TEXTO ÁUREO:
“O Reino dos céus
é semelhante a um grão de mostarda que um homem, pegando dele, semeou no seu
campo” (Mt 13.31).
VERDADE PRÁTICA:
A Igreja é o Reino de
DEUS em franca expansão sobre a terra, conforme o Senhor JESUS nos revela na
parábola do grão de mostarda.
LEITURA BÍBLICA EM
CLASSE:
MATEUS
13.31,32; = 31
Outra parábola lhes propôs, dizendo: O Reino dos céus é semelhante a um grão de
mostarda que um homem, pegando dele, semeou no seu campo; 32 o qual é realmente
a menor de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas e faz-se
uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu e se aninham nos seus ramos.
AO GRÃO DE MOSTARDA.
A parábola do grão de mostarda e a do fermento, que se lhe segue, completam-se
entre si. Falam do crescimento do mal dentro do atual reino visível de DEUS. A
parábola do grão de mostarda fala do pequeno começo desse reino e seu
desenvolvimento subseqüente no decurso do tempo. Ele começou apenas com JESUS e
um grupo de discípulos dedicados (ver Jo 20.22; At 2.4). No entanto, a
manifestação atual e visível do reino crescerá até tornar-se grande, organizado
e poderoso. Ele aceitará, nos seus ramos , (i.e., na sua comunhão) as aves do
céu, i.e., elementos malignos que removem as sementes da verdade. Ver Mt
13.4,19, onde as aves figuram os agentes do mal. Ver também Ap 18.2, onde a
grande Babilônia (representando a igreja apóstata) torna-se morada de demônios
e esconderijo de toda ave imunda e aborrecível (ver o comentário de Ap 2,3, a
descrição de CRISTO sobre a decadência
espiritual infiltrando-se na maioria das sete igrejas; Ap 18.4)
Ap 18.4 - SAI DELA,
POVO MEU. Esta é a chamada profética de DEUS à última geração de fiéis para que
saiam da grande Babilônia (v. 2), pois quem do povo de DEUS permanecer no seu
sistema ímpio, será inevitavelmente "participante dos seus pecados"
e, por isso, incorrerá "nas suas pragas". A chamada para separação do
mundo e das instituições religiosas falsas tem sido um aspecto essencial da
salvação em toda a história da redenção (cf. Is 52.11; Jr 51.45; 1 Co 11.32)
ATOS 2.44-47 = 44 Todos os que criam estavam
juntos e tinham tudo nem comum. 45 Vendiam suas propriedades e fazendas e
repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade. 46 E, perseverando
unânimes todos os dias no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com
alegria e singeleza de coração, 47 louvando a DEUS se caindo na graça de todo o
povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de
salvar.
Ef 6.18 - 6.18
ORANDO... NO ESPÍRITO. A guerra do cristão contra as forças espirituais de
Satanás exige dedicação a oração, i.e., orando "no Espírito",
"em todo tempo", "com toda oração e súplica", "por
todos os santos", "com toda perseverança". A oração não deve ser
considerada apenas mais uma arma, mas parte do conflito propriamente dito, onde
a vitória é alcançada, mediante a cooperação com o próprio DEUS. Deixar de orar
diligentemente, sob todas as formas de oração, em todas as situações, é
render-se ao inimigo e deixar de lutar (Lc 18.1; Rm 12.12; Fp 4.6; Cl 4.2; 1 Ts
5.17).
LEITURA DIÁRIA:
Segunda - Mt
28.19,20 Crescimento da igreja segundo a Grande Comissão
19 Portanto, ide,
33ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do
ESPÍRITO SANTO; 20 ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho
mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos
séculos. Amém!
28.19 IDE...
ENSINAI... BATIZANDO. Estas palavras constituem a Grande Comissão de CRISTO a
todos os seus seguidores, em todas as gerações. Declaram o alvo, a
responsabilidade e a outorga da tarefa missionária da igreja.
(1) A igreja deve ir
a todo o mundo e pregar
o evangelho a todos, de conformidade com a revelação no NT, da parte de CRISTO
e dos apóstolos (ver Ef 2.20 ). Esta tarefa inclui a responsabilidade
primordial de enviar missionários a todas as nações (At 13.1-4).
(2) O evangelho
pregado centraliza-se no arrependimento e na remissão (perdão) dos pecados (Lc
24.47), na promessa do recebimento de o dom do ESPÍRITO SANTO (At 2.38), e na
exortação de separar-nos desta geração perversa (At 2.40), ao mesmo tempo em
que esperamos a volta de JESUS, do céu (At 3.19,20; 1 Ts 1.10).
(3) O propósito da
Grande Comissão é fazer discípulos que observarão os mandamentos de CRISTO.
Este é o único imperativo direto no texto original deste versículo. A intenção
de CRISTO não é que o evangelismo e o testemunho missionário resultem apenas em
decisões de conversão. As energias espirituais não devem ser concentradas
meramente em aumentar o número de membros da igreja, mas, sim, em fazer
discípulos que se separam do mundo, que observam os mandamentos de CRISTO e que
o seguem de todo o coração, mente e vontade (cf. Jo 8.31).
(4) Note-se, ainda,
que CRISTO nos ordena a concentrar nossos esforços para alcançar os perdidos e
não em cristianizar a sociedade ou assumir o controle do mundo. Aqueles que
crêem em CRISTO devem abandonar o presente sistema mundano maligno e separar-se
da sua imoralidade (Rm 13.12; 2 Co 6.14), e ao mesmo tempo expor a sua malignidade
(Ef 5.11).
(5) Os que crêem em
CRISTO e no evangelho devem ser batizados em água. Este ato representa o
compromisso que assumiram, de renúncia à imoralidade, ao mundo e à sua própria
natureza pecaminosa e de se consagrar sem reservas a CRISTO e aos propósitos do
seu reino (ver At 22.16).
(6) CRISTO estará com
seus seguidores obedientes, através da presença e do poder do ESPÍRITO SANTO
(cf. v. 20; 1.23; 18.20). Devem ir a todas as nações e testemunhar somente
depois que do alto sejam revestidos de poder (Lc 24.49; ver At 1.8 )
28.20 ESTOU CONVOSCO. Esta promessa é a garantia de CRISTO para os que estão
empenhados em ganhar os perdidos e ensinar-lhes a obedecer aos seus padrões de
retidão. JESUS ressurgiu, está vivo, e pessoalmente tem cuidado de cada filho
seu. Ele está contigo na pessoa do ESPÍRITO SANTO (Jo 14.16,26), e através da
sua Palavra (Jo 14.23). Não importa a tua condição - fraco, pobre, humilde, sem
importância , Ele cuida de ti e vê com solicitude cada detalhe das lutas e
provações da vida e concede a graça suficiente (2 Co 12.9), bem como a sua
presença para te dar vitória até o fim (28;20, At 18.10). Esta é a resposta do
crente, ante cada temor, dúvida, problema, angústia e desânimo.
Terça - At 1.8,15
O ponto de partida para o crescimento
8 Mas recebereis a
virtude do ESPÍRITO SANTO, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas
tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.
RECEBEREIS A
VIRTUDE. O termo original para virtude é dunamis, que significa poder real;
poder em ação. Esse é o versículo-chave do livro de Atos. O propósito principal
do batismo no ESPÍRITO SANTO é o recebimento de poder divino para testemunhar
de CRISTO, para ganhar os perdidos para Ele, e ensinar-lhes a observar tudo
quanto CRISTO ordenou. Sua finalidade é que CRISTO seja conhecido, amado,
honrado, louvado e feito Senhor do povo de DEUS (cf. Mt 28.18-20; Lc 24.49; Jo
5.23; 15.26,27). (1) Poder (gr. dunamis) significa mais do que força ou
capacidade; designa aqui, principalmente, o poder divino em operação, em ação.
O batismo no ESPÍRITO SANTO trará o poder pessoal do ESPÍRITO SANTO à vida do
crente . (2) Note que neste versículo Lucas não relaciona o batismo no ESPÍRITO
SANTO com a salvação e regeneração da pessoa, mas com o poder celestial no
interior do crente para este testemunhar com grande eficácia . (3) A obra
principal do ESPÍRITO SANTO no testemunho e na proclamação do evangelho diz
respeito à obra salvífica de CRISTO, à sua ressurreição e à promessa do batismo
no Espírito (cf. 2.14-42).
SER-ME-EIS
TESTEMUNHAS. O batismo no ESPÍRITO SANTO não somente outorga poder para pregar
JESUS como Senhor e Salvador, como também aumenta a eficácia desse testemunho,
fortalecido e aprofundado pelo nosso relacionamento com o Pai, o Filho e o
ESPÍRITO SANTO por termos sido cheios do Espírito (cf. Jo 14.26; 15.26,27).
(1) O ESPÍRITO SANTO
revela e torna mais real para nós a presença pessoal de JESUS (Jo 14.16-18).
Uma comunhão íntima com o próprio JESUS CRISTO resultará num desejo cada vez
maior da nossa parte de amar, honrar e agradar nosso Salvador.
(2) O ESPÍRITO SANTO
dá testemunho da justiça (Jo 16.8,10) e da verdade (Jo 16.13), as quais
glorificam a CRISTO (Jo 16.14), não somente com palavras, mas também no modo de
viver e no agir. Daí, quem tem o testemunho do ESPÍRITO SANTO a respeito da
obra redentora de JESUS CRISTO, manifestará com certeza, à semelhança de
CRISTO, o amor, a verdade e a justiça em sua vida (cf. 1 Co 13).
(3) O batismo no
ESPÍRITO SANTO outorga poder para o crente testemunhar de CRISTO e produz nos
perdidos a convicção do pecado, da justiça e do juízo (ver Jo 16.8 ). Os
efeitos desta convicção se tornarão evidentes naqueles que proclamam com
sinceridade a mensagem da Palavra e naqueles que a recebem (2.39,40).
(4) O batismo no
ESPÍRITO SANTO destina-se àqueles cujos corações pertencem a DEUS por terem
abandonado seus maus caminhos (2.38; 3.26), e é mantido mediante a mesma
dedicação sincera a CRISTO (ver 5.32).
(5) O batismo no
ESPÍRITO SANTO é um batismo no Espírito que é santo (cf. Espírito de
santificação , Rm 1.4). Assim, se o ESPÍRITO SANTO realmente estiver operando
em nós plenamente, viveremos em maior conformidade com a santidade de CRISTO. À
luz destas verdades bíblicas, portanto, quem for batizado no ESPÍRITO SANTO,
terá um desejo intenso de agradar a CRISTO em tudo o que puder. Noutras
palavras: a plenitude do Espírito complementa (i.e., completa) a obra salvífica
e santificadora do ESPÍRITO SANTO em nossa vida. Aqueles que afirmam ter a
plenitude do Espírito, mas vivem uma vida contrária ao Espírito de santidade,
estão enganados e mentindo. Aqueles que manifestam dons espirituais, milagres,
sinais espetaculares, ou oratória inspiradora, mas não têm uma vida de
verdadeira fé, amor e retidão, não estão agindo segundo o ESPÍRITO SANTO, mas
segundo um espírito impuro que não é de DEUS (Mt 7.21-23; cf. Mt 24.24; 2 Co
11.13-15). Mais exposição sobre testemunhar de CRISTO, em 13.31.
15 E, naqueles
dias, levantando-se Pedro no meio dos discípulos (ora a multidão junta era de
quase cento e vinte pessoas), disse:
Apocalipse 3.4 Mas
também tens em Sardes algumas pessoas que não contaminaram suas vestes e comigo
andarão de branco, porquanto são dignas disso.
Quarta - At
2.41-44 O crescimento corporativo da igreja
41 De sorte que
foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e, naquele dia,
agregaram-se quase três mil almas. 42 E perseveravam na doutrina dos apóstolos,
e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. 43 Em cada alma havia temor,
me muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. 44 Todos os que criam
estavam juntos e tinham tudo nem comum.
12.5 A IGREJA.
Através do livro de Atos, bem como outros trechos do NT, tomamos conhecimento
das normas ou dos padrões estabelecidos para uma igreja neotestamentária. (1)
Antes de mais nada, a igreja é o agrupamento de pessoas em congregações locais
e unidas pelo ESPÍRITO SANTO, que diligentemente buscam um relacionamento
pessoal, fiel e leal com DEUS e com JESUS CRISTO (13.2; 16.5; 20.7; Rm 16.3,4;
1 Co 16.19; 2 Co 11.28; Hb 11.6). (2) Mediante o poderoso testemunho da igreja,
os pecadores são salvos, nascidos de novo, batizados nas águas e acrescentados
à igreja; participam da Ceia do Senhor e esperam a volta de CRISTO (2.41,42;
4.33; 5.14; 11.24; 1 Co 11.26). (3) O batismo no ESPÍRITO SANTO será pregado e
concedido aos novos crentes (ver 2.39), e sua presença e poder se manifestarão.
(4) Os dons do ESPÍRITO SANTO estarão em operação (Rm 12.6-8; 1 Co 12.4-11; Ef
4.11,12), inclusive prodígios, sinais e curas (2.18,43; 4.30; 5.12; 6.8; 14.10;
19.11; 28.8; Mc 16.18). (5) Para dirigir a igreja, DEUS lhe provê um ministério
quíntuplo, o qual adestra os santos para o trabalho do Senhor (Ef 4.11,12) (6)
Os crentes expulsarão demônios (5.16; 8.7; 16.18; 19.12; Mc 16.17). (7) Haverá
lealdade absoluta ao evangelho, i.e., aos ensinamentos originais de CRISTO e
dos apóstolos (2.42; ver Ef 2.20). Os membros da igreja se dedicarão ao estudo
da Palavra de DEUS e à obediência a ela (6.4; 18.11; Rm 15.18; Cl 3.16; 2 Tm
2.15). (8) No primeiro dia da semana (20.7; 1 Co 16.2), a congregação local se
reunirá para a adoração e a mútua edificação através da Palavra de DEUS escrita
e das manifestações do Espírito (1 Co 12.7-11; 14.26; 1 Tm 5.17). (9) A igreja
manterá a humildade, reverência e santo temor diante da presença de um DEUS
santo (5.11). Os membros terão uma preocupação vital com a pureza da igreja,
disciplinarão aqueles que caírem no pecado, bem como os falsos mestres que são
desleais à fé bíblica (20.28; 1 Co 5.1-13; ver Mt 18.15). (10) Aqueles que
perseverarem no caráter piedoso e nos padrões da justiça ensinados pelos
apóstolos, serão ordenados ministros para a direção das igrejas locais e a
manutenção da sua vida espiritual (Mt 18.15; 1 Co 5.1-5; 1 Tm 3.1-7; Tt 1.5-9).
(11) Semelhantemente, a igreja terá diáconos responsáveis para cuidarem dos
negócios temporais e materiais da igreja (ver 1 Tm 3.8). (12) Haverá amor e
comunhão no Espírito evidente entre os membros (2.42,44-46; ver Jo 13.34 ), não
somente dentro da congregação local como também entre ela e outras congregações
que crêem na Bíblia (15.1-31; 2 Co 8.1-8). (13) A igreja será uma igreja de
oração e jejum (1.14; 6.4; 12.5; 13.2; Rm 12.12; Cl 4.2; Ef 6.18). (14) Os
crentes se separarão dos conceitos materialistas prevalecentes no mundo, bem
como de suas práticas (2.40; Rm 12.2; 2 Co 6.17; Gl 1.4; 1 Jo 2.15,16). (15)
Haverá sofrimento e aflição por causa do mundo e dos seus costumes (4.1-3;
5.40; 9.16; 14.22). (16) A igreja trabalhará ativamente para enviar
missionários a outros países (2.39; 13.2-4). Nenhuma igreja local tem o direito
de se chamar de igreja segundo as normas do NT, a não ser que esteja se
esforçando para manter estas 16 características práticas entre seus membros
12.5 CONTÍNUA ORAÇÃO. Os crentes do NT enfrentavam a perseguição em oração
fervorosa. A situação parecia impossível; Tiago fora morto. Herodes mantinha
Pedro na prisão vigiado por dezesseis soldados. Todavia, a igreja primitiva
tinha a convicção de que a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos
(Tg 5.16), e oraram de um modo intenso e contínuo a respeito da situação de
Pedro. A
oração deles não demorou a ser atendida (vv. 6-17). As igrejas do NT
freqüentemente se dedicavam à oração coletiva prolongada (1.4; 2.42; 4.24-31;
12.5,12; 13.2). A intenção de DEUS é que seu povo se reúna para a oração
definida e perseverante; note as palavras de JESUS: A minha casa será chamada
casa de oração (Mt 21.13). As igrejas que declaram basear sua teologia, prática
e missão, no padrão divino revelado no livro de Atos e noutros escritos do NT,
devem exercer a oração fervorosa e coletiva como elemento vital da sua adoração
e não apenas um ou dois minutos por culto. Na igreja primitiva, o poder e
presença de DEUS e as reuniões de oração integravam-se. Nenhum volume de
pregação, ensino, cânticos, música, animação, movimento e entusiasmo
manifestará o poder e presença genuínos no ESPÍRITO SANTO, sem a oração
neotestamentária, mediante a qual os crentes perseveravam unanimemente em oração
e súplicas (1.14).
Quinta - At 2.41,47; 4.4; 5.14; 9.31; 12.24 O crescimento numérico da
igreja
2.41 De sorte que
foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e, naquele dia,
agregaram-se quase três mil almas. 47 louvando a DEUS se caindo na graça de
todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se
haviam de salvar.
4.4 Muitos, porém,
dos que ouviram a palavra creram, e chegou o número desses homens a quase cinco
mil.
5.14 E a multidão
dos que criam no Senhor, tanto homens como mulheres, crescia cada vez mais,
9.31 Assim, pois,
as igrejas em toda a Judéia, e Galiléia, e Samaria tinham paz e eram
edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e na consolação do
ESPÍRITO SANTO.
NO TEMOR DO SENHOR. Lucas
enfatiza a fórmula temer a DEUS tanto no seu Evangelho (ver Lc 1.50, 18.2;
23.40) como em Atos.
São os tementes a DEUS (os gentios que abraçaram a fé judaica) que formam a
base inicial da obra missionária aos gentios no cap. 10 (10.2,22,35; 13.16,26).
O temor do Senhor produz confiança e obediência, bem como o afastar-se do mal
(Jó 28.28; Sl 111.10; Pv 1.7); isso, por sua vez, resulta na consolação do
ESPÍRITO SANTO (v. 31)
12.24 E a palavra
de DEUS crescia e se multiplicava.
Sexta - At 1.14; 2.1-4; 4.20, 24, 31; 13.52; 16.5 O crescimento qualitativo
da igreja
1.14 Todos bestes
perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria, mãe
de JESUS, e com seus irmãos.
PERSEVERAVAM
UNANIMEMENTE EM ORAÇÃO E SÚPLICAS. A experiência do Pentecoste sempre envolve a
responsabilidade humana. Aqueles que desejam o derramamento do Espírito em sua
vida, para terem poder para realizar a obra de DEUS, devem colocar-se à
disposição do ESPÍRITO SANTO mediante sua submissão à vontade de DEUS e à oração
(v. 4; 2.38; 9.11-17; cf. Lc 11.5-13; 24.49; Is 40.29-31). Note os paralelos
entre a vinda do Espírito sobre JESUS e os discípulos. (1) O Espírito desceu
sobre eles depois que oraram (Lc 3.21,22; At 1.14; 2.2-4). (2) Houve
manifestações visíveis do Espírito (Lc 3.22; At 2.2-4). (3) Os ministérios,
tanto de JESUS como dos discípulos, começaram depois do ESPÍRITO SANTO vir
sobre eles (cf. Mt 3.16 com 4.17; Lc 3.21,22 com 4.14-19; At 2.14-47)
2.1 Cumprindo-se
ao dia de Pentecostes, bestavam todos reunidos no mesmo lugar; 2 e, de repente,
veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, ce encheu toda a
casa em que estavam assentados. 3 E foram vistas por eles línguas repartidas,
como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. 4 E todos foram cheios
do ESPÍRITO SANTO e começaram a falar em outras línguas, conforme o ESPÍRITO
SANTO lhes concedia que falassem.
2.1 PENTECOSTE.
Pentecoste era a segunda grande festa sagrada do ano judaico. A primeira grande
festa era a Páscoa. Cinqüenta dias após esta, vinha a festa de Pentecoste, nome
este derivado do gr. penteekostos (=qüinquagésimo). Era também chamada Festas
das Colheitas, porque nela as primícias da sega de grãos eram oferecidas a DEUS
(cf. Lv 23.17). Da mesma forma, o dia de Pentecoste simboliza, para a igreja, o
início da colheita de almas para DEUS neste mundo.
2.2,3 UM VENTO... IMPETUOSO, E... LÍNGUAS REPARTIDAS, COMO QUE DE FOGO. As
manifestações externas de um som como de um vento poderoso e das línguas de
fogo (vv. 2,3) demonstram que DEUS estava ali presente e ativo, de modo
poderoso (cf. Êx 3.1-6; 1 Rs 18.38,39). O fogo talvez simbolize a consagração e
a separação dos crentes para DEUS, visando a obra de glorificar a CRISTO (Jo
16.13,14) e de testemunhar dEle (1.8). Estas duas manifestações antecederam o
batismo no ESPÍRITO SANTO, e não foram repetidas noutros relatos similares do
livro de Atos.
2.4 CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO. Qual é o significado da plenitude do ESPÍRITO
SANTO recebida no dia de Pentecoste? (1) Significou o início do cumprimento da
promessa de DEUS em Jl 2.28,29, de derramar seu Espírito sobre todo o seu povo
nos tempos do fim (cf. 1.4,5; Mt 3.11; Lc 24.49; Jo 1.33; ver Jl 2.28,29). (2)
Posto que os últimos dias desta era já começaram (v. 17; cf. Hb 1.2; 1 Pe
1.20), todos agora se vêem ante a decisão de se arrependerem e de crerem em
CRISTO (3.19; Mt 3.2; Lc 13.3; ver At 2.17). (3) Os discípulos foram do alto...
revestidos de poder (Lc 24.49; cf. At 1.8), que os capacitou a testemunhar de
CRISTO, a produzir nos perdidos grande convicção no tocante ao pecado, à
justiça, e ao julgamento divino, e a desviá-los do pecado para a salvação em
CRISTO (cf. 1.8 ; 4.13,33; 6.8; Rm 15.19; ver Jo 16.8). (4) O ESPÍRITO SANTO já
revelou sua natureza como aquele que anseia e pugna pela salvação de pessoas de
todas as nações e aqueles que receberam o batismo no ESPÍRITO SANTO ficaram
cheios do mesmo anseio pela salvação da raça humana (vv. 38-40; 4.12,33; Rm
9.1-3; 10.1). O Pentecoste é o início das missões mundiais (1.8; 2.6-11,39). (5)
Os discípulos se tornaram ministros do Espírito. Não somente pregavam JESUS
crucificado e ressuscitado, levando outras pessoas ao arrependimento e à fé em
CRISTO, como também influenciavam essas pessoas a receber o dom do ESPÍRITO
SANTO (vv. 38,39) que eles mesmos tinham recebido no Pentecoste (v. 4). Levar
outros ao batismo no ESPÍRITO SANTO é a chave da obra apostólica no NT (ver
8.17; 9.17,18; 10.44-46; 19.6). (6) Mediante este batismo no Espírito, os
seguidores de CRISTO tornaram-se continuadores do seu ministério terreno.
Continuaram a fazer e a ensinar, no poder do ESPÍRITO SANTO, as mesmas coisas
que JESUS começou, não só a fazer, mas a ensinar (1.1; Jo 14.12)
2.4 COMEÇARAM A FALAR EM OUTRAS LÍNGUAS.
4.20 porque não
podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido
NÃO PODEMOS DEIXAR DE
FALAR. O ESPÍRITO SANTO criou nos apóstolos um desejo irreprimível de proclamar
o evangelho. Por todo o livro de Atos, o Espírito impeliu os crentes a levar o
evangelho aos outros (1.8; 2.14-41; 3.12-26; 8.25,35; 9.15; 10.44-48; 13.1-4).
4.24 E, ouvindo
eles isto, unânimes levantaram a voz a DEUS e disseram: Senhor, tu és o que
fizeste o céu, e a terra, e o mar, e tudo o que neles há;
4.31 E, tendo eles
orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do
ESPÍRITO SANTO he anunciavam com ousadia a palavra de DEUS.
TODOS FORAM CHEIOS DO
ESPÍRITO SANTO. Várias verdades importantes destacam-se aqui. (1) A expressão
batizados com ESPÍRITO SANTO (ver 1.5) descreve a obra de consagração do
ESPÍRITO SANTO capacitando inicialmente o crente com poder divino para
testemunhar. Os termos cheios ,revestido e com autoridade descrevem essa sua
capacitação para trabalhar (2.4; 4.8,31; 9.17; 13.9,52). Conforme a
necessidade, o enchimento do Espírito pode ser renovado. (2) As expressões do
meu Espírito derramarei (2.17,18; 10.45), veio sobre eles o ESPÍRITO SANTO
(19.6), retratam de modo diferente a ocasião em que os crentes são cheios do
ESPÍRITO SANTO (2.4; 4.31; 9.17). (3) Todos os crentes, inclusive os apóstolos
anteriormente cheios (2.4), foram novamente cheios a fim de enfrentarem a
oposição contínua dos juDEUS (v. 29). Novos enchimentos com o ESPÍRITO SANTO
fazem parte da vontade e provisão de DEUS para todos os que receberam o batismo
no ESPÍRITO SANTO (cf. 4.8; 13.52). Devemos esperá-los e buscá-los. (4) Aqui, o
Espírito visita uma congregação inteira. Logo, para que seja cumprida a vontade
de DEUS quanto a igreja, não somente indivíduos devem ser cheios do Espírito
(4.8; 9.17; 13.9), mas também congregações inteiras (2.4; 4.31) devem
experimentar visitações repetidas do ESPÍRITO SANTO face às necessidades e
desafios especiais. (5) A atuação de DEUS sobre toda a congregação, com um novo
enchimento do ESPÍRITO SANTO, resulta em ousadia e poder no testemunho dos
crentes, em amor uns pelos outros e no recebimento de graça abundante sobre
todos (vv. 31-33).
13.52 E os
discípulos estavam cheios de alegria e do ESPÍRITO SANTO
ESTAVAM CHEIOS ... DO
ESPÍRITO SANTO. O verbo grego traduzido cheios está no pretérito imperfeito,
indicando ação contínua num tempo passado. Os discípulos recebiam
continuamente, dia após dia, a plenitude e o revestimento de poder do ESPÍRITO
SANTO. A plenitude do Espírito não é meramente uma experiência inicial que
ocorre uma só vez, mas, sim, uma vida de repetidos enchimentos para as
necessidades e tarefas da parte de DEUS (cf. Ef 5.18).
16.5 de sorte que
as igrejas eram confirmadas na fé e cada dia cresciam em número.
Através do
livro de Atos, bem como outros trechos do NT, tomamos conhecimento das normas
ou dos padrões estabelecidos para uma igreja neotestamentária.
Sábado - Mc
16.15-20; Ef 4.13,14 Evangelização, nutrimento e serviço fazem parte do
crescimento da igreja Mc 16.15 E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o
evangelho a toda criatura. 16 Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não
crer será condenado. 17 E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome,
expulsarão demônios; falarão novas línguas; 18 pegarão nas serpentes; e, se
beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos
sobre os enfermos e os curarão. 19 Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado,
foi recebido no céu e assentou-se à direita de DEUS. 20 E eles, tendo partido,
pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor re confirmando a
palavra com os sinais que se seguiram. Amém!
16.9-20 APARIÇÕES DE
JESUS DEPOIS DA SUA RESSURREIÇÃO. Embora os versículos 9-20 faltem em dois dos
manuscritos gregos mais antigos, eles constam de outros manuscritos antigos,
bem como da vasta maioria dos manuscritos gregos provenientes de todas as
partes do mundo antigo. Daí, muitos doutores da Bíblia concluírem que um texto
atestado pela maioria dos manuscritos antigos é sem dúvida parte do texto
original do escritor bíblico. Noutras palavras, devemos ter Mc 16.9-20 como
parte integrante da Palavra inspirada de DEUS.
16.17 ESTES SINAIS SEGUIRÃO.
16.18 PEGARÃO NAS SERPENTES. Pegar em serpentes ou beber veneno não deve se
transformar em ritual de ordálio (i.e., prova judicial para se decidir se um
acusado é culpado ou inocente), a fim de comprovar nossa espiritualidade. São
promessas para crentes que enfrentam semelhantes perigos a serviço de CRISTO. É
pecado "testar" a DEUS, arriscando-se sem necessidade, expondo-se a
perigos e perseguições (Mt 4.5-7; 10.23; 24.16-18).
Ef 4.13,14
Até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de DEUS, a
varão perfeito, à medida da estatura completa de CRISTO, 14 para que não
sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo vento de doutrina,
pelo engano dos homens que, com astúcia, enganam fraudulosamente.
4.13 A UNIDADE DA FÉ.
Em Efésios 4, Paulo ensina que a "unidade do Espírito" (v. 3) e a
"unidade da fé" (v. 13) são mantidas e aperfeiçoadas por: (1) aceitar
somente a fé e a mensagem dos apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e
mestres do NT (vv. 11,12); (2) crescer na graça, em maturidade espiritual e em
CRISTO sob todos os aspectos (v. 15), e ser cheio da plenitude de CRISTO e de
DEUS (v. 13; cf. 3.19); (3) não permanecer como criança, aceitando "todo o
vento de doutrina", mas, pelo contrário, conhecer a verdade, e assim saber
rejeitar falsos mestres (vv. 14,15); (4) sustentar e falar com amor a verdade
revelada nas Escrituras (v. 15); e (5) andar em "verdadeira justiça e
santidade" (v. 24; vv. 17-32).
4.14 NÃO SEJAMOS MAIS MENINOS. Nos versículos 13-15, Paulo define as pessoas
espiritualmente "perfeitas" ou maduras, que possuem a plenitude de
CRISTO. (1) Ser espiritualmente maduro, significa não ser "meninos"
(v. 14), os quais são instáveis, facilmente enganados pelas falsas doutrinas
dos homens e suscetíveis ao artificialismo enganoso. O crente permanece
infantil quando tem uma compreensão inadequada das verdades bíblicas e pouca
dedicação a elas (vv. 14,15). (2) Ser espiritualmente maduro inclui falar
"a verdade em caridade" (v. 15). A verdade do evangelho, conforme
apresentada no NT, deve ser crida com caridade, apresentada com caridade e
defendida em espírito de caridade. Essa caridade é dirigida primeiramente a
"CRISTO" (v. 15); em seguida, à igreja (v. 16) e, finalmente, de uns
para com os outros (v. 32; cf. 1 Co 16.14).
OBJETIVOS:
Após esta aula, seu
aluno deverá estar apto a:
Interpretar os principais elementos da parábola.
Destacar a idéia central da narrativa.
Relacionar o grão e a mostardeira com o Reino
dos céus
PONTO DE CONTATO:
Professor, as lições
deste trimestre contêm belíssimas histórias repletas de figuras e ilustrações
que representam o cotidiano da sociedade dos tempos de JESUS. Ao narrar essas
histórias, o Mestre tinha por objetivo cativar a atenção de seus ouvintes e
ensinar-lhes as verdades do Reino dos Céus. JESUS era um exímio contador de
histórias. A Pedagogia moderna reascendeu nos educadores a paixão de contar
histórias.Dinamize a Leitura Bíblica na sala de aula! Leia o texto em voz alta!
Tente representá-lo com o auxílio dos alunos. Ajude-os a criar em suas mentes
um cenário imaginário com todos os personagens da história. Uma leitura
monótona desencoraja a classe já no início da aula
SÍNTESE TEXTUAL:
Os juDEUS aguardavam
a manifestação visível e poderosa do Reino de DEUS (Dn 2.44). A grandeza do
Templo do Milênio, descrito na visão de Ezequiel (Ez 41-44), representa
claramente o potencial do reino profético que seria estabelecido. Segundo Daniel,
por ocasião da inauguração do Reino do Altíssimo na terra, as nações serão
esmiuçadas, e somente os fiéis reinarão eternamente (Dn 7.27). Entretanto, o
Reino dos Céus, exposto por CRISTO através das parábolas do Reino (Mc 4.11),
opera interna, silenciosa e secretamente entre os homens. Sua acanhada
manifestação disfarça toda a magnitude.
O pequeno grão de
mostarda encobre seu potencial de crescimento, da mesma forma que o modesto
movimento iniciado por JESUS, disfarçou o magnífico desenvolvimento do Reino de
DEUS.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA:
Para esta lição,
utilizaremos como recurso didático o Quadro de Pregas. Este auxílio é versátil
e possui várias vantagens, dentre as quais podemos destacar duas: expor apenas
os tópicos principais da lição e criar nos alunos expectativa pelo
desenvolvimento da aula.
Veja como preparar o
quadro: Escreva os tópicos e subtópicos da lição em tiras de papel ou
cartolina. Depois, encaixe as tiras referentes aos tópicos na primeira coluna
do quadro. As tiras referentes aos subtópicos deverão ser encaixadas na segunda
coluna à medida que a aula transcorrer.
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A PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA
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I- A SEMENTE DE MOSTARDA
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1- O grão de
mostarda
2- A lição dos
contrastes
3- o poder
misterioso da fé
4- O campo da
semeadura
5- Lições do crescimento
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II - A GRANDE ÁRVORE
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1- A forma de
crescimento
2- As ameaças do
crescimento
3- O significado de
"Grande Árvore"
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III- AS AVES DO CÉU
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1- Lição Básica
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IV- CONCLUSÃO
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1- Apresentar o
crescimento do Reino de DEUS
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A PARÁBOLA DO
GRÃO DE MOSTARDA
COMENTÁRIO:
INTRODUÇÃO
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Mostarda: n
substantivo feminino
1 Rubrica:
angiospermas.design. comum a algumas plantas dos gên. Sinapsis e Brassica, da
fam. das crucíferas; mostardeira, mostardeiro
1.1 Rubrica:
angiospermas. planta anual (Sinapsis alba), de distribuição cosmopolita,
folhas liradas e comestíveis, e silíquas curtas; é planta melífera e
constitui bom alimento para aves domésticas e porcos; as sementes maceradas
fornecem condimento; mostarda-branca, mostardeira-branca
1.2 Rubrica:
angiospermas. MAIS COMUM EM ISRAEL m.q. mostarda-preta (Brassica nigra)
2 semente dessas
plantas
3 Rubrica:
culinária. pasta feita do pó dessas sementes, à qual ger. são adicionados
mosto, vinagre, sal e especiarias, us. como condimento
4 Derivação: por
extensão de sentido. Rubrica: culinária. Qualquer molho ou pasta, a que se
adiciona ou não a mostarda, us. como aperitivo.
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Mostarda - Brassica
nigra - Mais comum em Israel
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ATendo como base a
Parábola do Grão de Mostarda, mostraremos neste domingo a franca expansão do
Reino de DEUS sobre a terra através da Igreja. A fim de melhor compreendermos
as lições reveladas pelo Mestre, dividiremos o nosso estudo em três pontos
principais: a semente, a hortaliça e as aves do céu.
Roguemos ao Senhor,
pois, que nos ajude a colocar em prática cada uma das lições encontradas nessa
parábola.
I. A SEMENTE DE
MOSTARDA (MT 13.31)
1 . O grão de
mostarda (v.31). A
palavra mostarda é de origem egípcia (sinapis) e aparece por cinco vezes nos
três primeiros Evangelhos (Mt 13.31; 17.20; Mc 4.31; Lc 13.19; 17.6). Nos dias
de JESUS, a mostarda negra (sinapis nigra) era a mais conhecida. Suas sementes,
depois de trituradas, serviam de tempero para os alimentos.
A mostarda era uma
planta que, em terra fértil, crescia rapidamente até três ou quatro metros. Em
seus ramos, aninhavam-se as aves do céu.
2. A lição dos
contrastes. Ao
propor esta parábola, JESUS usa um artifício literário a fim de ressaltar o
contraste apresentado por esta hortaliça. O grão de mostarda é a menor das
sementes; ao crescer, é a maior das hortaliças (v.32). Considerando tal fato,
JESUS queria que seus discípulos entendessem que mesmo uma semente tão pequena
é capaz de produzir um grande resultado. A operação divina é o elemento que
promove o crescimento do Reino de DEUS.
À semelhança do grão
de mostarda, o Reino de DEUS surge do nada para demonstrar a plenitude do poder
divino. Isto equivale dizer que a Igreja, como grão de mostarda, surpreendeu o
mundo com a sua mensagem e com o seu poder irresistível no ESPÍRITO SANTO.
No começo, seu
desenvolvimento foi vagaroso por causa das dificuldades a serem vencidas, tanto
em relação aos inimigos do reino, quanto à negligência dos lavradores. Mas,
como nos diz a Palavra, o grão de mostarda “é realmente a menor de todas as
sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas e faz-se uma árvore” (Mt
13.32).
3. O poder
misterioso da fé.
Em outro evento, JESUS usou a figura do “grão de mostarda” para ilustrar o
poder misterioso e qualitativo da fé. Ler Mt 17.20.
A dificuldade dos
discípulos em curar um menino (Mt 17.14-19) deu a JESUS a oportunidade não só
de expulsar o demônio que oprimia a criança, como também de mostrar-lhes que a
fé é produtiva quando procede de CRISTO. Esta é posta em ação, como confiança
absoluta em DEUS, segundo a sua Palavra. Voltando ao “grão de mostarda”,
vejamos as suas características.
4. O campo de
semeadura (v.31).
O campo, de acordo
com Mateus, a terra, de acordo com Marcos e a horta, de acordo com Lucas,
representam o coração dos homens onde a semente a que nos referimos, foi
plantada, ou seja todos os seres humanos que habitam a Terra.
O “campo” desta
parábola pode ser interpretado como o mundo, onde foi semeado o evangelho. No
dia de Pentecostes, o grupo de quase cento e vinte pessoas (At 1.15,16), mediante
a ação do ESPÍRITO SANTO, imediatamente cresceu e multiplicou-se para quase
três mil almas (At 2.14,37-41).
5. A lição do
crescimento.
JESUS preparou seus
discípulos espiritualmente, pois as outras coisas eles aprenderiam no dia a
dia, na prática de sua fé. A melhor escola é a da prática, vivendo cheio do
ESPÍRITO SANTO.
JESUS não estava
apenas empenhado em crescimento numérico de discípulos, mas também em mostrar
outro elemento fundamental para se avaliar o desenvolvimento do Reino de DEUS:
o qualitativo.
Em Mateus 28.19,20,
há uma relação do discipulado com o crescimento da Igreja. No cumprimento da Grande
Comissão, os discípulos, já revestidos do poder do alto, mostraram haver
aprendido as lições da parábola do grão de mostarda.
I –A SEMENTE DE MOSTARDA
1 – O grão de
mostarda Revela:
A – A simplicidade
do reino.
A frase, “O reino de
Deus está dentro de vós”, revela a simplicidade do reino. A partir do momento
em que a pessoa aceita a Jesus e cumprir sua palavra, o reino habita dentro
dele. Não precisa de ritos e cerimônias berrantes para se alcançar o reino.
B – A metamorfose
do reino.
O pequeno grão é
transformado em arbusto e depois numa árvore, é a metamorfose do reino, chega
simples, por uma pregação, por um convite; é recebido por uma confissão, depois
uma vida totalmente mudada.
C – A
multiplicação do reino.
Logo depois de
grande, o grão já não é apenas mais um grão, agora é uma hortaliça que produz
muitos outros. O reino de Deus não parou com Cristo e os discípulos, ao
contrario cresce a cada dia na vida dos que confessam o nome do Senhor.
2 – As lições nos
contrastes do grão da mostarda
A – Um tamanho
insignificante que revela depois uma grande hortaliça – O reino de Deus é surpreendente.
B – Muita vida
dentro de tão pequeno grão – O reino de Deus produz vida e multiplicação.
C – O grão gera
outros grãos – O
reino de Deus instituído por Jesus, logo mais, alcançou um numero
fantástico.
D – Deve ser
semeada. O reino de
Deus para alcançar as vidas precisa estar nas mãos dos homens designados. Eles
espalham pelo mundo (campo), levando a salvação do Senhor a todos.
II. A GRANDE
ÁRVORE (MT 13.32)
1. A forma de
crescimento.
O que o reino de Deus
ensina como uma grande arvore
A – Faz sombra
para o cansado.
Um homem em viagem
procura lugar para descansar do sol causticante, ele encontra uma arvore,
então, repousa sob suas sobras. O reino de Deus produz paz, calma, e
proporciona ambiente de repouso para o pecador. Mt.11.28.
B – Se eleva sobre
a mediocridade
A hortaliça da
mostarda supera as outras em dimensão e altura, isso significa que o reino de
Deus se eleva acima da mediocridade, ou seja, o crente não pode ser uma pessoa
fadada ao fracasso e ao lamento, mas estar acima de tudo isso.
C – Representa a
vida
A arvore é
símbolo da vida e realmente ela da vida produzindo oxigênio para a humanidade.
O reino de Deus tem a função de reviver o homem criado por Deus eliminando o
seu caráter funerário, lhe dando uma nova vida.
Foi plantado por DEUS apenas uma
semente, a palavra de DEUS, que germinou , cresceu e através de sua morte gerou
uma frondosa árvore onde se aninham milhões de filhos de DEUS hoje.
Jo 12.24 Na verdade,
na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica
ele só; mas se morrer, dá muito fruto.
O crescimento de uma
árvore é lento e progressivo; o de uma hortaliça, como a mostarda, é rápido e
passageiro, porque esta vive apenas o suficiente para produzir flores e
sementes.
Quando JESUS
assemelhou o Reino de DEUS a um grão de mostarda, sugeriu que, assim como a
semente desta hortaliça desenvolve-se com muito vigor e misteriosamente, o
Reino de DEUS, através da Igreja, expandir-se-ia e surpreenderia o mundo apesar
de seu início pequeno e humilde.
Todavia, precisamos
levar em conta um contraste sugerido pela comparação: o crescimento da
hortaliça é temporário e limitado; o do Reino de DEUS é ilimitado.
2. As ameaças ao
crescimento.
A – A ação do mau
solo
Uma semente depende
do solo para o seu desenvolvimento. Já foi vista nesta revista que o solo é o coração
do homem, assim, para que o reino de Deus prospere na vida da pessoa é preciso
que o coração receba a palavra da verdade e cumpra.
B – A peste
A peste que prejudica
o crescimento de uma arvore chega de propósito para prejudica-la. Quando a
arvore é ainda uma simples planta, são inúmeras as ameaças sofridas por parte
das pestes. No reino isso fala das ameaças do mundo secularizado sobre o
crente.
C – A intervenção
do homem
Uma árvore pode ter o
seu crescimento impedido pela intervenção do homem, sendo cortada ou mal
tratada. Quando o homem interfere com suas idéias no reino de Deus querendo
misturar coisas, logo surge uma ameaça: a intervenção humana nos planos de
Deus.
D – A falta de
cuidados
Para toda ação existe
uma reação, assim quando estamos invadindo o campo das trevas, as trevas tentam
revidar atacando o campo da luz.
Como Igreja,
deparamo-nos com muitos oponentes neste mundo, como a carne, o mundo, o Diabo e
o pecado, os quais incumbem-se de criar todas as dificuldades possíveis ao
desenvolvimento do Reino de DEUS. Ver 1 Jo 2.16,17.
Não podemos
esquecer-nos de que, no campo de boas sementes, vem o inimigo e semeia o joio.
3. O significado
de “grande árvore” (v.32).
É evidente que a
árvore é CRISTO, representado na terra pela Igreja como um todo, ou seja, todos
os salvos.
Todos sabemos que a
mostarda é uma hortaliça que pode crescer até uma altura de três a quatro
metros, dependendo de condições ideais do meio ambiente, como é o caso do vale
do Jordão. Em síntese, uma árvore chama a atenção porque se torna visível aos
olhos humanos. Cada salvo, em CRISTO, faz parte da igreja invisível. Porém, é a
igreja visível que é observada.
III. AS AVES DO
CÉU (MT 13.32)
Creio que as aves
do céu sejam os gentios, que se aninham na árvore procurando se passarem por
judeus que um dia aceitariam ao Messias e/ou os gentios já salvos que formam a
Igreja.
Romanos 11 - ·A
SALVAÇÃO ANUNCIADA AOS GENTIOS
11 Digo, pois: Porventura tropeçaram, para que caíssem? De modo nenhum, mas
pela sua queda veio a salvação aos gentios, para os incitar à emulação.
12 E se a sua queda é a riqueza do mundo, e a sua diminuição a riqueza dos
gentios, quanto mais a sua plenitude!
13 Porque convosco falo, gentios, que, enquanto for apóstolo dos gentios,
exalto o meu ministério;
14 Para ver se de alguma maneira posso incitar à emulação os da minha carne e
salvar alguns deles.
15 Porque, se a sua rejeição é a reconciliação do mundo, qual será a sua
admissão, senão a vida dentre os mortos?
16 E, se as primícias são santas, também a massa o é; se a raiz é santa, também
os ramos o são.
17 E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste
enxertado em lugar deles, e feito participante da raiz e da seiva da oliveira,
18 Não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu
que sustentas a raiz, mas a raiz a ti.
19 Dirás, pois: Os ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado.
20 Está bem; pela sua incredulidade foram quebrados, e tu estás em pé pela fé.
Então não te ensoberbeças, mas teme.
21 Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, teme que não te poupe a ti
também.
22 Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram,
severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade;
de outra maneira também tu serás cortado.
23 E também eles, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados;
porque poderoso é Deus para os tornar a enxertar.
24 Porque, se tu foste cortado do natural zambujeiro e, contra a natureza,
enxertado na boa oliveira, quanto mais esses, que são naturais, serão
enxertados na sua própria oliveira!
1 – Que mal as
aves podem fazer a uma grande árvore
A – Devorar os
frutos.
Se o mal se infiltrar na vida dos santos de Deus e estes deixarem serem levados
pelas influencias do pecado, os seus frutos espirituais serão consumidos.
B – Ocupar lugares
de forma intrusa.
Quando as aves se ajuntam nas arvores fazendo os seus ninhos, elas ocupam
lugares. A vida do crente tem que ser reservada exclusivamente para o Espírito de
Deus e não pode dar lugar a intrusos.
CONCLUSÃO
A Igreja, muito
embora tenha tido um início humilde e até mesmo insignificante em relação as
grandes religiões não-cristãs existentes no mundo, cresceu e frutificou
abrigando milhões de seres humanos em sua sombra e copa.
Minha Versão da
Parábola do Grão de Mostarda (Ev.Luiz Henrique)
FÉ - Semente de
mostarda - cresce rápido e forma uma árvore
A fé em JESUS CRISTO,
como a semente de mostarda, deve crescer e se tornar uma frondosa árvore que se
chama IGREJA (reunião dos salvos pela graça de DEUS, através da fé em JESUS).
Os próprios
discípulos de Jesus pediram ao Senhor que se lhes acrescentasse a fé (Lc.17:5)
e o próprio Senhor afirmou que a fé tem diferentes graus, pois falou de pequena
ou pouca fé (Mt.8:26), de fé grande (Mt.15:28). A possibilidade de aumento da
fé está evidenciada na figura da mostarda, que, sendo uma das menores sementes,
produz a maior das hortaliças. Jesus disse que a nossa fé deve ser assim, ou
seja, ter a capacidade de crescer e se tornar a maior das nossas qualidades
espirituais(Mt.13:31,32; 17:20), até que seja formada a Igreja.
ÁRVORE - Mostarda
com seus ramos - IGREJA - denominações (Todos os salvos dentre os povos -
gentios e judeus)
A Igreja é formada
por todos os que ouvindo a Palavra de DEUS se arrependeram de seus pecados e
aceitaram a JESUS CRISTO, confessando-O como Senhor e Salvador, crendo também
que Ele ressuscitou dentre os mortos. (Rm 10.9-13)
TRONCO DA ÁRVORE -
JESUS - sustenta e dá poder de vida à Igreja
Os ramos da árvore
crescem e se espalham por toda parte se estiverem unidos na Árvore que é JESUS
CRISTO, pois sem CRISTO nada podemos fazer para o reino de DEUS.
PÁSSAROS - Toda
raça humana (gentios e judeus) que não são salvos e que procuram uma religião
para se abrigarem, uns para se auto-justificarem, outros para terem algum tipo
de lucro, outros para a destruírem, outros para se unirem à mesma.
De acordo com as
outras parábolas e referências bíblicas creio que os pássaros do céu são
referência à ação de demônios, porém nem sempre estes vencem, pois alguns que
antes eram dominados por demônios, podem, ao se aninharem na Árvore, se
converterem realmente ao Senhor JESUS CRISTO.
AUXÍLIOS
SUPLEMENTARES
Subsídio Teológico
“O cristianismo
cresceu por sua própria natureza. Neil ressalta: ‘O que é claro é que cada
cristão era uma testemunha. Onde houvesse cristãos, haveria uma febre viva e
ardente, e antes de tudo uma crescente comunidade cristã’. Deveria ser
reconhecido, no entanto, que havia também trabalhadores em tempo integral, como
Paulo e seus auxiliares, e que as igrejas mantinham esses obreiros
financeiramente. Essa abordagem básica de uma equipe missionária organizada foi
assimilada dos fariseus (mas veja Mt 23.15). A natureza missionária inerente à Igreja
combinada aos avanços estratégicos de obreiros em tempo integral conduziu ao
crescimento de seus três primeiros séculos.
A igreja dessa era
esperava que CRISTO retornasse ainda enquanto seus membros estivessem vivos;
enfatizava também a religião prática e proclamava agressivamente a CRISTO.
Junto com a validação dos milagres, essa proclamação foi validada pelo amor e
pela santidade pessoal de seus componentes. Aqueles que estavam cansados da
fraqueza moral eram atraídos pelo elevados padrões morais dos cristãos.
Tanto fontes
simpáticas quanto adversas ao Cristianismo atestam esse sucesso da Igreja no
período imediatamente subseqüente aos apóstolos.” (JOHN V.
YORK. Missões na Era do
ESPÍRITO SANTO. RJ:CPAD, 2002, p. 115,116). Leia mais na Revista Ensinador Cristão
CPAD, nº 22, pág. 38.
Questionário da
Lição 4 - Parábolas - A EXPANSÃO DO REINO DOS CÉUS
por Ev.Luiz
Henrique - www.henriqueestudos.cjb.net
TEXTO ÁUREO:
1- Complete:
“O Reino dos céus é semelhante
a um __________ de mostarda que um homem, pegando dele, semeou no seu ________”
(Mt 13.31).
VERDADE PRÁTICA:
2- Complete:
A ___________ é o
Reino de DEUS em franca expansão sobre a _____________, conforme o Senhor JESUS
nos revela na parábola do grão de _______________.
I. A SEMENTE DE
MOSTARDA (MT 13.31)
3- Qual a origem
da palavra mostarda e quantas vezes aparece nos três primeiros evangelhos?
( ) É de origem
egípcia (sinapis) e aparece por cinco vezes nos três primeiros Evangelhos (Mt
13.31; 17.20; Mc 4.31; Lc 13.19; 17.6).
( ) É de origem
hebraica (sinapis) e aparece por cinco vezes nos três primeiros Evangelhos (Mt
13.31; 17.20; Mc 4.31; Lc 13.19; 17.6).
( ) É de origem
aramaica (sinapis) e aparece por cinco vezes nos três primeiros Evangelhos (Mt
13.31; 17.20; Mc 4.31; Lc 13.19; 17.6).
4- Nos dias de
JESUS, as sementes de mostarda, depois de trituradas, serviam de que?
( ) Corante para os
alimentos.
( ) Conservantes para
os alimentos.
( ) Tempero para os
alimentos.
5- Até que altura
crescia a mostarda em terra fértil e o que se aninhava em seus ramos?
( ) Até cinco ou seis
metros. Em seus ramos, aninhavam-se as aves do céu.
( ) Até três ou
quatro metros. Em seus ramos, aninhavam-se as aves do céu.
( ) Até um ou dois
metros. Em seus ramos, aninhavam-se as aves do céu.
6- Qual era o
maior contraste apresentado por JESUS sobre a mostarda?
( ) O grão de
mostarda é a maior das sementes; ao crescer, é a menor das hortaliças (v.32)
( ) O grão de
mostarda é a menor das sementes; ao crescer, é a maior das hortaliças (v.32)
( ) O grão de
mostarda é a menor das sementes; ao crescer, é a menor das hortaliças (v.32)
7- O que JESUS
queria que seus discípulos entendessem ao apresentar o contraste da semente de
mostarda?
( ) Que mesmo uma
semente tão pequena é capaz de produzir um grande resultado
( ) Que mesmo uma
raiz tão pequena é capaz de produzir um grande refúgio
( ) Que mesmo uma
semente tão pequena é capaz de produzir um pequeno resultado
8- No que a
Igreja, como grão de mostarda, surpreendeu o mundo?
( ) Com a sua semente
e com o sua atração irresistível no PAI
( ) Com a sua
mensagem e com o seu poder irresistível na autoridade secular
( ) Com a sua
mensagem e com o seu poder irresistível no ESPÍRITO SANTO
9- JESUS também
usou a figura do “grão de mostarda” para ilustrar o poder misterioso e
qualitativo de que?
( ) Da fé. Mt
17.20. ( ) Da seita. Mt 17.20. ( ) Da
alegria. Mt 17.20.
10- Onde é o campo
de semeadura da mostarda?
( ) O local, onde foi
semeado o evangelho
( ) O grupo, onde foi
semeado o evangelho
( ) O mundo, onde foi
semeado o evangelho
11- Como foi o
crescimento da Igreja no dia de Pentecostes?
( ) O grupo de quase
cento e trinta pessoas (At 1.15,16), mediante a ação do ESPÍRITO SANTO,
imediatamente cresceu e multiplicou-se para quase três mil almas (At
2.14,37-41).
( ) O grupo de quase
cento e vinte pessoas (At 1.15,16), mediante a ação do ESPÍRITO SANTO,
imediatamente cresceu e multiplicou-se para quase três mil almas (At
2.14,37-41).
( ) O grupo de quase
cinco mil pessoas (At 1.15,16), mediante a ação do ESPÍRITO SANTO,
imediatamente cresceu e multiplicou-se para quase três mil almas (At
2.14,37-41).
12- Qual a lição
do crescimento que os discípulos aprenderam em Mateus 28.19,20?
( ) Há uma relação do
discipulado com o permanecimento de CRISTO na Igreja
( ) Não Há relação do
discipulado com o crescimento da Igreja, pois JESUS é quem faz isto
( ) Há uma relação do
discipulado com o crescimento da Igreja
II. A GRANDE
ÁRVORE (MT 13.32)
13- Qual a forma
de crescimento de uma hortaliça, como a mostarda?
( ) É demorado e
fixo, porque esta vive o suficiente para produzir flores, sementes. e frutos
( ) É rápido e
passageiro, porque esta vive apenas o suficiente para produzir flores e
sementes.
( ) É rápido e
passageiro, porque esta vive apenas o suficiente para produzir fruto
14- O crescimento
da hortaliça é temporário e limitado; o do Reino de DEUS, como é?
( ) É limitado por
DEUS ( ) É ilimitado ( ) É limitado pela
Igreja
15-
Em sentido geral, quem é o grão de mostarda semeado que se desenvolveu e
tornou-se uma grande árvore?
( )
JESUS ( ) O PAI ( ) A
Igreja ( ) O ESPÍRITO SANTO
16- Cite
alguns oponentes da Igreja neste mundo e qual sua função:
( ) A carne, o mundo,
o Diabo e o pecado, os quais incumbem-se de criar todas as facilidades
possíveis ao desenvolvimento do Reino de DEUS. Ver 1 Jo 2.16,17.
( ) A carne, o mundo,
o Diabo e o pecado, os quais incumbem-se de criar todas as dificuldades
possíveis ao subdesenvolvimento do Reino de DEUS. Ver 1 Jo 2.16,17.
( ) A carne, o mundo,
o Diabo e o pecado, os quais incumbem-se de criar todas as dificuldades
possíveis ao desenvolvimento do Reino de DEUS. Ver 1 Jo 2.16,17.
III. AS AVES DO
CÉU (MT 13.32)
17- Na analogia
geral das Escrituras, o que simbolizam as “aves do céu”?
( ) Simbolizam
Satanás e seus demônios contra a Igreja
( ) Simbolizam
Satanás e seus demônios a favor da Igreja
( ) Simbolizam os
anjos contra a Igreja
18- Encontre as
palavras AVES, ARVORE, GRAO, MOSTARDA:
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"O Grão de Mostarda" outra interpretação
“Propôs-lhes outra
parábola, dizendo: O Reino dos Céus é semelhante a um grão de mostarda que um
homem tomou e semeou no seu campo. Embora seja a menor de todas as sementes,
quando cresce é maior do que qualquer hortaliça e torna-se árvore, a tal ponto
que as aves do céu se abrigam nos seus ramos”. Mateus, 13:31-32
“E disse: Como iremos comparar o Reino de Deus? Ou com que parábola o
apresentaremos? É como um grão de mostarda, o qual, quando é semeado na terra -
sendo a menor de todas as sementes - quando é semeado, cresce e torna-se maior
que todas as hortaliças, e deita grandes ramos, a tal ponto que as aves do céu
se abrigam à sua sombra”. Marcos, 4:30-32
“Dizia, portanto: A que é semelhante o Reino de Deus e a que hei de compará-lo?
É semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e lançou na sua horta;
ele cresce, torna-se árvore, e as aves do céu se abrigam em seus ramos”. Lucas,
13:18-19
Esta parábola enfoca
o fato de todos nós termos o potencial para crescer espiritualmente, alcançando
o Reino de Deus. Ao escolher a pequenina semente de mostarda, Jesus busca
mostrar que até mesmo quando aparentemente estivermos de mãos vazias,
poderemos, caso nos dediquemos, produzir grandes resultados, porque temos todos
a Semente Divina.
O grão de mostarda simboliza a vontade de crescer, o desejo de se reformar
intimamente, é a Semente Divina que anseia por germinar. O homem é Jesus, o
Semeador.
O campo, de acordo com Mateus, a terra, de acordo com Marcos e a horta, de
acordo com Lucas, representam o coração dos homens onde a semente a que nos
referimos, foi plantada.
As versões de Mateus e Marcos falam que a semente de mostarda quando cresce se
torna maior do que qualquer hortaliça, ou seja, capaz de suplantar qualquer
vício ou paixão. Realmente, não há dúvidas quanto a isso. Observamos no nosso
dia a dia pessoas que se encontravam envolvidas no erro, e que ao se perceberem
nele, compenetraram-se da importância de crescer, suplantando dificuldades que,
a princípio, pareciam intransponíveis. O próprio Evangelho nos dá notícias de
várias pessoas que viveram esta situação. Podemos citar dois exemplos: Saulo de
Tarso e Maria Madalena. Um, envolvido no orgulho de se considerar superior aos
outros, um doutor da Lei Mosaica, e a outra, voltada aos prazeres materiais.
Ambos, sob a influência do Cristo, conseguiram que a semente germinasse,
crescesse e gerasse frutos capazes de suplantar suas paixões.
Os evangelistas relatam o fato de a semente tornar-se árvore, com grandes
ramos. A árvore simboliza o homem que foi capaz de vencer-se a si mesmo,
passando a oferecer amparo e orientação aos outros. Os ramos representam os
sentimentos bons e virtuosos transformados em atitudes que exemplificam os
ensinamentos ofertados. O simbolismo da árvore é ainda mais significativo, uma
vez que esta árvore apresentará, a seu tempo, flores, frutos e novas sementes,
fazendo parte de um ciclo eterno.
As aves do céu, figura também utilizada por Jesus na Parábola do Semeador,
estão representando os Espíritos imperfeitos que acabam, após alguma
relutância, buscando o auxílio daqueles que passam a apresentar condições de
orientá-los. Eles se abrigam nos seus ramos (Lucas e Mateus), ou se abrigam a
sua sombra (Marcos). Estaremos, também, ao nos tornarmos árvores, atraindo para
o nosso convívio os Bons Amigos Espirituais, os quais nos auxiliarão na
consecução dos nossos objetivos que então estarão em comum com os deles.
Jesus gostava de utilizar a figura da semente em suas parábolas. Talvez fizesse
isso porque ela se sacrifica, ela “morre” para permitir o nascimento da planta,
enfim, a eclosão e a continuidade da Vida. Talvez estivesse tentando nos dizer
que somente conseguiremos galgar os degraus da escada da evolução se
aprendermos a servir, pois enquanto esperarmos que o Mundo atenda aos nossos
caprichos, estaremos estacionados, ligados aos valores materiais. Não adiantam,
portanto, belos discursos sem atitudes que correspondam a eles. Estamos
realmente atentos a tudo isso? Estamos já dispostos a sacrificar algum tempo
das nossas vidas em benefício dos que estão a nossa volta?
Colaboração do Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva.
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