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Aprendendo com as Portas de Jerusalém - Ev. Luiz Henrique

LI√á√ÉO 3, APRENDENDO COM AS PORTAS DE JERUSAL√ČM

Li√ß√Ķes B√≠blicas do 4¬ļ Trimestre de 2011 - CPAD - Jovens e Adultos

NEEMIAS - Integridade e Coragem em Tempos de Crise

Coment√°rios da revista da CPAD: Pr. Elinaldo Renovato de Lima

Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto

Complementos, ilustra√ß√Ķes, question√°rios e v√≠deos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

TEXTO √ĀUREO

“Assim,¬†edificamos¬†o muro, e todo o muro se cerrou at√© sua metade;¬†porque o cora√ß√£o do povo se inclinava a trabalhar”¬†(Ne 4.6).

VERDADE PRATICA

A crise, apesar de seu desconforto, sempre nos abre grandes e oportunas portas.

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - Mt 16.18 - JESUS edifica sua igreja

Terça-2 Cr 14.7 - Cidades protegidas com muros

Quarta-Hb 11.10 - DEUS é o sábio construtor

Quinta - Mt 7.24 - O prudente edifica sobre a rocha.

Sexta - Ef 2.20 - .Edificados sobre CRISTO

Sábado - 1 Pe 2.5 - Edificados como casa espiritual

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE -¬†Neemias¬†3.1,2,3,6,13-15

1 - E levantou-se Eliasibe, o sumo sacerdote, com os seus irmãos, os sacerdotes, edificaram a Porta do Gado, a qual consagraram, e levantaram as suas portas; e até a Torre de Meã consagraram e até a Torre de Hananel. 2 - E, junto a ele, edificaram os homens de Jericó; também, ao seu lado, edificou Zacur, filho de Inri. 3 - E a Porta do Peixe edificaram os filhos de Hassenaá, a qual emadeiraram, e levantaram as suas portas com as suas fechaduras e os seus ferrolhos.

6 - E a Porta Velha repararam-na Joiada, filho de Paseia; e Mesulão, filho de Besodias; e estes a emadeiraram e levantaram as suas portas com as suas fechaduras e os seus ferrolhos.

13 - Porta do Vale, reparou-a Hanum e os moradores de Zanoa; estes a edificaram e lhe levantaram as portas com fechaduras e os seus ferrolhos, como também mil cavados do muro, até à Porta do Monturo. 14 - A Porta do Monturo, reparou-a Malquias, filho de Recabe, maioral do distrito de Bete-Haquerém; este a edificou e lhe levantou as portas com as suas fechaduras e os seus ferrolhos. 15 - E a Porta da Fonte reparou-a Salum, filho de Col-Hozé, maioral do distrito de Mispa; este a edificou, e a cobriu, e lhe levantou as portas com as suas fechaduras e os seus ferrolhos, como também o muro do viveiro de Sela, ao pé do jardim do rei, mesmo até aos degraus que descem da Cidade de Davi.

A Bíblia Sagrada, quando trata a respeito da reconstrução dos muros de Jerusalém, no Antigo Testamento no livro de Neemias, menciona as doze portas da cidade com os seus primitivos nomes:
(http://www.mikairos.com/12portas.htm)


1 - Porta do Gado
2 - Porta do Peixe (Porta de Damasco)
3 - Porta Velha (Porta de Jafa)
4 - Porta do Vale
5 - Porta do Monturo
6 - Porta da Fonte
7 - Porta do C√°rcere
8 - Porta das √Āguas
9 - Porta dos Cavalos
10 - Porta Oriental
11 - Porta de Mifcade (da Atribuição)
12 - Porta de Efraim

O que temos em mente, neste estudo, é comentar sobre os símbolos das portas de Jerusalém dos dias distantes de Neemias.
“De tudo que era mui querido para o Senhor, nada mais seria do que a sua cidade e as suas portas (Sl.87:2,3; 147:12,13). Se √© importante para DEUS, deve ser igualmente importante para a Igreja! Os judeus e os crist√£os s√£o convidados a orar pela paz de Jerusal√©m sob promessa de prosperidade aos que a amarem! (Sl.122:6)”.¬†

Das doze portas do período bíblico, hoje existem apenas oito, porém com outros nomes: 

PERSONALIDADES RESTAURADAS

INTRODUÇÃO

DEUS levanta um ex√©rcito de filhos Seus, com o prop√≥sito de ser canal da Sua Palavra, amor e gra√ßa. Esse ex√©rcito tem a miss√£o de saquear o inferno e povoar o C√©u, sendo respons√°vel pela grande colheita do tempo do fim. √Č imperioso, por√©m, que os filhos se tornem um testemunho vivo do poder de DEUS para transformar a natureza humana. Essa transforma√ß√£o deve, necessariamente, atingir o homem integral: esp√≠rito, alma e corpo. Em outras palavras, um esp√≠rito redimido, uma alma restaurada e um corpo sadio, trazendo a carne sob sujei√ß√£o.

Uma das √°reas mais negligenciadas, no entanto mais exposta e com a maior manifesta√ß√£o de problema, √© a alma, ou personalidade. Muitas vezes algu√©m at√© possui uma un√ß√£o especial em sua vida. mas devido a uma personalidade sem controle, desestruturada, seu minist√©rio √© afetado. Parece existir um conflito constante entre o que a pessoa sabe ser o padr√£o Divino para a vida crist√£ e o modo como ele age e reage. Esse conflito, vezes sem conta, pode lev√°-Ia a buscar ajuda em um psic√≥logo ou mesmo psiquiatra. DEUS, contudo, tem um plano para que cada um de Seus filhos receba, dos recursos de Sua gra√ßa, uma completa restaura√ß√£o em sua personalidade, de modo que possa refletir a beleza do car√°ter do Senhor JESUS, que vive no crente, na pessoa do ESP√ćRITO SANTO.

Nossa personalidade é o reflexo de heranças dos nossos pais, cultura, ambiente, experiências vividas e tudo quanto entrou para nossa formação, antes mesmo do nosso nascimento. O próprio pecado, no qual fomos concebidos, deixou suas tristes marcas, umas mais berrantes, outras menos visíveis. Todos, porém, sem exceção, trazemos o sinal de uma herança pecaminosa. Quando CRISTO entra em nossa vida, muda o sentido e a razão do viver, mas cedo descobrimos que o mundo da alma é complexo e carece de uma obra profunda, gradativa, que nos troque as marcas de uma personalidade doentia pelas virtudes encarnadas em nosso Senhor JESUS CRISTO.

Haver√° possibilidades de mudan√ßas permanentes, de cura interior, de restaura√ß√£o da nossa personalidade? Claro que sim. H√° recursos em DEUS para trazer ao nosso ser inteiro a harmonia por Ele projetada. Iremos, pois, no presente estudo, buscar na Palavra de DEUS, nossa b√ļssola e fonte de toda instru√ß√£o, os princ√≠pios que nos ajudar√£o a encontrar a vit√≥ria de uma alma s√£.

Os problemas de personalidade t√™m constantemente causado s√©rias dificuldades na vida e no relacionamento das pessoas. Como somos seres sociais e n√£o poderemos viver isolados uns dos outros, s√≥ h√° um caminho para uma conviv√™ncia sadia, dentro do plano de comunh√£o e unidade que DEUS quer para Seu povo: ser liberto das cadeias que prendem a alma e ajust√°-Ia √† Palavra de DEUS. Salom√£o declara que:¬ęMelhor √© o Long√Ęnimo do que o valente,’ e o que domina o seu esp√≠rito do que o que toma uma cidade¬Ľ. (Pv 16.32) ¬ęComo a cidade derribada que n√£o tem muros, assim √© o homem que n√£o pode conter o seu esp√≠rito¬Ľ (Pv 25.28).

A tigura da cidade sem muros bem retrata aquele que não tem controle ou domínio sobre sua própria personalidade. O que representa uma cidade sem muros? No contexto bíblico, falando dos tempos antigos, significa uma cidade sem proteção, exposta a todo tipo de ataque adversário, vulnerável, portanto, destinada à infestação de toda sorte de inimigo e, finalmente, à destruição. Uma pessoa que não contém o seu espírito tem os muros de sua personalidade caídos ou cheios de brecha, o que permite a invasão de forças inimigas.

Sobre os muros da cidade estavam as torres de vigia, lugar de onde os ataques iminentes eram detectados e deles se dava aviso. Dali, também, partiam ataques de defesa (2 Sm 11.19 a 24). A segurança e proteção da cidade, dos que nela habitavam e de suas riquezas, dependiam da estrutura dos seus muros (2 Cr. 14:7-8).

Os muros da cidade s√£o t√£o importantes que Apocalipse se refere aos muros da Nova Jerusal√©m, de seus fundamentos, medidas e material com que s√£o constru√≠dos. Fala de suas portas e ressalta a import√Ęncia e beleza das mesmas. Tomaremos, pois, esta figura para mostrar a import√Ęncia de termos os muros de nossa alma de p√©, sem brechas, com suas portas no lugar e as torres de vigia em pleno funcionamento. S√≥ assim nos ser√° poss√≠vel, neste tempo de tremendos conflitos contra as for√ßas das trevas, manter toda sorte de intruso longe da nossa alma e, ao mesmo tempo, ser canais para a liberta√ß√£o daqueles que foram vencidos.

A B√≠blia √© rica em figuras, que nos ilustram as realidades do mundo do esp√≠rito. Lan√ßaremos m√£o, ao longo deste estudo, de duas figuras principais, extra√≠das da hist√≥ria Jo povo de Israel, buscando, do ESP√ćRITO SANTO, a luz, com o prop√≥sito Je receber as li√ß√Ķes e aplica√ß√Ķes para nossa alma, com vistas √† sua restaura√ß√£o, liberta√ß√£o e cura interior.

O estudo est√° dividido em partes: na primeira, a palavra chave √©: Restaura√ß√£o. O livro de Neemias ser√° a base do mesmo. Na segunda, a Conquista √© o imperativo. Para tanto, usaremos a conquista da Terra de Cana√£, como a figura de base. Dentro dessa id√©ia de apoderar-se, apropriar-se, conquistar, abordamos as √°reas que formam a personalidade: Conquista da Mente, da Vontade e das Emo√ß√Ķes.

Vivemos em dias quando o ESP√ćRITO de DEUS se move na Igreja com o prop√≥sito de restaur√°-Ia, sar√°-Ia e embelez√°-Ia, a tem de poder entregar ao Senhor JESUS a Noiva gloriosa, como Ele mesmo deseja receb√™-Ia. Foi para isto que Ele veio e esta √© a obra do ESP√ćRITO SANTO: operar em pecadores de tal sorte que estes sejam transformados em filhos de DEUS, preparados para desposar o Cordeiro e reinar com Ele em gl√≥ria.

¬ęCRISTO amou a Igreja e a Si mesmo Se entregou por ela, afim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da √°gua, pela Palavra, a fim de apresent√°-Ia a Si mesmo Igreja gloriosa, sem m√°cula, Item ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa e irrepreens√≠vel, (Ef. 5:25b27).

PARTE I - A RESTAURAÇÃO DA PERSONALIDADE

A primeira tigura que usaremos √© a dos muros da cidade. Iremos aos livros de Esdras e Neemias e ali descobriremos grandes princ√≠pios para a restaura√ß√£o da nossa personalidade. Abra-se ao mover do ESP√ćRITO de DEUS e deixe que Ele mesmo estabele√ßa os paralelos entre os ensinos da Palavra e suas experi√™ncias, consumando em sua alma a obra de restaura√ß√£o, liberta√ß√£o e cura que Ele deseja e pode realizar. Falaremos do templo, como s√≠mbolo do nosso esp√≠rito, dos muros, representando nossa alma, e das portas, como o lugar de decis√£o em nossa vida.

O incidente na hist√≥ria de Israel que primeiro tomaremos, fala da restaura√ß√£o do templo em Jerusal√©m e dos seus muros. Nabucodonosor, rei da Babil√īnia, havia invadido e destru√≠do o templo e a cidade em 587 A. C. Jeremias profetizara que a dura√ß√£o do cativeiro seria de setenta anos (Jr. 25: 11). Em 538 A.C., Ciro, rei da P√©rsia, conforme profetizado por Isa√≠as, permitiu ao povo regressar e reconstruir o templo (Conf. Is. 44:28; 45: 1-13; Ed. I: 1-3).

Os livros de Esdras e Neemias relatam o que ocorreu em conseq√ľ√™ncia do decreto de Ciro. Nesses dois livros h√° duas fases ¬†distintas: a restaura√ß√£o do templo, sob o comando de Zorobabel e a restaura√ß√£o dos muros, sob Neemias. Palavras como edif√≠cio, reedificar e restaurar, aparecem cinq√ľenta e cinco vezes em seus relatos. Tom√°-Ias-emos, portanto, como base de ensino figurado para um s√©rio trabalho em nossa personalidade, com vistas √† maturidade crist√£, ¬ęat√© que todos cheguemos √† unidade da .f√© e do pleno conhecimento do Filho de DEUS, ao estado de homem feito, √† medida da estatura da plenitude de CRISTO¬Ľ (El 4: 13).

Capítulo 1 - A RESTAURAÇÃO DOS MUROS

A Casa do Senhor era o coração do decreto de Ciro. Em Esdras 1:15, há quatro referências à edificação da Casa que fora destruída por Nabucodonosor:

¬ęO Senhor DEUS do C√©u me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de Lhe edificar uma Casa em Jerusal√©m, que √© Jud√°.

Quem há entre vós de todo o seu povo (Seja seu DEUS com ele) suba para Jerusalém, que é em Judá, e edifique a Casa do Senhor, DEUS de Israel; Ele é o DEUS que habita em Jerusalém.

E todo remanescente, seja qual for o lugar em que é peregrino, seja ajudado pelos homens desse lugar com prata, com ouro, com bens e com animais afora. a oferta voluntária para a Casa de DEUS, que está em Jerusalém.

Ent√£o se levantaram os chefes das casas paternas de Jud√° e Benjamim, e os sacerdotes, e os levitas, todos aqueles cujo esp√≠rito DEUS despertara, para subirem a edificar a Casa de DEUS, que est√° em Jerusal√©m¬Ľ.

Primeiro, a Restauração do Templo

Estamos diante de prioridades corretas. Antes de se pensar em qualquer outra coisa, o lugar de culto deveria ser restaurado. Tão logo a primeira leva de cativos judeus retomou a Jerusalém, o altar foi edificado; o canal de adoração e comunicação com DEUS foi estabelecido. O Templo era o lugar escolhido por DEUS, para nele fazer habitar o Seu Nome (Ne. 1 :9). Lá se davam os sacrifícios religiosos e era o coração da vida espiritual de Israel. Lá estavam as Tábuas da Aliança, a glória de DEUS, Sua presença e Santidade.

Sem o Templo, Jerusal√©m perdia seu valor. Portanto, sua restaura√ß√£o era obra priorit√°ria. √Č disso que o livro de Esdras trata.

Aplicando as li√ß√Ķes √† nossa experi√™ncia, DEUS nos escolheu para fazer habitar em n√≥s o Seu nome. Somos Seus servos, a quem Ele resgatou com o Seu grande poder e m√£o forte (Ne. I: 10). Ele quis nos transformar em santu√°rios Seus e comungar conosco, fazendo de n√≥s transportes de Sua presen√ßa na Terra.

Antes de trabalharmos na alma, ou na carne, precisamos lidar com o nosso esp√≠rito. O cora√ß√£o de Israel era Jerusal√©m; o cora√ß√£o de Jerusal√©m era o templo; o cora√ß√£o do templo era o SANTO dos Santos. Nele estava a Arca, coberta pelo propiciat√≥rio, contendo as T√°buas da Alian√ßa, ¬ęescritas pelo dedo de DEUS¬Ľ. A partir dali, DEUS falava. Logo, o templo, habita√ß√£o de DEUS, era o centro e a raz√£o de tudo. A primeira preocupa√ß√£o, portanto, era com esse lugar.

A experi√™ncia mais marcante em nossa vida √© o novo nascimento, pelo qual o nosso esp√≠rito √© recriado e se transforma no santu√°rio de DEUS na Terra, onde Seu Espfrito habita e onde se estabelece uma comunh√£o e comunica√ß√£o com DEUS (2 Co. 5:17; 2 Co. 6:16; 3:16). √Č por essa experi√™ncia que nos tornamos filhos de DEUS (10. 1: 12), herdeiros seus e co-herdeiros com CRISTO (Rm. 8: 16, 17), participantes da sua natureza (2 Pe. 1 :4), porque somos gerados de novo da semente Divina (I Pe. 1:23), que permanece em n√≥s (I Jo. 3:9). Por essa raz√£o, tornamo-nos habita√ß√£o de DEUS, santu√°rios vivos, transportando a Palavra Viva, na pessoa do ESP√ćRITO SANTO.

Segundo, A Restauração Dos Muros

Após essa obra de regeneração em nosso espírito, estamos prontos para o próximo passo: a restauração dos muros, para que o santuário seja protegido. Em outras palavras, a restauração da nossa

personalidade, para que o inimigo n√£o encontre brechas para nos atacar. √Č disso que trataremos, pedindo a DEUS que nos guie e nos revele o Seu caminho no tratamento de nossas almas, a tim de que as virtudes do car√°ter de CRISTO se manifestem em nossa pr√≥pria personalidade. Fazemos do velho corinho, nossa ora√ß√£o:

Toda a Sua admir√°vel pureza e amor.

√ď Tu, Chama Divina, todo o meu ser refina, At√© que a beleza de CRISTO se veja em mim.

Se voc√™ j√° nasceu de novo, est√° consciente e convicto de que JESUS √© o seu √ļnico Senhor e Salvador. Agora, como filhos de DEUS, vamos enveredar pelo caminho da restaura√ß√£o dos muros, portas e torres da nossa alma, para que o santu√°rio seja protegido e defendido, e os intrusos, enviados pelo inimigo, n√£o venham assolar o nosso templo.

Se você ainda não teve essa experiência de novo nasCiroento, não prossiga. Pare agora diante dAquele que o criou. Ele tem um plano maravilhoso para a sua vida e quer transformá-Ia por completo, dando-lhe uma razão de viver. Por você, CRISTO deu Sua vida na cruz do Calvário e pagou o preço da completa libertação e redenção de todo aquele que crê. Tudo quanto era necessário.para que você seja livre das garras do pecado e de Satanás, já foi feito, como expressão da graça e do amor de DEUS por você. O que você tem que fazer agora é só renunciar seus pecados e seu passado, entregando-se inteiramente a JESUS. O resto, Ele fará.

Considere que o ESP√ćRITO de DEUS est√° agora junto a voc√™, para lev√°-lo a JESUS e torn√°-LO real ao seu cora√ß√£o. Ele o transformar√° num santu√°rio, onde a gl√≥ria de DEUS assiste e Sua doce voz se far√° ouvir. Voc√™ n√£o est√° lendo este livro por acaso. Atrav√©s dele, DEUS marcou um encontro com voc√™ e saiba que, abrindo-se neste momento √† Sua gra√ßa e amor indiz√≠vel, abra√ßando a JESUS CRISTO, voc√™ nunca mais ser√° o mesmo, ¬ęPorque todo aquele que invocar o nome do Senhor ser√° salvo¬Ľ (Rom 10.13). Se isso de fato expressa o desejo do seu cora√ß√£o, abra-se √† presen√ßa de DEUS e diga em voz alta:

Senhor JESUS, reconheço que nasci e tenho vivido em pecado, mas Tu tomaste o meu lugar na cruz do Calvário e pagaste o preço da minha redenção. Renuncio o pecado, a Satanás, o mundo, a carne e a mim mesmo, e me entrego a Ti. Sê o Senhor da minha vida. Confesso com a minha boca que Tu és o Filho de DEUS, que morreste em meu lugar, ressuscitaste e hás de voltar. Confesso que Tu és o meu Senhor. Recebo-Te em minha vida e seguir-Te-ei para sempre. Agradeço-Te porque, de acordo com a Tua Palavra, eu estou nascendo como filho de DEUS e os meus pecados estão sendo perdoados. Sei que me recebes agora como filho. Faz de mim a pessoa que Tu queres que eu seja. Amém.

Agradeça a DEUS porque Ele escuta a sua oração. A Bíblia diz:

¬ęPorque se com tua boca confessares a JESUS como Senhor, e em teu cora√ß√£o creres que DEUS o ressuscitou dentre os mortos, ser√°s salvo; visto que com o cora√ß√£o se cr√™ para a justi√ßa e com a boca se confessa para a salva√ß√£o. Porque a Escritura diz: Ningu√©m que N’Ele cr√™ ser√° confundido. Porquanto n√£o h√° distin√ß√£o entre judeu e grego; porque o mesmo Senhor o √© de todos, rico para com todos os que O invocam. Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor ser√° salvo¬Ľ (Rm. 10:9-13).

 

A Necessidade Da Restaura√ß√£o Dos Muros -¬†o livro de Neemias nos d√° uma ilustra√ß√£o clara da obra a ser realizada na restaura√ß√£o da nossa personalidade. Ele est√° cheio de ensinamentos na √°rea de lideran√ßa, de batalha espiritual, de restaura√ß√£o e de v√°rios outros aspectos da vida crist√£. Aqui lan√ßaremos m√£o dos ensinos que se aplicam √† restaura√ß√£o, liberta√ß√£o ou cura da nossa alma. Antes, por√©m, de nos enveredarmos pelos seus relatos, daremos uma r√°pida vis√£o do seu conte√ļdo, usando as notas introdut√≥rias ao livro da B√ćBLIA ANOTADA (The Ryrie Study B√≠ble), editada pela EDITORA MUNDO CRIST√ÉO.

 

AUTOR - NEEMIAS DATA - 445-425 a.C.

O HOMEM NEEMIAS - Como copeiro do rei Artaxerxes I, a posi√ß√£o de Neemias era de grande responsabilidade (comprovar que o vinho bebido pelo rei jamais estivesse envenenado) e de muita influ√™ncia (j√° que um servo que desfrutava de tanta confian√ßa freq√ľentemente se tomava um conselheiro bem √≠ntimo). Ao ouvir que as muralhas de Jerusal√©m ainda n√£o haviam sido reconstru√≠das, e recebendo permiss√£o do rei para ir a Jerusal√©m e corrigir a situa√ß√£o, demonstrou qualidades √≠mpares de lideran√ßa e organiza√ß√£o. Em 52 dias o trabalho de reconstru√ß√£o foi terminado. Como governador de Jud√°, Neemias demonstrou humildade, integridade, patriotismo, energia, piedade e altru√≠smo.

Depois de doze anos no cargo, ele retomou por pouco tempo à corte de Artaxerxes (2: 1; 13:6) e de lá voltou a Judá, onde exortou seu povo ao arrependimento.

Tão vívido e franco é o relato que muito do material contido no livro provém do que deve ter sido o diário pessoal de Neemias.

CONTEXTO HIST√ďRICO - Os papiros de Elefantina, descobertos em 1903, confirmam a historicidade do livro de Neemias, mencionando Sambal√° (2:19) e Joan√£ (6:18; 12:23). Estas fontes tamb√©m nos indicam que Neemias deixou de ser governador de Jud√° antes de 408 aC.

CONTE√öDO - O livro completa a hist√≥ria do remanescente que voltara do ex√≠lio em Babil√īnia, restaura√ß√£o esta come√ßada sob a lideran√ßa de Esdras. “Marca tamb√©m o in√≠cio das ¬ęsetenta semanas¬Ľ de Daniel e fornece o contexto hist√≥rico para a profecia de Malaquias¬Ľ.

ESBOÇO DE NEEMIAS

I. A Reconstrução dos Muros (sob a Liderança de Neemias), 1:1-7:73

A. O Retorno a Jerusalém.l: 1-2:20

l.A condição de Jerusalém, 1:1-7

2. A petição de Neemias, 1:8-11

3. A comiss√£o de Artaxerxes, 2: 1-10

4. A inspeção dos muros, 2: 11-20

B - A Reconstrução dos Muros. 3: 1-7:4

I. O trabalho designado, 3: 1-32

2. O trabalho atacado, 4: 1-6: 14

a. Pela zombaria, 4: 1-6

b. Por conspiração, 4:7-21

c. Por extors√£o, 5:1-19

d. Pela transigência, 6: 1-4

e. Pela cal√ļnia, 6:5-9

3. O trabalho realizado, 6: 15″7:4

C. O Registro do Povo, 7:5-73

II- A Renovação da Aliança (Sob a Liderança de Esdras), 8:1-10:39 A.A Leitura da Lei, 8:1-8

B. A Reação do Povo, 8:9-18

C.O Arrependimento do Povo,9: 1-38

D. A Ratificação da Aliança, 10: 1-27

E. As Responsabilidades da Aliança, 10:28-39

III. A Reforma da Nação, 11:1-13:31

A. O Repovoamento das Cidades, 11: 1-12:26

1. Jerusalém, 11:1-1:24

2. Outras cidades, 11:25-36

3. Sacerdotes e levitas, 12: 1-26

B. A Rededicação dos Muros, 12:27-47

C. O Reavivamento do Povo, 13: 1-31

1. Reformas em relação aos não-judeus, 13:1-3 2. Reformas em relação ao sacerdócio. 13:4-5 3. Reformas em relação ao sábado, 13: 15-22 4.Reformas em relação ao casamento. 13:23-31.

N√£o iremos fazer um estudo do livro, mas a√≠ est√° um esbo√ßo que poder√° ajud√°-Io em um estudo pessoal. Vamos extrair o que diz respeito ao assunto de tratamento com a nossa alma, fazendo as devidas aplica√ß√Ķes, orando para que a luz do ESP√ćRITO nos dirija.

esboço

Significado do Nome

Neemias significa ¬ęConsola√ß√£o de J√°¬Ľ (um dos nomes de DEUS), ou ¬ęAquele a quem Jeov√° conforta>’. Tom√°-Io-emos, portanto, como um tipo do ESP√ćRITO SANTO, o Consolador ou Confortador, que se identifica com as nossas necessidades, e se disp√Ķe a dirigir-nos na obra de restaura√ß√£o dos muros da nossa personalidade.

Estado de Jerusalém

Neemias recebe um relatório, por parte de um irmão seu, do estado em que se encontra Jerusalém:

¬ęOs restantes que .ficaram do cativeiro, l√° na provinda est√£o em grande afli√ß√£o e opr√≥brio; tamb√©m est√° derrubado o muro de Jerusal√©m, e as suas portas queimadas afogo¬Ľ (Ne. J :3).

Suas entranhas se movem de compaix√£o e ele intercede pelo povo, com jejum, por alguns dias, invocando o DEUS a Alian√ßa. Em sua ora√ß√£o. ele declara que os judeus s√£o ¬ęservos¬Ľ do Alt√≠ssimo. Confessa seus pecados e reconhece a miseric√≥rdia e justi√ßa de DEUS, mas firma-se na promessa de perd√£o para interceder a favor de uma interven√ß√£o miraculosa, que resulte na restaura√ß√£o da cidade e remo√ß√£o da vergonha e afli√ß√£o que pesa sobre todo o povo (Ne.1 :5-9). Ele, pois, se coloca entre

¬ęEles s√£o os Teus servos e o Teu povo, que resgataste com o Teu grande poder e com a Tua m√£o poderosa¬Ľ (Ne. 1:10).

Somos servos de DEUS e Ele nos resgatou com o precioso sangue de JESUS. A despeito disto, muitas vezes temos sido assolados por muitas press√Ķes, afli√ß√Ķes e terr√≠veis inimigos. Apesar do nosso cora√ß√£o ter se transformado no santu√°rio de DEUS, olhamos para a nossa alma e deparamo-nos com verdadeiros intrusos de medo, inseguran√ßa, frustra√ß√£o, auto-compaix√£o, m√°goa, cr√≠tica, falta de perd√£o e at√© mesmo opress√£o. Mas o ESP√ćRITO de DEUS, que em n√≥s habita, ¬ęintercede por n√≥s com gemidos inexprim√≠veis¬Ľ (Rm. 8:26). H√° Algu√©m, o doce Consolador, que se identifica com a nossa causa, disp√Ķe dos recursos Divinos e uma comiss√£o real para remover o nosso opr√≥brio. Portanto, coragem! H√° liberta√ß√£o e restaura√ß√£o para os resgatados do Senhor, e voc8 √© um deles. Jamais compreenderemos a extens√£o e profundidade desse amor de DEUS, por√©m saiba que o ESP√ćRITO Consolador, Sarador, Santificador, Regenerador e Restaurador n√£o se dar√£o por satisfeito, at√© que nos veja no pleno gozo da vida abundante, que CRISTO JESUS nos garantiu pelo pre√ßo pago por nossa plena reden√ß√£o.

Falando sobre a cidade de Jerusal√©m, Neemias lembra as palavras do pr√≥prio DEUS: ¬ęo lugar que tenho escolhido para ali fazer habitar o meu Nome¬Ľ (Ne. 1:9b). A√≠ est√° a raz√£o da import√Ęncia da Cidade: foi escolhida por DEUS. Voc8 tamb√©m √© muito importante para o ESP√ćRITO SANTO, nosso ¬ęNeemias¬Ľ. Foi atrav√©s de Sua opera√ß√£o que voc√™ conheceu a CRISTO e se tornou um filho de DEUS. Mas a obra ainda n√£o est√° completa. Ela s√≥ se completar√° com a sua glorifica√ß√£o.

Voc8 transporta a vida de DEUS dentro de si mesmo, na pessoa do Seu ESP√ćRITO, que habita no cora√ß√£o do nascido de novo. O nome de DEUS habita em seu esp√≠rito. Isso equivale dizer que a presen√ßa de DEUS est√° em voc8. Torna-se, pois, necess√°rio que todas as √°reas de sua vida reflitam a realidade da presen√ßa de DEUS dentro de voc8. Ter um santu√°rio numa cidade cheia de entulhos, com os muros no ch√£o, as portas destru√≠das pelo fogo, e sem qualquer prote√ß√£o, √© uma verdadeira vergonha, um opr√≥brio. O ESP√ćRITO SANTO se move, em nossos dias, numa obra de restaura√ß√£o, liberta√ß√£o e cura, para que toda a cidade, que simboliza nosso ser inteiro, viva na beleza e harmonia projetadas por DEUS, para voc√™ e para mim, pois o Seu Nome habita em n√≥s.

Uma Cidade Sem Muros Está Sujeita à Invasão Inimiga

Satan√°s n√£o tem acesso ao nosso esp√≠rito recriado, mas ele tem-no ao nosso corpo e √† nossa alma, caso alguma brecha lhe seja dada. Quando nascemos de novo o nosso esp√≠rito √© recriado, no entanto a alma traz muitas marcas das quais precisa se libertar. S√£o traumas, complexos, feridas, h√°bitos, filosofias, uma s√©rie de coisas que nada t√™m a ver com os padr√Ķes de DEUS para a vida dos Seus filhos. E √© aqui que uma pergunta se levanta: “O que √© a alma?” √Č o mundo dos nossos pensamentos, sentimentos e vontade. √Č nossa personalidade.

O homem √© tridimensional: ele √© um esp√≠rito, possui uma alma e habita em um corpo. O esp√≠rito tem consci√™ncia de DEUS; a alma tem consci√™ncia de si mesma; o corpo tem consci√™ncia da mat√©ria. Com nosso esp√≠rito tocamos o reino espiritual; com nossa alma, o reino intelectual, emocional e volitivo; com o corpo, o reino f√≠sico, material. A obra da salva√ß√£o visa atingir essas tr√™s √°reas. Em um outro estudo, intitulado ..Vit√≥ria Total”, abordamos a obra a ser realizada em cada uma delas. Sintetizando, dir√≠amos:

1. O ESP√ćRITO SANTO recria nosso esp√≠rito, tornando-nos filhos de DEUS e participantes de Sua natureza, santu√°rios habitados pelo pr√≥prio ESP√ćRITO (Jo. I: 12; 2 Pe. 1 :4; I Co. 3: 16; 6: 19; 110.3: 1 ,9).

2. A Palavra de DEUS restaura a nossa alma, pela renovação da nossa mente, o que nos torna cada vez mais semelhantes a JESUS em nossa personalidade (Tg. 1 :21; Ro. 12:2; 2 Co. 3: 18; Ro. 8:29).

3. Nós disciplinamos nossa carne, sujeitando-a ao nosso espírito, levando nossos membros a serem instrumentos da justiça e não mais do pecado (I Co. 9:27; Rm. 8: 13; GI. 5:24; CI. 3:5; Rm. 6: 13).

Neste estudo, estaremos tratando apenas da alma. Conscientize-se, desde j√°, que apesar do novo nasCiroento ocorrer como um milagre instant√Ęneo, n√£o existe uma f√≥rmula para uma restaura√ß√£o da alma em um momento. Exige trabalho, tempo, coopera√ß√£o entre n√≥s e o ESP√ćRITO SANTO. A pr√≥pria palavra ¬ęrestaura√ß√£o¬Ľ ou ¬ęedifica√ß√£o¬Ľ, implica em esfor√ßo, trabalho. √Č um processo. No entanto, n√£o h√° raz√£o para desanimar. O Consolador nos revelar√° as √°reas danificadas e dirigir-nos-√° em toda a obra de restaura√ß√£o. N√£o estamos sozinhos, nem sem recursos.

¬ęMaior √© Aquele que est√° em n√≥s, do que aquele que est√° no mundo¬Ľ (I Jo. 4:4) e ¬ęem todas estas coisas somos mais que vencedores, por Aquele que nos amou¬Ľ (Rm. 8:37).

M√£os √† obra, pois, com a certeza de que, com o aux√≠lio do ESP√ćRITO, nossos muros estar√£o de p√©, sem brechas e com suas portas no devido lugar, para que a vida de DEUS em nosso esp√≠rito tenha livre express√£o atrav√©s da nossa alma restaurada.

Neemias faz um pedido ousado ao rei da P√©rsia e √© atendido, no seu dizer, ¬ęgra√ßas √† boa m√£o do meu DEUS sobre mim¬Ľ (Ne. 2:8). Em chegando a Jerusal√©m, ele fez um levantamento da situa√ß√£o e constata o estado de calamidade da cidade. ¬ęContemplei os muros de Jerusal√©m, que estavam demolidos, e as suas portas, que tinham sido consumidas pelo fogo¬Ľ (Ne. 2:13). O pr√≥ximo passo √© lembrar ao povo a realidade dos danos e convoc√°-lo a empreender a obra da restaura√ß√£o, declarando:

¬ęBem vedes o triste estado em que estamos, como Jerusal√©m est√° assolada, e as suas portas queimadas afogo,’ vinde, pois, e edifiquemos o muro de Jerusal√©m, para que n√£o estejamos mais em opr√≥brio¬Ľ (Ne. 2:17).

Note que Neemias n√£o realiza a obra sozinho. Ele convoca: ¬ęEdifiquemos. Do mesmo modo, o ESP√ćRITO de DEUS, que conhece todas as coisas a nosso respeito, bem como a vontade do Pai, fala-nos da situa√ß√£o de nossa alma e nos convida √† a√ß√£o. Teremos que participar ativamente, seguindo Suas instru√ß√Ķes e estrat√©gias. Sem Ele, n√£o chegaremos a lado nenhum, e se n√£o dermos ouvidos √† Sua voz, obedecendo as Suas diretrizes, tamb√©m permaneceremos com nossa alma desestruturada e aberta √† invas√£o e opress√£o do inimigo, tornando-nos motivo de vergonha para todos.

Um dos erros graves, √© julgar-se que o ESP√ćRITO tudo far√° por n√≥s, enquanto esperamos de bra√ßos cruzados. Outro engano, √© correr-se atr√°s de um e de outro, pedindo ora√ß√£o por um problema sem nada fazer a respeito, julgando que sua solu√ß√£o depende, exclusivamente, da ora√ß√£o daquela pessoa. A realidade dos princ√≠pios b√≠blicos, por√©m, √© que DEUS faz a Sua parte, o irm√£o faz a sua por n√≥s, ministrando-nos a palavra ou intercedendo a nosso favor e n√≥s temos que fazer a nossa, para que a obra seja estabelecida. Hoje o ESP√ćRITO est√° nos falando: ¬ęVinde, e edifiquemos o muro¬Ľ. Ele vai conosco e isso faz a diferen√ßa. Prepare-se, pois, para a a√ß√£o e tenha firme em sua mente que, se voc√™ n√£o se dispuser a trabalhar na restaura√ß√£o, nada ir√° acontecer. A obra √© realizada pelo ESP√ćRITO SANTO e n√≥s. Ele d√° a estrat√©gia, a dire√ß√£o, o conselho, e voc√™ obedecem prontamente. Assim fazendo, sob Sua dire√ß√£o infal√≠vel, os conflitos de sua alma cessar√£o.

Um outro aspecto importante nessa reconstru√ß√£o, √© que o material existente n√£o √© desprezado. Neemias usa tanto o elemento humano, quanto as pedras amontoadas que haviam ca√≠do ou estavam cobertas de lixo. H√° um aproveitamento do que poderia parecer apenas lixo, mas que trabalhado teria de volta a beleza e fun√ß√£o originais. Neemias aproveitou as pedras quebradas. Ele nada desperdi√ßou. Os muros haviam sido derrubados, mas as pedras permaneceram l√°. Assim tamb√©m, o ESP√ćRITO SANTO n√£o nos despersonalizar√°. Ele lan√ßar√° m√£o de tudo que temos, proveniente das m√£os de DEUS, e remover√° o lixo acrescentado. Cada um de n√≥s tem caracter√≠sticas distintas, que ser√£o preservadas. Ele pegar√° as pedras ca√≠das e quebradas, e emend√°-Ias-√° e as colocar√° em seu devido lugar. Restaura√ß√£o √© isso: tomar alguma coisa boa, que sofreu danos e estragos, e repar√°-Ia at√© que se torne como era originalmente.

DEUS √© um DEUS econ√īmico e n√£o de.desperdi√ßa material. Todo o que √© aproveit√°vel, ser√° aproveitado. Suas capacidades, seus talentos, aquilo que voc√™ tem, DEUS vai us√°-los e coloc√°-los no lugar certo. Ele lan√ßa m√£o das experi√™ncias do passado, at√© dos fracassos, para trabalhar a sua restaura√ß√£o. O ESP√ćRITO de DEUS √© especialista em pegar as coisas quebradas e restaur√°-Ias, de modo a n√£o ficar nem mesmo vest√≠gio de todo o dano. Sua alma pode estar em frangalhos, marcada pelos mais profundos traumas e complexos, por toda sorte de rejei√ß√£o ou feridas, por toda opress√£o sat√Ęnica ou depress√£o, todo pesar ou desespero, mas Ele ajudar√° a remover o lixo acumulado, pondo cada coisa no seu devido lugar, e a paz de DEUS inundar√° seu ser inteiro.

 

H√° v√°rias figuras no livro de Neemias que nos trazem preciosas li√ß√Ķes. Mencionamos algumas:

I. Jerusal√©m √© importante¬†porque o nome de DEUS nela habita e foi escolhida por Ele. Vale a pena investir nela. N√≥s somos importantes para DEUS pela mesma raz√£o: DEUS nos escolheu, em CRISTO, e fez habitar Seu nome em n√≥s, pelo que somos chamados filhos de DEUS. Atrav√©s do ESP√ćRITO SANTO, Ele investir√° em n√≥s at√© que Seus maravilhosos prop√≥sitos de Pai para conosco sejam plenamente concretizados. E qu√£o eternos s√£o tais prop√≥sitos!

2. Na cidade foi constru√≠do o Templo, lugar de adora√ß√£o que, dada a sua import√Ęncia, devia ser protegido. Nosso esp√≠rito √© transformado no templo de DEUS, quando passamos pela experi√™ncia de novo nasCiroento, e nele acontece a adora√ß√£o a DEUS, movida pelo Seu ESP√ćRITO que em n√≥s habita. Dentro de n√≥s, portanto, est√° um templo que deve, igualmente, ser protegido. H√° um santu√°rio em n√≥s e todo o ambiente em volta deve ser condizente com essa realidade: lugar santo, de adora√ß√£o.

3. Os Muros em volta da cidade,¬†Falam do que √© vis√≠vel, da parte exterior, com a qual os que nos cercam t√™m o primeiro contado. Eles representam a nossa personalidade, nossa alma, aquilo que manifestamos em nossos relacionamentos. Esses muros podem estar nos mais diversos estados de conserva√ß√£o e beleza. Muros com brechas, ca√≠dos, al√©m de feios, s√£o vulner√°veis √† penetra√ß√£o de inimigos. Muros bem alicer√ßados e conservados, representam prote√ß√£o a tudo quanto est√° dentro da cidade - o nosso esp√≠rito, recriado pelo ESP√ćRITO de DEUS.

4. As Portas falam do lugar de decis√£o em nossa alma,¬†nossa vontade, nossas escolhas. Elas s√£o uma parte da alma. √Č na porta que decidimos quem por ela entra ou sai a quem deve ser fechada ou aberta. Haver√° momentos em que ela deve estar aberta e outros em que dever√° estar fechada, dependendo de quem ou do que deseja passar por ela. Portas ca√≠das, t~l1am de vontade inconstante, enfraquecida. Portas no devi,do lugar, falam de decis√Ķes acertadas.

5. As Torres no muro falam do lugar de vigil√Ęncia.¬†√Č delas que se detecta a aproxima√ß√£o inimiga ou dos mensageiros de boas novas. Nossa alma precisa dessas torres, isto √©, uma atitude de vigil√Ęncia e alerta, para que n√£o sejamos apanhados em ataques-surpresa, o que nos levaria a derrotas.

6. As Fontes falam do material usado para apagar as flechas incendi√°rias lan√ßadas pelo inimigo.¬†Flechas com material inflam√°vel na ponta eram as armas mais poderosas da antig√ľidade, pois com elas incendiavam-se as portas e abriam-se as brechas necess√°rias √† invas√£o. Uma fonte de √°gua, junto a uma porta, equivalia a um m√≠ssil antia√©reo ou aos modernos ¬ępatriots¬Ľ, que neutralizam os ¬ęscuds¬Ľ. Precisamos de fontes junto √†s nossas portas, o que equivale dizer, da √°gua da Palavra de DEUS. Com ela apagaremos os ¬ędardos inflamados do maligno¬Ľ, neutralizaremos as investidas inimigas, e seremos vitoriosos. Neemias pensou em cada detalhe, pois disso tudo dependia a seguran√ßa, prote√ß√£o e o desempenho da miss√£o em Jerusal√©m.

Voc√™ √© uma Jerusal√©m espiritual, e tem uma miss√£o de DEUS na Terra. Para que ela seja cabalmente executada, o ESP√ćRITO SANTO est√° interessado em ver os seus muros sem brechas, suas portas fechadas ao inimigo e abertas para DEUS, suas torres de vigil√Ęncia em franco funcionamento e a √°gua da Palavra sempre dispon√≠vel para apagar as setas incendi√°rias do maligno, pois ele n√£o desistir√° em seus ataques. Enquanto estivermos no mundo, estaremos engajados em um combate de vida ou morte. N√£o h√° como fugir dele. A solu√ß√£o √© encontrarmos, em DEUS, uma posi√ß√£o de for√ßa e sermos solidamente edificados em cada uma das 1√≠reas do nosso ser: esp√≠rito, mente, emo√ß√Ķes. vontade e corpo.

Capítulo 2 - A RESTAURAÇÃO DAS PORTAS

√Č interessante verificar a prioridade na restaura√ß√£o dos muros: as portas. Se os muros falam da nossa personalidade como um todo, h√° v√°rios elementos nela contidos, dentre os quais a vontade, que √© o fator determinante para o progresso de qualquer obra de restaura√ß√£o, liberta√ß√£o ou cura. Iremos, portanto, abordar este aspecto, discorrendo um pouco sobre as doze portas em volta dos muros. Seriam doze √°reas em nossa personalidade que precisam de tratamento. No cap√≠tulo sobre a conquista da vontade, falaremos mais sobre este poder de decis√£o, no entanto queremos lan√ßar m√£o das figuras no livro de Neemias para que se torne mais claro o que DEUS quer nos ensinar.

As portas s√£o o lugar onde exercemos nossa autoridade, manifestamos nossa vontade, fazemos nossas escolhas e tomamos nossas decis√Ķes. Elas precisam ser restauradas. O Diabo n√£o consegue nos obrigar a fazer nada, quando lhe dizemos n√£o. O homem tem uma vontade livre, e quando, ele resolve dizer n√£o ao inimigo, √© n√£o mesmo, e quando decide dizer sim a DEUS, √© sim mesmo. Da√≠ a import√Ęncia da restaura√ß√£o da vontade, pois se ela estiver livre, a carne pode apelar, o mundo pode exercer seu fasc√≠nio, o Diabo pode tentar, mas nada conseguir√° dobr√°-Ia diante da carne, nem do mundo, nem o Diabo. E diante de uma livre decis√£o da vontade ningu√©m ter√° poder de demov√™-Ia.

Uma vontade inconstante é vulnerável aos mais diversos ataques, porém a vontade restaurada encontra harmonia com os propósitos do seu Criador e resiste toda investida.

H√° muitos filhos de DEUS com a vontade enfraquecida. N√£o se firmam em nenhuma decis√£o tomada. S√£o inconstantes em seus caminhos, inseguros, indecisos. Suas portas est√£o queimadas. N√£o sabem o que querem, s√£o vacilantes, t√™m uma vontade fraca, doente, prisioneira. Mas, alto l√°, o ESP√ćRITO est√° em n√≥s, para nos ajudar a restaurar as portas da nossa alma. Chega de afli√ß√£o e vergonha! Chega de cadeias na alma! Levantemo-nos agora, pois podemos dizer n√£o ao Diabo, ao pecado, √† carne, ao mundo, √† depress√£o, √† ang√ļstia, ao medo, a todo intruso inimigo, porque o Todo-Poderoso ESP√ćRITO SANTO est√° conosco e nos conduzir√° √† vit√≥ria. Ele nos ajudar√° a restaurar essa √°rea da nossa alma: a vontade.

Conv√©m deixar bem claro que essa obra ser√° um processo. Ela n√£o acontecer√° da noite para o dia. H√° inimigos que se habituaram a conviver conosco, em nossa alma, por muitos anos, e sua expuls√£o e limpeza da sujeira que deixaram atr√°s, levar√° tempo. Por exemplo, se o medo o acompanhou por quarenta anos e, de repente voc√™ diz: ¬ęmedo. n√£o te darei mais lugar em minha vida. “Retira-te de mim¬Ľ. A princ√≠pio ele vai tentar resistir, como que dizendo: ¬ęO que √© isso? Vivo contigo h√° quarenta anos. e n√£o √© agora que vais me mandar embora. Certamente est√°s brincando!¬Ľ √Č ar que voc√™ ter√° que aprender a exercer firme autoridade contra ele e demonstrar que voc√™ est√° querendo dizer mesmo o que voc√™ disse. Seus pensamentos ser√£o reestruturados, passando do medo para a seguran√ßa em DEUS. Isso pode levar algum tempo, at√© que voc√™ renove a mente e exer√ßa firme autoridade sobre o medo e n√£o mais lhe d√™ guarida.

Outra coisa a lembrar, √© que o ESP√ćRITO SANTO vir√° nos ajudar, mas Ele n√£o far√° a obra sozinho. Neemias foi a Jerusal√©m ajudar, contudo cada um teve que colocar a m√£o na massa. Cada um se p√īs na frente da sua casa, diante do muro, onde estava a brecha, para come√ßar a repar√°-Ia. A cada um Neemias deu a diretriz, supervisionou, orientou, mas n√£o fez o trabalho que Ihes competia. O mesmo ocorrer√° conosco; teremos que por m√£os √† obra. A promessa da alian√ßa diz que tudo em que pusermos as m√£os, prosperar√°. Por√©m se n√£o colocarmos as m√£os sobre a obra, n√£o haver√° o que prosperar.

As Doze Portas

Neemias começa sua obra de restauração, pelas portas. Como já vimos, elas falam da vontade, da decisão. Está, pois, explicada a prioridade. Toda a reconstrução vai exigir uma tomada de posição e uma determinação, pois haverá obstáculos. São doze as portas.

Olhemos para cada uma delas, aplicando-as √† nossa situa√ß√£o. Enquanto fazemos isso, deixemos que o pr√≥prio ESP√ćRITO de DEUS devasse nossa alma e indique tudo quanto precisa de reparo.

1. Porta das Ovelhas (Ne. 3:1) Encontro Com o Cordeiro de DEUS

Essa era a porta por onde passavam as ovelhas destinadas ao sacrif√≠cio da P√°scoa. Ela nos lembra ¬ęO Cordeiro de DEUS, que tira o pecado do mundo¬Ľ (Jo. 1:29). Aponta para Aquele que est√° √† direita do Pai e √© o √ļnico digno de abrir o livro de nossa plena reden√ß√£o e quebrar os seus selos, for√ßando, assim, Satan√°s a recuar e respeitar nossos direitos de reden√ß√£o, porque foi morto e com o Seu sangue nos comprou para DEUS e para Ele nos constituiu Reino e sacerdotes, destinados a reinar para sempre (Ap. 5:9,10). A primeira porta a ser restaurada √© a das ovelhas. Por ela recebemos o Senhor JESUS, o Cordeiro de DEUS que tomou nosso lugar na cruz do Calv√°rio, como nosso Senhor, Salvador e Rei. Essa porta em nossa vida deve estar escancarada para JESUS. √Č uma decis√£o da vontade, permitir que Ele entre em nossa vida e efetue dentro de n√≥s Sua obra salvadora e libertadora, pelo poder do Seu precioso sangue remidor derramado em nosso lugar. A Porta das Ovelhas, portanto, √© o lugar da rendi√ß√£o a CRISTO e da experi√™ncia de convers√£o, quando somos lavados pelo Seu sangue e regenerados em nosso esp√≠rito.

O Cordeiro de DEUS j√° passou por essa porta da sua alma? Isso envolve mais do que receber a JESUS como seu Salvador, tendo-O residindo em seu cora√ß√£o, na pessoa do ESP√ćRITO SANTO. Falar de JESUS em sua alma, inclui um relacionamento que afeta, n√£o s√≥ seu esp√≠rito, mas toda a sua personalidade. Implica em que Ele encher√° seus pensamentos, dominar√° seus sentimentos e motivar√° suas decis√Ķes. Voc√™ ver√° seu pr√≥prio corpo como o transporte da vida de DEUS aqui na Terra, o que ser√° um apelo a viver em santidade e dignidade. √Č uma idertitica√ß√£o constante com Ele, ¬ęfitando os olhos em JESUS, autor e consumador da nossa f√©¬Ľ (Hb 12-2b).

Quando convivemos muito com uma pessoa, devotando-lhe nosso afeto terminou nos assemelhando a ela. Se devotarmos tempo estudando sobre JESUS, pensando nEle, conversando com Ele, amando-O, ouvindo-O, aprendendo Seus ensinos e obedecendo-os, iremos nos tornando cada vez mais parecidos com Ele. E n√£o √© este, porventura, o prop√≥sito do Pai? A opera√ß√£o do ESP√ćRITO SANTO em n√≥s n√£o visa isso mesmo?

¬ęPois aqueles a quem dantes conheceu - de quem est√° consciente e de antem√£o amou - tamb√©m destinou desde o princ√≠pio (predestinou-os) para serem moldados na imagem do Seu Filho [(compartilhar interiormente da Sua semelhan√ßa), para que Ele seja o primog√™nito entre muitos irm√£os¬Ľ (Rm. 8:29 - Amp.).

E todos n√≥s, com rosto descoberto, [(porque n√≥s) continuamos a contemplar [na Palavra de Deu.\} como em um espelho a gl√≥ria do Senhor, estamos constantemente sendo transfigurado em Sua pr√≥pria e verdadeira imagem, num sempre crescente esplendor e de um degrau de gl√≥ria a outro; [por isso vem) do Senhor {Que √©) o ESP√ćRITO¬Ľ (2 Co 3.18 - Amp.).

2. A Porta dos Peixes (Ne. 3:3) Lugar de CresCiroento e Reprodução

Na raiz lia palavra <<peixe¬Ľ, na l√≠ngua hebraica, encontramos o sentido de ¬ęcrescimento¬Ľ, <<reprodu√ß√£o¬Ľ, ¬ęmover-se rapidamente¬Ľ. Isso nos lembra o chamado ao crescimento num√©rico, √† reprodu√ß√£o de nossas vidas em novos filhos, novos peixes, novas ovelhas, em novos crentes. A porta dos. peixes √© aquela por onde deixaremos entrar os novos filhos de DEUS. Exige uma decis√£o de n√£o vivermos s√≥ para n√≥s, mas irmos √† busca dos que tamb√©m precisam encontrar JESUS. Estamos interessados na reprodu√ß√£o e no crescimento, pelo que nos disporemos a receber em nossa alma aqueles que v√£o chegando a JESUS, pois precisam de cuidado, de nutri√ß√£o e assist√™ncia. Quando nos abrimos para receber cada nova pessoa, do jeito que ela vem, com muitos problemas na alma, tantas carecendo de liberta√ß√£o, pois trazem marcas profundas do mundo de onde acabaram de sair, nossa alma ser√° abastecida e enriquecida. O amor de CRISTO vai nos iluminar e seremos capazes de assistir a um n√ļmero cada vez maior. A compaix√£o de JESUS se manifestar√° atrav√©s do nosso pr√≥prio cora√ß√£o e o contacto com essas tenras ovelhinhas do Senhor ser√° usado na nossa pr√≥pria edifica√ß√£o. A semelhan√ßa do Mestre em nosso car√°ter conhecer√° um crescimento constante, pois seremos transformados em canais do Seu amor e gra√ßa.

Lembre-se de que DEUS usa as pessoas como canais de b√™n√ß√£o e edifica√ß√£o em nossa vida. At√© aquelas que parecem menos am√°veis e ranzinzas, aqueles temperamentos dif√≠ceis, DEUS usar√° para forjar em n√≥s as virtudes do car√°ter de JESUS. √Č assim que o fruto do ESP√ćRITO tem uma chance de amadurecer em nossa vida. O amor, a toler√Ęncia, a paci√™ncia, o perd√£o, a miseric√≥rdia, tudo isso e muito mais se desenvolve no trato com as pessoas, especialmente os novos crentes, t√£o necessitados de assist√™ncia para poderem firmar seus passos na f√©. E que oportunidade maravilhosa de crescermos quando a Porta dos Peixes est√° aberta em nossa alma! Cada novo crente que entrar por ela, ser√° aben√ßoado, mas tamb√©m deixar√° conosco uma b√™n√ß√£o.

Soa aos nossos ouvidos a Palavra do Senhor: ¬ęVinde ap√≥s mim, e Eu farei que vos torneis pescadores de homens¬Ľ (Me. 1:17). E ser√° pela Porta dos Peixes que eles ser√£o por n√≥s alcan√ßados.

3. A Porta Velha (Ne.3:6) - Libertação do Passado

Essa porta fala das coisas velhas existentes em nossa alma, e que devem ser removidas. Ilustra um passado que deixa marcas no car√°ter; mem√≥rias feri nas que teimam em permanecer machucando; padr√Ķes de pensamento e h√°bitos alheios aos princ√≠pios do Reino de DEUS, enfim, tudo quanto √© heran√ßa contr√°ria √† nova vida em CRISTO.

Paulo declara taxativamente: ¬ęSe algu√©m est√° em CRISTO, nova criatura √©,’ as coisas velhas j√° passaram; eis que tudo se fez novo¬Ľ (2Co. 5:17). Em outras palavras, √© uma nova cria√ß√£o e o passado n√£o tem mais autoridade legal sobre ele. Essa √© uma realidade da nossa posi√ß√£o em CRISTO. Acontece que em nossa alma permanecem velhos pensamentos, velhos padr√Ķes, velhas maneiras de viver, de encarar as coisas, h√°bitos, muito do que faz parte da velha natureza ad√Ęmica. Tudo isso deve ser removido pela porta velha, pois nossa vida em CRISTO √© uma completa novidade de vida.

Paulo fala disso quando diz que fomos instru√≠dos em CRISTO a nos despojar do velho homem, ¬ęquanto ao procedimento anterior, que se corrompe pelas concupisc√™ncias do engano; a vos renovar no esp√≠rito da vossa mente; e a vos revestir do novo homem, que segundo DEUS foi criado em verdadeira justi√ßa e santidade¬Ľ (Ef 4.21-24). Nos vers√≠culos a seguir, ele fala sobre o modo de agir do velho homem: a mentira, a ira, o furto, as palavras impensadas, a amargura, c√≥lera, ira, gritaria, blasf√™mia, mal√≠cia, dizendo que tudo isso e coisas semelhantes n√£o devem ter mais lugar em nossa vida. Ele declara, que assim procedendo estar√≠amos dando lugar ao Diabo e entristecendo o ESP√ćRITO SANTO, no qual fomos selados para o dia da reden√ß√£o (Ef 4.30).

Conv√©m aqui salientar que a liberta√ß√£o dessas velharias mencionadas, depende de uma firme determina√ß√£o da vontade de as rejeitar. Paulo apela-nos a uma tomada de posi√ß√£o. Por que viver no passado, se temos uma nova vida? Por que ter os p√©s embara√ßados por velhas ataduras, quando somos chamados a gozar a liberdade da nova cria√ß√£o em CRISTO? O desafio hoje √© escancarar a Porta Velha, deixando por ela sair o passado, e depois fech√°-Ia para os h√°bitos e pris√Ķes antigas que tentem voltar √† alma. Em CRISTO, n√£o temos passado. Essa √© uma verdade legal. Agora vamos traz√™-Ia √† nossa experi√™ncia, e viver em completa novidade de vida.

4. A Porta Do Vale (Ne. 3:13) - O Milagre Da Salvação

Havia nos arredores de Jerusal√©m um vale que um dia fora do, o Vale de Hinon, mas como ali os filhos de Israel passaram a sacrificar ao deus Moloque, foi amaldi√ßoado e Jeremias profetizou que ele seria chamado “Vale da Matan√ßa” (Jr. 32:35; 7:30; 8:3). Isa√≠as o apresenta como um lugar escatol√≥gico de puni√ß√£o, onde ¬ęo seu verme nunca morrer√°, nem o seu fogo se apagar√°¬Ľ (Is 66.22-24). Ele passou a ser chamado Geena, identificado com O fogo, morte e tormento. JESUS faz refer√™ncia a ele, como uma figura do inferno, ¬ęonde o seu verme n√£o morre, e o fogo n√£o se apaga¬Ľ (Me. 9:43-48).

No vale era colocado todo o lixo da cidade, que seria queimado. Havia sempre os vermes dos cadáveres e o fogo ardia constantemente. A Porta do Vale, pois, representa para nós a porta da libertação do inferno, o lugar do maior de todos os milagres: a nossa salvação. a grande milagre pelo qual DEUS nos tirou do inferno e das chamas eternas e sua destruição. Essa é a porta em nossa vida que se abre para os livramentos e milagres de DEUS.

a fogo do vale pode tamb√©m advertir-nos contra todo fogo estranho. A porta deve estar fechada para o diabo, que tentar√° introduzir na cidade, isto √©, na alma, a destrui√ß√£o do vale. a fogo de DEUS √© algo extraordin√°rio: queima, mas n√£o destr√≥i, como aconteceu na sar√ßa, no Sinai. Mas o fogo de Satan√°s traz dor, sofrimento e desola√ß√£o. N√£o deve haver lugar para fogo estranho dentro da nossa alma. a √ļnico fogo que deve arder em n√≥s, √© o do ESP√ćRITO SANTO.

Depois do milagre da nossa libertação do inferno, fomos colocados em uma posição de canais de DEUS para arrancar outros que lá permanecem. Lembre-se de que estamos falando do lugar de decisão, as portas. Em cada uma delas, a decisão de quando abrir e quando fechar cada porta, a quem abrir e a quem fechar, é sua. Na porta do vale, DEUS nos encontrou e nos libertou, pois a abrimos para Ele entrar. Agora ela permanecerá fechada a todo fogo inimigo. Por ela, no entanto, passaremos para encontrar aqueles que estão dominados pelo inferno. O gozo presente dos milagres de DEUS em nós, não deve insensibilizar o nosso coração aos sofrimentos dos que perecem. Jamais nos devemos esquecer de que os horrores do inferno são reais e que o destino das vidas que para lá caminham depende de nós, pois transportamos a vida de DEUS e é a partir do nosso coração, usando nossos lábios, pés e mãos, que DEUS alcançará outros com Seu milagre libertador.

5. A Porta Do Monturo (Ne. 3:14) Remoção Do Lixo

Essa √© a porta pela qual o lixo da alma deve ser removido. Ela deve estar aberta ao ESP√ćRITO SANTO para que todo o lixo acumulado seja jogado fora, e nenhum outro volte a entrar. Ser√° que um crente em CRISTO pode Il’r lixo? Todos n√≥s chegamos a JESUS cheios Dele. Nosso esp√≠rito foi unido pelo ESP√ćRITO de DEUS, mas nossa alma est√° em processo de restaura√ß√£o. Isso quer dizer que ainda estamos diante do desafio da decis√£o de coisas que se acostumaram a conviver conosco e que nada t√™m a ver com a vida de DEUS. Tudo quanto n√£o se enquadra dentro do fruto do ESP√ćRITO, √© lixo e dever√° ser rejeitado. Todas as obras da carne s√£o imundas e devem ser erradicadas da pr√≥pria personalidade, dando lugar ao fruto do ESP√ćRITO.

Quando viemos a CRISTO, fizemo-Io com uma alma cheia de defeitos. Nossa convers√£o n√£o repara automaticamente as brechas da nossa personalidade. Quando olhamos uns para os outros logo descobrimos que h√° muito a ser tratado. Um √© explosivo, outro √© fechado; um se fere com muita facilidade, outro √© tendente √† depress√£o; um manifesta ego√≠smo e um outro √© orgulhoso. Tudo isso √© lixo, resqu√≠cios dos padr√Ķes e valores do mundo. Muitas vezes s√≥ o ESP√ćRITO SANTO pode penetrar os por√Ķes da nossa alma e descobrir as sujeiras escondidas, t√£o incorporadas a certas √°reas, que at√© parecem naturais.

No meio de um mundo corrompido, como aquele em que vivemos, facilmente, a poeira e o lixo que nos cercam v√£o sorrateiramente penetrando em nossa alma. Como isso acontece? Atrav√©s dos nossos sentidos, especialmente a vis√£o e a audi√ß√£o. Os meios de comunica√ß√£o t√™m sido um dos tremendos canais do Diabo para invadir nossa alma com seu lixo imundo, atrav√©s da enxurrada de imagens e palavras sensuais, obscenas, violentas e carregadas de veneno mort√≠fero. Essas coisas terminam se manifestando em atitudes, rea√ß√Ķes, palavras, pensamentos, trajes e padr√Ķes de vida, de modo muito sutil. As bancas de jornal, com suas revistas pornogr√°ficas expostas, as cenas em pra√ßa p√ļblica de todo tipo de imoralidade, tamb√©m, fazem parte do lixo que nos cerca e, muitas vezes, s√£o como poeira que se apega aos nossos p√©s.

O contacto com um mundo sujo, cheio de tanta impureza, numa época em que os poderes do inferno estão soltos e têm suas garras violentas sobre tantos, tenta também nos manchar. Requer uma decisão da vontade, rejeitar toda essa contaminação que vem do lado de fora, e que ainda está presente, impedindo a entrada de novo lixo.

Apesar de vivermos num mundo com tanto apelo √† carne, aos sentidos e ao pecado, √© poss√≠vel manter a imund√≠cie do lado de fora, conservando a Porta do Lixo fechada. Como? Expondo-nos ao ESP√ćRITO SANTO e √† Palavra de DEUS. Ele nos dar√° uma crescente sensibilidade, e saberemos discernir entre o santo e o profano, o limpo e o imundo, submetendo-nos √† purifica√ß√£o que Ele quer efetuar em n√≥s, e vivendo √† altura dos padr√Ķes requeridos ao filho de DEUS.

6. A Porta da Fonte (Ne. 3:15) - O ESP√ćRITO SANTO

Fonte fala de √°guas que correm. Um dos s√≠mbolos do ESP√ćRITO SANTO na B√≠blia, √© a √°gua. Esta √© a porta do ESP√ćRITO SANTO. Toda nossa vida crist√£ depende dEle. √Č Ele quem nos gera em CRISTO, efetuando a obra de regenera√ß√£o. Ele nos foi dado como o ¬ęoutro Ajudador¬Ľ ou ¬ęConsolado r¬Ľ. JESUS declara: ¬ęE Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dar√° outro Confortador (Conselheiro, Ajudado r, Intercessor, Advogado, Fortalecedor, Auxiliador) para que fique convosco para sempre¬Ľ (Jo. /4:16 - V. Amp.). Mas para que Ele opere em n√≥s tudo quanto Lhe compete, precisa do nosso consentimento, mediante uma decis√£o de entrega e submiss√£o. Se Lhe abrirmos a Porta da Fonte, ent√£o poderemos gozar de toda a Sua plenitude.

Outra tremenda experi√™ncia da qual a Porta da Fonte nos fala, √© o batismo no ESP√ćRITO SANTO, descrito em Jo√£o 7, como os ¬ęrios de √°gua viva¬Ľ, fluindo do interior. Ele nos permite ter uma nova liberdade espiritual e compreens√£o da Palavra. Atrav√©s dele, entramos em uma nova dimens√£o de poder, que nos equipa na luta contra o inimigo. O batismo no ESP√ćRITO leva-nos a experimentar uma nova ousadia no testemunho, na ora√ß√£o e nas diversas √°reas da vida crist√£. E como isso traz fogo, entusiasmo, vigor espiritual, dinamismo, poder e vibra√ß√£o para a nossa alma! H√° muitos cuja porta est√° trancada para Ele. Mas os que a abrem, provar√£o a ousadia e poder para enfrentar e expulsar o inimigo e suas obras do seu territ√≥rio.

O ESP√ćRITO SANTO √© uma Pessoa. Se a Porta das Ovelhas deve estar sempre aberta para JESUS, a fim de crescermos no conheCiroento do Filho dI’ DEUS e em Sua comunh√£o, a Porta da Fonte √© um desafio constante para um crescimento na comunh√£o do ESP√ćRITO SANTO. Nunca temos tudo dl’ uma pessoa, mas podemos ter muitas experi√™ncias com ela. Assim acontecer√° em nosso relacionamento com o doce Consolador.

Na Porta da Fonte, o ESP√ćRITO SANTO nos gerou em CRISTO, batizando-os em Seu corpo, tornando-nos filhos de DEUS. Ali JESUS nos batizou no mesmo ESP√ćRITO, equipando-nos para serv√≠-LO, como implantadores do

Seu Reino aqui na Terra. Mas ali, também, poderemos ter uma experiência diária com Ele, recebendo da Sua plenitude, direção para cada novo empreendimento, poder para cada tarefa e assistência em toda a vida Cristã.

Uma das tremendas assist√™ncias √© na vida de ora√ß√£o. Paulo declara a respeito: ¬ęDo mesmo modo tamb√©m o ESP√ćRITO nos ajuda na fraqueza; porque n√£o sabemos o que havemos de pedir como conv√©m, mas o ESP√ćRITO mesmo intercede por n√≥s com gemidos inexprim√≠veis. “E Aquele que esquadrinha os cora√ß√Ķes sabe qual √© a inten√ß√£o do ESP√ćRITO: que Ele, segundo a vontade de DEUS, intercede pelos santos¬Ľ (Rm 8:26,27). A figura aqui √© de algu√©m que segura a ponta do outro lado, enquanto n√≥s mesmos estamos na outra extremidade. Por exemplo: eu n√£o sei o que est√° no cora√ß√£o de DEUS, mas come√ßo a orar; o ESP√ćRITO que tudo sabe, vem em meu socorro e segura a ora√ß√£o do outro lado. Saio para testemunhar de CRISTO. Tenho uma voz, mas o poder √© do ESP√ćRITO. Eu abro a boca com a Palavra e Ele me assiste com o poder. Assim ocorrer√° em tudo. DEUS colocou em nossa alma uma porta que d√° acesso ao ESP√ćRITO SANTO, atrav√©s de Quem todos os recursos da Sua gra√ßa est√£o √† nossa disposi√ß√£o. Eis, portanto, o desafio: escancarar a porta a esse maravilhoso Guia, Conselheiro, Mestre, Advogado e Protetor!

7. A porta do C√°rcere (Ne 3:25) Livres de Pris√Ķes (ou p√°tio do c√°rcere)

Aqui se fala d√≥ √°trio, ou p√°tio do c√°rcere ou pris√£o. Este √© o lugar onde as nossas pris√Ķes devem ser quebradas. H√° muitas pris√Ķes em nossa vida que devem ser relaxadas. Pris√£o de medo, depress√£o, falta de perd√£o, amargura e tantas outras. Para muitos a comida, um peda√ßo de bolo, uma coca-cola, uma x√≠cara de caf√©, o sexo, a posi√ß√£o e coisas semelhantes, s√£o uma pris√£o. Tudo quanto tem poder de fasc√≠nio ou dom√≠nio sobre n√≥s √© uma pris√£o. A tudo que dizemos ¬ęn√£o consigo¬Ľ deixar isso, ou n√£o fazer isso, ou viver sem isso, servimos como escravos. Nosso Ajudador quer quebrar o jugo dessas pris√Ķes. Para tanto precisamos dar-Lhe acesso ao p√°tio do c√°rcere e rejeitar todas as cadeias.

Toda e qualquer forma de pris√£o enfraquece a alma, a personalidade. Nossa personalidade deve ser t√£o equilibrada que nada, nem ningu√©m consigam p√īr sobre n√≥s seu jugo. J√° possu√≠mos o jugo de JESUS, que √© suave e leve. Paulo exorta: ¬ęPara a liberdade CRISTO nos libertou, permanecei, pois, firmes e n√£o vos dobreis novamente a um jugo de escravid√£o¬Ľ (GI. 5: J).

As pris√Ķes da alma se manifestam na incapacidade de dominar os apetites da carne, nas car√™ncias afetivas, inseguran√ßa, acomoda√ß√£o, pensamentos descontrolados, dificuldade em tomar decis√Ķes, letargia, etc. H√° mil e uma formas de pris√Ķes, mas todas t√™m uma s√≥ origem: Satan√°s. Para todas elas h√° um s√≥ rem√©dio: JESUS, cujo poder libertador √© ministrado pelo ESP√ćRITO SANTO. E que gl√≥ria ter as pris√Ķes despeda√ßadas! Quaisquer que sejam as cadeias que t√™m assolado sua alma, clame como Davi: ¬ęTira a minha alma da pris√£o e louvarei o Teu Nome)) (SI. 142: 7).

A √ļnica pris√£o a ser admitida em nossa alma √© a de JESUS. Presos a JESUS, para sempre. Paulo diz que o Seu amor nos constrange, isto √©, nos atrai, prende e nos seduz. Essa pris√£o, sim, √© gozo, vida, liberdade e paz. Presos a JESUS, por causa do Seu amor e gra√ßa, encontraremos a plenitude da vida e o poder de rejeitar toda e qualquer amarra dos homens e de coisas.

8. A Porta Das √Āguas (Ne. 3:26) A Palavra de DEUS

Essa √© a porta da Palavra. Paulo, falando sobre JESUS e a Igreja, diz: ¬ętendo-a purificado (com a lavagem da √°gua, pela Palavra” (Ef. 5:26). A √°gua da Palavra de DEUS nos lava, mas a √°gua da palavra estranha joga lama sobre n√≥s. A Porta das √Āguas, pois, deve estar aberta para a Palavra de DEUS, revelada na B√≠blia, e totalmente cerrada √†s doutrinas estranhas que hoje invadem a Terra, visando poluir as nossas almas, com seu engano diab√≥lico. A √ļnica palavra viva, √© a Palavra de DEUS, expressa na B√≠blia. Toda palavra que n√£o suporta o teste do que est√° escrito na B√≠blia, mio passa pela sua peneira, √© √°gua suja, lama pura, e n√£o deve ser abra√ßada.

Hoje h√° muitas doutrinas de homens e de dem√īnios, que trazem verdadeiras pris√Ķes. Certos l√≠deres, em nome da autoridade, manifestam um esp√≠rito controlador, que n√£o procede de DEUS, e tornam seus liderados verdadeiros prisioneiros de sistemas e de homens, esquecidos do conselho de Pedro: ¬ęApascenta i o rebanho de DEUS, que est√° entre v√≥s, n√£o por for√ßa… “Nem como dominadores sobre os que vos foram confiados, mas servindo de exemplo ao rebanho¬Ľ (I Pe 5:2,3).

Precisamos nos abrir, como nunca, à água da Palavra viva. No contacto constante com o mundo, muitas vezes nossos pés são empoeirados e carecemos cada dia, de nos submeter a essa água purificadora, aplicada através da leitura, estudo, meditação e obediência à Palavra escrita. Uma exposição constante da alma a um bom programa de estudo da Bíblia ajudará a manter-nos limpos.

J√° vimos que havia uma fonte de √°gua junto a cada porta, com o objetivo de apagar as setas incendi√°rias lan√ßadas contra as portas e muros, pelos inimigos, visando a destrui√ß√£o da cidade. A √°gua era usada para apagar essas setas. Paulo aplica essa figura √† batalha espiritual, quando declara: ¬ętomando sobretudo o escudo da f√©, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno¬Ľ (Ef 6:16). Gl√≥ria a DEUS que h√° √°gua junto a cada porta! Em outras palavras, a Palavra de DEUS nos est√° dispon√≠vel em cada √°rea da nossa vida, de modo que quando cada seta incendi√°ria for lan√ßada contra nossa alma, poderemos apag√°-Ia, n√£o sendo destru√≠dos, mas permanecendo de p√©, vitoriosos. Pela aplica√ß√£o da √°gua da Palavra, o inimigo ser√° mantido fora do nosso arraial. Diante de cada investida levantamos o escudo da f√©, mediante a aplica√ß√£o da Palavra espec√≠fica, para o tipo de ataque espec√≠fico.

A Palavra de DEUS est√° para nossa alma o que a comida est√° para o corpo. √Č nossa fonte de alimento, sustento e vida. Por meio dela conhecemos a DEUS; ela √© canal de comunh√£o com Seu Autor, DEUS mesmo; √© fonte de ora√ß√£o, confiss√£o e vit√≥ria; √© instrumento de combate espiritual, sendo arma contra as investidas sat√Ęnicas; por meio dela. temos luz e dire√ß√£o para todas as √°reas da vida; ela expressa os princ√≠pios pelos quais viveremos e reinaremos; s√£o de fato ¬ęesp√≠rito e vida¬Ľ, conforme JESUS declarou (Jo. 6:63).

A Porta da Fonte em nossa alma, deve estar continuamente aberta para a Palavra de DEUS, através de um programa sério de estudo, meditação e a devida obediência. Por outro lado, deve estar cerrada para todo tipo de ensino contrário às verdades imutáveis e eternas nela expressas.

 

9. A Porta dos Cavalos (Ne. 3:28) Livres de Cargas

.os cavalos eram um meio de transporte. Levavam cargas, pesos. Em nossa vida essa porta fala do lugar por onde passam os fardos. Ela deve estar aberta para JESUS. Todos os fardos devem ser lan√ßados sobre Ele. Paulo diz que ¬ędevemos levar as cargas uns dos outros¬Ľ (Gl. 6:2). Isso, por√©m, n√£o significa que essas cargas devem repousar sobre nossos ombros. Todas elas precisam ter um √ļnico destino: deix√°-Ias-emos nas m√£os do Senhor. N√£o podemos ser sufocados pelos pesos que nos v√™m, nem pelos que v√™m sobre nossos irm√£os. Ajud√°-Ios-emos, levando-os a JESUS. .os irm√£os vir√£o a n√≥s, o mundo vir√° a n√≥s com os seus fardos, e n√≥s os levaremos √Äquele que os pode carregar. ¬ęLan√ßando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de v√≥s¬Ľ (I Pe. 5-7). H√° um corinho muito conhecido que diz:

¬ęN√£o tenhas sobre ti, nenhum cuidado, qualquer que seja, Pois um, somente um, seria muito para ti. “√Č meu, somente meu, todo o trabalho, o teu trabalho √© descansar em mim”.

N√£o √© maravilhoso saber que h√° algu√©m que o ama tanto, que se disp√Ķe a levar seus fardos e introduz√≠-Io no descanso da f√©? E que seu papel consiste, simplesmente, em soltar seus fardos para que Ele os possa carregar? √ď amor indiz√≠vel, gra√ßa sem medida, quem poder√° te compreender? Mesmo n√£o abarcando a dimens√£o exata desse amor sem igual, voc√™ pode se entregar a Ele e gozar de seus benef√≠cios eternos. Portanto, diante de cada fardo, diga: ¬ęPai, transfiro-o para Ti¬Ľ. Relaxe na Sua presen√ßa e veja os fardos se levantarem. E √† medida que voc√™ experimenta tudo isso, sua alma estar√° sendo restaurada. Portas levantadas, brechas fechadas!

Muitos s√£o os cuidados que tentam nos sufocar. A vida moderna tem muitas press√Ķes e exig√™ncias e, muitas vezes, os fardos parecem insuport√°veis. .o resultado de tudo isso √© um forte estresse e abatimento. S√£o fardos no trabalho, com um sal√°rio corro√≠do pela infla√ß√£o e a amea√ßa de desemprego que, para muitos, j√° bateu √† porta; preocupa√ß√Ķes com os filhos e press√Ķes na fam√≠lia, para al√©m de toda sorte de inquieta√ß√£o numa sociedade violenta e insegura. Tantos s√£o os males, que se algu√©m tentar enfrent√°-Ios sozinho, logo sucumbir√°. Mas h√° uma boa not√≠cia: o Senhor, que √© Pai e cuida dos Seus filhos, colocou nos muros de nossa alma a Porta dos Cavalos. Por ela podemos deixar sair todos os fardos que nos assolam. Ele √© grande, e tem recursos infinitos para levar nossas cargas. Podemos entrar no descanso da f√©, enquanto Ele toma conta de n√≥s, com tudo que nos diz respeito.

Os pesos e cuidados s√£o uma estrat√©gia de Satan√°s para nos esmagar. Mas se a Porta dos Cavalos estiver aberta para JESUS, √† medida que eles vierem, ser√£o transferidos para nosso bendito Senhor, e estaremos vivendo no descanso da f√©. ¬ęTu conservar√°s em perfeita paz aquele cuja mente est√° firme em Ti; porque confia em Ti¬Ľ (/s. 26:3).

 

10. A Porta Oriental (Ne.3:29) O Regresso de JESUS

Acredita-se que esta √© a porta pela qual JESUS entrou, e que hoje se encontra fechada. Espera-se que o Messias entre por ela, em Sua segunda vinda. Para n√≥s, ela fala do regresso de JESUS. Paulo diz que devemos nos consolar, uns aos outros, com a esperan√ßa da bendita vinda do Senhor. A expectativa desse evento deve estar sempre diante de n√≥s. Temos um futuro glorioso, temos um destino eterno. Hoje travamos batalhas tremendas, mas h√° fim para o mal, h√° justi√ßa a ser executada, h√° uma reden√ß√£o a ser consumada, e tudo isso acontecer√° na segunda vinda de JESUS CRISTO. Paulo ainda declara que, ¬ęSe √© s√≥ para esta vida que esperamos em CRISTO, somos de todos os homens os mais dignos de l√°stima¬Ľ (1 Co. 15:19).

A Porta Oriental em nossa vida deve estar aberta para a grande doutrina de que JESUS voltará, estabelecerá Seu Reino milenar na Terra, e a Igreja reinará com Ele, em glória. Os eventos no mundo inteiro apontam para a proximidade desse dia. De fato ele está mais perto do que muitos imaginam. Vivemos na geração que testemunha os mais tremendos acontecimentos proféticos, aguardados por milhares de anos. Estamos chegando ao clímax de todas as épocas, quando a trombeta de DEUS soará, os mortos ressuscitarão e os santos serão arrebatados para o encontro com o Senhor nos ares. Cada dia que passa vamos ficando mais próximos daquele dia glorioso. Isso deve nos motivar a viver de modo a glorificar a DEUS em tudo, aguardando, vigilantes o Dia da Sua vinda.

N√£o sabemos o dia, a hora ou o ano em que Ele voltar√°, mas est√° claro que saberemos a esta√ß√£o. Paulo declara em I Tessalonicenses 5:4: ¬ęMas v√≥s, irm√£os, n√£o estais em trevas, para que aquele dia, como ladr√£o, vos apanhe de surpresa¬Ľ. Para o mundo Ele vir√° ¬ęcomo ladr√£o de noite¬Ľ, isto √©, de surpresa. Para os filhos de DEUS isso seria uma trag√©dia. Contudo, se a Porta Oriental estiver aberta a JESUS em nossa alma, a expectativa do Seu regresso n√£o se apartar√° de n√≥s, e isso se constituir√° uma motiva√ß√£o de vida e servi√ßo a Ele.

Ainda que JESUS n√£o volte em nossa gera√ß√£o, pelo arrebatamento, o certo √© que passaremos com a presente gera√ß√£o, seja atrav√©s da morte ou da Segunda Vinda do Senhor. Nossos dias s√£o limitados, e vamos viv√™-los de modo a ser motivo de gl√≥ria para DEUS e b√™n√ß√£o para o mundo. Veremos o Seu rosto em Sua formosura a qualquer momento. Essa certeza nos inspira a viver como quem sabe quem √© e para onde vai. Nosso destino √© a gl√≥ria, √© o Trono, √© JESUS mesmo. Depois de toda a luta contra o pecado, a carne, o mundo e o Diabo, vitoriosos, pelo Seu sangue e Sua Palavra, encontrar-nos-emos com Ele em nossa gera√ß√£o, seja pelo arrebatamento, seja pela morte. Vivamos, ent√£o, cada dia, como se fosse o √ļltimo, na esperan√ßa da Sua vinda.

JESUS nos advertiu que dever√≠amos vigiar e estar alertas, sempre de prontid√£o, para receb√™-Lo a qualquer hora.¬†Apesar de muitos, em v√°rias ocasi√Ķes, terem marcado data para Seu regresso, o certo √© que Ele n√£o prometeu faz√™-Io, e conservar-nos-√° na expectativa at√© o momento certo.¬†Portanto, que ¬ęo pr√≥prio DEUS de paz vos santifique completamente; e o vosso esp√≠rito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreens√≠veis para a vinda de NOSSO SSENHOR JESUS CRISTO¬Ľ (1 Ts. 5:2.1).

 

11. A Porta da Atribuição (Ne. 3:31) A Comissão Divina

A vers√£o da Sociedade B√≠blica, assim como da Imprensa B√≠blica Brasileira, traduzem “miphkad” por <<porta da guarda¬Ľ. Ficaremos com ¬ęmiphkad¬Ľ, a palavra hebraica, que √© definida por H. W. F. Genesius, em seu ¬ęHebrew-Chaldee Lexicon to the Old Testament¬Ľ, como ¬ęatribui√ß√£o, mandato, ordem, um lugar apontado¬Ľ. A Porta da Atribui√ß√£o, pois, falamos do lugar onde DEUS nos delega uma miss√£o, atribui-nos uma responsabilidade. A palavra traz o sentido de uma tropa que √© convocada para receber suas diversas atribui√ß√Ķes. Deve ser por isso que Ferreira de Almeida traduz a palavra por ¬ęguarda¬Ľ.

Essa é a porta pela qual o Senhor nos delega responsabilidades. Se ela estiver aberta para Ele, não nos recusaremos a aceitar e cumprir os deveres que nos serão atribuídos, pois, juntamente com a tarefa, Ele sempre nos dará a devida capacitação. Muitas vezes, o medo e o sentimento de inadequação tomam conta de nós, e deixamos a porta fechada para DEUS. Se, contudo, conhecemos ao Senhor, sabemos que Ele é fiel e justo e jamais nos dará uma tarefa, sem que esteja disposto a dar-nos, juntamente com ela, o que é necessário ao seu cabal cumprimento. Lembramos ainda que, cada vez que uma dessas portas é fechada ou aberta à pessoa errada, corremos sério perigo, pois isso se constituirá em uma brecha para o inimigo nos assolar.

DEUS tem planos perfeitos para cada um de n√≥s. Devemos abrir a porta da atribui√ß√£o e receber cada um deles, sabendo que Ele tem o melhor para a nossa vida. De fato, a b√™n√ß√£o cem por cento s√≥ nos vir√° quando estivermos dentro do plano cem por cento que Ele tem para n√≥s. N√£o h√° o que temer. Para o desempenho de cada tarefa, ¬ęA nossa capacidade vem de DEUS¬Ľ (2 Co. 3:5). Ele √© um Pai de amor e sabedoria. Saiba que o DEUS que chama e delega tarefas, √© o mesmo que capacita, abre as portas, vai √† frente, assiste-nos atrav√©s do ESP√ćRITO SANTO e comissiona Seus anjos a nosso favor.

A esta altura, conv√©m advertir sobre a necessidade de distinguir entre um chamado do homem e um chamado de DEUS. Satan√°s pode nos enviar tarefas e pessoas, com o prop√≥sito de desgastar-nos, para que n√£o tenhamos tempo e energia para executar o verdadeiro plano de DEUS para n√≥s. Ele pode dar uma tarefa paralela, enviar pessoas que nos consomem o tempo e, se n√£o estivermos firmes no discernimento da voz de DEUS, ele pode nos iludir. Lembre-se de que o plano de DEUS √© um s√≥ e n√£o h√° plano paralelo. Seguir o caminho paralelo √© estar fora do verdadeiro plano. H√° um prop√≥sito espec√≠fico para cada filho. O modo de descobr√≠-lo, √© ouvir Sua voz, atrav√©s das impress√Ķes do ESP√ćRITO SANTO no homem interior. Um engano comum √© tentarmos atender o chamado do homem, muitas vezes provocado por uma necessidade. Acontece que uma necessidade n√£o se constitui um chamado Divino. Necessidades existem em todos os lugares, e s√≥ remiremos o tempo, atendendo a convoca√ß√£o do Senhor.

 

12. A Porta de Efraim. (Ne. 8:16) A Porção Dobrada

Esta √© a √ļltima porta a ser mencionada. Efraim era o segundo filho de Jos√©, mas recebeu a b√™n√ß√£o de Jac√≥, como se fora o primog√™nito. Seu nome significa: ¬ęfruto dobrado. por√ß√£o dobrada da heran√ßa, frut√≠fero¬Ľ.

Para n√≥s, ela √© a Porta da Por√ß√£o Dobrada. Esta era dada por direito de primogenitura. JESUS √© o primog√™nito, mas Hebreus 12:23 se refere a todos os filhos de DEUS como ¬ęa Igreja dos primog√™nitos inscritos nos C√©us¬Ľ. Como pode acontecer que todos os crentes sejamos primog√™nitos, com direito √† por√ß√£o dobrada? Ora, JESUS √© o primog√™nito e n√≥s somos o Seu corpo, um com Ele, e o que √© Seu, √© nosso. DEUS tem um filho, que se chama JESUS. A esse Filho, deu uma companheira, que √© a Igreja. Essa Igreja √© parte dEle, Seu complemento, e participa do que Lhe pertence. √Č por isso que DEUS quer que o nosso car√°ter, personalidade, o ser inteiro, reflitam a presen√ßa de JESUS, e Sua gl√≥ria em n√≥s se manifeste.

DEUS n√£o desiste de n√≥s. Em Os√©ias 11.8 lemos: ¬ęComo te deixaria. √≥ Efraim ?¬Ľ Essas palavras repassadas de amor, s√£o dirigidas em tempos de apostasia de Efraim. Ainda assim, as ternuras do cora√ß√£o do Pai para com ele o buscavam atrair. Na porta de Efraim, receberemos a abund√Ęncia do que Ele tem para n√≥s e tornar-nos-emos frut√≠feros em tudo, pois Ele colocou √† nossa disposi√ß√£o todos os recursos inesgot√°veis de Sua gra√ßa.

 

Não há limites em DEUS. Somos nós que limitamos o que recebemos dEle. Seus tesouros, em CRISTO, estão escancarados para nós. Mas precisamos abrir a Porta de Efraim, da Porção Dobrada, e receber as bênçãos do primogênito, ou seja, o que pertence a JESUS. Tudo é nosso, nEle.

Qual √© o estado da sua alma? Algu√©m se importa com ela e veio para dirigir sua limpeza e restaura√ß√£o (JESUS). O segundo passo depende de voc√™ unir-se ao precioso ESP√ćRITO de DEUS, come√ßando pelas portas, o lugar de decis√£o. A√≠ voc√™ determina o rumo que sua vida vai tomar. Lembre-se que sua vida no agora, √© o resultado das escolhas de ontem. Para mudar o seu curso no amanh√£, algo dever√° ser feito hoje. DEUS lhe d√° todos os recursos e assist√™ncia na pessoa do ESP√ćRITO SANTO, para que voc√™ possa faz√™-Io. Se voc√™ se exp√Ķe a Ele e est√° determinado a seguir Sua dire√ß√£o, ent√£o nada impedir√° sua completa vit√≥ria.

  

As cita√ß√Ķes b√≠blicas s√£o extra√≠das da Tradu√ß√£o de Almeida, Revisada de Acordo com os Melhores Textos em Hebraico e Grego, da Imprensa B√≠blica Brasileira, exceto Quando for indicada outra fonte.

Cita√ß√Ķes com a indica√ß√£o Amp., s√£o traduzidas pela autora de The Amplified Bible. Copyright @ by Zodervan Bible Publishers. (B√≠blia Amplificada).

Cita√ß√Ķes SBB, s√£o extra√≠das da Tradu√ß√£o de Almeida, Edi√ß√£o Revista e Atualizada, da Sociedade B√≠blica do Brasil.

 

Coelho, Valnice Milhomens. Personalidades restauradas, S√£o Paulo: Edi√ß√£o do autor, 1992. 244p.1. Palavra da F√© Produ√ß√Ķes Caixa Postal 60061 - CEP 05096-970 Av. Pomp√©ia, 2110 - S√£o Paulo - S. P. - Tel. :(011) 873-3117, FAX 62.4015

 

INTERAÇÃO

O texto de Neemias cap√≠tulo tr√™s narra o processo de edifica√ß√£o dos muros de Jerusal√©m. A palavra “reparou” √© predominante em todo o cap√≠tulo. Para os judeus que voltaram do ex√≠lio, o processo de reconstru√ß√£o das portas e dos muros de Jerusal√©m contrastava-se com a realidade ca√≥tica do presente¬†(SI 126),¬†mas oferecia, ao mesmo tempo, a lembran√ßa do¬†pujante¬†passado da cidade. Passado este que, infelizmente, fora coberto pelos escombros. Contudo, os judeus estavam dispostos a remover as ru√≠nas e, a partir delas, reconstruir uma nova nova vida e uma nova hist√≥ria,¬†√©¬†nesta perspectiva que estudaremos hoje as portas de Jerusal√©m.

 

OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

Conhecer as Portas de Jerusalém.

Aprender a respeito das Portas e seu significado espiritual.

Saber¬†que as portas de Jerusal√©m trazem preciosas li√ß√Ķes para nossa vida pessoal.

 

RESUMO DA¬†LI√á√ÉO 3, APRENDENDO COM AS PORTAS DE JERUSAL√ČM

I - A PORTA DO GADO E A PORTA DO PEIXE

1. A Porta do Gado ou das Ovelhas (v. 1).

2. A Porta do Peixe (Ne 3.3; 12.39).

II - A PORTA VELHA E A PORTA DO VALE

1. A Porta Velha (Ne 3.6; 12.39).

2. A Porta do Vale (Ne 3.13).

III - A PORTA DO MONTURO, DA FONTE E DA GUARDA

1. A Porta do Monturo (Ne 2.13; 3.14).

2. A Porta da Fonte (Ne 3.15).

3. Porta de Micfade ou Porta da Guarda (Ne 3.31).

 

SINOPSE DO T√ďPICO¬†(1)

A Porta das Ovelhas lembra o Salvador JESUS CRISTO como o Bom Pastor. Enquanto que a Porta do¬†Peixe lembra-nos da chamada para sermos “pescadores de homens”.

SINOPSE DO T√ďPICO (2)

A Porta Velha faz referência a imutabilidade da Palavra de DEUS. E a Porta do Vale lembra-nos da humilhação, quebrantamento e contrição que devemos manter na presença do Pai.

SINOPSE DO T√ďPICO¬†(3)

A Porta do Monturo refere-se ao lixo do mundo, mas a da Fonte, a pureza e a vida pela Palavra de DEUS. E a Porta da Guarda os preceitos divinos que devem ser observados.

 

VOCABUL√ĀRIO

Incumbência: Encargo; missão.

Humanismo: Doutrina ou atitude que se situa expressamente numa perspectiva antropocêntrica.

Adjacente: Próximo.

 

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

Dicionário Bíblico Wycliffe. 1 .ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.

HARRISON, R. K. Tempos do Antigo Testamento. Um Contexto Social, Político e Cultural. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. PACKER, J. I. Neemias - Paixão pela fidelidade. Sabedoria extraída do livro de Neemias M. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 201 v2

 

AJUDA

CPAD -¬†http://www.cpad.com.br/¬†- B√≠blias, CD’S, DVD’S, Livros e Revistas. BEP - B√ćBLIA de Estudos Pentecostal.

V√ćDEOS da EBD na TV, DE LI√á√ÉO INCLUSIVE -¬†http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

B√ćBLIA ILUMINA EM CD - B√ćBLIA de Estudo NVI EM CD - B√ćBLIA Thompson EM CD.

Nosso novo endereço: http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/

Veja vídeos em http://ebdnatv.blogspot.com, http://www.ebdweb.com.br/ - Ou nos sites seguintes: 4Shared, BauCristao,

Dadanet, Dailymotion, GodTube, Google, Magnify, MSN, Multiply, Netlog, Space, Videolog, Weshow, Yahoo, Youtube.

www.portalebd.org.br¬†(Caramur√ļ)

BANCROFT, E. H. Teologia Elementar. S√£o Paulo, IBR, 1975.

CEGALLA, D. P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1977.

B√ćBLIA. Portugu√™s. B√≠blia Sagrada. Edi√ß√£o contempor√Ęnea. S√£o Paulo, Vida, 1994.

McNAIR, S. E. A Bíblia Explicada. Rio de Janeiro, CPAD, 1994.

Espada Cortante 2 - Orlando S. Boyer - CPAD - Rio de Janeiro - RJ

CHAMPLIN, R. N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. 5. ed. São Paulo: Hagnos, 2001. v. 1
JOSEFO, Flávio. História dos hebreus: de Abraão à queda de Jerusalém obra completa. 9. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.
VOS, Howard F.; REA, John. Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
VINE, W. E.; UNGER, Merril F.; WHITE JR, William. Dicionário Vine. 2. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

(http://realizandoaobradosenhor.blogspot.com/2010/02/as-portas-de-jerusalem.html)

Coelho, Valnice Milhomens. Personalidades restauradas, S√£o Paulo: Edi√ß√£o do autor, 1992. 244p.1. Palavra da F√© Produ√ß√Ķes Caixa Postal 60061 - CEP 05096-970 Av. Pomp√©ia, 2110 - S√£o Paulo - S. P. - Tel. :(011) 873-3117, FAX 62.4015

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    ITAMAR RICARDO GARCIA
    Escreveu:

    exelente. sou grato a Deus por esse estudos.


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    samuel renovato de lima
    Escreveu:

    Caro Pastor, a paz do Senhor.

    Parabéns pela excelente abordagem, ampliando o tema para uma perspectiva de alcançar o ser de forma integral, holístico.

    Deus continue te abençoando.

    Ev. Samuel Renovato de Lima


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    Luiz Henrique de Almeida Silva
    Escreveu:

    Irmão Samuel, talvez a palavra certa não seja holístico.
    Hol√≠stica √© um termo que vem do grego ‚Äúholos‚ÄĚ = igual ao todo, mais que se inspira tamb√©m da palavra inglesa ‚Äúwholy‚ÄĚ = igual ao sagrado, santo. Hol√≠stica √©, por conseguinte um termo que ao mesmo tempo indica uma tend√™ncia ao ver o todo al√©m das partes, ele considera esse todo como santo e sagrado.

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