Lição 9 - O perigo do sincretismo religioso


Estudos:

- A herança histórico-religiosa brasileira

- Infalibilidade Papal e Ecumenismo sob a ótica evangélica
- O Brasil do sincretismo religioso
- Sincretismo, um termo complexo (site católico)
- Sincretismo ou inculturação? (site católico)
- Fé cristã e sincretismo religioso (site católico)
- O sincretismo evangélico
- Sincretismo religioso
- Motivos das desolações no Brasil
- Ecumenismo, devo participar disso?
- Ecumenismo
- Os perigos do Ecumenismo
- O Ecumenismo é ecumênico?
- O Ecumenismo
- O diálogo religioso
- O Ecumenismo cristão
- Ecumenismo x Catolicismo
- O Ecumenismo necessário
- O Ecumenismo na prática
- O Ecumenismo
- O Macro Ecumenismo na perspectiva da nova era
- Uma grande traição
- Reflexões de um alglicano sobre Ecumenismo
- O Ecumenismo é viável?
- Unidade e verdade
- O evangelho que salva

Livros:

- Os Enganadores - Josh McDowell e Don Stewart - Editora Candeia

- A Sedução do Cristianismo - Dave Hunt e T. A. McMahon - Chamada da Meia-Noite

Complemento:

Questionário Questionário da lição - Colaboração de Alexandre Sancho

Texto Áureo:
"Efraim com os povos se mistura; Efraim é um bolo que não foi virado" (Os 7.8).
Bolo que não foi virado = Queimado de um lado e crú de outro lado. Imprestável para ser absorvido, ou comido.
Queimado de um lado significa excesso de fogo, ou seja, fanatismo religioso que não edifica, antes mata.
Crú do outro lado significa falta de pureza, de compromisso, só letra sem santificação e sem comunhão em oração.
Verdade Prática:
Se o sincretismo religioso tivesse aprovação de Deus, Salomão não teria pecado ao oferecer culto a outros deuses.
1 Rs 11.9 - 10 Pelo que o Senhor se indignou contra Salomão, porquanto seu coração se desviara do Senhor Deus de Israel, o qual duas vezes lhe aparecera, e lhe ordenara expressamente que não seguisse a outros deuses. Ele, porém, não guardou o que o Senhor lhe ordenara.
O Sincretismo ou reunião de várias religiões ao mesmo tempo para prestarem culto a DEUS é um ardil, ou plano astucioso de Satanás no engano das denominações evangélicas que têem acreditado que assim reunidos estão promovendo a união dos filhos de DEUS em um mesmo propósito, quando na verdade é apenas emocionalismo, pois os bons costumes jamais deixarão de acompanhar a fé daqueles que acreditam que sem santificação ninguém verá ao Senhor(Hb 12.14). Não basta apenas haver paz, é preciso santifiacação no corpo, na alma e no espírito. Já dizia JESUS a Nicodemos: "Aquele que não nascer de novo, não verá o reino do DEUS".Jo 3.3
Leitura Diária:
Segunda Êx 19.5, 6 Israel foi escolhido como propriedade particular de Deus. Deste povo separado dos outros povos vem o salvador.
Jo 4.22 Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos; porque a salvação vem dos judeus.
Terça 1 Pe 2.9 A Igreja foi eleita por Deus como nação santa.
Escolhidos por DEUS com a missão de evangelizar as nações.
Mc 16.15 E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura.

Quarta
Tt 2.14 Somos um povo especial para Deus.
Fomos purificados para o trabalho.
1 Jo 1.7 mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado. (veja que é condicional, se andarmos na luz).

Quinta
2 Co 6.14 O problema do jugo desigual.
Não há comunhão entre pecadores e santos.
Is 59.2 mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados esconderam o seu rosto de vós, de modo que não vos ouça.

Sexta
1 Tm 4.1-5 A apostasia dos últimos tempos.
Espíritos enganadores, doutrina de demônios é o que existe por detrás desse ecumenismo, visando a união das Igrejas em torno de um líder único que com certeza será o Anti-Cristo.

Sábado
Gn 6.1-3 O ecumenismo marcou o fim de uma dispensação.
A idéia de ecumenismo é antiga e começou na Mesopotâmia, com a construção da torre de Babel e vem evoluindo em nossos dias com o nome de Globalização.
Ap 19.19 E vi a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos reunidos para fazerem guerra àquele que estava montado no cavalo, e ao seu exército.
Leitura Bíblica em Classe
OSÉIAS 7.3-13
3 Com a sua malícia alegram ao rei e com as suas mentiras, aos príncipes.
4 Todos eles são adúlteros: semelhantes são ao forno aceso pelo padeiro, que cessa de atear o fogo, desde que amassou a massa até que seja levedada.
5 E, no dia do nosso rei, os príncipes se tornaram doentes com a excitação do vinho; ele estendeu a sua mão com os escarnecedores.
6 Porque, como um forno, aplicaram o coração, emboscando-se; toda a noite dorme o seu padeiro, pela manhã, arde como fogo de chama.
7 Eles estão todos quentes como um forno e consomem os seus juízes; todos os seus reis caem; ninguém entre eles há que me invoque.
8 Efraim com os povos se mistura; Efraim é um bolo que não foi virado.
Bolo que não foi virado = Queimado de um lado e crú de outro lado. Imprestável para ser absorvido, ou comido.
Queimado de um lado significa excesso de fogo, ou seja, fanatismo religioso que não edifica, antes mata.
Crú do outro lado significa falta de pureza, de compromisso, só letra sem santificação e sem comunhão em oração.
9 Estrangeiros lhe devoraram a força, e ele não o sabe; também as cãs se espalharam sobre ele, e não o sabe.
Força quer dizer raça pura, raça judaica, estavam agora misturados com outros povos, eram mestiços e não tinham mais a pureza que DEUS havia exigido deles, suas cãs quer dizer que os velhos que tinham visto os milagres de DEUS e combatiam os maus costumes já não tinham força para imporem a verdade.
10 E a soberba de Israel testificará em sua face; todavia, não voltarão para o SENHOR, seu Deus, nem o buscarão em tudo isso.
Is 6.10 Engorda o coração deste povo, e endurece-lhe os ouvidos, e fecha-lhe os olhos; para que ele não veja com os olhos, e ouça com os ouvidos, e entenda com o coração, e se converta, e seja sarado.
11 Porque Efraim é como uma pomba enganada, sem entendimento; invocam o Egito, vão para a Assíria.
Querem ir para o Egito, terra da fartura de alimento (deus deles é o ventre), mas irão à força para a Assíria, terra de sofrimento e angústia, lugar de tormentos e dor onde habita homens cruéis e violentos. São como pomba que está tonta pelo alimento oferecido e cai na armadilha da arapuca.
12 Quando forem, sobre eles estenderei a minha rede e, como aves do céu, os farei descer; castigá-los-ei, conforme o que eles têm ouvido na sua congregação.
Quando estiverem na Assíria Deus fará com que sejam humilhados para que deixem de vez a idolatria, percebendo que seus deuses não podem fazer nada por eles.
13 Ai deles, porque fugiram de mim; destruição sobre eles, porque se rebelaram contra mim; eu os remi, mas disseram mentiras contra mim.
Objetivos:
Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:

Conceituar a expressão sincretismo.
Descrever os ideais de pureza da fé cristã.
Diferençar a doutrina cristã dos modernos pensamentos de tolerância religiosa.
INTRODUÇÃO:

A Bíblia diz que um abismo chama outro abismo (Sl 42.7).
Mt 12.43 - 45 Ora, havendo o espírito imundo saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra. Então diz: Voltarei para minha casa, donde saí. E, chegando, acha-a desocupada, varrida e adornada. Então vai e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entretanto, habitam ali; e o último estado desse homem vem a ser pior do que o primeiro. Assim há de acontecer também a esta geração perversa.

I. A CRISE SOCIAL

1. A malícia do povo alegra ao rei (v.3). Esse quadro espiritual é alarmante. O que antes se praticava às escondidas, agora era público e com a aprovação da casa real.

2. O governo que se alegra com as maldades do seu povo (v.3). A mensagem de Oséias é também um grito pela justiça social.
3. Eles se rebelaram contra Jeová (v.13). A destruição estava determinada porque se rebelaram contra Jeová

4. Os nossos príncipes. Hoje, nossos príncipes não são muito diferentes.
Veja o que resolveram nossos políticos, em relação à educação religiosa nos colégios:
Art. 33º - O ensino religioso, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, sendo oferecido, sem ônus para os cofres públicos, de acordo com as preferências manifestadas pelos alunos ou por seus responsáveis, em caráter:
I - confessional, de acordo com a opção religiosa do aluno ou do seu responsável, ministrado por professores ou orientadores religiosos preparados e credenciados pelas respectivas igrejas ou entidades religiosas, ou
II - interconfessional, resultante de acordo entre as diversas entidades religiosas, que se responsabilizarão pela elaboração do respectivo programa.
II. CRISE MORAL E POLÍTICA

1. O que significa "no dia do nosso rei?" (v.5). Uma referência à coroação do rei ou ao aniversário dessa coroação.

2. A depravação moral nas festas da corte (v.6). Essas festas eram também antros de licenciosidade e pecados sensuais.

3. O pecado dos príncipes atuais. O mundo já testemunhou esses escândalos. Governantes envolvidos com alcoolismo e com escândalos sexuais.

4. "Efraim com os povos se mistura" (v.8). O texto sagrado alude às alianças políticas externas (v.11).

Sincretismo religioso
Fusão de elementos religiosos e culturais diferentes, e até antagônicos, num único culto.

III. A CRISE RELIGIOSA

1. O ecumenismo. Vem da palavra grega oikoumene, que originalmente significa "todo o mundo habitado" (Mt 24.14; At 17.26; Hb 2.5).
A RELIGIÃO E O FUNDAMENTALISMO
1. O QUE É RELIGIÃO ?

PENSADORES

CONCEITO

ABRANGÊNCIA E FATOS BÍBLICOS NÃO LEVA DOS EM CONTA

XENÓFANES [IV a.C]

TENDÊNCIA DE CADA POVO A RETRATAR UM DEUS Á SUA PRÓPRIA IMAGEM.

ABRANGE AS RELIGIÕES NÃO CRISTÃS

REVELAÇÃO DIVINA

ATOS DIVINOS NA HISTÓRIA

CÍCERO

‘RELEGERE’

"CONSIDERAR, REVER’

DEVOTAMENTE A ADORAÇÃO AOS DEUSES"

ENCAIXA TODO TIPO DE RELIGIÃO

MONOTEÍSMO BÍBLICO

 

AGOSTINHO

‘RELIGARE’

"LIGAR DE NOVO"

ABRANGENTE, MAIS, AINDA EXCLUI RELIGIÕES

CONCEPÇÃO BÍBLICA DA NATUREZA DO PECA

NECESSIDADE DE REDENÇÃO

  • KANT
  • MATEWS ARNOLD
  • HENRY WIEMAN

IGUAL A ÉTICA

MORALIDADE+EMOÇÃO

  • PERCEPÇÃO DE IMPOTÊNCIA e o COMPORTAMENTO RESULTANTE

A ÉTICA [OBRAS] É UM EFEITO E NÃO A CAUSA.

A MORAL SÓ TEM SENTIDO ANTECEDIDA PELA FÉ NO CRIADOR E LEGISLADOR

 

HEGEL

TIPO DE CONHECIMENTO

RELIGIÕES RACIONALISTA

AFEIÇÃO E VONTADE

O HOMEM INTEGRAL

KIERKEGAARD

TIPO DE APREENÇÃO SUBJETIVA DA VERDADE ATRAVÉS

DE UM "SALTO DE FÉ"

ERA O ‘EXISTENCIALISMO’

RELIGIÕES EXISTENCIALISTAS

excluiu RELIGIÕES COM AUTORIDADE FORA

A REVELAÇÃO OBJETIVA DA VERDADE NA REVELAÇÃO DIVINA

A EXPERIÊNCIA EXISTENCIAL

É SUBJETIVA

SCHEIERMACHER

SENTIMENTO DE DEPENDENCIA

RELIGIÕES MÍSTICAS E MODERNISTAS

APROPRIAÇÃO

DE DEUS

SERVIÇO PRESTADO A

ELE

FREUD

MARX

ILUSÃO

FRUTO DO MÊDO

MERAS PROJEÇÕES PSICOLÓGICAS.

‘O ÓPIO DO POVO’

ENCAIXA AS FILOSOFIAS ATEÍSTAS E NATURALISTAS

O DEUS QUE TEM INTERVIDO NA HISTÓRIA

 

A.K.RULE

  • O RECONHECIMENTO DE UM PODER SUPERIOR, INVISÍVEL;
  • UMA ATITUDE DE REVERENTE DEPENDÊNCIA DAQUELE PODER NO MODO DE VIVER;
  • AÇÕES ESPECIAIS: RITOS, ORAÇÕES E ATOS DE MISERICÓRDIA COMO EXPRESSÃO DE CULTO RELIGIOSO.
  • ENCAIXA QUASE TODAS AS RELIGIÕES
    • O DEUS VIVO DA BÍBLIA

      • A PALAVRA DO DEUS VIVO.

      TEMPLE GAIRDNER

      [Missionário no Egito]

      FRATERNIDADE INFINITA E ILIMITADA [Diz que isto foi o ensino de Cristo]

      INCLUE APENAS AS RELIGIÕES ECUMÊNICAS

      A VERDADEIRA RELIGIÃO NÃO É INCLUSIVISTA

      VERDADE E ERRO SE EXCLUEM

      STRONG

      • UMA VIDA EM DEUS
      • RECONHECE A DEUS
      • TEM COMUNHÃO C/DEUS
      • SOB O CONTROLE DO ESPIRITO DE DEUS, QUE HABITA NO CRENTE.

      [ AQUI É O DEUS DA BÍBLIA]

      SOMENTE A RELIGIÃO BASEADA NAS ESCRITURAS JUDAICO-CRISTÃS

      PODE SE ENCAIXAR AQUI

      COMO VERDADEIRA

      O CRISTIANISMO É EXCLUSIVISTA,.

      SUA PRESSUPOSIÇÃO BÁSICA É A REVELAÇÃO DO DEUS BÍBLICO

      SE RELIGIÃO É O CAMINHO PARA DEUS, CRISTO, ENTÃO , É A VERDADEIRA RELIGIÃO

      JO.14:6

      Pr. José Laerton A.Ferreira - Ig. Bat. Reg. do Ceará
      http://solascriptura-tt.org/SeparacaoEclesiastFundament/CristianismoFundamentalista-Laerton.htm

      2. O Conselho Mundial de Igrejas — CMI. Foi criado em 1948 na cidade de Amsterdam, Holanda, com a participação de 351 delegados representando 147 denominações de 44 países.
      3. Os católicos romanos.

      DECADA

      A DECADA Ecumênica é uma iniciativa do CMI (Conselho Mundial de Igrejas) mas não se limita a essa organização.

      A DECADA reúne conhecimentos e experiências de mulheres e homens de origens e atividades diversas.

      CONVIDADAS(OS) A PARTICIPAR DA DÉCADA:

      As paróquias e congregações locais, os grupos e assossiações de mulheres ligados às Igrejas, teólogas(os), dirigentes eclesiásticas(os), responsáveis por decisões e todas(os) colaboradoras(es) das Igrejas.

      Organizações ecumênicas de mulheres; conselhos ecumênicos locais, nacionais, regionais e internacionais.

      Movimentos de mulheres; grupos de juventude e movimentos estudantis; sindicatos e grupos de ação; mulheres de diferentes origens religiosas.

      OBJETIVOS

      Capacitar as mulheres para que se oponham às estruturas opressoras que existem na comunidade mundial, em seus países e em suas igrejas.

      Afirmar as contribuições decisivas das mulheres em suas igrejas e comunidades, compartilhando o trabalho de direção e a tomada de decisões, a reflexão teológica e a espiritualidade.

      Tornar conhecidas as perspectivas e ações das mulheres em esforços e luta pela justiça, paz e integridade da criação.

      Capacitar as igrejas para que se liberem do racismo, do sexismo e do classismo, e para que abandonem as práticas discriminatórias para com as mulheres.

      Estimular as igrejas para que empreendam atividades de solidariedade com as mulheres.

      HISTÓRICO

      1948
      1a Assembléia do CMI: informe de 58 países sobre o papel e as condições das mulheres na igreja.

      1949
      Comissão sobre "Vida e ação das mulheres na igreja".

      1954
      Criação do "Departamento sobre a cooperação das mulheres e homens na igreja e na sociedade". Surge uma estratégia que consiste em organizar reuniões de mulheres antes da celebração de encontros ecumênicos importantes.

      1974
      "Sexismo nos anos setenta". O sexismo é reconhecido como forma de opressão da mulher.

      1975
      Início de um processo de estudo sobre a "Comunidade de mulheres e homens na Igreja".

      1978
      Inicia-se o "Estudo sobre a comunidade de mulheres e homens na Igreja", intervindo em grupos locais do mundo inteiro.

      1981
      "A luta pela mudança é UMA ÚNICA luta. O racismo, o sexismo e todas as outras formas de dominação, rejeição e marginalização formam uma demoníaca sinfonia de opressão".

      O CMI reconhece que: "As mulheres constituem mais da metade das igrejas-membro e metade da família humana.;

      O princípio de uma colaboração autêntica entre homens e mulheres pressupõe uma participação igualitária. Esse princípio passa a ser uma meta.

      1983
      Pela 1a vez na história do CMI as mulheres delegadas (para a Assembléia) constituem um terço do total de participantes.

      1985
      O Comitê central do CMI solicita às igrejas-membro que suprimam ensinamentos e práticas discriminatórias contra as mulheres, como resposta cristã às estratégias para o futuro, aprovada pela conferência das Nações Unidas, nesse mesmo anos.

      1987
      É concebida a DECADA ECUMÊNICA de solidariedade das igrejas para as mulheres como resposta do CMI à DECADA das Nações Unidas e como continuação do estudo do CMI sobre a comunidade.

      1988
      Celebração do início da DÉCADA Ecumênica (1988-1998).

      PRIORIDADES

      A participação plena da mulher na igreja e na vida da comunidade.

      As perspectivas e compromissos das mulheres com respeito à justiça, paz e integridade da Criação (JPIC).A reflexão teológica da mulher e sua partilha na espiritualidade.


      4. As igrejas evangélicas e o CMI.
      Ecumenismo Evangélico
      É a tentativa de aproximação entre igrejas evangélicas, a nível de cooperação em atividades evangelísticas e sócio-políticas, e mesmo de fusão organizacional. Por exemplo, a cooperação interdenominacional de igrejas e ministros--muitos dos quais não estariam interessados no ecumenismo cristão ou religioso - que se unem para patrocinar uma cruzada de Billy Graham. Vale lembrar que o número de denominações diferentes chegou a 22.000 em 1985 e continua crescendo a uma taxa de cinco novas todas as semanas.
      Muitas igrejas conservadoras permanecem opostas a esforços ecumênicos por causa da teologia liberal e da agenda de trabalho políticos dos conselhos nacionais e mundiais que geralmente estão por detrás destes esforços.

      "Em resposta a seu convite [Papa João Paulo II), líderes das religiões da Terra reuniram... na tranqüila cidade medieval de Assisi, na Itália... A assembléia abrangeu crentes de credos uma vez designados como "ateus" e "pagãos", por uma igreja que, por séculos, havia pregado sem ambigüidade, que fora de suas paredes não havia salvação.
      A surpreendente variedade do grupo convidado também levantou suspeitas entre alguns cristãos que Assis representou um passo ao sincretismo, a amalgamação de várias religiões em conflito." -Time - 10 de novembro de 1986.
      Batistas e teólogos católicos encontram um campo em comum.
      Batistas do Sul e católicos romanos as duas maiores denominações da nação geralmente têm sido qualificadas de distanciadas doutrinariamente, mas seus eruditos concordam que basicamente estão de acordo...
      A reportagem de 163 páginas é vista como o exame mútuo mais completo das posições respectivas das duas tradições. Alcançá-lo tem sido uma experiência sem precedente para os batistas, comumente opostos aos assuntos ecumênicos...
      As conversações, patrocinadas pela Comissão de Bispos Católicos em Assuntos Ecumênicos, Inter-religiosos e o Departamento de Batistas do Sul de Testemunhas de Inter-Fé, incluiu 18 reuniões entre 1978 1988.- The Bakersfild Californian, 27 de agosto 1989.
      http://www.asd-mr.org.br/biblioteca/ordem/cap12.htm

      CONCLUSÃO

      Aí está o perigo do sincretismo religioso. Não parece, mas afeta todos os aspectos da vida humana. Quando alguém perde a fé em Deus e na sua Palavra, não reconhece mais o exclusivismo do Cristianismo e nem a singularidade de Cristo; considera iguais todas as religiões.
      Estudos afins
      OSÉL4S 7.1-2 v. Queixa divina quanto ao comportamento enganoso (7.1-2). Uma vez mais (cf. 6.4) o propósito gracioso de Deus colide com as realidades da rebelião de Efraim. O anseio divino em demonstrar misericórdia émanifestado no desejo de trazer Israel, Seu povo maltratado e cercado(5.10-14), isto é, a terra toda (cf. comentário sobre 1.9-2.1; 2.23; 4.1, 6, 8,12), de volta a uma boa condição de saúde social, espiritual e material: mudar a sorte é uma conhecida forma profética de expressar isso (cf. meu comentário sobre Jl 3.1); sarar é um dos termos favoritos de Oséias, aplicado à reversão da imoralidade de Israel e seu consequente sofrimento no juízo (5.13; 6.1; 11.3; 14.4). As duas orações (7.1a e 7.1b na ARA, que traz uma nova divisão; 6.11b e 7.1a na IBB, que segue a divisão tradicional, mas apresenta uma pontuação diferente desta) são paralelas e devem ser lidas em conjunto (cf. também BLH), apesar da infeliz divisão de capítulos que as separa em algumas versões (Vulg.; BJ; PIB; ARC; TB). O propósito bondoso alcança a nação toda, mas é bloqueado pela conduta pecaminosa que se concentra em Efraim. Os crimes são proclamados primeiramente em termos genéricos — iniquidade (heb, 'awon;c/;4.8;5.5;8.13;9.7,9; 12.9; 13.12;14.1-2) ewatóaáe, um dos termos mais abrangentes no rico vocabulário de Oséias sobre o pecado, incluindo tanto atos danosos (heb. ra'ôt_, literalmente "males") quanto suas consequências destrutivas (7.2, 3; 9.15; 10.15). Mais especificamente, a acusação aponta de novo para o assassinato e a pilhagem feita pêlos sacerdotes em 6.7-9, conforme indicam as semelhanças na linguagem: (l) "praticam a injustiça" (6.8) é uma expressão praticamente sinónima de "praticam a falsidade" (7.1; heb. pó "lê 'awen epa^lú saqer); e (2) horda de salteadores é o singular da palavra empregada em 6.9 (heb. g^úá; ffdúdim). A iniquidade de Efraim e as maldades de Samaria são, em suma, as atividades violentas dos sacerdotes, que constituem o sujeito de praticam a falsidade (7.1) e ponderam (7.2). Deus quer restaurar a nação. O que O impede? A perversidade de um segmento: Efraim e sua capital corrupta. O que corrompe Efraim e Samaria? Os atos criminosos de um grupo dentro daquela região, os sacerdotes que deviam ter sido exemplos e mestres da retidão da aliança (cf. 4.4-6). O anseio dos sacerdotes por crime e poder perverteu de tal forma seu discernimento que se comportavam como se Deus não mais os considerasse responsáveis por sua conduta. Sendo mestres em falsidade (6.7; 7.1), não tinham dificuldade para enganar a si próprios. Dizem mm coração (7.2) significa "consideram", uma frase que faz lembrar o quão confuso se tornara o coração, isto é, a capacidade de fazer escolhas apropriadas, devido aos excessos no culto (cf. 4.11). A magnitude desse erro dos sacerdotes é ressaltada pelo uso de: (l) toda — nada do que fizeram escapará à atenção divina; (2) maldade (a mesma palavra de 7.1) — o termo é suficientemente genérico para abranger suas múltiplas formas de perversidade; e (3) eu me lembro (heb. zkr, 2.17; 8.13; 9.9) - um verbo que indica uma experiência marcante de reviver os ates maldosos.
      OSÉIAS 7.3-7 Como consequência, eles estão confinados em sua própria conduta, cercados (cercam) como um exército capturado pelas tropas de sua própria perversidade. E o Senhor, a quem ignoraram sistematicamente, está bem próximo, para ver por Si próprio o dano que as suas atividades infligiram a eles mesmos. Esses versículos, que descrevem o mal cercando Israel e, ao mesmo tempo, sendo testemunhado por Deus (se descobre em 7.1; c/ comentário sobre 2.10; diante da minha face; cf. Só 26.6; SI 38.9; Pv 15.11), parecem combinar dois quadros bíblicos sobre o juízo: o pecado gera suas próprias consequências — "sabei que o vosso pecado vos há de achar" (Nm 32.23); o pecado é julgado pessoalmente por Deus — "eu, eu mesmo os despedaçarei" (Os 5.14). Evidentemente, não existe nenhum conflito entre esses enfoques, pois Deus é o autor da ordem na criação, e parte dessa ordem segue um esquema de retribuição e recompensa.
      vi. Símile de julgamento: o forno aquecido (7.3-7). Quatro chaves interpretativas podem ajudar a decifrar este difícil texto. Primeira, os sacerdotes permanecem como sujeito da ação, como acontece desde 4.4 e 6.7 (c/ 6.9). Eles, sua e seus, etc. apontam invariavelmente para os sacerdotes que estavam no centro da conspiração. Segunda, as declarações mais literais (w. 3, 5, 7b-d) que moldam e sustentam o símile contêm chaves para sua interpretação. Elas descrevem:
      (l) um novo rei e sua corte (príncipes que se alegram com as pérfidas mentiras dos sacerdotes que destronaram o rei anterior, v. 3); (2) um diade coroação depravado pela embriaguez, que deixou os cortesãos confusos e induziu o rei à companhia daqueles que escarneciam de sua autoridade (v. 5); e (3) um padrão de crueldade que devorou um governante após outro, sem que nenhum dos conspiradores buscasse a vontade ou a ajuda deJavé(v.7b-d). Terceira, o elemento principal do símile, o forno (w. 4,6,7), descreve os sacerdotes inflamados pela deslealdade (são chamados de adúlteros no versículo 4, praticantes de infidelidade política e religiosa; cf. Jr 9.2) e pela ambição do poder (w. 6-7a). É difícil determinar a identidade ao padeiro (w. 4, 6). Neste último versículo, sua presença é obscurecida, porque comentaristas e versões tendem a repontuar a palavra hebraica para que se leia "sua ira" (mas veja Andersen, pp. 447,449-454). As duas referências ao trabalho do padeiro sugerem uma ociosidade, um cochilo, que contribui para a conspiração contra o rei. Caso a ociosidade seja uma negligência passiva, então o padeiro é provavelmente a descrição de um importante oficial da corte cuja tarefa era garantir a segurança do rei; se a preguiça é
      OSÉIAS 7.3 maldosa e intencional, pode-se identificar o padeiro com o sacerdote principal (veja comentário sobre 4.4), que usou de sua posição para enredar o rei e levá-lo a confiar nele, quando durante todo esse tempo seu objetivo era a traição. Esses versículos são um tanto obscuros e ambíguos, fazendo com que, de certa forma, toda interpretação não passe de tentativa.
      Quarta, existe na passagem uma transição — da alegria do rei (v. 3) para sua ruína (v. 7) — que se torna compreensível pela atuação do vinho (v. 5), que promoveu e simbolizou a rendição ante o paganismo que tornou possível a conspiração. Ademais, a transição começa com um caso específico — um rei a quem os sacerdotes infiéis alegram (v. 3) — e termina com uma ampla generalização — todos os seus reis caem ("caíram", BJ; v. 7), como se o símile ampliado descrevesse um caso dentre os muitos paralelos: a conspiração de Saium contra Zacarias, que havia reinado seis meses (2 Rs 15.8-12); a de Menaém contra Saium, depois de apenas um mês (2 Rs 15.13-15); o golpe de Peca contra Pecaías, depois de dois anos (2 Rs 15.23-26); e o golpe de Oséias contra Peca, depois de oito anos como único governante (2 Rs 15.30). Às vezes atribuem-se a Peca doze anos de reinado parcial em Gileade, enquanto Menaém e Pecaías governavam em Samaria — c. 752-740 a. C.1 Em geral, o episódio isolado com que esta passagem começa (v. 3) é identificado com uma dessas duas últimas revoltas. A generalização no final da passagem (v. 7) sugere que a participação dos sacerdotes na destruição das dinastias era mais um hábito arraigado do que uma falha isolada.
      3. Embora em 5. l a palavra seja dirigida à corte real, juntamente com os sacerdotes e o povo, pela primeira vez o rei de Israel passa a ser aqui o centro da atenção de Oséias — num contexto que ressalta a malícia dos sacerdotes (uma palavra-chave que liga o v. 3 aos w. 1-2) e suas mentiras (que retoma a expressão praticam a falsidade, do v. l, mas com uma palavra hebraica diferente), junto com a "ingenuidade do rei". Se a trama de Adão-Gileade-Siquém, de 6.7-10, e a conspiração de 7.3-7 são o mesmo episódio, então Pecaías foi a vítima, e Peca, juntamente com os sacerdotes, o culpado (2 Rs 15.25); se os relatos descrevem acontecimentos distintos, então são os males e as mentiras infligidas pêlos sacerdotes sobre Peca que As datas de reinados que aparecem aqui e em outros lugares foram extraídas de E. R. Thiele,A Chronology of the Hebrew Kngs (Grand Rapids: Zondervan, 1977), pp. 76-78.
      OSÉIAS 7.5 trazem alegria ao coração de Oséias e sua corte (2 Rs 15.30). A escassez de dados torna impossível uma identificação segura. De um modo ou de outro, todo o quadro de 7.3-7 coloca a perfídia sacerdotal contra a credulidade real. E ninguém vence. Os príncipes (heb. sãrím; veja comentários sobre 3.4; 5.10), mencionados pela primeira vez aqui, desempenharão um papel constante nas acusações do profeta (cf. 7.16; 8.4, 10; 9.15; 13.10), em parte porque eram os lacaios do rei, implementando suas políticas externas desastradas, e em parte porque também podem ter servido de comandantes militares, executando as fúteis estratégias de combate condenadas por Oséias (10.13-15; 13.9-11; quanto aos problemas textuais, veja comentário sobre esta última passagem). A loucura perversa da corte ajuda a colocar em perspectiva as profecias anteriores de Oséias que tratam de juízo disciplinar (3.4) e de restauração (3.5). Um grupo fechado da corte, que encontrava satisfação na odiosa falsidade do líder sacerdotal, precisava ser posto de lado e substituído por um rei segundo o coração de Deus.1
      4. A traição política dos sacerdotes é ressaltada por adúlteros (cf. a prostituição de Efraim em 6.10). Suas paixões ardiam por objetivos que violavam a aliança que eles deviam manter. Os símiles do forno e do padeiro deixam isso claro. A negligência do padeiro em relação ao forno, de modo que o fogo continuava ardendo enquanto a massa crescia, conduziu a um resultado intolerável: aquele que deveria ter vigiado o rei deixou-o indefeso, pronto para ser queimado pelo forno incandescente da conspiração.
      5. Os símiles são temporariamente suspensos, enquanto o profeta torna a abordar de maneira literal a relação do rei com os sacerdotes, esboçada no versículo 3.0 contexto parece ser de uma festa: o aniversário de nascimento ou, mais provavelmente, de coroação do rei. Em harmonia com outras orações (w. 3, 7), o sujeito do verbo principal, "deixaram doentes" (uma forma causativa em hebraico; cf. BLH), devem ser os sacerdotes, também chamados de escamecedores, um termo que descreve sua atitude desdenhosa para com a realeza; uma atitude cuja mordacidade A sugestão (encontrada em BHS) de que a palavra alegram deve ser emendada para ter o sentido de "ungem", mediante a transposição das duas primeiras letras hebraicas, pode ser posta de lado, em face do quadro de embriaguez e depravação esboçado no v. 5.
      OSÉIAS 7.6 Oséias deve ter sentido mais de uma vez (cf. is 28.14, onde reis são chamados de "escarnecedores"). Quem mais teria escarnecido, dizendo: "o seu profeta é um insensato, o homem de espírito é um louco" (9.7)? Com as principais autoridades (príncipes) prostradas, atordoadas na letargia da embriaguez pelo excitamento do vinho, o rei, ele mesmo privado do bom senso por causa das festas, deu as mãos (isto é, numa causa comum e numa comunhão calorosa) àqueles sacerdotes conspiradores. Tudo isso talvez sugira que os príncipes são os padeiros negligentes, dormindo ao lado de suas taças, enquanto se alastram as chamas de uma revolta em potencial. O rei é deixado numa condição vulnerável e pode ser rapidamente acrescentado à lista daqueles filhos reais que "caíram" (BJ; \\\PIB; v. 7) para nunca mais se levantar.
      6. A ilustração do forno é retomada e conduzida a um clímax com a menção de chamas ardentes. Os sacerdotes continuam como os sujeitos da trama. Pode-se entender o difícil versículo da seguinte maneira: Quando eles [os sacerdotes] se aproximaram, o coração deles estava [quente] como o forno. Em sua emboscada durante a noite toda seu padeiro dormiu até de manhã. Ele [o coração deles] ardia como uma labareda de fogo. "Eles se aproximaram" (rejeitando a emenda de "se aproximaram", heb.qrb, para "queimaram", heb. qdh; cf. LXX; BLH; Wolff) indica a maneira como executaram sua trama assassina. A oração deve começar com "quando", uma tradução igualmente aceitável da palavra hebraica kí e mais apropriada ao contexto. Agora, o coração deles, que passou a arder devido às suas más escolhas, está na temperatura máxima da fornalha. Enquanto passavam a noite à espreita (lit. "em emboscada"; cf. Jz 16.2 e a conspiração dos moradores de Gaza contra Sansão), "seu padeiro" (lendo o TM junto com Vulg.; ARC; IBB; Andersen; contra a maioria das versões, que alteram a pontuação do hebraico para furor ou algo semelhante)dorme até de manhã. A embriaguez deles deixou o soberano à mercê dos conspiradores, cujo coração deve ser o sujeito implícito de "ardia como uma labareda de fogo" (cf. Andersen, pp. 447-461, quanto à leitura que segui e adaptei). Um paralelo profético bem próximo dessa cena de oficiais embriagados encontra-se em Isaías 28.1-4,7-13.
      OSÉIAS 7.8-10 7. Pela terceira vez (c/ w. 4, 6) a figura ao forno descreve os desejos ambiciosos dos sacerdotes, chamados de todos eles, como no versículo 4. Aqui, porém, eles dão vazão a uma fúria animalesca e consomem (lit, "comeram"; cf. comentários sobre 2.12; 5.7) os seus juizes. Juizes (governantes), é um termo adequado para descrever os reis, cuja responsabilidade era fazer valer a justiça, pronunciar veredictos correios (cf. 5.1) e buscar a ajuda de Deus em épocas de emergência, levando o povo a confiar nEle, como faziam os antigos juizes de Israel. Contudo, é mais provável que, nesta passagem, "juizes" seja sinónimo de príncipes, os cortesãos cuja tarefa era executar as ordens justas do rei e, dessa maneira, estimular o cumprimento da aliança. Aqueles que falharam na proteção do rei, quer religiosa quer física, tornaram-se vítimas dos golpes (cf. outra menção do fim deles, em 7.16). Seus reis reforça a leitura do Targum no versículo 5. São os reis colocados no trono por grupos de conspiradores que praticamente possuíam tais reis. Nem Deus nem o profeta têm algum sentimento de lealdade para com tais monarcas (cf. 8.4). Caem é quase um eufemismo: quatro assassinatos em doze anos — uma fileira de túmulos que assinalava o fracasso da realeza na provisão de paz, segurança e estabilidade. Contudo, (e essa é a acusação para a qual toda a passagem vem convergindo desde 5.8), nenhum dos líderes sacerdotais clama a Javé em busca de alguma solução real. Todos os demais recursos foram tentados: invasão militar (5.8-12), intriga internacional (5.13), arrependimento falso (6.1-3) e conspiração assassina (6.7-9; 7.3-7). Deus, que desde 7.2 não fala diretamente, expressa agora Sua dor e Sua ira diante desse insulto monumental. A que ponto chegou um povo quando seus líderes religiosos confiam em uma série de homens perversos e incompetentes para proporcionarem salvação e depois os matam quando estes falham? "O pecado supremo" — é assim que se chama: "eles tentaram seguir seu próprio caminho sem Javé".1
      vii. Metáfora de julgamento: o pão intragável (7.8-10). O texto continua adejando sob a sombra da guerra siro-efraimita, embora já não se tenha Judá em vista e Efraim seja o centro da atenção (w. 8,11). Ainda mais notável é a ausência dos sacerdotes, que apareceram em 4.4 e desde então estiveram em destaque durante a maior parte do tempo. Eles não
      OSÉIAS 7.8 serão citados nominalmente antes de 10.5 (e mesmo ali serão os "sacerdotes idólatras" [heb. Vrnarím}, não os sacerdotes em geral, kohWm), embora 9.4-6 descreva sua frustração latente, quando as privações e o exílio interromperam suas solenidades festivas. A saída dos sacerdotes, com as mãos maculadas de sangue devido à conspiração contra a coroa, provoca uma mudança de conteúdo, deixando de lado a confusão interna de Efraim e passando para sua ambivalência e contemporização nas questões externas. O comportamento deles parece tão estúpido que Oséias ridiculariza isso com uma série de caricaturas: pão meio assado (v. 8), pão mofado (v. 9), pomba insensata (v. 11), arco de corda frouxa (v. 16), cultivo inútil (8.7), vaso sem serventia (8.8), jumento selvagem (8.9) e pastor do vento (12.1). Ao escolher experiências ou objetos do cotidiano, que pudessem divertir as pessoas, o profeta deixou mais do que claro que a política externa de Israel contrariava o bom senso, para não falar da revelação divina.
      8. Supomos que Oséias empregou Efraim para descrever o reino do norte, porque o restante de Israel já fora reduzido à vassalagem da Assíria. Só o enclave montanhoso ao redor de Samaria, parte do antigo território tribal de Efraim, filho de José, mantinha alguma aparência de liberdade política (veja a nota adicional sobre os possíveis contextos históricos, p. 128, e comentários sobre 6.7-11). Portanto, o estado remanescente de Efraim havia se misturado com as nações, especialmente Ara, Egito e Assíria (w. 11, 16; cf. a descrição disso em 5.13), de tal maneira que sua identidade singular como povo de Deus ficou obscurecida. Embora Deus possa refletir o símile do pão, dos versículos 3-7, mediante uma sugestão de que Efraim é o óleo misturado na farinha estrangeira, o mais provável é que a metáfora comece de fato na segunda linha. A função da primeira oração, mais literal, é deixar claro o significado da metáfora. O mesmo padrão é adotado no versículo 9, enquanto no versículo lia ordem é inversa: o símile vem na frente, e a interpretação, depois. O ato de fazer pão dá o contexto do versículo 8b do mesmo modo como fez nos versículos 3-7, mas aqui a questão gira em torno ao pão e não do forno. O disco de massa foi posto no forno e não foi virado pelo padeiro. O resultado foi uma massa crua intragável de um lado e uma crosta queimada do outro. Talvez se possa afirmar, sem ir longe demais com a ilustração, que o lado de Efraim que ficou virado para as nações estava seriamente queimado, enquanto o outro lado — a intragável e fraca consagração a Javé — estava cru.
      OSÉIAS7.10 9. Declara-se ainda mais ostensivamente a estupidez de Efraim. "Ele não sabe" que: (l) sua força, agrícola e económica estava sendo consumida pelo tributo pago a estrangeiros ("bastardos", um termo empregado em 5.7 para descrever os filhos gerados pela fornicação no culto), assim como os sacerdotes haviam devorado os Juizes de Efraim (v. 7); e (2) todo seu estilo de vida havia apodrecido com o mofo, que faz crescer suas repugnantes cãs no alimento envelhecido. Esta interpretação (veja Andersen, pp. 467-468) tem a vantagem de preservar a metáfora culinária e evitar o problema de os cabelos grisalhos serem mal vistos aqui, quando em geral as pessoas da Bíblia os tinham por sinal de bênção (Pv 20.29). Wolff (p. 126) interpreta cabelos grisalhos como sinónimo de pavor. O verbo que descreve o surgimento das cãs (heb. zrq) geralmente é traduzido por "aspergir"; contudo, é mais provável que derive de uma dentre duas raízes árabes que significam "tornar-se branco/brilhante" ou "mover-se furtivamente/avançar silenciosamente",1 Este último sentido parece mais apropriado ao contexto, em que se ressalta a vergonhosa ignorância de Efraim (cf. "não soube" em 2.8). A embriaguez (v. 5) pode ter ajudado a embotar sua percepção (cf. 4.11).
      10. A acusação sumária feita pelo profeta torna-se dura neste versículo, em que a primeira linha reflete com exatidão as palavras de 5.5 (veja comentários), enquanto as duas últimas linhas reafirmam as conhecidas ênfases no fato de Israel não conseguir voltar (veja comentários sobre 3.5; 5.4; 6. l) nem buscar (veja comentários sobre 3.5; 5.6) o Senhor, aqui chamado de Senhor seu Deus. Este título mais longo (cf. 1.7; 3.5; 12.9; 13.4; 14. l) faz as pessoas se lembrarem da pessoa a quem deviam lealdade. A falta da devida resposta em relação a Deus é um tema que domina toda esta seção: ninguém há entre eles que me invoque (v. 7), e ele não o sabe (v. 9, duas vezes), nem o buscam em tudo isso (v. 10), mas eles falam mentiras contra mim (v. 13), não clamam a mim de coração (v. 14), contra mim se rebelam (v. 14), no entanto maquinam contra mim (v. 15).
      l. Quanto à primeira raiz, cf. KB, que acompanha G. R. Driver; quanto à segunda, J. Blau, VT, 5,1955, p. 341
      OSÉIAS 7.11-12 Não surpreende que Deus tenha de ir aumentando o volume de Seu julgamento, um julgamento implícito na expressão em (ou "por") tudo isto, até que chegue a uma intensidade que prenda a atenção de Israel. Só depois que o juízo atingir a terrível magnitude da destruição do reino inteiro e do exílio de seu povo é que ocorrerá a busca e o retorno (3.5; 11.10; 14.1-2).
      víii. Símile de julgamento: a pomba tola (7.11-12). Embora mude a figura, passando da linguagem culinária para a da ornitologia e da caça, a mensagem continua a mesma: a estupidez de Efraim em depender de relações estrangeiras para ter segurança e estabilidade. A ambivalência que fez com que oscilassem da Mesopotâmia para o Nilo em busca de um aliado só podia levar Efraim a ser chamado de "descuidado", quer isso fosse provocado por medo, ingenuidade (o heb. pth, traduzido por enganada, significa facilmente seduzida; cf. comentário sobre 2.14) ou ambos (quanto à tolice de coração, veja Dt 11.16). Sem entendimento é literalmente "sem coração", isto é, sem competência e juízo para fazer escolhas certas, facilmente influenciada por fatores irracionais (cf. comentário sobre coração, em 4.11). O fato de chamarem pelo Egito contrasta com sua incapacidade de clamar por Deus (v. 7), enquanto sua viagem (vão) para a Assíria os impede de voltar para o Senhor (v. 10). Wolff (p. 127) defende um contexto siro-efraimita para esses versículos, datando sua mensagem de 733 a. C. (veja a nota adicional sobre os possíveis contextos históricos, p. 128). O quadro do alimento intragável (w. 8-9) sugere um juízo que era uma questão de causa e efeito: a conduta insensata trouxe consequências graves (cf. Gl 6.7). No entanto, no versículo 12, Javé, falando pessoalmente como no versículo 7, ameaça intervir de forma direta. Se Efraim for a pomba, Javé será o caçador astucioso. Se Efraim fizer um tratado com as nações, assim declara o Senhor: "castigá-los-ei de acordo com o relatório de seus tratados" (veja as traduções de Andersen, p. 461). A linha final do versículo 12 provavelmente dá a explicação literal da metáfora do caçador, embora o significado exato seja enigmático. Muitos comentaristas (acompanhando Wolff, p. 107) emendam a última palavra para "suas maldades" (heb. ra'atam em lugar de 'odatam, do TM) e lêem o verbo como castigar ou "disciplinar" (heb. ysr; cf. 5.2). Essa interpretação faz com que a linha transmita uma ameaça genérica, retoma apalavra "maldades" (RSV), que predominava anteriormente (w. l, 2,3), e repete a ênfase no juízo como forma de disciplina, encontrada em 5.2. .
      OSÉIAS7.13 A interpretação de Andersen (p. 471) ressalta o contexto de celebração de tratado sugerido por 5.3 e 7.11. Lendo "sua aliança" em lugar de sua congregação, do TM (heb. 'ëdutam, da raiz W, em lugar de 'adãfam, da raiz y'd), ele enfatiza que a rebelião de Efraim contra Deus assumiu a forma específica de celebração de tratados com as nações, um crime condenado diretamente em 12.1, onde Oséias retoma o tema dominante de 7.8-16.
      ix. Dupla queixa divina quanto à rebeldia (7.13-16). Os versículos 13 e 15 trazem as marcas das queixas divinas, fazendo parte de uma seqüência de protestos que se inicia em 4.16 e atinge o clímax em 11.8-9 (cf. comentários sobre 6.4-5; 7.1-2). Eles deixam claro que treinamento, fortalecimento e salvamento eram o que Deus tinha em mente, enquanto o vaguear, o mentir (v. 13) e o rebelar-se (v. 14) caracterizavam os
      caminhos de Israel. As desastradas políticas externas ainda são o tema desta seção (observe que o Egito encerra esta seção no versículo 16, enquanto a Assíria ajudou a começá-la, em 5.13) e continuam sendo uma afronta pessoal contra Deus. Palavras como "fugiram de mim", "se rebelaram contra mim", "falam mentiras contra mim" (v. 13), "não clamam a mim", "contra mim se rebelaram" (v. 14) e "maquinam contra mim" (v. 15) deixam isso bem claro. 13. As ameaças de juízo em forma de ai (cf. Nm 21.29; Is 3.9; Jr 13.27; Ez 16.23; Os 9.12, onde o ai é dirigido a outros, não a si próprio e, daí, implica uma "denúncia", BDB, p. 17) e destruição (heb. sõd; cf. 12.2; Am 3.10; 5.9), com sua força exclamativa, mostram Deus decidido a julgar. O processo contra Efraim e Judá foi sendo elaborado, com denúncias e mais denúncias, e acusações após acusações, até que as provas se tornam esmagadoras. As perversas escaramuças entre norte e sul (5.8-12), a tola abertura para a Assíria (5.13), o inútil estratagema de arrependimento (6.1-3), as tramas sacerdotais de violência (6.7-10; 7.3-7), a estúpida ambivalência política de Efraim (7.8-12) — tudo isso deixou Javé sem opção, senão a de anunciar a vinda de Seu juízo, mas Ele o faz com grande dor e nenhum prazer. O comportamento ingrato de Israel resume-se em três palavras: (l) fugiram (heb. ndd; cf. Jr 4.25) indica uma tentativa deliberada e desesperada de escapar à soberania de Javé; (2) se rebelaram (heb. ps') pode designar revolução política, motim militar, delinqüência juvenil (l Rs 12.19; Is 1.2), quebra dos padrões humanos de decência (Am 1.3, 6, 9, 11, 13; 2.1), bem como oposição às estipulações da aliança divina (cf. Os 8.1; 14.9; Am 2.4, 6; 4.4); e (3) falam mentiras (heb. kfzabím, "falsidades"; cf. 11,12) destaca a fraude que caracteriza o comportamento de Israel (cf. "aleivosamente se houveram", 5.7; "praticam a falsidade", 7.1; "arco enganoso", 7.16). Pode estar arraigado na idolatria de Efraim (cf. Am 2.4, onde mentiras significa ídolos), a mentira maior acerca de Deus; dessa mentira brotam as demais — falso arrependimento (6.1-3), crença de que sua estabilidade interna depende de suas próprias artimanhas (6.7-10; 7.3-7) e a convicção de que Deus não pode defendê-los de seus inimigos (7.8-11). A pungência dessa queixa divina reside no contraste entre Javé desejando salvar (heb.pdh, remir, "resgatar mediante o pagamento de um valor") e Israel rejeitando cada uma de Suas tentativas de fazê-lo. O hebraico reforça o contraste mediante o uso explícito dos pronomes eu e eles, por questão de ênfase: "Eu, de minha parte... mas eles, de sua parte..." Na próxima vez em que Javé fala de resgate, Ele o faz numa trágica pergunta retórica, cuja resposta esperada é "não": "Deveria eu livrá-los do poder do Seol?" (BJ, 13.14).
      Observações
      A POSIÇÃO CATÓLICA
      "Portanto, por esta razão, a Igreja Católica reclama o direito de intolerância dogmática enquanto que, conforme seu ensino, é injusto reprovar-lhe o exercício deste direito... Ela considera a intolerância dogmática, não somente seu direito incontestável como um dever sagrado...
      "Assim como o verdadeiro Deus não pode tolerar deuses estranhos, a verdadeira Igreja de Cristo não pode tolerar igrejas estranhas a seu lado.. E é especialmente nesta particularidade que repousa sua força sem igual, a propagação de seu poder revolucionário e o rigor sem falha de seu progresso. Uma conseqüência estritamente lógica desta idéia fundamental e incontestável é o dogma eclesiástico de que fora da Igreja não há salvação...
      "Por repulsiva que seja, a crueldade bárbara das ordenanças penais da Idade Média quando é julgada de um ponto mais refinado da civilização moderna .. não deveríamos, por esta razão, condenar todo o sistema penal desta época, como um assassinato judicial, porque os castigos legais, ainda que inumanos, não eram injustos...
      "De acordo com Romanos 13:1, as autoridades seculares têm o direito de castigar especialmente crimes graves, com a morte; consequentemente, os hereges não somente podem ser excomungados como também justamente mortos. "
      The Catholic Encyclopedia, ed de 1911, vol l4, págs 766,768. (Ênfase Suplementar)
      RESPOSTA PROTESTANTE
      Podemos dizer muitas coisas boas acerca do atual papa de Roma. Ele fala verdades e coisas necessárias aos regimes totalitários... Isso não significa nada quanto à sua visita à Dinamarca no próximo ano. Como papa que é tem um propósito determinado. Não é simplesmente um homem com personalidade bem assessorada ou um evangelista sem temor, o qual chegará ao aeroporto Kastrup. É um ser humano que diz ser o substituto de Deus e fundamento da Igreja na Terra Mas nós os Luteranos não cremos que nenhum ser humano possa ser o substituto de Deus e não reconhecemos nenhum outro fundamento da igreja cristã senão a Cristo. Por esta razão diremos 'Não' à mensagem do papa. A Igreja Pública Danesa não participará em nenhum tipo de tributo, nem " oração ao papa de Roma...
      "Foi a Reforma um equívoco? Deveríamos começar a dizer 'Não' a Martlnho Lutero e 'Sim' ao papa? Deveríamos começar a crer em Roma e não em Deus?"
      "Não! O papa é um falso representante e a Igreja Católica Romana é uma falsa e naturalmente na Igreja Pública Danesa diremos isto bem alto e claro. É obrigação da Igreja. É também obrigação dos bispos... Que nenhum deles ou qualquer outro possa falsificar a cristandade para atrair a Roma. "
      Sacerdote Danês, Soren Krarup, Berlingske Tirente, l8 de junho de 1988.(Traduzido, Ênfase Suplementar)
      JESUS, O ÚNICO CAMINHO
      "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim. Tudo quanto pedirdes em Meu nome, Eu o farei." Jesus Cristo, João 14:6, 13
      "Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens. Cristo Jesus, Homem." Apóstolo Paulo, I Timóteo 2:5.
      O Papa João Paulo ll... disse terça-feira aos católicos romanos que busquem o perdão através da igreja e não diretamente de Deus.
      Em um documento principal sobre a necessidade de confissão do pecado, o pontífice estabeleceu guias aos quase 800 milhões de católicos romanos com respeito ao propósito da confissão de pecados aos sacerdotes...
      O requerimento para confissão do pecado através dos sacerdotes é um dos princípios fundamentais do Catolicismo, Romano.
      The Associated Press, l l de dezembro de 1984 (Ênfase Suplementar).
      A decisão do Papa João Paulo II de designar uma ano especial de devoção a Maria reflete seus desejos de trazer novamente tais costumes tradicionais como as peregrinações aos santuários e as procissões religiosas, dizem os oficiais do Vaticano...
      O Vaticano disse que os católicos podem ganhar indulgência, ou o perdão do castigo temporal pelo pecado, devotamente tomando parte em algumas das atividades do ano mariano...
      Desde o inicio de seu pontificado, já mais de oito anos. João Paulo tem demonstrado uma especial devoção a ela. Ele chama Maria "celeste mãe da Igreja" e freqüentemente invoca sua intercessão em orações púbicas.
      The Associated Press, 17 de fevereiro, 1987 Ênfase Suplementar).
      "CITAÇÕES" DO PASSADO
      "O Pontífice Romano, quando fala excátedra - quer dizer quando em exercício de seu oficio de pastor e mestre de todos Cristãos, define, em virtude de sua autoridade apostólica, uma doutrina de fé e moral para ser mantida por toda a Igreja - é... possuído desta infalibilidade com a qual o Redentor divino desejou que sua igreja estivesse revestida e, conseqüentente, tais definições do Pontífice Romano são irreformáveis por sua própria natureza." -The Catholic Encyclopedia, ® 1910. vol. 7. c 796
      Todos os decretos dogmáticos do Papa, feitos com ou sem seu conselho geral, são infalíveis... Uma vez feito, nenhum ou nenhum concílio pode revogá-los... Este é o princípio católico, de que a não pode errar na fé." - The Catholic World 1871, págs.422,423.
      "Não temos mais direito de pedir razões à Igreja do que aquele que temos de perguntar a Deus Todo-Poderoso, como preliminar à nossa submissão. Deves aceitar com docilidade indiscutível qualquer instrução que nos dá a igreja." Cathollc World, agosto de 1871, pág. 589.
      "Se um homem recusa escutar a Igreja (Católica Romana), deve ser considerado (Assim ordena o Senhor), como um ateu e um publicano." - Papa Pio XII, em sua carta encíclica The Mistical Body Christ" 29 de junho de 1943.
      "Eles, (os protestantes) se esquecem de que foram eles os que se separaram de nós e não nós deles; e que são eles que têm de regressar à unidade sob os termos católicos, e não nós buscarmos a união com eles ou aceitá-la segundo seus ternos... O Protestantismo é uma rebelião contrária à autoridade de Cristo, da qual está revestida Sua Igreja. Não possui autoridade nem tem nenhum desejo de submeter-se à autoridade... O Protestantismo em provado ser realmente o aliado do paganismo... Todas as formas do protestantismo são injustificadas. Não devem existir" - América (periódico católico), 4 de janeiro de 1941, vol.64 pág. 343.
      Nós cremos no triunfo da Igreja Católica sobre a infidelidade, heresia, divisão. revolução e despotismo, judaísmo, maometismo e ateísmo. A restauração do reino temporal do Papa é necessária para esse triunfo e, portanto, cremos que será restaurado." -The Catholic World, 18 de agosto de 1877, vol. XXV, pág. 620.
      "Em nenhuma parte é a intolerância dogmática tão necessária regra de vida como no domínio das crenças religiosas, já que a salvação de cada indivíduo está em perigo. Assim como não podem haver tábuas alternativas de multiplicar, não pode haver senão somente uma verdadeira religião, a qual, pelo mesmíssimo feito de sua existência, protesta contra todas as outras como falsas." - The Catholic Encyclopedia, edição de 1911. vol. 14, pág. 765.
      "CITAÇÕES" DO PRESENTE
      "Sob a corajosa liderança do Papa João Paulo II, o Estado do Vaticano tem assumido o lugar que lhe corresponde no mundo como uma voz internacional. É apenas correto que este país mostre seu respeito pelo Vaticano, reconhecendo-o diplomaticamente como um Estado mundial." Dan Quayle, Vice-presidente dos Estados Unidos, discurso ante o senado dos Estados Unidos, 22 de setembro de 1983.
      "O Senador Richard Lugar, (R. Indiana) denominou o Vaticano de "um sensitivo centro diplomático" e "uma significante força política para a decência no mundo." Disse que foi uma "torpe charada" para nosso governo haver enviado somente um mensageiro pessoal ao Papa." - Discurso ante o senado dos Estados Unidos, 22 de setembro de 1983.
      É o Papa o principal entre todos? O Papa seria o "Superior Universal" em uma reunião das Igrejas Anglicana e Católica Romana, separadas por mais de 400 anos; uma comissão de altos oficiais de ambas as igrejas, foi noticiado em Londres hoje." -The Herald, Sydney, Austrália, 30 de março de 1962.
      O Papa João Paulo II foi interrompido no princípio de um discurso ao Parlamento europeu hoje, pelo Reverendo Ian Paisley, um polítlco protestante de Irlanda do Norte... Momentos depois que o Papa começou a falar, o Sr. Paisley... começou a gritar "Eu te denuncio como o Anticristo!" -The New York Times Internacional, 12 de outubro de 1988.

      Colaboração Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

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