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A Sedução das Drogas - Pr. José Roberto A. Barbosa

Texto Áureo: Ef. 5.8 - Leitura Bíblica em Classe: Pv. 23.29-35
Objetivo: Mostrar que somente por meio da graça redentora de Cristo é possível viver sem os vícios que destroem o corpo, o templo do Espírito Santo.
INTRODUÇÃO
O uso das drogas se tornou um mal não só para o corpo humano, mas também para a sociedade como um todo. Várias pessoas, nos dias atuais, se encontram atadas às correntes dos vícios que resultam não apenas na destruição do corpo, da família e da sociedade. Ciente dos males que as drogas tem causado, nos propomos, na lição de hoje, a 1) definir o que seja drogas e refletir a respeito das causas de sua utilização; 2) mostrar o que a Bíblia tem a dizer a respeito do uso de drogas; e 3) instruir as pessoas a não se envolverem com as drogas, bem como saídas para aqueles que, por elas, se encontram aprisionados.
1. DROGAS, O QUE É E PORQUE AS PESSOAS AS USAM
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, drogas é toda substância que, introduzida em um organismo vivo, pode modificar uma ou mais de suas funções. As drogas costumam ser classificadas em: 1) ilícitas - são aquelas substâncias cuja comercialização é proibida por provocar altíssimo risco de causar dependência física e/ou psíquica (cocaína, maconha, crack, etc); 2) lícitas - são aquelas legalmente produzidas e comercializadas (bebidas alcoólicas, tabaco, medicamentos, inalantes, solventes), sendo que a comercialização de alguns medicamentos é controlada, pois há risco de causar dependência física / psíquica; 3) bebida alcoólicas - álcool etílico, extraído da fermentação de substâncias açucaradas (uva, cana-de-açúcar, cereais). Em relação à sua utilização, destaca-se, principalmente, os problemas de ordem familiar. Mas não sejamos ingênuos em pensar que apenas a desestruturação familiar seja a única causa do uso de drogas. O uso de drogas são os meios que os indivíduos usam para buscar mais prazer do que a sociedade oferece e para aliviarem suas frustrações e insatisfações com uma sociedade que perdeu seus valores, que se tornou relativista e fragmentária. Os jovens usam drogas porque não há mais rumos pré-estabelecidos, não há mais valores, não há mais limites, somente o que importa é a busca do prazer imediato. Elas produzem um alívio momentâneo, mas potente, que altera o funcionamento bioquímico do cérebro, possibilitando a sensação de prazer, mas que às vezes tem se tornado um caminho sem volta.

2. A BÍBLIA TEM ALGO A DIZER A RESPEITO DO USO DE DROGAS?
Muitas das drogas que conhecemos nos dias atuais não faziam parte do universo dos tempos bíblicos. Mesmo assim, os princípios da Palavra de Deus, em relação às drogas de antigamente, se aplicam perfeitamente à modernidade. A começar pelo texto de Ef. 5.18, no qual, Paulo escreve aos crentes de Éfeso, instruindo-os a não se embriagarem com vinho, antes a serem cheios do Espírito Santo. Naquela cidade, era bastante comum o culto a Baco, e, por ocasiões das festividades a esse deus, muitos saiam pelas ruas embriagados. Deus não deseja que o homem se torne escravo das drogas. A vontade do Senhor é que encontremos plena satisfação nEle, não nas drogas como muitos estão fazendo nos dias atuais. Ao invés de encontrar felicidade, estão, na verdade, destruindo suas vidas (Pv. 23.29-35; I Co. 3.17). Principalmente os jovens têm sido presa fácil das ciladas satânicas as quais, por influências e necessidades sociais acabam se deixando levar pelo vício. O Senhor, por outro lado, deseja que a juventude viva debaixo do temor ao Senhor, esse sim é o princípio da sabedoria (I Pe. 5.8; Ec. 12.1). O uso de drogas é pecado porque, conforme já vimos na lição anterior, destroem o corpo, o templo do Espírito (I Co. 6.18-20; I Co. 3.17). O consumo de drogas, no entanto, não traz males apenas ao indivíduo, ele afeta a família e a sociedade inteira (Pv. 4.17; 5.22,23; 23.29-35). As pessoas que entram por esse caminho tornam-se escravas dos seus vícios, e por causa dele, sacrificam o bem-estar dos outros. Para cumprir com sua concupiscência, há quem assassine seus familiares.

3. VIVER SEM DROGAS, UMA CAMINHO NECESSÁRIO
As drogas estão destruindo as vidas das pessoas, e com elas, a paz social. O uso de entorpecentes não é um problema apenas daqueles que os consomem, todos nós devemos estar envolvidos na cura desse mal. Precisamos, inicialmente, investir na prevenção, ensinando aos jovens que existe um caminho sobremodo excelente (I Co. 12.31). Seguir a Cristo é a verdadeira contracultura, andar no Espírito e de acordo com a Palavra de Deus é a melhor alternativa (Pv. 3.1-8; 4.23-27). Para aqueles que, infelizmente, se encontram presos às drogas, é preciso buscar tratamento. Existem muitos centros evangélicos de recuperação de pessoas drogadas. Libertar essas pessoas das drogas é uma responsabilidade não apenas governamental, a igreja também deve se interessar por esse problema.

CONCLUSÃO
Em seu livro A cruz e o Punhal, que também foi transformado em filme, David Wilkerson relata como um grupo de jovens viciados em droga teve suas vidas transformadas através do evangelho de Cristo. Em muitos lugares no Brasil, Deus também está reconstruindo a história de várias pessoas que, através do amor gracioso da igreja, estão sendo libertados do poder do pecado. As drogas não conduzem seus usuários à liberdade, na verdade, elas aprisionam (Rm. 8.34), mas, se o Filho libertar, verdadeiramente, se é livre (Jo. 8.36).

BIBLIOGRAFIA
BURNS, J. Uma palavra sobre sexo, drogas e rock’n roll. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.
WILKERSON, D. A cruz e o punhal. Venda Nova: Betânia, 1983.

Publicado no blog Subsídio EBD

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  1. Valdir Carvalho Escreveu:

    SABENDO MAIS SOBRE AS DROGAS

    Como seres espirituais que somos, sempre deveremos nos pautar pelo ensinamento da Palavra de Deus, o texto de Provérbios 2. 9 Então, entenderás justiça, juízo e eqüidade, todas as boas veredas. Porquanto a sabedoria entrará no teu coração, e o conhecimento será agradável à tua alma. O bom siso te guardará, e a inteligência te conservará.

    Muitos de nós desejaríamos não tomar conhecimento sobre este assunto, desejando que elas nem existissem, mas, não há como, hoje, passarmos despercebidos sobre tal tema.
    Precisamos saber para poder orientar, ainda que objeto de pesquisa seja procurado:
    Quanto o homem se perde no mundo do vício dos alucinógenos, o que fazer, ainda mais quando são nossos parentes, amigos, conhecidos, filhos de amigos ou equiparados. Eis que o traficante numa ponta do problema é perverso, ele não leva em conta : Deus e sua criação, as famílias, os anseios, os sonhos, os ritos. Ele é o púnico que tira proveito do mal que causa. Já o intermediário, este, busca no seu comércio, até um meio da própria sobrevivência, também é danoso no processo em que está inserido. Já o consumidor, este é a causa e que dá causa a todo o processo do terrorismo que se instalou na face da terra com o advento do século em que se transformou o consumo de drogas.

    Salmos 10.4 O perverso, na sua soberba, não investiga; que não há Deus são todas as suas cogitações. São prósperos os seus caminhos em todo tempo; muito acima e longe dele estão os teus juízos; quanto aos seus adversários, ele a todos ridiculiza. Pois diz lá no seu íntimo: Jamais serei abalado; de geração em geração, nenhum mal me sobrevirá. A boca, ele a tem cheia de maldição, enganos e opressão; debaixo da língua, insulto e iniqüidade. Põe-se de tocaia nas vilas, trucida os inocentes nos lugares ocultos; seus olhos espreitam o desamparado. Está ele de emboscada, como o leão na sua caverna; está de emboscada para enlaçar o pobre: apanha-o e, na sua rede, o enleia.

    Algumas coisas aqui abordadas são de suma importância ao nosso conhecimento, sem que as demais já conhecidas sejam desprezadas. Vejamos:

    1-. Dependendo do meio,pouco se fala sobre o assunto e pouca publicação há a respeito.
    2.- Em virtude, o velho e saudoso diálogo precisa voltar à reinar no meio das famílias.
    3.- Precisa-se averiguar aonde está o problema do indivíduo com tóxico-dependência: se no ocupacional, no social, no financeiro ou no familiar que leve à religião.
    4.- Procurar reduzir o convívio errado que possa estar conduzindo o indivíduo a ser um usuário, dado ao meio, a oferta e a procura.
    5.- Procurar descobrir a “causa e o efeito”, se dentro de casa, na escola, nos amigos, no trabalho, nas atividades, nas frustrações ou quem sabe: no ter de mais.
    6.- Saber avaliar a questão caso o filho esteja utilizando de meio toxicológico. O que fazer? Como fazer e a quem recorrer?
    7.- Não dramatizar o fato, encarar com realismo, com segurança, e ser objetivo na busca da solução do problema.
    8.- Procurar ter certeza do que está ocorrendo, para não ser o acusador apenas.
    9.-Ter uma conversa franca com o envolvido ou os envolvidos (filho e amigos dele).
    10.-Verificar há quanto tempo está ocorrendo o uso de substâncias ou bebidas.
    11.-Procurar identificar os motivos que levaram a fazer uso.
    12.-Não acusar o envolvido de: maconheiro, boleteiro, drogado, marginal, bêbado.
    13.-Não se recriminar se constatar que o problema esteve sempre junto de ti.
    14.-Dar o apoio necessário ao envolvido, como se você o fosse e precisasse de ajuda.
    15.-Lembrar que o amor, o carinho a compreensão são armas poderosas na ajuda.
    16.-Lembrar que o nosso passado é o nosso principal professor.
    17.-Ter a consciência que após curado, o usuário poderá recair e, prevenir-se antecipadamente sobre o problema, é antever situações desagradáveis. Ter em mente que a reconquista do controle da situação, dependerá do envolvido, o controle das suas atitudes e dos seus próprios pensamentos. Considerando sempre, os métodos empregados para a recuperação.

    18.-Que os pais podem e devem ser o exemplo para os seus filhos. Ter o conceito em mente que a fruta “jabuticaba”, seca no pé, e que a goiaba cai em baixo do pé; ou seja, nossas ações poderão desencadear reações em nossos filhos, e que eles, mesmo que não percebamos, estão constantemente de olho em nós.
    19.-A atitude que o pai tiver em relação ao descobrir que o filho é usuário ou dependente, desencadeará o rápido regresso ao estado natural do envolvido.
    20.-Saber que pode contar com ajuda dos meios sociais, da igreja , do poder legislativo do poder judiciário, não no sentido da repreensão, mas de orientação.

    A liberação das drogas resolveria o problema do consumo?
    O acesso fácil ao mundo das drogas poderá levar a um aumento do número de usuários experimentais e ocasionais, transformando-os em usuários contumazes. A liberação não oferecerá a eliminação da dependência do usuário. Se há a oferta maior, é porque há os que procuram é em maior quantidade, questão da produção em relação ao consumo.

    O que pode ser feito em relação à oferta?
    A prevenção é o divisor entre a busca e o consumo. A orientação leva à educação sobre o assunto, devendo vir com exemplos reais. Demonstrando as conseqüências, que inibirão o futuro usuário da busca à droga. Mostrando os danos físicos, emocionais, sociais, psicológicos que algumas drogas deixam as seqüelas irreversíveis à pessoa.

    Como podemos ajudar um jovem a ter atitudes contrárias à droga?
    Nossos exemplos como pais, nossas atitudes, nosso testemunho de vida.
    Os usuários potenciais, na maioria dos casos observados, são aqueles que presenciaram seus pais consumindo calmantes, para poderem dormir, droga de qualquer espécie que causaram fuga ante ao menor sinal de nervosismo, aqueles pais que tomavam qualquer coisa que propiciasse sair de situações. Uma dosezinha de uísque para dormir, para fazer refeições, um cigarro após uma discussão, tudo quanto propiciasse artifício de compensação emocional ao momento.
    Saber que este processo de aprendizagem começa na infância e vai até ao final da adolescência, e que sendo assim, eles nos observam.

    Quais as razões que levam uma pessoa a usar drogas?
    O fato de uma pessoa usar drogas uma vez ou outra, não faz dela um dependente. Mas experiências inocentes podem levar uma pessoa à presença da lei e ao internamento em uma casa de recuperação. O excesso de preocupação com os filhos em relação à droga, pode levar o filho à busca em saber qual a sensação que a droga causa, tornando-o um dependente. Saber orientar sem cobrar é uma questão necessária. Cabe ao adulto alertar sobre os riscos relacionados com o uso. O jovem, sendo um curioso por natureza, tende ir de encontro à busca. Para o adolescente, o risco faz parte do jogo, e o próprio risco, é transformado em desafio para sua auto-afirmação.

    As drogas podem modificar o que sentimos e ser atrativas pelo que causam?
    Sobretudo para o jovem sim. Ele necessita descarregar suas energias, ou demonstrar que como individuo é capaz. É onde começa o caminho inverso à maioria social. Não tendo ele, a maturidade pelos anos vividos, pode se enlaçar no convite fácil, e descambar para o desatino individual, donde o regresso será sofrido.
    Algumas atividades em que o jovem pode se envolver para que isto não ocorra é a interação desportiva, sadia. Sem que com isto venha à abandonar suas atividades religiosas e seus costumes. Nisto sempre monitorado pelos mais experientes.
    Consumir drogas é uma forma de prazer. Isso não pode ser negado. Entretanto o preço a ser pago pode ser muito alto.

    A pressão do grupo pode ocasionar o consumo?
    Não necessariamente. Dependerá do que implantarmos na cabeça da criança e no seu desenvolvimento de adolescente. Embora a pressão do grupo tenha influência, jamais o grupo, e sua influência, poderá ter domínio sobre a personalidade e o caráter do envolvido, sob pena de tudo quanto nós, pais nos empenhamos em transmitir, ter sido em vão e sem proveito..

    O uso da droga pode ser uma tentativa de compensação?
    Sim. Entretanto cabe aos pais o dever de propiciar segurança para seus filhos, através do afeto, demonstrando amor, amparo, apesar dos defeitos dos seus filhos e suas dificuldades como pais.

    Existem sinais que identificam se o filho está usando drogas?
    Não é de maneira fácil a percepção. Deve-se cuidar com o clima da desconfiança, pois poderá ser um pretexto à utilização. Os pais devem procurar saber sobre a questão com o próprio filho, com cuidado, e buscar orientação de quem é da área. Conflitos familiares podem levar os filhos à busca e utilização, pela oferta dos colegas. Estes serão mais presentes na vida dos filhos em relação aos próprios pais.

    Deve-se conversar com os filhos sobre o problema das drogas?
    Sim, na proporção que eles demonstrarem interesse. Mas sempre procurando orientar.
    Qualquer atividade vista como oculta do mundo dos pais e de seus orientadores, pode ser percebida como instigante e excitante, e, é tudo o que o jovem busca na fase da sua adolescência. Os pais devem prestar atenção às reações de seus filhos.

    Como deve ser as informações que os pais devem transmitir?
    Dado à percepção dos jovens ser maior que a de seus pais, eles provavelmente, saberão mais sobre drogas do que os próprios pais. Os pais terão maiores dificuldades em falar sobre as drogas ilegais do que as legais (álcool,cigarros). É aconselhável aos pais adquirirem conhecimentos básicos sobre as principais substâncias de uso e abuso, para que possam dar orientações corretas.
    A maioria dos filhos aceita a autoridade de seus pais, outros, próprio da idade, tem dificuldade. O autoritarismo, arbitrariedade ou rigidez em demasia, pode levar o filho para longe dos pais e mais perto daquele que oferece drogas.

    O que fazer quando um filho está usando drogas?
    Quando se tornar impossível conversar com o filho, os pais devem procurar pessoas que admirem o seu filho, tal qual: um amigo dele, um parente, uma pastoral de aconselhamento familiar, um professor, o médico da família , um jurista ou um profissional especializado. Não há uma resposta simples para esta questão.
    A lei é diferente para cada tipo de droga, portanto, a orientação é diferente.
    Cada indivíduo é diferente consigo mesmo, e os pais, são diferentes em conduzir orientação ao filho, pois todos são indivíduos em si.

    Aos que usam drogas, quem deve ser tratado?
    Principalmente os que se tornaram dependentes, tanto os ocasionais como os costumeiros. Os ocasionais, talvez com conselhos demovam de seus novos hábitos, já os costumeiros, necessitam de tratamento e orientação de pessoas mais aparelhadas.
    Devendo em ambos os casos, dar orientação sobre o perigo de se tornar um viciado e aonde o vício leva.
    O usuário experimental, é um indivíduo que poderá ser dominado pelo vício, aí, necessitando de ajuda sem sombra de dúvida, pois se tornou escravo do seu engano e do seu vício.

    O que causa a abstinência do uso?
    É como um luto após a quebra do laço que os unia. A droga e quem a consome, eram considerados mutuamente como amigos. A droga era aquela que sempre esteve presente em suas ansiedades. Nas tristezas e nas alegrias.
    O deixar da droga funciona como a morte de um parente que se vai. Nos primeiro dias causa depressão, tristeza e até raiva, vontade de que tudo fosse como antes, depois passa, é normal, e acontece com todos os que param. Como tudo na vida passa, esta sensação também passa. É como um acordar gradativo e muitas vezes isto causa susto, ou seja, constatação da realidade à vida, ao meio, à aceitação de si mesmo.
    Não deve estranhar se o envolvido possa ter atitudes diferentes, podendo voltar a ser uma criança ou adolescente. Isto não é retrocesso, são as causas das inconseqüências vividas.

    De quem é problema?
    É meu , é teu, é social.
    Como indivíduo, sou senhor dos meus atos, como membro da sociedade humana, meus atos individuais podem te alcançar, então, minhas ações passam a ser teus problemas também e vice-versa.
    Causa/ Efeito …. Ação e Reação.

    Fonte de busca:
    Casa Dia Jaú –
    Jaú –SP

    Elaboração:
    Valdir Carvalho – Cascavel – PR – 24.8.2008

  2. Valdir Carvalho Escreveu:

    ALCANÇADOS PELAS DROGAS ?
    2ª Coríntios 4.8 Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos; levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo.
    2ª Coríntios 4.3 Mas, se o nosso evangelho ainda está encoberto, é para os que se perdem que está encoberto, nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.
    O flagelo do século tem chegado às nossas portas com tamanha força que as nações se posicionam ao combate como se participasse de uma guerra. Sim, uma guerra que acontece pelos becos, pelos escuros das ruas e praças em nossas cidades. Guerra contra o descaso, o abandono, da sobrevivência de alguns e da fortuna fácil de outros que para isto ocorrer escraviza o semelhante. A droga como meio momentâneo de fuga tem aprisionado sonhos e feito famílias mercê da sua própria sorte.Governos gastam milhões de dólares em toda a terra, procurando com suas forças a erradicação do mal chamado “droga”. Não se deve tratar droga somente à maconha, à cocaína, o craque, o haxixe, o LSD, o ecstasy e tantos outros alucinógenos de efeito retardado e de vício em ação imediata. Em alguns países algumas drogas são tidas como permissivas e em outras já há diferença, podendo ser até crime social o consumo de bebidas em público. O que não é caso do Brasil em que o álcool,agora, passou a ser encarado como danoso, mas ainda assim, é vendido livremente em mercados e em qualquer esquina, aí também o cigarro que até é incentivado o plantio como lavoura rentável. Num contra-senso entre algo necessário e algo prejudicial, permissivo, deixando de produzir a terra o alimento.
    O que fazer quando somos atingidos na intenção de traficantes e comerciários? Um dia talvez, quantos de nós até participávamos destas coisas todas. Graças a Deus que nos fez cair as escamas e abandonamos aquelas práticas, tornando-nos ovelhas do seu pasto.
    A Palavra de Deus fala que devemos não nos conformar com as coisas deste século, mas transformarmo-nos da mente para que possamos experimentar qual seja a boa e agradável vontade do Senhor.
    Sabemos que não há pessoa que não tenha conhecimento de alguém envolvido com drogas e seus nefastos danos. Se não temos um parente, temos um vizinho, um amigo, um filho de um amigo, enfim, é o mal presente em forma de “artifício ilusório”. Algo que adentra em nossas casas, em nossas escolas, em nosso trabalho, em nossas diversões, e sem consideração, até nas nossas igrejas, causando aborrecimentos às famílias e seus membros. O tráfico é implacável à vida da pessoa envolvida com ele.
    Em junho de 1998 o Brasil criou uma secretaria, atrelada à Presidência da República , e a casa militar, em que assinou tratado com outras Nações parceiras, se comprometendo em dez anos, erradicar em seu território com o uso, eliminando o flagelo representado pelas drogas. Não acabou, e aumentou consideravelmente daquele ano para cá o consumo, o tráfico, e o aparecimento de outras substâncias alucinógenas. Hoje, qualquer cidade tem seus usuários e o comércio destes produtos nefasto à vida. O que era até então, “privilégio” dos grandes centros, como Rio , São Paulo, Porto Alegre, Bahia, proliferou a todo o País, mudando o quadro para pior. A igreja neste contexto todo, busca fazer o seu papel de ensinar contra, apregoando valores, princípios de uma forma diferente à razão das pessoas, incutindo na mente dos seus ouvintes, algo, que o governo não consegue, afastando os seus jovens das práticas com a criminalidade. Entretanto, muita pouca coisa se tem procurado saber para poder orientar no meio evangélico. É até agora, tido como sem razão e até sem sentido, falar às pessoas crentes, que o problema de drogas não alcança as famílias que da fé participam. Ledo engano. Ou porque não dizer displicência. Segundo relatórios da ONU, estima-se que há no Brasil hoje, 870.000 drogados sem contar os usuários ocasionais. É muita gente se perdendo pelas ilusões passageiras. É necessário que envolvamos nossa juventude com algo sadio e produtivo, como as atividades esportivas, ações comunitárias, além da meditação às praticas religiosas, pois o jovem busca e precisa saber viver a vida não como um cabeça “oca”, mas como alguém que participa e vive numa sociedade. Não há como fugir disso, ou simplesmente seremos taxados de pessoas alheias ao mundo. E não

    somos assim, vivemos no mundo, mas não podemos nos igualar ao mundo. É diferente,
    e há a diferença. Podemos citar três frentes de atuação que a igreja pode se envolver, e estas podem ser base para as demais:
    1)- A igreja deve estar envolvida como instrumento de orientação social e política, tanto individual como coletiva, fazendo com que o indivíduo que dela participe, entenda o processo, tanto da vida cristã como de ser um cidadão que é um orientador em potencial, eis que sendo chefe de família e filho da luz, tem a obrigação e o dever de orientar sua própria família, ou que sendo jovem, constituirá sua futura família.
    2) - Investir seus recursos de conhecimentos para que os seus jovens e seus membros, venham desenvolver atitudes de transformação sociais, individuais, passando por primeiro em aceitar que indivíduos precisam de ajuda, para possam sobreviver no meio em que atuam. A igreja como instituição e as pessoas que dela fazem parte, não podem ser negligentes ao problema que as drogas têem causado à sociedade.
    3) – Colaborando com a ação social e coercitiva do Estado, propiciando que as famílias envolvidas, cortem seus vínculos com este terrorismo, proclamando a dignidade e os direitos dos indivíduos como cidadãos que almejam mudanças de hábitos e costumes, considerando que toda mudança, tem que passar por alterações de costumes para adquirir novos hábitos.
    Somos todos implicados em novas ações, e todas, passam pelo tão famoso IDE, ao transmitir novas posturas humanas estamos educando a pessoa a dar uma resposta contra o pecado, não só como doença como querem dizer alguns, mas contra toda prática que agrida o corpo que é feitura à imagem e semelhança do Criador. Fazendo assim com que as pessoas se aproximem de Deus e cumpram com seu papel de agentes transformadores da humanidade. O homem que desprezar a autoridade da Palavra de Deus é preza fácil de toda sorte de engano causador da desordem pública social.
    Podemos pensar que o evangelho está avançando com dificuldades. Mas realmente, o que temos feito como instrumentos de transformações sociais? Ou só queremos transformar a Igreja, como se fossemos nós que a transformássemos? O que cabe a nós como candeeiros que devem propagar Luz à toda criatura? Sermos diferentes em nosso próprio meio? Não!
    Cumpre a nós, pais e líderes, educadores, agentes de transformação, aceitarmos nossa responsabilidade com todo ser vivente sobre este planeta. Como povo de Deus, devemos erguer uma geração que tenha princípios na Palavra de Deus, objetivando mostrar o Reino de Deus como a Justa Justiça na esperança das nações.
    Falar em mudança implica em saber onde está a causa do efeito, e considerar que possa estar naquele que aponta o erro ao acusado apontado, e não neste. É difícil constatar? É.
    Muitos jovens são levados a pensar que é feio, é fora de moda ser diferente da turma, “ficar careta” e ser paranóico, se levar em conta o meio em que vivem e tem amizades.
    Vergonhoso, é ver estes jovens, escondidos pelos escuros das ruas e cemitérios à se drogarem, sem que façamos nada contra sua auto-flagelação. Sim, drogar-se é como AUTO PUNIR-SE, mesmo que não tenham esta consciência, ou quem sabe, amanhecer bêbado em algum lugar sem saber o que se lhe passou na noite anterior. Devemos procurar orientar que se o indivíduo não consegue ficar sem tomar um copo de bebida por dia, esta pessoa está precisando de ajuda, pois aquele negócio de deixar aos poucos, não funciona sem que aja mudança de pensamento em que se tenha que mudar hábitos.
    Há pouco material de fácil acesso ao assunto “drogas”. Poucas pessoas se interessam em saber mais sobre este problema. Geralmente o problema é do drogado e não se leva em conta a família deste. Dentro das igrejas o assunto quase que ou nada que, é abordado. E as drogas tem alcançado às suas portas. Falar em drogas fere em muito as convicções religiosas. A explanação sobre drogas é necessário como meio de instruir já que o governo com todas as suas forças e leis, não está conseguindo debelar a questão como deveria acontecer, e a Igreja aí, torna-se uma grande parceira, donde se propagará em que se O FILHO do homem vos libertar, verdadeiramente sereis livre; que também, estará atrelada no IDE e fazei discípulos em todas as nações, ENSINANDO-OS a guardar todas as coisas que vos tenho mandado.
    Jesus esteve sempre preocupado com a remissão, salvação e orientação das pessoas. Que isto seja a nossa meta, caso sejamos seus seguidores e seus discípulos.
    Valdir Carvalho – Cascavel - Pr 24.8.2008

  3. Valdir Carvalho Escreveu:

    SABENDO MAIS SOBRE AS DROGAS

    Como seres espirituais que somos, sempre deveremos nos pautar pelo ensinamento da Palavra de Deus, o texto de Provérbios 2. 9 Então, entenderás justiça, juízo e eqüidade, todas as boas veredas. Porquanto a sabedoria entrará no teu coração, e o conhecimento será agradável à tua alma. O bom siso te guardará, e a inteligência te conservará.

    Muitos de nós desejaríamos não tomar conhecimento sobre este assunto, desejando que elas nem existissem, mas, não há como, hoje, passarmos despercebidos sobre tal tema.
    Precisamos saber para poder orientar, ainda que objeto de pesquisa seja procurado:
    Quanto o homem se perde no mundo do vício dos alucinógenos, o que fazer, ainda mais quando são nossos parentes, amigos, conhecidos, filhos de amigos ou equiparados. Eis que o traficante numa ponta do problema é perverso, ele não leva em conta : Deus e sua criação, as famílias, os anseios, os sonhos, os ritos. Ele é o único que tira proveito do mal que causa. Já o intermediário, este, busca no seu comércio, até um meio da própria sobrevivência, também é danoso no processo em que está inserido. Entretanto, o consumidor, este é a causa e que dá causa a todo o processo do terrorismo que se instalou na face da terra, como o advento do século em que se transformou o consumo de drogas, o pobre coitado é sem sombra de dúvida a vitima de todo empenho danoso.

    Salmos 10.4 O perverso, na sua soberba, não investiga; que não há Deus são todas as suas cogitações. São prósperos os seus caminhos em todo tempo; muito acima e longe dele estão os teus juízos; quanto aos seus adversários, ele a todos ridiculiza. Pois diz lá no seu íntimo: Jamais serei abalado; de geração em geração, nenhum mal me sobrevirá. A boca, ele a tem cheia de maldição, enganos e opressão; debaixo da língua, insulto e iniqüidade. Põe-se de tocaia nas vilas, trucida os inocentes nos lugares ocultos; seus olhos espreitam o desamparado. Está ele de emboscada, como o leão na sua caverna; está de emboscada para enlaçar o pobre: apanha-o e, na sua rede, o enleia.

    Algumas coisas aqui abordadas são de suma importância ao nosso conhecimento, sem que as demais já conhecidas sejam desprezadas. Vejamos:

    1-. Dependendo do meio,pouco se fala sobre o assunto e pouca publicação há a respeito.
    2.- Em virtude, o velho e saudoso diálogo precisa voltar à reinar no meio das famílias.
    3.- Precisa-se averiguar aonde está o problema do indivíduo com tóxico-dependência: se no ocupacional, no social, no financeiro ou no familiar que leve à religião.
    4.- Procurar reduzir o convívio errado que possa estar conduzindo o indivíduo a ser um usuário, dado ao meio, a oferta e a procura.
    5.- Procurar descobrir a “causa e o efeito”, se dentro de casa, na escola, nos amigos, no trabalho, nas atividades, nas frustrações ou quem sabe: no ter de mais.
    6.- Saber avaliar a questão caso o filho esteja utilizando de meio toxicológico. O que fazer? Como fazer e a quem recorrer?
    7.- Não dramatizar o fato, encarar com realismo, com segurança, e ser objetivo na busca da solução do problema.
    8.- Procurar ter certeza do que está ocorrendo, para não ser o acusador apenas.
    9.-Ter uma conversa franca com o envolvido ou os envolvidos (filho e amigos dele).
    10.-Verificar há quanto tempo está ocorrendo o uso de substâncias ou bebidas.
    11.-Procurar identificar os motivos que levaram a fazer uso.
    12.-Não acusar o envolvido de: maconheiro, boleteiro, drogado, marginal, bêbado.
    13.-Não se recriminar se constatar que o problema esteve sempre junto de ti.
    14.-Dar o apoio necessário ao envolvido, como se você o fosse e precisasse de ajuda.
    15.-Lembrar que o amor, o carinho a compreensão são armas poderosas na ajuda.
    16.-Lembrar que o nosso passado é o nosso principal professor.
    17.-Ter a consciência que após curado, o usuário poderá recair e, prevenir-se antecipadamente sobre o problema, é antever situações desagradáveis. Ter em mente que a reconquista do controle da situação, dependerá do envolvido, o controle das suas atitudes e dos seus próprios pensamentos. Considerando sempre, os métodos empregados para a recuperação.

    18.-Que os pais podem e devem ser o exemplo para os seus filhos. Ter o conceito em mente que a fruta “jabuticaba”, seca no pé, e que a goiaba cai em baixo do pé; ou seja, nossas ações poderão desencadear reações em nossos filhos, e que eles, mesmo que não percebamos, estão constantemente de olho em nós.
    19.-A atitude que o pai tiver em relação ao descobrir que o filho é usuário ou dependente, desencadeará o rápido regresso ao estado natural do envolvido.
    20.-Saber que pode contar com ajuda dos meios sociais, da igreja , do poder legislativo do poder judiciário, não no sentido da repreensão, mas de orientação.

    A liberação das drogas resolveria o problema do consumo?
    O acesso fácil ao mundo das drogas poderá levar a um aumento do número de usuários experimentais e ocasionais, transformando-os em usuários contumazes. A liberação não oferecerá a eliminação da dependência do usuário. Se há a oferta maior, é porque há os que procuram é em maior quantidade, questão da produção em relação ao consumo.

    O que pode ser feito em relação à oferta?
    A prevenção é o divisor entre a busca e o consumo. A orientação leva à educação sobre o assunto, devendo vir com exemplos reais. Demonstrando as conseqüências, que inibirão o futuro usuário da busca à droga. Mostrando os danos físicos, emocionais, sociais, psicológicos que algumas drogas deixam as seqüelas irreversíveis à pessoa.

    Como podemos ajudar um jovem a ter atitudes contrárias à droga?
    Nossos exemplos como pais, nossas atitudes, nosso testemunho de vida.
    Os usuários potenciais, na maioria dos casos observados, são aqueles que presenciaram seus pais consumindo calmantes, para poderem dormir, droga de qualquer espécie que causaram fuga ante ao menor sinal de nervosismo, aqueles pais que tomavam qualquer coisa que propiciasse sair de situações. Uma dosezinha de uísque para dormir, para fazer refeições, um cigarro após uma discussão, tudo quanto propiciasse artifício de compensação emocional ao momento.
    Saber que este processo de aprendizagem começa na infância e vai até ao final da adolescência, e que sendo assim, eles nos observam.

    Quais as razões que levam uma pessoa a usar drogas?
    O fato de uma pessoa usar drogas uma vez ou outra, não faz dela um dependente. Mas experiências inocentes podem levar uma pessoa à presença da lei e ao internamento em uma casa de recuperação. O excesso de preocupação com os filhos em relação à droga, pode levar o filho à busca em saber qual a sensação que a droga causa, tornando-o um dependente. Saber orientar sem cobrar é uma questão necessária. Cabe ao adulto alertar sobre os riscos relacionados com o uso. O jovem, sendo um curioso por natureza, tende ir de encontro à busca. Para o adolescente, o risco faz parte do jogo, e o próprio risco, é transformado em desafio para sua auto-afirmação.

    As drogas podem modificar o que sentimos e ser atrativas pelo que causam?
    Sobretudo para o jovem sim. Ele necessita descarregar suas energias, ou demonstrar que como individuo é capaz. É onde começa o caminho inverso à maioria social. Não tendo ele, a maturidade pelos anos vividos, pode se enlaçar no convite fácil, e descambar para o desatino individual, donde o regresso será sofrido.
    Algumas atividades em que o jovem pode se envolver para que isto não ocorra é a interação desportiva, sadia. Sem que com isto venha à abandonar suas atividades religiosas e seus costumes. Nisto sempre monitorado pelos mais experientes.
    Consumir drogas é uma forma de prazer. Isso não pode ser negado. Entretanto o preço a ser pago pode ser muito alto.

    A pressão do grupo pode ocasionar o consumo?
    Não necessariamente. Dependerá do que implantarmos na cabeça da criança e no seu desenvolvimento de adolescente. Embora a pressão do grupo tenha influência, jamais o grupo, e sua influência, poderá ter domínio sobre a personalidade e o caráter do envolvido, sob pena de tudo quanto nós, pais nos empenhamos em transmitir, ter sido em vão e sem proveito..

    O uso da droga pode ser uma tentativa de compensação?
    Sim. Entretanto cabe aos pais o dever de propiciar segurança para seus filhos, através do afeto, demonstrando amor, amparo, apesar dos defeitos dos seus filhos e suas dificuldades como pais.

    Existem sinais que identificam se o filho está usando drogas?
    Não é de maneira fácil a percepção. Deve-se cuidar com o clima da desconfiança, pois poderá ser um pretexto à utilização. Os pais devem procurar saber sobre a questão com o próprio filho, com cuidado, e buscar orientação de quem é da área. Conflitos familiares podem levar os filhos à busca e utilização, pela oferta dos colegas. Estes serão mais presentes na vida dos filhos em relação aos próprios pais.

    Deve-se conversar com os filhos sobre o problema das drogas?
    Sim, na proporção que eles demonstrarem interesse. Mas sempre procurando orientar.
    Qualquer atividade vista como oculta do mundo dos pais e de seus orientadores, pode ser percebida como instigante e excitante, e, é tudo o que o jovem busca na fase da sua adolescência. Os pais devem prestar atenção às reações de seus filhos.

    Como deve ser as informações que os pais devem transmitir?
    Dado à percepção dos jovens ser maior que a de seus pais, eles provavelmente, saberão mais sobre drogas do que os próprios pais. Os pais terão maiores dificuldades em falar sobre as drogas ilegais do que as legais (álcool,cigarros). É aconselhável aos pais adquirirem conhecimentos básicos sobre as principais substâncias de uso e abuso, para que possam dar orientações corretas.
    A maioria dos filhos aceita a autoridade de seus pais, outros, próprio da idade, tem dificuldade. O autoritarismo, arbitrariedade ou rigidez em demasia, pode levar o filho para longe dos pais e mais perto daquele que oferece drogas.

    O que fazer quando um filho está usando drogas?
    Quando se tornar impossível conversar com o filho, os pais devem procurar pessoas que admirem o seu filho, tal qual: um amigo dele, um parente, uma pastoral de aconselhamento familiar, um professor, o médico da família , um jurista ou um profissional especializado. Não há uma resposta simples para esta questão.
    A lei é diferente para cada tipo de droga, portanto, a orientação é diferente.
    Cada indivíduo é diferente consigo mesmo, e os pais, são diferentes em conduzir orientação ao filho, pois todos são indivíduos em si.

    Aos que usam drogas, quem deve ser tratado?
    Principalmente os que se tornaram dependentes, tanto os ocasionais como os costumeiros. Os ocasionais, talvez com conselhos demovam de seus novos hábitos, já os costumeiros, necessitam de tratamento e orientação de pessoas mais aparelhadas.
    Devendo em ambos os casos, dar orientação sobre o perigo de se tornar um viciado e aonde o vício leva.
    O usuário experimental, é um indivíduo que poderá ser dominado pelo vício, aí, necessitando de ajuda sem sombra de dúvida, pois se tornou escravo do seu engano e do seu vício.

    O que causa a abstinência do uso?
    É como um luto após a quebra do laço que os unia. A droga e quem a consome, eram considerados mutuamente como amigos. A droga era aquela que sempre esteve presente em suas ansiedades. Nas tristezas e nas alegrias.
    O deixar da droga funciona como a morte de um parente que se vai. Nos primeiro dias causa depressão, tristeza e até raiva, vontade de que tudo fosse como antes, depois passa, é normal, e acontece com todos os que param. Como tudo na vida passa, esta sensação também passa. É como um acordar gradativo e muitas vezes isto causa susto, ou seja, constatação da realidade à vida, ao meio, à aceitação de si mesmo.
    Não deve estranhar se o envolvido possa ter atitudes diferentes, podendo voltar a ser uma criança ou adolescente. Isto não é retrocesso, são as causas das inconseqüências vividas.

    De quem é problema?
    É meu , é teu, é social.
    Como indivíduo, sou senhor dos meus atos, como membro da sociedade humana, meus atos individuais podem te alcançar, então, minhas ações passam a ser teus problemas também e vice-versa.
    Causa/ Efeito …. Ação e Reação.

    Fonte de busca:
    Casa Dia Jaú –
    Jaú –SP

    Elaboração:
    Valdir Carvalho – Cascavel – PR – 24.8.2008

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