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Lição 3 - A Divindade do Espírito Santo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| Estudos: | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| - O Espírito Santo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| - Sobre a divindade do Espírito Santo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| - Pneumatologia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| - O Espírito Santo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| - Quem é o Espírito Santo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| - Conhecendo o Espírito Santo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Livros: | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
- O Espírito Santo em 12 Lições - Max Anders - Editora Vidaa | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
- Quero Saber Mais Sobre o Espírito Santo - Rick Osborne e K. Christie Bowler - Editora Vida | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Complemento: | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Lição 3 - A DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO
Questionário
TEXTO ÁUREO:
"E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito
Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; pelo que também o
Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus" (Lc 1.35).
VERDADE PRÁTICA:
O Espírito Santo, pelos seus divinos atributos, títulos,
símbolos e obras é Deus perfeitamente como o Pai e o Filho.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: 1 CORÍNTIOS 2.4, 5, 9-15
2.4 A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas
de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder,
5 para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de
Deus.9 Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam. 10 Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus. 11 Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus. 12 Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus. 13 As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais. 14 Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. 15 Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. OBJETIVOS: Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a: Apresentar as evidências bíblicas da deidade do Espírito. Justificar a pessoalidade do Espírito Santo na Bíblia. Distinguir as Santíssimas Pessoas do Pai, Filho e Espírito Santo.
PONTO DE CONTATO:
Professor, antes de William Seymour chegar a Los Angeles em
1906, fora evangelista no Mississipi e pastor da igreja da Santidade, na
cidade de Houston, Texas. Enquanto esteve no Mississipi conheceu diversas
pessoas que foram influenciadas pelo ministério de Charles Fox Parham
(1873-1929), ministro em Topeka, Kansas. Parham dirigia a Escola Bíblica
Betel, quando às 19h do dia 1 de Janeiro de 1901, a senhora Agnes Ozman,
recebeu o Batismo com o Espírito Santo com a evidência física de falar em
outras línguas conforme Atos 2.4. Durante aquela reunião, Jesus batizou todos
os presentes com o Espírito Santo, inclusive o professor Parham. O avivamento
em Topeka espalhou-se por todo o país, de modo que, no Mississipi, Seymour foi
profundamente influenciado pelos testemunhos daqueles que experimentaram a
renovação espiritual mediante o poder pentecostal.
SÍNTESE TEXTUAL: A doutrina do Espírito Santo é chamada nos estudos teológicos
de "pneumagiologia"; procedente de três termos gregos: pneuma (espírito),
hagios (santo) e logia (estudo, ciência). Esta definição é mais precisa do que
"pneumatologia" (lit. estudo do espírito) que se refere ao estudo teológico de
fatos relacionados ao espírito de modo geral, sejam anjos, ou a parte
imaterial do homem.
Ao investigarmos a doutrina da deidade do Santo Espírito, devemos observar que
o Novo Testamento ensina a unicidade da divindade (1 Co 8.4; Tg 2.19) e, no
entanto, revela a distinção de pessoas na divindade: o Pai é Deus (Mt 11.25;
Jo 17.3; Rm 15.6; Ef 4.6); o Filho é Deus (Jo 1.1, 18; 20.28; Rm 9.5; Hb 1.8;
Cl 2.9; Fp 2.6; 2 Pe 2.11); o Espírito Santo é Deus (At 5.3,4; 1 Co 2.10,11;
Ef 2.22). O Pai, o Filho e o Espírito Santo são claramente distinguidos um dos
outros na Bíblia (Jo 15.26; 16.13-15; Mt 3.16,17; 1 Co 13.13), de tal forma
que as três pessoas não se confundem umas com as outras. São três benditas e
santíssimas pessoas que compõem apenas uma divindade. Portanto, na unidade da
divindade há uma trindade de pessoas, da qual o Espírito Santo é o Revelador.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA: Professor, como recurso didático para esta lição, utilize
mais uma vez o gráfico "Síntese Histórica dos Avivamentos II", que inclui os morávios, wesleianos, os movimentos de tradição de fronteira, e o
pentecostalismo da Rua Azusa. Trata-se de um resumo que se propõe a
contextualizar o movimento pentecostal de Los Angeles, dentro dos periódicos
avivamentos na História da Igreja. É claro que não foi mencionado os nomes de
extraordinários servos de Deus como Jonatas Edwards (1703-1758), George
Whitefield (1714-1770), Charles Finney (1792-1875) entre outros, pois o
objetivo é concentrar-se nos movimentos avivalistas e não, exclusivamente, nas
pessoas. No entanto, basta relacionar a data do ministério destes intrépidos
avivalistas aos movimentos citados. Reproduza o gráfico da página seguinte de
acordo com os recursos disponíveis.
O PENTECOSTALISMO DA UNICIDADE
No Acampamento "de Reavivamento Mundial em Arroyo Seco, perto de Los
Angeles, em 1913, surgiu uma séria controvérsia. Durante um culto de
batismo, o evangelista canadense R. E. McAlister argumentou que os apóstolos
não invocavam o Nome trino e uno ~ Pai, Filho e Espírito Santo ~ no batismo,
mas batizavam no nome de Jesus somente.
Durante a noite, John G. Schaeppe, um imigrante de Danzig, Alemanha, teve
uma visão, e acordou ° acampamento, gritando que o nome de Jesus precisava
ser glorifica~ do. A partir de então, Frank J. Ewart começou a ensinar que
aqueles que tinham sido batizados segundo a fórmula trinitariana precisavam
do novo batismo que invocava somente o nome de Jesus. Logo, outros começaram
a espalhar a "nova questão". Juntamente com isso veio a aceitação de uma só
Pessoa na Deidade, agindo em modos ou (cargos diferentes. O reavivamento em
Arroyo Seco acendera a centelha dessa nova questão).
Em outubro de 1916, o Concílio Geral das Assembléias de Deus foi convocado
em St. Louis com o propósito de formar barricadas de defesa para proteger a
ortodoxia trinitariana. Os representantes da Unicidade viram, se diante de
uma maioria que lhes exigia que aceitassem a fórmula batismal trinitariana e
a doutrina ortodoxa de Cristo, ou deixassem a comunhão. Cerca de um quarto
dos ministros realmente se retirou. Mas as Assembléias de Deus
estabeleceram,se na tradição doutrinária da "fé pregada pelos apóstolos,
atestada pelos mártires, substanciada nos Credos, exposta pelos pais", ao
lutar em favor da ortodoxia trinitariana.
Tipicamente, o Pentecostalismo da Unicidade declara: "Não cremos em três
personalidades separadas na Deidade, mas cremos em três cargos preenchidos
por uma só pessoa".
A doutrina da Unicidade (modalística) tem, portanto, o conceito de Deus como
um só Monarca transcendente, cuja unidade numérica é rompida por três
manifestações contínuas feitas à humanidade como Pai, Filho e Espírito
Santo. As três faces do único Monarca são realmente imitações divinas de
Jesus, a expressão pessoal de Deus mediante a sua encarnação. A idéia da
personalidade exige, segundo os Pentecostais da Unicidade, corporalidade e,
por essa razão, acusam os trinitarianos de adotar o triteísmo.
Pelo fato de Cristo ser "corporalmente toda a plenitude da divindade" (Cl
2.9), os Pentecostais da Unicidade argumentam que Ele é essencialmente a
plenitude da Deidade indiferenciada. Noutras palavras: acreditam que a
tríplice realidade de Deus é "três manifestações" do único Espírito
habitando dentro da Pessoa de Jesus. Acreditam que Jesus é a personalidade
única de Deus, cuja "essência é revelada como Pai no Filho e como Espírito
através do Filho".75 Explicam, ainda, que a pantomima divina de Jesus é
"cristocêntrica, porque Jesus, como ser humano, é o Filho, e que como
Espírito (na sua divindade) Ele revela, e realmente é o Pai, e envia, e
realmente é o Espírito Santo como o Espírito de Cristo que habita no
cristão".
Já argumentamos que o sabelianismo do século III é herético. Na sua negação
das distinções eternas entre as três Pessoas na Deidade, o Pentecostalismo
da Unicidade acabou caindo no mesmo erro teológico do Modalismo clássico. A
diferença, conforme foi declarado antes, é que os Pentecostais da Unicidade
concebem a "trimanifestação" de Deus como simultânea em vez de sucessiva '
sendo esta última a crença do modalismo clássico. Argumentam que, tendo por
base Colossenses 2.9, o conceito da personalidade de Deus é reservado
exclusivamente para a presença imanente e encarnada de Jesus. Por isso, os
Pentecostais da Unicidade geral, mente argumentam que a Deidade está em
Jesus, mas que Jesus não está na Deidade.
Colossenses 2.9 afirma porém (conforme a Igreja formulou em Calcedônia em
451), que Jesus é a "plenitude da revelação da natureza de Deus" (theotêtos,
divindade) me, diante a sua encarnação. A totalidade da essência de Deus
está incorporada em Cristo (Ele é plena deidade), embora as três Pessoas não
estejam simultaneamente encarnadas em Jesus.
Embora os Pentecostais da Unicidade confessem a divindade de Jesus Cristo, o
que eles realmente querem dizer é que Jesus, como o Pai, é deidade, e como o
Filho, é humanidade. Ao argumentarem que o termo "Filho" deve ser entendido
como a natureza humana de Jesus, e que o termo "Pai" é a designação da
natureza divina de Cristo, imitam seus antecessores antitrinitários (há
muito tempo falecidos) ao comprometerem as doutrinas da salvação.
É certo que Jesus declarou: "Eu e o Pai somos um" Jo 10.30). Mas isso não
significa que Jesus e seu Pai sejam uma só Pessoa (conforme argumentam os
Pentecostais da Uni cidade), pois o numeral grego neutro hen ("um") é
empregado pelo apóstolo João em vez do masculino heis. Logo, a referência é
à união essencial, e não à identidade absoluta.
Conforme já foi declarado, a distinção tipo sujeito, objeto entre o Pai e o
Filho é revelada com grande clareza nas Escrituras, quando Jesus, na sua
agonia, ora ao Pai (Lc 22.42). Jesus também revela e defende a sua
identidade ao apelar ao testemunho do Pai ( Jo 5.31,32). Jesus declara de
modo explícito: "Há outro [gr. allos] que testifica de mim" (v. 32). Aqui, o
termo allos denota, mais uma vez, uma pessoa diferente daquela que está
falando. Também em João 8.16,18, Jesus diz: "E, se, na verdade, julgo, o meu
juízo é verdadeiro, porque não sou eu só, mas eu e o Pai, que me enviou. E
na vossa lei está também escrito que o testemunho de dois homens é
verdadeiro. Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testifica também o
Pai, que me enviou". Aqui, Jesus cita o Antigo Testamento (Dt 17.6; 19.15)
com o propósito de revelar, mais uma vez, a sua identidade messiânica (como
sujeito), apelando ao testemunho do seu Pai (como objeto) a respeito do
próprio Jesus. Insistir (como fazem os Pentecostais da Unicidade) que o Pai
e o Filho são numericamente um só, serviria apenas para desacreditar o
testemunho que Jesus deu de si mesmo como Messias.
Além disso, os Pentecostais da Unicidade ensinam que, para a pessoa ser
verdadeiramente salva, é preciso que seja batizada "em nome de Jesus"
somente.81 Com isso, dão a entender que os trinitarianos não são cristãos
verdadeiros. Nisso, os Pentecostais da Unicidade incorrem no erro de colocar
as obras como meio de salvação, contrariando o que a Bíblia diz: a salvação
pela graça, mediante a fé somente (Ef 2.8,9). No Novo Testamento,
encontramos por volta de 60 referências que falam da salvação pela graça,
somente medi, ante a fé, independentemente do batismo nas águas. Se o
batismo foi um meio necessário à nossa salvação, por que o Novo Testamento
não enfatiza fortemente tal doutrina? Pelo contrário: vemos Paulo dizendo:
"Cristo enviou,me não para batizar, mas para evangelizar não em sabedoria de
palavras, para que a cruz de Cristo não se faça vã" (1 Co 1.17).
Deve ser mencionado, ainda, que Atos dos Apóstolos não pretende preceituar
uma fórmula batismal para ser utilizada pela Igreja, pois a frase "em nome
de Jesus" não ocorre exatamente da mesma maneira duas vezes em Atos.
No sentido de reconciliar o mandamento de Jesus no sentido de batizar "em
nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo" (Mt 28.19), com a declaração
de Pedro: "cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo" (At 2.38),
consideraremos três explicações possíveis.
1. Pedro desobedeceu ao mandamento claro do seu Senhor. Isso, obviamente,
nem é uma explicação, e deve ser rejeitada por ser ridícula.
2. Jesus estava falando em termos ocultos, que exigiriam algum tipo de
perspicácia mística antes de ser possível compreender seu sentido. Noutras
palavras, Ele realmente estava nos mandando batizar somente em nome de
Jesus, embora alguns não percebam esse significado velado de nosso Senhor.
Não há, porém, a mínima justificativa para tirar tal conclusão. É contrária
ao gênero específico de literatura bíblica envolvida (didático, histórico) e
também, pelo menos por implicação, à impecabilidade de nosso Senhor Jesus
Cristo.
3. Uma explicação melhor é fundamentada na autoridade apostólica de Atos, no
que diz respeito às credenciais ministeriais dos apóstolos. Quando a frase
"em nome de Jesus Cristo" é invocada pelos apóstolos em Atos, significa "com
a autoridade de Jesus Cristo" (cf. Mt 28.18). Por exemplo: em Atos 3.6 os
apóstolos curam mediante a autoridade do nome de Jesus Cristo. Em Atos 4, os
apóstolos são convocados para serem interrogados a respeito das obras
poderosas que faziam: "Com que poder ou em nome de quem fizestes isto?" (v.
7). O apóstolo Pedro, cheio do Espírito Santo, adiantou,se e proclamou
corajosamente: "Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós
crucificastes e a quem Deus ressuscitou dos mortos, em nome desse é que este
está são diante de vós" (v. 10). Em Atos 16.18, o apóstolo Paulo libertou,
"em nome de Jesus Cristo", uma jovem da possessão demoníaca.
Os apóstolos estavam batizando, curando, libertando e pregando, mediante a
autoridade de Jesus Cristo. Conforme escreveu Paulo: "E, quanto fizerdes por
palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele
graças a Deus Pai" (CI 3.17). Concluímos, portanto, que a declaração
apostólica "em nome de Jesus Cristo" equivale a dizer: "pela autoridade de
Jesus Cristo". Não existe, portanto, nenhum motivo para acreditar que os
apóstolos fossem desobedientes ao imperativo do Senhor, que mandou batizar
em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mt 28.19), ou que Jesus estava
usando linguagem oculta. Pelo contrário: no próprio livro de Atos, os
apóstolos batizavam pela autoridade de Jesus Cristo, em nome do Pai, do
Filho e do Espírito Santo.
A doutrina da Trindade é o caráter distintivo da revelação que Deus fez de
si mesmo nas Sagradas Escrituras. Fiquemos, pois, firmes em nossa confissão
de um só Deus, "eternamente existente em si mesmo... como Pai, Filho e
Espírito Santo".
Principal divulgador da doutrina anti-bíblica unicista entre
os evangélicos:
Igreja voz da verdade - mais conhecido como conjunto ou Banda
Voz Da Verdade
Possuem muitas igrejas espalhadas pelo Brasil:
Quanto
mais CD's e DVD's compramos, mais divulgam sua doutrina.
www.vozdaverdade.com.br
acesso em 12-07-2006
Ananindeua(PA)
Araraquara
(SP)
Bandeirantes
(PR)
Betim(MG)
Campo
Grande(MS)
Campo
Limpo Pta (SP)
Cuiabá
(MT)
Guaratinguetá
(SP)
Londrina
(Pr)
Monte
Santo de Minas (MG)
Mogi
Mirim (SP)
Piracicaba
(SP)
Porto
Feliz (SP)
Santo
André (SP) SEDE
São
Mateus (SP)
Sorocaba
(SP)
Várzea
Paulista (SP)
O Espírito Santo
(Mark D. McLean)
A tarefa dada à Igreja do século XX é pregar a
totalidade do Evangelho. O que necessitamos não é um evangelho diferente, mas
a plenitude do Evangelho conforme registrado no Novo Testamento. Destacamos
este fato, porque o Espírito Santo tem sido negligenciado no decurso dos
séculos. Temos a tarefa de entender de novo a Pessoa e a obra do Espírito
Santo, conforme reveladas na Bíblia e experimentadas na vida da Igreja hoje.
A mensagem do Evangelho pleno proclama a centralidade da obra do Espírito
Santo como o Agente ativo da Trindade na revelação que Deus fez de si mesmo à
sua criação. A mensagem do Evangelho pleno diz que Deus hoje continua a falar
e a agir, como nos tempos do Antigo e do Novo Testamento.
A mensagem do Evangelho pleno é mais que uma
simples declaração de que o falar em outras línguas e os demais dons alistados
na Bíblia estão à disposição do crente de hoje. No decurso da história da
Igreja, tem havido surtos de fenômenos pentecostais. Muitos destes iniciaram
dentro da Igreja como os movimentos de reforma e de santidade. Esses
movimentos ficavam de fora da vida eclesiástica, porque não tinham acesso às
Escrituras. As Bíblias custavam muito caro, e eram literalmente acorrentadas
aos púlpitos das igrejas. Imaginava-se que somente os clérigos tinham o
preparo e o acesso às verdades espirituais, que lhes capacitaria o estudo das
Sagradas Escrituras. Sem acesso às Escrituras, as pessoas não demoravam a
fazer confusão entre suas próprias emoções ,e a operação do Espírito Santo
dentro delas. Sem a Bíblia para formar os muros ao longo do caminho único e
apertado que leva ao Céu, tais grupos não demoravam a se desviar do caminho.
Uma das razões da longa duração e do sucesso do
movimento pentecostal do século XX é o livre acesso à Bíblia, nossa regra
infalível de fé e conduta. Reconhecemos que nossas interpretações da Bíblia
são por demais e freqüentemente falíveis, mesmo quando feitas com muito
cuidado e oração. No entanto, sem as Escrituras como nosso guia canônico
quanto à natureza e propósitos de Deus, facilmente perderíamos o caminho.
A tarefa de proclamar a mensagem do Evangelho
pleno não é fácil. Vivemos num mundo em que secularistas e acadêmicos
teologicamente liberais de algumas das mais prestigiadas universidades têm
proclamado que a crença bíblica tradicional num Deus pessoal é uma ameaça à
continuidade da espécie humana. Argumentam que não existe nenhum Deus
ativamente envolvido com a redenção do mundo ou dos indivíduos. Os
secularistas exigem a abolição da totalidade da religião. Os teólogos liberais
pedem que sejam desmontados os elementos tradicionais da fé judaico-cristã: a
Bíblia, Deus e Jesus Cristo. Pretendem substituí-los ou redefini-los à luz da
sua crença, segundo a qual ninguém poderá nos salvar de nós mesmos. Dizem que
a continuidade da espécie humana está exclusivamente nas mãos dos seres
humanos.
Um dos resultados dessa cosmovisão teológica
aparece no texto de Gênesis 1.2. A The News English Bible traduz o
versículo como "um vento poderoso que varria a superfície das águas". A
nota de rodapé diz que outros o interpretam como "o Espírito de Deus".
Os tradutores, tendo resolvido que o Antigo Testamento não contém o mínimo
vestígio do Espírito Santo como agente na criação, conforme se acha no Novo
Testamento, simplesmente mudaram "espírito" para "vento", e "Deus" para
"forte". Não encontro nenhum texto paralelo às Escrituras canônicas que
justifique semelhante tradução.
A tarefa tem-se complicado ainda mais pelos
mal-entendidos a respeito da obra e da Pessoa do Espírito Santo que têm
circulado (consciente ou inconscientemente) na Igreja em geral. Trata-se,
entre outras coisas, de conceitos errôneos do papel do Espírito Santo no
Antigo Testamento, do relacionamento dos crentes com Ele antes e depois da
conversão e do batismo no Espírito Santo. O capítulo sobre a Trindade trata da
questão do posicionamento do Espírito Santo na Deidade. Muito mais do que isso
não pode ser dito. Deus se tem revelado como uma Trindade. Há um só Deus,
porém três Pessoas - um só Deus, e não três; nem um só Deus com perturbações
do tipo múltipla personalidade. Para compreendermos a doutrina da Trindade,
precisamos aceitar o fato de sermos forçados, mediante a auto-revelação de
Deus na Bíblia, a desconsiderar as leis comuns da lógica. A doutrina da
Trindade proclama que Deus é um só, porém três; Ele é três, porém um só. Isso
não significa que o Cristianismo tenha abandonado a lógica e o raciocínio.
Pelo contrário, aceitamos o fato de que a doutrina da Trindade refere-se a um
Ser infinito que está além da compreensão de suas criaturas finitas.
E assim, voltamos à função do Espírito Santo como
agente ativo da Deidade na criação. Sem a atividade contínua de Deus, mediante
o Espírito Santo, seria impossível conhecer~ mos a Deus. Embora muitos
teólogos tenham procurado descrever os atributos - ou propósitos - com base na
teologia natural ou teologia escolástica,6 não têm conseguido descrevê-los
corretamente. A única maneira de se conhecer uma pessoa, inclusive o próprio
Deus, é saber o que ela tem dito e feito. A Bíblia nos conta o que Deus tem
dito e feito. E a obra contínua do Espírito Santo nos revela o que Ele
continua a dizer e fazer hoje.
SÍMBOLOS DO ESPÍRITO SANTO
Os símbolos oferecem quadros concretos de coisas
abstratas, tais como a terceira Pessoa da Trindade. Os símbolos do Espírito
Santo também são arquétipos. Em literatura, arquétipo é uma personagem, tema
ou símbolo comum a várias culturas e épocas. Em todos os lugares, o vento
representa forças poderosas, porém invisíveis; a água límpida que flui
representa o poder e refrigério sustentador da vida a todos os que têm sede,
física ou espiritual; o fogo representa uma força purificadora (como na
purificação de minérios) ou destruidora (freqüentemente citada no juízo). Tais
símbolos representam realidades intangíveis, porém genuínas.
Vento.
A palavra hebraica ruach tem amplo alcance
semântico. Pode significar "sopro", "espírito" ou "vento", É empregada em
paralelo com nephesh. O significado básico de nephesh é "ser
vivente", ou seja, tudo que tem fôlego. A partir daí, seu alcance semântico
desenvolve-se ao ponto de referir-se a quase todos os aspectos emocionais e
espirituais do ser humano vivente. Ruach adota parte do alcance
semântico de nephesh. Por isso, em Ezequiel 3 7 .5-10, achamos ruach traduzido como "espírito", ao passo que, em 37.14, Yahweh explica que porá
em Israel o seu Espírito.
A palavra grega pneuma tem um alcance
semântico quase idêntico ao de ruach. O vento, como símbolo, fala da
natureza invisível do Espírito Santo, conforme revela João 3.8. Podemos ver e
sentir os efeitos do vento, mas ele próprio não é visto. Atos 2.2 emprega
poderosamente o vento como figura de linguagem, para descrever a vinda do
Espírito Santo no dia de Pentecoste.
Água. A água, assim como o fôlego, é necessária ao
sustento da vida. Jesus prometeu rios de água viva, "e isso disse ele do
Espírito" 00 7.39). O fôlego e a água, tão vitais na hierarquia das
necessidades físicas humanas, são igualmente vitais no âmbito do Espírito. Sem
o fôlego vivificante e as águas vivas do Espírito Santo, nossa vida espiritual
não demoraria a murchar e a ficar sufocada. A pessoa que se deleita na Lei
(heb. torah - "instrução") de Yahweh e nela medita de dia e de noite é
"como a árvore plantada junta a ribeiros de águas... cujas folhas não caem"
(SI 1.3). O Espírito da Verdade flui da Palavra como águas vivas, que
sustentam e refrigeram o crente e o revestem de poder.
Fogo.
O aspecto purificador do fogo é refletido
claramente em Atos 2. Ao passo que uma brasa tirada do altar purifica os
lábios de Isaías (6.6,7), no dia de Pentecoste são "línguas de fogo" que
marcam a vinda do Espírito (At 2.3). Esse símbolo é empregado uma só vez para
retratar o batismo no Espírito Santo. O aspecto mais amplo do fogo como
elemento purificador encontra-se no pronunciamento - ou profecia - de João
Batista: "Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo. Em sua mão tem a
pá, e limpará a sua eira, e recolherá no celeiro o seu trigo, e queimará a
palha com fogo que nunca se apagará" (Mt 3. 11, 12; ver também Lc 3.16,17).
As palavras de João Batista aplicam-se mais
diretamente à separação entre o povo de Deus e os que têm rejeitado a Ele e ao
Messias. Os que o rejeitaram serão condenados ao fogo do juíZO.15 Por outro
lado, o fogo ardente e purificador do Espírito da Santidade também opera no
crente (1 T s 5.19).
Óleo. Pedra, em seu sermão diante de Camélia, declara:
"Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude" (At 10.38).
Citando Isaías 61.1,2, Jesus proclama: "O Espírito do Senhor é sobre mim, pois
que me ungiu para evangelizar os pobres" (Lc 4.18). Desde os primórdios, o
azeite é usado primeiramente para ungir os sacerdotes de Yahweh, e depois, os
reis e os profetas. O azeite é o símbolo da consagração divina do crente para
o serviço no reino de Deus. Em 1 João, os crentes são advertidos a respeito
dos anticristos:
E vós tendes a unção do Santo e sabeis tudo... E a
unção que vós recebestes dele fica em vós, e não tendes necessidade de que
alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é
verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis (1
Jo 2.20,27).
Receber a unção do Espírito da Verdade, que faz
brotar rios de águas vivas no mais íntimo do nosso ser, reveste-nos de poder
para servir a Deus. Na simbologia do Espírito Santo, a água e o óleo (azeite
da unção) realmente se misturam!
Pomba. O Espírito Santo desceu sobre Jesus na forma de
uma pomba, segundo o relato dos quatro evangelhos.16 A pomba é arquétipo da
mansidão e da paz. O Espírito Santo habita em nós. Ele não toma posse de nós,
mas nos liga a si mesmo com amor, em contraste às correntes dos hábitos
pecaminosos. Ele é manso e, nas tempestades da vida, produz paz. Mesmo ao
lidar com os pecadores, Ele é suave, conforme se vê quando conclama a
humanidade à vida, no belo porém tristonho apelo que se encontra em Ezequiel
18.30-32: "Vinde e convertei-vos de todas as vossas transgressões, e a
iniqüidade não vos servirá de tropeço. Lançai de vós todas as vossas
transgressões com que transgredistes e criai em vós um coração novo e um
espírito novo, pois por que razão morreríeis...? Porque não tomo prazer na
morte do que morre, diz o Senhor Jeová convertei-vos, pois, e vivei".
Os títulos e símbolos do Espírito Santo são chaves
para o entendimento de sua obra em nosso favor. Vamos usá-Ias como palavras
chaves no estudo da obra do Espírito Santo.
1) Pronomes Pessoais Masculinos: Estes pronomes são aplicados ao ESPÍRITO SANTO (Jo.15:26;16:7,8,13,14), muito embora o vocábulo grego Pneuma seja substantivo neutro. 2) Substantivo Masculino: O termo masculino Parakleto é aplicado ao ESPÍRITO SANTO (Jo.14:16,17) como sendo outro (allon) Consolador igual a CRISTO.
B) A Divindade do ESPÍRITO SANTO: O ESPÍRITO SANTO é co-eterno e consubstancial com o Pai e o Filho.
A) Em relação ao universo material: Ele participou da obra da criação (Sl.33:6; Jó 33:4;104:29,30).
I. O PODER EFICAZ DO ESPÍRITO SANTO (vv. 4, 5).
1. Demonstração de poder (v. 4). É do Espírito Santo que flui a vida, bem como
o poder de Deus (Sl 104.30; Ef 3.16; At 1.8).
2. O poder de Deus mediante o Espírito (v. 5). Esse divino poder é manifestado
através da pregação do evangelho de Cristo em cinco ocasiões específicas: (At
2.37, 38); (At 10.44); (At 8.6,7; Lc 11.20); (At 3.6-8); e) (Rm
16.19).
II. A ONISCIÊNCIA DO ESPÍRITO SANTO (vv. 10, 11).
O Espírito Santo conhece todas as coisas. Este é um fato solene, mormente se
considerarmos que Ele habita em nós: "porque habita convosco e estará em vós"
(Jo 14.17). A primeira declaração denota a permanência do Espírito em nós; a
segunda, sua presença dentro de nós.
1. O Espírito Santo revela (vv. 9, 10). Aos que amam a Deus, o Espírito Santo
revela, já nesta vida, as infinitas e indizíveis bênçãos preparadas para os
salvos e muito mais na outra.
2. O Espírito Santo como Mestre (v. 13). Ele é o nosso divino Mestre na
presente dispensação da Igreja, como já estava predito em Provérbios 1.23.
3. Diferentes espíritos mencionados (vv. 4-12). O "Espírito de Deus" é
mencionado nos vv.4, 10-14.
4. Diferentes coisas mencionadas (vv. 9-13). Seis diferentes "coisas" são aqui
mencionadas. (v.9); (v.10); (v.11); (v.11); (v.13); (v.14).
5. Diferentes homens mencionados (vv. 14, 15). A Palavra de Deus divide a
humanidade em três grupos de pessoas, isto no sentido espiritual:
a) O homem natural
b) O homem espiritual
c) O homem carnal
III. A DEIDADE DO ESPÍRITO SANTO
1. O Espírito Santo e seus atributos divinos. Na Leitura Bíblica em Classe, o
Espírito Santo (vv. 4, 10-14) é mencionado juntamente com o Senhor Deus (vv.
5, 7, 9-12, 14) e o Senhor Jesus Cristo (vv. 2, 8, 16). Isto denota a
divindade do Espírito Santo. A Bíblia afirma que Ele é:
a) Eterno.
b) Onipotente.
c) Onisciente.
2. O Espírito Santo é mencionado com o Pai e o Filho. É uma das evidências da
sua divindade, senão vejamos:
a) Na fórmula doutrinária do batismo (Mt 28.19).
b)Na invocação da bênção tríplice sobre a igreja (2 Co 13.13).
c) Na doutrina da habitação do Espírito no crente (Rm 8.9).
d)Na descrição bíblica do estado do crente diante de Deus (1 Pe 1.2).
e) Na diretriz ao povo de Deus (Jd vv.20, 21).
f) Na saudação bíblica às sete igrejas da Ásia (Ap 1.4,5).
IV. A PERSONALIDADE DO ESPÍRITO SANTO (v. 11).
Personalidade é o conjunto de atributos de várias categorias que caracterizam
uma pessoa.
1. Atributos de personalidade. No Espírito Santo, vemos esta triplicidade de
atributos, a saber: intelecto (v.11); sensibilidade (Ef 4.30); vontade (1 Co
12.11; Rm 8.27).
2. Unidade e distinção. O fato de o Espírito Santo ser um com Deus e com
Cristo e, ao mesmo tempo, distinto dEles, é parte do grande mistério da
Trindade Santa.
CONCLUSÃO
Deus é uno e ao mesmo tempo triúno (Gn 1.1, 26; 3.22; 11.7; Dt 6.4; 1 Jo 5.7).
O Pai, o Filho e o Espírito Santo são três divinas e distintas Pessoas. São
verdades bíblicas que transcendem a razão humana e as aceitamos alegremente
pela fé. A fé precede a doutrina (1 Tm 4.6).
AUXÍLIOS SUPLEMENTARES: Subsídio Teológico
"O Espírito Santo é Deus.
O Espírito Santo não é simplesmente uma influência benéfica ou um poder
impessoal. É uma pessoa, assim como Deus e Jesus o são.
1. O Espírito Santo é chamado Deus (At 5.3,4) e Senhor (2 Co 3.18). Quando
Isaías viu a glória de Deus (Is 6.1-3), escreveu: 'Ouvi a voz do Senhor...vai
e diz a este povo' (Is 6.8-9). O apóstolo Paulo citou essa mesma palavra e
disse: 'Bem falou o Espírito Santo a nossos pais pelo profeta Isaías dizendo:
Vai a este povo' (Cf. At 28.25, 26). Com isso, Paulo identificou o Espírito
Santo com Deus.
2. O Espírito Santo faz parte da Santíssima Trindade. Ele é mencionado junto
com o Pai e o Filho (Mt 28.19; 2 Co 13.13) e, a Bíblia afirma que os três são
um (1 Jo 5.7). Assim, há 'um só Espírito' (Ef 4.4); 'um só Senhor' (Ef 4.5); e
'um só Deus e Pai de todos' (Ef 4.6). O Espírito é chamado 'Espírito de Deus'
(Rm 8.9); 'Espírito do Pai' (Mt 10.20); 'o Espírito de Cristo' (Rm 8.9; 1 Pe
1.11); 'o Espírito de Jesus' (At 16.7), indicando assim que Ele os representa
e também age por Eles; quando o Espírito Santo opera, o Cristo vivo está
presente (Jo 14.18).
3. Ao Espírito Santo são atribuídas obras exclusivas da divindade. Ele tomou
parte ativa na criação em geral (Sl 104.30), na criação do mundo (Gn 1.2) e na
criação especial do homem (Jó 33.4). Ele inspirou a Palavra de Deus (1 Pe
1.11; 2 Pe 1.21).
4. Ao Espírito Santo são atribuídas as características essenciais da
divindade. Ele possui eternidade (Hb 9.14), é onisciente (1 Co 2.10, 11),
onipresente (Sl 139.7-10) e onipotente (Lc 1.35; 1 Co 12.11)."
(BERGSTÉN, Eurico. Teologia Sistemática. 4.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.
82-3.) Leia mais em Revista Ensinador
Cristão CPAD, no 27, pág. 37
Questionário
da Lição 3 - A DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO
por Ev. Luiz Henrique -
www.apazdosenhor.org.br/estudos_biblicos
Responda segundo os comentários contidos na revista do 3º
Trimestre de 2006 da CPAD - Revista Jovens e AdultosTEXTO ÁUREO: 1- Complete: "E, respondendo o _____________, disse-lhe: ______________________sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; pelo que também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado ______________________de Deus" (Lc 1.35). VERDADE PRÁTICA: 2- Complete: O Espírito Santo, pelos seus divinos atributos, títulos, símbolos e obras é ______________perfeitamente como o _____________e o _____________. I. O PODER EFICAZ DO ESPÍRITO SANTO (vv. 4, 5). 3- Segundo o poder do ESPÍRITO SANTO, coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) É do Espírito Santo que flui a unção, bem como o juízo de Deus. ( ) O ESPÍRITO SANTO tem autoridade e poder inerentes. ( ) O termo "demonstração" do Espírito Santo designa uma demonstração operacional do ESPÍRITO SANTO na mente e na vida dos ouvintes do evangelho de Cristo. ( ) O termo "demonstração" do Espírito Santo designa uma demonstração prática do ESPÍRITO SANTO na mente e na vida dos ouvintes do evangelho de Cristo. ( ) O termo "demonstração" do Espírito Santo designa uma demonstração imediata do Espírito Santo na mente e na vida dos ouvintes do evangelho de Cristo ( ) É do Espírito Santo que flui a vida, bem como o poder de Deus. 4- Em quais ocasiões específicas o poder divino é manifestado através da pregação do evangelho de Cristo? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) Na obediência dos crentes ao seu pastor. ( ) Na conversão dos ouvintes. ( ) No batismo nas águas. ( ) Na expulsão de espíritos malignos. ( ) Na cura divina dos enfermos. ( ) Na obediência dos crentes ao Senhor. ( ) No batismo com o Espírito Santo. II. A ONISCIÊNCIA DO ESPÍRITO SANTO (vv. 10, 11). Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: 5- O que denota a declaração "porque habita convosco e estará em vós" (Jo 14.17?) ( ) A primeira declaração denota a permanência do Espírito em nós; ( ) A segunda declaração, denota sua presença dentro de nós. ( ) A duas declarações denotam a distância do Espírito de nós; 6- O que está reservado aos que amam a Deus, já nesta vida, quanto às infinitas e indizíveis bênçãos preparadas para os salvos. ( ) O Espírito Santo as guarda. ( ) O Espírito Santo as revela. ( ) O Espírito Santo as oculta.. 7- Complete: "O _____________ ________________...vos _____________________ todas as_________________" (Jo 14.26; Lc 12.12). 8- Quais são os três diferentes espíritos mencionados nos versículos de 4 a 12? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) "Espírito maligno" ( ) "Espírito de Deus" ( ) "Espírito do homem" ( ) "Espírito do mundo" 9- Quais são as seis diferentes coisas mencionadas nos versículos de 9 a 13? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) "Coisas do animal" (v.11); ( ) "Coisas que Deus preparou para os que O amam" ( ) "Coisas das profundezas de Deus" ( ) "Coisas do homem" (v.11); ( ) "Coisas de Deus" (v.11); ( ) "Coisas espirituais" (v.13); ( ) "Coisas do Espírito de Deus" (v.14). ( ) "Coisas materiais" (v.13); 10- A Palavra de Deus divide a humanidade em três grupos de pessoas, isto no sentido espiritual, quais são? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) O homem material. ( ) O homem natural. ( ) O homem espiritual. ( ) O homem carnal. III. A DEIDADE DO ESPÍRITO SANTO 11- A Bíblia afirma que o Espírito Santo é: Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) Um poder. ( ) Eterno. ( ) Onipotente. ( ) Concorrente. ( ) Onisciente. 12- Onde O Espírito Santo é mencionado com o Pai e o Filho e é mais uma das evidências da sua divindade? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) Na diretriz ao Espírito de Deus. ( ) Na fórmula doutrinária do batismo. ( ) Na invocação da bênção tríplice sobre a igreja. ( ) Na doutrina da habitação do Espírito no crente. ( )Na descrição bíblica do estado do crente diante de Deus. ( ) Na diretriz ao povo de Deus. ( ) Na saudação bíblica às sete igrejas da Ásia. ( ) Na fórmula doutrinária do batismo com o ESPÍRITO SANTO. IV. A PERSONALIDADE DO ESPÍRITO SANTO (v. 11). 13- O que é Personalidade? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) É o conjunto de atributos de várias categorias que caracterizam uma pessoa. ( ) No seu aspecto psíquico, a personalidade consiste de intelecto, sensibilidade e vontade. ( ) O intelecto, sensibilidade e vontade, esses três são chamados também de inteligência, afetividade e autodeterminação. ( ) No seu aspecto psíquico, a personalidade consiste de intelecto, habilidade e desejo. 14- O que é Trindade? ( ) Mistério da fé cristã segundo o qual, existe um só Deus que subsiste em três pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo. ( ) Mistério da fé cristã segundo o qual, existe um só Deus que subsiste em duas pessoas distintas: Pai e Filho. ( ) Mistério da fé cristã segundo o qual, existe um só Deus que subsiste em uma pessoas distintas: JESUS. 15- O que o Espírito Santo não é? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso: ( ) Uma influência. ( ) Uma pessoa da trindade. ( ) Um poder. ( ) DEUS. ( ) Uma energia. ( ) Uma unção. CONCLUSÃO 16- Complete: - Deus é ____________e ao mesmo tempo__________________ (Gn 1.1, 26; 3.22; 11.7; Dt 6.4; 1 Jo 5.7). - O Pai, o Filho e o Espírito Santo são_________________divinas e ___________________Pessoas. - A fé ____________________ a doutrina (1 Tm 4.6). AJUDA: http://www.escoladominical.com.br/ http://www.geocities.com/Athens/5898/Pneumatologia.htm http://www.cpad.com.br Teologia Sistemática.. Stanley M. Horton 1Ed. - Rio de Janeiro : CPAD - 1996 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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