Publicado em 19 de Maio de 2012 as 11:04:25 AM
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QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 8, FILADÉLFIA, A IGREJA DO AMOR PERFEITO
Responda conforme a revista da CPAD do 2º Trimestre de 2012
Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
“Mas qualquer que __guarda__ a sua palavra, o __amor__ de DEUS está nele verdadeiramente aperfeiçoado; __nisto__ conhecemos que estamos nele” (1 Jo 2.5).
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
__Amar__ não é suficiente. É urgente que o nosso amor seja __perfeito__ como __perfeito__ é o amor com que DEUS nos amou.
COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO
3- Que tipo de amor possuía a igreja de Filadélfia?
( ) Possuía um amor que tirava forças da fraqueza.
( ) De sua pobreza temporal, extraía bens eternos para enriquecer o mundo.
4- Qual o segredo da igreja em Filadélfia, se é que isso era segredo?
( ) Era o amor que ela santificava a CRISTO.
( ) A uma igreja amante como Filadélfia, o Amado abre uma porta que ninguém poderia fechar.
( ) JESUS escancara-lhe os portais da evangelização e da obra missionária, levando-a a avançar como Reino de DEUS além de suas fronteiras.
I. FILADÉLFIA, A CIDADE DO AMOR FRATERNAL
5- Qual a história da cidade de Filadélfia?
( ) Filadélfia foi estabelecida pelo rei Átalos Filadelfos II de Pérgamo em 189 a.C.
( ) Ao construir a cidade, tinha como objetivo helenizar a região que, até aquela época, usava como língua comum, o gálico.
( ) O território da bíblica Filadélfia é ocupado, hoje, pela cidade turca de Alasehir, situada a 130 quilômetros ao leste de Esmirna.
6- Qual a história da igreja em Filadélfia?
( ) À semelhança das demais igrejas da Ásia Menor, Filadélfia também foi estabelecida ou pelo apóstolo Paulo, ou por algum membro de sua equipe (At 19.10).
( ) Poucas informações temos dessa congregação, que passaria à história como a igreja do amor fraternal.
( ) A essa igreja, endereçou o Senhor JESUS uma carta carinhosa e terna.
II. A IDENTIFICAÇÃO DO MISSIVISTA
7- Como se apresenta o Senhor JESUS ao anjo da igreja em Filadélfia?
( ) Apresenta-se o Senhor JESUS como aquele que é SANTO e Verdadeiro (Ap 3.7).
( ) Somente alguém com essas credenciais far-se-ia digno de receber do Pai a chave da casa de Davi, para abrir-nos todas as portas da oportunidade (Is 22.22). Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 18 de Maio de 2012 as 12:00:03 PM
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TEXTO ÁUREO
“Mas qualquer que guardar a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conhecemos que estamos nele” (1Jo 2.5). – A obediência aos mandamentos de Deus testa o conhecimento de uma pessoa em relação a Deus. O verdadeiro amor por Deus e um relacionamento sincero com ele devem ser evidenciados pela lealdade{a}. ‘APERFEIÇOADO’; Gr. Teleioo; Strong 5048: Completar, realizar, levar até o fim, chegar a uma conclusão de sucesso, atingir uma meta, cumprir. Em um sentido ético e espiritual, a palavra significa levar à maturidade, aperfeiçoar{b}.
VERDADE PRÁTICA Amar não é suficiente. É urgente que o nosso amor seja perfeito como perfeito é o amor com que Deus nos amou.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Apocalipse 3.1-6.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
· Conhecer o contexto geográfico e histórico da cidade de Filadélfia;
· Compreender como Jesus se apresenta a igreja de Filadélfia; e
· Elencar as principais características da igreja de Filadélfia.
Palavra Chave
Filadélfia: amor fraternal.
COMENTÁRIO
Introdução
Filadélfia era conhecida nos velhos tempos como a porta para o oriente: construída junto a uma das grandes estradas romanas que apontava como uma flecha para o coração do interior da Ásia, ela estava no caminho de quem se dirigia da Europa para regiões importantes como a Mísia, Lídia e Frigia. Era cercada de vinhas e, embora tivessem templos dedicados a vários deuses, o principal era o dedicado a Dionísio (para os gregos) ou Baco (para os romanos), o deus do vinho. Seu nome significa AMOR FRATERNAL. Entre as sete cartas às igrejas no Apocalipse, apenas duas não contêm crítica alguma: A carta à igreja em Esmirna, uma igreja pobre e perseguida, e esta, uma igreja fraca e limitada, mas que dependia totalmente do Senhor. Os homens tendem a medir força e qualidade em termos de tamanho, poder e riqueza. Jesus vê as igrejas de forma diferente. Independente de sucesso em termos mundanos, Jesus olha para o caráter e o coração de cada discípulo e de cada igreja. Ele anda no meio dos candeeiros e sabe muito bem quem pertence a ele. Boa aula! I - FILADÉLFIA, A CIDADE DO AMOR FRATERNAL
1. A história de Filadélfia. A cidade de Filadélfia foi erguida em uma área vulcânica perigosa, situada aproximadamente 45 quilômetros ao sudeste de Sardes. Gozava de uma localização estratégica de acesso entre os países antigos de Frígia, Lídia e Mísia. Foi fundada pelo rei de Pérgamo, Átalo II, cerca de 140 a.C. Ele foi conhecido por sua lealdade ao seu irmãoEumenes, dando assim origem ao nome da cidade (Filadélfia significa “amor fraternal”). A região produzia uvas, Com um solo extremamente fértil, a cidade tornou-se conhecida por seus vinhos e bebidas refrigerantes. Um templo foi erguido entre 69 e 70 d.C. em homenagem e para culto ao imperador Vespasiano{c} e o povo especialmente honrava a Dionísio, o deus grego do vinho. A cidade servia como base para a divulgação do helenismo às regiões de Lídia e Frígia. Localizava-se num vale no caminho entre Pérgamo e Laodicéia. Filadélfia foi destruída por um terremoto em 17 d.C. e reconstruída pelo imperador Tibério que isentou seus cidadãos do pagamento de impostos durante cinco anos, para permitir que eles tivessem fundos para reconstruir a cidade{d}. Em alguns momentos de sua história, a cidade recebeu nomes mostrando uma relação especial ao governo romano. Depois de ser reconstruída, foi chamada brevemente de Neocesaréia. Durante o reinado de Vespasiano, foi também chamada de Flávia (nome da mulher dele, e a forma feminina de um dos nomes dele). Muitas vezes sacudida por terremotos, ela foi destruída em 17 d.C, junto com Sardes e dez outras cidades no vale de Lídia. O medo fez com que grande parte da população deixasse de morar no interior dos seus muros. Atualmente, a cidade de Alasehir fica no mesmo lugar, construída sobre as ruínas de Filadélfia. Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 18 de Maio de 2012 as 11:35:34 AM
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TEXTO ÁUREO = “Eis que venho sem demora, guarda o que tens, para que ninguém tome sua coroa” (Ap. 3: 11 )
VERDADE PRÁTICA = Quando sentimos que temos pouca força em nós mesmos, ficamos em condições de experimentar o poder de
Deus.
TEXTO BIBLICO = Ap 3.7-13
INTRODUÇÃO
Filadélfia, palavra grega que significa “amor fraternal’ , era uma cidade da província de Lídia, a 45km de Sardes. Atualmente pertence à
Turquia sob o nome de Alocheir. A carta enviada por Jesus à igreja em Filadélfia contém muitos ensinos maravilhosos. E fato digno de ser observado, que nela não há nenhuma crítica, como ocorre nas demais. Nesta carta, Jesus fala a respeito da sua vinda (”Eis que venho sem demora”) e, também, da grande tribulação (”a hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo”). Isto nos faz compreender que tudo quanto Ele menciona à igreja em Filadélfia constitui uma mensagem especial para a igreja de nossos dias, pois a vinda de Cristo é iminente.
Vejamos, portanto, as grandes bênçãos garantidas ao povo de Deus e as necessárias condições para alcançá-las.
A estrada, que de Éfeso ia para leste, tinha uma concorrente, aquela que, vindo do porto de Esmirna, passava por Filadélfia, e, através da Frígia, dirigia-se para o grande planalto Central. Filadélfia, e observarmos bem, ficava na rota da estrada do correio imperial que vinha de Roma e atravessava o porto de Trôade, seguindo para Pérgamo, Sardes, Antioquia (capital da Psídia), depois de atravessar outras regiões, essa via alcançava a Antioquia (capital da Síria), e finalmente, costeando, alcançava Jerusalém.
Eis uma das razões porque o Senhor disse: Eis* que diante de ti pus uma porta aberta” (v. 8). Em todas as cartas dirigidas as sete igrejas da Ásia Menor, o Senhor faz uma pequena apresentação de SI mesmo e depois fala. Na igreja de Filadélfia Ele se apresenta como “O Santo”. O Filho de Deus se identifica assim com a natureza do Pai, que é Santo no sentido tríplice: (Cf. Is 6.3).
TRÊS GRANDES BÊNÇÃOS OFERECIDAS À IGREJA
1. “Eis que diante de ti pus uma porta aberta” (Ap 3.8). A expressão “porta aberta” é usada comumente e
significa um meio para o homem agir, vencer e alcançar progresso.
a. Porta aberta para a salvação. Jesus revela à Igreja que ele, por sua morte no Gólgota, abrira a porta da salvação para todo
mundo (Hb 10.19,20; Tt 2.11; Rm 10.21; 11.32).
Quando Cristo exclamou, do alto da cruz: “Está consumado”, o véu do templo se rasgou de alto a baixo (Mt 27.51), como um sinal visível de que o caminho para Deus estava aberto para todos quantos nele cressem (At 14.27).
b. Porta aberta ao Espírito Santo. Jesus também revela que a porta para a manifestação plena do Espírito Santo estava aberta. O
Espírito Santo foi derramado como resultado da morte e ressurreição de Jesus (Jo 7.38,39; 16.7; Lc 12.49,50; Gl 3.13,14). A finalidade principal desse derramamento é fornecer a virtude para a obra de evangelização (At 1.8; Lc 4.18). E, também, pela operação do Espírito Santo que a porta da Palavra sé abre, e recebemos a mensagem de Deus para o povo (Mt 10.19; 1 Co 2.13; 1 Pe 1.12). Jesus quer, ainda hoje, abrir o livro para nós (Lc 4.17; 24.45). O poder do Espírito Santo também convence o homem do seu pecado (Jo 16.8,9), abrindo-lhe o coração para aceitar a Jesus como Salvador (At 11.21; 16.14; Is 50.4; Jo 6.44,45; 1 Co 3.6,7; 16.9).
2. “Eu farei que… saibam que te amo” (Ap 3.9). Havia religiosos fanáticos em Filadélfia, e Jesus os chamou de “sinagoga de
Satanás”, porém, apesar de toda força maléfica, a influência espiritual da igreja se impunha de tal maneira que aqueles prostravam-se a seus pés, reconhecendo que Deus, verdadeiramente, estava com a igreja e a amava.
Vivemos agora em tempos de apostasia, quando doutrinas de demônios proliferam cada vez mais (1 Tm 4.1-3). Deus, porém, quer abençoar a Sua querida Igreja, de tal maneira que ela sempre possa manter-se “por cabeça e não por cauda” (Dt 28.13). Assim como Deus pôs Jesus acima das potestades e domínios (Ef 1.21,22), também a Igreja está acima das forças do mal. Ela se ergue como uma rocha contra a qual “as portas do inferno não prevalecerão” (Mt 16.18). Portanto, em todo o lugar o cheiro do conhecimento de Cristo se
manifesta através da Igreja, tanto para os que se perdem como para os que se salvam (2 Co 2. 14, 15). Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 18 de Maio de 2012 as 11:15:16 AM
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ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 08 - DATA: 20/05/2012
TÍTULO: “FILADÉLFIA, A IGREJA DO AMOR PERFEITO”
TEXTO ÁUREO – I Jo 2.5
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Apc 3.7-13
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/
I – INTRODUÇÃO:
Dentre as sete igrejas, a de Filadélfia era a mais perfeita; não recebe a menor repreensão. É cheia do Espírito Santo e missionária. Resistiu com sucesso todas as tentativas de Satanás para corromper a sua doutrina.
II - O CENÁRIO:
Filadélfia era pequena, se comparada a Éfeso e a Esmirna. Menor em prosperidade, indústria e prestígio. Achava-se vulnerável aos vulcões e terremotos. Em 17 a.C., um terremoto devastou-a, causando a perda de muitas vidas e bens materiais. No ano seguinte, continuaram os tremores, levando milhares de seus moradores a abandonarem-na.
III – O REMETENTE:
Apc 3.7 - O divino Correspondente identifica-se de maneira mais que apropriada à igreja em Filadélfia. “Isto diz o que é…”:
(A) – SANTO - O Senhor Jesus possui natureza divina, e, como tal, compartilha da santidade de Deus Pai - Sl 16.10; Is 6.3; 40.25; 43.15; At 2.27; 13.35.
Ser santo é estar cortado, separado. Nisto, há dois aspectos:
(1º) - Por Sua santidade essencial, acha-se Jesus separado de Sua criação.
(2º) - Mas, por Sua santidade ética, encontra-se apartado de todo pecado.
(B) – VERDADEIRO - Ele é verdadeiro; é autêntico; não é imitação - 2 Cr 15.3; Apc 19.11.
(C) – SOBERANO - A chave de Davi representa a autoridade de seu ofício real.
Is 22.22 - Apenas Eliaquim podia abrir a porta que dava acesso às riquezas de Ezequias. Mas quando a fechava, ninguém podia abri-la.
De igual modo, Jesus possui a chave do tesouro dos céus, das ricas bênçãos da graça de Deus.
Paulo foi recompensado com muitas portas divinamente abertas - 1 Co 16.9; 2 Co 2.12; Cl 4.3; At 14.27.
Jesus tem a chave de Davi! Ele abre e ninguém fecha e fecha e ninguém abre. Ninguém mesmo! Satanás, não. Demônios, também não. Circunstâncias, não têm este poder. Um governo hostil, menos ainda. O mundo ateu não pode. Ele abre e fecha as portas e ninguém pode alterar-lhe as decisões.
IV – CARACTERÍSTICAS DE FILADÉLFIA:
Apc 3.8 – Jesus observa direta e intimamente os negócios desta igreja. Nem mesmo este pequeno rebanho escapa ao Seu controle. Para esta pequena igreja, Cristo abre uma grande porta.
(1) – CRISTO LHE ABRIU UMA GRANDE PORTA – Quando a igreja fielmente serve a Deus, Cristo lhe abre as portas para que ela expanda seu ministério. O que leva as portas a se abrirem? Fidelidade à vontade de Deus. Nada mais, nada menos.
(2) – POUCA FORÇA – Jesus observa que os crentes em Filadélfia têm pouca força!
Isto pode soar como repreensão, mas é apenas a constatação de um fato. O Senhor, entretanto, em nada os condenou. Mostrou que o segredo de guardar a sua palavra era o amor – Jo 14.23.
(3) – OBEDIENTE – Jesus elogia a igreja em Filadélfia: “Guardaste a minha palavra”.
Estes crentes achavam-se fielmente submissos à Palavra de Deus: Pregavam-na, ensinavam-na, obedeciam-na, viviam-na e a compartilhavam. Não se afastavam da Palavra. Qualquer coisa que fizessem, era dirigida pela Palavra de Deus.
(4) – OUSADA – Jesus reconhece: “Não negaste o meu nome” - Esta igreja não se envergonhava do Evangelho. Muitos em Filadélfia, especialmente os judeus incrédulos, forçavam os crentes a negligenciar os ensinamentos de Cristo e a negar a fé.
Mas este pequeno rebanho não se dobraria jamais. Permanecia fiel ao Senhor que os redimira. Onde quer que fossem, o nome de Jesus estava sempre em seus lábios. Corajosamente, testemunhavam em cada oportunidade. Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 14 de Maio de 2012 as 09:41:00 AM
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Texto Básico: Ap 3:7-13
“Mas qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conheceremos que estamos nele”(1João 2:5) INTRODUÇÃO
A Igreja em Filadélfia era cheia de vida, e representava o autêntico Cristianismo sem a contaminação que havia atingido outras das sete igrejas do Apocalipse. Ela não recebeu reprovação, mas apenas palavras de louvor por parte do Senhor. Seus membros haviam sido fiéis e zelosos em boas obras. Somos cônscios de que não há igrejas ou pessoas perfeitas, pois ainda não chegamos à estatura de varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo (Ef 4:13), o que ocorrerá quando formos glorificados na vinda do Senhor. Como ser humano, estamos sujeitos ao erro. Todavia, como servos de Cristo e igreja do Senhor, não amamos o pecado e não somos mais dominados por ele. Não temos mais prazer no erro. Cientes de sua fraqueza humana, os crentes de Filadélfia tinham confiado no Senhor e, em decorrência disso, preservado a verdade ao colocá-la em prática. Uma vez que não haviam negado o nome de Cristo, o Senhor colocaria diante deles uma porta aberta de oportunidade que ninguém poderia fechar. I. A CIDADE DE FILADÉLFIA
1. A história da Cidade. Conforme relatos históricos, a cidade de Filadélfia possuía uma localização estratégica de acesso entre os países antigos de Frígia, Lídia e Mísia. Foi fundada pelo rei de Pérgamo, Atalo, no segundo século a.C. Átalo foi conhecido por sua lealdade ao seu irmão, Eumenes, cuja lealdade lhe fizera merecer o nome de Filadelfo, dando assim origem ao nome da cidade (Filadélfia significa amor fraternal). A região produzia uvas e o povo especialmente honrava Dionísio, o deus grego do vinho. A cidade servia como base para a divulgação do helenismo às regiões de Lídia e Frígia. Ficava localizada num vale no caminho entre Pérgamo e Laodicéia. A área era sujeito a terremotos frequentes. Um severo terremoto, em 17 d.C., destruiu a cidade; e, visto que os choques continuavam de maneira intermitente, o povo passou a viver fora da cidade em tendas e ao ar livre. Depois que a generosidade imperial ajudou a recuperação da cidade, seus habitantes voluntariamente deram à sua cidade o nome de Neocesaréia - a nova cidade de César. Posteriormente, sob o domínio do imperador Vespasiano, tomou outro nome imperial: Flávia, pois Flávio era o apelido do imperador. Atualmente, a cidade de Alasehir fica no mesmo lugar, construída sobre as ruínas de Filadélfia. Átalo criou a cidade para ser embaixadora da cultura helênica, missionária da filosofia grega. Mas Cristo diz para a igreja que Ele colocou uma porta aberta diante da igreja para ela proclamar não a cultura grega, mas o evangelho da salvação. A razão por que a porta permanece aberta diante da igreja é que sua “chave” está na mão de Cristo. A cidade de Filadélfia fora castigada por vários terremotos, e as pessoas viviam assustadas pela instabilidade. Existiam muitos terremotos e grandes tremores de terra na cidade de Filadélfia. Muitos viviam em tendas fora da cidade. Paredes rachadas e desabamentos eram coisas comuns na cidade. Era uma região perigosamente vulcânica. Mas para a igreja assustada com os abalos sísmicos da cidade, Jesus diz: “Farei do vencedor uma coluna no templo do meu Deus, de onde jamais sairá” (Ap 3:12). Como já dissemos, a cidade fora batizada com um novo nome depois de sua reconstrução - Flávia (a forma feminina de um dos nomes de Vespasiano). Jesus aproveita esse gancho cultural para falar à igreja que os vencedores teriam um novo nome: “Escreverei nele o nome do meu Deus e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu da parte do meu Deus, e também o meu novo nome” (Ap 3:12). A igreja terá nela o nome de Deus gravado, e não o nome de César. Jamais a igreja deve assemelhar-se àqueles que pertencem à “sinagoga de Satanás”, cujo rei é César - “Responderam os principais dos sacerdotes: Não temos rei, senão César”(João 19:15). Jesus é o Senhor e Rei do seu povo, e não César.
2. A igreja em Filadélfia. Assim como em Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira e Sardes, o Evangelho pode ter chegado naquela cidade através da obra missionária de Paulo (At 19:10). Mas não devemos descartar a hipótese de que testemunhas e convertidos no dia de Pentecostes poderiam ter sido os primeiros a levar o Evangelho para aquela região (At 2:5-11). Tal como a igreja em Esmirna, a igreja em Filadélfia não recebeu nenhuma repreensão do Senhor. Tal como a igreja em Esmirna, a igreja em Filadélfia havia encontrado oposição da parte dos judeus da cidade (Ap 3:9). Mas os judeus arrogantes, que haviam feito oposição tão ferrenha, seriam humilhados diante desses cristãos simples. Aqueles que afirmavam ser o povo escolhido de Deus quando, na verdade, não passavam de sinagoga de satanás, seriam obrigados a reconhecer que os cristãos desprezados eram, de fato, o rebanho escolhido. Filadélfia não era uma igreja opulenta, mas chamou a atenção do Senhor pelas seguintes características:: Era uma igreja que guardava a Palavra. Por duas vezes, Jesus fala que aquela igreja conseguira reter a Palavra do Senhor: “… tendo pouca força, guardaste a minha palavra…”(Ap 3:8); e “… como guardaste a palavra da minha paciência…” (Ap 3:10). Ocorre que essa “guarda” não se restringiu à mera observação contemplativa das Escrituras, mas redundou em ação: “…não negaste o meu nome” (Ap 3;8); e também resultou em uma promessa: “…também eu te guardarei da’hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra“. Portanto, guardar a Palavra de Deus e vivê-la nos motiva a honrar o nome do Senhor; e da parte dEle, a promessa de nos guardar de tentações futuras. A carta ao “anjo da igreja em Filadélfia”(Ap 3:7-13) provavelmente faz alusão a algumas das circunstâncias da cidade:
a) Assim como Filadelfo se tornou famoso pela lealdade demonstrada a seu irmão, semelhantemente a Igreja, a verdadeira Filadélfia, herda e cumpre o caráter daquele mediante sua constante lealdade a Cristo(Ap 3:8,10). Clique aqui para ler o texto completo »
Em meio a tantas igrejas problemáticas, há uma que brilha, que ilumina o mundo, que salga, essa é a igreja de Filadélfia. Na lição de hoje, estudaremos a respeito dessa igreja, seu contexto histórico, suas qualidades, com destaque para o amor, dela por Cristo e o de Cristo por ela. Ao final, apontaremos como ela aproveitou a oportunidade para propagar o evangelho salvador de Jesus.
1. A IGREJA DE FILADÉLFIA
Filadélfia era a mais jovem daquelas sete cidades da Ásia, bastante pequena se comparada a Éfeso e a Esmirna. Era conhecida como o “Portão do Leste”, já que ficava situada em um grande eixo de comunicação. Várias estradas confluíam em sua direção, fazendo com que os exércitos de César por ali passassem, bem como os mercadores. Era também a cidade dos terremotos, pois os tremores de terra eram bastante frequentes naquela localidade. Filadélfia fora fundada por colonos provenientes de Pérgamo, sob o reinado de Átalo II, nos anos de 159 a 138 a. C. Havia sido construída sobre uma elevada montanha, uma grande fortaleza natural, isso certamente gerava mais insegurança em virtude dos terremotos. Em 17 a. C., um terremoto quase devastou a cidade, tendo ceifado muitas vidas, alguns habitantes, preocupados com aquela situação, resolveram abandoná-la. A essa igreja Jesus se apresenta como “o santo e verdadeiro” (Ap. 3.7). Ele é, de fato, separado, desde a eternidade, para cumprir a missão da salvação da humanidade, que a concretizou também por não ter cometido pecado (Jo. 6.69; II Pe. 2.2). Mas Ele também é verdadeiro, é a Verdade Personificada(Jo. 14.6; 17.17). Jesus é Soberano, pois Ele tem a chave de Davi (II Rs. 18.17,18; Is. 22.21,22), sendo, portanto, Aquele que governa. Ele não é outro senão o Leão da Tribo de Judá (Ap. 5.1-5), O que tem toda autoridade no céu e na terra (Hb. 3.6; Mt. 28.18).
2. UMA IGREJA AMOROSA
Jesus, aquele que conhece as obras da igreja, abriu uma porta para a igreja de Filadélfia, a qual ninguém poderia fechar (Ap. 3.8). Essa é uma igreja pequena, muito longe de ser uma megaigreja, não tinha muita força, certamente não atrairia a atenção de políticos interesseiros. A renda limitada não provocaria disputas entre “anjos” da igreja que quisessem liderara. Mas se destacava por guardar a palavra de Deus, e por não negar o nome de Cristo. Nos dias atuais, muitas igrejas conseguem, através da mídia, se promover. Deus está muito longe de muitas igrejas televisivas, cujo interesse maior é promoção da liderança. Essa, por sua vez, não tem o mesmo sentimento de João Batista, que desejava diminuir, e que o nome de Jesus crescesse (Jo. 3.30). A igreja de Filadélfia era obediente, pois não apenas ouvia, também guardava a palavra. Essa é uma nítida demonstração de amor a Cristo, pois aquele que ama ao Senhor guarda os seus mandamentos (Jo. 14.21). Jesus também assume o Seu amor por essa Igreja (Ap. 3.9). E como prova desse amor, já provado na cruz do calvário (Rm. 5.8), Ele fará com que a sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não são, que venham e adoram prostrados, aos pés da igreja (Ap. 3.10). A metáfora aqui é de uma batalha, aqueles que se opõem à obra de Deus, ao final, se renderão, em reconhecimento de que o Senhor está com os Seus (Is. 60.14). Essa revelação pode não ser imediata, e não deve motivar à vingança, pois essa pertence somente a Deus (Rm. 12.9), se possível devemos ter paz com todos (Hb. 12.14), amar até mesmo os inimigos (Mt. 5.44;Rm. 12.20). Como seguidores de Cristo, seremos provados, passaremos por dias difíceis, mas devemos guardar a palavra da paciência, exercitar a longanimidade, não se deixar conduzir pelas circunstâncias. Se assim procedermos, o Senhor nos guardará “da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo para tentar os que habitam na terra” (Ap. 3.10). Não podemos esquecer que no mundo passaremos por aflições, mas não podemos perder o ânimo (Jo. 16.33), pois o Senhor está conosco (Mt. 28.20). Clique aqui para ler o texto completo »
Publicado em 11 de Maio de 2012 as 11:50:11 AM
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INTRODUÇÃO
I. A IGREJA EM SARDES
II. A IDENTIFICAÇÃO DO MISSIVISTA
III. A DOENÇA E A MORTE DE UMA IGREJA
SARDES É ADVERTIDA (Ap 3.1-3)
Por Stanley M. Horton
“E ao anjo da igreja que está em Sardes escreve: Isto diz o que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas:Eu sei as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto. Sê vigilante e confirma o restante que estava para morrer, porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus. Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. E, se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei.”
Jesus chama a atenção da igreja de Sardes para o fato de Ele ter os sete Espírito de Deus (Is 11.2-5). O Espírito Santo estava, e está, disponível para cumprir a sua tarefa. Jesus tem nas mãos também as sete estrelas, que são os mensageiros, ou pastores das sete igrejas. O Senhor não faz nenhum elogio à igreja de Sardes como um todo, mas repreende-a e exorta-a. Afinal, tem Ele os pastores todos em suas mãos, e está preocupado com estes e com as igrejas que presidem.
A igreja de Sardes era muito ativa; tinha nome e reputação. Os de fora consideravam-na espiritual, cheia de vida. No entanto, Jesus vê o interior, aquilo que não é aparente e está escondido. Por isto, declara-a espiritualmente morta. Talvez não mais dependesse do Espírito Santo, e estivesse falhando em seguir a liderança que Deus lhe havia designado. Aqueles crentes ainda usavam o ritual pentecostal, mas não possuíam mais poder. Mesmo assim, não estavam cônscios de sua verdadeira condição, o que os levava a se orgulharem da reputação conquistada. Eis porque careciam estar vigilantes, literalmente “bem acordados”; sua “morte espiritual” era como um sono, ainda era possível despertar a uma nova vida em Cristo.
Os crentes de Sardes dependiam de experiências passadas. Por falta de vitalidade espiritual, achavam-se quase à morte. Nenhuma de suas “obras” era perfeita, isto é, completa. Tudo o que aquela igreja fazia carecia de unção, do toque de Deus, enfim, do movimento do Espírito Santo - o único que pode levar as obras de Deus à expressão completa. Por isso, tinham de acordar e ser vigilantes para fortalecer e encorajar os que estavam fracos e quase à morte. Com ajuda de Jesus, haveriam de fazê-lo.
Ao dar-lhes essa orientação (v.3), Jesus exigia que se arrependessem. Utiliza a promessa de sua vinda para reforçar suas palavras. Parece que a igreja de Sardes também estava negligenciando o ensino concernente à sua segunda vinda, tornando-se, assim, indiferente às coisas espirituais. Pois não há maior encorajamento à santidade e pureza de vida do que a maravilhosa esperança do retorno de Cristo (1 Jo 3.2,3).
Alguns em Sardes são elogiados (3.4)
“Mas também tens em Sardes algumas pessoas que não contaminaram seus vestidos, e comigo andarão de branco; porquanto são dignas disso.”
Ao negligenciarem a esperança do retorno de Jesus, e ao falharem no depender do Espírito Santo para iluminar-lhes as verdades e dar-lhes poder para viverem uma vida santa, os crentes em Sardes haviam manchado suas vestimentas. Isto é: não mais estavam cooperando com o Espírito Santo no trabalho de santificação. Não mais obedeciam o mandamento de se guardarem puro e imaculados da influência do mundo (Tg 1.27). Precisavam colocar de lado tudo o que pudessem contaminá-los, especialmente a malícia, o rancor, a inveja e outros vícios perversos que caracterizam o mundo. Precisavam também ser submissos à Palavra de Deus e aos seus ensinos com humildade de espírito (Tg 1.21).
Contudo, havia ‘algumas pessoas’ que eram exceções, e Jesus as considerava dignas de andarem com Ele ‘de branco’. Esta é uma expressão usada geralmente para roupas feitas de fino linho. Em linguagem espiritual, são vestidos branqueados no sangue do Cordeiro (Ap 7.14), e hão de permanecer brancos por causa da justiça de Cristo (Ap 19.8). O texto mostra que estes crentes já estavam andando com o Senhor, seguindo-o bem de perto, pois ainda não haviam contaminado suas vestes. Os que andarem com o Senhor nesta vida, serão dignos de continuar a andar com Ele no reino que está por vir.
Texto extraído da obra “Apocalipse: As coisas que brevemente devem acontecer.” Editado pela CPAD.
A quinta carta do Apocalipse foi endereçada a Igreja que estava localizada na cidade de Sardes. Vemos no conteúdo da sua carta, que o problema daquela Igreja não era heresia, pois lá não havia nicolaítas, como em Éfeso (Ap 2.6); nem os que seguiam a doutrina de Balaão, como em Pérgamo (Ap 2.14); tampouco as falsas profecias da profetiza por nome Jezabel, como em Tiatira (Ap 2.20). No entanto, apesar de ter nome de que vivia, a Igreja estava espiritualmente morta. Por isso, o Senhor Jesus envia-lhes esta carta com o intuito de exortar os cristãos ao arrependimento, conduzindo-os a um genuíno avivamento.
I - A CIDADE DE SARDES
1.1 Nome. A palavra “Sardes” deriva-se do grego e significa “príncipe de gozo”. Quando João escreveu esta carta, Sardes era uma cidade rica, mas totalmente degenerada. Sua glória estava no passado e seus habitantes entregavam-se aos encantos de uma vida de luxúria e prazer;
1.2 Geografia. Sardes foi a capital da Lídia no século VII a.C. e era uma das cidades mais magníficas do mundo nesse tempo. Localizada a cerca de 24 Km de Esmirna e situada no alto de uma colina, ela era fortificada por uma grande muralha, seus soldados e habitantes se sentiam imbatíveis e pensavam que jamais cairiam nas mãos dos inimigos. Mas, a cidade orgulhosa caiu nas mãos do rei Ciro da Pérsia em 529 a.C., quando este a cercou por 14 dias, e depois a invadiu com seu exército, quando os soldados de Sardes estavam dormindo. Um fato interessante é que, cerca de trezentos anos depois, por volta de 218 a.C., Antíoco Epifânio dominou a cidade da mesma forma. As duas invasões ocorreram por causa da autoconfiança e falta de vigilância dos seus habitantes;
1.3 Religião. Como as demais cidades da Ásia Menor, Sardes estava completamente comprometida com a idolatria, pois, tinha como padroeira a deusa Cibele, que era creditada com o poder especial de restaurar vida aos mortos. No entanto, para a Igreja que estava espiritualmente morta naquela cidade, somente o Senhor Jesus, o que tem os sete Espíritos de Deus, poderia restaurá-la (Ap 1.4).
II - A CARTA À IGREJA DE SARDES
A Igreja de Sardes tornou-se como a cidade: em vez de influenciar, foi influenciada. Era como sal sem sabor ou uma candeia escondida (Mt 5.13-16). Apenas tinha nome e fama, mas não tinha vida (Ap 3.1). Jesus enviou uma carta revelando a necessidade de um reavivamento urgente, pois, havia muitos crentes mortos, e outros, dormindo, precisando ser despertados (Ap 3.3,4).
2.1. “Ao anjo da Igreja” (Ap 3.1 a). Não podemos afirmar, ao certo, quem era o anjo (pastor) da Igreja de Sardes. No entanto, podemos deduzir que ele conhecia muito bem os problemas daquela Igreja. Todas as cartas foram enviadas ao anjo da Igreja (Ap 2.1,8,12,18; 3.1,7,14,22) porque ele era a pessoa mais indicada, não apenas para transmitir o conteúdo da carta aos cristãos daquela localidade, como também corrigir os erros doutrinários e conduzir a Igreja a um genuíno avivamento;
2.2. “Isto diz o que tem os sete Espíritos de Deus, e as sete estrelas” (Ap 3.1 b). A expressão “sete Espíritos” significa: a multiforme operação do Espírito Santo, como podemos ver em (Is 11.1,2): “E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor”. Quanto as “sete estrelas” Jesus referiu-se aos anjos (pastores) das Igreja, conforme (Ap 1.20);
2.3. “Eu sei as tuas obras” (Ap 3.1 c). Já vimos em lições anteriores que, em todas as cartas, Jesus diz: “Eu sei as tuas obras” ou “Eu conheço as tuas obras” (Ap 2.2,9,13,19; 3.1,8,15) o que significa dizer que Ele não está alheio ao serviço que prestamos em prol do Reino de Deus aqui na terra. No entanto, o Senhor Jesus não fez menção, nem elogiou as boas obras de Sardes, como em outras cartas, tais como: o trabalho e a paciência de Éfeso (Ap 2.2); a perseverança na fé da Igreja de Pérgamo (2.13); o amor, o serviço, a fé e a paciência dos crentes de Tiatira (Ap 2.19); pelo contrário, o Senhor Jesus diz: “Não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus” (Ap 3.2);
2.4. “Tens nome de que vives e estás morto” (Ap 3.1 d). A Igreja de Sardes vivia apenas de aparência, pois, aos olhos dos habitantes da cidade, ela existia e estava presente: “tens nome de que vives”; mas, aos olhos daquEle que são como chamas de fogo, era uma Igreja morta, sem vida e sem vigor espiritual “mas, estás morta”. Escrevendo aos romanos, o apóstolo Paulo disse que o cristão deve considerar-se morto para o pecado e vivo para Deus (Rm 6.11,13); mas, em Sardes, estava havendo o inverso: muitos crentes estavam vivos para o pecado e mortos para Deus;
2.5. “Sê vigilante” (Ap 3.2 a). O termo “vigiar” significa “estar atento”, “estar vigilante”. Esta foi a primeira recomendação do Senhor Jesus àquela Igreja. A vigilância é uma atitude exigida a todo cristão (Mt 24.42; Mc 13.37; Lc 21.36; At 20.31), mas, principalmente, para os crentes sinceros e fiéis que estavam vivendo entre os mortos. Em outras palavras, o Senhor Jesus estava dizendo: se não vigiares, poderás morrer também! Assim como a cidade fora invadida duas vezes por falta de vigilância, o mesmo poderia ocorrer com o remanescente fiel, caso eles não vigiassem; Clique aqui para ler o texto completo »
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