Lição 5 - Anjos, sua Natureza e Função

 

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Livros:

- Os Anjos, sua Natureza e Ofício - Severino Pedro da Silva - CPAD

- Anjos: Quem são? Onde vivem? O que fazem? - Marilynn & Willian Webber - Editora Vida

- Homens ou Anjos? - G. H. Lang - Editora Betânia

- Os Fatos Sobre Anjos - John Ankerberg, John Weldon - Chamada da Meia-Noite

- Querubins - O Mistério dos Anjos - Sérgio Gama Lavoura - Editora W4

Dicas:

1) Figuras que podem ser utilizadas para exemplificação da atuação de anjos.

Nota: São pinturas que retratam segundo a visão do pintor. Apesar da Bíblia só falar

com clareza de asas em querubins e serafins, a idéia popular é de anjos com asas.

- Visão da Escada de Jacó

- Balaão e a mula

- Gideão malhando o trigo

- Querubins no Propiciatório

- Véu do Tabernáculo

- Batalha de Miguel

- Gabriel e Maria

- A visão de João

 

2) Comentário da Bíblia de Scofield, SBB, 2ª edição, 1986, págs. 1240, 1241

Anjo, Resumo: Anjo, isto é, "mensageiro", é uma palavra usada para com Deus, os homens e uma outra ordem de seres espirituais criados cujos principais atributos são força e sabedoria (II Sm 14.20; Sl 103.20; 104.4). Na expressão do V.T., "o anjo do SENHOR" (às vezes "de Deus") geralmente dava a entender a presença da Divindade em forma angélica (Gn 16.1-13; 21.17-19; 22.11-16; 31.11-13; Êx 3.2-4; Jz 2.1; 6.12-16; 13.3-22).

A palavra "anjo" foi usada para com os homens em Lc 7.24, gr.; Tg 2.25, gr.; Ap 1.20; 2.1,8,12,18; 3.1,7,14. Em Ap 8.3-5, Cristo é evidentemente a pessoa de quem se fala. Às vezes "anjo" é usado para com o espírito do homem (At 12.15). Embora os anjos sejam espíritos (Sl 104.4; Hb 1.14), têm o poder de se tornarem visíveis na semelhança dos seres humanos (Gn 19.1, comp. v. 5; Êx 3.2; Nm 22.22-31; Jz 2.1; 6.11,22; 13.3,6; I Cr 21.16,20; Mt 1.20; Lc 1.26, Jo 20.12; At 7.30; 12.7,8, etc.). A palavra sempre tem sido usada no gênero masculino, embora sexo, no sentido humano, nunca seja atribuído aos anjos (Mt 22.30; Mc 12.25). Eles são numerosíssimos (Sl 68.17; Mt 26.53; Hb 12.22; Ap 5.11). Seu poder é inconcebível (II Rs 19.35). Seu lugar é ao redor do trono de Deus (Ap 5.11; 7.11). Seu relacionamento com os crentes é o de "espíritos ministradores enviados para serviço, a favor dos que hão de herdar a salvação" e este ministério refere-se principalmente à segurança física e ao bem-estar dos filhos de Deus (I Rs 19.5; Sl 34.7; 91.11; Dn 6.22; Mt 2.13,19; 4.11; Lc 22.43; At 5.19; 12.7-10). Comparando Hb 1.14 com Mt 18.10 e Sl 91.11, parece que este cuidado com os herdeiros da salvação começa na infância e continua através da vida. Os anjos nos observam (Ec 5.6; I Co 4.9; Ef 3.10), um fato que deveria influenciar a conduta. O homem é feito "por um pouco, menor que os anjos", e na encarnação Cristo assumiu, por um pouco (de tempo)" essa posição de humildade (Sl 8.4,5; Hb 2.7,marg.). Os anjos devem acompanhar Cristo em seu segundo advento (Mt 25.31). Eles receberão a incumbência de preparar o julgamento dos indivíduos gentios entre as nações (veja Mt 13.30,39,41-42; 25.32, nota). A Dispensação do Reino não ficará sujeita aos anjos, mas a Cristo e àqueles por causa dos quais ele foi feito por um pouco de tempo menor do que os anjos (Hb 2.7). Um arcanjo, Miguel, é mencionado tendo particular relação com Israel e as ressurreições (Dn 10.13,21; 12.1,2; I Ts 4.16; Jd 9). O único outro anjo cujo nome é revelado, Gabriel, ocupa-se das tarefas mais extraordinárias (Dn 8.16; 9.21; Lc 1.19,26).

Quanto aos anjos caídos, duas classes são mencionadas: 1) "os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio" e estão acorrentados nas trevas, à espera do julgamento (Jd 6; II Pe 2.4; comp. Jo 5.22; I Co 6.3). E 2) os anjos que não estão presos, mas andam por aí fazendo a vontade de Satanás (veja Ap 20.10, nota). Eles podem ser identificados com os demônios (veja Mt 7.22, nota). O fogo eterno foi preparado para Satanás e seus anjos (Mt 25.41; Ap 20.10).

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