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Lição 7 - Exortação ao Amor Fraternal | ||||||||||||||||||||||||||
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| Estudos: | ||||||||||||||||||||||||||
| - O amor fraternal | ||||||||||||||||||||||||||
| - Exortação ao Amor Fraternal | ||||||||||||||||||||||||||
| - Como o Amor Atua | ||||||||||||||||||||||||||
| - O que é andar em amor | ||||||||||||||||||||||||||
| - Você Sabe Amar? | ||||||||||||||||||||||||||
| - Amamos verdadeiramente? | ||||||||||||||||||||||||||
| - O verdadeiro amor cristão | ||||||||||||||||||||||||||
| - O amor nunca falha | ||||||||||||||||||||||||||
| - Amor (sentimento) | ||||||||||||||||||||||||||
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Livros: | ||||||||||||||||||||||||||
- Firmes Nestes Últimos Dias: 1 e 2 Tessalonicenses - Kay Arthur - Editora Vida | ||||||||||||||||||||||||||
Complemento: | ||||||||||||||||||||||||||
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TEXTO ÁUREO: "Quanto, porém, à caridade
fraternal, não necessitais de que vos escreva, visto que vós mesmos estais
instruídos por Deus que vos ameis uns aos outros" (1 Ts 4.9).
10 porque também já assim o fazeis para com todos os irmãos que estão por toda a Macedônia. Exortamo-vos, porém, a que ainda nisto continueis a progredir cada vez mais, Jo 13.34 Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. 35 Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. 13.34 AMEIS UNS AOS OUTROS. O cristão é exortado a amar de um modo especial a todos os outros cristãos verdadeiros, quer sejam membros da sua igreja e da sua persuasão teológica, quer não. (1) Isso significa que o crente deve saber distinguir os cristãos verdadeiros daqueles cuja confissão de fé é falsa, observando a sua obediência a Jesus Cristo e sua lealdade às Sagradas Escrituras (5.24; 8.31; 10.27; Mt 7.21; Gl 1.9). (2) Isso significa que quem possui uma fé viva em Jesus Cristo e é leal à Palavra inspirada e inerrante de Deus, conforme tal pessoa a compreende, e que resiste ao espírito modernista e mundano predominante em nossos tempos, é meu irmão em Cristo e merece meu amor, consideração e apoio especiais. (3) Amar a todos os cristãos verdadeiros, inclusive os que não pertencem à minha igreja, não significa transigir ou acomodar minhas crenças bíblicas específicas nos casos de diferenças doutrinárias. Também não significa querer promover união denominacional. (4) O cristão nunca deverá transigir quanto à santidade de Deus. É essencial que o amor a Deus e à sua vontade, conforme revelados na sua Palavra, controlem e orientem nosso amor ao próximo. O amor a Deus deve sempre ocupar o primeiro lugar em nossa vida (ver a próxima nota; Mt 22.37,39). 13.35 CONHECERÃO QUE SOIS MEUS DISCÍPULOS. O amor (gr. ágape) deve ser a marca distintiva dos seguidores de Cristo (1 Jo 3.23; 4.7-21). Este amor é, em suma, um amor abnegado e sacrificial, que visa ao bem do próximo (1 Jo 4.9,10). Por isso, o relacionamento entre os crentes deve ser caracterizado por uma solicitude dedicada e firme, que vise altruisticamente a promover o sumo bem uns dos outros. Os cristãos devem ajudar uns aos outros nas provações, evitar ferir os sentimentos e a reputação uns dos outros e negar-se a si mesmos para promover o mútuo bem-estar (cf 1 Jo 3.23; 1 Co 13; 1 Ts 4.9; 1 Pe 1.22; 2 Ts 1.3; Gl 6.2; 2 Pe 1.7). LEITURA DIÁRIA: promessas e compromissos para com Ele; (d) a devoção cordial, expressada em nossa dedicação aos padrões justos de Deus no meio de um mundo que o rejeita; e (e) o anseio pela sua presença e pela comunhão com Ele. Terça – Mt 22.39 Amor ao próximo 39 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. 22.39 AMARÁS O TEU PRÓXIMO. Um filho de Deus deve amar a todos (Gl 6.10; 1 Ts 3.12), inclusive seus inimigos (5.44). Deve amar também de modo especial a todos os verdadeiros cristãos, nascidos de novo (ver Jo 13.34 nota; Gl 6.10; cf. 1 Ts 3.12; 1 Jo 3.11). (1) O amor do crente por seu irmão em Cristo, por seu próximo e por seu inimigo, deve ser subordinado, controlado e dirigido pelo seu amor e devoção a Deus. (2) O amor a Deus é o primeiro e grande mandamento (vv. 37,38). Por isso, a santidade de Deus, seu desejo de pureza, sua vontade e seu padrão revelados nas Escrituras nunca devem ser prejudicados por nossa falta de amor para com todos. Quarta – Ef 5.25 Amor à esposa 25 Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, Deus estabeleceu a família como a unidade básica da sociedade. Toda família necessita de um dirigente. Por isso, Deus atribuiu ao marido a responsabilidade de ser cabeça da esposa e família (vv. 23-33; 6.4). Sua chefia deve ser exercida com amor, mansidão e consideração pela esposa e família (vv. 25-30; 6.4). A responsabilidade do marido, que Deus lhe deu, de ser "cabeça da mulher" (v. 23) inclui: (1) provisão para as necessidades espirituais e domésticas da família (vv. 23,24; Gn 3.16-19; 1 Tm 5.8); (2) o amor, a proteção, a segurança e o interesse pelo bem-estar dela, da mesma maneira que Cristo ama a Igreja (vv. 25-33); (3) honra, compreensão, apreço e consideração pela esposa (Cl 3.19; 1 Pe 3.7); (4) lealdade e fidelidade totais na vivência conjugal (v. 31; Mt 5.27,28). Quinta – 1 Jo 4.11 Amar aos outros como Deus ama 11 Amados, se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros. AMEMO-NOS UNS AOS OUTROS. Embora o amor seja um aspecto do fruto do Espírito (Gl 5.22,23) e uma evidência do novo nascimento (2.29; 3.9,10; 5.1), é também algo que temos a responsabilidade de desenvolver. Por essa razão, João nos exorta a amar uns aos outros, a termos solicitude por eles e procurar o bem-estar deles. João não está falando apenas em sentimento de boa-vontade, mas em disposição decisiva e prática, de ajudar as pessoas nas suas necessidades (3.16-18; cf. Lc 6.31). João nos admoesta a demonstrar amor, por três razões: (1) O amor é a própria natureza de Deus (vv. 7-9), e Ele o demonstrou ao dar seu próprio Filho por nós (vv. 9,10). Compartilhamos da sua natureza porque nascemos d'Ele (v. 7). (2) Porque Deus nos amou, nós, que temos experimentado o seu amor, perdão e ajuda, temos a obrigação de ajudar o próximo, mesmo com grande custo pessoal. (3) Se amamos uns aos outros, Deus continua a habitar em nós, e o seu amor é em nós aperfeiçoado (v. 12). Sexta – 1 Jo 4.20 O falso amor 20 Se alguém diz: Eu amo a Deus e aborrece a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? Sábado – Mt 5.44 Amar aos inimigos 44 Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem,
2Co 9.1 Quanto à administração que se faz a favor dos santos, não necessito escrever-vos, 2 porque bem sei a prontidão do vosso ânimo, da qual me glorio de vós, para com os macedônios, que a Acaia está pronta desde o ano passado, e o vosso zelo tem estimulado muitos. 3 Mas enviei estes irmãos, para que a nossa glória, acerca de vós, não seja vã nessa parte; para que (como já disse) possais estar prontos, 4 a fim de, se acaso os macedônios vierem comigo e vos acharem desapercebidos, não nos envergonharmos nós (para não dizermos, vós) deste firme fundamento de glória. 5 Portanto, tive por coisa necessária exortar estes irmãos, para que, primeiro, fossem ter convosco e preparassem de antemão a vossa bênção já antes anunciada, para que esteja pronta como bênção e não como avareza. 6 E digo isto: Que o que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará. 7 Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.
DEUS age sempre , em tudo, com Amor e conosco não é diferente, DEUS nos ama de uma tal forma que foi capaz de nos dar o que ELE tinha de maior valor para que reconhecêssemos esse imenso amor, seu único amado Filho, JESUS CRISTO. Ágape Ou Agapê (Amor De Deus, O Importante E Necessário, O Principal) DEUS ME AMA, e a prova que ele deu deste amor, foi enviando o seu Filho para morrer por mim quando eu era ainda seu inimigo (Rm. 5.8-10). Estava morto espiritualmente, mas Ele bondosamente me deu vida. Achava-me perdido, sem a menor chance de escapar da condenação eterna, porém, Ele graciosamente me salvou. Jesus veio para me dar vida, e vida com abundância. O ágape cristão, sentimento que nos liga mesmo aos que nos são indiferentes, mesmo aos nossos inimigos, e tem como horizonte virtual a humanidade inteira. 2. O amor chamado phileo. É o amor fraternal. Altruísta, comunitário, interessado no bem-estar dos outros, contrário ao egoísmo. Tem o significado de “terno afeto de coração”; “afetividade”; “gostar de verdade”. Há muitas menções dele no Novo Testamento. Desse termo vêm palavras nossas como filantropia (amor ao próximo); filosofia (apreço ao conhecimento), etc. O Amor Fraterno: Phileo (Fraternal, De Irmãos, Necessário Mas Não O Principal) “Aquele que ama a Deus [ou que julga amá-lo], ame também seu irmão” (4:21). Mas, seria o amor um atributo exclusivo daqueles que são da luz e da justiça? Uma análise sincera do texto somada a outras passagens parece indicar-nos que “não”.Enquanto sentimento inerente ao ser humano, o amor pode pertencer a todos os homens, quer sejam aliados do Cristo ou do Anticristo. Notemos que a teologia joanina possibilita a este amor-sentimento objetos que não coadunam com a permanência em Deus: pode-se amar ao mundo (2:15), as trevas (João 3:19) ou até mesmo as glórias mundanas (João 12:43). E confiando na historicidade do relato de Mateus 5:47, podemos imaginar João entre aqueles que ouviram Jesus dizer: “Se amais apenas os que vos amam, que fazeis de extraordinário? Não fazem os pagãos a mesma coisa?”. Em outras palavras, até mesmo os falsos profetas e os anticristos poderiam amar aos seus irmãos ou adeptos. A busca joanina pela diferença básica entre os de Deus e os do mundo não se vê, pois, satisfeita num único discurso sobre o “amar ao irmão”. Não que ele abandone o tema ou passe a considerá-lo de somenos importância, mas que desligado dos outros temas da justiça e da fé ele se torna incompleto. Embora nem todos os que amam procedam da luz, todos os que procedem da luz necessariamente amam. E não somente isto, mas praticam a justiça e mantêm a fé. Jo 13.35 A marca distintiva do crente 35 Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. CONHECERÃO QUE SOIS MEUS DISCÍPULOS. O amor (gr. ágape) deve ser a marca distintiva dos seguidores de Cristo (1 Jo 3.23; 4.7-21). Este amor é, em suma, um amor abnegado e sacrificial, que visa ao bem do próximo (1 Jo 4.9,10). Por isso, o relacionamento entre os crentes deve ser caracterizado por uma solicitude dedicada e firme, que vise altruisticamente a promover o sumo bem uns dos outros. Os cristãos devem ajudar uns aos outros nas provações, evitar ferir os sentimentos e a reputação uns dos outros e negar-se a si mesmos para promover o mútuo bem-estar (cf 1 Jo 3.23; 1 Co 13; 1 Ts 4.9; 1 Pe 1.22; 2 Ts 1.3; Gl 6.2; 2 Pe 1.7). 3. O amor chamado storge. É o amor mais relacionado à família (Rm 12.10). O desaparecimento desse amor é mencionado em Rm 1.31 e 2 Tm 3.3. O Amor Familiar (Num certo sentido todos somos filhos de Adão, porém nem todos somos filhos de DEUS, somente os nascidos de novo, regenerados pelo poder da Palavra de DEUS, assim a família de DEUS só é formada por salvos em CRISTO) Storge (Afetivo, Amor Romântico, Necessário Mas Não O Principal) A família moderna estrutura-se basicamente em torno do casamento, e nesse sentido, é uma família conjugal – sei que há a “família pós-moderna” e seus novos arranjos sociais, aos quais não vou tecer considerações nesse momento. A relação familiar é algo extremamente complexa e dinâmica. Daí o amor se constituir em um desafio de escolha à cada dia: escolher amar o outro apesar das diferenças e do desgaste que muitas vezes a relação apresenta diante do fator tempo. Você pode estar pensando que isso não é fácil, mas com a sua escolha adicionada à graça de Deus torna-se possível. Porque família é projeto de Deus em primeiro lugar; Ele é o maior interessado. Mas família também tem que ser projeto de homens e mulheres; ou seja, é preciso implicação de cada membro familiar. 4. O amor chamado eros. (Origem dos termos erógeno, erotismo, eromania). Não é mencionado na Bíblia, a não ser seus exemplos. O Amor Físico Eros (Atração Física, Necessário Mas Não O Principal) O amor que atrai fisicamente é importante para o casal em seu relacionamento físico, mas deve sempre ser controlado pela Palavra de DEUS. Todo sexo desnatural é pecado. A atração sexual deve ser entre um homem e uma mulher, nunca por mais de uma mulher e nunca por mais de um homem e sempre entre sexos opostos. O amor "Eros" pode levar o ser humano ao interesse sexual pecaminoso se não for controlado. - A atração sexual de um homem por outro homem, é pecado. Lv 20.13 Quando também um homem se deitar com outro homem como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue é sobre eles. - A atração sexual de uma mulher por outra mulher ,é pecado. Lv 20.13 Quando também um homem se deitar com outro homem como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue é sobre eles. - A atração sexual do ser humano por algum animal, é pecado. Lv 20.15 Quando também um homem se deitar com um animal, certamente morrerá; e matareis o animal. 16 Também a mulher que se chegar a algum animal, para ter ajuntamento com ele, aquela mulher matarás com o animal; certamente morrerão; o seu sangue é sobre eles. - A atração sexual do ser humano por um parente seu, é pecado. Dt 27.20 Maldito aquele que se deitar com a mulher de seu pai, porquanto descobriu a ourela de seu pai! E todo o povo dirá: Amém! Dt 27.22 Maldito aquele que se deitar com sua irmã, filha de seu pai ou filha de sua mãe! E todo o povo dirá: Amém! Dt 27.23 Maldito aquele que se deitar com sua sogra! E todo o povo dirá: Amém! Lv 20.20 Quando também um homem se deitar com a sua tia, descobriu a nudez de seu tio; seu pecado sobre si levarão; sem filhos morrerão. Lv 20.12 Semelhantemente, quando um homem se deitar com a sua nora, ambos, certamente, morrerão; fizeram confusão; o seu sangue é sobre eles. - A atração sexual deve ser contida nos dias de menstruação da mulher Lv 15.19 Mas a mulher, quando tiver fluxo, e o seu fluxo de sangue estiver na sua carne, estará sete dias na sua separação, e qualquer que a tocar será imundo até à tarde. As múltiplas faces de Eros A concepção do erótico abrange um espectro extremamente amplo de experiências, práticas culturais e relações. Embora não se identifique com os impulsos sexuais e libidinais, eros os contém indiscutivelmente. O amor humano para com Deus é da natureza de eros, pois inclui 'elevação do inferior para o superior, dos bens inferiores para o summum bonum. Além disso, o amor governa o ciclo de separação e reunião que estrutura todas as dimensões da realidade humana e cósmica. Nesse ciclo, sempre está presente uma dimensão de eros. Eros não é apenas a energia que impulsiona todas as realizações culturais e todas as formas de experiência mística, mas é simplesmente a força que anima cada movimento no mundo. Está presente nos 'poderes originários da existência', nas forças elementares da origem que são o sangue, o solo, o grupo social, energias que estão na base da sexualidade, da economia, da política e da religião e não podem ser controladas pela racionalidade analítica. Eros aparece assim como essencialmente ambíguo e demoníaco, criador e destruidor ao mesmo tempo. volta De que valeria a nosso semelhante um amor de indicações? Será que estamos encaminhando aos serviços sociais todos aqueles que vêem a nós em busca do amor de DEUS? Como DEUS poderia operar os dons do ESPÍRITO SANTO para ajudar às pessoas se todas as oportunidades que temos de servir a DEUS, enviamos a outrem o necessitado e o aflito? Is 56.6 Acaso não é este o jejum que escolhi? que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo? e que deixes ir livres os oprimidos, e despedaces todo jugo?7 Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desamparados? que vendo o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?8 Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará. e a tua justiça irá adiante de ti; e a glória do Senhor será a tua retaguarda.9 Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente;10 e se abrires a tua alma ao faminto, e fartares o aflito; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio dia.11 O Senhor te guiará continuamente, e te fartará até em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca falham. 2. Amor para com todos (4.10). “Porque também já assim o fazeis para com todos os irmãos que estão por toda a Macedônia”. Como aqueles crentes conseguiram isso com limitados recursos e sem os modernos meios de comunicação e transporte? Eles tornaram-se, em pouco tempo, verdadeiros exemplos de cristãos amorosos e laboriosos para com os irmãos da Macedônia. Isso incluía Filipos, onde Paulo e seu companheiro foram perseguidos e maltratados. O amor ágape é o que faz a diferença. Esse amor para com todos é tão sublime que ultrapassa as fronteiras do relacionamento entre os próprios irmãos em Cristo. Amar a quem nos ama não é tão difícil. Dificultoso, na realidade, é amar os outros, quando estes são, com referência a nós, arredios, queixosos, reclamantes, prevenidos, mal informados, ofendidos e mesmo inimigos. Mas é o que nos manda o Senhor Jesus: “... Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem” (Mt 5.44-46). volta
4.7 AMEMO-NOS UNS AOS OUTROS. Embora o amor seja um aspecto do fruto do Espírito (Gl 5.22,23) e uma evidência do novo nascimento (2.29; 3.9,10; 5.1), é também algo que temos a responsabilidade de desenvolver. Por essa razão, João nos exorta a amar uns aos outros, a termos solicitude por eles e procurar o bem-estar deles. João não está falando apenas em sentimento de boa-vontade, mas em disposição decisiva e prática, de ajudar as pessoas nas suas necessidades (3.16-18; cf. Lc 6.31). João nos admoesta a demonstrar amor, por três razões: (1) O amor é a própria natureza de Deus (vv. 7-9), e Ele o demonstrou ao dar seu próprio Filho por nós (vv. 9,10). Compartilhamos da sua natureza porque nascemos dEle (v. 7). (2) Porque Deus nos amou, nós, que temos experimentado o seu amor, perdão e ajuda, temos a obrigação de ajudar o próximo, mesmo com grande custo pessoal. (3) Se amamos uns aos outros, Deus continua a habitar em nós, e o seu amor é em nós aperfeiçoado (v. 12). Lv 19.34 Como o natural, entre vós será o estrangeiro que peregrina convosco; amá-lo-eis como a vós mesmos, pois estrangeiros fostes na terra do Egito. Eu sou o SENHOR, vosso Deus. 19.34 AMÁ-LO-EIS COMO A VÓS MESMOS. Amar o próximo inclui amar os estranhos (os forasteiros e residentes estrangeiros) que vêm morar onde vivemos. Jesus destaca a mesma coisa na parábola do bom samaritano (Lc 10.25-37). O próprio Deus amava o seu povo quando eram estrangeiros, e requer que façamos o mesmo. Deus quer abençoar todas as nações do mundo (Gn 12.3; Jo 3.6). Dt 15.13 E, quando o despedires de ti forro, não o despedirás vazio. 15.13 NÃO O DESPEDIRÁS VAZIO. Os israelitas não podiam mandar embora seus escravos sem provisões suficientes (cf. v. 12). O amor ao próximo (cf. Lv 19.18) os compelia a prover alimentos e suprimentos suficientes à sobrevivência deles, até conseguirem trabalho para ganhar a vida. Semelhantemente, o princípio do amor e da justiça no novo concerto, requer que tratemos os empregados com compaixão, eqüidade e justiça. Is 3.14 O SENHOR vem em juízo contra os anciãos do seu povo e contra os seus príncipes; é que fostes vós que consumistes esta vinha; o espólio do pobre está em vossas casas. 3.14 O ESPÓLIO DO POBRE. ( Espólio aqui, é literalmente bens tomados do próximo). Deus abomina maus-tratos aos menos afortunados da sociedade. Na igreja, também, Ele observa e leva em conta o modo de seus membros tratarem uns aos outros (ver Cl 3.25). Deus requer que o crente demonstre amor, justiça e compaixão no seu relacionamento com o próximo Os 2.20 E desposar-te-ei comigo em fidelidade, e conhecerás o SENHOR. 2.20 E DESPOSAR-TE-EI COMIGO EM FIDELIDADE. Nos tempos bíblicos, o noivado era um compromisso contratual ao nível de matrimônio. Aqui, Deus promete restaurar o relacionamento pactual entre Ele e Israel mediante o seu amor redentor, a fim de que os israelitas viessem a conhecê-lo de modo genuíno e pessoal. Em contrapartida, Deus estava a exigir justiça, retidão, amor constante, bondade e fidelidade de seu povo. De igual modo, Ele quer que os crentes, hoje, manifestem-lhe fidelidade, sincero amor e compaixão ao próximo. Mt 22.39 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. 22.39 AMARÁS O TEU PRÓXIMO. Um filho de Deus deve amar a todos (Gl 6.10; 1 Ts 3.12), inclusive seus inimigos (5.44). Deve amar também de modo especial a todos os verdadeiros cristãos, nascidos de novo (ver Jo 13.34 nota; Gl 6.10; cf. 1 Ts 3.12; 1 Jo 3.11). (1) O amor do crente por seu irmão em Cristo, por seu próximo e por seu inimigo, deve ser subordinado, controlado e dirigido pelo seu amor e devoção a Deus. (2) O amor a Deus é o primeiro e grande mandamento (vv. 37,38). Por isso, a santidade de Deus, seu desejo de pureza, sua vontade e seu padrão revelados nas Escrituras nunca devem ser prejudicados por nossa falta de amor para com todos. Lição 7 - Exortação ao Amor Fraternal Lições Bíblicas (www.cpad.com.br) Por Esdras Costa Bentho - autor do livro Hermenêutica Fácil e Descomplicada Subsídios para a lição Vida santa até a Volta de Cristo. Esboço da Lição I) Que vos ameis uns aos outros II) Diversos tipos de amor III) O amor na prática IV) Progredindo em amor 1. O Desenvolvimento no Amor Fraternal, na Mordomia, e no Respeito (4.9-12). Paulo agora faz a mudança dos discursos específicos nos quais considerou a pureza sexual, para a chamada geral ao exercício e ao crescimento no “amor [ou caridade] fraternal” (philadelphia, do verbo phileo, que significa, “amar, ter afeição”). Alguns intérpretes exageraram na distinção entre agapao e phileo, afirmando que o primeiro é o tipo superior de amor que Deus demonstra, enquanto o segundo é um amor inferior sobre o qual os cristãos podem crescer. Originalmente, o termo philadelphia foi usado para o amor entre irmãos e irmãs de sangue, então foi apropriadamente emprestado pela comunidade cristã de irmãos e irmãs em Cristo. a) Orientação paulina: A orientação de Paulo ao crescimento em suas expressões desse amor fraterno não é uma concessão por alguma incapacidade de demonstrar algo mais do que afeição, pois, na verdade, o apóstolo também usa a palavra agapao no mesmo versículo. b) Ponto principal da mensagem paulina: O ponto principal da mensagem do apóstolo, é que a comunidade cristã deve ser caracterizada pela lealdade e pelo profundo cuidado que imita o nível do comprometimento de Deus para com eles (Jo 13.34,35). A extensão da discórdia ou da divisão que existiu na Igreja em Tessalônica não foi em grande escala. Alguns, mais provavelmente uma pequena minoria, estavam ameaçando a harmonia por serem preguiçosos (1 Ts 4.11,12; 5.14; 2 Ts 3.10) e intrometidos (2 Ts 3.11). Porém, a igreja como um todo foi caracterizada pelo amor. Paulo conhece a dinâmica dos relacionamentos, e sabe que a menos que se prestasse uma cuidadosa atenção à harmonia, a igreja estaria a um passo de um conflito generalizado. Coerentemente, incentiva os santos a se dedicarem intensamente à instrução em que foram encaminhados, na qual já estavam bastante adiantados. 2. Instruídos no Amor Fraterno Paulo diz não haver necessidade de escrever aos tessalonicenses sobre a importância do amor fraterno e está confiante de que pode manter a discussão em um nível mínimo. a) Instruídos por Deus: Um pequeno lembrete é tudo de que precisam nesse estágio, pois já foram bem instruídos por ele (4.1-2), e acima de tudo, foram “instruídos por Deus”. Esse conceito de ser ensinado dessa maneira, relata o cumprimento da profecia e os benefícios da promessa da nova aliança. No versículo 8 Paulo já mencionou o dom do Espírito Santo, que nos ajuda a buscarmos a santificação. b) A realidade da nova aliança: A respeito da nova aliança, Jeremias registra que o Senhor diz: “porei a minha lei no seu interior e a escreverei no seu coração” (Jr 31.33). Semelhantemente, Isaías escreve: “E todos os tebus filhos serão discípulos do Senhor” (Is 54.13). E Jesus afirma que essas profecias são aplicáveis à nova aliança, dizendo: “E serão todos ensinados por Deus. Portanto, todo aquele que do Pai ouviu e aprendeu vem a mim” (Jo 6.45). c) Paulo reconhece seu papel nesse novo tempo: Ele é o agente da instrução de Deus — à medida que Deus o unge, o povo de Deus ouvirá os seus ensinos. O apóstolo pode se sentir seguro de que, contanto que seja um despenseiro fiel (1 Ts 2.4), Deus nutrirá e completará a obra iniciada nos convertidos (Fp 1.6). 3. A Fraternidade dos Tessalonicenses Demonstrada A habilidade de Paulo como um líder que tem discernimento, é especialmente demonstrada no versículo 10. Em nenhum sentido se dá a impressão de que os convertidos não sejam bons o suficiente; não há qualquer tom de aspereza ou impaciência. Antes, afirma alegremente o progresso dos tessalonicenses — sua ampla demonstração de amor é testemunhada por toda a Macedônia (1.7,8). a) Hospitalidade: É provável que esse amor tenha incluído a hospitalidade aos cristãos em viagem pela Tessalônica, uma vez que, no mundo antigo, era difícil que os viajantes conseguissem acomodações decentes, exceto pela hospitalidade de amigos... a hospitalidade foi uma virtude muito louvável e praticada pela igreja primitiva (cf. 3 Jo 5). b) Generosidade: Outro aspecto do amor dos tessalonicenses é a generosidade. Paulo cita-os (bem como os macedônios em geral), como um exemplo para motivar os coríntios a também serem generosos no aspecto financeiro. Orgulha-se deles dizendo: “em muita prova de tribulação, houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza superabundou em riquezas da sua generosidade... pedindo-nos com muitos rogos a graça e a comunicação deste serviço, que se fazia para com os santos” (2 Co 8.2-4). Suas ofertas eram um eloqüente testemunho de sua fé e amor. 4. A Fraternidade dos Tessalonicenses Demonstrada Paulo não somente afirma seu progresso nas demonstrações de amor, também os incentiva dizendo: “continueis a progredir cada vez mais”. Novamente usa o verbo perisseuo (“abundar”; veja 4.1); e o quadro que devemos ver aqui não é a frenética luta por um objetivo inatingível. Freqüentemente, alguns cristãos se sentem tristes e incompetentes, culpados, nunca suficientemente bons apesar de seus esforços, como se alcançar à perfeição fosse a única realização importante aos olhos de Deus. O que importa é que por meio da ajuda de nosso aliado, o Espírito Santo, podemos abundar em amor; isto é, nossas vidas precisam ser caracterizadas pela crescente tendência a amar (2 Pe 1.8), em oposição à atitude de retirar-se para o egocentrismo. Paulo está preocupado que os santos possam se considerar erroneamente satisfeitos com seu estilo de vida, tornando-se, desse modo, negligentes — um mal que pode acercar-se sem ser percebido. As palavras positivas de exortação são o estímulo eficaz de Paulo para o crescimento. Extraído de ARRINGTON, French; STRONSTAD, Roger (ed.) Comentário bíblico pentecostal: Novo Testamento. Rio de Janeiro:CPAD, 2003. volta Ajuda: www.cpad.com.br Livros, revistas, bíblias e site Colaboração do Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva. | ||||||||||||||||||||||||||
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