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Lição 8 - A Doutrina da Salvação | ||||
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- Doutrina da Graça - Gilberto Moreira Alves Filho - CPAD | ||||
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- A Doutrina da Predestinação - Severino Pedro da Silva | ||||
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- Tão Grande Salvação - Russel Shedd - Vida Nova | ||||
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Dicas: | ||||
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1) Comentário da Bíblia Scofield sobre Redenção, Propiciação e Justificação. Págs 1146 e 1147. | ||||
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"Redenção" significa libertar pagando um preço. A obra de Cristo cumprindo os tipos e as profecias do V.T. sobre a redenção apresenta-se em três palavras gregas importantes: 1) Agorazõ, comprar no mercado (de agora, mercado). O homem é considerado como um escravo "vendido sob o pecado" (Rm 7.14) e sob a sentença de morte (Ez 18.4; Jo 3.18-19; Rm 6.23), mas sujeito à redenção pelo preço de compra do sangue do Redentor (I Cor 6.20; 7.23; II Pe 2.1; Ap 5.9; 14.3,4). 2) Exagorazõ, comprar e retirar do mercado, isto é, comprar e não deixar exposto a outras vendas (Gl 3.13; 4.5; Ef 5.16; Cl 4.5), falando da finalidade da obra da redenção. E 3) Lutroõ, desamarrar ou soltar (Lc 24.21; Tt 2.14; I Pe 1.18), forma nominal, lutrõsis (Lc 2.38; Hb 9.12). Compare também "redimiu" (lit. fazer redenção, do gr. epoiêsen lutrõsin, Lc 1.68), e "livramento" (forma intensiva, apolutrõsis) usado comumente para indicar a libertação um escravo (Lc 21.28; Rm 3.24; 8.23; I Cor 1.30; Ef 1.7,14; 4.30; Cl 1.4; Hb 9.15; 11.35). A redenção é através de sacrifício e poder (Êx 14.30, nota); Cristo pagou o preço, o Espírito Santo torna o livramento real na experiência. "Propiciação" foi traduzido do gr. hilastêrion, significando aquilo que expia ou propicia (ou a oferta que busca a propiciação). A palavra também foi usada no N.T. em relação ao lugar da propiciação, "o propiciatório" (Hb 9.5), isto é, a cobertura da arca (Compare com freqüente uso semelhante no V.T. da Septuaginta, Êx 25.18 e segs). O propiciatório era aspergido com o sangue da expiação no Dia da Expiação (Lv 16.14), representando que a sentença justa da lei fora executada, transformando o tribunal em um propiciatório (Hb 9.11-15, comp. "trono da graça", Hb 4.14-16; lugar de comunhão, Êx 25.21,22). Outra palavra grega hilasmos, foi usada referindo-se a Cristo como nossa propiciação (I Jo 2.2; 4.10) a à "expiação" no V.T. (comp. Lv 25.9, Septuaginta). O pensamento nos sacrifícios do V.T. e no cumprimento do N.T. é que Cristo satisfez completamente as justas exigências de um Deus santo quanto ao julgamento do pecado, com a sua morte na cruz. Deus, prevendo a cruz, é declarado justo ao perdoar os pecados no período do V.T. como também a justificação dos pecadores sob a nova aliança (Rm 3.25,26; comp. Êx 29.33, nota). A propiciação não tem a intenção de aplacar um Deus vingativo, mas, antes, para satisfazer a justiça de um Deus santo, tornando assim possível para Ele demonstrar misericórdia com justiça. A justificação, Resumo: As palavras "justificado" e "justiça" são traduções de palavras gregas semelhantes (verbo dikaioo, declarar justo, justificar; nome, dikaiosunê, justiça; adjetivo, dikaios, justo). O pecador crente é justificado, isto é, tratado como justo por causa de Cristo, , "que não conheceu pecado", que levou os pecados desse pecador para a cruz, sendo feito "pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus" (II Cor 5.21). A justificação é um ato de reconhecimento divino e não significa tornar uma pessoa justa. Justificação 1) origina-se na graça (Rm 3.24; Tt 3.4,5); 2) é através da obra redentora e propiciatória de Cristo que cumpriu a lei (Rm 3.24,25; 5.9); 3) é pela fé, não pelas obras (Rm 3.28-20; 4.5; 5.1; Gl 2.16; 3.8-24); e 4) pode ser definida como ato judicial de Deus através do qual Ele declara justamente e trata como justo aquele que crê em Jesus Cristo. O crente justificado foi declarado pelo próprio juiz (Rm 3.31) não ter mais nenhuma acusação contra ele (Rm 8.1,31-34). | ||||
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