O Senhor Peleja Pelo Seu Povo - CPAD
Leitura BÃblica em Classe
Josué 10.6-8, 12-14
Introdução:
I.       As vitórias de Israel ao Sul da Palestina (Js 10)
II.    O dia mais longo da história (10.12-14)
III.  Novas conquistas militares de Israel (10.16-11.1-9)
Palavras-chave: Palavras-chave: Preparação, batalha, distribuição. Â
I. As vitórias de Israel ao Sul da Palestina (Js 10)
O fato de os gibeonitas ter se rendido a Israel significava problemas para os outros habitantes do sul da Palestina. Aquelas nações poderiam esperar que Josué logo viesse ao seu encontro. O rei de Jerusalém tomou a iniciativa de organizar uma confederação. Quatro outros reis se uniram a ele para atacar Gibeão (1-5).
É comum que a oposição surja rapidamente quando as pessoas se identificam com Deus. Neste exemplo, enviaram, pois, os homens de Gibeão a Josué (6). Eles reconheceram o perigo e pediram: sobe apressadamente a nós, e livra-nos, e ajuda-nos.Â
Os gibeonitas enfrentaram uma situação crÃtica com sabedoria. Sem qualquer receio, confessaram sua necessidade de ajuda.Â
O valor da estratégia de Josué é atestado pelo medo desesperador dos reis daquela região, visto em seu ataque a Gibeão. Não existem defesas naturais por trás das quais o povo pudesse se proteger, uma vez que a passagem de Bete-Horom fora tomada. Os israelitas puderam se mover pelas colinas que se levantam a partir do deserto em direção ao sul, tomando um lugar fortificado após outro. Os versÃculos seguintes relatam o rápido sucesso desta campanha.
II.   O dia mais longo da história (10.12-14)
O evento do dia prolongado não é facilmente explicado pela ciência. É preciso reconhecer que Aquele que fez as leis da Natureza tem o direito de usá-las. Aquele que usou a saraiva como arma de destruição contra seus inimigos também poderia usar a luz e as trevas para servirem aos seus propósitos. A soberania de Deus sobre a natureza o capacita a promover seu reino espiritual pelo uso do mundo fÃsico. O salmista enfatizou que todo o universo visÃvel existe para propósitos espirituais. Ele afirmou que “os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite” (Sl 19.1,2). Também declarou que “do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam” (Sl 24.1). Josué não demonstrou hesitação ao chamar as forças do universo para ajudá-lo contra aqueles que se opunham a Deus.
A declaração de que não houve dia semelhante a este, nem antes nem depois dele reafirmam a singularidade deste evento. Também destaca o fato de que Deus usa milagres com grande reserva. Ele evita que os homens se tornem dependentes deles. Deus insiste que devemos depender dele próprio, que realiza os milagres.
III. Novas conquistas militares de Israel (10.16-11.1-9)
A proclamação feita contra os cananeus foi um ato de julgamento divino. A descrição que o Senhor faz deste lugar é que “a terra está contaminada… e a terra vomitará os seus moradores” (Lv 18.25). “Por estas abominações o Senhor, teu Deus, as lança fora de diante de ti” (Dt 18.12). As práticas malignas dos cananeus, vis por demais para serem descritas, tornaram-se uma parte intrÃnseca de sua vida religiosa e social. Os ocupantes dessa terra a si mesmos se tornaram abomináveis à vista do Criador.
A misericórdia foi estendida por longo tempo. Esses povos conheciam o destino de Sodomo e Gomorra, mas continuaram a praticar o mesmo tipo de vida. Eles sabiam dos reis de Ogue e Seom, mas não se arrependeram. Eles sabiam que o julgamento estava prestes a cair sobre eles, mas apenas Raabe e os gibeonitas buscaram misericórdia; os outros tentaram impedir o trabalho de Deus (cf. 9.1,2 e 10.1).
O extermÃnio desses povos foi, na verdade, uma manifestação do amor de Deus. Primeiramente, porque as nações que restaram receberam uma clara lição de que o Deus de Israel era o Senhor de toda a Terra; segundo, porque seu próprio povo foi assim protegido da contaminação daquelas nações impuras; terceiro, como resultado do estabelecimento da preservação da nova nação, todo mundo foi beneficiado, uma vez que, por meio de Israel, o Redentor veio à humanidade.
IV. Josué destrói a coalizão de reis inimigos (Js 11.1-5)
As conquistas de Josué estenderam-se desde o sul, na terra de Gósen, na fronteira com o Egito, ao vale do LÃbano, à s raÃzes do monte de Hermom, ao norte (11.16,17). Estas conquistas foram um trabalho de muitos dias. Exigiram paciência, coragem e perseverança. Aqueles que servem ao Senhor devem se lembrar que o inimigo não se submete sem luta. Por meio de sua fraude, os gibeonitas foram a única exceção a esta regra. Todos os outros lugares defenderam suas posições.
Durante este longo perÃodo de guerra, Josué extirpou os anaquis das montanhas. Este foi o povo que fez com que Israel temesse, reclamasse e se rebelasse em Cades-Barnéia (cf. Nm 13.33; 14.1,2). Josué já sabia de longa data que estes gigantes estavam ali. Ele sabia que se tornaram fortes e estavam bem armados. Seus olhos viram como aqueles homens inspiravam terror. Mas há muito tempo ele já havia proclamado que “retirou-se deles o seu amparo, e o Senhor é conosco; não temais” (Nm 14.9). Não há mérito em ignorar a presença e a força do inimigo, mas existe mérito em calcular sua força à luz do poder de Deus. Josué viveu para ver o dia quando o registro pudesse declarar que ele os destruiu totalmente com suas cidades.
Finalmente a terra repousou da guerra. Este não foi o fim das contendas. Somente uma vitória suficiente para ajudar as tribos a ocuparem individualmente o território. A finalização da conquista seria deixada para cada uma delas.
SubsÃdio extraÃdo do Comentário BÃblico Beacon, vol II Josué a Ester. RJ: CPAD, 2005.
Publicado no site da CPAD


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EmilioMedeiros Escreveu:
Emilio Medeiros Escreveu:
Texto Ãureo: “O Senhor pelejará por vós, e vos calareis†(Êx. 14.14).
Introdução
Esta lição é um maravilhoso renovo para aqueles que julgam encontrarem-se sós em suas batalhas diárias, para lembrarem-se que o nosso Deus batalha ao lado daqueles que o temem.
II – Pressuposto Básico: crer que o nosso Deus opera milagres e maravilhas em favor do seu povo.
No CapÃtulo 10 do livro de Josué observamos dois grandes milagres de fundamental importância para a vitória de Israel no campo de batalha: As grandes pedras lançadas do céu pelo Senhor e o miraculoso prolongamento do dia durante a batalha.
Observa-se que o sucesso da campanha de Israel na conquista da terra prometida, até aquele momento, fundamentava-se nas grandes maravilhas operadas pelo Senhor, a saber: A travessia do Jordão e a queda dos muros de Jericó.
Devemos entender os milagres operados pelo Senhor não somente como um fato contrário as leis naturais, mas, além disso, como um renovo de ânimo para aqueles que são beneficiados pela misericórdia de nosso Deus.
Quando Deus abriu o rio Jordão para que Israel o atravessasse em seco, mais do que o benefÃcio natural, o povo sentiu-se amparado pelas mãos do Senhor, e foi cheio da confiança necessária para darem prosseguimento à campanha militar em Canaã.
Da mesma forma, quando caÃram miraculosamente os muros de Jericó, mais do que a conquista de uma cidade, Israel alegrou-se em saber que não haveria obstáculo que não pudessem traspassar, porque Deus estava com eles em todas as ocasiões.
No campo de batalha, quando o Senhor lançou grandes pedras de gelo sobre o inimigo, os guerreiros Israelitas redobraram seu ânimo, pois maior era Aquele que batalhava ao lado de Israel.
E, por fim, quando Josué, repleto de fé, clamou por um milagre, suplicando que o sol se detivesse em Gibeão e lua no vale de Aijalom ( “Então, Josué falou ao Senhor, no dia em que o Senhor deu os amorreus na mão dos filhos de Israel, e disse aos olhos dos Israelitas: Sol, detém-te em Gibeão, e tu Lua, no vale de Aijalomâ€), foi atendido pela misericórdia do Senhor, que operou outro grande milagre em favor de Israel, de crucial importância para a vitória da maior batalha até então travada pelo povo de Deus.
A igreja de hoje não deve perder a fé nos milagres que nosso bom Deus opera em meio aos seus servos. Nos deparamos, por vezes, com irmãos que esfriaram a sua fé nas maravilhas que o nosso Deus opera, seja desacreditando que Deus pode realizar um grande feito em sua vida, seja desacreditando nos feitos que o Senhor opera na vida dos demais irmãos.
Não há sentido na palavra fé sem crer nos milagres de Deus. A apostasia da fé, a qual a palavra de Deus nos adverte, inclui o “resfriamento†da fé dos servos de Deus nos grandes feitos operados no seio da Igreja.
Tal qual os filhos de Israel, nós, hoje, travamos batalhas diárias em nossas vidas, seja contra as tentações do mundo, as doenças do corpo, as doenças do espÃrito, etc. Carecemos, infinitamente, da provisão de Deus em nossas vidas, e precisamos saber que ELE ainda opera grandes feitos para seus servos fiéis.
Basta observarmos um fato bastante corriqueiro em nossas vidas: se perguntarmos quantas pessoas na igreja precisam de um milagre em sua vida, a resposta será um “sim†praticamente unânime; entretanto, se perguntarmos quantas pessoas possuem uma fé absoluta que esse milagre vai acontecer, talvez não tenhamos tantas respostas afirmativas.
Precisamos, em nossas orações, suplicar, como fez, por um grande avivamento da Igreja, para que a nossa fé, e de nossos irmãos em Cristo, seja a cada dia renovada, para crermos nas grandes obras de nosso Senhor
III – Deus Peleja ao Lado dos que o Temem.
Cabe neste ponto ressaltarmos o texto áureo da lição 07 do presente trimestre: “O cavalo prepara-se para o dia da batalha, mas do Senhor vem a vitóriaâ€. É importante resgatarmos esta passagem para atentarmos para a questão mais importante desta lição: Não importa o quanto peleje o homem, a vitória vem de Deus.
Os gibeonitas foram sitiados pelos cinco reis dos amorreus, de tal forma que corriam o risco iminente de sucumbirem. Solicitaram, então, o socorro de Israel (“Enviaram, pois, homens de Gibeão a Josué ao arraial de Gilgal, dizendo: Não retires as tuas mãos de teus servos; sobe apressadamente a nós, e livra-nos, e ajuda-nos, porquanto todos os reis dos amorreus que habitam na montanha se ajuntaram contra nós†que, ante ao pacto (concerto) que haviam feito com os Gibeonitas prontamente atenderam ao chamado, e foram a batalha).
A batalha contra os cinco reis dos amorreus significava não só o socorro aos gibeonitas, mas a consagração de Israel como o povo mais forte da região de Canaã (Palestina). Por isso, devemos ver que as maravilhas operadas pelo Senhor foram cruciais para a vitória de Israel.
Não importa o quão treinados eram os soldados de Israel, não fosse a provisão de Deus, sucumbiriam ante a uma confederação formada por cinco reinos. Vê-se, claramente, que, não fosse Deus pelejar ao lado de Israel, não haveria vitória.
Quando Deus peleja ao nosso lado, somos invencÃveis. Não existem obstáculos que não podem ser transpostos.
Veja-se o exemplo de Gideão: “E o senhor lhe disse: porquanto eu ei de ser contigo, tu ferirás os midianitas como se fossem um só homemâ€. Gideão viria a comandar um “pequeno†exército, que, ao lado do Senhor, realizaria grandes feitos. O Senhor nos dá vitória nas circunstâncias mais adversas!
Outro grande e maravilhoso exemplo é a batalha do rei Davi contra o gigante Golias. Davi, pequeno em estatura e experiência de batalha, a uma primeira vista, não possuÃa nenhuma chance contra o gigante Golias. Entretanto, a vitória de Davi baseava-se em algo superior à força de qualquer homem: “Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu vou a ti em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos Exércitos de Israel, a quem tens afrontadoâ€. Deus estava ao lado de Davi para lhe dar a vitória.
Quando Deus peleja ao nosso lado, não devemos ter em mente os parâmetros humanos. Assim, não nos questionamos quem é o mais forte ou quem é o mais fraco, quem é o mais valente ou menos valente, quem é o mais astuto ou menos astuto. A única questão que se nos põe é: Deus é conosco?
Como disse o apóstolo Paulo: “Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?â€. Se Deus batalha ao nosso lado, quem poderá nos afligir? Se Deus é conosco, que mal nos fará o homem? De Deus vem a nossa vitória, e em seu nome somos “mais que vencedoresâ€.
O homem nada pode fazer contra o servo que batalha protegido pelo Senhor. “E, Assim, com confiança, ousemos dizer: O Senhor é o meu ajudador, e não temerei o que me possa fazer o homem.’’.
Devemos ter plena fé nas obras do Senhor em nossas vidas, e que, ao lado de Deus, venceremos as nossas batalhas cotidianas.
IV- O dia mais Longo da História.
Acerca do Milagre do prolongamento do dia durante a batalha, discorre com muita autoridade o Pr. Antônio Gilberto (Artigos históricos – Mensageiros da Paz – Janeiro/1982): “Josué, ao perceber que o dia natural, isto é, o perÃodo em que há luz, não lhe daria tempo para vencer os amorreus, no seu zelo, pediu ao senhor que lhe desse condições para cumprir a sua missão e Deus respondeu, prolongando o dia. Josué tinha fé, pois Deus já lhe prometera a vitória). A ciência astronômica já provou que este dia foi acrescido de 23 horas e 20 minutos. A bÃblia diz ‘quase um dia‘ â€.
Por mais que a ciência ou falsas doutrinas busquem outras conotações para o milagre do prolongamento do dia, nós, que temos uma fé avivada, sabemos que Deus operou um grande milagre ante à súplica de Josué.
Naquele momento, Israel obteria sua maior vitória no campo de batalha. Se sobreviesse a noite, o inimigo poderia fugir e se recompor, prolongando a batalha que já era cansativa.
Então o Senhor, atendendo a súplica de Josué, fez com que o dia se prolongasse, dando a Israel sua vitória definitiva contra os cinco reis dos amorreus.
Neste milagre, observamos algo extremamente necessário ao servo de Deus: Suplicar, com fé, a intervenção Divina. A súplica de Josué fez com que Deus interviesse na batalha, concedendo a vitória a Israel.
VI – Conclusão.
Deus está ao nosso lado, pelejando conosco nas nossas batalhas diárias. Ele nos ajuda, nos guarda e intercede em nossas vidas com milagres e prodÃgios.
Emilio Medeiros
pastor.emilio@hotmail.com
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EmilioMedeiros Escreveu:
Texto Ãureo: “O Senhor pelejará por vós, e vos calareis†(Êx. 14.14).
Introdução
Esta lição é um maravilhoso renovo para aqueles que julgam encontrarem-se sós em suas batalhas diárias, para lembrarem-se que o nosso Deus batalha ao lado daqueles que o temem.
II – Pressuposto Básico: crer que o nosso Deus opera milagres e maravilhas em favor do seu povo.
No CapÃtulo 10 do livro de Josué observamos dois grandes milagres de fundamental importância para a vitória de Israel no campo de batalha: As grandes pedras lançadas do céu pelo Senhor e o miraculoso prolongamento do dia durante a batalha.
Observa-se que o sucesso da campanha de Israel na conquista da terra prometida, até aquele momento, fundamentava-se nas grandes maravilhas operadas pelo Senhor, a saber: A travessia do Jordão e a queda dos muros de Jericó.
Devemos entender os milagres operados pelo Senhor não somente como um fato contrário as leis naturais, mas, além disso, como um renovo de ânimo para aqueles que são beneficiados pela misericórdia de nosso Deus.
Quando Deus abriu o rio Jordão para que Israel o atravessasse em seco, mais do que o benefÃcio natural, o povo sentiu-se amparado pelas mãos do Senhor, e foi cheio da confiança necessária para darem prosseguimento à campanha militar em Canaã.
Da mesma forma, quando caÃram miraculosamente os muros de Jericó, mais do que a conquista de uma cidade, Israel alegrou-se em saber que não haveria obstáculo que não pudessem traspassar, porque Deus estava com eles em todas as ocasiões.
No campo de batalha, quando o Senhor lançou grandes pedras de gelo sobre o inimigo, os guerreiros Israelitas redobraram seu ânimo, pois maior era Aquele que batalhava ao lado de Israel.
E, por fim, quando Josué, repleto de fé, clamou por um milagre, suplicando que o sol se detivesse em Gibeão e lua no vale de Aijalom ( “Então, Josué falou ao Senhor, no dia em que o Senhor deu os amorreus na mão dos filhos de Israel, e disse aos olhos dos Israelitas: Sol, detém-te em Gibeão, e tu Lua, no vale de Aijalomâ€), foi atendido pela misericórdia do Senhor, que operou outro grande milagre em favor de Israel, de crucial importância para a vitória da maior batalha até então travada pelo povo de Deus.
A igreja de hoje não deve perder a fé nos milagres que nosso bom Deus opera em meio aos seus servos. Nos deparamos, por vezes, com irmãos que esfriaram a sua fé nas maravilhas que o nosso Deus opera, seja desacreditando que Deus pode realizar um grande feito em sua vida, seja desacreditando nos feitos que o Senhor opera na vida dos demais irmãos.
Não há sentido na palavra fé sem crer nos milagres de Deus. A apostasia da fé, a qual a palavra de Deus nos adverte, inclui o “resfriamento†da fé dos servos de Deus nos grandes feitos operados no seio da Igreja.
Tal qual os filhos de Israel, nós, hoje, travamos batalhas diárias em nossas vidas, seja contra as tentações do mundo, as doenças do corpo, as doenças do espÃrito, etc. Carecemos, infinitamente, da provisão de Deus em nossas vidas, e precisamos saber que ELE ainda opera grandes feitos para seus servos fiéis.
Basta observarmos um fato bastante corriqueiro em nossas vidas: se perguntarmos quantas pessoas na igreja precisam de um milagre em sua vida, a resposta será um “sim†praticamente unânime; entretanto, se perguntarmos quantas pessoas possuem uma fé absoluta que esse milagre vai acontecer, talvez não tenhamos tantas respostas afirmativas.
Precisamos, em nossas orações, suplicar, como fez, por um grande avivamento da Igreja, para que a nossa fé, e de nossos irmãos em Cristo, seja a cada dia renovada, para crermos nas grandes obras de nosso Senhor
III – Deus Peleja ao Lado dos que o Temem.
Cabe neste ponto ressaltarmos o texto áureo da lição 07 do presente trimestre: “O cavalo prepara-se para o dia da batalha, mas do Senhor vem a vitóriaâ€. É importante resgatarmos esta passagem para atentarmos para a questão mais importante desta lição: Não importa o quanto peleje o homem, a vitória vem de Deus.
Os gibeonitas foram sitiados pelos cinco reis dos amorreus, de tal forma que corriam o risco iminente de sucumbirem. Solicitaram, então, o socorro de Israel (“Enviaram, pois, homens de Gibeão a Josué ao arraial de Gilgal, dizendo: Não retires as tuas mãos de teus servos; sobe apressadamente a nós, e livra-nos, e ajuda-nos, porquanto todos os reis dos amorreus que habitam na montanha se ajuntaram contra nós†que, ante ao pacto (concerto) que haviam feito com os Gibeonitas prontamente atenderam ao chamado, e foram a batalha).
A batalha contra os cinco reis dos amorreus significava não só o socorro aos gibeonitas, mas a consagração de Israel como o povo mais forte da região de Canaã (Palestina). Por isso, devemos ver que as maravilhas operadas pelo Senhor foram cruciais para a vitória de Israel.
Não importa o quão treinados eram os soldados de Israel, não fosse a provisão de Deus, sucumbiriam ante a uma confederação formada por cinco reinos. Vê-se, claramente, que, não fosse Deus pelejar ao lado de Israel, não haveria vitória.
Quando Deus peleja ao nosso lado, somos invencÃveis. Não existem obstáculos que não podem ser transpostos.
Veja-se o exemplo de Gideão: “E o senhor lhe disse: porquanto eu ei de ser contigo, tu ferirás os midianitas como se fossem um só homemâ€. Gideão viria a comandar um “pequeno†exército, que, ao lado do Senhor, realizaria grandes feitos. O Senhor nos dá vitória nas circunstâncias mais adversas!
Outro grande e maravilhoso exemplo é a batalha do rei Davi contra o gigante Golias. Davi, pequeno em estatura e experiência de batalha, a uma primeira vista, não possuÃa nenhuma chance contra o gigante Golias. Entretanto, a vitória de Davi baseava-se em algo superior à força de qualquer homem: “Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu vou a ti em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos Exércitos de Israel, a quem tens afrontadoâ€. Deus estava ao lado de Davi para lhe dar a vitória.
Quando Deus peleja ao nosso lado, não devemos ter em mente os parâmetros humanos. Assim, não nos questionamos quem é o mais forte ou quem é o mais fraco, quem é o mais valente ou menos valente, quem é o mais astuto ou menos astuto. A única questão que se nos põe é: Deus é conosco?
Como disse o apóstolo Paulo: “Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?â€. Se Deus batalha ao nosso lado, quem poderá nos afligir? Se Deus é conosco, que mal nos fará o homem? De Deus vem a nossa vitória, e em seu nome somos “mais que vencedoresâ€.
O homem nada pode fazer contra o servo que batalha protegido pelo Senhor. “E, Assim, com confiança, ousemos dizer: O Senhor é o meu ajudador, e não temerei o que me possa fazer o homem.’’.
Devemos ter plena fé nas obras do Senhor em nossas vidas, e que, ao lado de Deus, venceremos as nossas batalhas cotidianas.
IV- O dia mais Longo da História.
Acerca do Milagre do prolongamento do dia durante a batalha, discorre com muita autoridade o Pr. Antônio Gilberto (Artigos históricos – Mensageiros da Paz – Janeiro/1982): “Josué, ao perceber que o dia natural, isto é, o perÃodo em que há luz, não lhe daria tempo para vencer os amorreus, no seu zelo, pediu ao senhor que lhe desse condições para cumprir a sua missão e Deus respondeu, prolongando o dia. Josué tinha fé, pois Deus já lhe prometera a vitória). A ciência astronômica já provou que este dia foi acrescido de 23 horas e 20 minutos. A bÃblia diz ‘quase um dia‘ â€.
Por mais que a ciência ou falsas doutrinas busquem outras conotações para o milagre do prolongamento do dia, nós, que temos uma fé avivada, sabemos que Deus operou um grande milagre ante à súplica de Josué.
Naquele momento, Israel obteria sua maior vitória no campo de batalha. Se sobreviesse a noite, o inimigo poderia fugir e se recompor, prolongando a batalha que já era cansativa.
Então o Senhor, atendendo a súplica de Josué, fez com que o dia se prolongasse, dando a Israel sua vitória definitiva contra os cinco reis dos amorreus.
Neste milagre, observamos algo extremamente necessário ao servo de Deus: Suplicar, com fé, a intervenção Divina. A súplica de Josué fez com que Deus interviesse na batalha, concedendo a vitória a Israel.
VI – Conclusão.
Deus está ao nosso lado, pelejando conosco nas nossas batalhas diárias. Ele nos ajuda, nos guarda e intercede em nossas vidas com milagres e prodÃgios.
Pastor.emilio@hotmail.com
www..ieadlages.com
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Rosimere A. Freitas Escreveu:
à paz do senhor , Gostaria de receber os resumos das lições no meu e-mail, muito obrigada pela atenção.
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Antonio Saõ Pedro Escreveu:
Paz do Senhor meu irmão. VEjo que no seu comentario faltou mas esclarecimento ciêntifico sobre a questão de o sol ser um astro ja parado pois eu ainda estou confuso referente a que realmente gira em torno dequem se o sol ou a terra. Porém isso não muda para mim o crer no milagre do dia longo; só gostaria de uma confirmação comprovada de quem gira em torno de quem? desde já agradeço e que Deus continui abençoando.
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