Lição 3 - O povo de Deus


Estudos:

- A dimensão da igreja como povo de Deus

- A cegueira de Israel e a cegueira da igreja
- História de Israel
- Quão bíblico é Israel
- Israel e a Diáspora
- Visão histórica do povo de Israel
- Um povo com muitas cores
- Israel foi rejeitado por Deus?
- Período Bíblico
- O Povo de Israel
- O povo hebreu
- O reino de Israel
- A história do povo de Israel
- Conflito de Israel
- Israel em resumo
- A história de Israel na pesquisa atual
- Religião Judaica
- A história do povo judeu
- O Pastor e o povo de Deus
- A vergonha do povo de Israel
- O Israel de Deus
- Os gentios e a Lei
- Procuram os judeus converter os gentios?
- Judeus e Gentios, um relacionamento em transformação

Livros:

- Judaísmo e Cristianismo: as diferenças - Trude Weiss-Rosmarin - Editora Sêfer

Complemento:

Questionário Questionário da lição - Colaboração de Alexandre Sancho

Gênesis 11 e 12 marcam um importante ponto decisivo no procedimento divino. Até agora a história tem sido sobre toda a raça adâmica. Não havia nem judeus nem gentios; todos eram um "no primeiro homem Adão". Até agora, segundo as Escrituras, a humanidade devia ser considerada como uma vasta torrente da qual Deus, quando chamou Abrão e criou a nação de Israel, extraiu um simples fio de água, através do qual Ele pode purificar finalmente o grade rio propriamente dito. Israel foi chamado para ser testemunha da unidade de Deus no meio da idolatria (Dt 6.4; Is 43.10-12); para ilustrar a benção daqueles que servem ao verdadeiro Deus (Dt 33.26-29); para receber e preservar as divinas revelações (Dt 4.5-8; Rm 3.1-2); e para ser o canal humano para a vinda do Messias (Gn 21.12; 28.10,14; 49.10; II Sm 7.16-17; Is 7.13-14; Mt 1.1).

O leitor das Escrituras deve manter firme em sua mente: 1) De Gn 12 a Mt 12.45, as Escrituras tem em vista principalmente Israel, o fio de água, não o grande rio gentio; contudo, repetidas vezes, a universalidade do propósito máximo divino irrompe à vista ( por exemplo, Gn 12.3; Is 2.2,4; 5.26; 9.1-2; 11.10-12; 42.1-6; 49.6,12; 52.15; 54.3; 55.5; 60.3,5,11-16; 61.1,9; 62.2; 66.12,18-19; Jr 16.19; Jl 3.9-10; Ml 1.11; Rm 9; 10 e 11; Gl 3.8-14). 2) A raça humana, judeus e gentios, prossegue sob as Alianças Adâmica e Noética, continuando sob as dispensações (responsabilidade da mordomia) da Consciência (Responsabilidade Moral) e Governo Humano. Israel, além disto, recebeu luz e responsabilidade acrescida de, primeiro, obedecer a Aliança Abraâmica e, então, a Mosaica e a Palestiniana. 3) A história moral do mundo gentio começando em Babel; como desceu para o pecado da idolatria e a resultante perversão da moral, foi descrita pelo Espírito Santo em Rm 1.18-32, junto com a sua responsabilidade moral (Rm 2.1-16). A consciência nunca desobriga; pelo contrário, ela acusa ou perdoa. 4) Onde a lei, mais tarde, se tounou conhecida dos gentios, foi-lhes, como o foi para Israel, "para morte", uma "maldição" (Rm 3.19,20; 7.9-10; II Cor 3.7; Gl 3.10). E 5) uma responsabilidade totalmente nova surge quando judeus e gentios conheceram o evangelho (Jo 3.18-19,36; 15.22-24; 16.9; I Jo 5.9-12).

Extraído da Bíblia de Estudo Scofield, pág. 19

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