Lição 7 - Fidelidade e diligência na obra de Deus


Estudos:
- O pastor e os talentos
- O uso dos dons e talentos no reino de Deus
- Fidelidade e medo: nossos dons estão a serviço?

Livros:

- Multiplicadores de talentos - Denny e Leesa Bellesi - Editora Vida

Complemento:

TEXTO ÁUREO: "Além disso, requer-se nos despenseiros que cada um se ache fiel" (1 Co 4.2).
 
VERDADE PRÁTICA: A fidelidade em tudo, no pouco e no muito, é imprescindível ao servo de Deus.
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: MATEUS 25.14-30
·PARÁBOLA DOS TALENTOS
14 Porque isto é também como um homem que, partindo para fora da terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens.
15 E a um deu cinco talentos, e a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe.
16 E, tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles, e granjeou outros cinco talentos.
17 Da mesma sorte, o que recebera dois, granjeou também outros dois.
18 Mas o que recebera um, foi e cavou na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.
19 E muito tempo depois veio o senhor daqueles servos, e fez contas com eles.
20 Então aproximou-se o que recebera cinco talentos, e trouxe-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que granjeei com eles.
21 E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
22 E, chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com eles granjeei outros dois talentos.
23 Disse-lhe o seu Senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
24 Mas, chegando também o que recebera um talento, disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste;
25 E, atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu.
26 Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei?
27 Devias então ter dado o meu dinheiro aos banqueiros e, quando eu viesse, receberia o meu com os juros.
28 Tirai-lhe pois o talento, e dai-o ao que tem os dez talentos.
29 Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver até o que tem ser-lhe-á tirado.
30 Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes.
 
LEITURA DIÁRIA:
Segunda - 1 Co 4.2; 2 Tm 2.2 A fidelidade no uso dos talentos é indispensável
1Co 4.2 Além disso, requer-se nos despenseiros que cada um se ache fiel.
2 Tm 2.2 E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros.
1 Timóteo 3.2 Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;
Tito 1.9 retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina como para convencer os contradizentes.

Terça - Jo 20.21 Fomos comissionados pelo Senhor Jesus
21 Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós.
João 17.18 Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo.19 E por eles me santifico a mim mesmo, para que também eles sejam santificados na verdade.
 
Quarta - Fp 2.12 A obra do Senhor deve ser feita com temor e tremor
12 De sorte que, meus amados, assim como sempre obedecestes, não só na minha presença, mas muito mais agora na minha ausência, assim também operai a vossa salvação com temor e tremor;
TEMOR E TREMOR. Na salvação efetuada por Cristo, Paulo vê lugar para "temor e tremor" da nossa parte. Todo filho de Deus deve possuir um santo temor que o faça tremer diante da Palavra de Deus (Is 66.2) e o leve a desviar-se de todo mal (Pv 3.7; 8.13). O temor (gr. phobos) do Senhor não é de conformidade com a definição freqüentemente usada, a mera "confiança reverente", mas inclui o santo temor do poder de Deus, da sua santidade e da sua justa retribuição, e um pavor de pecar contra Ele e das conseqüências desse pecado (cf. Êx 3.6; Sl 119.120; Lc 12.4,5). Não é um temor destrutivo, mas um temor que controla e que redime e que aproxima o crente de Deus, de suas bênçãos, da pureza moral, da vida e da salvação (cf. Sl 5.7; 85.9; Pv 14.27; 16.6)
 
Quinta - Tg 2.17,18 A verdadeira fé expressa-se pelas boas obras
17 Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.18 Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé 3sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.
A FÉ SEM AS OBRAS É MORTA.
(1) A verdadeira fé salvífica é tão vital que não poderá deixar de se expressar por ações, e pela devoção a Jesus Cristo. As obras sem a fé são obras mortas. A fé sem obras é fé morta. A fé verdadeira sempre se manifesta em obediência para com Deus e atos compassivos para com os necessitados (ver v. 22; Rm 1.5).
(2) Tiago objetiva seus ensinos contra os que na igreja professavam fé em Cristo e na expiação pelo seu sangue, crendo que isso por si só bastava para a salvação. Eles também achavam que não era essencial no relacionamento com Cristo obedecer-lhe como Senhor. Tiago diz que semelhante fé é morta e que não resultará em salvação, nem em qualquer outra coisa boa (vv. 14-16,20-24). O único tipo de fé que salva é "a fé que opera por caridade" (Gl 5.6).
(3) Não devemos, por outro lado, pensar que mantemos uma fé viva, exclusivamente por nossos próprios esforços. A graça de Deus, o Espírito Santo que em nós habita e a intercessão sacerdotal de Cristo (ver Hb 7.25) operam em nossa vida, capacitando-nos a obedecer a Deus pela fé, do começo ao fim (cf. Rm 1.17). Se deixarmos de ser receptivos à graça de Deus e à direção do Espírito Santo, nossa fé sucumbirá.
 
Sexta - Ez 28.11-19 Talentos usados contra Deus
11 Veio mais a mim a palavra do SENHOR, dizendo: 12 Filho do homem, levanta uma lamentação sobre o rei de Tiro e dize-lhe: Assim diz o Senhor JEOVÁ: Tu és o aferidor da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. 13 Estavas no Éden, jardim de Deus; toda pedra preciosa era a tua cobertura: a sardônica, o topázio, o diamante, a turquesa, o ônix, o jaspe, a safira, o carbúnculo, a esmeralda e o ouro; a obra dos teus tambores e dos teus pífaros estava em ti; no dia em que foste criado foram preparados. 14 Tu eras querubim ungido para proteger, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. 15 Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti. 16 Na multiplicação do teu comércio, se encheu o teu interior de violência, e pecaste; pelo que te lançarei, profanado, fora do monte de Deus e te farei perecer, mó querubim protetor, entre pedras afogueadas. 17 Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dos reis te pus, para que olhem para ti.18 Pela multidão das tuas iniqüidades, pela injustiça do teu comércio, profanaste os teus santuários; eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, que te consumiu a ti, e te tornei em cinza sobre a terra, aos olhos de todos os que te vêem. 19 Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; em grande espanto te tornaste e nunca mais serás para sempre.
REI DE TIRO. No devido contexto, a profecia de Ezequiel contra o rei de Tiro parece conter uma referência velada a Satanás como o verdadeiro governante de Tiro e como o deus deste mundo (cf. 2 Co 4.4; 1Jo 5.19). O rei é descrito como um visitante que estava no jardim do Éden (v. 13), que fora um anjo, querubim ungido (v. 14), e uma criatura perfeita em todos os seus caminhos, até que nela se achou iniqüidade (v. 15). Por causa do seu orgulho pecaminoso (v. 17), foi precipitado do monte de Deus (vv. 16,17; cf. Is 14.13-15).

Sábado - Sl 58.11; Lm 3.64; Os 4.9 A recompensa do Senhor
Sl 58.11 Então, dirá o homem: Deveras há uma recompensa para o justo; deveras há um Deus que julga na terra.
Lm 3.64 Tu lhes darás a recompensa, SENHOR, conforme a obra das suas mãos.
Os 4.9 Por isso, como é o povo, assim será o sacerdote; e visitarei sobre ele os seus caminhos e lhe darei a recompensa das suas obras.
COMO É O POVO, ASSIM SERÁ O SACERDOTE. Ao invés de guiar o povo pelos caminhos da verdade e da justiça, os sacerdotes diziam aos israelitas apenas o que estes queriam ouvir. A classe sacerdotal não lhes censurava os pecados. Por causa disto, Deus castigaria tanto os líderes espirituais quanto o povo.
 
 
OBJETIVOS : Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
1- Discernir que no reino dos céus todos trabalham na Obra de DEUS;
2- Talentos são dados para serem usados
3- Talentos são dados segundo a capacidade de cada um
 
PONTO DE CONTATO: Professor, após recepcionar os alunos e visitantes, comente que qualquer homem possui habilidades naturais a fim de utilizá-las a serviço do Senhor (Sl 68.18). E não somente isso, mas também contamos com o auxílio de dons sobrenaturais concedidos por Deus. Enfatize a importância de trabalharmos em prol do Reino não simplesmente para cumprir uma ordem, mas pela gratidão a Deus em virtude da nova posição que ocupamos em Cristo.
 
SÍNTESE TEXTUAL: A Parábola dos Talentos descreve um episódio relacionado a um homem que, antes de se ausentar de sua pátria, convoca seus servos e distribui a cada um deles parte de seus bens. A um concedeu dez talentos; a outro, dois; e ao seguinte, um, a fim de os negociarem até o seu retorno.Essa distribuição, segundo o texto, foi realizada de acordo com a capacidade de cada servo (v.15). Aquele que havia recebido um talento escondeu-o, provando, pela sua negligência, que seu senhor estava certo em dar-lhe este valor. Os outros duplicaram a importância recebida. Os servos fiéis foram elogiados pelo lucro produzido, ao passo que o infiel, além de perder seu talento, foi considerado mau e negligente. Por meio desta parábola, aprendemos que o Senhor nos concede dons, habilidades e oportunidades para trabalharmos em sua obra, mas em breve, teremos de prestar-lhe contas do que fizemos com todas essas dádivas. O Senhor espera que administremos com fidelidade e diligência todos os talentos que Ele nos concedeu.
 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA: Leve para a sala de aula lápis e papel. Distribua esses materiais entre os alunos. Peça-lhes para listar seus bens materiais, suas habilidades naturais e dons espirituais. Depois reflita com eles acerca das seguintes perguntas: Vocês reconhecem que são apenas mordomos e que tudo isso foi concedido por Deus? Como vocês têm empregado esses talentos na obra de Deus? Quanto tempo vocês tem separado para Deus durante o dia? Quantas oportunidades poderiam ser utilizadas para falar do evangelho, mas foram desperdiçadas?
 
Figuras Ilustrativas
Este recurso junto ao retro projetor, projetor e/ou projetor de slides fará de sua aula um verdadeiro show de ensino e aprendizado.
Se puder passar o filme: "Parábolas de JESUS" da "Editoras Paulinas", ainda será mais edificante.
 
1 Talento equivale a 6 mil Denários, ou 60 mil dólares, ou 165.000,00 Reais ou 60 Minas(Foto CD CPAD)
Servos e Senhor Reunidos Para Distribuição dos Talentos
Senhor Voltando para Ajustar Contas
Servo 1 Recebendo Talentos
Servo 1 Negociando Talentos
Servo 1 Prestando contas
Servo 2 Recebendo Talentos
Servo 2 Negociando Talentos
Servo 2 Prestando contas
Servo 3 Recebendo Talento
Servo 3 enterrando Talento
Servo 3 Prestando conta
Servos Reunidos Com Talentos
 Servo 1 Recebendo  Mais 1 Talento
 Servo 3 Para Trevas Exteriores
Figuras retiradas do filme: "Parábolas de JESUS" da "Editoras Paulinas", ainda será mais edificante.
 
COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
A parábola que vamos estudar fala de fidelidade e diligência no uso das capacitações ou manifestações espirituais e especiais doadas a nós por DEUS para a execução de sua obra na Terra.
 
I. A DISTRIBUIÇÃO DOS TALENTOS (MT 25.14,15)
1. O que era talento?
O talento passou a representar um valor monetário que podia ser bronze, prata ou ouro. Um talento equivalia a 60 minas, e uma mina, aproximadamente, a 50 ciclos. Portanto, um talento de ouro ou prata era uma grande quantia.
Podia também uma soma em dinheiro ou ouro ou prata, ser dado a alguém como Talento (Porque a quantia dada era igual ao valor de 1 Talento).
 
2. O significado dos talentos na parábola.
Nesta parábola, os talentos têm um sentido figurado que representam valores pessoais, aptidões naturais, oportunidades que Deus nos dá para fazermos a sua obra, como autênticos mordomos.
Os talentos naturais são aquelas aptidões e inclinações natas que todo homem traz consigo desde o nascimento. São dons ou inclinações naturais para uma variedade de coisas boas.
A música, a poesia, as letras, a pintura, artes de modo geral, são exemplos de dons naturais. Esses talentos, apesar de naturais, são dotações da parte de Deus.
Ressaltamos que quando uma pessoa aceita a Jesus como seu Salvador, todos os talentos evidenciados em sua vida adquirirão uma nova dimensão...
Os artistas seculares - os cantores, atores, atletas, entre outros, estão sempre procurando se apresentar da melhor maneira possível, esforçando-se para agradar a todos. Enquanto isto,observamos que muitos cristãos que possuem talentos diversos estão se acomodando e se conformando em oferecer a Deus apenas uma parte mínima das suas reais possibilidades. Não fazem mais e melhor o que estão fazendo para Deus. Não esqueçamos que todos a mos comparecer ante o tribunal de Cristo para dar contas dos nossos feitos, e para receber a recompensa de acordo com o uso que fizermos dos nossos talentos (2 Co 5.10).
 
Num sentido mais profundo e espiritual, para a Igreja, os talentos representam os Dons de DEUS, de CRISTO e do ESPÍRITO SANTO, que são capacitações ou manifestações especiais do ESPÍRITO SANTO agindo no crente para o progresso da obra de DEUS na Terra. São armas de guerra contra o reino das trevas.
 
Para melhor assimilação dos Dons ou Talentos Espirituais veja o estudo a seguir:
1-    Operações de DEUS (DONS)
E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.(I Co 12:6)
E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro mestres, depois operadores de milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas.(I Co 12:28)
De modo que, tendo diferentes dons segundo a graça que nos foi dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino; ou que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com zelo; o que usa de misericórdia, com alegria. (Rm 12: 6-8) Deus pode usar animal para falar, como fez com a jumenta de Balaão ou usar um descrente para glorificá-lo, com fez com Nabucodonosor; Deus usa a quem quer e da maneira que quer.
2-    Dons de Cristo(Ministérios):  
    E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres.(Ef 4:11); são pessoas dadas à Igreja, para orientá-la e guiá-la fazendo-a crescer. Para edificar e fortalecer a noiva de CRISTO, que é a Igreja. Assim como no corpo humano temos cinco sentidos (olfato,visão,tato,paladar e audição), assim também no corpo de CRISTO, na terra tem cinco ministérios.
3-    Dons do Espírito Santo(Manifestações = mostrar realmente a presença de DEUS):
    A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito para o proveito comum. Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; a outro a operação de milagres; a outro a profecia; a outro o dom de discernir espíritos; a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação de línguas. Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, distribuindo particularmente a cada um como quer. Para estudá-los dividimos em.
4-    DONS DE REVELAÇÃO - DONS DE PODER - DONS DE INSPIRAÇÃO.
4.1-    DONS DE REVELAÇÃO (REVELAM ALGO OCULTO OU DESCONHECIDO  SOBRENATURALMENTE).
4.1.1. Palavra de sabedoria:
    Palavra= pequena parte da sabedoria de DEUS; acontecimento futuro, só Deus sabe; tem a ver com onisciência.
Ex:Jesus: "Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai. Pois como foi dito nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem.Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos; assim será também a vinda do Filho do homem. Então, estando dois homens no campo, será levado um e deixado outro; estando duas mulheres a trabalhar no moinho, será levada uma e deixada a outra. Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor; sabei, porém, isto: se o dono da casa soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa. Por isso ficai também vós apercebidos; porque numa hora em que não penseis, virá o Filho do homem." (Mt 24: 36-44)
Paulo: "34 Rogo-vos, portanto, que comais alguma coisa, porque disso depende a vossa segurança; porque nem um cabelo cairá da cabeça de qualquer de vós." (At 27:34).
4.1.2. Palavra de conhecimento ou da ciência:
Palavra = pequena parte do conhecimento de DEUS, revelação de coisa conhecida; tem a ver com onipresença. (pode ser coisa conhecida por pessoas em outra parte ou localidade, que é revelada aqui onde estamos).
Ex: Jesus: "Mas Jesus logo percebeu em seu espírito que eles assim arrazoavam dentro de si, e perguntou-lhes: Por que arrazoais desse modo em vossos corações?" (Mc 2:8)
Jesus: Jo 1.48 Perguntou-lhe Natanael: Donde me conheces? Respondeu-lhe Jesus: Antes que Felipe te chamasse, eu te vi, quando estavas debaixo da figueira.
Paulo: "Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos mas todos seremos transformados"(I Co 15:51).
4.1.3. Discernimento de espíritos: 
    Saber de onde vem e o que está operando numa pessoa.
Ex: Jesus: "E Jesus, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Filho, perdoados são os teus pecados."(Mc 2:5)
Paulo:" E fazia isto por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Eu te ordeno em nome de Jesus Cristo que saias dela. E na mesma hora saiu."(At 16:18).
4.2-    DONS DE PODER (DÃO PODER PARA SE FAZER ALGO SOBRENATURAL).
4.2.1. Fé:  
    Para crer no impossível (temos fé natural, sobrenatural e espiritual), precisamos de fé para comer (pode estar envenenado), para andar no meio da rua (pode ser atropelado), para viajar de avião (pode cair), para adorar a DEUS (Não estamos vendo-o), para crer em milagres sem os ver. Don de fé é acreditar que o impossível de acontecer já aconteceu. É impossível que alguém que já morreu torne a viver.
Ex: Jesus: "E, tendo dito isso, clamou em alta voz: Lázaro, vem para fora!(Jo 11: 43)
Paulo: "Tendo Paulo descido, debruçou-se sobre ele e, abraçando-o, disse: Não vos perturbeis, pois a sua alma está nele."(At 20:10)
                    NASCERIA UM FILHO DE UM CASAL EM QUE O HOMEM TEM 100 ANOS E A MULHER 90 ANOS? ABRAÃO CREU ASSIM MESMO. PODERIA ALGUÉM MATAR UM FILHO E DEPOIS VOLTAR PARA CASA COM ESTE FILHO VIVO? ABRAÃO CREU; POR ISSO FOI JUSTIFICADO PELA SUA FÉ EM DEUS.
4.2.2. Dons de curar: 
    Dons no plural, alguns são usados para certos tipos de doenças, NENHUMA PESSOA É USADA PARA CURAR TODOS OS TIPOS DE DOENÇA.
Ex: Jesus: "Mas ele, conhecendo-lhes os pensamentos, disse ao homem que tinha a mão atrofiada: Levanta-te, e fica em pé aqui no meio. E ele, levantando-se, ficou em pé."(Lc 6:8)
Paulo: "Aconteceu estar de cama, enfermo de febre e disenteria, o pai de Públio; Paulo foi visitá-lo, e havendo orado, impôs-lhe as mãos, e o curou."(At 28:8); "Erasto ficou em Corinto; a Trófimo deixei doente em Mileto."(2Tm 4:20). PAULO NÃO CUROU SEU COMPANHEIRO TRÓFIMO.
4.2.3. Operação de maravilhas: 
    Mudança na natureza, MUDA O QUE ERA NATURAL.
EX. PARAR O SOL (JOSUÉ) - VOLTAR DEZ GRAUS O TEMPO (ISAÍAS)
Ex: Jesus: "Dito isto, cuspiu no chão e com a saliva fez lodo, e untou com lodo os olhos do cego, e disse-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que significa Enviado). E ele foi, lavou-se, e voltou vendo."(Jo 9:6,7)
Paulo: "Mas ele, sacudindo o réptil no fogo, não sofreu mal nenhum."(At 28:5).
4.3-    DONS DE INSPIRAÇÃO OU DA FALA (DIZEM ALGO DE SOBRENATURAL).
4.3.1. Profecia:
    Pode vir de 3 fontes: Deus, homem e satanás. Devem ser julgadas (1 Ts 5:21,22) e controladas para haver ordem no culto; um depois do outro e no máximo três em cada reunião (1 Co 14.31). Não devem ser desprezadas(1 Ts 5:20). Vêm para edificação, exortação e consolação(1 Co 14:3). Línguas + Interpretação = Profecia (1 Co 14:27,13). Diferente de profeta, todo profeta profetiza, nem todo que profetiza é profeta (1Co 14:31) e (Ef 4:11) Profeta é ministério dado por CRISTO, profecia é manifestação do ESPÍRITO SANTO. Profeta prediz alguma coisa que ainda vai acontecer, profecia não prediz nada. Todos podem profetizar (1 Co 14.31), mas poucos são chamados para serem profetas. 
Ex: Jesus: "Assim também vós agora, na verdade, tendes tristeza; mas eu vos tornarei a ver, e alegrar-se-á o vosso coração, e a vossa alegria ninguém vo-la tirará."(Jo 16:22).
Paulo: "disse Paulo ao centurião e aos soldados: Se estes não ficarem no navio, não podereis salvar-vos. Então os soldados cortaram os cabos do batel e o deixaram cair. Enquanto amanhecia, Paulo rogava a todos que comessem alguma coisa, dizendo: É já hoje o décimo quarto dia que esperais e permaneceis em jejum, não havendo provado coisa alguma. Rogo-vos, portanto, que comais alguma coisa, porque disso depende a vossa segurança; porque nem um cabelo cairá da cabeça de qualquer de vós."(At 27:31-34).
4.3.2. Variedade de línguas: 
    4 tipos de línguas: Não proibais falar em línguas; é ordem de DEUS (1 Co 14.39).
4.3.2.1. Língua para oração: 
    "Porque se eu orar em língua, o meu espírito ORA BEM, mas o meu entendimento fica infrutífero."(I Co 14:14). Você quer orar bem? Veja também em Rm 8.26 que não sabemos pedir como convém, mas o ESPÍRITO SANTO sabe o que precisamos e ELE sabe pedir.
Fala com Deus: "Porque o que fala em língua não fala aos homens, mas a Deus; pois ninguém o entende; porque em espírito fala mistérios."(I Co 14:2). Por isso é tão combatido o falar em línguas, pois nem Satanás entende.
Edificação própria: "O que fala em língua edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja."(I Co 14:4)
Você quer ser edificado? "Mas vós, amados, edificando-vos sobre a vossa santíssima fé,  orando no Espírito Santo," Jd.20 (orar no ESPÍRITO, não quer dizer orar em pensamento).
4.3.2.2. Língua para interpretação: 
    "Todos têm dons de curar? falam todos em línguas? interpretam todos?"(I Co 12:30), nem todos recebem; "Que fazer, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento."(I Co 14:15). Falam em línguas todos? Quer dizer em línguas para interpretação, ou seja, nem todos têm o dom de línguas, mesmo sendo batizados. Essa linguagem pode ser interpretada pelo que fala ou por outrem.
4.3.2.3. Língua como sinal para incrédulo: 
    "De modo que as línguas são um sinal, não para os crentes, mas para os incrédulos; a profecia, porém, não é sinal para os incrédulos, mas para os crentes."(I Co 14:22); estrangeiros ouvem em sua própria língua, ex: "Ouvindo-se, pois, aquele ruído, ajuntou-se a multidão; e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua."(At 2:6). Pode alguém ser usado para falar, por exemplo em alemão em algum lugar e uma pessoa presente alí, que fala alemão entenderá tudo o que DEUS quer falar-lhe.
4.3.2.4. Gemidos inexprimíveis:
    " Do mesmo modo também o Espírito nos ajuda na fraqueza; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inexprimíveis."(Rm 8:26), oração intercessora. O ESPÍRITO SANTO é nosso intercessor aqui na terra. ELE leva nossa oração a JESUS CRISTO que está assentado à direita de DEUS PAI, intercedendo por nós lá no céu. O pai recebe a oração e responde de acordo com sua vontade.
4.3.3. Interpretação de Línguas:
"Que fazer, pois, irmãos? Quando vos congregais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. Se alguém falar em língua, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e cada um por sua vez, e haja um que interprete. Mas, se não houver intérprete, esteja calado (ore tão baixinho que ninguém o note) na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus."(I Co 14:26-28); "Por isso, o que fala em língua, ore para que a possa interpretar."(I Co 14:13) Jesus não falava porque tudo que falava era o que Deus queria falar e as línguas são sinais da presença de DEUS em nosso meio, JESUS é DEUS.
Paulo: "Dou graças a Deus, que falo em línguas mais do que vós todos."(I Co 14:18).Não quis dizer latim, grego e hebraico, pois são línguas aprendidas e faladas no tempo de Paulo por quase todos; o que Paulo quis dizer é que orava muito em línguas e também que tinha dom de línguas.
 Nós falamos sem aprender, vem de cima, vem de DEUS, não necessitamos que alguém nos ensine, podemos receber na igreja, na rua, no campo, em casa (como aconteceu comigo) ou outro qualquer lugar sem interferência de outrem ou por imposição de mãos de alguém.
5-    CONSIDERAÇÕES FINAIS:
5.1* Dons, só depois do batismo com o Espírito Santo.(vaso vazio não transborda)
5.2* O senhorio é de Cristo.(o cabeça do corpo)
5.3* Para glorificação de Deus.(o ESPÍRITO SANTO glorifica a DEUS)
5.4* Vaso deve estar limpo sempre para o uso constante.(santificação)
5.5* Nada é de nós mesmos, tudo vem de Deus(nada de orgulho).
5.6* Todos os dons são para os outros só um para nós linguagem de oração. (língua que foi batizado) 
Ev.Luiz Henrique de Almeida Silva    
3. Talentos repartidos entre os servos (Mt 25.15).
Aquele senhor chamou os seus servos e deu-lhes os seus bens. A um deu cinco talentos, a outro dois e a outro, um.
Não houve qualquer injustiça de sua parte. O fato de ter dividido os seus bens de modo distinto não foi uma injustiça; "Foi dado a cada um segundo a sua capacidade".
Muitas vezes ficamos tristes por não recebermos tantos talentos ou aptidões para fazer a obra de DEUS, porém devemos, ao invés de ficar chateados, nos dispormos e dedicarmos maior tempo de nossas vidas para a obra de DEUS, mesmo que para isto percamos materialmente e até afetivamente.
DEUS quer prioridade, DEUS quer nossa dedicação e fé em seu poder para nos usar em mais talentos.
A prateleira de DEUS está cheia dos melhores talentos e estão à nossa disposição, basta abrirmos nossos corações para DEUS e dizer para Ele: Usa-me a mim Senhor.
 
II. O TRABALHO DOS SERVOS (MT 25.15-18)
1. O que recebeu cinco talentos (vv.16,19-21).
Tg 1.12 Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.
Soube trabalhar visando o lucro de seu Senhor. Recebeu muito porque tinha capacidade de produzir muito. Correspondeu à expectativa de seu Senhor. Dobrou o que seu Senhor lhe confiou, provando ser trabalhador, fiel e diligente. Um servo de extrema capacidade e de extrema inteligência, provando ser um verdadeiro líder, um verdadeiro empreendedor nas tarefas por seu Senhor designadas. Este era um administrador digno de ser imitado. Seria a semente que caiu em terra boa e que produziu 100%. Na comparação com os pássaros seria como a águia que voa mais alto do que todas as outras criaturas.
2. O que recebeu dois talentos (vv.17,22,23).
Fez o que lhe era possível, produziu de acordo com sua capacidade. Dobrou o que seu Senhor lhe confiou, provando ser trabalhador, embora limitado em sua capacidade, pois seu senhor lhe confiou dois talentos sabendo que se lhe confiasse mais não daria conta de produzir mais. Nosso Senhor conhece o futuro e sabe de nossa capacidade, louvemos a DEUS pelo que Ele nos tem confiado e produzamos sempre o dobro do que recebermos.
 
3. O que recebeu apenas um talento (vv .18,24,25).
Aquele que havia recebido um talento escondeu-o, provando, pela sua negligência, que seu senhor estava certo em dar-lhe este valor. DEUS conhece nosso futuro e sabe bem, quem somos, porém, podemos mudar este futuro caso nos entreguemos inteiramente nas mãos do DEUS que tudo pode, dizendo-lhe: Muda-me Senhor, aqui estou para fazer a tua Vontade.
 
III. O ÊXITO E O INSUCESSO DOS SERVOS
1. O êxito dos primeiros servos (vv.16,17,19-23).
Os servos fiéis foram elogiados pelo lucro produzido, ao passo que o infiel, além de perder seu talento, foi considerado mau e negligente.
Os primeiros servos trataram logo de negociar, ou de utilizar os talentos recebidos para proveito do dono, seu senhor.
Repare que os servos trabalharam duro para o enriquecimento de seu senhor, não trabalharam para si próprios, mas para seu senhor; assim também devemos trabalhar na obra de DEUS visando o reino dos céus, visando agradar ao nosso Senhor e salvador JESUS CRISTO e não visando nosso lucro pessoal como fazem por aí várias denominações que se auto-denominam prósperos, tornando seus seguidores mais merecedores do inferno do que eles mesmos, pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males.
2. O insucesso do terceiro servo (vv.18,24,25).
Os outros duplicaram a importância recebida. Este servo, apesar de ser chamado servo se comportava como crítico e em seu dizer demonstra rancor e ódio pelo seu dono, talvez uma mágoa por ser tratado segundo sua capacidade, ou tratado segundo sua vontade de trabalhar. Restou para este servo um "Mal e negligente servo" e as trevas exteriores. Tomemos cuidado com o que recebemos do Senhor, pois se formos encontrados infiéis nas coisa espirituais nosso destino é com os infiéis.
 
IV.A PRESTAÇÃO DE CONTAS (MT 25.19)
O Senhor voltou para a prestação de contas, lembremo-nos de que um dia teremos que prestar contas de tudo o que tivermos feito através de nosso corpo, aqui na Terra.
Ec 11.9 Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas estas coisas te trará Deus a juízo.
10 Afasta, pois, a ira do teu coração, e remove da tua carne o mal, porque a adolescência e a juventude são vaidade.
 
2Co 5.10 Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal.
 
A época do Senhor voltar será no fim da Dispensação da Graça que finda com o início da Grande Tribulação.
http://www.apazdosenhor.org.br/estudos_biblicos/assetedispensacoeseasaliancasdedeus.htm
 
A SEXTA DISPENSAÇÃO É A DA GRAÇA
A Nova Aliança, A ALIANÇA DA GRAÇA
 
Chamada Dispensação Eclesiástica.
A palavra-chave é: Graça. Sua duração começa com a crucificação de Cristo até a sua segunda vinda, tempo determinado pelo Senhor: "Aquele dia e hora ninguém sabe, unicamente meu pai que está nos céus". Hoje, já contamos com quase 2002 anos em que o véu do Templo foi rasgado e esta Dispensação findará com o toque da trombeta, quando acontecerá a segunda etapa da vinda de Cristo convocando os fiéis ao Arrebatamento.
Na Dispensação da Graça, Deus fez uma aliança com o homem, uma aliança superior às outras, ou seja, o próprio Filho enviado por Deus à humanidade:
1°. Mt 19.28
2°. Hb 2.7 3°. Lc 2.27 4°. Mt 13.55-57 5°. Lc 4.2-8 6°. Is 53.1-6 7°. G13.13
A Nova Aliança
Na analogia de Moisés como mediador da aliança mosaica, assim Cristo é o Mediador da Nova Aliança, Hb 8.6; 9.15; 12.24. Com o aparecimento de Cristo, a Antiga Aliança terminou, como Paulo afirma em Rm 10.4; Gl 3.19. Novamente apareceu Ele celebrando a Ceia com os discípulos, conforme registra Lc 22.20 e I Co 11.25. "Ele disse: Este é o cálice da nova aliança no meu sangue", Mc 14.24.
A Graça não dispensa ordenação pois há l .050 mandamentos no NT; mas, ao contrário da Lei, ela dá poder ao homem para cumpri-los. A palavra Graça aparece 166 vezes na Bíblia e tem um valor inestimável.
Verifique 10 citações da palavra Graça, com referências: Ef 2.8,9; At. 4.33;
18.27; Tt3.7;Rm5.20; 15.15; I Co 15.10; Gl 1.15; Cl 3.16; IITm2.1.
Verificamos três aspectos da revelação de Deus nessa Dispensação:
1. Os Evangelhos, um tratado da revelação de Jesus Cristo, um Deus introduzido no meio dos homens: "Emanuel, Deus Conosco".
2. Revelação através do Espírito Santo: o Guia; o Orientador; o Consolador; o Intercessor; o Fortificador; o Ornamentador da Igreja. "Todos que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus".
3. Revelação pela Palavra Escrita - A Bíblia Sagrada. Nela está a revelação perfeita da vontade de Deus.
Esta mesma Graça atua na formação da Igreja desde a fundação do mundo e já existia na mente de Deus:
1. Eleita por Deus desde a fundação do Mundo, Ef 1.4,5;
2. No AT, os Profetas falaram dela;
3. Personagens que simbolizaram a vida e a ação da Igreja (Enoque, Rebeca, Azenate, etc.);
4. Organização espiritual da Igreja, Mt 16.16;
5. Data de inauguração: Dia de Pentecostes, At 2;
A Igreja, uma representação do Corpo de Cristo aqui na Terra. Suas funções, seu trabalho e suas obrigações'.
1. Em relação a ela mesma "Comunhão", At 2.42;
2. Em relação ao mundo "Evangelização", Mc 16.15;
3. Em relação a Deus "Adoração".
Toda e qualquer tarefa da Igreja depende exclusivamente da Graça. Ela é quem nos encoraja no sentido de cumprirmos nossa tarefa como Igreja que também é um Luzeiro no Mundo e Sal da Terra.
Tenho me preocupado muito com a expressão: "Se o sal se tomar insípido para mais nada presta, a não ser para ser pisado pêlos homens".
Que Deus proteja a Igreja!
Seu compromisso para o futuro é o desfecho final do cumprimento das profecias, do fim dos tempos e a Dispensação da Igreja.
Verifique alguns acontecimentos que surgirão :
1. Ressurreição dos crentes;
2. Transformação dos crentes vivos na vinda do Senhor;
3. Arrebatamento;
4. Tribunal de Cristo (compensação);
5. Casamento da Igreja (bodas do Cordeiro);
6. Glorificação da Igreja;
7. E nos fez Reis e Sacerdotes para Deus seu Pai.
 
 
1. Fidelidade antes da recompensa.
É Demonstrando coragem, amor, diligência, fidelidade, que nos é confiado cada dia mais, "Fiel no pouco, colocado sobre o muito"
 
2. Recompensa depois da fidelidade.
O primeiro além de ser colocado numa posição de destaque e de entrar para o gozo de seu Senhor, recebeu um talento a mais.
O segundo foi chamado de bom e fiel servo.
O terceiro além de ser chamado  "Mal e negligente servo" foi jogado nas trevas exteriores.
 
3. O ajuste de contas.
Ajustar contas é calcular lucro, não é calcular prejuízos, por isso o acerto de contas para os dois primeiros servos trouxe bênçãos para eles, enquanto que para o terceiro restou um  julgamento e condenação.
 
O Juízo
Haverá duas classes de pessoas:
1. Glorificados e
2. Não-glorifícados.
Os glorificados são os crentes do AT e NT e os do período da Grande Tribulação e as não-glorificados são os judeus sobreviventes da Grande Tribulação, gentios remanescentes das nações e os nascidos no Milênio.
A cena final e a justificação do grande Trono Branco, quando comparecerão diante do Cordeiro e Rei todos os mortos de todas as épocas, ainda não ressuscitados. Esta é a Segunda Ressurreição.
 
O julgamento iniciará por ocasião da abertura dos livros de Deus, Ap 20.12:
7. Cada pessoa será julgada,
2. Os inimigos do Rei serão punidos,
3. Os inimigos espirituais do Rei serão julgados: Satanás; o Anticristo; o Falso Profeta; os demônios; o Inferno e a morte.
Cristo colocará sob seus pés todos os seus inimigos, I Co 15.24,25. A Ele, toda honra, glória e louvor para sempre. Amém!
 
O desejo de DEUS não é a condenação, mas a comunhão, o amor, o trabalho e a fidelidade de cada um de seus filhos.
 
CONCLUSÃO
Destacamos aqui algumas verdades relacionadas com a mordomia dos talentos:
a) A mordomia dos talentos requer um serviço fiel;
b) Cada um recebe segundo a sua capacidade;
c) Nesta mordomia não há lugar para a ociosidade;
d) O senhor não aceita desperdício.
 
Ajuda Revista Ensinador Cristão CPAD, nº 22
Revistas e bíblias CPAD
 
Questionário da Lição 7 - FIDELIDADE E DILIGÊNCIA NA OBRA DE DEUS
 
TEXTO ÁUREO:
1- O que requer-se nos despenseiros?
( ) Que cada um se ache descansado
( ) Que cada um se ache fiel
( ) Que cada um se ache o máximo
VERDADE PRÁTICA:
2- O que é imprescindível ao servo de Deus?
( ) A fidelidade em tudo, pelo menos no muito
( ) A fidelidade em tudo, sempre no pouco 
( ) A fidelidade em tudo, no pouco e no muito
COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
3- Entre que parábolas existe um paralelo?
( ) Entre as Parábolas dos Talentos e das Pérolas
( ) Entre as Parábolas dos Talentos e do Tesouro Escondido
( ) Entre as Parábolas dos Talentos e das Minas
4- Como foi a distribuição dos talentos?
( ) Variou a quantidade de talentos para cada servo
( ) Foi igual a quantidade de talentos para cada servo
( ) Apenas o último é que recebeu mais, para os outros, a quantidade de talentos foi igual
I. A DISTRIBUIÇÃO DOS TALENTOS (MT 25.14,15)
5- O que era talento, nos dias de Jesus?
( ) O talento era saber cantar muito bem
( ) O talento era saber falar muito bem
( ) O talento era uma moeda de muito valor
6- Quanto valia um talento, nos dias de Jesus?
( ) Equivalia a alguns denários, e um denário era a remuneração diária de um trabalhador (Mt 20.2).
( ) Equivalia a alguns milhares de denários, e um denário era a remuneração diária de um trabalhador (Mt 20.2).
( ) Equivalia a algumas centenas de denários, e um denário era a remuneração diária de um trabalhador (Mt 20.2).
7- Qual o significado dos talentos na parábola?
( ) Esses talentos representam habilidades naturais ou espirituais, tempo, recursos e oportunidades que cada pessoa recebe de Deus para utilizá-los em seu serviço
( ) Esses talentos representam todas as habilidades naturais, tempo, recursos e oportunidades que cada pessoa possui para utilizá-los em sua vida
( ) Esses talentos representam habilidades espirituais, tempo, recursos e oportunidades que cada pessoa recebe de Deus para utilizá-los em seu próprio proveito
8- Como os Talentos foram repartidos entre os servos?
( ) O Senhor repartiu os talentos de forma proporcional à capacidade de cada um para guardarem em local seguro
( ) O Senhor repartiu os talentos de forma inteligente a cada um para entregarem aos banqueiros para render juros
( ) O Senhor repartiu os talentos de forma proporcional à capacidade de cada um para negociar
9- Quanto aquele senhor entregou, segundo a parábola, a cada servo?
( ) A um servo dois talentos; a outro, dois e ao terceiro, um
( ) A um servo cinco talentos; a outro, dois e ao terceiro, um
( ) A um servo cinco talentos; a outro, dois e ao terceiro, dois
II. O TRABALHO DOS SERVOS (MT 25.15-18)
10- Como era o servo que recebeu cinco talentos, e o que fez com os talentos que recebera?
( )  Era, indiscutivelmente, talentoso! Tanto que, imediatamente após a saída de seu senhor, não perdeu tempo, pôs-se a trabalhar com diligência. Diz o texto que esse servo "negociou com eles e granjeou outros cinco talentos"
( )  Era, indiscutivelmente, talentoso! Tanto que, imediatamente após a saída de seu senhor, não perdeu tempo, pôs-se a guardar o tesouro. Diz o texto que esse servo "protegeu os cinco talentos"
( )  Era, indiscutivelmente, talentoso! Tanto que, imediatamente após a saída de seu senhor, não perdeu tempo, pôs-se a gastar. Diz o texto que esse servo "gastou com alegria seus cinco talentos"
11- Como era o servo que recebeu dois talentos, e o que fez com os talentos que recebera?
( ) Havendo recebido apenas dois talentos, teve inveja e ciúmes do que recebera cinco, pois não reconhecia seus limites. Esse servo questionou a quantidade de talentos ganhos, mas, trabalhou com persistência e granjeou outros dois talentos.
( ) Mesmo havendo recebido apenas dois talentos, não teve inveja ou ciúmes do que recebera cinco, pois reconhecia seus limites. Esse servo não questionou a quantidade de talentos ganhos, pelo contrário, trabalhou com persistência e granjeou outros dois talentos.
( ) Mesmo havendo recebido apenas dois talentos, não teve inveja ou ciúmes do que recebera cinco, pois reconhecia seus limites. Esse servo não questionou a quantidade de talentos ganhos, pelo contrário, trabalhou com persistência e granjeou outros cinco talentos.
12- Como era o servo que recebeu apenas um talento, e o que fez com o talento que recebera?
( ) Este servo ficou feliz com seu Senhor, falou de sua justiça, demonstrando autocrítica e gratidão; enterrou o talento.
( ) Este servo ficou feliz com seu Senhor, falou de sua justiça, demonstrando autocrítica e gratidão; granjeou o talento, ganhando outro.
( ) Este servo criticou o seu Senhor, acusou-o de injustiça, demonstrando falta de autocrítica e ingratidão; enterrou o talento.
III. O ÊXITO E O INSUCESSO DOS SERVOS
13- Por que os dois primeiros servos obtiveram êxito?
( ) Os dois primeiros servos dedicaram-se em negociar seus talentos
14- Por que o terceiro servo só obteve insucesso: Marque com um X as respostas certas
 
 
Nunca está satisfeito
 
Não trabalha
 
Recebeu tanto quanto era capaz de negociar
 
Tenta salvar sua vida
 
Trabalhou corretamente
 
Foi um servo exemplar
 
Cavou na terra, e escondeu o dinheiro do seu senhor
 
Acaba perdendo a vida com DEUS
 
Preguiçoso
 
Despreza suas habilidades naturais e espirituais e torna-se inútil na Casa de Deus
 
IV.A PRESTAÇÃO DE CONTAS (MT 25.19)
15- O que DEUS exige antes da recompensa?
( ) Formosura
( ) Fidelidade
( ) Falibilidade
16- Como foi chamado o servo que enterrou o Talento?
( ) "Mau e negligente senhor" (v.26).
( ) "Mau e eficiente servo" (v.26).
( ) "Mau e negligente servo" (v.26).
16- Como deve todo servo fazer seu trabalho para o Senhor?
( ) Com alegria, diligência e Falibilidade
( ) Com alegria, diligência e fidelidade
( ) Com tristeza, diligência e fidelidade
17- Que convite receberam aqueles fiéis servos, como seu galardão?
( ) O convite para entrar "na sala do Senhor"
( ) O convite para entrar "perante o trono do Senhor"
( ) O convite para entrar "no gozo do Senhor"
18- Quando será o ajuste de contas com o Senhor?
( ) Quando Ele voltar para reaver seus talentos, quando ninguém o esperar
( ) Quando Ele voltar para rever seus talentos, quando o esperarem com alegria
( ) Quando Ele voltar para reaver seus servos, quando o esperarem com talentos naturais
19- O que acontecerá com os infiéis?
( ) Ficarão dentro e serão unidos com misericórdia
( ) Ficarão tristes e serão banidos para uma terra distante
( ) Ficarão de fora e serão punidos sem misericórdia
CONCLUSÃO
20- Cite algumas lições que aprendemos nesta parábola. Complete:
a- Todos recebemos algum ____________ de Deus a fim de usá-lo no progresso do Reino;
b- Existem servos _____________ e injustos que nada fazem em prol do crescimento da obra de Deus;
c- Haverá um dia de prestação de contas para os justos - o _______________de Cristo (2 Co 5.10);
d- Haverá um dia de prestação de contas para os injustos - o Grande ______________ Branco (Ap 20.11-15) e
e- A retribuição será ______________para fiéis e infiéis

Colaboração do Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva.

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