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Lição 8 - Elifaz e a teologia do relacionamento mercantil com Deus | |||||
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| Estudos: | |||||
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- Falando de Graça | |||||
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- A graça de Deus | |||||
| - Você Não Tem de Compreender Suas Aflições - Você Tem a Graça | |||||
| - A Graça de Deus na criação, na cultura, na sociedade e na economia | |||||
| - A graça e o conhecimento | |||||
| - Os Meios da Graça A Maneira de Crescer na Vida Cristã | |||||
| - A maravilhosa graça de Deus | |||||
| - A impaciência de Jó | |||||
| - Os amigos de Jó | |||||
| - Diário de crescimento cristão | |||||
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Livros: | |||||
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- O despertar da Graça - Charles R. Swindoll - Editora Bompastor | |||||
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Complemento: | |||||
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Texto Áureo: “Não pelas obras de justiça
que houvéssemos feito, mas, segundo a sua misericórdia, nos salvou pela
lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo” (Tt 3.5).
A LAVAGEM DA REGENERAÇÃO. Isto
se refere ao novo nascimento do crente, visto simbolicamente no batismo
cristão. A "renovação do Espírito Santo" refere-se à outorga constante da
vida divina aos crentes à medida que se submetem a Deus (cf. Rm
12.2) Verdade Prática:
Deus não trata seus filhos com
base num amor mercantilista e comercial. A base de seu relacionamento para
conosco é a sua graça, infinita e inexplicável graça.
Rm 5.21 “Para que, assim como
o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida
eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor.” A "justificação de vida" para
todas as pessoas é em potencial; ela torna-se real, no homem, à medida que
este crê em Cristo e recebe a graça, a vida e o dom da justiça por Jesus
Cristo (v. 17). Leitura Diária:
Segunda Rm 3.24 A graça é
justificadora = 24sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela
redenção que há em Cristo Jesus, Rm 3.21 A JUSTIÇA DE DEUS.
Esta expressão refere-se à ação redentora de Deus na esfera do pecado
humano, mediante a qual, Ele, dentro das normas da sua justiça (v. 26),
leva-nos a um relacionamento correto com Ele mesmo e nos liberta do poder
do mal (no AT, a operação da salvação e a manifestação da justiça são
essencialmente a mesma coisa ver Sl 98.1,2; Is 46.13; 51.5-8; 56.1,2;
62.1; ver Sl 32.2). (1) Essa revelação da justiça de Deus no evangelho não
é algo que ocorreu somente no passado. Como o poder de Deus para a
salvação que acompanha o crente, ela se mantém nova e suficiente . (2)
Essa justiça de Deus é nossa, mediante a fé em Jesus Cristo (v. 22)3.22 FÉ
EM JESUS CRISTO. Vemos aqui que Jesus Cristo é o real objeto da nossa fé .
A fé em Jesus Cristo como Senhor e Salvador é a única condição que Deus
requer do pecador, para a sua salvação 3.24 JUSTIFICADOS GRATUITAMENTE...
PELA REDENÇÃO. Este versículo contém duas das palavras que Paulo mais usa
para expressar a salvação: "justificados" e "redenção" 3.25 SEU SANGUE. O NT enfatiza
várias verdades no tocante à morte de Cristo em prol da humanidade. (1)
Foi um sacrifício, i.e., a oferenda do seu sangue, da sua vida (1 Co 5.7;
Ef 5.2). (2) Foi vicária, i.e., ele morreu, não para seu próprio bem, mas
para o bem dos outros (5.8; 8.32; Mc 10.45; Ef 5.2). (3) Foi substituinte,
i.e., Cristo padeceu a morte como a penalidade do nosso pecado, como nosso
substituto (6.23). (4) Foi propiciatória, i.e., a morte de Cristo em prol
dos pecadores satisfez a lei justa de Deus, bem como a ordem moral divina.
A morte de Cristo removeu a ira de Deus contra o pecador arrependido. A
integridade de Deus exigia que o pecado fosse castigado e que fosse feita
propiciação junto a Ele, em nosso favor. Pela propiciação no sangue de
Cristo, a santidade de Deus permaneceu imaculada e Ele pôde manifestar,
com toda justiça, a sua graça e amor na salvação (v. 25). Deve ser
enfatizado que o próprio Deus propôs Cristo como nossa propiciação (v.
25). Ele não precisava ser persuadido a demonstrar misericórdia e amor,
pois "Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo" (2 Co 5.19; cf.
Jo 3.16; Rm 5.8; 8.3,32; 1 Co 8.6; Ef 4.4-6). (5) Foi expiatória, i.e., um
sacrifício para fazer expiação ou reparação pelo pecado. Como expiação, o
sacrifício visa a remir a culpa. Pela morte de Cristo, foram anulados a
culpa e o poder do pecado, que fazem separação entre Deus e o crente. (6)
Foi eficaz, i.e., a morte expiatória de Cristo tem em si o poder de
produzir o efeito cabal necessário da redenção, quando esta é buscada pela
fé. (7) Foi vitoriosa, i.e., na cruz, Cristo triunfou na sua luta contra o
poder do pecado, de Satanás e de suas hostes demoníacas, que mantinham o
ser humano no cativeiro. Sua morte foi a vitória inicial sobre os inimigos
espirituais de Deus e dos homens (8.3; Jo 12.31,32; Cl 2.15). Assim sendo,
a morte de Cristo é redentora. Dando sua própria vida como resgate (1 Pe
1.18,19), Ele nos libertou dos inimigos que mantinham a raça humana na
escravidão, i.e., o pecado (6.6), a morte (2 Tm 1.10; 1 Co 15.54-57) e
Satanás (At 10.38); e nos libertou para servirmos a Deus (6.18). Todos os
benefícios da morte sacrificial de Cristo, mencionados supra, pertencem,
em potencial, a todo ser humano, mas tornam-se realidade somente para
aqueles que, pela fé, aceitam Jesus Cristo e seu sacrifício redentor em
lugar deles. Terça Rm 4.16 A graça nos
garante a promessa = 16 Portanto, é pela fé, para que seja segundo a
graça, a fim de que a promessa seja firme a toda a posteridade, não
somente à que é da lei, mas também à que é da fé de Abraão, o qual é pai
de todos nós. PARA QUE SEJA SEGUNDO A GRAÇA.
Se a salvação, a justificação e a justiça que Deus outorga viessem pela
nossa perfeita obediência à Lei, ninguém seria salvo, porque ninguém
jamais a cumpriu de modo perfeito. Mas, posto que a salvação é pela fé,
mediante a graça, poderão ser salvos todos aqueles que buscam a Deus. Ele,
por sua misericórdia, perdoa os nossos pecados e outorga-nos a sua graça
(i.e., seu Espírito e seu poder), para regenerar nossa vida e nos tornar
seus filhos. Quarta 1 Co 16.23 A graça está
sempre conosco = 23 A graça do Senhor Jesus Cristo seja convosco.
A graça de DEUS é revelada e
conquistada somente através da aceitação de JESUS CRISTO como Senhor e
Salvador. Quinta 2 Co 4.15 A graça
multiplicada = 15 Porque tudo isso é por amor de vós, para que a graça,
multiplicada por meio de muitos, torne abundante a ação de graças, para
glória de Deus. Através das muitas almas
salvas a graça de DEUS era abundantemente multiplicada, gerando muitos
louvores a DEUS pela sua salvação sem acepção de pessoas, raças, tribos ou
nações; todos se convertiam a JESUS CRISTO. Sexta 2 Co 6.1 A graça não
pode ser recebida em vão = 1 E nós, cooperando também com ele, vos
exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão NÃO RECEBAIS A GRAÇA DE DEUS
EM VÃO. Paulo cria, indubitavelmente, que era possível o crente receber a
graça de Deus e experimentar a salvação (v.2), e depois, por causa de
descuido espiritual ou de viver em pecado deliberado, abandonar a fé e a
vida do evangelho, e voltar a perder-se. Todos devem ser exortados a se
reconciliarem com Deus e a receber a sua graça (5.20). Aqueles que recebem
a graça de Deus devem ser exortados a não recebê-la em vão (cf. vv.
14-18). Sábado 2 Co 8.7 A graça pode
ser abundante em nós = 7 Portanto, assim como em tudo sois abundantes na
fé, e na palavra, e na ciência, e em toda diligência, e em vossa caridade
para conosco, assim também abundeis nessa graça. RIQUEZAS DA SUA GENEROSIDADE.
Os princípios e as promessas da contribuição cristã contidos nesses dois
capítulos são os seguintes: (1) Pertencemos a Deus; aquilo que possuímos
está confiado às nossas mãos pelo Senhor (v. 5). (2) Devemos tomar a
decisão firme, em nosso coração, de que serviremos a Deus, e não ao
dinheiro (v.5; Mt 6.24). (3) A contribuição é feita para ajudar os
necessitados (v. 14; 9.12; Pv 19.17; Gl 2.10), para promover o reino de
Deus (1 Co 9.14; Fp 4.15-18), para acumular tesouros no céu (Mt 6.20; Lc
6.32-35) e para aprendermos a temer ao Senhor (Dt 14.22,23). (4) A
contribuição deve ser em proporção ao que ganhamos (vv. 3,12; 1 Co 16.2).
(5) A contribuição é considerada uma prova do nosso amor cristão (v.24) e
deve ser realizada de modo sacrificial (v.3) e voluntária (9.7). (6) Ao
contribuirmos com nossas ofertas para Deus, semeamos não somente dinheiro,
mas também fé, tempo, serviço, e, assim, colhemos mais fé e outras bênçãos
(v.5; 9.6,10-12). (7) Quando Deus nos dá em abundância, é para que
multipliquemos as nossas boas obras (9.8; Ef 4.28). (8) Quando
contribuímos, isso aumenta a nossa dedicação a Deus (Mt 6.21) e propicia
suas bênçãos sobre nossos assuntos financeiros (Lc 6.38).
Leitura Bíblica Em Classe:
TITO 3.3-8 3Porque também nós éramos, noutro
tempo, insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias
concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos,
odiando-nos uns aos outros.4Mas, quando apareceu a benignidade e caridade
de Deus, nosso Salvador, para com os homens,5não pelas obras de justiça
que houvéssemos feito, mas, segundo a sua misericórdia, nos salvou pela
lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo,6que
abundantemente ele derramou sobre nós por Jesus Cristo, nosso
Salvador,7para que, sendo justificados pela sua graça, sejamos feitos
herdeiros, segundo a esperança da vida eterna. 8Fiel é a palavra, e isto
quero que deveras afirmes, para que os que crêem em Deus procurem
aplicar-se às boas obras; estas coisas são boas e proveitosas aos homens.
Objetivos: Após esta aula, seu
aluno deverá estar apto a: Descrever a teologia de
Elifaz.
Toma-Lá, Dá-Cá. Teologia da
prosperidade Identificar sua origem
familiar. Temã, Provavelmente no
Território de Edom, Família que tinha alguns princípios Bíblicos.
INTRODUÇÃO Nesta lição,
defrontar-nos-emos com duas teologias: a de Elifaz e a da graça de Deus.
Estarão ambas respondendo a esta pergunta: Por que o justo tem de sofrer?
De um lado Elifaz querendo
condenar o justo Jó por coisas que ele não fez, mas que poderia explicar
os seus sofrimentos, por outro lado Jó se defendendo, pois sabia que não
tinha pecado assim contra DEUS, Satanás assoprava na boca de Elifaz,
enquanto DEUS aproveitava para fazer de Jó um homem capaz de vencer todas
as investidas de Satanás sem nem ao menos o conhecer.
I. QUEM FOI
ELIFAZ O significado de Elifaz, em
hebraico, traz um emblema bastante elucidativo: Meu Deus é forte.
Infere-se daí tenham sido seus pais gente de reconhecida piedade. Doutra
forma: jamais colocariam um nome tão especial no filho.
Apesar de ter uma boa formação
teológica, podemos descobrir que Elifaz só conhecia a linha "Dura" da
teologia, ou seja, aquela que é natural aos teólogos que estudam muito,
mas não oram nunca, esquecendo-se da graça de DEUS, do amor de DEUS por
seus seres, da capacidade infinita de perdoar que ELE tem.
1. A procedência de
Elifaz.
Era de Temã, provável
território de Edom, talvez o mais velho dos amigos de Jó, pois falou
primeiro e era costume o mais velho falar em primeiro
lugar. 2. Elifaz: teólogo ou
filósofo? Em sua busca pelos motivos que
levaram Jó a tanto sofrimento Elifaz acaba por deixar a teologia e entrar
pela vereda parcial, humana e diabólica da filosofia que tanto tem tentado
negar a eficácia da fé. Na verdade a Filosofia seria bem-vinda se ao invés
de tentar provar a inexistência de DEUS, procurasse com afinco comprovar
não somente a existência como também o amor de DEUS para conosco. Veja o
conselho de Paulo aos filósofos Epicureus e Estóicos em At 17.29 = Sendo
nós, pois, geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja
semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e
imaginação dos homens. Também vemos o que achava
Paulo das filosofias humanas em Cl 2.8 = Tende cuidado para que ninguém
vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a
tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo
Cristo; Epicureus e
estóicos EPICUREUS: Uma seita
filosófica grega, da qual alguns partidários, juntamente com os estóicos,
discutiram com Paulo em Atenas, At 17,18. Ambas estas escolas mostraram-se
tolerantes, levando Paulo ao Areópago para ouvi-lo e examinar as suas
doutrinas. A seita dos epicureus tirava seu nome de Epicuro. Este
filósofo, de poderosa mentalidade, escreveu numerosos livros e ensinou, na
sua escola em Atenas, durante 36 anos, até a sua morte. Ensinava que o
prazer é o sumo bem dos homens, que devemos buscar os prazeres e evitar os
sofrimentos. Mas esses prazeres não incluem apenas a gratificação das
paixões sensuais, mas também os derivados das faculdades morais. ESTÓICOS: Os epicureus
ensinavam que o prazer é o sumo bem dos homens. Os estóicos, ao contrário,
ensinavam que o prazer nunca deve ser o motivo de nossos atos. Zenão, o
fundador dessa seita, aconselhava os seus discípulos a dominarem os seus
sentimentos, para resistirem
o mais possível todas as influências externas. O estoicismo
alcançava um grau de insensibilidade que se assemelhava muitas vezes a
dureza. Os principais estóicos foram Cleanto c Crisipo. fundadores da
escola com Zenão; Ariston de Cio; Hérilo de Cartago; Diógenes de Selêucia;
Sêneca, Epícteto e Marco Aurélio.
II. A TEOLOGIA DE ELIFAZ
A LEGÍTIMA PROSPERIDADE É SER
CANAL DE DEUS PARA AJUDAR OS OUTROS E NÃO PARA ENRIQUECERMOS.
VEJA EXEMPLO DE BARNABÉ que
vendeu sua propriedade para abençoar a Igreja e veja seu fim, Diácono
respeitado, amigo de Paulo em suas viagens. E O EXEMPLO DE ANANIAS E
SAFIRA que deram para terem posição social. QUAL o fim deles? A morte.
Prosperidade Prosperidade, no sentido
bíblico, é a medida das bênçãos de Deus, segundo Sua vontade. Não se trata
apenas de “ser rico” ou ter “ótima saúde”, mas possuir: sabedoria, dons,
bom (boa) esposo (a), filhos obedientes e fiéis a Deus, honras, paz,
segurança, etc. Alguns termos bíblicos que descrevem a prosperidade:
“bênçãos”, “bem-aventurado”, “colheita”, “abundância”, “prosperar”.
Ao longo da história humana,
Deus tem usado de pessoas prósperas para abençoar seu povo: Abraão, Isaque, José (do Egito), Davi,
Salomão, etc. • Como obter prosperidade?
Sendo obediente: Ex 23.25, Dt
7.12-13, 11.13-15, Pv 28.20, Ap 22.7. A obediência á vontade de Deus leva
o homem a gozar par, harmonia, segurança, e usufruir dos benefícios que
Deus tem reservado aqueles que O amam (2 Cr 26.5, Sl 1.3). Exemplo: as
promessas feitas aos dizimistas fazem parte da bênção pela obediência (Ml
3.10,11). Isaque foi obediente, ficando em Gerar, e Deus lhe abençoou
muitíssimo (Gn 26.2, 6, 12-14). • Podemos pedir prosperidade para
Deus? Sem dúvida, Ele nos quer
abençoar sempre! (Mt 6.33, Fp
4.19). O que ocorre, com freqüência, que a prosperidade é vista
egoisticamente, para o próprio deleite da pessoa que a recebe. Aí então
ocorre o engano da “prosperidade sem responsabilidade”.
• Que é “voto de prosperidade”?
É um voto feito á Deus,
propondo-se a ser um canal de suas bênçãos. O voto é o seguinte: quanto
mais bênçãos receber, mais a pessoa dará para outros (At 20.35). Pessoas
que fizeram este voto: Abraão (Gl 3.14), Jacó (Gn 28.22), Salomão (1 Rs
3.8-9), etc. • A prosperidade pode cessar?
Não de todo. Mas, por motivos
especiais, Deus pode fazer cessar alguma prosperidade em particular. O
caso mais conhecido é o de Jó: perdeu bens, família e saúde, para alcançar
uma bênção maior: conhecer Deus de perto! (Jó 42.5). “Todas as coisas
cooperam para o bem...” (Rm 8.28). • Qual a nossa responsabilidade
diante da prosperidade a nós concedida? Será proporcional ao que
recebermos (Mt 25.14-30). Especificamente, aos que receberem bênçãos
materiais, estará a responsabilidade de ministrar misericórdia (1 Tm
6.17-19). Aos que receberem grande sabedoria, será cobrado
responsabilidade extra pelo seu uso . É propósito de Deus que haja
diligência (cuidado) com o que recebermos: o que pouco recebe, pouco será
cobrado, o que muito recebe, muito será exigido (Lc 12.48). Haverá um
tribunal especial para nós, cristãos, para avaliar nossa fidelidade em
relação àquilo que recebemos de Deus (“Tribunal de Cristo”: Rm 14.10, 2 Co
5.10). O QUE FAZER DIANTE DAS
ENFERMIDADES? Não podemos ser acomodados,
devemos orar, clamar, buscar, jejuar, insistir, etc.
Contudo, não devemos exigir,
reivindicar, questionar a Deus. Deus faz com a nossa vida o que ele
quiser, Ele manda, Ele é soberano. Rm 9:20,21; 11:33-36.
Deus é o senhor
das nossas aflições! Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam
a Deus e são chamados segundo o SEU propósito. O evangelho da prosperidade
não traz consolo, mas frustração e culpa pela incredulidade.
Veja estudo com refutação da
Teologia da Prosperidade em http://www.assembleiadedeus-rn.org.br/familia/port/index.htm
1. A perigosa teologia de
Elifaz. Teoria de que se Jó servisse a
DEUS com integridade e lhe adorasse, nunca lhe aconteceria nada de ruim.
(nem pobreza, nem enfermidade, nem problema com os filhos e nem no
trabalho). O que JESUS nos diz? Jo 16.33 Tenho-vos dito isso,
para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom
ânimo; eu venci o mundo. 2. Uma teologia sofismática.
Apenas os que desagradam a
DEUS, sofrem. Será que vamos nos esquecer
dos servos de DEUS que deram suas vidas pelo evangelho, sofreram todo tipo
de perseguição e dor; será que não estavam agradando a DEUS?
Hb 11.35-38 = 11.35 UNS FORAM TORTURADOS.
Deus permitiu que alguns dos seus filhos fiéis experimentassem grandes
sofrimentos e provações. Embora desfrutassem da comunhão com Deus, Ele não
livrou a todos do sofrimento e da morte (vv. 35-39). (1) Note que, pela fé, alguns
"escaparam do fio da espada" (v. 34) e, também pela fé, alguns foram
"mortos a fio de espada" (v. 37). Pela fé, um foi livrado; e também pela
fé, outro foi morto (cf. 1 Rs 19.10; Jr 26.23; At 12.2). A fé verdadeira
não somente levará os crentes a fazerem grandes coisas para Deus (vv.
33-35), mas também, às vezes, os levará a sofrimentos, perseguições,
aflições e privações (vv. 35-39; cf. Sl 44.22; Rm 8.36; Mt 5.10
nota). (2) A fidelidade a Deus não
garante conforto nem livramento da perseguição neste mundo. Ela nos
garante, no entanto, a graça, ajuda e força de Deus em tempos de
perseguição, de provações ou de sofrimentos (cf. 12.2; Jr 20.1,7,8;
37.13-15; 38.5; 2 Co 6.9) 11.38 ERRANTES PELOS
DESERTOS... CAVERNAS. Os santos fiéis de Deus recusaram-se a conformar-se
com os decadentes padrões do mundo e a desfrutar dos seus prazeres
imorais, e, em troca disso, receberam o desprezo e as aflições do mundo.
Porque rejeitavam o mundo, eram rejeitados pelo mundo. Embora houvesse
bênçãos prometidas aos fiéis no AT (Dt 29.9; Js 1.8), tiveram de suportar
aflições e privações (vv. 35-38). No NT, os fiéis são ensinados a esperar
adversidades (ver 2 Tm 3.12), a se identificarem com a cruz (ver Mt 10.38;
Gl 2.20) e seguir o "homem de dores" (Is 53.3; cf. Hb
12.2). 3. Uma teologia perversa. Jó não poderia ser
responsabilizado pela destruição de seus filhos, veja o que DEUS diz:
Ez 18.4 Eis que todas as almas são
minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha; a alma que
pecar, essa morrerá. ESTA PARÁBOLA. A parábola em
miniatura, do versículo 2, e também em Jr 31.29, é um provérbio com base
provavelmente em Êx 20.5 e Dt 5.9, textos nos quais está dito que os
filhos são afetados pelos pecados dos pais. Ezequiel deixa claro, porém,
que esses textos não visavam ensinar que os filhos devem ser castigados
pelos pecados dos pais. Cada um presta conta de seus próprios pecados. Em
Rm 6.23 temos esse mesmo princípio, sob as seguintes palavras: Porque o
salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna,
por Cristo Jesus, nosso Senhor. III. A RESPOSTA DE
JÓ Diante de um discurso
abusadamente falacioso, responde o patriarca: “Oh! Se a minha mágoa
retamente se pesasse, e a minha miséria juntamente se pusesse numa
balança! Porque, na verdade, mais pesada seria do que a areia dos mares;
por isso é que as minhas palavras têm sido inconsideradas” (Jó 6.2,3).
1. Jó pede uma balança.
Seria possível pesar o
sofrimento? Jó gostaria de mostrar materialmente toda sua dor, pois seu
amigo não podia sentir sua dor e sofrer sua angústia sem que pudesse
provar a razão daquilo que não tinha razão. 2. A Teologia da Aflição.
A teologia da Aflição é aquela
que tenta convencer aos homens que tudo o que acontece é pagamento de DEUS
ao homem pelos seus pecados. IV. A GRAÇA DE DEUS – O
ANTÍDOTO CONTRA A TEOLOGIA DE ELIFAZ Elifaz, à semelhança de muitos
religiosos de nossos dias, acreditava que o homem, penitenciando-se e tudo
fazendo por comprazer a Deus, jamais será atingido por quaisquer
calamidades.
1. A imperfeição das obras
humanas.
PERMISSÕES PARA AÇÕES
SATÂNICAS (Por Luciano Subirá) Encontraremos algumas vezes
nas Escrituras, textos que nos mostram permissões divinas para ações
satânicas. Quero chamar sua atenção para alguns deles; e começaremos com
um dos mais conhecidos (porém mal entendidos) exemplos, o de Jó, que foi
duramente atacado pelo diabo. Só que o diabo conseguiu permissão para
furar o bloqueio da proteção divina; e quem a deu foi exatamente o Chefe
da segurança! "Perguntou ainda o SENHOR a
Satanás: Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante
a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal.
Então, respondeu Satanás ao
SENHOR: Porventura, Jó debalde teme a Deus? Acaso, não o cercaste com
sebe, a ele, a sua casa e a tudo quanto tem? A obra de suas mãos
abençoaste, e os seus bens se multiplicaram na terra.
Estende, porém, a mão, e
toca-lhe em tudo quanto tem, e verás se não blasfema contra ti na tua
face. Disse o SENHOR a Satanás: Eis
que tudo quanto ele tem está em teu poder; somente contra ele não estendas
a mão. E Satanás saiu da presença do SENHOR." Jó 1:8-12.
Durante muito tempo não
aceitei o livro de Jó. Dizem que durante a Reforma Martinho Lutero quis
tirar o livro de Tiago da Bíblia, pois sua maior revelação na Palavra
havia sido a da justificação pela fé, e as afirmações de Tiago sobre as
obras o incomodavam; não sei se isto realmente foi assim, mas eu já tive
vontade de que o livro de Jó não estivesse na Bíblia! Como não poderia
tirá-lo, tentei arrumar explicações para o porque isto teria acontecido.
Então comecei a ensinar que Jó
havia dado brecha ao diabo; dizia que ele era medroso, que era por ter
tanto medo dos filhos pecarem, que ele fazia sacrifícios preventivos, e
que foi a porta do medo que ele abriu que deixou o adversário entrar, pois
ele mesmo admitiu: "Aquilo que temo me sobrevêm, e o que receio me
acontece" (Jó 3:25). Mas Jó disse isto depois das
coisas estarem lhe acontecendo; e quanto a dizer que era brecha
espiritual, fica difícil ajustar isto ao testemunho que o Senhor dá acerca
dele, dizendo ser homem justo e irrepreensível; qualquer um que estivesse
dando brecha e lugar ao diabo deveria ser considerado repreensível, mas
ele não foi, pois não era este o seu problema. Se Jó somente estivesse
colhendo o que ele mesmo autorizou o diabo a fazer, então Satanás nem
teria que pedir permissão a Deus. Tudo isto é bobagem, são
explicações simplistas para que outras doutrinas que formamos fiquem de
pé. O fato é que este é um exemplo de uma permissão divina para uma ação
satânica. Mas Deus não dá este espaço ao diabo à toa; foi mais uma
sataneira. E no fim Jó teve a restituição de tudo mas, o que é mais
importante, ele termina dizendo: "Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os
meus olhos te vêem." (Jó 42:5). No fim das contas, o diabo acabou
aproximando Jó ainda mais de Deus. Isto faz parte do agir invisível de
Deus. O Senhor está agindo mesmo nos momentos e circunstâncias quando
parece que nos abandonou. Ele está no controle. FÉ E
GRAÇA Rm 5.21 “Para que, assim como
o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida
eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor.” A salvação é um dom da graça
de Deus, mas somente podemos recebê-la em resposta à fé, do lado humano.
Para entender corretamente o processo da salvação, precisamos entender
essas duas palavras: Fé e Graça FÉ SALVÍFICA. A fé em Jesus
Cristo é a única condição prévia que Deus requer do homem para a salvação.
A fé não é somente uma confissão a respeito de Cristo, mas também uma ação
dinâmica, que brota do coração do crente que quer seguir a Cristo como
Senhor e Salvador (cf. Mt 4.19; 16.24; Lc 9.23-25; Jo 10.4, 27; 12.26; Ap
14.4).(1) O conceito de fé no NT abrange quatro elementos principais: (a)
Fé significa crer e confiar firmemente no Cristo crucificado e ressurreto
como nosso Senhor e Salvador pessoal (ver Rm 1.17). Importa em crer de
todo coração (At 8.37; Rm 6.17; Ef 6.6; Hb 10.22), ou seja: entregar a
nossa vontade e a totalidade do nosso ser a Jesus Cristo tal como Ele é
revelado no NT.(b) Fé inclui arrependimento, i.e., desviar-se do pecado
com verdadeira tristeza (At 17.30; 2Co 7.10) e voltar-se para Deus através
de Cristo. Fé salvífica é sempre fé mais arrependimento (At 2.37,38; ver
Mt 3.2).(c) A fé inclui obediência a Jesus Cristo e à sua Palavra, como
maneira de viver inspirada por nossa fé, por nossa gratidão a Deus e pela
obra regeneradora do Espírito Santo em nós (Jo 3.3-6;
14.15, 21-24; Hb 5.8,9). É a
“obediência que provém da fé” (Rm 1.5). Logo, fé e obediência são
inseparáveis (cf. Rm 16.26). A fé salvífica sem uma busca dedicada da
santificação é ilegítima e impossível.(d) A fé inclui sincera dedicação
pessoal e fidelidade a Jesus Cristo, que se expressam na confiança, amor,
gratidão e lealdade para com Ele. A fé, no seu sentido mais elevado, não
se diferencia muito do amor. É uma atividade pessoal de sacrifício e de
abnegação para com Cristo (cf.
Mt 22.37; Jo 21.15-17; At 8.37; Rm 6.17; Gl 2.20; Ef 6.6; 1Pe 1.8).(2) A
fé em Jesus como nosso Senhor e Salvador é tanto um ato de um único
momento, como uma atitude contínua para a vida inteira, que precisa
crescer e se fortalecer (ver Jo 1.12). Porque temos fé numa Pessoa real e
única que morreu por nós (Rm 4.25; 8.32; 1Ts 5.9,10), nossa fé deve
crescer (Rm 4.20; 2Ts 1.3; 1Pe 1.3-9). A confiança e a obediência
transformam-se em fidelidade e devoção (Rm 14.8; 2Co 5.15); nossa
fidelidade e devoção transformam-se numa intensa dedicação pessoal e
amorosa ao Senhor Jesus Cristo (Fp 1.21; 3.8-10; ver Jo 15.4; Gl
2.20). GRAÇA. No AT Deus revelou-se
como o Deus da graça e misericórdia, demonstrando amor para com o seu
povo, não porque este merecesse, mas por causa da fidelidade de Deus à sua
promessa feita a Abraão, Isaque e Jacó (ver Êx 6.9). Os escritores
bíblicos dão prosseguimento ao tema da graça como sendo a presença e o
amor de Deus em Cristo Jesus, transmitidos aos crentes pelo Espírito
Santo, e que lhes outorga misericórdia, perdão, querer e poder para fazer
a vontade de Deus (Jo 3.16; 1Co 15.10; Fp 2.13; 1Tm 1.15,16). Toda
atividade da vida cristã, desde o seu início até o fim, depende desta
graça divina.(1) Deus concede uma medida da sua graça como dádiva aos
incrédulos (1Co 1.4; 15.10), a fim de poderem crer no Senhor Jesus Cristo
(Ef 2.8,9; Tt 2.11; 3.4).(2) Deus concede graça ao crente para que seja
“liberto do pecado” (Rm 6.20, 22), para que nele opere “tanto o querer
como o efetuar, segundo a sua boa vontade” (Fp 2.13; cf. Tt 2.11,12; ver
Mt 7.21), para orar (Zc 12.10), para crescer em Cristo (2Pe 3.18) e para
testemunhar de Cristo (At 4.33; 11.23). (3) Devemos diligentemente desejar
e buscar a graça de Deus (Hb 4.16). Alguns dos meios pelos quais o crente
recebe a graça de Deus são: estudar as Escrituras Sagradas e obedecer aos
seus preceitos (Jo 15.1-11; 20.31; 2Tm 3.15), ouvir a proclamação do
evangelho (Lc 24.47; At 1.8; Rm 1.16; 1Co 1.17,18), orar (Hb 4.16; Jd v.
20), jejuar (cf. Mt 4.2; 6.16), adorar a Cristo (Cl 3.16); estar
continuamente cheio do Espírito Santo (cf. Ef 5.18) e participar da Ceia
do Senhor (cf. At 2.42; ver Ef 2.9). (4) A graça de Deus pode ser
resistida (Hb 12.15), recebida em vão (2Co 6.1), apagada (1Ts 5.19),
anulada (Gl 2.21) e abandonada pelo crente (Gl 5.4). CONCLUSÃO Conclui-se, pois, estar
totalmente equivocada a teologia mercantilista de Elifaz. Cl 2.8 FILOSOFIAS E VÃS
SUTILEZAS... NÃO SEGUNDO CRISTO. Paulo nos adverte a vigiar contra todas
as filosofias, religiões e tradições que destacam a importância do homem à
parte de Deus e de sua revelação escrita. Hoje, uma das maiores ameaças
teológicas contra o cristianismo bíblico é o "humanismo secular", que se
tornou a filosofia de base e a religião aceita em quase toda educação
secular e é o ponto de vista aprovado na maior parte dos meios de
comunicação e diversão no mundo inteiro. (1) Que ensina a filosofia do
humanismo? (a) Ensina que o homem, o universo e tudo quanto existe é
apenas matéria e energia moldadas ao acaso. (b) Afirma que o homem não foi
criado por um Deus pessoal, mas que resultou de um processo evolutivo. (c)
Rejeita a crença num Deus pessoal e infinito, e nega ser a Bíblia a
revelação inspirada de Deus à raça humana. (d) Afirma que não existe
conhecimento à parte das descobertas feitas pelo homem, e que a razão
humana determina a ética apropriada para a sociedade, fazendo do ser
humano a autoridade máxima neste particular. (e) Procura modificar ou
melhorar o comportamento humano mediante educação, redistribuição
econômica, psicologia moderna ou sabedoria humana. (f) Crê que padrões
morais não são absolutos, e sim relativos e determinados por aquilo que
faz as pessoas sentirem-se felizes, que lhes dá prazer, ou que parece bom
para a sociedade, de acordo com os alvos estabelecidos por seus líderes;
deste modo, os valores e moralidade bíblicos são rejeitados. (g) Considera
que a auto-realização do homem, sua auto-satisfação e seu prazer são o
sumo bem da vida. (h) Sustenta que as pessoas devem aprender a lidar com a
morte e com as dificuldades da vida, sem crer em Deus ou depender
dEle. (2) A filosofia do humanismo
começou com Satanás e é uma expressão da sua mentira de que o homem pode
ser igual a Deus (Gn 3.5). As Escrituras identificam os humanistas como os
que "mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais a
criatura do que o Criador" (Rm 1.25). (3) Todos os dirigentes,
pastores e pais cristãos devem envidar seus máximos esforços em proteger
seus filhos da doutrinação humanista, desmascarando-lhes os erros e
instilando nas mentes deles um desprezo santo pela sua influência
destrutiva (Rm 1.20-32; 2 Co 10.4,5; 2 Tm 3.1-10; Jd 4-20; ver 1 Co 1.20;
2 Pe 2.19). Questionário:
Texto Áureo:
1- As obras de justiça que
fizemos têem participação como mérito em nossa salvação?
( ) Sim ( ) Algumas ( ) Todas
elas ( ) Não
Verdade Prática:
2- Qual a base do
relacionamento de DEUS para conosco? ( ) Amor e
prosperidade financeira ( ) Amor
Comercial
( )
Sua Graça infinita e inexplicável Introdução
3- Quais as duas teologias que
são defrontadas a nós através de Elifaz e DEUS? ( ) Teologias da
Fé e da Graça
( )
Teologias da Prosperidade e da Graça ( ) Teologias da
salvação e da consubstanciação. 4- Por que o justo tem de
sofrer, segundo a teologia de Elifaz? ( ) Porque
agradara a DEUS
( )
porque desagradara a DEUS ( ) Para se
purificar Tópico I - Quem Foi Elifaz
5- De onde provinha Elifaz?
( ) De Canaã ( ) Do Egito ( ) Da
Fenícia
( )
De Temã
( )
Da Etiópia 6- Por que podemos concluir
que Elifaz era mais Filósofo do que Teólogo? ( ) Porque seus
conhecimentos a respeito de DEUS eram meramente especulações
( ) Porque seus
conhecimentos a respeito de DEUS eram puramente experimentais
( ) Porque seus
conhecimentos a respeito de DEUS eram meramente deduções espirituais
7- Quais tipos de filósofos
Paulo confrontou em Atenas, dizendo-lhes que deveriam usar suas
especulações no sentido de se aproximarem do único e verdadeiro DEUS?
( ) Tríade
Magnífica
( )
Epicureus e Estóicos ( ) Gregorianos
e 8- Por que Elifaz pôs-se a
condenar Jó através de uma teologia casuística? ( ) Por possuir um
conhecimento avançado de DEUS ( ) Por possuir um
conhecimento alternado de DEUS ( ) Por não
possuir um conhecimento revelado de DEUS Tópico II - A Teologia De
Elifaz 9- Na linguagem popular, em
que consistia a Teologia de Elifaz? ( ) Feijão com
Arroz
( )
Toma-lá, dá-cá ( ) Brinca Com
Fogo, Amanhece Molhado 10- Cite pelo menos 03 servos
de DEUS que passaram por grandes provações e sofrimentos, mas eram fiéis
servos de DEUS, antes da época de Jó? ( ) Abel, Enoque e
Davi ( ) Adão, Abel e
Salomão (
) Abel,
Enoque e Noé 11- Quais os adjetivos usados
por Elifaz contra Jó? ( ) Justo e
Louco
( )
Injusto e Louco
( )
Injusto e bobo
( )
Justo e tolo 12- Segundo Elifaz, por que os
filhos de Jó pereceram? ( ) Por causa do
mau tempo
( )
Por causa da mulher de Jó ( ) Por causa de
seu pai, Jó. Tópico III - A Resposta De Jó:
13- De que maneira Jó via suas
palavras em sua defesa recebidas? ( ) Eram
consideradas como sábias ( ) Eram
inconsideradas
( )
Eram bem-vindas
14- Para avaliar a miséria de
Jó qual instrumento deveria ser usado? ( ) Um
estetoscópio
( )
Um Dedal
( )
Uma Balança
( )
Uma panela 15- Complete:
"Porque, como as
_______________de CRISTO são abundantes em nós, assim também a nossa _____________________
sobeja por meio de __________________." ( 2 Co 1.5).
Tópico IV - A Graça De DEUS -
O Antídoto Contra A Teologia De Elifaz 16- O que o homem deveria
fazer, segundo Elifaz, para que DEUS afastasse o homem de todas as
angústias e tribulações dessa vida (mesma opinião aceita por várias
religiões atuais)? ( ) Penitenciar-se
e fazer boas obras
(
) Jejuar e orar ( ) Ler a Bíblia,
Orar e jejuar 17- Para que haja salvação o
que representam nossas obras (Is 64.6)? ( ) Valem muito e
decidem nossas salvação ( ) Representam o
próprio JESUS
( )
Trapos de imundície 18- Jó fez uma das mais
importantes indagações (ou perguntas) teológicas, qual foi?
( ) Quem é
DEUS
( )
Por que sou o que sou ( ) Como
poderá o homem justificar-se perante DEUS? 19- o que é necessário para
que alcance,os a justificação diante de DEUS? ( ) Obras de
caridade
( )
Aceitar a JESUS e confiar em seus méritos de como nosso suficiente
salvador ( ) Obras de
perdão e misericórdia 20- Complete de acordo com
nossa justificação através de CRISTO: Seremos vistos por
_____________ como se jamais houvéramos cometido qualquer
__________________ ou _____________. E assim seremos
declarados ____________com base na justificação de ___________(Rm 5.1-8).
Conclusão:
21- Complete:
A graça de DEUS é real,
____________ e sempre abundante. sua __________________ é mais do que
suficiente! Salva-nos e proporciona-nos as mais doces
_________________________________. Questionário:
1. Quem era
Elifaz? R. 2. Qual a teologia de
Elifaz? R. 3. De que Elifaz acusa
Jó? R. 4. Como deve ser o
relacionamento do crente com Deus? R. 5. Como poderá o homem
justificar-se diante de Deus? R. Fontes consultadas e alguns
comentários inseridos: 1- CD Da CPAD, Revista e BEP,
Peq.Enc.Bíb. - Orlando Boyer - CPAD 2- Livro Jó - Claudionor De
Andrade - CPAD - www.cpad.com.br
3- Introdução e Comentários de
Francis I.Andersen - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova - S.Paulo - SP
2º Impressão 05/1996 - http://www.vidanova.com.br/ Colaboração do Ev. Luiz
Henrique de Almeida Silva | |||||
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