exército na batalha e a extinção da fé simbolizada na morte de Eli, o sumo sacerdote, seus dois filhos, e ainda a esposa de um deles. 

4. Louvor celestial. “A terra encheu-se do seu louvor” (v.3). Não é louvor artificial, como está a acontecer por toda parte: cânticos e músicas sem unção divina, sem mensagem bíblica, sem endereço certo, com letra deturpada, com melodia, ritmo e andamento copiados do mundo, e que só satisfazem a carne. Um real avivamento do alto santifica também o louvor ao Senhor. É o “seu” louvor (v.3).Observe-se que a Palavra afirma “A sua glória cobriu os céus, e a terra encheu-se do seu louvor”. Isto é, o louvor como resultado da presença da glória divina. É a glória de Deus, sua presença pessoal, direta e abundante, buscada e manifesta que origina a adoração. O louvor, como sacrifício espiritual ao Senhor, por sua vez conduz à adoração, como vemos em 2 Cr 29.27,30.

5. Poder celestial. “Raios brilhantes saiam da sua mão, e ali estava o esconderijo da sua

força” (v.4). Como avivar os mortos e reavivar os que “não tem nenhum vigor”, como diz Isaías, senão pelo poder vivificador do Espírito? (Ez 37.14). Três alusões ao poder avivador de Deus, no v.4. 1) “Raios” é literalmente “chifres”, que na simbologia bíblica fala do poderio; 2) “Sua mão” que reflete poder; uma figura muito difundida na Bíblia; 3) “Sua força”, o poder do Senhor que sempre opera nos avivamentos.Observemos ainda que Deus não concede seu poder indiscriminadamente: “o esconderijo da Sua força”.

6. Milagres de curas. Adiante dEle ia a peste, e raios de fogo sob seus pés (v.5). As doenças fogem diante de Jesus. “Raízes de Fogo”, a conhecida Versão Berkeley traduz por “febre alta

nas doenças. Deus opera milagres, mas há milagres falsos e enganosos (Mt 7.22,23; Êx 7.10,11,22; 2 Ts 2.9; Ap 13.13). Jesus preveniu duas vezes que é por seus frutos que os enganadores são identificados, e não por seus milagres Mt (7.16,20).Corridas, quedas, pulos, gestos, brados e outros movimentos podem nada ter com um real despertamento do Espírito. Quando o vento sopra forte até as plantas secas e mortas se movem, sem terem vida. Deus mede o crente não é pelo que ele faz, mas pelo que ele é (Lc 6.40). Hoje, mais do que nunca os falsos milagres estão enganando muita gente.

7. O pecado, Deus não o dissimula. “Parou, e mediu a terra” (v.6). O ato de medir em textos

como estes fala de julgamento de pecado. De fato, os avivamentos bíblicos e da história da igreja sempre conduzem o povo de Deus a uma maior santidade prática de vida, “em toda maneira de viver”, como está escrito em 1 Pedro 1.16.Aquela nossa decisão firme de romper com todo pecado e apegar-se à santidade, quando da nossa conversão, devia continuar pelo resto da vida, o que não acontece, a menos que o crente busque renovar-se e reencher-se do Espírito, como nos diz Efésios 5.18: “Continuai cheios do Espírito” (literalmente).  

 

 

III. A CONTINUAÇÃO DO AVIVAMENTO 

 A história da igreja mostra claramente que vez por outra ela atravessa períodos de marasmo espiritual, apresentando frieza, abertura ao secularismo, organização demasiada e por fim uma quase letargia por falta de vida, poder, fervor e unção que só o Espírito Santo comunica. Tal quadro torna-se ainda mais difícil quando os dirigentes de obra também acomodam-se a esse estado anormal de coisas e não advertem, nem conclamam o povo para um completo retorno a Deus e à uma vida cristã normal, abundante, ativa, zelosa pelas coisas de Deus e acima de tudo cheias do Espírito.A Palavra de Deus por Habacuque, fala-nos de alguns elementos espirituais que um avivamento deve buscar e preservar para que possa continuar. 

1. Humilhação do povo diante de Deus (v.16). O quebrantamento de espírito do profeta, aliado à sua profunda humilhação diante de Deus e seu sentimento de indignidade representa uma das

condições do povo para a continuidade de um avivamento. Num avivamento só Deus é grande e

toda glória humana se esvai. Habacuque era um obreiro de destaque no magnificente templo de

Jerusalém, mas vêmo-lo aqui quebrantado em seu espírito (“meu ventre; meus ossos; dentro de mim, v.16).A humildade de que Deus se agrada é primeiramente a de espírito e daí permeia todo o seu ser (Is 57.15; 1 Pe 5.6). Quem é grande em si mesmo não pode ser servo, e quem é servo não pode ser grande em si mesmo.

 

2. Fé inabalável em Deus. “Todavia eu me alegrarei no Senhor” (v.18). Uma das proezas da

são os seus “todavias”, os quais não são muitos na Bíblia, pois trata-se da fé sob prova no

sofrimento. No avivamento nem tudo são bênçãos,regozijo, maravilhas do Senhor. De muitas maneiras o inimigo reage contra os santos e a fé é testada; porém, mesmo assim, ainda assim, contudo, todavia, o crente fiel continua firme.Um avivamento real não persistirá se nele vier a

predominar o emocionalismo, a imaturidade, a pseudo liderança e a ausência da doutrina bíblica. O segredo é a fé e seu exercício segundo a Palavra (Mt 9.29).

a) Fé independente de prosperidade material. No versículo 17 Está a prosperidade material atingida. É a fé sob prova. É a figueira sem flor, a videira sem fruto, a oliveira sem óleo, os campos sem produção e a extinção dos rebanhos pela perda irreparável de “ovelhas” e “vacas”, que são indispensáveis à reprodução. O “todavia eu me alegrarei no Senhor”, do versículo 18, ensina-nos que nossa fé não deve estar em coisas e bens terrenos, mas no Senhor! Aleluia! Sim, a fé num avivamento real e permanente não deve depender da prosperidade material e sim esta daquela.

b) A fé e sua senda no avivamento. Habacuque é o livro da fé no Antigo Testamento.

1) Em Habacuque capítulo 1, vemos a fé voltada para Deus, em oração; “a oração da fé”, de que fala Tiago. A situação era terrivelmente crítica em todos os sentidos nos dias de Habacuque, mas aquele profeta-músico afirma sua fé em Deus, orando (1.2-4, 12-17).

2) No capítulo 2, a fé contempla a visão da vinda do Senhor (vv.2,3) e também o triunfo do justo mediante a fé, até aquele dia, “mas o justo pela sua fé viverá” (v.4; Hb 10.37,38). Na esfera do natural, a praxe é ver para crer, mas na esfera espiritual é crer para ver (v.4; Jo 11.40). 3) No capítulo 3, a fé em Deus, canta na certeza da vitória. Trata-se de um hino a Deus (v.19b) contendo uma oração (v.1). Num avivamento bíblico a oração (cap. 1), a fé (cap. 2) e o louvor (cap. 3) são elementos preciosos que se completam.

 

3. A força do Senhor. “Jeová, o Senhor, é minha força” (v.19). Duas grandes lições divisa-se aqui.

1) A responsabilidade pessoal de cada crente: “minha” (e não apenas nossa).

2) O crente sempre depender do poder do Senhor (força).  

 

 

CONCLUSÃO

 No avivamento bíblico registrado em Habacuque, a oração (cap.1), a fé (cap.2) e o louvor cap.3) são elementos preciosos que se completam.Busquemos ao Senhor incessantemente por este avivamento, e ele certamente virá.

 

 

Subsídio Doutrinário

“Aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos. Habacuque sabia que o povo de Deus havia pecado, e, conseqüentemente, seria submetido ao juízo divino. Nestas circunstâncias, faz duas petições: (1) Pede a Deus que apareça entre o seu povo com nova manifestação de poder. Habacuque está ciente de que o povo não sobreviveria se o Senhor não interviesse com um derramamento de sua graça e de seu Espírito. Somente assim haveria verdadeira vida espiritual entre os fiéis. (2) Habacuque ora para que Deus se lembre da misericórdia em tempos de aflição e angústia. Sem a sua misericórdia, o povo haveria de perecer. Hoje, com os alicerces da Igreja sendo abalados, quando há aflição por todos os lados, imploremos ao Senhor que torne a manifestar sua misericórdia e poder para que haja vida e renovação entre o seu povo.”“3.3-16 Deus veio. Nestes versículos, Habacuque refere-se à ocasião em que Deus livrou o seu povo do Egito (ver Êx 14). O mesmo Deus que viera com salvação no passado, voltaria em toda a sua glória. Todos quantos esperavam sua vinda, viveriam e veriam seu triunfo sobre impérios e nações.” (Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD, págs. 1338,1339)

 

 

Subsídio Bibliológico

“R. A. Torrey diz: ‘Creio que posso dar a ‘receita’ que trará o avivamento em uma igreja, comunidade ou cidade sobre a terra. Primeiro, pegue um grupo de cristãos (não são necessários muitos) que tenham uma forte e plena experiência com Deus em suas vidas. Isso é o essencial. Se não for assim, posso afirmar que não irá acontecer nada.’‘Depois, coloque-os em unidade com um grupo de oração e diga-lhes que clamem a Deus por um avivamento; que com orações e súplicas peçam que Deus abra os Céus e derrame o seu Espírito.’‘Finalmente, coloque-os à disposição de Deus para que o Senhor possa usá-los da maneira como desejar, até que estejam prontos para conduzir outras pessoas à vitória em Cristo. E isso é tudo que, com certeza, trará o avivamento para qualquer igreja ou comunidade. Tenho dado esta receita ao redor do mundo. E, em todos os lugares, Deus tem sacudido igrejas e comunidades. Esta receita sempre deu certo, na verdade, não falha!’ (...)”“Temos teorizado demais a palavra ‘avivamento’, e tantas são as reuniões, que temos esquecido o significado real do termo. Realizamos os nossos encontros espirituais e ali celebramos, cantamos, adoramos e vivemos momentos de grande regozijo espiritual que duram semanas, até que as brasas diminuam e finalmente desapareçam! O que precisamos é de um verdadeiro despertamento espiritual! Não apenas por algumas semanas, mas que dure todos os dias e siga até o século XXI! Não podemos mais nos contentar com o calor passageiro de congressos e encontros, como se tomássemos uma xícara de café. Precisamos beber das permanentes fontes de águas vivas que jorram do coração do Senhor Jesus!” (De Volta para o Altar, CPAD, págs. 69 e 168).

A palavra de DEUS lida, estudada e ensinada trará o coroamento a esse avivamento e só assim ele permanecerá, fundado e edificado sobre a Rocha, JESUS CRISTO.

 

 

 

 LEITURA DIÁRIA

 

Segunda

 2 Rs 23.2,3

O avivamento e a Palavra de Deus.

Terça

Ne 8.1-9

O avivamento e o ensino da Palavra de Deus.

Quarta

2 Cr 7.14

O avivamento e a oração.

Quinta

Jn 3.1-10

O avivamento e o arrependimento nacional. 

Sexta

At 5.1-16

O avivamento e o temor a Deus.

Sábado

1 Co 13

O avivamento e o amor.

 

 

OBJETIVOS - Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:

Definir o termo avivamento.

Explicar a relação entre avivamento e Escritura.

Distinguir o verdadeiro avivamento do falso.

   

 

 

PONTO DE CONTATO:  Professor, a doutrina bíblica deve ser contemplada pelos fiéis (Sl 119.18); desejada piedosamente (Sl 119.29,174); amada (Sl 119.97); obedecida (Sl 119.34); e não deve ser esquecida no momento da perseguição (Sl 119.61).

 

 

SÍNTESE TEXTUAL: O termo hebraico traduzido por “avivar” em Hc3.2, aparece em diversos textos do Antigo Testamento com o sentido de “viver”, “ter vida”, “ser vivificado”, “restaurar”, “curar”, entre outros importantes sentidos – todos traduzem o verbo hāya, “viver” ou “ter vida”. Portanto, avivamento, no contexto de Habacuque, contempla tanto o sentido imediato de reviver, renovar; quanto o sentido escatológico de pôr em execução o programa salvífico de Deus  (Hc 1.5-2; At 2.16-21).

 

 

ORIENTAÇÃO DIDÁTICA:  Professor, para a presente lição faça uma brincadeira didática chamada “sacola de perguntas”. Consiste em fazer previamente perguntas sobre um determinado tema e colocá-las em uma sacola, a fim de que um dos alunos sorteados retire a questão e a responda. Use as perguntas do questionário da lição. Esse recurso deve ser usado ao término da lição.  

 

 

Introdução Nossa:

O avivamento é antes de tudo um amor à Palavra de DEUS e às almas perdidas, despertados pelo desejo de agradar a DEUS, fazendo sua obra.

O avivamento é uma cachoeira do ESPÍRITO SANTO derramada sobre poucos no início, mas que se estende desde o mais tenro menino até atingir o mais idoso dos homens, também contagia os descrentes e doentes de toda uma cidade, podendo chegar a mudar costumes e hábitos de toda uma sociedade.

O início de todo grande avivamento é com a descoberta da Palavra de DEUS.

É a partir do amor à Palavra que nasce o desejo de orar, jejuar, adorar, louvar e evangelizar.

Infelizmente muitos avivamentos nascem através de uma pessoa e quando esta pessoa se afasta, o avivamento perde força e se acaba; por isso, nunca devemos apoiar nosso avivamento em cima de uma só pessoa com olíder, mas colocarmos diversos mestres no centro do mesmo.

Quando não se consegue manter o avivamento, o prejuízo de almas e a entrega ao mundanismo se alastra como chamas de um grande incêndio.

Num grande avivamento, os líderes, tanto políticos como religiosos, se assentam para ouvir a instrução de mestres e se sujeitam à Palavra de DEUS.

 

 

Resumo da revista:

 

COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO

 

Certa feita, declarou Charles Finney: “Todos os ministros devem ser ministros de avivamento, e toda pregação deve ser pregação de avivamento”. Um ministro de avivamento é um obreiro comprometido com o ensino sistemático da Bíblia.

 

I. O QUE É O AVIVAMENTO

Retorno aos princípios que caracterizavam a Igreja Primitiva. 

Retorno à Bíblia como a nossa única regra de fé e prática. 

Retomada da oração 

Regresso à Grande Comissão, cujo lema continua a ser: Até aos confins da terra.

 

II.  HABACUQUE E O AVIVAMENTO (Hc 3.2) 

Despertamento dos judeus a reerguerem-se como sua particular herança, a fim de que proclamem o seu conhecimento entre as nações.   

 

(Extra BEP) 3.2 AVIVA, Ó SENHOR, A TUA OBRA NO MEIO DOS ANOS.

Habacuque sabia que o povo de Deus havia pecado, e, conseqüentemente, seria submetido ao juízo divino. Nestas circunstâncias, faz duas petições:

(1) Pede a Deus que apareça entre o seu povo com nova manifestação de poder. Habacuque está ciente de que o povo não sobreviveria se o Senhor não interviesse com um derramamento de sua graça e de seu Espírito. Somente assim haveria verdadeira vida espiritual entre os fiéis.

(2) Habacuque ora para que Deus se lembre da misericórdia em tempos de aflição e angústia. Sem a sua misericórdia, o povo haveria de perecer. Hoje, com os alicerces da igreja sendo abalados, quando há aflição por todos os lados, imploremos ao Senhor que torne a manifestar sua misericórdia e poder para que haja vida e renovação entre o seu povo.

 

III.  O AVIVAMENTO E A PALAVRA DE DEUS

O avivamento promovido pelo bom rei Josias teve início com a descoberta do Livro da Lei na Casa do Senhor (2 Rs 22.8).

 

(Extra BEP) O LIVRO DA LEI. O "livro da lei" que Hilquias achou, tratava-se da lei que fora dada "pelas mãos de Moisés" (2 Cr 34.14); era, sem dúvida, um exemplar do Pentateuco, ou seja: os cinco primeiros livros da Bíblia (cf. 23.25; Dt 31.24-26). Essa descoberta dá testemunho da mão providente e soberana de Deus, cuidando da sua Palavra inspirada, protegendo-a da destruição pelos idólatras e apóstatas. Realmente, a inspirada Palavra de Deus escrita é indestrutível (Is 40.8).

 

1. Um avivamento superficial (2 Rs 23.25). Morrendo o rei, morreu o avivamento (2 Rs 23.31-37). 

 

(Extra BEP) 23.25 E ANTES DELE NÃO HOUVE REI SEMELHANTE. Josias é descrito aqui como o mais fiel e consagrado de todos os reis que já tinham reinado sobre o povo de Deus, inclusive o próprio Davi (ver 2 Sm 12.7-15). Em termos da dedicação pessoal a Deus e fidelidade à sua Palavra, Josias foi o maior de todos os reis (cf. 18.5; Dt 6.5; Jr 22.15,16).

23.26 O SENHOR SE NÃO DEMOVEU... DA SUA GRANDE IRA. Apesar da liderança moral de Josias e do avivamento e reformas espirituais que ele promoveu, Judá como nação se arruinara a tal ponto que sua recuperação nacional, geral e duradoura já não seria possível. A condenação de Judá foi apenas adiada (ver Jr 11; 13.27), pois tanto o povo como os sacerdotes tinham um coração maligno.

Por isso, depois da morte de Josias, rapidamente a nação degenerou-se espiritual e moralmente, e Deus teve de destruir o Reino do Sul em apenas vinte e dois anos mais tarde.

 

2. Um avivamento mais duradouro. Sob a liderança de homens como Zorobabel e Neemias, começaram a ser instruídos por Esdras na Lei de Deus. Leia Neemias 8.

De Esdras a João Batista, anunciando a chegada do Reino de Deus com a vinda de Jesus Cristo (Mt 3.1-11).  

(Extra BEP) 1.1 A PALAVRA DO SENHOR, POR... JEREMIAS. Jeremias tinha predito que os judeus permaneceriam no cativeiro, no país de

Babilônia por setenta anos, para então voltar a Judá (Jr 25.11,12; 29.10). Pode-se calcular o cativeiro de setenta anos, a partir da

primeira leva de cativos em 605 a .C., no terceiro ano de Jeoiaquim (2 Rs 24.1; Dn 1.1) até 538 a .C. (aproximadamente setenta anos

depois), quando, então, o povo começou a retornar a sua pátria (ver 2.1 nota).

1.1 DESPERTOU O SENHOR O ESPÍRITO DE CIRO. O Senhor Deus executa o plano da redenção no decurso da história, até o seu final determinado. No cumprimento disto, Deus, às vezes, resolve humilhar governantes poderosos (e.g., Nabucodonosor, Dn 4), ordenar juízo destruidor contra reis (e.g., Faraó, por ocasião do êxodo, Êx 14; Belsazar, em Babilônia, Dn 5), ou elevar um dirigente internacional (e.g., o rei Ciro da Pérsia, v. 2), a fim de cumprir a sua palavra e realizar os seus propósitos. Ao despertar o espírito de Ciro, para ser benevolente para com os vencidos e exilados, Deus fez cumprir-se a tempo a sua promessa feita através de Jeremias. Provérbios declara que o coração do rei é como ribeiros de águas na mão do SENHOR; a tudo quanto quer o inclina, a fim de garantir a marcha contínua da redenção e desfecho da história (Pv 21.1).

1.2 CIRO, REI DA PÉRSIA. Cerca de 160 anos antes do aparecimento de Ciro, Isaías predissera a respeito de um governante chamado Ciro, que permitiria a volta dos judeus à sua pátria, para reedificarem Jerusalém e o templo (Is 41.2; 44.26-28; 45.1,4,5,13).

1.5 AQUELES CUJO ESPÍRITO DEUS DESPERTOU. Mediante o Espírito Santo, Deus despertou o coração dalguns do seu povo para voltarem à sua pátria (ver Fp 2.13). Cerca de 50.000 pessoas atenderam ao chamado do Senhor para participarem dessa primeira viagem de retorno à Palestina. Note que os outros permaneceram no exílio (vv. 4,6); o propósito desses era animar e apoiar os que agora voltavam à terra de Judá.

1.8 SESBAZAR. Sesbazar, o primeiro governador nomeado, dos exilados que voltavam (cf. 5.14,16), pode ter sido outro nome de Zorobabel (cf. 2.2; 3.2,8; 4.3).

 

IV. O ESTUDO DA PALAVRA DE DEUS

Os judeus foram despertados pelo ensino amoroso e persistente da Palavra de Deus.

1. O anseio do povo pelo ensino da Palavra. (Ne 8.1).

2. O compromisso de Esdras com a Palavra.  Observemos o compromisso de Esdras com o ensino das Sagradas Escrituras   (Ne 8.2).

3. O ensino persistente da Palavra. A  instrução bíblica estendeu-se da alva ao meio dia (Ne 8.3).

4. A explicação da Palavra. Ensino da Palavra de Deus inteligível e claro para toda a nação (Ne 8.8).

5. O avivamento que vem do ensino da Palavra. Já devidamente instruído na Palavra de Deus, o povo pôs-se a chorar; a Palavra de Deus era irresistível; o avivamento havia chegado. Entretanto, o que era choro, converteu-se em júbilo (Ne 8.12).

 

CONCLUSÃO

 De acordo com Arthur Wallis, o avivamento é a intervenção divina no curso normal das coisas.

No tempo de Esdras, o avivamento veio através do ensino das Sagradas Escrituras. Portanto, se quisermos igrejas avivadas, comecemos pela Palavra de Deus. Sem ela, não pode haver avivamento.      

(Extra BEP = Bíblia de Estudos Pentecostal - CPAD) 

 

AUXÍLIOS SUPLEMENTARES: Subsídio Devocional

“Aviva, ó Senhor

O profeta sabia que o povo não sobreviveria se o Senhor não intervisse com uma nova manifestação do seu Espírito. Somente assim a vida espiritual dos fiéis seria preservada, por isso o clamor. Tal fato fica ainda mais evidente quando Habacuque diz para que Deus, na ira, em meio à aplicação do seu juízo, não se esqueça da misericórdia. Ele está querendo dizer com isso que só a misericórdia divina poderá preservar o justo em tempos de aflição e angústia. Sem a Sua misericórdia, o povo haveria de perecer.”

(DANIEL, Silas. Habacuque. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.143.)

 

 

 

 

Questionário da Lição 13 - A DOUTRINA PRODUZ O AVIVAMENTO Por Ev.Luiz Henrique - www.apazdosenhor.org.br/estudos_biblicos 

TEXTO ÁUREO:  

1- Complete:

“Ouvi, SENHOR, a tua ___________________________ e temi; aviva, ó SENHOR, a tua __________________ no meio dos anos, no meio dos anos a notifica; na ________________ lembra-te da misericórdia” (Hc 3.2).

VERDADE PRÁTICA

O __________________________________ só é possível através do _________________________ amoroso, persistente e sistemático da ________________ Sagrada.

 

 

I. O QUE É O AVIVAMENTO

3- O que é avivamento? Marque com “X” as respostas corretas:

(  ) É quando todos choram ao ouvir um louvor.

(  ) Retorno aos princípios que caracterizavam a Igreja Primitiva.

(  ) É o retorno à Bíblia como a nossa única regra de fé e prática.

(  ) É um despertamento para se bater palmas e cantar e dançar.

(  ) É a retomada da oração como a mais bela expressão do sacerdócio universal do crente.

(  ) É o regresso à Grande Comissão, cujo lema continua a ser: Até aos confins da terra.

(  ) É o que acontece quando a igreja está dando glória a DEUS em voz alta.

 

II.  HABACUQUE E O AVIVAMENTO (Hc 3.2) 

4- Pelo que Habacuque orava a DEUS?

(  ) Para que DEUS despertasse os judeus para proclamarem o seu conhecimento entre as nações.  

(  ) Para que DEUS despertasse os judeus para festejarem entre as nações.   

(  ) Para que DEUS despertasse os judeus para se unirem aos cultos de outras nações.   

 

 

III.  O AVIVAMENTO E A PALAVRA DE DEUS

5- Quando teve início o avivamento que veio pelo bom rei Josias?

(  ) Com a ida do rei à Casa do Senhor.

(  ) Com a conclusão do Livro da Lei do Senhor.

(  ) Com a descoberta do Livro da Lei na Casa do Senhor.

   

6- Por que o avivamento no tempo do rei Josias foi superficial e não teve resultados permanentes (2 Rs 23.25)?

(  ) Porque Infelizmente; o rei proibiu o avivamento

(  ) Porque Infelizmente; adoecendo o rei, morreu o avivamento

(  ) Porque Infelizmente; morrendo o rei, morreu o avivamento.

 

7- O que aconteceu ao povo de Judá, que não continuou no avivamento, antes mesmo de completar vinte anos?

(  ) Voltaram para a babilônia para lá fazerem outro avivamento.

(  ) Voltaram a combater os pecados dos babilônios.

(  ) Voltaram aos antigos pecados, forçando o Senhor a entregá-lo nas mãos dos babilônios.  

8- Quais líderes se destacaram no avivamento mais duradouro que aconteceu após setenta anos de exílio?

(  ) Os músicos.

(  ) Os políticos.

(  ) Os mestres.

9- Quem instruía o governador, os líderes e o povo, nesta época?

(  ) Esdras.

(  ) Zorobabel.

(  ) Jeremias.  

IV. O ESTUDO DA PALAVRA DE DEUS

10- Dentro do tema PALAVRA DE DEUS, ligue a primeira coluna de acordo com a segunda:

 

A explicação da Palavra

 

Já devidamente instruído na Palavra de Deus, o povo pôs-se a chorar; a Palavra de Deus era irresistível; o avivamento havia chegado. Entretanto, o que era choro, converteu-se em júbilo (Ne 8.12).

 

O ensino persistente da Palavra

 

Se por um lado, ansiava a nação pelo ensino da Palavra de Deus; por outro, os seus líderes, tendo à frente Neemias, o governador, e Esdras, um sacerdote e escriba versado na Lei de Deus, achavam-se comprometidos com a Palavra. Observemos o compromisso de Esdras com o ensino das Sagradas Escrituras   (Ne 8.2).

O avivamento que vem do ensino da Palavra

 

O povo ansiava por ser instruído na Palavra de Deus (Ne 8.1).

 

O compromisso de Esdras com a Palavra

 

A carência espiritual do povo era tão flagrante, que a instrução bíblica estendeu-se da alva ao meio dia (Ne 8.3).

O anseio do povo pelo ensino da Palavra.

 

 

. Embora erudito, Esdras não se estendeu à erudição; através de sua didática magna, tornava o ensino da Palavra de Deus inteligível e claro para toda a nação (Ne 8.8).

 

   

 

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Colaboração do Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva.

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