Texto Áureo:
"Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador
Jesus Cristo" (2 Pe
3.18).
Crescer = é avançar, é aumentar, é abundar. Quem pára tem a
tendência muito forte a voltar e Quem volta tem a tendência muito grande a
cair.
Gl 5.4 Separados estais de Cristo,
vós os que vos justificais pela lei; da graça decaístes.
Graça = Dádiva da salvação de DEUS dada a todo o ser humano
sem merecimento, através do sacrifício de JESUS CRISTO na cruz, por nós. é
preciso crêr pela fé e confessar co a boca para tomar posse dessa
graça.
Rm 6.23 b o dom gratuito de
Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor.
Rm 10.9 Porque, se com a tua
boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o
ressuscitou dentre os mortos, será salvo;
Rm 5.15 b e o dom pela graça
de um só homem, Jesus Cristo, abundou para com muitos.
Tt 2.11 Porque a graça de Deus se
manifestou, trazendo salvação a todos os homens,
Conhecimento = Quer dizer amizade, ter tudo em comum, ter
intimidade, ter relacionamento de amor com o pai através de seu filho
JESUS CRISTO revelado no ESPÍRITO SANTO. 2 Co 13.13 A graça
do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo
sejam com todos vós.
Verdade Prática:
O conhecimento de Deus diz respeito a uma vida de verdadeiro
relacionamento com Ele.
É um se aproximar de CRISTO, sabendo que nunca chegaremos a ser
igual, mas estaremos sempre tentando imitá-lo, ouví-lo em tudo, pois só se
conhece o pai através do filho. É buscando o conhecimento de JESUS CRISTO
que conheceremos ao PAI.
Jo 14.9 Respondeu-lhe Jesus:
Há tanto tempo que estou convosco, e ainda não me conheces, Felipe? Quem
me viu a mim, viu o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?
1 Pe 2.4 e, chegando-vos para
ele, pedra viva, rejeitada, na verdade, pelos homens, mas, para com Deus
eleita e preciosa,
Mt 11.27 Todas as coisas me
foram entregues por meu Pai; e ninguém conhece plenamente o Filho, senão o
Pai; e ninguém conhece plenamente o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o
Filho o quiser revelar.
Leitura Diária:
Segunda Is 11.9
A terra se encherá do conhecimento do
Senhor
Terça Os 4.6
Porque Israel foi para a Diáspora
Quarta Os
2.20 Israel ainda conhecerá o
SENHOR
Quinta Is
1.3, 4 Ai da nação que não tem
conhecimento de Deus
Sexta Cl 1.9,
10 O conhecimento
espiritual
Sábado Jo 8.19
Quem não conhece o Filho não conhece o
Pai
Leitura Bíblica em Classe:
OSÉIAS 6.1-6 1 Vinde, e tornemos para o SENHOR, porque ele
despedaçou e nos sarará, fez a ferida e a ligará. 2 Depois de dois
dias, nos dará a vida; ao terceiro dia, nos ressuscitará, e viveremos
diante dele. 3 Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a
alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia
que rega a terra. 4 Que te farei, ó Efraim? Que te farei, ó Judá?
Porque a vossa beneficência é como a nuvem da manhã e como o orvalho da
madrugada, que cedo passa. 5 Por isso, os abati pelos profetas; pela
palavra da minha boca, os matei; e os teus juízos sairão como a luz. 6
Porque eu quero misericórdia e não sacrifício; e o conhecimento de Deus,
mais do que holocaustos.
Objetivos:
Após esta aula, seu aluno deverá estar apto
a:
Identificar como imprescindível o conhecimento de Deus para a
humanidade.
Reafirmar que não basta conhecer Deus de forma teórica, mas
prática.
Reconhecer que a fidelidade de Deus é sempre maior que a
capacidade de o homem pecar.
INTRODUÇÃO
O texto que vamos estudar hoje envolve escatologia e crescimento
espiritual. O conhecimento é um dos temas básicos da teologia do profeta
Oséias (2.20; 4.1, 6; 5.4; 8.2) e a escatologia está presente em todo o
seu livro.
I. JEOVÁ RESTAURARÁ SEU POVO
1.
"Vinde e tornemos para o Senhor" (v.1). Muitos expositores entendem que os
vv.1-3 estão vinculados ao v.15 do capítulo anterior: Vinde =
Chamamento, está no imperativo, não é apenas um pedido, mas uma ordem
como última oportunidade.
Tornemos = Mudança de atitude, de vida, de direção, agora
rumo ao verdadeiro DEUS.
2. "Ele despedaçou e nos sarará, fez a ferida e a ligará"
(v.1).
Na última oportunidade dada por DEUS ao seu povo o profeta os
lembra de que a diáspora é para causar arrependimento e volta ao caminho
correto. O oleiro amassa o vaso e faz outro. A aliança deve ser ratificada
para ter renovação de promessas.
II. O TERCEIRO DIA
1.
"Ao terceiro dia nos ressuscitará" (v.2). Essa profecia tem dupla
aplicação: a restauração de Israel e a ressurreição de Cristo.
É provável que a indicação de tres dias queira dizer um período
suficiente de juízo como em:
Gn 40.19 dentro de três dias
tirará Faraó a tua cabeça, e te pendurará num madeiro, e as aves comerão a
tua carne de sobre ti.
Êx 10.22 Estendeu, pois,
Moisés a mão para o céu, e houve trevas espessas em toda a terra do Egito
por três dias.
Jn 1.17 Então o Senhor
preparou um grande peixe, para que tragasse a Jonas; e esteve Jonas três
dias e três noites nas entranhas do peixe.
Também tem a ver com a necrose ou tempo que o corpo suporta para
começar a se decompor; indicando que Israel estaria no cativeiro até um
determinado período de tempo para que não desaparecessem totalmente da
terra. DEUS reservaria alguns fiéis joelhos para ELE, o remanescente é que
se salvará.
1 Rs 19.18 Todavia deixarei em Israel sete mil: todos os joelhos que não se
dobraram a Baal, e toda boca que não o beijou.
Ed 9.13 E depois de tudo o que
nos tem sucedido por causa das nossas más obras, e da nossa grande culpa,
ainda assim tu, ó nosso Deus, nos tens castigado menos do que merecem as
nossas iniqüidades, e ainda nos deixaste este remanescente;
Ressuscitará quer dizer que após o período de quase destruição
(Juízo, quase chegando ao extermínio), haverá
ressurreição.
A nação será restabelecida. Após setenta anos de cativeiro foram
restabelecidos como nação como vimos na lição passada.
a) As datas dos eventos do Antigo Testamento. Convém
salientar que essas datas não são bíblicas. A Bíblia registra os fatos sem
se preocupar com detalhes cronológicos.
CRONOLOGIA: O
tratado das datas históricas da Bíblia está envolvido na maior confusão.
As nações da antigüidade não tinham um sistema uniforme de contar o tempo.
Não tinham uma época que servisse de ponto fixo de referência a que se
ligassem aos fatos posteriores. Costumavam datar os documentos em relação
ao ano do domínio do monarca que reinava. Os hebreus, durante alguns anos,
datavam os eventos começando com a sua saída do Egito, Êx 16.1; Nm 9.1. Os
romanos datavam tudo, começando a contagem com a fundação da cidade de
Roma. Mas iniciaram esse costume somente alguns séculos depois. Os gregos
usavam o sistema das olimpíadas. Uma olimpíada correspondia a quatro anos.
O Ponto de partida desse sistema, que foi empregado até ao século IV de
nossa era, foi o ano 776 A.C., marcado pela vitória do atleta Coroebus. Os
maometanos começaram sua era com o Hégira, isto é, a fuga de Maomé de
Meca, em 16 de julho de 622 A.C. Os judeus empregavam uma era datando da
criação. As nações cristãs adotaram o sistema do nascimento de Cristo.
Porém adotaram só no ano 526 A.D., bateando o sistema sobre o cálculo do
abade romano, Dionysius Exiguus. Mas agora sabemos que o abade errou cerca
de quatro anos no seu cálculo. Assim, conforme o sistema que usamos, Jesus
Cristo nasceu 4 anos A,C. || Algumas Bíblias começaram, em 1701, a trazer
datas marginais, segundo os cálculos do arcebispo Ussher. Não se usa,
atualmente, esse sistema, depois de 250 anos de serviço útil, porque foram
descobertos alguns casos de inexatidão. Alguns dicionários bíblicos mais
recentes não mais trazem tábuas cronológicas. Contudo, algumas datas são
fixas e alguns períodos determinados com absoluta certeza cronológica. A
maior parte das datas nas páginas de algumas versões da Bíblia, são
certas. São sempre, muito úteis para determinar com exatidão a sucessão
dos eventos. (Pequena Enciclopédia Bíblica - Orlando
Boyer).
b) Como se chegou a essas datas? Uma lista das
dinastias da Babilônia, compilada por Beroso, e mais uma placa, atualmente
no Museu de Berlim, chamada VAT 4956, são a chave para se descobrir essas
datas.
Geralmente com deduções não muito precisas e por parte de fontes
não muito confiáveis.
Linha do Tempo - uma visão geral
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Cronologia STV |
Datas AC |
Cronologia Estabelecida
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Evidência |
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640 |
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630 |
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milhares de tabuinhas cuneiformes, incluindo documentos
comerciais. |
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628: ano de ascensão de Jeoiaquim
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624: Ano de ascensão de Nabucodonosor
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620 |
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617: Nabucodonosor leva cativos judeus no 3º ANO de
Jeoiaquim (!). Da1:1,2; 2Re24:10-17; 2Cro36:10
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610 |
609: Queda de Harã. Poder do mundo em Babilônia.
Possivelmente o INICIO DOS 70 ANOS. Josias morto em batalha
com o faraó Neco (2Re46:2) |
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607: QUEDA DE JERUSALÉM; inicio dos 70
anos |
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605: Ano de ascensão de Nabucodonosor. Primeira deportaçao
dos Judeus (Dan 1:1,2; 2:1).
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600 |
597: Nabucodonosor leva prisioneiros. Segunda deportação.
Jeoiaquim em exílio; o reinado de Zedequias começa. |
BM21946:11-13; 2Re24:10-17; 2Cro36:10.
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590 |
587: QUEDA DE JERUSALÉM
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580 |
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570 |
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BM33041 Concordância com cronologia Egipcia
independente |
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VAT4956 observações astronômicas fidedignas para datar
568/67 como o 37º ano de Nabucodor.
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560 |
Evil-Merodaque 561-560
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Estela de Hilá
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Neriglissar 559-556
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Nabon no 18
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550 |
555: Ano de Ascensão de Nabonido
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BM35382 Crônica de Nabonido
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Nabon H 1, B
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539: Queda de Babilônia
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540 |
539: QUEDA DE BABILÔNIA para Ciro; FIM DOS 70 ANOS.
Faraó Hofra reina o Egito neste tempo; Jer 44:30
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537: Judeus retornam do exílio, terminam os 70
anos. |
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530 |
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Obs.: Não podemos basear nossas afirmações em documentos feitos e
elaborados por ímpios e descomprometidos com a verdade, então nunca
devemos afirmar datas precisas quando falamos a respeito de fatos
bíblicos, pois se o fizermos, poderemos incorrer em erro e em
inverdades.
2. O terceiro dia da ressurreição de Jesus.
TEM A VER COM O SACRIFÍCIO DE CRISTO QUE SUBSTITUIU A CADA UM
DE NÓS EM NOSSA CONDENAÇÃO NA CRUZ, SACRIFÍCIO VICÁRIO, JUÍZO DE TRES DIAS
SOBRE O PECADO.
Novamente tres dias significando um período de juízo.
Mt 12.40 pois, como Jonas
esteve três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim estará o
Filho do homem três dias e três noites no seio da terra.
III. O CONHECIMENTO DE DEUS
1. A natureza do
conhecimento de Deus.
Aqui o conhecimento é espiritual e não conhecimento adquirido não
só com o estudo da bíblia, mas na intimidade com DEUS atravéz da oração e
consequente fé.Em nenhuma religião há umestreito relacionamento com DEUS a
ponto de seus membros dizerem que têem DEUS em seu coração e sua mente,
ouvindo-o e conversando com ELE.
No Islamismo, por exemplo
2. Exemplo de interpretação errônea do conhecimento de
Deus.
Testemunhas-de-Jeová.
Seita fundada em 1874, nos Estados Unidos, por Charles Taze
Russel.
|
Nome do grupo |
Fundador |
Mensagem |
Igreja |
Deus |
Jesus |
Salvação |
Ressurreição de Jesus |
Escrituras |
|
Testemunhas de Jeová |
Charles Taze Russell (1852-1916) Fundada em 1881 |
Jesus abriu a porta para conquistarmos nossa
salvação |
144.000 ungidos que irão para o céu |
Jeová, que é uma só Pessoa |
Não é Deus; é o Arcanjo Miguel, a primeira e única criatura de
Jeová |
Obedecendo as ordens da Sociedade Torre de Vigia |
Não |
Bíblia deles (Tradução do Novo Mundo) + literaturas dos
líderes |
|
Cristianismo Bíblico (Protestan-
tismo) |
Jesus Cristo |
Jesus morreu para salvar pecadores |
Aqueles que são salvos |
Trindade três pessoas em um Deus |
Deus em carne. 2ª pessoa da Trindade |
Pela Graça, através da Fé somente |
Jesus elevou-se no mesmo corpo em que Ele morreu |
A Bíblia somente (66 livros) |
3. Observação importante sobre as crenças das
Testemunhas-de-Jeová.
Veja na íntegra o que diz o livro dos Testemunhas de Jeová sobre
o conhecimento de DEUS:
Capítulo 19 de seus ensinos
Quando o conhecimento sobre Deus encher a terra
SUPONHA que um grande artista acaba de pintar um quadro
lindíssimo. Ele tem toda razão de achá-lo muito bom, uma obra-prima! Mas,
da noite para o dia, um rival ciumento o danifica. É compreensível que
isso cause muito sofrimento ao artista. Que vontade ele tem de ver o
vândalo atrás das grades! E você pode imaginar a ansiedade do artista de
restaurar a beleza da sua obra.
2 Como esse artista, Jeová criou uma obra-prima ao preparar a
Terra e colocar aqui a humanidade. Depois de criar o homem e a mulher, ele
disse que toda a sua obra terrestre era ‘muito boa’. (Gênesis 1:31) Adão e
Eva eram filhos do próprio Deus, e Deus os amava. Ele tinha em mente um
futuro feliz e glorioso para o casal. É verdade que Satanás os induziu a
se rebelar, mas a maravilhosa criação de Deus não sofreu danos
irreparáveis. — Gênesis 3:23, 24; 6:11, 12.
3 Deus decidiu endireitar as coisas. Ele deseja que vivamos como
era seu propósito original. Nossa existência curta e atribulada não é a
"verdadeira vida", porque é muito inferior ao que Jeová tem em mente. A
"verdadeira vida" que Deus quer que levemos é a "vida eterna" sob
condições perfeitas. — 1 Timóteo 6:12, 19.
4 O conhecimento sobre Jeová Deus acarreta responsabilidades
perante ele. (Tiago 4:17) Mas pense nas bênçãos que você terá se aplicar o
conhecimento e procurar obter a vida eterna. Em sua Palavra, a Bíblia,
Jeová Deus descreve belamente como será a vida no Paraíso terrestre, já
tão perto. É claro que, como povo de Jeová, não servimos a Deus só por uma
recompensa. Servimos a Deus porque o amamos. (Marcos 12:29, 30) Além do
mais, não chegamos a merecer a vida por servirmos a Jeová. A vida eterna é
um presente de Deus. (Romanos 6:23) Convém que meditemos na vida eterna,
porque a esperança do Paraíso nos lembra o tipo de Deus que Jeová é — o
amoroso "recompensador dos que seriamente o buscam". (Hebreus 11:6) Uma
esperança que arde em nossa mente e no nosso coração nos dá condições de
suportar dificuldades no mundo de Satanás. — Jeremias 23:20.
5 Voltemos nossa atenção agora para a esperança bíblica de vida
eterna no futuro Paraíso terrestre. Como será a vida quando o conhecimento
sobre Deus encher a terra?
DEPOIS DO ARMAGEDOM, UM PARAÍSO NA TERRA
6 Como já mostrado, Jeová Deus em breve destruirá o atual sistema
iníquo. O mundo aproxima-se rapidamente do que a Bíblia chama de
Har–Magedon, ou Armagedom. Essa palavra às vezes faz as pessoas pensarem
num holocausto nuclear provocado por nações em guerra, mas o Armagedom não
é nada disso. Como Revelação (Apocalipse) 16:14-16 mostra, o Armagedom
será "a guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso". Será uma guerra em
que participarão os "reis de toda a terra habitada", isto é, as nações. O
Filho de Jeová Deus, o Rei designado, em breve dará início à batalha. O
desfecho já está determinado. Todos os que se opõem ao Reino de Deus e que
fazem parte do sistema iníquo de Satanás serão destruídos. Só os leais a
Jeová sobreviverão. — Revelação 7:9, 14; 19:11-21.
7 Imagine que você sobreviveu a esse cataclismo. Como seria a
vida na Terra no novo mundo que Deus prometeu? (2 Pedro 3:13) Não
precisamos fazer conjecturas, porque a Bíblia nos dá a resposta, e o que
ela diz é emocionante. Ela ensina que Satanás e seus demônios serão
desativados, presos num abismo de inatividade durante o Reinado Milenar de
Jesus Cristo. Essas criaturas perversas e maliciosas não mais ficarão por
trás dos bastidores, fomentando dificuldades e tentando induzir-nos a atos
de infidelidade contra Deus. Que alívio! — Revelação 20:1-3.
8 Com o tempo, todo tipo de doença acabará. (Isaías 33:24) Os
coxos ficarão de pé, andarão, correrão e dançarão com pernas sadias e
fortes. Depois de anos num mundo de silêncio, os deficientes auditivos
ouvirão sons que os encherão de alegria. Os deficientes visuais ficarão
boquiabertos de admiração à medida que um mundo magnífico de cores e
formas for se abrindo diante dos seus olhos. (Isaías 35:5, 6) Finalmente,
verão o rosto de pessoas a quem querem bem! Nessa hora, sua visão talvez
fique momentaneamente embaçada com lágrimas de alegria.
9 Imagine! Viver sem precisar de óculos, muletas e bengalas,
medicamentos, clínicas de odontologia e hospitais! Nunca mais as pessoas
ficarão privadas da felicidade por causa de males emocionais e depressão.
As crianças não mais terão uma infância atormentada por doenças. Os danos
causados pelo envelhecimento serão revertidos. (Jó 33:25) Iremos ficando
cada vez mais saudáveis e mais fortes. Toda noite dormiremos um sono
reparador e de manhã acordaremos com forças renovadas, cheios de vigor e
animados para um novo dia de vida radiante e trabalho satisfatório.
10 Haverá muito trabalho agradável para os sobreviventes do
Armagedom. Eles transformarão a Terra num paraíso. Os vestígios do velho
sistema poluído serão eliminados. Parques, hortas e jardins surgirão no
lugar de favelas e terras arruinadas. Todos terão casas confortáveis e
agradáveis. (Isaías 65:21) Com o passar do tempo, as regiões paradisíacas
da Terra se expandirão e se encontrarão até que todo o globo alcance o
padrão de beleza idealizado pelo Criador no jardim do Éden. Como será
satisfatório participar nessa restauração!
11 Tudo isso será feito sob orientação divina, para o meio
ambiente não ser prejudicado. O homem estará em paz com os animais. Não
mais os matará por capricho, mas voltará a administrar a Terra de modo
responsável, cuidando bem deles. Visualize lobos e cordeirinhos, leões e
bezerros comendo juntos — e os animais domésticos totalmente seguros. Nem
mesmo uma criancinha terá o que temer de animais selvagens, e a
tranqüilidade do novo mundo não será perturbada por pessoas cruéis e
ferozes. (Isaías 11:6-8) Como será pacífico o novo mundo!
A HUMANIDADE SERÁ TRANSFORMADA
12 Isaías 11:9 explica por que não se causará dano em toda a
Terra: "A terra há de encher-se do conhecimento de Jeová assim como as
águas cobrem o próprio mar." Isso diz respeito a pessoas, porque os
animais não podem assimilar o "conhecimento de Jeová" nem fazer mudanças
na vida, já que são governados pelo instinto. Mas o conhecimento sobre o
Criador realmente muda as pessoas. Você sem dúvida já fez algumas mudanças
por aplicar em sua vida o conhecimento sobre Deus. Milhões de pessoas já
fizeram isso. Portanto, essa profecia já começou a se cumprir em quem
serve a Jeová. No entanto, ela também aponta para o tempo em que as
pessoas no mundo todo porão de lado características animalescas ou
violentas e se tornarão pacíficas para sempre.
13 Como será maravilhoso quando o conhecimento sobre Deus encher
a terra! Haverá um extenso programa educacional sob a direção do Rei Jesus
Cristo e seus 144.000 co-regentes. Novos "rolos" passarão a ser usados.
Evidentemente serão instruções escritas procedentes de Deus que servirão
de base para a educação dos habitantes da Terra. (Revelação 20:12) A
humanidade aprenderá a paz, não a guerra. Todas as armas destrutivas terão
desaparecido para sempre. (Salmo 46:9) Os habitantes do novo mundo serão
ensinados a tratar uns aos outros com amor, respeito e dignidade.
14 A humanidade se tornará uma só família unida. Não haverá
barreiras à união e à fraternidade. (Salmo 133:1-3) As casas não terão de
ser trancadas para ficar protegidas de ladrões. A paz reinará em todo
coração, em toda casa e em toda parte da Terra. — Miquéias 4:4.
A ALEGRIA DA RESSURREIÇÃO
15 Durante o Milênio ocorrerá a ressurreição. Quem pecou
deliberadamente contra o espírito santo, ou força ativa, de Deus, agindo
de modo impenitente contra sua manifestação ou orientação não será
ressuscitado. (Mateus 23:15, 33; Hebreus 6:4-6) É claro que Deus é
quem decide quem cometeu esse tipo de pecado. Mas dois grupos distintos
serão ressuscitados: os "justos" e os "injustos". (Atos 24:15) Já que
haverá ordem, é razoável concluir que os primeiros a ser ressuscitados na
Terra serão os justos, os que serviram lealmente a Jeová. — Hebreus
11:35-39.
16 Em vez de ouvirem notícias sobre guerras, calamidades e
mortes, os servos de Jeová receberão notícias maravilhosas sobre a
ressurreição. Será emocionante ouvir falar do retorno de homens e mulheres
fiéis, como Abel, Enoque, Noé, Abraão, Sara, Jó, Moisés, Raabe, Rute,
Davi, Elias e Ester. Eles apresentarão fatos históricos de grande
interesse ao dar detalhes sobre muitos relatos bíblicos! Sem dúvida, eles
e outros justos, falecidos mais recentemente, estarão ansiosos para saber
como foi o fim do sistema de Satanás e como Jeová santificou seu santo
nome e vindicou sua soberania.
17 Essas pessoas fiéis serão muito úteis durante a próxima etapa
da ressurreição, quando bilhões de "injustos" forem libertados dos
grilhões da morte! A maior parte da humanidade nunca teve chance de
conhecer a Jeová. Satanás lhes ‘cegava a mente’. (2 Coríntios 4:4) Mas a
obra do Diabo será desfeita. Os injustos serão ressuscitados numa Terra
bonita e pacífica. Serão acolhidos por um povo organizado que lhes
ensinará sobre Jeová e Seu Filho reinante, Jesus Cristo. À medida que
bilhões de ressuscitados vierem a conhecer e a amar o Criador, o
conhecimento sobre Jeová encherá a terra como nunca antes.
18 Quanta alegria a ressurreição dará ao coração das pessoas!
Quem nunca sofreu por causa da morte, nosso inimigo? De fato, quem nunca
se sentiu desolado com o rompimento de um vínculo de amor ou amizade
quando a vida de uma pessoa querida foi ceifada por uma doença, pela
velhice, por um acidente ou por um ato de violência? Então, imagine a
alegria que haverá no reencontro com os ressuscitados no Paraíso. Mães e
pais, filhos e filhas, amigos e parentes se abraçarão, rindo e chorando de
alegria.
ENFIM, A PERFEIÇÃO!
19 Durante o Milênio ocorrerá um milagre maravilhoso. Para a
humanidade, talvez seja o aspecto mais emocionante do Reinado Milenar de
Cristo. Jeová orientará seu Filho a aplicar os benefícios do sacrifício
resgatador a cada pessoa fiel e obediente. Assim se eliminará o pecado e a
humanidade alcançará a perfeição. — 1 João 2:2; Revelação 21:1-4.
20 Perfeição! O que isso significará? Significará um retorno ao
tipo de vida que Adão e Eva levavam antes de pecarem contra Jeová Deus.
Física, mental, emocional, moral e espiritualmente — de todos os modos
imagináveis —, as pessoas perfeitas se enquadrarão plenamente nos padrões
de Deus. Mas será que todos serão idênticos? De modo algum! As criações de
Jeová — árvores, flores, animais — nos ensinam que ele gosta de variedade.
As pessoas perfeitas terão personalidade e talentos diferentes. Cada uma
delas viverá a vida conforme o propósito de Deus. Revelação 20:5 diz: "Os
demais mortos não passaram a viver até terem terminado os mil anos." Como
a grande multidão de sobreviventes do Armagedom, os ressuscitados terão
vida no pleno sentido da palavra quando estiverem livres do pecado e
alcançarem a perfeição.
21 As pessoas passarão por uma única prova final. No fim do
Milênio, Satanás e seus demônios serão libertados do abismo por um curto
período de tempo e terão permissão de fazer um esforço final para desviar
as pessoas de Jeová. Alguns colocarão desejos errados acima do amor a
Deus, mas essa rebelião será logo sufocada. Jeová executará essas pessoas
egoístas junto com Satanás e todos os demônios. Todos os transgressores
serão eliminados para sempre. — Revelação 20:7-10.
O QUE VOCÊ FARÁ?
22 Os que amarem a Jeová Deus e estiverem na Terra paradisíaca
terão a eternidade diante de si. Nem podemos imaginar a alegria que
sentirão, e você poderá alegrar-se também. Música, artes plásticas,
trabalhos manuais — as realizações das pessoas perfeitas superarão as mais
belas obras dos maiores mestres do velho mundo. Afinal, as pessoas serão
perfeitas, e o tempo não lhes imporá limites. Imagine o que você poderá
fazer quando for perfeito! Pense também no que você e os outros aprenderão
sobre a criação de Jeová — dos bilhões de galáxias no Universo às menores
partículas subatômicas. Tudo o que a humanidade realizar alegrará o
coração do nosso amoroso Pai celestial, Jeová. — Salmo 150:1-6.
23 A vida não será enfadonha. Ficará cada vez mais interessante
com o passar do tempo. Não há fim do conhecimento de Deus. (Romanos 11:33)
Por toda eternidade, sempre haverá mais a aprender e novos horizontes a
explorar. (Eclesiastes 3:11) Ao passo que continuar aprendendo sobre Jeová
Deus, você continuará vivendo — não só por alguns anos, mas para sempre! —
Salmo 22:26.
24 Não vale a pena qualquer esforço ou sacrifício que você faça
para ter um futuro deleitoso na Terra paradisíaca? Claro que vale! Jeová
lhe oferece a chave para esse futuro esplêndido. Essa chave é o
conhecimento sobre Deus. Você a usará?
25 Se você ama a Jeová, achará um prazer fazer Sua vontade. (1
João 5:3) Quantas bênçãos receberá por causa disso! O conhecimento sobre
Deus, se aplicado, poderá proporcionar-lhe uma vida mais feliz mesmo neste
mundo atribulado. E as recompensas para o futuro são imensas, porque esse
é o conhecimento que conduz à vida eterna! Agora é a época favorável para
agir. Esteja decidido a viver em harmonia com o conhecimento sobre Deus.
Demonstre seu amor a Jeová. Honre seu santo nome e prove que Satanás é
mentiroso. Desse modo, você alegrará o grande e amoroso coração de Jeová
Deus, a Fonte da verdadeira sabedoria e conhecimento. (Jeremias 31:3;
Sofonias 3:17) E ele o amará para sempre! , quando o conhecimento sobre
Deus encher a terra?
Todas as seitas têem o mesmo objetivo, ou seja, morar na terra
para sempre. Este é o anelo ou desejo mais profundo do corpo, pois ele foi
feito do pó da terra e deseja morar para sempre aqui. Veja o que a Bíblia
afirma sobre nossa morada:
1 Ts 4.17 Depois nós, os que
ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao
encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o
Senhor.
Sobre a terra a Bíblia afirma:
2 Pe 3.7 mas os céus e a terra
de agora, pela mesma palavra, têm sido guardados para o fogo, sendo
reservados para o dia do juízo e da perdição dos homens
ímpios.
2 Pe 3.10 Virá, pois, como
ladrão o dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os
elementos, ardendo, se dissolverão, e a terra, e as obras que nela há,
serão descobertas.
2 Pe 3.12 aguardando, e
desejando ardentemente a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se
dissolverão, e os elementos, ardendo, se fundirão?
Mt 24.35 Passará o céu e a
terra, mas as minhas palavras jamais passarão.
Ap 20.11 E vi um grande trono
branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiram a
terra e o céu; e não foi achado lugar para eles.
Mt 5.18 Porque em verdade vos
digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um
só i ou um só til, até que tudo seja cumprido.
2 Co 5.1 Porque sabemos que,
se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um
edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus.
Fl 3.20 Mas a nossa pátria
está nos céus, donde também aguardamos um Salvador, o Senhor Jesus
Cristo,
IV. O CONHECIMENTO DE DEUS NO CONCEITO JUDAICO
ANTIGO
1. O verdadeiro conhecimento de Deus.
Mt 15.8 Este povo honra-me com
os lábios; o seu coração, porém, está longe de mim.
Veja que é possível ter uma religião, um nome de religioso,
ensinar religião, falar sobre DEUS e mesmo assim nunca chegar a conhecer o
verdadeiro DEUS.
Precisamos viver com DEUS para conhecê-lo; ninguém conhece outro
alguém somente de ouvir falar, é preciso ter experiências com este alguém.
Você já ouviu a voz de DEUS?
Já sentiu a presença real de DEUS onde você trabalha, onde
estuda, onde mora?
2. A fidelidade de Deus (v.3).
A canção (v. 3) exige uma busca (prossigamos', heb. rdp) do
conhecimento de Deus para compensar aquilo que faltava de modo tão
desesperador (cf. 4. l, 6; 5.4) e para substituir tanto a fervorosa
procura dos Baalins (2.7) quanto a frustrante perseguição da estabilidade
política (12.1). Os envolvidos nessa busca estão confiantes de que serão
bem sucedidos em sua procura, pois contam — numa reversão da retirada
divina em 5.15 — com a intervenção de Deus, a qual, embora o sentido exato
seja obscuro, parece ser expressa mediante a dupla figura da
regularidade da alva (cf. Ml 4.2) e do frescor da chuva serôdia
(cf. meu comentário sobre Jl 2.23). Esta última ilustração talvez seja
importante para Oséias, que considerava a seca como uma das formas de
juízo (cf. 2.12; 5.7; 7.14; 9.2; 14.7).
3. A deslealdade do povo (vv.4,5). o desrespeito de
Israel pela responsabilidade da aliança — nuvem que se vai e orvalho que
evapora (v. 4). E fácil falar de lealdade à aliança, de busca do
conhecimento de Deus (v. 3). Quando sopram os ventos da promiscuidade,
quando arde o sol da competição, Efraim e Judá comportam-se da mesma
forma: deixam de tratar um ao outro ou a seus concidadãos com a
misericórdia (i. e; o amor que brota da aliança) que Javé demonstrou para
com eles . Numa terra que dependia de chuvas certas e de orvalho
constante, as figuras são de uma força marcante. As questões pungentes do
versículo 4 são um elo importante na corrente de queixas que termina em
11.8-9.
CONCLUSÃO
Por isso (v. 5) serve para explicar os juízos já infligidos (os
dois primeiros verbos estão no passado) por meio dos agentes de Deus, os
profetas, que transmitiram, com fidelidade e firmeza, as palavras
destrutivas vindas da boca de Javé. O vínculo entre os profetas e seu
Senhor é tão íntimo que os seus pronunciamentos de juízo concretizam os
próprios atos de "abater" e "matar" que o pecado de Israel requeria.
As palavras de Oséias são suficientemente genéricas para envolver
toda uma linhagem de profetas, desde Moisés e Samuel (cf. comentário sobre
o capítulo 12), passando por Elias e Eliseu, até Amos e Oséias. A profunda
semelhança entre o versículo 6 e a acusação de Samuel contra Saul (l Sm
15.22) sugere que talvez se tenha em mente o primeiro juiz-profeta de
Israel. O sufixo hebraico os, ligado ao verbo matei, também deve ser
entendido como o objeto de abati, conforme observam a maioria das versões.
Este breve resumo da história do juízo mostra que a inconstância de Efraim
e Judá não é nova, mas algo que vem sendo combatido há séculos pêlos
profetas. A oração final (v. 5c) parece ameaçar com uma continuação do
padrão de julgamento. Deve-se redividir as palavras hebraicas de modo que
o k final, de "teus juízos", seja ligado a luz, deixando um texto
consonantal que pode ser lido como os meus juízos sairão como a luz (ou
"sol", cf. Jz 5.31; He 3.4; Andersen, p. 429). Obviamente, a oração rebate
a frase como a alva a sua vinda é certa, do versículo 3. O tom é irónico:
em sua ineficaz canção de arrependimento, Israel contava com a certeza da
cura divina; "o que é realmente certo como o amanhecer", Javé retrucou, "é
o meu juízo".
Assim como o versículo 5 reflete o versículo 3, o versículo 6
também desenvolve o 4. É a importância que Javé atribui à misericórdia
(isto é, ao amor que nasce da aliança) e ao conhecimento de Deus que
explica por que
(observe o pois, heb. kí, no início do v. 6) Seu juízo é tão
severo. Surge mais uma vez a questão do culto. Em 5.6, Oséias descreveu
como vã a busca da aprovação divina por intermédio de sacrifícios de
animais. Aqui, ele nos
diz o motivo: a busca não era acompanhada pêlos componentes
essenciais de lealdade para com a graça da aliança com Deus e de
obediência às exigências da Sua aliança (veja comentários sobre 2.19-20;
4.1, 6). Em si,
os sacrifícios não eram maus, mas significativamente menos
importantes (essa é a conotação do heb. min, "em vez de", NIV) do que a
obediência à aliança, que Javé desejava e em que Ele Se deleitava (quero;
o heb. hps
alude a sacrifícios aceitáveis em SI 51.17; Is 1.11; Ml 1.10).
Qualquer outra ideia sobre os sacrifícios transforma-os em atos mágicos
que tentam manipular Javé e, portanto, são rejeitados por Ele. Todos os
segmentos da sociedade são culpados (6.10-11). Judá atacou Efraim (5.10).
Tanto Efraim como Judá cortejaram o favor assírio (5.13). Os sacerdotes
quebraram a estabilidade social com conspirações assassinas que violaram
os termos da aliança com Javé (6.7-9).
O profeta Oséas ressalta nesta lição a necessidade imperiosa
do crescimento espiritual do povo de Deus.
»PROVÉRBIOS [2] 1 Filho meu, se aceitares as minhas
palavras, e entesourares contigo os meus mandamentos, 2 para fazeres
atento à sabedoria o teu ouvido, e para inclinares o teu coração ao
entendimento; 3 sim, se clamares por discernimento, e por entendimento
alçares a tua voz; 4 se o buscares como a prata e o procurares como a
tesouros escondidos; 5 então entenderás o temor do Senhor, e acharás o
conhecimento de Deus. 6 Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca
procedem o conhecimento e o entendimento;
Ajuda adquirida no CD da BEP - CPAD
Pequena Encicopédia Bíblica - Orlando Boyer - IBAD
www.estudosbiblicos.com
http://www.xjw.com/
Oséias Introdução e Comentários - David A.Hubbard - S.R.E. Vida
Nova e A.R.E.Mundo Cristão.
http://www.bibleplaces.com/
CD Testemunhas de Jeová - Library - 1999 Bible and Tracy Society
Of Pennsylvan
Colaboração do Ev. Luiz
Henrique de Almeida Silva |