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Lição 8 - Cristo, mediador de uma melhor aliança | |||||
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| Estudos: | |||||
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- A aliança da graça | |||||
| - As alianças de Deus | |||||
| - Comparando as alianças | |||||
| - Três alianças de Salvação | |||||
| - O Segredo da Verdadeira Vida Cristã - A Nova Aliança | |||||
| - A arca da aliança e igreja | |||||
| - A Arca da Aliança: História e Significado | |||||
| - Cristo, nossa páscoa | |||||
| - Alguma Parte do Velho Testamento Vigora Hoje em Dia? | |||||
| - Deus Ainda Revela Sua Palavra Hoje em Dia? | |||||
| - A Aliança Eterna | |||||
| - Aliança | |||||
| - Why a Church Covenant? (em inglês) ou traduzida para o português. | |||||
| - Jesus: Mediator of a Better Covenant (pt.1) (em inglês) ou traduzida para o português. | |||||
| - Jesus: Mediator of a Better Covenant (pt.2) (em inglês) ou traduzida para o português. | |||||
| - The Promises Of God's New Covenant (em inglês) ou traduzida para o português. | |||||
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Livros: | |||||
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- Cristo em Gênesis - Henry Law - Editora Fiel | |||||
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- Sacrifício - T. A. Hegre - Editora Betânia | |||||
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Complemento: | |||||
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A Nova Aliança, a última das oito grandes alianças das Escrituras, é 1) "melhor" do que a Aliança Mosaica (Êx 19.5, nota), não moralmente mas em eficácia (Hb 7.19; comp. Rm 8.3-4). 2) Está estabelecida sobre promessas "melhores" (isto é, incondicionais). Na Aliança Mosaica, Deus disse: "se..." (Êx 19.5); na Nova Aliança, Ele diz: "Eu farei..." (Hb 8.10,12). 3) Sob a Aliança Mosaica, a obediência brotava do temor (2.2; 12.25-27); sob a Nova, ela brota de um coração e uma mente dispostos (8.10). 4) A Nova Aliança garante a revelação pessoal do Senhor a cada crente (v.11). 5) Ela assegura esquecimento completo dos pecados (v.12; 10.17; comp. 10.3). 6) Ela repousa sobre uma redenção consumada (Mt 26.27-28; I Cor 11.25; Hb 9.11-12, 18-23). Tenha em mente que a mesma palavra grega (diathêkê) foi traduzida para "testamento" e "aliança" no N.T. E 7) ela garante a perpetuidade, conversão futura e benção de um Israel arrependido, com os quais a Nova Aliança ainda será ratificada (10.9; comp. Jr 31.31-40; veja também Reino (V.T., Zc 12.18, nota; e II Sm 7.8-17 com nota). As Oito Alianças, Resumo: 1) A Aliança Edênica (Gn 2.16, nota) condiciona a vida do homem na inocência. 2) A Aliança Adâmica (Gn 3.15, nota) condiciona a vida do homem caído e dá promessa de um Redentor. 3) A Alinaça Noética (Gn 9.16, nota) estabelece o princípio do governo humano. 4) A Alinaça Abraâmica (Gn 12.2., nota) inaugura a nação de Israel e confirma, com acréscimos específicos, a promessa adâmica da redenção. 5) A Aliança Mosaica (Êx 19.5, nota) condena todos os homens, "pois todos pecaram" (Rm 3.23, 5.12). 6) A Aliança Palestiniana (Dt 30.3, nota) garante a restauração final e conversão de Israel. 7) A Aliança Davídica (II Sm 7.16, nota) estabelece a perpetuidade da família davídica (cumprida em Cristo, Mt 1.1; Lc 1.31-33; Rm 1.3), e do reino davídico sobre Israel e sobre a terra, a ser cumprida em e por Cristo (II Sm 7.8-17; Zc 12.8; Lc 1.31-33; At 15.14-17; I Cor 15.24). E 8) a Nova Aliança (Hb 8.8) repousa sobre o sacrifício de Cristo e garante a benção eterna, sob a Aliança Abraâmica (Gl 3.13-29), de todo aquele que crê. É absolutamente incondicional e, considerando que nenhuma responsabilidade é por ela consignada ao homem, ela é final e irreversível. A relação de Cristo com as oito alianças é a seguinte: 1) Na Aliança Edênica, Cristo, o "segundo homem" e o "último Adão" (I Cor 15.45-47), retoma todas as coisas que o primeiro Adão perdeu (Cl 2.10; Hb 2.7-9). 2) Ele é a semente da mulher da Aliança Adâmica (Gn 3.16; Jo 12.31; Gl 4.4; I Jo 3.8; Ap 20.10), e cumpre suas condições de trabalho penoso (Mc 6.3) e de obediência (Fp 2.8; Hb 5.8). 3) Como o Filho maior de Sem, nEle se cumpriu de maneira suprema a promessa feita a Sem na Aliança Noética (Gn 9.16, nota; Cl 2.9). 4) Ele é a semente à qual as promessas foram feitas na Aliança Abrâmica, o Filho de Abraão obediente até a morte (Gn 22.18; Gl 3.16; Fp 2.8). 5) Ele viveu sem pecado sob a Aliança Mosaica e levou por nós a sua maldição (Gl 3.10-13). 6) Ele viveu obedientemente com um judeu na terra sob a Aliança Palestiniana, e vai ainda realizar suas graciosas processas (Dt 28.1 - 30.9). 7) Ele é a semente, o Herdeiro e o Rei da Aliança Davídica (Mt 1.1; Lc 1.31-33). E 8) o Seu sacrifício é o fundamento da Nova Aliança (Mt 26.28; I Cor 11.25). Comentário da Bíblia Scofield, Imprensa Batista Regular, 1983, págs. 1247-1248. | |||||
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ALIANÇA . Concerto, pacto. Era um contrato, ou convenção que solenemente se realizava entre homem e homem, ou entre homem e Deus. Exemplos do primeiro caso ocorrem em Gn 21.27, e 31.44,45; Js 9.6 a 15. O concerto entre Deus e o homem de tal modo predomina nas Escrituras que definitivamente se deu ao Cânon já completo os títulos do Antigo Testamento (isto é, a antiga aliança), e Novo Testamento.1.O Antigo Testamento. A palavra "aliança" é usada, primeiramente, falando-se das promessas de Deus a Noé (Gn 6.18;9.9 a 16); mas o fato característico dum pacto entre Deus e o Seu povo escolhido, Israel, principia em Abraão, com as promessas a este feitas nos caps. 12 a 15 do Gênesis, ratificadas por solene concerto ritual, sempre repetidas e ampliadas (Gn 17.19 e 22.16). Da parte de Abraão se manifestava a fé (15.6) e a obediência (17.1,9 e 22.16). Conforme ao estabelecido nessa aliança, começa a narração do Êxodo, assentando que Deus "lembrou-se da sua aliança com Abraão, com Isaque e com Jacó" (Êx 2.24). A promulgação da Lei no monte Sinai foi preparada com a recordação de ter Deus libertado Israel, e com as promessas de outras bênção sob condições de obediência. Moisés escreveu "todas as palavras do Senhor" no " Livro do concerto", e depois dos sacrifícios expiatórios leu-o diante do povo, que respondeu: " Tudo o que falou o Senhor, faremos, e obedeceremos"; e depois disto ele aspergiu o povo com " o sangue da aliança" (Êx 19.4 a 6 e 24.4 a 8). É a este pacto que geralmente se fazem referências por todo o A.T., e em notáveis declarações do N.T. As tábuas da lei foram, mais tarde, colocadas na " Arca da Aliança", que era considerada como símbolo do SENHOR, e lugar da sua manifestação (Êx 25.21, etc.). E assim como "comer do sal de qualquer homem" significava um penhor de amizade, assim "o sal da aliança" devia ser acrescentado a toda oferta de manjares, como lembrança santa dos sagrados laços entre Deus e o seu povo escolhido (LV 2.13; veja-se Nm 18.19; 2Cr 13.5). O pacto duma perpétua realeza na descendência de Davi (2 Sm 23.5) acha-se consignado em 2 Sm 7. As referências que o A.T. se fazem à aliança estabelecida ente Deus e o seu povo são abundantes, com a declaração de que houve quebra da parte dos israelitas, que se esqueceram do concerto, transgredindo as determinações divinas. Todas estas incriminações culminam na grande profecia de Jr 31.31 a 34, que anuncia "uma nova aliança", não somente exigindo obediência, mas criando aquele poder de amor, cuja lei deve estar escrita no coração. No cumprimento desta profecia passamos da antiga aliança para a nova. 2. A nova aliança (para o sentido da palavra testamento, veja-se testamento). Segundo a mais antiga narração da instituição da santa Ceia, Jesus disse: "Este cálice é a nova aliança do meu sangue" ( 1 Cr 11.25; veja-se Mt 26.28; Mc 14.24; Lc 22.20). Há, aqui, uma referência ao Êxodo (24.8); Jesus ia criar uma nova relação entre Deus e os homens, fundada como a antiga sobre o sacrifício, o sacrifício de si próprio. No desenvolvimento desta verdade, nos escritos do N.T., os apóstolos concentram dum modo natural todo o poder da nova aliança no sangue de Cristo (Rm 3.25;Ef 1.7; Hb 9.14; 1 Pe 1.19; 1 Jo 1.7; Ap 1.5, etc.). O pensamento da própria aliança é proeminente em 2 Co 3.6; Gl 3.15, e especialmente em Hb 8.10 e 12.24 e 13.20. Veja-se na palavra testamento outros pontos de vista. Extraído do Dicionário Bíblico Universal, Editora Vida, 1998, págs. 21, 22. | |||||
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